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Categoria: Criança


14:48 · 18.08.2017 / atualizado às 14:48 · 18.08.2017 por

Alunos do Instituto Federal do Ceará (IFCE), em Maracanaú, decidiram arregaçar as mangas e fazer uma ação de caridade.

Para ajudar o Lar Amigos de Jesus, em Fortaleza, estudantes do curso de Licenciatura em Química iniciaram uma campanha de arrecadação de doações de roupinhas infantis, brinquedos e livros infanto-juvenis e didáticos do primeiro ao quinto ano do fundamental.

A ideia, segundo Joy Aparecida Ramos, uma das participantes, visa dar apoio não só às crianças e adolescentes que são atendido pelo lar, mas aos voluntários que atuam no local. “A maioria daquelas crianças não tem acesso ao colégio, por conta do tratamento, e no Lar Amigos de Jesus existem voluntários que exercem papel de educadores”, explica a estudante.

Na sexta-feira (11) passada, o grupo de alunos do IFCE foi ao Lar para entregar tudo o que foi arrecadado. “Nos fantasiamos para brincarmos e orarmos com aquelas crianças, nossa programação foi pensada com carinho, existia uma equipe para atender aos adolescentes e outra para as crianças, já que são necessidades diferentes”, lembra Joy.

“A sensação depois do dever cumprido é a melhor possível, estamos todos satisfeitos e felizes por termos conseguido fazer tudo o que planejamos”, conclui.

Participaram da ação:

– Raissa Sousa Barbosa;
– Joy Aparecida Barbosa Ramos;
– Augusto César;
– Julio Cesar;
– Tryfena Faustino;
– Rayara Martins;
– Clarissa Maria;
– Rodrigo Matos;
– Izabella Letícia;
– Leonardo Carneiro;
– Suzanne Silva;
– Gustavo Gomes.

Para quem quiser colaborar com o Lar Amigos de Jesus, a entidade fica na rua Ildefonso Albano, 3052 – bairro Joaquim Távora, em Fortaleza. Telefone: (85) 3067-6565.

16:11 · 14.08.2017 / atualizado às 16:16 · 14.08.2017 por

Durante uma aula sobre a letra H, a professora Ludmila Cruzal perguntou aos alunos da educação infantil, de uma escola pública no Rio de Janeiro, se eles gostavam de hambúrguer.

Para espanto da educadora, que ensina em uma turma de crianças de 5 e 6 anos, poucos já tinham provado o sanduíche. “Tia, nunca comi um, mas já sonhei que comia”, chegou a responder uma das crianças.

Comovida com o que viu, a professora decidiu que levaria pães, hambúrgueres, alface e condimentos para a escola.

“A nutri da creche autorizou e a diretora também. Infelizmente, não tenho condições de comprar um Mc Lanche Feliz para cada um, mas um pouquinho de alegria tenho certeza que conseguirei”, relatou Ludmila Cruzal, antes de realizar o sonho da turma.

No Facebook, ela compartilhou a felicidade das crianças ao provar hambúrguer pela primeira vez.

15:01 · 01.08.2017 / atualizado às 16:17 · 14.08.2017 por

Jonaz Gutierrez, um bebê de apenas quatro meses que vive no Texas, Estados Unidos, foi diagnosticado com plagiocefalia, uma assimetria craniana geralmente ocasionada pela posição em que o bebê é colocado para dormir.

O problema levou Jonaz a usar um capacete de proteção em tempo integral, durante seis meses. A função do acessório é manter a cabeça numa posição fixa e remodelar o crânio do bebê.

Para o pequeno não se sentir “um estranho no ninho”, a família decidiu que todos em casa também deveriam usar um capacete. Pai, mãe e a outra filha do casal, que tem três anos, também passaram a usar o acessório. A iniciativa ideia foi da filha, que começou a usar seu capacete de bicicleta para que o irmão não se sentisse diferente.

A história foi compartilhada no Twitter e logo ganhou repercussão, por conta da empatia da família nesse momento.

14:54 · 24.07.2017 / atualizado às 14:54 · 24.07.2017 por

Durante um voo que ia de Israel aos Estados Unidos, uma criança diagnosticada com autismo, começou a ficar muito agitada – o trajeto dura, em média, 8 horas e o voo ainda teve um atraso de três horas.

O menino e a mãe estavam viajando para a África e mal falavam inglês. Segundo relato de uma passageira, a situação começou a ficar muito desconfortável e era possível sentir a tensão entre os passageiros.

“Seus gritos foram ouvidos em todo o avião”, conta Bentzion Groner, que ajudou o pequeno e fez seu relato no Facebook.

Diante da situação, Groner e uma amiga – que, por coincidência, trabalha para uma organização que atende crianças com deficiências e limitações específicas – levaram a criança a um lugar calmo, no fundo do avião, sugeriram que tirasse os sapatos para ficar mais confortável, brincaram com ele e o distraíram para que ficasse mais tranquilo, ajudando a mãe a contornar a situação.

Confira o relato original:

12:14 · 19.07.2017 / atualizado às 12:14 · 19.07.2017 por

Uma mãe da cidade de Ibaté, em São Paulo, garante que seu cachorro, um rottweiler, alertou quando o filho de 6 anos começou ter uma convulsão.

“Ele salvou a vida do meu filho”, disse a técnica de enfermagem e pedagoga Rhozana Diniz Menzani.

Ela dormia quando o filho começou a passar mal. Foi então que o cachorro da família, chamado Quiron, de 5 anos, começou a latir desesperadamente e arranhar a janela do quarto onde Rhozana estava.

O menino Enzo tem autismo e sofre de adrenoleucodistrofia, uma doença rara e degenerativa, mas nunca tinha tido uma crise convulsiva.

10:44 · 13.07.2017 / atualizado às 10:44 · 13.07.2017 por
Youtuber Lorena Reginato, diagnosticado em 2015 com câncer no cérebro, quando tinha apenas 11 anos.

Seis meses após anunciar que estava curada de um câncer no cérebro, a famosa youtuber Lorena Reginato, de 13 anos, do canal CarecaTV, comemora nova fase, já com cabelo curto: “fico muito feliz em saber que posso ajudar mais pessoas com a minha história de vida”, diz.

Apesar da cura, a nova rotina da youtuber inclui aulas de natação, sessões de fonoaudiologia e fisioterapia que amenizam as sequelas deixadas pelo tumor. Rotina essa sempre dividida com hoje mais de 1,7 milhões de seguidores.

CabeludaTV?

“Vamos ter novos quadros, um quadro musical, outro de de culinária com a minha mãe”, revela Lorena, após retomar a gravação dos vídeos semanais.

A adolescente paulista comoveu milhões de internautas ao criar o canal de vídeos há pouco mais de um ano, revelando sempre com bom humor e otimismo o passo-a-passo do tratamento, que a fez perder movimentos do corpo e prejudicou a fala.

1º vídeo em março de 2016

 

15:23 · 30.05.2017 / atualizado às 15:23 · 30.05.2017 por

O vídeo de um professor cantando e tocando violão no corredor de uma escola, na tentativa de acalmar crianças, enquanto acontecia um tiroteio na rua, vem comovendo internautas nas redes sociais.

As imagens foram gravadas dentro de uma escola pública, na comunidade de Três Pontes, em Paciência (RJ), e publicada pelo secretário de Educação do Rio de Janeiro, Cesar Benjamin.

No vídeo é possível ver dezenas de crianças sentadas no corredor, entre as salas de aula do Centro Integrado de Educação Pública (Ciep), sendo comandadas pelo professor  Roberto Ferreira, responsável pelas aulas de música. Com seu violão, Ferreira toca uma música que exalta o “sonho de um mundo melhor”.

Em sua rede social, o secretário de Educação do Rio de Janeiro disse que “são esses os heróis que seguram a rede. São eles que me inspiram e me dão força para prosseguir”.

 

12:44 · 23.05.2017 / atualizado às 12:44 · 23.05.2017 por

Uma mãe na Tailândia ganhou repercussão nas redes sociais, após publicar um vídeo em que limpa o nariz entupido da filha. A publicação viralizou pela simplicidade na técnica usada. Para isso, ela fez uma lavagem com soro fisiológico aplicado com uma seringa.

Segundo pediatras, algumas mães têm medo de afogar a criança com o soro, pois algumas acabam chorando, outras tossem ou engasgam.

Na realidade, isso é um reflexo do corpo para impedir que o líquido vá para o pulmão. O ideal é virar o bebê de lado, deixando que ele tussa e engula sozinho o soro.  Antes de aplicar na criança, é preciso deixar o líquido em temperatura ambiente.

Qualquer dúvida ou insegurança, o ideal é procurar um médico especialista.

14:24 · 22.05.2017 / atualizado às 14:24 · 22.05.2017 por

Com apenas 9 meses de vida, a pequena Lara Batalha dos Santos já sabe o que é enfrentar as dificuldades da vida; ela passou os últimos 4 meses internada. Isso porque ela sofre de Atrofia Muscular Espinhal (AME) tipo 1, não mexe as pernas, não movimenta a cabeça e tem dificuldade para deglutir e respirar.

Para tentar minimizar o sofrimento da bebê, sua mãe, Mônica Batalha, vem fazendo uma campanha pelas redes sociais. A ideia é arrecadar dinheiro suficiente para bancar o medicamento Spinraza, que pode auxiliar a estabilizar a doença de Lara, que é degenerativa.

“Essa vacina não é a cura, mas é um tratamento e melhora a qualidade de vida. Com ele, a criança sai do respirador, pode voltar a comer pela boca e a ter movimentos”, explica Mônica. Atualmente internada no Hospital Geral Dr Waldemar Alcântara, Lara alimenta-se por sonda e respira com ajuda de traqueostomia.

Mônica Batalha vem buscando ajuda dos órgãos competentes para autorizar a importação do medicamento Spinraza, que ainda precisa de aprovação da Anvisa no Brasil. Ela também já recorreu à Defensoria Pública para tentar garantir um suporte do governo.

Lara deve ter sair do Hospital Geral Dr Waldemar Alcântara no final do mês, mas ainda precisa ter o básico assegurado. “Por enquanto, o pedido seria para arcar com as despesas em casa, fraudas, produtos hospitalares e atendimento médico”, esclarece a mãe.

Quem quiser contribuir com a campanha de Lara, basta doar qualquer quantia nas contas abaixo relacionadas.

Doações:

Lara Batalha dos Santos
Caixa Econômica
Agência: 4420
Operação: 013
Conta poupança: 5563-4
CPF: 086.242.813-00

Maria Lourdes Alves Batalha (Avó de Lara)
Caixa Econômica
Agência: 2183
Operação: 013
Conta poupança: 4227-0
CPF: 234.518.663-15

Maria Lourdes Alves Batalha (Avó de Lara)
Banco do Brasil
Agência: 4985-9
Conta Corrente: 5.248-5

10:54 · 09.05.2017 / atualizado às 10:54 · 09.05.2017 por

Em 2012, aos 4 anos de idade, a pequena Beatriz Trivelato Simionato foi diagnosticada com três linfomas do tipo Burkitt no abdômen, uma forma rara e agressiva de câncer.

Inicialmente, ela apresentou inchaço na barriga e foi medicada para verme. Como o remédio não surtiu efeito, exames mais detalhados diagnosticaram o tumor, afirma a mãe de Beatriz, a educadora Cintia Cristiane Trivelato. A pequena permaneceu em tratamento no Hospital de Câncer de Barretos, São Paulo.

Agora, aos 9 anos de idade, a menina venceu a doença e, com a ajuda dos pais, mobilizou amigos em uma ação solidária para arrecadar leite para crianças internadas.

A iniciativa resultou na doação de 5.274 litros de leite. A mãe elogia o gesto que considera de extrema generosidade. “No mundo hoje é tão difícil encontrar pessoas que ajudam o próximo, e a gente conseguir plantar uma sementinha do bem nela é um orgulho”, comemorou.

Com informações do portal G1.