Andarilho

Categoria: Alemanha


13:01 · 09.12.2014 / atualizado às 13:01 · 09.12.2014 por

Depois de Fortaleza e Salvador, a companhia área alemâ Condor também passará a voar à Europa a partir do Rio de Janeiro.

A empresa oferecerá duas conexões semanais, que já estão admitindo reservas, entre a capital carioca e seu hub na Alemanha, e deste para o resto do continente. O serviço estará em operação às terças-feiras e aos sábados.

Os viajantes poderão fazer conexão com o novo voo partindo, por exemplo, de Belém, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Maceió, Natal, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Luis e São Paulo.

A nova rota será operada com um Boeing 767-300, com configuração de 3 classes, com um total de 270 assentos, tendo 18 em Business Class e 35 em Premium Economy Class.

Os voos entre o Rio de Janeiro e o aeroporto de Frankfurt estão disponíveis a partir de US$ 493,99 na Economy Class, US$ 779,99 na Premium Economy Class e US$ 1.299,99 na Business Class, preços finais por trajeto.

Para quem estiver interessado os bilhetes podem ser adquiridos por meio das agências de viagens ou diretamente pelo site da companhia.

10:58 · 20.06.2014 / atualizado às 16:29 · 20.06.2014 por

Adversária de Gana pela Copa do Mundo Fifa 2014, amanhã em Fortaleza, a Alemanha decididamente não é um país qualquer. Além de muita história – foi palco de duas grandes guerras – é repleta de contrastes, combina o medieval com o moderno, música clássica com o que há de melhor nos ritmos eletrônicos, vilarejos típicos com grandes metrópoles, adicionando a essa mistura palácios, museus e monumentos impressionantes, emoldurados ainda por uma natureza exuberante. Basta desbravar um pouco mais o país para descobrir lagos e montanhas de tirar o fôlego.

E não para por aí! Os alemães se orgulham também da sua indústria automobilística, o que não é à toa, pois alguns dos carros mais cobiçados do planeta, como Mercedes-Bens, Audi e BMW, vêm de lá. Não satisfeitos, reservam boas surpresas na gastronomia e, sobretudo, nas bebidas, com mais de mil variações de cervejas. Ah, e como nós, têm como paixão nacional o futebol!

Eu simplesmente super curti quando visitei o país, e pretendo voltar. Afinal, nem todas as suas faces foram possíveis de explorar em uma única viagem. Enquanto isso não acontece, vamos a um tour virtual por aquelas bandas. É o Andarilho na Copa. Me acompanha?

Nossa primeira parada é na capital, Berlim. Atualmente com 3,5 milhões de habitantes, tem a cada esquina, um pouco da história do país. Após a Segunda Guerra Mundial foi dividida em quatro setores de ocupação – norte-americano, francês, britânico e  soviético – e por muito tempo a cidade foi cortada por um vergonhoso muro, derrubado somente em 1989. Pedaços do mesmo ainda estão por lá para contar o que aconteceu, no entanto, convivendo com uma realidade bem diferente, envolta de muita arte – há uma ilha somente de museus – cultura, tecnologia, bastante verde e uma das noites mais animadas da Europa.

Alexanderplatz Foto: Divulgação
Alexanderplatz Foto: Divulgação

Andar pelas ruas de Berlim revela uma cidade pitoresca, apaixonante e ainda misteriosa. Aliás, esta é uma cidade que dá para ser conhecida a pé. Existem algumas áreas por onde se passa por dezenas de lugares interessantes e históricos. Uma sugestão é sair caminhando a partir da Alexander Platz, no centro do antigo lado oriental, indo até a Pariser Platz, hoje o coração da cidade, sendo divisa por muito tempo com o mundo ocidental.

Berliner Dom Foto: Divulgação
Berliner Dom Foto: Divulgação

No ponto de partida estão a Fernsehturm, a famosa torre de TV que viria a se tornar um dos símbolos da Alemanha Oriental; a Rotes Rathaus, sua prefeitura; o Weltzeithur, relógio que mostra a hora nas principais cidades do mundo; e o chafariz Brunnen der Völkerfreundschaft, que celebra a amizade entre os povos. Segundo pela Avenida Unter den Linden, a principal de Berlim, estão vários cartões postais, como a Berliner Dom (Catedral de Berlim); o teatro Deutsche Staatsoper; a Bebel Platz, o famoso local da queima de livros pelos nazista; a Universidade Humboldt e um pouco mais adiante o Deutsches Historisches Museum, o mais importante museu de história da Alemanha.

Teatro Deutsche Staatsoper Foto: Divulgação
Teatro Deutsche Staatsoper Foto: Divulgação
Ilha dos Museus Foto: Divulgação
Ilha dos Museus Foto: Divulgação
Deutsches Historisches Museum Foto: Divulgação
Deutsches Historisches Museum Foto: Divulgação

Já ao chegar à Pariser Platz, encontramos o Portão de Brandemburgo. Ao atravesá-lo, logo ao lado está o Reichstag, o Parlamento Alemão, e, em frente, na continuação da Unter den Linden, o Tiegarten, a maior área verde do Centro de Berlim. Nas proximidades estão ainda o Memorial dos Judeus Mortos na Europa e a Potsdamer Platz, onde está o Sony Center, um complexo de arquitetura moderna, com shopping center,cinemas e cafés.

Pariser Platz e o Portão de Brandemburgo Foto: Divulgação
Pariser Platz e o Portão de Brandemburgo Foto: Divulgação
Reichstag, o Parlamento  Alemão Foto: Divulgação
Reichstag, o Parlamento Alemão Foto: Divulgação
Tiegarten Foto: Divulgação
Tiegarten Foto: Divulgação
Memorial dos Judeus Mortos na Europa
Memorial dos Judeus Mortos na Europa
Sony Center em Potsdamer Platz Foto: Divulgação
Sony Center em Potsdamer Platz Foto: Divulgação

Claro que está é só uma pequena amostra do que Berlim tem a oferecer, mas como ainda temos muito o que contar sobre a Alemanha, vamos em frente.

Ainda pelo Norte do País, temos cidades como Hamburgo, um dos portos mais importantes da Europa e parada entre os países escandinavos.

Hamburgo Foto: Divulgação
Hamburgo Foto: Divulgação

Mais a oeste, encontramos Colônia, às margens do Rio Reno, com sua imponente Catedral.

Colônia Foto: Divulgação
Colônia Foto: Divulgação

Já ao sul do país, outra parada obrigatória é em Munique, sede da Oktoberfest, região da Baviera, da Floresta Negra, de castelos e paisagens inesquecíveis. Uma vez na cidade, vale uma visita a Marienplatz, praça que abriga a Rathaus, o imponente prédio da Prefeitura, e o Glockenspiel, relógio localizado na torre de 85 metros de altura, com bonequinhos encenando batalhas e danças de Munique.

Marienplatz, em Munique Foto: Divulgação
Marienplatz, em Munique Foto: Divulgação

Outra atração da cidade é o Englischer Garten, o maior parque urbano do mundo, superando até o Central Park de Nova York.

Englischer Garten Foto: Divulgação
Englischer Garten Foto: Divulgação

Próxima a Munique está Füssen, quase na fronteira com a Áustria, e onde termina a Rota Romântica, inciada em Würzburg, passando por castelos, vinhedos e paisagens cinematográficas. É em Füssen, por exemplo, onde se localiza o castelo Neuschwanstein, o Cisne de Pedra, e que inspirou o castelo da Cinderela da Disney. Sua construção foi um desejo do rei Ludwig II. Próximo está também o Hohenschwangau, outro bonito exemplar.

Castelo Neuchwanstein Foto: Divulgação
Castelo Neuchwanstein Foto: Divulgação
Castelo Hohensschawangau Foto: Divulgação
Castelo Hohensschawangau Foto: Divulgação

Outras cidades podem certamente despertar o seu interesse, as quais infelizmente não tive a chance de visitar. Pelo menos por enquanto.  O que é mais um motivo para retornar.

Se você gostou das dicas e quer planejar uma viagem à Alemanha, seguem algumas informações básicas para ajudar no seu planejamento.

Site do paíswww.germany.travel/pt

Como chegar – partindo de fortaleza, a companhia aérea portuguesa Tap voa para Munique, Berlim e Frankfurt, com escala em Lisboa. Outra opção é a alemã Condor, que passa a voar semanalmente (às sextas) para Frankfurt.

Idioma – Alemão.

Moeda – Euro.

Vistos – Para estadas até 90 dias, brasileiros não precisam de vistos.

Vacinas – não há recomendações.

Leia mais sobre a Alemanha:

Surfe na terra da cerveja: veja o que Munique também lhe reserva!

Os 14 melhores lugares no mundo para tomar cerveja, segundo o Frommer´s

Estádios ao redor do mundo atraem turistas e fãs

14:24 · 22.02.2012 / atualizado às 14:24 · 22.02.2012 por

Com uma costa de 578 quilômetros de extensão, repleta de praias paradisíacas, fortes ondas, sob um céu aberto e ensolarado, o Ceará é destino certo para quem é adepto dos esportes náuticos, como o surf.

Apesar de não praticar a modalidade, acho bacana assistir às manobras de quem se diverte sobre as ondas. Até porque, tenho o privilégio de morar por aqui. E vamos combinar, o colorido das pranchas destaca-se nestes verdes mares. Ou seja, tratando-se do nosso Estado, nada mais natural!

Por outro lado, inusitado é visitar Munique, no sul da Alemanha, e descobrir que por lá, além de beber – a cidade é famosa por suas cervejarias e pela maior Oktoberfest do mundo -, a galera também adora pegar onda.

Surf no Englischer Garten, em Munique Foto: Anchieta Dantas Jr.

Para quem não sabe, Munique fica a algumas centenas de quilômetros do oceano mais próximo. Portanto, é ver para crer. E não é difícil, basta dar uma voltinha pelo Englischer Garten, bem no coração da cidade, seu parque mais popular.

A fim de saber mais? Pois acesse a coluna Andarilho, publicada no último domingo (19.02), na Revista Siará. Se você estiver de viagem marcada pra Alemanha, fica a dica para incluir o programa em seu roteiro.

09:53 · 02.02.2012 / atualizado às 14:30 · 02.02.2012 por

No último domingo, na Coluna Andarilho, que escrevo semanalmente para a Revista Siará, bati um papo com você sobre cervejas. Na verdade não propriamente sobre a bebida em si, que adoro, pois não sou um profundo conhecedor. Por lá, abordei a interessante experiência que é frequentar um pub em Londres.

Pois bem, hoje trago uma relação dos 14 melhores lugares no mundo para tomar a bebida, segundo matéria publicada pelo site Frommers.com do conceituado guia de viagens. O texto está em inglês, mas traz indicações de onde beber e a média de quanto se paga. Assim, nas suas próximas viagens, se alguns dos lugares listados estiverem incluídos no roteiro já fica a dica.

A relação é encabeçada por Dublin, capital da Irlanda, onde é fabricada a famosa marca Guiness. Nesta cidade beber cerveja é um estilo de vida.

Como não poderia deixar de ser, Munique, no sul da Alemanha, dá continuidade à lista. Neste lugar, que é palco da maior Oktoberfest do mundo, se bebe mais de 125 milhões de galões de cerveja por ano. È muito amor pela bebida. Já estive por lá e comprovei. Então, aproveite a viagem e também faça um brinde.

A famosa cervejaria Hofbräuhaus em Munique Foto: Anchieta Dantas Jr.

Em seguida, vem Amsterdã, na Holanda, país fornecedor da Amstel e da Heineken. São mais de doze estilos, sabores e rótulos. Também já passei por essa cidade e recomendo.

A próxima parada é Praga, cidade que amo demais. Para minha surpresa, eles são os campeões no consumo mundial de cerveja. Pasme: são mais de 41 milhões de galões por ano! Superando, assim, os alemães. Aos tchecos é atribuída a invenção da pilsner. Mas o melhor é que a capital da república Tcheca está entre os lugares mais baratos para tomar uma cervejinha.

Praga, a capital tcheca, é a campeã no consumo de cerveja Foto: Anchieta Dantas Jr.

Agora, entre em um trem e menos de quatro horas depois desembarque em Viena, na Áustria, para conhecer o próximo destino na rota da cerveja. Além do que, a cidade é famosa por seus monumentais palácios. Adorei conhecer!

A imperial Viena, na Áustria, também é apontada como um dos melhores lugares para beber cerveja no mundo Foto: Anchieta Dantas Jr.

Ainda pelo continente europeu vem Edimburgo na Escócia, onde há a maior concentração de pubs no Velho Mundo. E também Bruxelas, meu primeiro destino internacional, e onde se pode encontrar mais de 650 tipos de cervejas. Calma pessoal, só experimentei seis!

Edimburgo, na Escócia, reúne a maior concentração de pubs na Europa Foto: Anchieta Dantas Jr.

Da Europa chegou a hora de ir bater do outro lado do mundo, em Tóquio. Mas espera aí: Japão? Isso mesmo. O Frommer´s recomenda Tóquio pela facilidade de se encontrar a bebida, inclusive em máquinas que a vendem, espalhadas pelas ruas. Neste caso, a identidade nem é pedida. Apesar do que se serve ser importado do ocidente, eles também têm marcas locais.

Hanoi, no Vietnã, é outro destino asiático, apontado como uma dos melhores lugares no mundo para apreciar a cerveja. De acordo com o guia, é lá onde se encontra os preços mais em conta e a melhor variedade desta bebida em todo o continente.

Cansou? Pois ainda tem mais. Da Ásia, vamos dar um pulo na Oceania e ver porque Melbourne, na Austrália, também compõe essa relação. Para quem não sabe é de lá que vem a Foster, consumida mundialmente. Ah, e em cada esquina você poderá encontrar um pub para relaxar e os preços são relativamente baixos.

Na relação, aparece também Portland, no Estado de Oregon, nos Estados Unidos. Esta cidade é conhecida por ter o maior número de mais cervejarias por habitante no mundo. São 30, conforme a última contagem.

Outros destinos norte-americanos também recomendados são Milwaukee, em Wisconsin, por sua grandes cervejarias; e Philadelphia, na Penssylvania.

Descendo para a América Central, a Cidade do México encerra o tour. Segundo o guia, uma visita ao México pode abrir os olhos, e a boca é claro, do turista para muitos sabores e variedades de cerveja.

Para ler apublicação do Frommer´s na íntegra clique aqui.

08:00 · 23.08.2011 / atualizado às 08:57 · 25.08.2011 por

Existem belezas naturais que chamam a nossa atenção quando nos cruzam o caminho. Um exemplo são os rios. Por muitos lugares que passei, percebi a estreita relação que estes mantêm com as cidades e seus habitantes.

A história é testemunha do papel vital que os mesmos desempenharam para o desenvolvimento das civilizações. Portanto, não é surpresa encontrar muitas das principais cidades do mundo situadas às suas margens.

Em sua próxima viagem, observe como eles ajudam a dar forma urbana aos lugares, inclusive a bairros e cidades inteiras. Eles também se tornaram excelentes plataformas para atividades turísticas e de lazer, como caminhadas e passeios de barco, oferecendo uma bela paisagem do país.

Não há como negar, por exemplo, o charme que o rio Sena confere a Paris; ou a imponência que o Tâmisa empresta a Londres. Sem falar nos encantadores canais de Veneza ou de Amsterdã.

Pensando nisso, mexi nos meus álbuns de fotografias e selecionei alguns instantâneos que hoje quero dividir com você. Vamos lá?!

Amsterdã

Começo por Amsterdã, na Holanda. Acredite, um jeito interessante de conhecer este lugar é fazer um passeio de barco por seus canais, em torno de 165, cortados por charmosas pontes. Em um trajeto de mais ou menos uma hora e meia (você pode tomar o barco em frente à estação de trem), será possível ter uma pequena noção do estilo de vida de seus habitantes e da beleza do lugar. Também vale alugar uma bicicleta para percorrer as suas margens ou simplesmente caminhar.

165 canais cortam a maior cidade da Holanda

Berlim

Cortada pelo rio Spree, a misteriosa e histórica Berlim, na Alemanha, é outra cidade que pode ser apreciada a partir das águas. Apesar deste rio não ser tão urbanisticamente integrado como em outros lugares, acho interessante o passeio. O trajeto se concentra no antigo lado oriental, onde está a maior parte do que se ver: templos, museus, monumentos e fachadas arquitetônicas.

Pela histórica e misteriosa Berlim passa o rio Spree

Budapeste

Que tal, agora, um pulinho em Budapeste? Sim, a Capital da Hungria é um encanto. Fazer um passeio de barco pelo lendário Danúbio, que divide a cidade ao meio, é o que há! Ainda mais ao cair da tarde. Muitos dos principais pontos turísticos se descortinam a partir deste rio (os barcos podem ser acessados próximo à Ponte das Correntes). Apesar do Danúbio ainda cortar Viena, na Áustria, e Bratislava, na Eslováquia, é em Budapeste que ele melhor se revela.

O Parlamento húngaro visto do lendário rio Danúbio

Buenos Aires

Saindo da Europa e vindo para a América do Sul, a área revitalizada de Puerto Madero, em Buenos Aires, na Argentina, por onde passa o rio da Prata, também merece uma visita. Com as construções mais modernas da Capital portenha e repleta de bares, restaurantes e cafés, caminhar pelo local, margeando o rio, vale o passeio.

A área revitalizada de Puerto Madero, na Capital Portenha, banhada pelo Rio da Prata

Lisboa

Voltando a cruzar o Atlântico, Lisboa, em Portugal, tem o Tejo. Em um dia de sol, esta cidade detém uma luz única, o que realça ainda mais as construções históricas que estão à beira deste rio. A partir do Padrão dos Descobrimentos até a Torre de Belém, você pode desfrutar de uma deliciosa caminhada.

A luminosidade da Capital de Portugal, por onde passa o rio Tejo

Porto

Um pouco mais acima, ao norte deste País, temos a cidade do Porto, situada no alto de uma colina e cortada pelo rio Douro. A região da Ribeira, com suas casas antigas e coloridas, repleta de bares e restaurantes, é banhada por este rio, de onde cruzando a Ponte D. Luis I chega-se à cidade-irmã de Villa Nova de Gaia, onde estão as adegas de vinho do Porto. Caminhar pelas duas margens ou tomar uma das pequenas embarcações vão lhe dar uma visão magnífica do lugar.

O rio Douro banha a bucólica cidade do Porto. Por lá, a Região da Ribeira, com seu casario antigo e colorido

Londres

Partindo mais para o Norte da Europa, chegamos a Londres, na Inglaterra. Passear pelas margens do Tâmisa ou tomar um barco e deslizar por suas águas podem, e vão com certeza, dar um toque todo especial à sua visita à Terra da Rainha. A partir deste rio, surgem, imponentes, edifícios como o Parlamento; o Big Ben; a London Eye; a Torre de Londres, com sua ponte logo ao lado; o museu Tate Modern; e pode-se avistar ainda a cúpula da St. Paul´s Cathedral, além de modernas construções.

Um passeio pelo Tâmisa dá uma belíssima visão da Capital do Reino Unido

Paris

Já o Sena dispensa muitas apresentações. Este rio, como já falado, confere a Paris um charme todo especial. Dele, a Capital da França ganha uma outra perspectiva. Além de percorrer os mais famosos pontos turísticos desta Cidade, você vai poder descobrir também lugares pitorescos.

Além de famosos pontos turísticos, lugares pitorescos surgem em um passeio pelo Sena

Praga

Voltando ao leste do continente, o rio Vltava (Moldava, em Português), corta a belíssima Praga, na República Tcheca. Ele divide a Capital deste país em Cidade Baixa e Cidade Antiga. Passando por belíssimas pontes, com destaque para a Charles Bridge, você poderá experimentar toda a aura medieval do lugar, com muitas igrejas, castelos, cemitérios, ruas e casas históricas.

O rio Moldava emoldura a medieval Praga

Salzburgo

Na vizinha Áustria, destaco Salzburgo, capital da música clássica e terra natal de Mozart. É por esta belíssima e agradável cidade que passa o rio Salzach, de águas claras e calmas, dando um toque todo especial ao lugar. A paisagem é fantástica, misturando natureza com uma fortaleza medieval, no alto de um morro, e ainda monumentos, igrejas, além de outros prédios antigos.

A fantástica paisagem da capital da música clássica

Zurique

País reconhecido pelos Alpes e pela variedade de lagos e rios, a Suíça guarda muitas surpresas. Uma delas é a movimentada Zurique, banhada pelo rio Limmat e dominada pelo lago homônimo à Cidade. A partir das suas águas calmas, seja caminhado ou por meio de barco, você terá uma bela vista do local.

O rio Limmat corta a requintada Zurique

Veneza

Por fim, ao sul da Europa, chegamos à Itália, e nada mais lindo e também romântico, é claro, que cruzar os canais de Veneza. São 117 ilhotas ligadas por belíssimas pontes. Difícil não parar em uma delas para admirar uma das cidades mais bonitas e interessantes do planeta.

Veneza réune 117 ilhotas cortadas por canais e belíssimas pontes
08:05 · 19.05.2011 / atualizado às 08:05 · 19.05.2011 por

Que Munique, no sul da Alemanha, é a famosa por suas cervejarias e pela maior Oktoberfest do mundo, isso ninguém duvida. Agora o que pouca gente sabe é que por lá, além de beber, a galera também adora pegar onda. Como assim, surfe? Isso mesmo, surfe! E para quem desconhece, a Cidade fica a algumas centenas de quilômetros do oceano mais próximo.

Portanto, é ver para crer! E não é difícil, basta dar uma voltinha pelo Englischer Garten, bem no coração da Cidade, o parque mais popular de Munique. Para chegar, você pode ir de metrô (linhas U3 ou U6 sentido Universität), de Tram, (nº 17) ou ainda de ônibus, saltando na parada Nationnalmuseum/Haus der Kunst.

Para entender como tudo acontece, siga pela face sul do Englischer Garten e onde está localizado o Museu de Arte Haus der Kunst. Por lá, passa o Rio Isar, um dos afluentes do Rio Danúbio, que corta a Cidade e corre por toda a extensão do parque. O Isar é largo e raso, mas divide-se em corredeiras artificiais. Uma delas é o Eisbach que, em português, significa córrego gelado.

Córrego Eisbach, no Englischer Garten: onde surfistas se reúnem em Munique

O barulho é como se fosse de uma forte queda d’água. O Eisbach passa por baixo de Munique e da ponte “Himmelreich”, que corta a Prinzregentenstrasse (isso é uma rua!), surge com sua forte correnteza.

As águas geladas batem contra uma rampa de pedras, formando ondas de pelo menos um metro de altura. É lá, portanto, onde os surfistas de Munique arriscam suas manobras. Nas margens, eles se reúnem para lançar as pranchas na água e, em seguida, jogarem-se em cima delas em pé. Com um movimento rápido começam, assim, a fazer a sua arte. E olha que não é difícil encontrar quem pratique o esporte mesmo no inverno!

Manobras não faltam por lá!
Mesmo no inverno, não é difícil encontrar quem pratique o esporte

Portanto, se você está programando uma visita a Munique, inclua o programa no seu roteiro. As cenas são incríveis e atraem muitos locais e turistas que passam pelo lugar. Além do que, o Englischer Garten é lindo! Trata-se do maior parque urbano do mundo, superando, inclusive, o Central Park, em Nova York. Eu adorei! No verão, as pessoas costumam tomar banho de sol e rola até nudismo, mas lógico que em uma área reservada.



11:49 · 11.05.2011 / atualizado às 11:58 · 11.05.2011 por

A história do futebol e o espaço que este esporte ocupa no coração dos torcedores têm levado alguns estádios à categoria de pontos turísticos em muitas cidades mundo a fora. Ávidos por saber mais sobre seus times e poder entrar, um dia, em áreas, até então restrita aos seus ídolos, eles embarcam em verdadeiros “tours” por estes templos esportivos.

No passeio, que, em média, dura em torno uma hora, é possível acessar as arquibancadas, cadeiras e tribunas, o estacionamento pelo qual os jogadores chegam ao estádio, o vestiário, o túnel que dá acesso ao campo, o gramado e a sala de troféus. De quebra, muitos disponibilizam um museu e uma lojinha para o deleite do visitante. Afinal, quem não vai querer voltar pra casa com uma recordação do local ou relativa a algum jogador em específico, não é mesmo?

Então, se você é louco por futebol, da vizinha Argentina, passando pelo Brasil, até chegar à Europa, conheça alguns dos estádios que têm atraído legião de fãs.

Indo a Buenos Aires, não deixe de visitar o clube oficial do Boca Juniors. O Estádio Alberto J. Armando é mais conhecido no mundo inteiro como La Bombonera. O apelido vem de seu formato retangular, que o deixa parecido com uma caixa de bombons. No local está o Museu Boquense, dedicado à paixão que o time argentino provoca em seus torcedores. Durante o passeio, o visitante conhece, entre outras coisas, o hall de entrada do estádio, as arquibancadas, o estacionamento exclusivo dos jogadores, o vestiário, o túnel e o campo. Aberto todos os dias, das 10 às 18h. O horário muda de acordo com os jogos. Ingressos a partir de US$ 15. Fica em La Boca e se avista a partir do Caminito.

La Bombonera: sede do Boca Juniors

Aqui mesmo no Brasil, como não poderia deixar de ser, tem o nosso Maracanã, no Rio de Janeiro. Portanto, passando pela Capital carioca, vale uma visita. O estádio é uma das mais procuradas atrações turísticas da Cidade. Fica localizado na zona norte e o acesso é fácil, uma vez que metrô, trem e diversas linhas de ônibus têm pontos em frente ao estádio. Uma vez no local, o visitante poderá conhecer os corredores subterrâneos que dão acesso ao campo, ver fotos de jogadas memoráveis dos nossos craques, o gramado, vestiários, a tribuna de honra e vislumbrar o Maracanã do seu ângulo mais nobre. Funciona das 9h às 17h, de segunda a domingo, inclusive feriados. A entrada inteira custa R$ 20. Uma loja de produtos de esporte e lembranças do estádio completa o espaço.

O nosso Maracanã

Atravessando o Atlântico, em Madri, na Espanha, chegamos ao Santiago Bernabéu/Museu Real Madrid. Famosa por ter inúmeros museus dedicados à arte, a Capital espanhola também se curva ao futebol. Localizado no Santiago Barnabéu, estádio do Real Madrid, o museu do clube recebe quase o mesmo número de visitantes do que o Museu do Prado, um dos mais famosos daquele País. O passeio começa com uma visão panorâmica do estádio, que tem espaço para 85 mil torcedores. Entre as atrações da visita também está a sala de troféus, exibindo mais de 10 mil peças. Abre todos os dias, menos no Natal e no Réveillon. De segunda a sábado, das 10 às 19h, e nos domingos e feriados, das 10h30 às 18h30. Em dias de jogo, o passeio fica disponível até cinco horas antes do começo da partida, sem acesso aos vestiários. Dá para ir de metrô (estação Santiago Bernabéu, na linha 10). Entrada a partir de 15 euros.

Santiago Bernabéu: estádio do Real Madrid

No mesmo país, mais ao sul, em Barcelona, na Catalunha, encontra-se o maior estádio de futebol da Europa, o Camp Nou, casa do FC Barcelona. Lá também tem um museu. O local é aberto de segunda a sábado das 10h às 20h (18h30 no inverno), e aos domingos das 10h às 14h30. Entradas a partir de 17 euros. O acesso é pela estação de metrô Maria Cristina. Mais de 1,3 milhão de pessoas visitaram o Camp Nou, em 2010, fora dos dias dos jogos da equipa catalã.

Camp Nou: casa do FC Barcelona

Já se você vai passar pela Itália, outra opção é o Estádio de San Siro, na cidade Milão. No museu do lugar duas histórias são contadas: a do Internazionale (Inter) e a do Milan, times que têm o estádio como casa. Além da visita ao museu, é possível fazer o passeio para conhecer o estádio, atualmente o terceiro maior da Europa. No local, o visitante se depara com taças e troféus, bolas, chuteiras, objetos de arte e vários outros tipos de lembranças que entraram para a história do futebol mundial. Dentro, há também um cinema onde é projetado um filme sobre San Siro e os dois times. Horário de visitação: diariamente, das 10 às 17h, com exceção dos dias 2 de junho, 15 de agosto, 25 de dezembro, 26 de dezembro e 31 de dezembro de 2010. Em dias de jogos e eventos, poderá haver alteração. A visita ao museu custa 7 euros (adultos) e 5 euros (com desconto). Acrescentando um tour pelo estádio sobe para 12,50 euros (adultos) e 10 euros (com desconto). Para chegar tome a linha MM1 (vermelha) do metrô, desça na estação Lottoe siga caminhando pela avenida Caprilli até o estádio.

Estádio de San Siro: as histórias do Internazionale (Inter) e a do Milan

Voltando mais ao centro do continente europeu, chega-se a Paris, onde vale uma visita ao Le Parc des Princes, casa do Paris Saint-Germain, inaugurado em julho de 1897 e, atualmente, mantém a estrutura de 1972. O estádio está aberto a visitações três vezes por semana. As visitas são guiadas e podem ser feitas, diariamente, por até 80 pessoas. O passeio dura cerca de uma hora e entre as atrações estão os vestiários, a sala de troféus, a loja e o gramado. Funciona às quartas, sextas e sábados. Durante as férias escolares, exceto em dias de jogos, as visitas podem ser feitas todos os dias. Os horários variam de acordo com o dia. Em alguns, há seis horários disponíveis: 10h, 11h, 12h, 14h, 15h e 16h. O ideal é consultar o site antes da visita. Custa a partir de 10 euros. Chega-se pelo metrô, linha 13, saltando na estação Saint Denis Porte de Paris.

Le Parc des Princes: sede do Paris Saint-Germain

Já na vizinha Alemanha, em Munique, outra visita que se faz necessária aos amantes de futebol, é o Allianz Arena. O estádio que fez parte da Copa de 2006 hoje é casa do Bayern de Munique. Possui capacidade de até 66 mil espectadores sentados, sendo dividido em sete pavimentos e três níveis de arquibancadas. Lá dentro tem uma enorme loja vendendo coisas do Bayern. O estádio fica aberto durante o ano todo, pois em todos os seus sete níveis encontram-se centros comerciais. O complexo comporta ainda um parque ecológico. Os tours acontecem diariamente às 10h15, 11h, 13h, 15h e 16h30. No verão há mais um horário às 17h30. O passeio dura cerca de 80 minutos e a entrada inteira custa 10 euros.

Allianz Arena: estádio que fez parte da Copa de 2006 hoje é a casa do Bayern de Munique

Uma outra opção, se você estiver de passagem pela Inglaterra, é visitar o estádio sede do Manchester United, na cidade de Manchester, ao norte do País. O Old Trafford, apelidado de Teatro dos Sonhos, é o segundo maior do reino Unido, com capacidade para 76.212 torcedores, e é um dos únicos do país que tem cinco estrelas da UEFA (União das Associações Europeias de Futebol). Uma peculiaridade do passeio ao local: o visitante ganha um certificado especial como lembrança de sua passagem pelo lugar. A visita dura em torno de uma hora e tem como um dos pontos altos o Memorial do acidente aéreo que o time sofreu em 1958. Horário de visitação: todos os dias, das 9h30 às 17h, exceto em dias de jogo e feriados escolares. Para visitar o museu e o estádio a tarifa cheia é de 13,50 libras.

Old Trafford, do Manchester United

Além destas, existem mais atrações do gênero espalhadas por outros países. Vale dar uma conferida nos guias locais.

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