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Categoria: Cartão de crédito


10:15 · 25.06.2013 / atualizado às 10:15 · 25.06.2013 por

Porta dinheiro

Seja dinheiro vivo ou cartões de débito e de crédito, ter cuidado e atenção com o que leva para sua viagem pode evitar que o momento de lazer acabe em frustração e outras dores de cabeça, durante ou depois do passeio.

Os relatos de quem passou por experiências desagradáveis não são poucos. Graças a Deus, eu não vivenciei nenhuma do tipo e espero que você também não. E como o seguro morreu de velho, como diz o ditado popular, aqui vão algumas dicas básicas de cuidados que fui colecionando ao longo dessa vida de viajante, e que podem evitar problemas de ordem prática ou financeira:

– Avise o banco sobre a viagem antes de deixar o país, de forma que a instituição possa desbloquear o uso internacional e você não passe por apertos se precisar usá-lo;

– Verifique o contrato de serviço e limite disponível para gastos antes de viajar;

– Memorize as senhas e não as deixe guardadas no mesmo lugar que o cartão;

– Assine o verso do cartão, pois, em muitos países a sua leitura é feita apenas pela tarja magnética.

– Leve apenas o necessário na carteira ou bolsa: dinheiro em espécie em pouca quantidade e o cartão que realmente irá utilizar no dia;

– Se puder prefira o uso daquelas bolsas que se coloca por debaixo da roupa, como um porta-dinheiro, pois é mais seguro para transportar valores e documentos;

– Quando aos documentos de identificação, leve apenas um com foto (no exterior o passaporte). Já é suficiente. Faça cópias para andar com elas e deixe o original no cofre do hotel ou em um local que considere seguro;

– Não deixe o cartão fora da área de visão ao fazer uma transação em locais públicos e preste atenção às pessoas que o rodeiam, sempre;

– Assegure-se da devolução do cartão depois de efetuar um pagamento e reveja os recibos quando o atendente lhe entregar;

– Em caixas eletrônicos ou nas maquinetas, mantenha a mão cobrindo o teclado quando digitar a senha;

– Tenha sempre anotado em seu celular ou em outro local além da carteira, o número do atendimento/assistência de seus cartões;

– Ao sentir falta do cartão ou mesmo desconfiar que sua senha tenha sido anotada por terceiros, entre em contato imediatamente com a central de atendimento da operadora ou seguro Assistência para efetuar a solicitação de bloqueio do serviço. Avise também as autoridades locais.

16:02 · 23.12.2011 / atualizado às 16:02 · 23.12.2011 por

Facilidades não param de aparecer para quem quer viajar. Se o seu problema é a falta imediata de grana para por o pé na estrada, pode tratar de ir deixando essa desculpa de lado. Ainda mais se você é fã do parcelamento.

Com o brasileiro viajando cada vez mais, o turismo é a bola da vez para os cartões de crédito. Só nesta semana, dois bancos públicos lançaram novas linhas para o dinheiro de plástico, a fim de atender o crescente aquecimento do setor.

Cartões apostam no turismo de olho na demanda aquecida no Brasil

O Banco do Brasil (BB) é um deles. Na última quarta, a instituição colocou no mercado o “Ourocard Crediário Turismo”, destinado aos correntistas do BB, permitindo o financiamento de pacotes ou outros produtos e serviços relacionados ao mercado de viagens.

A contratação dessa linha se dá por meio dos cartões Ourocard, possibilitando ao cliente negociar a compra à vista e efetuar o pagamento em até 60 meses, com taxas de juros que variam entre 3,39% a 4,08% ao mês. O limite é de até R$ 50 mil e carência de até 180 dias para pagar a primeira parcela.

Outro banco que também aposta em produtos para o consumidor de turismo é a Caixa. Com o “Cartão Turismo Caixa” é possível financiar em até 24 meses as despesas realizadas em estabelecimento como hotéis, pousadas, companhias aéreas, restaurantes, agências de viagens, locadoras de automóveis e parques temáticos.

11:30 · 09.06.2011 / atualizado às 14:33 · 09.06.2011 por

Dinheiro vivo, cartões de crédito, cartões pré-pagos ou até mesmo os antigos cheques de viagem, os chamados “traveller checks”, são as formas comumente utilizadas nos dias atuais para levar dinheiro em viagens internacionais e arcar com as despesas lá fora.

Carregar a grana toda na bolsa, ou na carteira, pode não ser a melhor alternativa por motivos óbvios de segurança. Assim, o que observo é que muita gente opta por concentrar a maior parte dos gastos no cartão de crédito.

Vantagens

Além da segurança e da comodidade, uma vantagem do plástico é que, para converter a fatura de dólares para reais, as administradoras utilizam a cotação da moeda norte-americana muito próxima à do dólar comercial, que é bem inferior à do turismo, aquele que é usado quando você compra papel-moeda e cheques de viagem ou carrega os cartões pré-pagos internacionais, tornando a despesa um pouco mais em conta.

Sem levar em consideração que os programas de recompensa dos cartões de crédito transformam esses gastos em pontos que depois podem ser trocados, inclusive, por passagens aéreas.

Desvantagens

A desvantagem, é que você nunca sabe exatamente quanto vai pagar em reais, porque o valor do dólar pode estar maior no dia do fechamento da fatura e até mesmo na data do seu pagamento. O mesmo não ocorre com o papel-moeda ou com o cartão pré-pago, cuja conversão já foi feita na hora da aquisição e ponto final.

Imposto está maior

Vantagens à parte, o que deixou muita gente triste é que desde abril deste ano, para conter a quantidade de dólares em circulação no País e fazer com que o câmbio suba frente à nossa moeda, o governo federal aprovou uma medida que eleva o imposto cobrado para compras internacionais no cartão de crédito de 2,38% para 6,38%.

Mas não se engane o Imposto sobre Operações Financeiras, o IOF, é aplicado em qualquer transação em moeda internacional. E mesmo no cartão ele já era maior. Na aquisição de papel-moeda e no carregamento de cartões pré-pagos a taxa era de apenas 0,38%, e assim permanece.

Porém mesmo com uma alíquota superior, usar o cartão ainda assim saia mais em conta, porque, quando se aplicava o IOF, o valor do dólar utilizado na conversão não chegava a se equiparar à cotação do dólar turismo, como já dito, usado nas outras modalidades.

Na prática, o que mudou?

Com o imposto maior para as compras internacionais no cartão, o que acabou acontecendo foi que o câmbio cobrado pelas administradoras ficou muito próximo, ou até mesmo igual, ao valor do dólar turismo. Para que você entenda melhor, vamos fazer às contas.

Tomando como referência a cotação média praticada, hoje pela manhã, pelas casas de câmbio em Fortaleza, um dólar em papel moeda estava valendo R$ 1,711. Quando se aplica o IOF (0,38%), passaria a custar R$ 1,717. Para carregar um cartão pré-pago o valor chegava a ser um pouco menor, R$ 1,701 para cada dólar adquirido, que com o imposto em cima subiria para R$ 1,707.

Já se fosse pagar suas despesas no cartão de crédito, cada dólar seria convertido, em média, para R$ 1,59. Se a alíquota do IOF ainda fosse de 2,38%, um dólar resultaria em aproximadamente R$ 1,63. Porém, com ela mais alta, essa despesa aumentaria para quase R$ 1,70, ficando assim quase equiparada ao dólar turismo. Lembrando que até o fechamento da fatura o câmbio pode variar para mais ou para menos, assim como deste até o dia do pagamento.

Quando o gasto no cartão é em euro, vale ressaltar que, primeiro, a conversão acontece deste para o dólar e só depois para o real, observando as mesmas regras explicadas anteriormente.

Com a mudança, fica a pergunta: o que é mais vantajoso então? Pagar as despesas em dinheiro, com o cartão de crédito ou com um cartão pré-pago? Em um próximo post explico a diferença entre cada um desses meios de pagamento e dou dicas de como utilizar. Até lá!

10:21 · 09.05.2011 / atualizado às 11:37 · 09.05.2011 por

Você já se imaginou chegando a um lugar que nunca esteve antes, onde não falam a sua língua e, após horas, dentro de um avião, exausto, louco pra ir para o hotel descansar, dar-se conta de que sua mala foi extraviada?

Nada mais desagradável do que, ao chegar ao destino, descobrir que a mala foi extraviada

Desespero? Sim! Foi exatamente o apuro que passei, quando saí pela primeira vez do Brasil. Ao desembarcar e correr para pegar a mala na esteira do Aeroporto Internacional de Bruxelas, na Bélgica, ela não estava lá.

A primeira atitude a tomar é procurar a companhia aérea ou o setor de reclamações de bagagem no aeroporto

Calma! A única coisa a fazer é procurar o setor de reclamações da companhia aérea ou o órgão do aeroporto responsável por objetos extraviados. Resolve? No meu caso resolveu. Porém, o que pouca gente sabe é que se pode contar com uma “ajudinha” extra nessas horas, para agilizar o processo? Como? O seu cartão de crédito!

Sabendo dos benefícios, não pensei duas vezes! Acionei gratuitamente o serviço. Ao chegar ao hotel, passei os detalhes do ocorrido, e um fax, conforme orientado pelo atendente, do protocolo de atendimento (obtido no aeroporto) sobre o extravio da bagagem. Fui informado que eles iriam rastrear a mala e caso eu não a recebesse no hotel, em até seis horas, eu teria um crédito de US$ 500, no cartão, para compra de roupas e higiene pessoal. Maravilha, não?

Já inclusas no valor da anuidade, cartões internacionais oferecem coberturas e assistência para quem vai viajar

Resultado? Em menos de quatro horas eu já estava com todos os meus pertences em mãos. Ufa!

O serviço pode ser acionando com uma ligação telefônica a cobrar para o Brasil

Na verdade, o valor dessa cobertura varia de um cartão para outro, mas pode segurar o titular e, em alguns casos, seus dependentes, em caso de emergência médica, perda de bagagem entre outros imprevistos.

Por isso, antes de sair do País consulte o manual do portador do cartão. Lá constam os serviços e assistências oferecidos por ele e as condições para utilizá-los. Além disso, o banco emissor pode dar todas as informações necessárias sobre as coberturas oferecidas. Basta ligar para a central de atendimento, cujo número vem impresso no verso do cartão.

Além dos tipos de cobertura já citados (saúde e bagagem), eles também podem oferecer, por exemplo:

 Assistência antes da viagem, com informações sobre taxas de câmbio, requerimentos de visto, localização de caixas automáticos, medidas sanitárias e vacinas necessárias;

 Assistência odontológica ao portador e aos seus familiares;

 Despesas farmacêuticas;

 Internação no hospital mais próximo;

 Traslados a uma unidade de saúde;

 Repatriamento médico-hospitalar;

 Diárias de hotel em caso de convalescença;

 Passagem de ida e volta para um familiar;

 Assistência legal de emergência;

 Substituição urgente de passagem;

 Serviço de mensagem de emergência.

 Seguro de aluguel de automóveis (em alguns países), com a cobertura de custos de reparos ou a substituição de um veículo alugado que tenha sofrido danos ou tenha sido roubado enquanto se encontrava sob a responsabilidade do portador do cartão.

Como ter direito aos benefícios

Geralmente, no caso de viagem, para ter direito às proteções relativas ao tipo de cartão, é necessário que a passagem seja comprada com ele.

Além disso, é importante verificar o período de validade da cobertura (quanto tempo pode viajar sem preocupações), os locais cobertos, valores e atitudes que excluem o turista do direito ao benefício.

Uma segurança e tanto para curtir as férias com mais tranquilidade, não acha? Fica dica!

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