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Tag: educacao


15:20 · 27.11.2017 / atualizado às 15:22 · 27.11.2017 por
Programa busca garantir acesso de crianças e jovens à atividade física e ao esporte – Foto: divulgação

O projeto Formação Continuada de Professores da Rede Pública, realizado pelo Instituto Esporte & Educação (IEE), vem fazendo a diferença na vida de milhares de crianças pelo Brasil.

Com patrocínio da Mondelēz International Foundation e da Mondelēz Brasil, por meio da Lei de Incentivo do Esporte do Governo Federal, a formação faz parte do programa de responsabilidade social Ação Saudável, idealizado pela empresa junto às escolas da rede pública no País.

Na cidade de Recife, em Pernambuco, por exemplo, 400 mil crianças já foram beneficiadas com ações de atividade física e engajamento da comunidade para um estilo de vida saudável.

“Nas escolas e no programa de educação em tempo integral, foram desenvolvidos planos de ação no sentido de tornar os espaços escolares em ambientes mais ativos. Elaboramos e implementamos os planos com foco na ampliação da rede ‘Escolas e Clubes Ativos’ e garantia do acesso das crianças e dos jovens à atividade física e ao
esporte, dentro e fora das escolas”, explica Fabio Luiz D´Angelo, coordenador do IEE.

Formação de Professores da Rede Pública

O projeto Formação de Professores da Rede Pública está no seu quinto ano e tem a missão de formar professores e gestores na metodologia do esporte educacional, com o objetivo de qualificar e ampliar o acesso de crianças e jovens ao esporte dentro e fora da escola.

Neste ano, o projeto atua em 20 cidades de sete estados:

– São Paulo;
– Rio Grande do Sul;
– Paraná;
– Espírito Santo;
– Mato Grosso;
– Pernambuco;
– Goiás.

A ideia é capacitar mil professores e gestores da rede pública para a implantação e qualificação de programas voltados para a prática da educação física e do esporte nas cidades.

Fica a nossa torcida para que a iniciativa chegue também ao Ceará!

Saiba mais sobre o IEE: www.esporteeducacao.org.br.

14:48 · 18.08.2017 / atualizado às 14:48 · 18.08.2017 por

Alunos do Instituto Federal do Ceará (IFCE), em Maracanaú, decidiram arregaçar as mangas e fazer uma ação de caridade.

Para ajudar o Lar Amigos de Jesus, em Fortaleza, estudantes do curso de Licenciatura em Química iniciaram uma campanha de arrecadação de doações de roupinhas infantis, brinquedos e livros infanto-juvenis e didáticos do primeiro ao quinto ano do fundamental.

A ideia, segundo Joy Aparecida Ramos, uma das participantes, visa dar apoio não só às crianças e adolescentes que são atendido pelo lar, mas aos voluntários que atuam no local. “A maioria daquelas crianças não tem acesso ao colégio, por conta do tratamento, e no Lar Amigos de Jesus existem voluntários que exercem papel de educadores”, explica a estudante.

Na sexta-feira (11) passada, o grupo de alunos do IFCE foi ao Lar para entregar tudo o que foi arrecadado. “Nos fantasiamos para brincarmos e orarmos com aquelas crianças, nossa programação foi pensada com carinho, existia uma equipe para atender aos adolescentes e outra para as crianças, já que são necessidades diferentes”, lembra Joy.

“A sensação depois do dever cumprido é a melhor possível, estamos todos satisfeitos e felizes por termos conseguido fazer tudo o que planejamos”, conclui.

Participaram da ação:

– Raissa Sousa Barbosa;
– Joy Aparecida Barbosa Ramos;
– Augusto César;
– Julio Cesar;
– Tryfena Faustino;
– Rayara Martins;
– Clarissa Maria;
– Rodrigo Matos;
– Izabella Letícia;
– Leonardo Carneiro;
– Suzanne Silva;
– Gustavo Gomes.

Para quem quiser colaborar com o Lar Amigos de Jesus, a entidade fica na rua Ildefonso Albano, 3052 – bairro Joaquim Távora, em Fortaleza. Telefone: (85) 3067-6565.

13:40 · 27.03.2017 / atualizado às 13:47 · 27.03.2017 por
Otávio abraça a amiga Laura, após carta de reconciliação – Foto: Reprodução

Depois de bater na mão de uma coleguinha na escola, o pequeno Otávio Ramos, de 5 anos, teve uma conversa séria com sua mãe. Lucielle Prado de Moraes, 29 anos, falou sobre respeito às pessoas, e, principalmente, às mulheres. Após o diálogo, Otávio escreveu uma carta de desculpas para a amiga e a entregou junto com um pacote de doces.

O caso aconteceu em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. Durante a aula, Otávio fazia sua tarefa, quando a colega, Laura, pegou seu lápis de uma vez. Ele deu um tapa na mão dela e ficou com raiva.

Lucielle afirma que se preocupou quando a professora contou sobre a briga, já que o garoto nunca havia machucado outra criança. A história repercutiu bastante, depois que a mãe publicou a carta com o pedido de desculpas nas redes sociais.

“Laura, me desculpe por ter dado um tapa na sua mão. Eu aprendi com a minha mãe que não devemos bater nos nossos coleguinhas e que um homem nunca machuca uma mulher. Nunca mais vou fazer isso. Por favor, me desculpe”, diz o texto.

*Com informações do portal G1.

10:50 · 03.03.2017 / atualizado às 10:52 · 03.03.2017 por
Para Jax, a única diferença entre ele e seu amigo Reddy era o corte de cabelo – Foto: Reprodução

Um garotinho de cinco anos, da cidade de Kentucky, nos Estados Unidos, ganhou destaque nas redes sociais ao tentar fazer uma “pegadinha” na escola. A ideia de Jax era simples: cortar o cabelo para ficar idêntico a seu amigo e confundir a professora com a semelhança entre os dois.

No Facebook, a mãe de Jax relatou o episódio. “Ele disse que mal podia esperar para ir à escola na segunda-feira com o seu novo cabelo como o de Reddy, de forma que a professora não fosse conseguir distinguir. Ele pensou que seria hilário confundir a professora com o mesmo corte de cabelo”. No olhar do garotinho, essa era a única diferença entre Jax e Reddy.

Ela ainda completou: “Aqui está uma foto de Jax e Reddy na festa de Natal. Tenho certeza que todos vocês veem a semelhança. Se isso não for prova de que ódio e preconceito são ensinados, eu não sei o que é”, afirma Lydia.

A postagem já tem mais 77 mil compartilhamentos e 143 mil curtidas.

12:42 · 21.02.2017 / atualizado às 12:42 · 21.02.2017 por
Reprodução / BBC Brasil

Sandra Maria de Andrade, de 42 anos, é catadora de lixo em Natal, no Rio Grande do Norte. Até um ano atrás, ela vivia a dura realidade que é enfrentada por outros 758 milhões de adultos pelo mundo: o analfabetismo.

Mas com a ajuda de seu filho mais novo, Damião Sandriano de Andrade Regio, 11 anos, Sandra – que não sabia sequer escrever o próprio nome – virou essa página.

Fruto de um segundo casamento e com cerca de três anos de idade, Damião ouviu a mãe desabafar sobre a vergonha de não conseguir ler. Foi quando os dois fizeram um pacto: “Eu vou aprender e, quando aprender, vou ensinar à senhora”. Depois de passar o dia garimpando lixo pela rua, para vender, Maria Sandra deitava em sua rede e, aos sussurros, Sandriano lhe ajudou, aos poucos, a decifrar as letras do alfabeto.

Segundo a catadora, ver o filho ir e voltar da escola era uma de suas maiores alegrias. Quando chegava, o menino lhe contava tudo o que tinha lido e aprendido, dando orgulho a Sandra. “Ele vai ser o que eu queria ser”, conta.

A história completa foi divulgada pela BBC Brasil, que afirma: mãe e filho leram, juntos, 107 livros em 2016 – se forem contados apenas os da escola. A lista fica maior se incluir outros títulos que a catadora encontrou no lixo. O favorito dela: “Ninguém Nasce Genial” de Anasor e Sérgio Viera Brandão. “Escrevi meu nome nele. Porque ninguém nasce gênio. Porque eu achava que não precisava mais saber, achava que era tarde pra saber”, revela.