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Categoria: Orçamento


14:24 · 18.12.2015 / atualizado às 14:24 · 18.12.2015 por

viagens pela internet

Para viajar em tempos de crise e conseguir encontrar um destino a preços acessíveis que caiba no orçamento, vale conferir essa dica do Submarino Viagens. A agência online acaba de colocar no ar o “Mapa de Buscas”, nova ferramenta que permite aos viajantes encontrar, dentro de um valor pré-estabelecido, quais as cidades que oferecem passagens aéreas mais em conta no período em que deseja viajar.

A ideia é resultado de uma pesquisa realizada com base no banco de dados dos usuários na qual o Submarino constatou que os brasileiros estão mudando o hábito de compra e, cada vez mais, o ponto de partida para decidir o destino da viagem é o valor disponível para gastos com viagens e não mais o local em si.

Como funciona

Assim, no ”Mapa de Buscas”, o usuário seleciona a cidade de origem, a duração da viagem e o mês para embarque e aparecerão no “mapa”, as cidades e valores das passagens. Para filtrar ainda mais o resultado, o viajante tem a opção de selecionar um valor limite, o continente, tema (praia, metrópole e aventura, entre outros) e público (família, casal, sozinho) para receber uma lista de cidades conforme o perfil e o valor determinado. Parece super bacana, né?

Para conhecer a nova ferramenta acesse aqui.

08:45 · 22.05.2014 / atualizado às 08:46 · 22.05.2014 por

Dos destinos preferidos pelos brasileiros, somente Fortaleza não teve variação nos valores médios das diárias

Antes de qualquer compra, pesquisar preços é fundamental, e não deve ser diferente na hora de viajar. Por isso compartilho com vocês levantamento feito pelo site comparador de preços Trivago, com a média das diárias de hotéis nas 15 cidades mais procuradas pelos brasileiros no último feriado, no caso o dia do Trabalho, 1º de maio.

Fortaleza foi a única cidade onde, na média, os hotéis não variaram de preço Foto: brasilimperdivel.tur.br
Fortaleza foi a única cidade onde, na média, os hotéis não variaram de preço Foto: brasilimperdivel.tur.br

Em relação à média de preços de hotéis dos dias 30 de abril até 3 de maio ante o mês todo, somente Fortaleza não teve variação alguma nos valores. Já seis cidades baixaram a tarifa média em relação ao feriadão emendado, casos de Buenos Aires, Orlando, Campos do Jordão, Porto Seguro, Gramado e Miami Beach.

Campos do Jordão apresentou a maior queda nos preços das diárias Foto: Divulgação
Campos do Jordão apresentou a maior queda nos preços das diárias Foto: Divulgação

No entanto, ao contrário do que é visto na maioria dos feriados, oito destinos apresentam médias mensais mais caras no mês de maio como um todo do que em relação aos dias de descanso: Rio de Janeiro, Nova York, São Paulo, Florianópolis, Maceió, Natal, Foz do Iguaçu e Curitiba.

São Paulo teve a maior alta nos preços dos hotéis Foto: Divulgação
São Paulo teve a maior alta nos preços dos hotéis Foto: Divulgação

Confira a lista:

Cidade Preço Médio Feriado Preço Médio Maio Variação
Rio de Janeiro R$ 341 R$ 441 29%
Buenos Aires R$ 279 R$ 265 -5%
Orlando R$ 313 R$ 290 -7%
Nova York R$ 846 R$ 876 4%
São Paulo R$ 260 R$ 351 35%
Fortaleza R$ 244 R$ 244 0%
Campos do Jordão R$ 715 R$ 333 -53%
Porto Seguro R$ 172 R$ 163 -5%
Gramado R$ 344 R$ 339 -1%
Florianópolis R$ 193 R$ 237 23%
Miami Beach R$ 810 R$ 623 -23%
Maceió R$ 197 R$ 225 14%
Natal R$ 201 R$ 225 12%
Foz do Iguaçu R$ 208 R$ 219 5%
Curitiba R$ 202 R$ 234 16%

 

 

 

10:58 · 02.12.2013 / atualizado às 10:58 · 02.12.2013 por

Pretende viajar pela América Latina? Veja só que pesquisa interessante realizada pelo TripAdvisor, comparando preços para passar um dia em 18 importantes destinos para viajantes que gostam de explorar a região.

Caracas (Venezuela) e Rio de Janeiro (Brasil) apresentam os custos mais altos, R$ 554,76 e R$ 517,15, respectivamente. Na outra ponta, os destinos La Paz (Bolívia) e San José (Costa Rica) custam R$234,61 e R$ 240,84, nessa ordem, as opções baratas no continente – até 42% mais em conta do que as primeiras.

O Rio de Janeiro aparece com uma das cidades mais caras Foto: Christian Knepper

 

Costa Rica aparece como o destino mais barato Foto: Divulgação
Costa Rica aparece como o destino mais barato Foto: Divulgação

Denominada de TripIndex América Latina, a pesquisa é baseada no preço médio de uma diária em um hotel três estrelas, taxi (ida e volta de três quilômetros cada), uma garrafa de cerveja nacional, uma água e uma refeição típica do local (prato principal). Os valores indicados são referentes ao período de novembro de 2013. Confira os resultados:

DESTINO

PAÍS

HOTEL

TAXI

REFEIÇÃO

CERVEJA

ÁGUA

TOTAL

Caracas Venezuela R$   485,72  R$     16,38  R$     42,00  R$        8,00  R$        2,66  R$   554,76
Rio de Janeiro Brasil R$   464,60  R$     17,56  R$     26,23  R$        5,83  R$        3,53  R$   517,75
Bogotá Colômbia R$   255,55  R$     12,97  R$     30,35  R$     10,66  R$        6,91  R$   316,44
Cidade do Panamá Panamá R$   243,53  R$     18,57  R$     36,38  R$        7,60  R$        4,66  R$   310,74
Santo Domingo República Dominicana R$   251,37  R$     10,27  R$     31,16  R$        8,46  R$        3,74  R$   305,00
Buenos Aires Argentina R$   222,77  R$        8,54  R$     50,04  R$        8,45  R$        6,00  R$   295,80
Santiago Chile R$   248,70  R$     10,80  R$     23,88  R$        5,39  R$        3,78  R$   292,55
Montevidéu Uruguai R$   220,09  R$     16,38  R$     35,50  R$     12,00  R$        6,00  R$   289,97
Tegucigalpa Honduras R$   238,02  R$     14,94  R$     20,45  R$        3,56  R$        2,35  R$   279,32
San Salvador El Salvador R$   226,27  R$        8,74  R$     28,16  R$        8,91  R$        4,35  R$   276,43
Manágua Nicarágua R$   222,38  R$     16,73  R$     26,01  R$        4,38  R$        2,41  R$   271,91
Lima Peru R$   211,01  R$     17,48  R$     30,13  R$        8,20  R$        3,94  R$   270,76
Cidade do México México R$   217,32  R$        9,59  R$     24,36  R$        7,08  R$        5,60  R$   263,95
Cidade da Guatemala Guatemala R$   228,08  R$        8,74  R$     17,65  R$        4,38  R$        2,08  R$   260,93
Assunção Paraguai R$   204,53  R$        5,97  R$     38,66  R$        7,00  R$        4,33  R$   260,49
Quito Equador R$   208,91  R$        4,94  R$     23,08  R$        7,66  R$        5,00  R$   249,59
San José Costa Rica R$   191,16  R$     19,40  R$     20,83  R$        6,25  R$        3,20  R$   240,84
La Paz, Bolívia Bolívia R$   181,07  R$        4,71  R$     36,85  R$        8,58  R$        3,40  R$   234,61

15:40 · 02.07.2012 / atualizado às 15:50 · 02.07.2012 por

 

Julho começou e está aberta oficialmente a temporada de férias. Mas uma coisa que observo é que muita gente deixa de aporveitar o período por fata de planejamento.

Assim como o blog e a coluna na Revista Siará, também assino uma coluna sobre finanças pessoais, a Seu Real, publicada às sextas-feiras no caderno de Negócios do Diário do Nordeste.E este foi exatamente o tema que abordei na última edição.

O fato é que A maior parte das pessoas tem o hábito de curtir as férias de meio e de fim de ano, mas não tem o costume de poupar para que possa aproveitar com tranquilidade esse descanso. Afinal, todos devem se lembrar de que durante esse período, além das despesas adicionais com passeios e viagens, os gatos fixos permanecem. Sem uma reserva financeira, o dinheiro recebido deverá, então, ser suficiente para arcar com as duas coisas. O que fazer? Sair ou não sair de férias? Assim, vale conferir as dicas do educador financeiro Reinaldo Domingos, autor do livro Livre-se das Dívidas. Para ele, é necessário sempre planejar os compromissos e saber o que fará nas próximas férias com uma antecedência de pelo menos de seis a 18 meses, dependendo da viagem e dos gastos.

Anote aí:

O roteiro deve ser compatível com a renda

Conforme o especialista, é fundamental que você procure programas e destinos turísticos de acordo com a sua renda, optando por um roteiro dentro dessa realidade. Isso, é claro, deve ser definido junto com a família, explicando os motivos das limitações dos gastos.

Pesquisar é fundamental

Uma vez definidas as preferências de lugares, é a hora de pesquisar na internet e depois buscar nas operadoras de viagens os melhores pacotes e vantagens.

Milhas podem reduzir as despesas

Lembre-se de consultar se você tem milhas em seu cartão de crédito ou acumuladas nos programas de relacionamento com as companhias aéreas. Isso pode ajudar a diminuir sensivelmente o custo das passagens.

Uso de cartões

Outro grande problema são os riscos na utilização de cartões de débito e crédito. Muitas vezes, ao utilizar o cartão de débito, não se tem saldo em conta corrente e, neste caso, estará utilizando o limite do cheque especial. Cuidado com o “gasto agora, depois dou um jeito”. O uso descontrolado terá como efeito o endividamento com juros altos. Fora do Brasil, tem-se ainda 6,38% de IOF sobre as compras a crédito.

Previna-se

Qualquer que seja a viagem, do total do valor previsto, Domingos recomenda que você deva levar uma reserva de 30% a 50% a mais. Isto porque, imprevistos e surpresas como passeios de última hora, presentes e lembranças, geralmente acontecem. Caso tenha encomendas para trazer, procure sempre receber o dinheiro antes de quem encomendou.

E mais:

Se for viajar de carro, faça uma revisão do mesmo, verifique documentação e seguro. Somente dirija se estiver em boas condições físicas;

Atenção para pacotes econômicos com pagamento antecipados. O grande cuidado é pesquisar a operadora de viagem para saber de sua saúde financeira, consultar os órgãos de consumidores para atentar-se quanto a reclamações sobre a mesma;

Caso vá viajar para fora do País é fundamental que, por segurança, se adquira moeda estrangeira, sendo 80% em um cartão pré-pago e 20% em dinheiro em espécie. Caso tenha vários familiares, faça com que todos tenham seus cartões com os limites já pré-estabelecidos e combine que este é o valor de sua cota, oriente quanto dá para cada dia, assim se for criança ou jovem saberão de seus limites;

Leve no máximo dois cartões de créditos, com vencimentos próximos e posteriores a data da viagem. Lembre-se de informar a operadora de cartões para que saiba que estará fora do país durante o período.

16:02 · 23.12.2011 / atualizado às 16:02 · 23.12.2011 por

Facilidades não param de aparecer para quem quer viajar. Se o seu problema é a falta imediata de grana para por o pé na estrada, pode tratar de ir deixando essa desculpa de lado. Ainda mais se você é fã do parcelamento.

Com o brasileiro viajando cada vez mais, o turismo é a bola da vez para os cartões de crédito. Só nesta semana, dois bancos públicos lançaram novas linhas para o dinheiro de plástico, a fim de atender o crescente aquecimento do setor.

Cartões apostam no turismo de olho na demanda aquecida no Brasil

O Banco do Brasil (BB) é um deles. Na última quarta, a instituição colocou no mercado o “Ourocard Crediário Turismo”, destinado aos correntistas do BB, permitindo o financiamento de pacotes ou outros produtos e serviços relacionados ao mercado de viagens.

A contratação dessa linha se dá por meio dos cartões Ourocard, possibilitando ao cliente negociar a compra à vista e efetuar o pagamento em até 60 meses, com taxas de juros que variam entre 3,39% a 4,08% ao mês. O limite é de até R$ 50 mil e carência de até 180 dias para pagar a primeira parcela.

Outro banco que também aposta em produtos para o consumidor de turismo é a Caixa. Com o “Cartão Turismo Caixa” é possível financiar em até 24 meses as despesas realizadas em estabelecimento como hotéis, pousadas, companhias aéreas, restaurantes, agências de viagens, locadoras de automóveis e parques temáticos.

11:30 · 09.06.2011 / atualizado às 14:33 · 09.06.2011 por

Dinheiro vivo, cartões de crédito, cartões pré-pagos ou até mesmo os antigos cheques de viagem, os chamados “traveller checks”, são as formas comumente utilizadas nos dias atuais para levar dinheiro em viagens internacionais e arcar com as despesas lá fora.

Carregar a grana toda na bolsa, ou na carteira, pode não ser a melhor alternativa por motivos óbvios de segurança. Assim, o que observo é que muita gente opta por concentrar a maior parte dos gastos no cartão de crédito.

Vantagens

Além da segurança e da comodidade, uma vantagem do plástico é que, para converter a fatura de dólares para reais, as administradoras utilizam a cotação da moeda norte-americana muito próxima à do dólar comercial, que é bem inferior à do turismo, aquele que é usado quando você compra papel-moeda e cheques de viagem ou carrega os cartões pré-pagos internacionais, tornando a despesa um pouco mais em conta.

Sem levar em consideração que os programas de recompensa dos cartões de crédito transformam esses gastos em pontos que depois podem ser trocados, inclusive, por passagens aéreas.

Desvantagens

A desvantagem, é que você nunca sabe exatamente quanto vai pagar em reais, porque o valor do dólar pode estar maior no dia do fechamento da fatura e até mesmo na data do seu pagamento. O mesmo não ocorre com o papel-moeda ou com o cartão pré-pago, cuja conversão já foi feita na hora da aquisição e ponto final.

Imposto está maior

Vantagens à parte, o que deixou muita gente triste é que desde abril deste ano, para conter a quantidade de dólares em circulação no País e fazer com que o câmbio suba frente à nossa moeda, o governo federal aprovou uma medida que eleva o imposto cobrado para compras internacionais no cartão de crédito de 2,38% para 6,38%.

Mas não se engane o Imposto sobre Operações Financeiras, o IOF, é aplicado em qualquer transação em moeda internacional. E mesmo no cartão ele já era maior. Na aquisição de papel-moeda e no carregamento de cartões pré-pagos a taxa era de apenas 0,38%, e assim permanece.

Porém mesmo com uma alíquota superior, usar o cartão ainda assim saia mais em conta, porque, quando se aplicava o IOF, o valor do dólar utilizado na conversão não chegava a se equiparar à cotação do dólar turismo, como já dito, usado nas outras modalidades.

Na prática, o que mudou?

Com o imposto maior para as compras internacionais no cartão, o que acabou acontecendo foi que o câmbio cobrado pelas administradoras ficou muito próximo, ou até mesmo igual, ao valor do dólar turismo. Para que você entenda melhor, vamos fazer às contas.

Tomando como referência a cotação média praticada, hoje pela manhã, pelas casas de câmbio em Fortaleza, um dólar em papel moeda estava valendo R$ 1,711. Quando se aplica o IOF (0,38%), passaria a custar R$ 1,717. Para carregar um cartão pré-pago o valor chegava a ser um pouco menor, R$ 1,701 para cada dólar adquirido, que com o imposto em cima subiria para R$ 1,707.

Já se fosse pagar suas despesas no cartão de crédito, cada dólar seria convertido, em média, para R$ 1,59. Se a alíquota do IOF ainda fosse de 2,38%, um dólar resultaria em aproximadamente R$ 1,63. Porém, com ela mais alta, essa despesa aumentaria para quase R$ 1,70, ficando assim quase equiparada ao dólar turismo. Lembrando que até o fechamento da fatura o câmbio pode variar para mais ou para menos, assim como deste até o dia do pagamento.

Quando o gasto no cartão é em euro, vale ressaltar que, primeiro, a conversão acontece deste para o dólar e só depois para o real, observando as mesmas regras explicadas anteriormente.

Com a mudança, fica a pergunta: o que é mais vantajoso então? Pagar as despesas em dinheiro, com o cartão de crédito ou com um cartão pré-pago? Em um próximo post explico a diferença entre cada um desses meios de pagamento e dou dicas de como utilizar. Até lá!

10:29 · 20.05.2011 / atualizado às 10:29 · 20.05.2011 por

Quando decidi levar adiante a ideia de assinar um blog sobre viagens o meu propósito não era apenas descrever destinos, dar dicas do que ver, do que fazer e tudo o mais relacionado a cada lugar. Isso você encontra não só aqui, mas em guias, revistas, catálogos e também em muitas outras páginas similares na internet dedicadas ao tema.

Tudo bem que procuro direcionar o seu olhar para mais além. Afinal, está é diferença entre o viajante e o simples turista: a percepção de cada local, a forma como a gente se relaciona e exerce os nossos sentidos diante das experiências. Isso é o que dá vida a cada cidade, a cada país.

Porém, mais do que isso, um dos objetivos aqui é mostrar que, ao invés de apenas sonhar, você pode, sim, concretizar o sonho de viajar e a chave para tal chama-se planejamento e antecipação. E o quanto antes você puser a “mão na massa”, maior a chance dele acontecer, e, o mais importante, a um valor bem mais acessível do que você imagina.

Quanto mais cedo você se decidir mais barato vai ficar

Ontem mesmo não me admirei ao saber que já tem gente comprando passagem para o carnaval do ano que vem! Precipitado? Veja bem, eu diria que não. Acertado, seria a palavra mais correta!

Isto porque, quanto mais cedo você decidir, mais barato vai ficar! Uma viagem econômica já começa na compra da passagem aérea, um dos custos que mais pesa nessa conta. Pasme, a economia pode chegar a pelo menos uns 35% só neste quesito.

Para você ter uma ideia, no ano passado, quando decidi passar as férias no leste europeu comprei as passagens em abril, seis meses antes da viagem. O trajeto Fortaleza/Lisboa/Budapeste e Munique/Lisboa/Fortaleza, pela TAP, custou R$ 1.900, já com as taxas. Se tivesse deixado para comprar um mês depois o preço havia subido para uns R$ 2.500. Ou seja, uma diferença de mais de 30%!

Comprar passagem aérea com antecedência pode garantir economia de até 35% no valor

A mesma antecedência vale para a decisão de onde se hospedar, pois você vai ter mais opções de escolha e de preços, o que não aconteceria se a reserva fosse feita de última hora. A esta altura os melhores e mais baratos estabelecimentos já estariam todos lotados! Sem contar que com uma boa pesquisa, você consegue se aproximar mais do desejável “BBB”, ou seja, Bom, Bonito e Barato. Com tempo, é possível encontrar verdadeiros “achados”!

O planejamento antecipado traz ainda outra vantagem para quem está decidido a colocar o pé na estrada: juntar a grana suficiente para se manter por lá, voltando das férias sem dívidas, mesmo que concentre a maior parte das despesas no cartão. Com o dinheiro em mãos, se não quiser levar em espécie ou por meio de outra forma de pagamento, você pode aplicá-lo para pagar a fatura quando esta chegar.

O planejamento permite também garantir o dinheiro para levar e uma viagem sem dívidas ao voltar

E acredite, até mesmo uma circulada em meio à alta temporada (julho a agosto e dezembro a fevereiro), por exemplo, pode sair com o preço mais próximo de uma viagem de baixa temporada. Só depende de você!

17:25 · 07.05.2011 / atualizado às 17:26 · 07.05.2011 por

Alimentação é um dos grandes vilões do orçamento de qualquer pessoa. Basta calcular quanto você gasta todos os meses com comida, ou, para facilitar a conta, numa simples “saidinha” com os amigos.

Quem resiste a uma bela pizza, heim?!

Em se tratando de viagens não vai ser diferente. Ainda mais pagando em dólares ou em euros, moedas mais valorizadas frente o real, se o destino escolhido for para fora do País.

De fato, quando decidimos viajar, os custos com passagens aéreas e hospedagem são conhecidos de antemão. Às vezes, determinados deslocamentos também, já que é possível adquirir um passe de trem para circular entre as cidades mais próximas, o que é bem comum no continente europeu. Ou seja, você já sai daqui com ele comprado e é uma despesa a menos por lá.

Porém, quando o assunto é comida, a conversa muda de figura, pois esse tipo de gasto é o que se chama “flutuante”, ou seja, pode, e com certeza, vai variar. Até porque não dá para definir o cardápio antes de viajar. E quer um conselho? Você está planejando as tão esperadas férias (Oba!), então já é hora de relaxar e aproveitar.

Assim, uma vez estipulada a quantia que você vai dispor para levar, só resta uma coisa a fazer: acomodar as despesas com alimentação nessa conta. E acredite, existem algumas regrinhas básicas, que eu sempre procuro utilizar, que vão ajudar você não chegar aos últimos dias de viagem com menos dinheiro que o esperado ou, ao voltar para casa, se deparar com uma conta de cartão de crédito na estratosfera.

E aqui pra nós, fazer dieta para economizar não está com nada! Além de você correr o risco de adoecer, pois fome enfraquece, você também vai perder a chance de conhecer os lugares por outra de suas riquezas culturais: a gastronomia. E outra: deixe para perder os “quilinhos” extras nas caminhadas que você vai fazer, percorrendo as cidades que visitar!

Assim, pra começar bem o dia, capriche no café da manhã, normalmente já incluso nas diárias dos hotéis e albergues. Então aproveite! “Ah, mais eu não gosto de comer logo quando eu acordo”, alguns podem dizer. Bobagem! Coma, porque é indispensável para ter disposição e ainda porque vai assegurar que você não sinta fome tão cedo.

Café da manhã: já incluso na diária. Então vamos aproveitar!

Daí pra frente, a ideia é balancear as refeições com lanches rápidos ou encarar um restaurante, que apesar de ser a opção mais cara, mesmo para eles também existem formas de gastar menos do que o normal.

Comprando em mercados e supermercados

A regra número um, e a opção menos usada por quem viaja, é usar e abusar dos mercados e supermercados. Baguetes, queijos, presuntos, salames, frutas, biscoitos, sucos, chocolates e muitas outras delícias são geniais na hora da fome, ainda mais se forem degustadas em um piquenique em um belo parque europeu (lembra do “post” sobre Londres?), na tranqüilidade de uma praça ou até mesmo nos trens (enquanto você se desloca), no quarto de hotel ou ainda nos espaços de convivência dos albergues. Os preços são muito mais em conta e também é uma boa pra conhecer os hábitos locais.

Mercados e supermercados oferecem opções a preços mais em conta e você ainda conhece os hábitos locais
Também é possível comprar comida pronta e descongelar em um microondas. Albergues, e às vezes hotéis, disponibilizam

Só para dar um, entre tantos outros exemplos, foi o que fiz em uma das minhas idas a Paris, quando decidi conhecer o Palácio de Versailles. Por ser um lugar muito visitado eu sabia, de antemão, que as coisas não seriam nada baratas. Então, na véspera, fui ao supermercado na esquina do albergue onde eu estava e comprei maças, um sanduíche pronto, suco de laranja em garrafa e água (guardei tudo identificado na geladeira do albergue, pois eles permitem). No outro dia bem cedo, coloquei as compras na mochila, garantindo assim o que seria o meu almoço. Com isso desembolsei em torno de três euros (hoje, menos de R$ 8). Se eu deixasse para consumir isso em um bar ou restaurante pagaria três vezes mais.

Compras do supermercado na mochila garantiu almoço econômico em visita ao Palácio de Versailles

Outro caso é do Antonio Morais, um amigo que também é apaixonado por viagens. Quando ele estava no ano passado em Roma, com a família, ele conta que uma latinha de refrigerante chegava a custar seis euros (um ano antes, era cinco, ou seja, não estava muito longe disso), enquanto que nos supermercados uma garrafa pet saia por 1,5 euros.

Ele também fala que geralmente compra pães pra fazer sanduíches e leva na mochila para comer ao longo do dia. “Sempre compro em supermercados. Também verifico se onde vou ficar hospedado tem frigobar e microondas, para ajudar a manter ou esquentar algo. Pagar um pouco mais por isso faz a diferença para economizar com alimentação”, destaca.

Antônio Morais: compra pães pra fazer sanduíches e leva na mochila para comer ao longo do dia

Restaurantes: peça dicas aos locais

Se optar por eles, peça dicas a quem vive no lugar. Mas não pergunte pelos restaurantes que os turistas vão, peça pelos lugares que os locais gostam de comer. Evite concierges e taxistas, porque sempre vão te mandar para aqueles que muitas vezes pagam para eles darem as dicas. Normalmente você vai descobrir lugares muito mais em conta que os tradicionais restaurantes turísticos e com uma comidinha muito mais saborosa.

Em Madrid, caminhando pela lateral do Palácio Real, em frente aos Jardins de sabatini (fica logo atrás), me deparei com um pequeno estabelecimento de mesmo nome, onde por uma entrada, prato principal, vinho da casa e sobremesa eu paguei apenas 8,5 euros (em torno de R$ 20).

É o chamado “menu do dia” ou “turístico”. Às vezes, a oferta inclui uma tipicidade gastronômica do país. Então vale a pena! Anote isso, pois essa regra vale para onde você for.

Menu turístico em Budapeste, na Hungria: goulash especialidade do país, como entrada
Frango com arroz e salada como prato principal
Crepe de chocolate como sobremesa

Quiosques: pratos típicos a preços módicos

Há uma profusão de opções a considerar. Onde quer que você vá, sempre vai encontrar um, com algo típico do lugar. Croissants, crepes, baguetes e “Croque-Monsieur”, em Paris; Salsichas diversas, pães, mostarda e cerveja na Áustria ou Alemanha, e por aí vai… Quanto custa? Menos do que você imagina. Entre dois e cinco euros (de R$ 5 a R$ 12) vai ser o que, em média, você vai tirar da carteira.

Degustando salcinhas (wurst), pães e cerveja pelas ruas de Viena, na Áustria

Fazendo a própria comida

Muitos albergues dispõem de cozinha para os hóspedes, onde você pode levar o que comprou em mercados ou supermercados, como já mencionado, e preparar a sua própria comida, o que se traduz em uma excelente economia. Ah, e também é a chance de socializar com outros hóspedes e juntar uma galera pra sair. Bacana, né?

Em Buenos Aires, todas as noites, a gente juntava três ou quatro pessoas hospedadas no albergue e dividia as compras no supermercado da esquina para preparar o jantar. Olha só, na foto a seguir, o naipe do que a gente comia.

Jantar preparado no albergue em Buenos Aires (Argentina): noque ao molho de tomate e ervas, acompanhado de pães e vinho tinto

Enfim, combine as opções entre refeições menores ou mais baratas e permita-se comer também em um bom restaurante. Dessa forma, seu orçamento não vai furar e ainda pode sobrar um dinheirinho extra para compras ao fim da viagem. Quem não gosta não é?

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