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Categoria: Austrália


10:39 · 04.07.2016 / atualizado às 10:39 · 04.07.2016 por
Intercâmbio Austrália
A Austrália é um dos países favoritos dos brasileiros por permitir a realização de intercâmbios com estudo e trabalho Foto: Divulgação

Para quem está pensando em combinar uma viagem com um programa de estudos na Austrália, o chamado intercâmbio, é bom ficar atento às novas regras no processos de visto estudantil, que entraram em vigor na sexta-feira, dia 1º de julho.

Dentre elas está a exigência de conhecimentos em inglês, que antes não era obrigatório, e o aumento da renda disponível para comprovação. Contudo, mesmo com essas alterações, o país deve permanecer como um destino prioritário, uma vez que seu visto está entre os melhores do mundo, por reunir a possibilidade de estudo de longa duração, trabalho em meio-período e, caso se enquadre e tenha interesse, a migração para outro tipo de visto temporário ou permanente.

Se sua viagem já está marcada ou você tem a intenção de estudar na Austrália em breve, confira as orientações com as principais modificações que a Global Study, empresa especializada em intercâmbio, passou para a gente:

Extinção das subclasses

Todos os vistos de estudos, antes divididos em oito subclasses diferenciadas pelo tipo de curso (ensino médio, ensino superior, cursos de idiomas e cursos vocacionais), serão parte de uma única classe, a 500. Para os estudantes que já possuem um visto válido de subclasse 570 a 576 permanecerão com o mesmo normalmente, migrando para a nova classe somente na próxima renovação.

Solicitações online

Todos os protocolos de visto passarão a ser online, incluindo para os estudantes de cursos vocacionais e de estudos de idiomas, que antes eram realizados em papel. Mesmo com essa mudança, todos ainda serão avaliados pela Embaixada em Brasília.

Novos critérios de avaliação

Passa a haver uma nova estrutura de risco único que se aplica a todos os estudantes internacionais e substitui os atuais níveis usados na avaliação. O risco é definido por uma combinação de fatores, o país de origem do estudante e a escola escolhida na Austrália.

Todas as instituições educacionais serão avaliadas e pontuadas pelo governo australiano. Assim, os estudantes que forem aceitos pelas instituições que tiverem as melhores notas terão, a princípio, que demonstrar menos documentos comprobatórios de recursos financeiros e de proficiência em inglês. Nessa modalidade, os estudantes com menor risco passam a ter o processo facilitado necessitando de menos documentos comprovativos.

Comprovação de renda

Os valores para a comprovação de renda aumentaram em relação ao que era antes, mas também serão oferecidas novas alternativas para a comprovação. Os estudantes devem ter a capacidade de se manter com recursos próprios ou de parentes durante toda sua estada no país. Isso significa que, mesmo tendo permissão para trabalhar, você terá que comprovar sua renda, uma vez que a jornada se limita a 40 horas a cada duas semanas e não tem como objetivo garantir sua sobrevivência, mas sim melhorar sua experiência cultural na Austrália.

Com o novo método, embora o valor tenha aumentado, a imigração introduziu uma nova forma de comprovação, através do acesso à renda, que implica a evidência de disponibilidade a um valor anual superior a 60.000 dólares australianos. Nesse caso, são aceitos como suporte apenas documentos de pais ou cônjuges. S

e não for viável comprovar esse acesso à renda anual, a opção permanece ser comprovar renda disponível suficiente. O valor que o estudante precisa comprovar possuir para resgate imediato em conta passará a ser 1.652,50 dólares australianos por mês de estada ou 19.830 dólares australianos por ano.

Proficiência em inglês

Sem dúvida, essa é a mudança de maior magnitude: a introdução da exigência de comprovação para nível de inglês. Estão isentos dessa medida os seguintes perfis:

– Estudantes de cursos de idiomas de qualquer duração, fulltime de high school, pesquisa e pós-graduação ou patrocinados pelo governo;

– Estudantes que completaram mais de cinco anos de estudo na Austrália, Canadá, Nova Zelândia, África do Sul ou Irlanda;

– Cidadãos ou portadores de passaportes do Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia ou Irlanda e,

– Estudantes que já tenham completado um curso de inglês no nível Senior Secondary ou Certificate IV nos últimos dois anos antes de solicitar o visto.

Os demais, dependendo de em qual instituição de ensino australiana foram aceitos, deverão comprovar seu nível de inglês através de um teste oficial aceito pela imigração (IELTS ou TOEFL, por exemplo) realizado nos dois últimos anos.

 

 

 

09:40 · 02.09.2013 / atualizado às 09:42 · 02.09.2013 por

Você sabe qual a melhor cidade para se viver na atualidade? Avaliando quesitos como estabilidade, educação, cultura, atendimento médico, ambiente e infraestrutura, Melbourne – capital e a maior cidade do estado de Victória, na costa sul da Austrália -, desponta no topo do ranking. Este é o terceiro ano consecutivo que ela ocupa a posição, o que me deixa ainda com mais vontade de um dia visitar este país.

Melbourne é a capital e a maior cidade do estado de Victória, na costa sul da Austrália Foto: Divulgação

Para se ter uma ideia, Melbourne superou Viena  – que conheço e é realmente coisa de primeiro mundo – e as canadenses Vancouver, Toronto e Calgary. Outras três cidades australianas – Adelaide, Perth e Sydney – também apareceram entre as dez principais, junto à finlandesa Helsinque e à neozelandesa Auckland.

Adelaide é a capital do estado da Austrália Meridional, também na costa sul do país Foto: Divulgação

 

Com uma população de 1.650. 000 habitantes, Perth ocupa a quarta posição entre as maiores cidades da Austrália Foto: Divulgação
Com uma população de 1.650. 000 habitantes, Perth ocupa a quarta posição entre as maiores cidades da Austrália Foto: Divulgação

 

Sydney é a cidade mais populosa da Austrália. Foi o local escolhido para a primeira colônia britânica no país Foto: Divulgação
Sydney é a cidade mais populosa da Austrália. Foi o local escolhido para a primeira colônia britânica no país Foto: Divulgação

O resultado é fruto de uma pesquisa desenvolvida pela consultoria Economist Intelligence Unit (EIU) abrangendo 140 cidades, recentemente divulgada. Na outra ponta, Damasco, capital da Síria, é a pior. Também ficaram com as piores avaliações capitais como Cairo (Egito) e Trípoli (Líbia).

Confira a lista:

As 10 melhores cidades para se viver

Melbourne (Austrália)
Viena (Áustria)
Vancouver (Canadá)
Toronto (Canadá)
Calgary (Canadá)
Adelaide (Austrália)
Sydney (Austrália)
Helsinque (Finlândia)
Perth (Austrália)
Auckland (Nova Zelândia)

As 10 piores cidades para se viver

Damasco (Síria)
Daca (Bangladesh)
Port Moresby (Papua Nova Guiné)
Lagos (Nigéria)
Harare (Zimbabwe)
Argel (Argélia)
Karashi (Paquistão)
Tripoli (Líbia)
Douala (Camarões)
Teerã (Irã)

09:21 · 09.03.2012 / atualizado às 09:21 · 09.03.2012 por

A Austrália sempre foi objeto de desejo de muitos brasileiros que planejam férias ou uma temporada de estudos no exterior.

Para facilitar a vida de quem está pensando em dar uma volta por aquelas bandas, uma boa dica é o site australia.com, relançado, recentemente, pelo Tourism Australia, responsável pela promoção do turismo naquele País.

Pôr-do-sol em Sidney, capital australiana Foto: Divulgação

Por lá, o visitante vai encontrar informações super úteis e práticas sobre as cidades, regiões, clima, moeda, vistos, saúde, segurança, acomodação, estudos, trabalho, como se deslocar pelo país e muito mais.

Ópera de Sidney, cartão-postal da cidade Foto: Divulgação

Além, é claro, de muitas fotos incríveis para lhe deixar com mais vontade de ir.

Wineglass Bay, que fica no Parque Nacional de Freycinet, na região da Tasmânia Foto: Divulgação

Dei uma navegada por lá e descobri que o conteúdo é sob medida para nós brasileiros, pois as 360 páginas estão disponíveis em 17 idiomas, incluindo português.

Para ver o conteúdo acesse www.australia.com/pt-br e boa viagem!

09:53 · 02.02.2012 / atualizado às 14:30 · 02.02.2012 por

No último domingo, na Coluna Andarilho, que escrevo semanalmente para a Revista Siará, bati um papo com você sobre cervejas. Na verdade não propriamente sobre a bebida em si, que adoro, pois não sou um profundo conhecedor. Por lá, abordei a interessante experiência que é frequentar um pub em Londres.

Pois bem, hoje trago uma relação dos 14 melhores lugares no mundo para tomar a bebida, segundo matéria publicada pelo site Frommers.com do conceituado guia de viagens. O texto está em inglês, mas traz indicações de onde beber e a média de quanto se paga. Assim, nas suas próximas viagens, se alguns dos lugares listados estiverem incluídos no roteiro já fica a dica.

A relação é encabeçada por Dublin, capital da Irlanda, onde é fabricada a famosa marca Guiness. Nesta cidade beber cerveja é um estilo de vida.

Como não poderia deixar de ser, Munique, no sul da Alemanha, dá continuidade à lista. Neste lugar, que é palco da maior Oktoberfest do mundo, se bebe mais de 125 milhões de galões de cerveja por ano. È muito amor pela bebida. Já estive por lá e comprovei. Então, aproveite a viagem e também faça um brinde.

A famosa cervejaria Hofbräuhaus em Munique Foto: Anchieta Dantas Jr.

Em seguida, vem Amsterdã, na Holanda, país fornecedor da Amstel e da Heineken. São mais de doze estilos, sabores e rótulos. Também já passei por essa cidade e recomendo.

A próxima parada é Praga, cidade que amo demais. Para minha surpresa, eles são os campeões no consumo mundial de cerveja. Pasme: são mais de 41 milhões de galões por ano! Superando, assim, os alemães. Aos tchecos é atribuída a invenção da pilsner. Mas o melhor é que a capital da república Tcheca está entre os lugares mais baratos para tomar uma cervejinha.

Praga, a capital tcheca, é a campeã no consumo de cerveja Foto: Anchieta Dantas Jr.

Agora, entre em um trem e menos de quatro horas depois desembarque em Viena, na Áustria, para conhecer o próximo destino na rota da cerveja. Além do que, a cidade é famosa por seus monumentais palácios. Adorei conhecer!

A imperial Viena, na Áustria, também é apontada como um dos melhores lugares para beber cerveja no mundo Foto: Anchieta Dantas Jr.

Ainda pelo continente europeu vem Edimburgo na Escócia, onde há a maior concentração de pubs no Velho Mundo. E também Bruxelas, meu primeiro destino internacional, e onde se pode encontrar mais de 650 tipos de cervejas. Calma pessoal, só experimentei seis!

Edimburgo, na Escócia, reúne a maior concentração de pubs na Europa Foto: Anchieta Dantas Jr.

Da Europa chegou a hora de ir bater do outro lado do mundo, em Tóquio. Mas espera aí: Japão? Isso mesmo. O Frommer´s recomenda Tóquio pela facilidade de se encontrar a bebida, inclusive em máquinas que a vendem, espalhadas pelas ruas. Neste caso, a identidade nem é pedida. Apesar do que se serve ser importado do ocidente, eles também têm marcas locais.

Hanoi, no Vietnã, é outro destino asiático, apontado como uma dos melhores lugares no mundo para apreciar a cerveja. De acordo com o guia, é lá onde se encontra os preços mais em conta e a melhor variedade desta bebida em todo o continente.

Cansou? Pois ainda tem mais. Da Ásia, vamos dar um pulo na Oceania e ver porque Melbourne, na Austrália, também compõe essa relação. Para quem não sabe é de lá que vem a Foster, consumida mundialmente. Ah, e em cada esquina você poderá encontrar um pub para relaxar e os preços são relativamente baixos.

Na relação, aparece também Portland, no Estado de Oregon, nos Estados Unidos. Esta cidade é conhecida por ter o maior número de mais cervejarias por habitante no mundo. São 30, conforme a última contagem.

Outros destinos norte-americanos também recomendados são Milwaukee, em Wisconsin, por sua grandes cervejarias; e Philadelphia, na Penssylvania.

Descendo para a América Central, a Cidade do México encerra o tour. Segundo o guia, uma visita ao México pode abrir os olhos, e a boca é claro, do turista para muitos sabores e variedades de cerveja.

Para ler apublicação do Frommer´s na íntegra clique aqui.

08:59 · 31.01.2012 / atualizado às 08:59 · 31.01.2012 por
Austrália: um país rico em natureza, excelente para a prática de esportes e famoso por seus cangurus. Foto: Divulgação

E a semana começa com uma boa notícia para os viajantes. Sobretudo para aqueles a fim de desbravar terras mais distantes. A partir do próximo dia 15 de fevereiro, o processo de requerimento de visto de turismo para a Austrália ficará mais ágil e prático.

É que o governo australiano vai começar a emitir autorização para visitar o país pela internet, por meio do serviço online de visto de turista eletrônico, conhecido como e676 Tourist Visa.

Com isso, os formulários, que antes eram preenchidos manualmente, passam a ser completados de forma eletrônica, e a apresentação de documentos extras só será necessária em alguns casos.

Para proceder, será preciso estar conectado ao site do Departamento de Imigração e Cidadania da Austrália, onde o serviço estará disponível durante 24 horas por dia, para que o requerente, ou o seu procurador, preencha os campos necessários.

Depois do envio, o sistema da embaixada fará uma análise dos dados e, se tudo estiver aprovado, o visto poderá ser concedido no mesmo dia. Caso contrário, o prazo máximo pode chegar a até dez dias úteis.

Com o visto eletrônico, o que muda é que o turista não vai mais precisar do mesmo impresso no passaporte, como acontecia. Ao invés disso, lhe será enviada uma notificação via e-mail. Assim, imprima e mantenha essa notificação (também é recomendado deixar salva no seu computador), pois ela descreverá as condições que se aplicam a este tipo de visto.

Contudo, apesar das facilidades, não se pode relaxar na hora de encaminhar estas burocracias, pois, mesmo com as praticidades, continua havendo rigor para concessão do documento.

O formulário, que é bem extenso, apresenta vários questionamentos, e não pode haver nenhum erro ou incompatibilidade nas informações. Infelizmente, para completar, toda a comunicação é feita em inglês, e os comunicados e e-mails também devem ser respondidos em inglês.

Para mais informações e para solicitar seu visto clique aqui.

Para saber mais sobre documentação de viagem e vistos para outros países, consulte:

Vistos para brasileiros: saiba quais países exigem ou não o documento

Visto para os EUA: apesar dos mutirões, regras para conseguir o documento são as mesmas

Vai viajar para o exterior? Saiba que documentos você precisa

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