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Autor: Glêdson Araújo


14:24 · 22.08.2017 / atualizado às 14:32 · 22.08.2017 por

Dona Francisca de Souza Fontenelle é cearense, tem 104 anos e esbanja disposição. Nascida em 5 de setembro de 1912, ela foi morar no Acre quando tinha apenas 25 anos, com a promessa de uma melhora de vida. Na região Norte do Brasil, ela, o marido e os filhos passaram a cortar seringa e trabalhar no roçado para sustentar a família.

Hoje, a simpática senhora vai diariamente à academia popular do bairro Calafate, onde vive, em Rio Branco, para se exercitar. E no dia que não vai “fica doente”, garante ela.

Na academia, a cearense afirma que fez amigos e até arrumou um pretendente, mas decidiu não aceitar o pedido de casamento.

Mãe de dez filhos, Francisca diz que nunca ouviu comentários sobre ela ser velha demais para fazer exercícios, mas afirma que quem não faz nenhuma atividade é que sai perdendo.

“Já mandaram eu deitar e ficar em casa, mas eu vou sim, em casa não fico”, reforça.

Dona Francisca de Souza Fontenelle na academia popular do bairro onde mora – Foto: arquivo pessoal

Com informações do portal G1.

14:48 · 18.08.2017 / atualizado às 14:48 · 18.08.2017 por

Alunos do Instituto Federal do Ceará (IFCE), em Maracanaú, decidiram arregaçar as mangas e fazer uma ação de caridade.

Para ajudar o Lar Amigos de Jesus, em Fortaleza, estudantes do curso de Licenciatura em Química iniciaram uma campanha de arrecadação de doações de roupinhas infantis, brinquedos e livros infanto-juvenis e didáticos do primeiro ao quinto ano do fundamental.

A ideia, segundo Joy Aparecida Ramos, uma das participantes, visa dar apoio não só às crianças e adolescentes que são atendido pelo lar, mas aos voluntários que atuam no local. “A maioria daquelas crianças não tem acesso ao colégio, por conta do tratamento, e no Lar Amigos de Jesus existem voluntários que exercem papel de educadores”, explica a estudante.

Na sexta-feira (11) passada, o grupo de alunos do IFCE foi ao Lar para entregar tudo o que foi arrecadado. “Nos fantasiamos para brincarmos e orarmos com aquelas crianças, nossa programação foi pensada com carinho, existia uma equipe para atender aos adolescentes e outra para as crianças, já que são necessidades diferentes”, lembra Joy.

“A sensação depois do dever cumprido é a melhor possível, estamos todos satisfeitos e felizes por termos conseguido fazer tudo o que planejamos”, conclui.

Participaram da ação:

– Raissa Sousa Barbosa;
– Joy Aparecida Barbosa Ramos;
– Augusto César;
– Julio Cesar;
– Tryfena Faustino;
– Rayara Martins;
– Clarissa Maria;
– Rodrigo Matos;
– Izabella Letícia;
– Leonardo Carneiro;
– Suzanne Silva;
– Gustavo Gomes.

Para quem quiser colaborar com o Lar Amigos de Jesus, a entidade fica na rua Ildefonso Albano, 3052 – bairro Joaquim Távora, em Fortaleza. Telefone: (85) 3067-6565.

16:11 · 14.08.2017 / atualizado às 16:16 · 14.08.2017 por

Durante uma aula sobre a letra H, a professora Ludmila Cruzal perguntou aos alunos da educação infantil, de uma escola pública no Rio de Janeiro, se eles gostavam de hambúrguer.

Para espanto da educadora, que ensina em uma turma de crianças de 5 e 6 anos, poucos já tinham provado o sanduíche. “Tia, nunca comi um, mas já sonhei que comia”, chegou a responder uma das crianças.

Comovida com o que viu, a professora decidiu que levaria pães, hambúrgueres, alface e condimentos para a escola.

“A nutri da creche autorizou e a diretora também. Infelizmente, não tenho condições de comprar um Mc Lanche Feliz para cada um, mas um pouquinho de alegria tenho certeza que conseguirei”, relatou Ludmila Cruzal, antes de realizar o sonho da turma.

No Facebook, ela compartilhou a felicidade das crianças ao provar hambúrguer pela primeira vez.

10:08 · 09.08.2017 / atualizado às 16:16 · 14.08.2017 por

O assistente de apoio Matheus Inácio Souza, de 21 anos, tentou estacionar para ir a um restaurante, no bairro Santa Mônica, em Florianópolis (SC), quando colidiu com um Porsche. O veículo era do psicólogo Carlos Pimenta, que participava de uma reunião de trabalho.

Ao pegar seu carro, Carlos viu o bilhete. Segundo o psicólogo, foi apenas um arranhão, em um local que, provavelmente ninguém viu o que aconteceu. “Matheus não tinha motivo nenhum para ter essa atitude, foi só uma questão de ética. Temos que valorizar esse tipo de prática”, afirma Carlos.

O psicólogo chegou a ligar para o número do bilhete, disse que o jovem foi muito responsável e, apesar de o carro ser importado e ele ganhar pouco, não fugiria da responsabilidade. “Embora eu tenha dito que vou procurar um orçamento, não vou levar para conserto, esse valor não fará diferença na minha vida, mas a atitude dele fez”, garantiu.

Atitude do assistente de apoio Matheus Inácio Souza, de 21 anos, chamou a atenção do proprietário do veículo de luxo (Foto: arquivo pessoal)
O psicólogo Carlos Pimenta, dono do Porsche atingido afirma que é preciso valorizar atitudes como a do jovem Matheus (Foto: arquivo pessoal)

*Com informações do portal G1.

15:01 · 01.08.2017 / atualizado às 16:17 · 14.08.2017 por

Jonaz Gutierrez, um bebê de apenas quatro meses que vive no Texas, Estados Unidos, foi diagnosticado com plagiocefalia, uma assimetria craniana geralmente ocasionada pela posição em que o bebê é colocado para dormir.

O problema levou Jonaz a usar um capacete de proteção em tempo integral, durante seis meses. A função do acessório é manter a cabeça numa posição fixa e remodelar o crânio do bebê.

Para o pequeno não se sentir “um estranho no ninho”, a família decidiu que todos em casa também deveriam usar um capacete. Pai, mãe e a outra filha do casal, que tem três anos, também passaram a usar o acessório. A iniciativa ideia foi da filha, que começou a usar seu capacete de bicicleta para que o irmão não se sentisse diferente.

A história foi compartilhada no Twitter e logo ganhou repercussão, por conta da empatia da família nesse momento.

15:26 · 28.07.2017 / atualizado às 15:39 · 28.07.2017 por

Para garantir qualidade de vida melhor a um cachorro com cinomose, o eletricista Glauber Pereira de Souza, da cidade de Sertãozinho, interior de São Paulo, fabricou uma cadeira de rodas para o animal.

O bichinho tinha sido resgatado por uma colega, que fez o pedido. Glauber pesquisou um modelo na internet e fez as modificações, resolvendo o problema do cãozinho.

Isso aconteceu em fevereiro de 2015. De lá para cá, ele já fabricou mais de 2.400 unidades, que foram enviadas para várias cidades do Brasil.

Divulgação do trabalho

Com a habilidade do eletricista na produção, uma amiga sugeriu que ele criasse uma página no Facebook para divulgar o trabalho, podendo ajudar mais cães com dificuldades de locomoção. A partir da fanpage, os pedidos começaram a surgir de várias regiões do Brasil.

No começo, Glauber usava tubos de PVC que, segundo ele, aguenta bem para cachorros pequenos. Como o material é frágil para animais de grande porte, ele pesquisou outros que fossem mais resistentes e baratos.

Usando metal e duas rodas para a confecção das cadeiras, Glauber cobra dos clientes apenas o preço gasto com os materiais, que varia de R$ 20 a R$190, dependendo do tamanho do animal e se for preciso, com o envio pelo correio.

14:54 · 24.07.2017 / atualizado às 14:54 · 24.07.2017 por

Durante um voo que ia de Israel aos Estados Unidos, uma criança diagnosticada com autismo, começou a ficar muito agitada – o trajeto dura, em média, 8 horas e o voo ainda teve um atraso de três horas.

O menino e a mãe estavam viajando para a África e mal falavam inglês. Segundo relato de uma passageira, a situação começou a ficar muito desconfortável e era possível sentir a tensão entre os passageiros.

“Seus gritos foram ouvidos em todo o avião”, conta Bentzion Groner, que ajudou o pequeno e fez seu relato no Facebook.

Diante da situação, Groner e uma amiga – que, por coincidência, trabalha para uma organização que atende crianças com deficiências e limitações específicas – levaram a criança a um lugar calmo, no fundo do avião, sugeriram que tirasse os sapatos para ficar mais confortável, brincaram com ele e o distraíram para que ficasse mais tranquilo, ajudando a mãe a contornar a situação.

Confira o relato original:

12:14 · 19.07.2017 / atualizado às 12:14 · 19.07.2017 por

Uma mãe da cidade de Ibaté, em São Paulo, garante que seu cachorro, um rottweiler, alertou quando o filho de 6 anos começou ter uma convulsão.

“Ele salvou a vida do meu filho”, disse a técnica de enfermagem e pedagoga Rhozana Diniz Menzani.

Ela dormia quando o filho começou a passar mal. Foi então que o cachorro da família, chamado Quiron, de 5 anos, começou a latir desesperadamente e arranhar a janela do quarto onde Rhozana estava.

O menino Enzo tem autismo e sofre de adrenoleucodistrofia, uma doença rara e degenerativa, mas nunca tinha tido uma crise convulsiva.

15:19 · 06.07.2017 / atualizado às 15:26 · 06.07.2017 por
A nota foi deixada por alguém que estava em um relacionamento abusivo e que afirmou não conseguir embarcar com o animal

Um cachorro de apenas três meses foi abandonado no aeroporto internacional de Las Vegas com uma triste nota e comoveu a cidade norte-americana. O pet, que é da raça chihuahua miniatura foi encontrado em um banheiro do aeroporto por um turista, que tirou uma foto da nota e levou o cachorro até um abrigo para animais.

A nota, deixada por alguém que estava em um relacionamento abusivo, dizia o seguinte: “Oi! Eu sou o Chewy! Minha dona estava em um relacionamento abusivo e não conseguiu embarcar comigo. Ela não queria mesmo me deixar aqui, mas ela não tinha outra opção. Meu ex-namorado chutou meu cachorro na cabeça enquanto estávamos brigando e o deixou com um galo enorme na cabeça. Ele provavelmente precisa de um veterinário. Eu amo muito o Chewy, por favor cuidem dele e o amem”.

O abrigo que o pegou, o Connor & Millie’s Dog Rescue, compartilhou a história de Chewy no Facebook, e ele logo se tornou atração na cidade. Centenas de pessoas se disponibilizaram a adotá-lo, o que fez com que o abrigo fizesse uma pausa nos pedidos de adoção.

“Lembrem-se que existem milhares de Chewy por aí esperando uma nova casa, mesmo que você não fique com ele, dê uma olhada em outros cachorros nos abrigos”, publicou.

Fonte: Estadão Conteúdo

16:30 · 05.07.2017 / atualizado às 08:38 · 06.07.2017 por
Gerardo foi diagnosticado com TCG (Tumores de Células Germinativas, Coriocarcinoma)

José Gerardo Soares Filho é um jovem de 18 anos, morador de Fortaleza e estudante do curso Técnico de Enfermagem da Escola Estadual de Educação Profissional Professor Onélio Porto, no bairro José Walter.

Gerardinho, como é mais conhecido entre os amigos, tinha uma vida comum até fevereiro de 2017, quando descobriu ter um câncer raro, após fazer um teste de gravidez – por brincadeira – que deu positivo.

“Estava sentindo dores nas costas, mas achavam que era por causa da academia. Comecei a sentir dores no peito e os médicos disseram que era para deixar de treinar e tomar analgésicos”, explica o estudante.

O problema é que os remédios já não faziam mais efeito e Gerardo começou a expelir sangue. “Achavam que era tuberculose. Depois disso, por brincadeira, peguei um teste de gravidez e urinei nele, mas só que deu positivo. Acharam muito estranho e as enfermeiras do meu curso pediram para fazer outros exames mais detalhados”, lembra o jovem.

Campanha solidária

Gerardo foi diagnosticado com TCG (Tumores de Células Germinativas, Coriocarcinoma). Desde então, ele foi submetido a sessões de quimioterapia no hospital Albert Sabin, em Fortaleza, mas familiares e amigos vêm realizando campanhas nas redes sociais para levantar recursos. O objetivo é financiar o tratamento em São Paulo, onde Gerardo encontrou um oncologista que é especializado no seu tipo de câncer, o que pode aumentar a probabilidade de cura.

“Não esperava e agradeço aos amigos e familiares por essa campanha ter chegado onde chegou”, reconhece.

Para quem quiser fazer doações, os dados da conta de José Gerardo:

José Gerardo Soares Filho
CPF: 608.294.463-11
AGÊNCIA: 3253-0
CONTA POUPANÇA: 38823-8
Variação: 51
Banco do Brasil 001

Ou

Pelo site Vakinha.com.br.