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Categoria: Compras


07:30 · 18.08.2015 / atualizado às 09:28 · 18.08.2015 por
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A loja é uma parceria com a Dufry, operadora do free shop do aeroporto, e fica no Terminal 3

Quem for viajar para o exterior, passando pelo Aeroporto de Guarulhos, já pode conferir a mais nova loja de produtos da Apple, parceria com a Dufry, inaugurada no sábado (15) na área do free shop do Terminal 3, que é exclusivo para voos internacionais.

O interessante é que os preços são os preços são bem próximos dos praticados pelas Apple Stores nos Estados Unidos. Para se ter uma ideia, o iPhone 6 com 16 GB de memória é vendido no exterior por US$ 649 (R$ 2.259 no câmbio da segunda-feira, 17, cotado a R$ 3,4812) a versão desbloqueada, porém, com o imposto cobrado em Nova Iorque, por exemplo, sairia com preço final de US$ 706 (aproximadamente R$ 2.458), e por US$ 735 dólares no free shop da Apple em Guarulhos (cerca de R$ 2.560). Bem mais em conta quando comparado ao preço cobrado pelas lojas da Apple no Shopping Morumbi, em São Paulo, ou no Village Mall, no Rio de Janeiro, onde o mesmo aparelho sai por R$ 3.449, quase R$ 1.000 a mais.

Outra coisa bacana é que o aparelho vendido em Guarulhos é certificado pela Anatel e considerado um item de uso pessoal, não estando, segundo a loja, sujeito à taxação da alfândega para compras no exterior (desde que o passageiro compre apenas um e não porte outro aparelho, caso contrário entrará na cota).

Demais produtos

Já no caso do iPad Mini 3 wi-fi+4G de 16 GB, o consumidor pagará menos no aeroporto do que no varejo americano. Na loja do terminal 3, sai por US$ 549 (R$ 1.911). Nos EUA, o tablet sai por US$ 529 (R$ 1.841). Mas, se somado o imposto, vai a US$ 566 (R$ 1.970), no exemplo de Miami. Na Apple do Brasil, o aparelho sai por R$ 2.499.

Os demais produtos comercializados pela Apple, como Macbooks, AppleTV entre outros também podem ser encontrados na nova loja, com preços bem mais em conta que no varejo nacional.

Sem dúvida é uma boa notícia para os viajantes interessados nos produtos da marca, especialmente para aqueles que não tem os Estados Unidos como destino.

Com informações do site Melhores Destinos e Folha Online.

13:00 · 09.07.2015 / atualizado às 11:10 · 09.07.2015 por

compras-pela-internet-com-cartão-de-credito

Se você costuma comprar passagens e contratar hospedagem pelo Decolar.com, a empresa avisa que ampliou as opções de pagamento para seus clientes, passando a aceitar os cartões de crédito das bandeiras Hipercard e Elo. Ao mesmo tempo, formou parceria com a SafetyPay para pagamento das compras online, tanto pela internet quanto em casas lotéricas, beneficiando quem não possui conta bancária.

Já com relação à utilização de cartões de crédito para o pagamento dos seus serviços, a empresa informa que está permitindo o parcelamento tanto dos bilhetes aéreos como do hotéis. Os parcelamentos podem ser feitos em até seis vezes sem juros para hospedagens e em até 10 vezes sem juros para a parte aérea.

A facilidade, destaca o Decolar.com, livra o cliente da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), incidente nas compras com cartões de crédito em viagens internacionais. Outro benefício é o fechamento da taxa de câmbio na data da compra, pela cotação comercial (mais baixa), sem variações futuras.

12:05 · 28.04.2015 / atualizado às 12:05 · 28.04.2015 por
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Nos últimos anos, viajar aos Estados Unidos para comprar enxoval de bebê tornou-se uma febre entre os brasileiros. Mesmo como a oscilação do dólar, na opinião de muitos futuros pais ainda vale a pena fazer as compras lá fora.

Agora que tal contar com uma ajudinha a mais a fim de baratear a viagem? De olho nesse público, a loja Macrobaby, em Orlando (Flórida), está oferecendo estada e translado para clientes brasileiros.

O estabelecimento paga até quatro diárias de hospedagem, além do deslocamento entre o aeroporto e o hotel e deste para as dependências da Macrobaby, ida e volta. Para participar, basta fazer um depósito caução de US$ 400 e se comprometer a gastar, no mínimo, US$ 3 mil em produtos como carrinhos, roupas, mamadeiras, entre outros. Após atingir o montante, a quantia inicial é devolvida.

“Dessa maneira, garantimos que nossos clientes brasileiros continuem encontrando variedade e produtos mais baratos mesmo em um momento de crise”, explica Rachael Cunha, relações públicas da Macrobaby. Para ela, os impostos e a burocracia no Brasil são um empecilho para uma gama maior de itens e o resultado são preços até cinco vezes mais caros por aqui.

Diferenciais

Hoje, cerca de 30% dos clientes da marca são brasileiros. Para atender melhor a esse público, destaca Cunha, a loja criou alguns serviços especiais. A Mala de Enxoval, por exemplo, é uma embalagem única que permite despachar itens grandes, como um carrinho ou berço, o que facilita o embarque aéreo – o cliente sai da loja com a mala pronta. Também há a possibilidade de montar um enxoval pela internet, por Skype – na hora de buscar, todos os produtos já estarão embalados para o transporte.

A loja conta ainda com garantia estendida no Brasil e funcionários fluentes em português e espanhol – além, claro, do inglês.

Fica a dica para quem quiser conferir e ver se vale a pena!

11:03 · 24.12.2014 / atualizado às 11:03 · 24.12.2014 por

O novo ano nem começou e já temos novidades – infelizmente não muito boas – para quem faz viagens internacionais. O valor máximo das mercadorias que viajantes podem trazer do exterior por terra, rios ou lagos cairá de US$ 300 para US$ 150 a partir de 1º julho de 2015. Compras lá fora acima desse limite serão tributadas na entrada do Brasil com alíquota de 50%, caso não estejam nas isenções concedidas pela Receita Federal.

A redução da cota foi regulamentada ontem terça-feira pela órgão por meio da instrução normativa 1.533/2014, publicada no Diário Oficial da União, o DOU. Para quem ingressa no Brasil por via aérea, o limite de importação continua em US$ 500.

A alteração da cota foi anunciada em julho deste ano, devido à regulamentação do funcionamento de lojas francas em fronteiras terrestres. Naquele mês, no entanto, a Receita recuou, sob a alegação de que essas lojas ainda não estavam instaladas. À época, o governo avaliou que até meados de 2015 esses estabelecimentos estarão em funcionamento.

Em linha com o Mercosul

Com a instalação dessas lojas, o governo brasileiro também busca harmonizar as regras brasileiras com as utilizadas atualmente no Mercosul. Argentina, Uruguai e Paraguai já adotam a cota de US$ 150. O Brasil era a única exceção até o momento.

Por outro lado, os viajantes terão isenção para compras no valor de até US$ 300 nessas lojas francas. Fazendo as contas, somando as compras fora desses estabelecimentos com o que é permitido nos mesmos, a isenção final fica de US$ 450. Menos, mal, não é?

O Fisco também isenta da tributação roupas e outros objetos de uso e consumo pessoal, como vestuário, relógio, telefone celular, livros, folhetos e periódicos, desde que em natureza e quantidade compatíveis com a circunstância da viagem.

Com informações de O Globo e do Valor

12:30 · 26.11.2014 / atualizado às 11:50 · 26.11.2014 por

Se você está programando uma viagem ao exterior nos próximos meses e pretende fazer muitas compras, vale ficar de olho nas novas regras de fiscalização nos aeroportos, anunciadas pela Receita Federal em setembro último, e que vão ser postas em prática já no primeiro semestre de 2015. Como já estamos quase na virada do ano, está mais do que na hora de recordá-las.

Inspeção de bagagem

 

A principal mudança é que as informações sobre os passageiros serão transmitidas pelas companhias aéreas e depois cruzadas com os sistemas da Receita e da Polícia Federal. Assim, antes mesmo de o avião pousar no Brasil, o Fisco já terá decidido quais contribuintes terão as malas verificadas.

Além disso, câmeras farão o reconhecimento facial dos viajantes (comparando com a foto do passaporte) para selecionar potenciais sonegadores, além de suspeitos de lavagem de dinheiro. A promessa é que o turista comum ganhará maior agilidade no desembarque, uma vez que a fiscalização ficará mais precisa e eficiente. A data exata de início do novo sistema, no entanto, ainda não foi definida.

Cotas de isenção

Para não pagar tributos na volta ao Brasil, as mercadorias compradas no exterior não devem ultrapassar US$ 500 (por via aérea ou marítima) ou US$ 300 (terrestre ou fluvial).

Se ultrapassar essas cotas, os produtos deverão ser especificados na Declaração Eletrônica de Bens de Viajante (e-DBV) e serão tributados a uma alíquota única de 50%, aplicada sobre o valor excedente.

Caso sofra fiscalização e não tenha feito a e-DBV, o viajante será multado em 50% do valor excedente à cota de isenção, mais o imposto devido.

Já Os bens que somarem mais de US$ 3 mil poderão ser retidos e tributados segundo as regras oficiais de importação.

O que é e o que não é taxado

Uso pessoal

Bens considerados de uso pessoal (relógios de pulso, câmeras fotográficas e celular) não são tributados e nem entram na cota. Para obter o benefício, no entanto, é necessário que seja apenas uma unidade de cada produto, a qual deve obrigatoriamente já ter sido usada. Já computador pessoal, tablet e filmadora, serão tributados caso ultrapassem o valor da cota.

Vestuário

Roupas e calçados também fazem parte da categoria bens de uso pessoal, mas a isenção de impostos pressupõe a utilização da peça no exterior e depende das circunstâncias e do tempo da viagem. Os fiscais poderão taxar um enxoval de bebê, por exemplo, caso a criança ainda não tenha nascido ou não esteja com os pais na viagem.

As noivas também estão sujeitas às regras da Aduana. O vestido comprado no exterior só é isento de tributos se a viajante realizar o casamento durante a viagem. Caso contrário, a peça será taxada no retorno ao País.

Itens levados do Brasil

Importante ressaltar que o bem importado se soma àqueles que foram levados do País. Isto é, caso o viajante já leve consigo algum desses itens e retorne com mais um, o produto deixa de ser considerado de uso pessoal e passa a ser contabilizado na cota de imposto. Além disso, se o brasileiro viajar mais de uma vez por mês, ele só se beneficiará da isenção na primeira saída, ainda que traga um produto por vez.

O viajante que trouxer na bagagem equipamento ligado à sua profissão poderá ter isenção de tributos caso o bem seja portátil e tenha sido utilizado profissionalmente no exterior. A atividade e o uso do maquinário devem ser comprovados. A liberação dependerá da avaliação do fiscal.

Como comprovar que um produto importado não foi comprado na viagem

Desde outubro de 2010, em vez de apresentar uma declaração relatando os bens importados levados na bagagem, o turista que sai do Brasil precisa levar a nota fiscal do produto. As mercadorias de fabricação nacional não são alvo da fiscalização.

Na ausência das notas, o viajante precisará ter outro meio idôneo que comprove a importação regular dos produtos. A e-DBV, realizada em viagens anteriores, poderá ser usada como prova em deslocamentos futuros.

Caso a importação do bem tenha sido realizada pelos Correios, o comprovante de pagamento de imposto emitido pela estatal também tem validade.

Compras em free shops

Os produtos adquiridos nas lojas de desembarque no Brasil são isentos de impostos até o limite de US$ 500. Na prática, é como se o viajante tivesse direito a uma segunda cota de isenção.

Já as compras feitas nos Free Shops de saída do Brasil ou de outros países são contabilizadas junto com os outros produtos adquiridos no exterior e entram na cota principal, também de US$ 500. O valor excedente é tributado à alíquota única de 50%.

Levando dinheiro em espécie

O viajante que portar dinheiro em espécie em quantia igual ou superior a R$ 10 mil, em moeda nacional ou estrangeira, é obrigado a realizar a Declaração Eletrônica de bens de Viajante (e-DBV), por meio da internet. No momento do ingresso ou saída do País, deverá apresentar-se à alfândega para validação do documento.

A e-DBV servirá apenas para o controle por parte da Receita Federal e não haverá tributação sobre o valor. A falta do documento, no entanto, poderá ser configurada como crime de evasão de divisas.

Com informações da Receita Federal e jornal O Estadão.

14:00 · 14.11.2014 / atualizado às 13:23 · 14.11.2014 por

Para os viajantes que são fãs de “Sex and The City”, o Row NYC, um dos mais badalados hotéis de Manhattan, vai receber os hóspedes no mais perfeito estilo da série com o pacote “Maratona de Compras na Bloomingdale’s”.

Fachada da badalada loja de departamentos Bloomingdale’s Foto: Divulgação
Fachada da badalada loja de departamentos Bloomingdale’s Foto: Divulgação

A proposta dá direito a um personal shopper, que acompanha o hóspede à badalada loja de departamentos, prestando consultoria de compras e estilo. Também inclui um passe de 15% de desconto no total das compras e, claro, um chocolate quente coberto com delicioso chantilly na famosa Magnolia Bakery, para fazer jus à atitude Sex and The City.

Ao fim das compras, a proposta é voltar ao Row para saborear um Cosmopolitan, preferido da protagonista Carrie Bradshaw, ou outro drink no charmoso bar District M.

O charmoso bar District M, no mais puro estilo novaiorquino Foto: Divulgação
O charmoso bar District M, no mais puro estilo novaiorquino Foto: Divulgação

As diárias saem a partir de US$: 170 para o casal, em apartamento superior. O pacote está disponível até o dia 5 de janeiro de 2015.

Se alguém aí se interessar, para saber mais ou fazer uma reserva, basta clicar aqui.

09:53 · 03.06.2014 / atualizado às 10:02 · 03.06.2014 por

Vai fazer compras no exterior? Pois então, você precisa ficar por dentro dessa novidade lançada pela Receita Federal. A partir de agora, os brasileiros em viagens internacionais já podem declarar produtos adquiridos lá fora antes mesmo de retornar ao País, e ainda durante o voo. Pra isso, basta preeencher a Declaração Eletrônica de Bens de Viajante (e-DBV), calculando, também, o imposto devido. A novidade consta no aplicativo Viajantes, disponibilizado gratuitamente pelo órgão para smartphones e tablets. A conexão à internet vai ser necessária somente na hora de transmitir o documento.

Na verdade, o app não é novo, mas até então era preciso estar conectado para informar os dados. A nova versão, disponível desde o último dia 30 de maio, pode ser baixada nas lojas virtuais Google Play (dispositivos Android) e Apple Store.

Além do preenchimento da e-DBV offline, ou seja, sem a necessidade de conexão è internet, e do cálculo e geração do imposto, foi disponibilizado um serviço de consulta à situação das declarações entregues à Receita (salvas, transmitidas e registradas), uma seção de perguntas e respostas sobre o documento e a criação de um idioma de menus. As informações vêm em português e inglês, mas em breve também serão lançadas versões em espanhol e francês. O recurso traz ainda vídeos informativos sobre o preenchimento do documento e regras de bagagem.

Assista ao vídeo:

YouTube Preview Image

Porém, apesar da facilidade, a utilização do aplicativo, ressalta a Receita, não implica alteração nos procedimentos relativos ao registro e à fiscalização da declaração. O viajante pode trazer mercadorias, sem o pagamento de tributos, desde que estejam incluídas no conceito de bagagem e não excedam US$ 500 nem os limites quantitativos estabelecidos pelo Fisco. Quando esse valor é ultrapassado, o contribuinte deve pagar Imposto de Importação, a uma alíquota de 50% sobre cada dólar excedido. Se o viajante não informar espontaneiamente e for pego o desembolso será maior, de 100%.

Saiba mais sobre regras de bagagem:

Receita Federal divulga vídeo sobre regras de bagagem em viagens ao exterior

 

 

 

 

16:30 · 16.05.2014 / atualizado às 16:30 · 16.05.2014 por

E o que seria bom durou pouco. Depois de anunciar a venda do iPhone e outros produtos eletrônicos sem imposto no novo Terminal 3 do Aeroporto Internacional de Guarulhos, inaugurado no último domingo (11), sem autorização da Receita Federal para atuar como free shop, a Fnac não está comercializando os produtos como prometido.

A notícia, veiculada pelo jornal Folha de São Paulo na sexta-feira da semana passada, e reproduzida aqui no blog, gerou fila na frente do estabelecimento, de quem embarcava para o exterior pelo aeroporto paulista.

Porém, em nova matéria publicada, nesta sexta-feira (16), a Folha informa que, apesar de a rede ter dado entrada com o pedido de autorização para operar como loja franca há cerca de quatro meses, esta não saiu antes da inauguração da loja no aeroporto, como o esperado pela empresa.

Segundo o  jornal paulista, os iPhones haviam acabado na quarta-feira (14), sobrando apenas dois modelos de iPad e um MacBook Pro na loja. Conforme apurado, a empresa não revelou quanto aparelhos foram vendidos e se honrou os preços prometidos, sem impostos, o que seria uma operação com prejuízo.

Ainda de acordo com a Folha, a loja da Fnac em Guarulhos está sendo abastecida com o estoque da própria rede no Brasil. Os produtos importados, que a empresa planejava vender no estabelecimento sem os impostos, estão parados na alfândega.

15:54 · 09.05.2014 / atualizado às 16:04 · 09.05.2014 por

Esta vai para os viajantes mais chegados às compras. A partir deste domingo, 11, quem embarcar para o exterior, partindo do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, poderá aproveitar os  preços especiais da área de free shop do novo Terminal 3.

O novo terminal de passageiros do aeroporto de Guarulhos tem a forma  de um avião e promete área de free shop com preços especiais  Foto: Divulgação
O novo terminal de passageiros do aeroporto de Guarulhos tem a forma de um avião e promete área de free shop com preços especiais Foto: Divulgação

Isto porque, segundo matéria publicada hoje pelo jornal Folha de São Paulo, entre os destaques está a nova loja Fnac, que sem os impostos brasileiros promete vender produtos como o iPhone com preços melhores que nos Estados Unidos, em reais e até parcelado no cartão de crédito.

“O modelo 5S 16GB desbloqueado custa em torno de R$ 2.799 no Brasil e sair por R$ 1.492,70 (US$ 649) na nova loja da Fnac no Terminal 3 de Guarulhos, que será inaugurado no fim de semana. A Fnac GRU fica na chamada área restrita do embarque, após a inspeção de passaportes”, informa a reportagem.

Outra boa notícia, também de acordo com a publicação, é que a loja vai aceitar real, dólar e euro. O preço em real vai variar conforme o câmbio do dia e será possível parcelar em três vezes no cartão. A facilidade ainda é maior no cartão Fnac: em até 5 vezes.

Bacana também é o fato de que mesmo quem estiver embarcando em um dos terminais antigos poderá acessar a Fnac e as demais lojas e restaurantes do Terminal 3. A circulação entre os terminais será feita a pé e haverá esteiras rolantes.

A Folha informa ainda que entre as dezenas de lojas da área restrita isentas de impostos do novo T3 estão Victoria’s Secret, Salvatore Ferragamo e GAP.

Mas atenção: os bens adquiridos nos free shops de partida recebem da Receita Federal o mesmo tratamento que bens adquiridos durante a viagem ao exterior (limite de US$ 500, com isenção para produtos de uso pessoal, como roupas usadas, um celular, um relógio e uma máquina fotográfica).

Não entra, no entanto, na conta dos US$ 500 que o viajante tem direito a gastar nos free shops de chegada.

Leia a matéria completa clicando aqui.

10:24 · 28.03.2014 / atualizado às 10:24 · 28.03.2014 por

Quando viajo, confesso que não sou muito adepto ao consumismo. Quem me conhece sabe que sempre deixo o tour por lojas e shoppings centers em segundo plano. Mas, de modo geral, onde já se viu brasileiro viajar para o exterior e não fazer compras, né?

Para aqueles que não dispensam bater ponto em frente a vitrines, saibam que aeroportos também podem render boas compras. Quem não fica com os olhos brilhando diante dos preços nos freeshops nas áreas de embarques e desembarque internacionais?

Pensando nisso, o blog traz uma lista dos melhores aeroportos do mundo para sair com a mala cheia. A pesquisa é do World Airport Awards, pesquisa de satisfação feita com viajantes de mais de 160 países. No quesito compras, foram levados em conta: a variedade e oferta de lojas, o espaço dedicado às compras, a qualidade do atendimento e a oferta de produtos livres de impostos, entre outros pontos. Desse rol, eu já estive em três e são realmente uma tentação até para quem não está pensando em adquirir nada. Veja só o ranking com os dez mais votados:

Heathrow (Londres)

Em um dos terminais, o de número 5, há mais de 100 lojas e restaurantes. Os clientes encontram lojas da Gucci, Zara, Alexander McQueen, Dolce & Gabbana, Bulgari, entre outras.

Changi (Singapura)

Conta não com um, mas três terminais com dezenas de lojas e grifes. Uma pequena lista: Bulgari, Burberry, Hermès, Gucci, Hugo Boss, Montblanc, Swarovski.

Hong Kong

No terminal 1, os passageiros acha tabaco e bebidas alcoólicas livre de impostos, além de lojas de grifes de roupas, malas e acessórios.No terminal 2, vestuário para adultos e crianças.Já na área chamada Skypier, há produtos livres de impostos, bancos, casas de câmbio e lojas de conveniência.

Dubai

A área de compras do aeroporto de Dubai é uma experiência à parte. Chamada de Dubai Duty Free, é a maior área do tipo no mundo e suas vendas foram de 1,8 bilhão de dólares em 2013. Mais de seis mil pessoas trabalham nessa área.

Schiphol (Amsterdã)

O aeroporto conta com um shopping, um anexo do museu Rijksmuseum, com exposições de arte contemporânea e entrada gratuita, e uma livraria com 1200 livros em 29 línguas.

Haneda (Tóquio)

Na área duty free do aeroporto, há Gucci, Rolex, Hermès, Burberry e Tiffany & Co.

Incheon (Coreia do Sul)

Conta com várias áreas duty free e outras com lojas de conveniência.Entre as marcas, estão: Salvatore Ferragamo, Burberry, Bulgari, Dior, Hermès, Ermenegildo Zegna e Cartier. Para 2018, o aeroporto pretende inaugurar a expansão do terminal 2. O projeto inclui jardins, cachoeiras e uma área comercial tão grande que muitos já chamam de “minicidade”.

Munique (Alemanha)

Algumas das lojas presentes no aeroporto alemão: Armani, BMW, Benetton, Bulgari, Ralph Lauren.

Charles de Gaulle (Paris)

Em seus três terminais, muitas marcas à disposição: Swarovski, L’Occitane, Cartier, Hermès e Salvatore Ferragamo estão entre elas.

Narita (Tóquio)

O aeroporto japonês conta com áreas de compras e serviços em seus dois terminais.

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