Andarilho

Categoria: Seguro Saúde


08:00 · 10.01.2012 / atualizado às 23:48 · 09.01.2012 por

Passagens compradas, hotéis reservados, malas arrumadas… Se você acha que já está tudo certo para poder embarcar rumo as tão merecidas férias seria bom atentar para mais um detalhe: antes de viajar é importante que alguns cuidados sejam adotados, especialmente com relação à sua saúde.

A atualização das vacinas e até mesmo a realização de exames médicos são recomendações do Ministério da Saúde, sobretudo, se o seu destino for ao exterior.

A boa notícia é que, para ajudar a quem pretende viajar, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável pela proteção da saúde do viajante em trânsito pelas áreas portuárias, aeroportuárias e de fronteiras no nosso País, lançou o Guia de Bolso da Saúde do Viajante. Nesta cartilha, estão disponibilizadas as informações necessárias para que a pessoa proteja a sua saúde e se adeque às exigências sanitárias internacionais.

Outra boa notícia é que, caso você precise, a rede pública do SUS disponibiliza, gratuitamente, vacinas em quatro calendários distintos: da criança; do idoso; do adolescente e do adulto; e ainda dos povos indígenas. Para saber mais, consulte os períodos no portal do Ministério da Saúde.

Febre Amarela

Em meio às exigências internacionais, a vacina contra febre amarela é a principal, pois como medida de controle da doença, alguns países exigem dos viajantes o “Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia” para o ingresso em seu território.

Confira a lista dos países que pedem a confirmação da vacina (“country list”). Infelizmente, o texto está em inglês.

Esta vacina deve ser administrada, pelo menos, dez dias antes da viagem e está disponível nos postos de vacinação. Não se esqueça de levar o Cartão Nacional de Vacinação, onde ela será registrada.

Para a emissão do “Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia” (CIVP), você deverá procurar os Centros de Orientação ao Viajante da Anvisa, levando o seu Cartão Nacional de Vacinação e um documento de identificação oficial com foto. Lembre-se que o certificado internacional só será válido para ingresso no país estrangeiro após 10 dias, a contar da data da vacinação.

A Anvisa alerta ainda para o fato de que outras vacinas podem ser recomendadas, como medida preventiva ao viajante que se desloca para áreas de risco. Nos Centros de Orientação ao Viajante é possível conferir se existe essa indicação ao destino da sua viagem. Como as vacinas, geralmente, têm um período, que varia entre 10 dias e seis semanas até atingir a proteção esperada, devem ser aplicadas com a devida antecedência à viagem.

Avaliação médica

Com relação a outros problemas de saúde, é importante consultar um médico para uma avaliação, principalmente no caso de pessoas que tenham doença pré-existente. Evite viajar na vigência de qualquer doença infecciosa aguda.

Medicação
Se precisar fazer uso de medicamentos sob prescrição médica, obtenha a receita e adquira os medicamentos na quantidade suficiente para toda a viagem.

Nem sempre é possível comprar remédios em outros países sem prescrição médica local ou levar medicamentos na bagagem, sem as respectivas receitas médicas.

Seguro saúde
Procure fazer o seguro saúde, embora alguns países mantenham acordos internacionais recíprocos com o Brasil, que permitem o atendimento de cidadãos brasileiros pelas redes públicas de saúde.

Se houver qualquer alteração no seu estado de saúde dentro da aeronave, navio ou transporte terrestre comunique o fato à equipe de bordo, que tomará as devidas providências e alertará os serviços de controle sanitário nos pontos de entrada.

Outras informações, consulte o Guia da Anvisa e boa viagem!

Leia mais sobre o assunto:

Turista brasileiro tem direito a assistência médica lá fora. Você sabia?

Para uma viagem mais tranquila: mais do que crédito, cartões também podem garantir proteção extra para quem viaja, inclusive achar sua mala!

Vai viajar para o exterior? Saiba que documentos você precisa

10:21 · 09.05.2011 / atualizado às 11:37 · 09.05.2011 por

Você já se imaginou chegando a um lugar que nunca esteve antes, onde não falam a sua língua e, após horas, dentro de um avião, exausto, louco pra ir para o hotel descansar, dar-se conta de que sua mala foi extraviada?

Nada mais desagradável do que, ao chegar ao destino, descobrir que a mala foi extraviada

Desespero? Sim! Foi exatamente o apuro que passei, quando saí pela primeira vez do Brasil. Ao desembarcar e correr para pegar a mala na esteira do Aeroporto Internacional de Bruxelas, na Bélgica, ela não estava lá.

A primeira atitude a tomar é procurar a companhia aérea ou o setor de reclamações de bagagem no aeroporto

Calma! A única coisa a fazer é procurar o setor de reclamações da companhia aérea ou o órgão do aeroporto responsável por objetos extraviados. Resolve? No meu caso resolveu. Porém, o que pouca gente sabe é que se pode contar com uma “ajudinha” extra nessas horas, para agilizar o processo? Como? O seu cartão de crédito!

Sabendo dos benefícios, não pensei duas vezes! Acionei gratuitamente o serviço. Ao chegar ao hotel, passei os detalhes do ocorrido, e um fax, conforme orientado pelo atendente, do protocolo de atendimento (obtido no aeroporto) sobre o extravio da bagagem. Fui informado que eles iriam rastrear a mala e caso eu não a recebesse no hotel, em até seis horas, eu teria um crédito de US$ 500, no cartão, para compra de roupas e higiene pessoal. Maravilha, não?

Já inclusas no valor da anuidade, cartões internacionais oferecem coberturas e assistência para quem vai viajar

Resultado? Em menos de quatro horas eu já estava com todos os meus pertences em mãos. Ufa!

O serviço pode ser acionando com uma ligação telefônica a cobrar para o Brasil

Na verdade, o valor dessa cobertura varia de um cartão para outro, mas pode segurar o titular e, em alguns casos, seus dependentes, em caso de emergência médica, perda de bagagem entre outros imprevistos.

Por isso, antes de sair do País consulte o manual do portador do cartão. Lá constam os serviços e assistências oferecidos por ele e as condições para utilizá-los. Além disso, o banco emissor pode dar todas as informações necessárias sobre as coberturas oferecidas. Basta ligar para a central de atendimento, cujo número vem impresso no verso do cartão.

Além dos tipos de cobertura já citados (saúde e bagagem), eles também podem oferecer, por exemplo:

 Assistência antes da viagem, com informações sobre taxas de câmbio, requerimentos de visto, localização de caixas automáticos, medidas sanitárias e vacinas necessárias;

 Assistência odontológica ao portador e aos seus familiares;

 Despesas farmacêuticas;

 Internação no hospital mais próximo;

 Traslados a uma unidade de saúde;

 Repatriamento médico-hospitalar;

 Diárias de hotel em caso de convalescença;

 Passagem de ida e volta para um familiar;

 Assistência legal de emergência;

 Substituição urgente de passagem;

 Serviço de mensagem de emergência.

 Seguro de aluguel de automóveis (em alguns países), com a cobertura de custos de reparos ou a substituição de um veículo alugado que tenha sofrido danos ou tenha sido roubado enquanto se encontrava sob a responsabilidade do portador do cartão.

Como ter direito aos benefícios

Geralmente, no caso de viagem, para ter direito às proteções relativas ao tipo de cartão, é necessário que a passagem seja comprada com ele.

Além disso, é importante verificar o período de validade da cobertura (quanto tempo pode viajar sem preocupações), os locais cobertos, valores e atitudes que excluem o turista do direito ao benefício.

Uma segurança e tanto para curtir as férias com mais tranquilidade, não acha? Fica dica!

09:57 · 06.05.2011 / atualizado às 17:36 · 07.05.2011 por

Na hora de planejar uma viagem internacional, como relatei no “post” sobre documentação, além de alguns países poderem exigir um seguro saúde para autorizar a entrada, imprevistos acontecem e ninguém quer ser pego de surpresa por alguma enfermidade ou por se acidentar durante as férias.

Até porque, uma simples dor de dente ou uma perna quebrada pode acabar doendo mesmo é no seu bolso. Dependendo do lugar, o tratamento pode lhe custar mais caro que as passagens aéreas, ou, quem sabe, até mais! Então, pra que arriscar, não é?

Andei pesquisando preços em duas grandes seguradoras de assistência médica internacional para cobertura durante uma viagem de 15 dias, considerando uma pessoa de até 70 anos de idade. O que percebi é que os valores podem variar de US$ 82 (R$ 140) a US$ 212 (R$ 360), dependendo do tipo do serviço contratado.

Porém, olha que notícia boa eu recebi: Segurados da Previdência Social têm direito a atendimento médico gratuito em países com os quais o Brasil mantém acordo, bastando para isso ter em mãos um Certificado de Assistência Médica (CDAM), emitido pelo Ministério da Saúde.

Depois de ler o que publiquei, o Daniel Carvalho me escreveu dando a dica. Achei super importante e resolvi dividir com você. Legal, não? Ele mesmo já fez. Olha só o que ele disse: “eu, por exemplo, sempre que viajo levo um CDAM e apresento no lugar de pagar um seguro saúde”.

Países conveniados

Por enquanto, os países conveniados são Argentina, Cabo Verde, Chile, Espanha, Grécia, Itália, Luxemburgo, Portugal e Uruguai. Não são muitos, concordo, mas já alguma coisa e ajuda a economizar.

Criado ainda na década de 1970, esse certificado oferece assistência médica, farmacêutica, odontológica, ambulatorial e hospitalar na rede pública como se você fora um cidadão de um desses países.

Quem tem direito

Segurados, aposentados, pensionistas e quem recolhe o INSS podem ter acesso ao CDAM

O benefício é concedido a trabalhadores celetistas, empregadores, autônomos, domésticos, avulsos, temporários, aposentados, pensionistas e dependentes menores de 21 anos e cônjuges destes segurados.

Documentação necessária

Para dar entrada no CDAM, vai ser preciso apresentar alguns documentos:

No caso de empregado com carteira de trabalho assinada: uma cópia CPF, outra do passaporte e uma cópia da carteira de trabalho, com a da data de filiação ao Regime Geral de Previdência Social.

Já para os dependentes: cópia do passaporte; cópia da certidão de casamento, se este for o cônjuge; e cópia da certidão de nascimento dos filhos menores de 21 anos.

Os mesmos documentos valendo para autônomo que recolhe o INSS e para empregado doméstico, enquanto contribuinte individual.

Para o empregador, devem ser adicionadas à documentação pedida para os demais, a cópia do contrato social da empresa e uma cópia da última Guia de Recolhimento da Previdência Social (GRPS). Para seus dependentes, a mesma documentação já citada.

Se você for um aposentado ou pensionista do INSS, deve levar uma cópia do CPF, o número do benefício, e uma cópia do passaporte. No caso dos dependentes, a documentação é a mesma já especificada para os demais segurados.

Todas as cópias devem ser apresentadas com autenticação em cartório. Se preferir, pode apresentar os originais para que as cópias sejam autenticadas pelo órgão emissor do CDAM.

O certificado é válido no máximo por um ano, a partir da data de assinatura, e de acordo com o tempo de contribuição. Outra coisa: não há qualquer custo para sua emissão.

Para saber onde solicitar o CDAM em outros estados brasileiros clique aqui.

É bom pedir orientação

Quando for emitir o documento é bom você obter todas as informações necessárias de como utilizar o CDAM no país em que for visitar, para não passar aperto por lá. Andei lendo relatos na internet e descobri que no caso da Itália, para ter acesso à assistência médica, é necessário cadastrar o documento no Serviço Sanitário Nacional italiano (Aziende Sanitarie Locali).

Daniel, valeu pela dica!

10:06 · 05.05.2011 / atualizado às 10:02 · 06.05.2011 por

A cada ano, mais e mais brasileiros deixam o País rumo ao exterior. Muitos pela primeira vez. E esse pode ser o seu caso agora! Porém, na hora de pensar em sair do Brasil, além de cotar preços e decidir a melhor forma de você custear a sua viagem, é necessário se informar, também, sobre as leis que regem o destino escolhido e avaliar quais comprovações e documentos são exigidos para brasileiros na entrada do país que pretende visitar.

Afinal, nada como uma viagem tranqüila! E quer um conselho? Não deixe para a última hora. Em alguns casos, o processo pode levar tempo. E acredito que tudo o que você não quer, no momento, é adiar as sua férias, não é mesmo?

Assim, antes de realizar qualquer viagem uma série de documentos precisa ser checada. Para lhe ajudar nessa tarefa, relacionei as principais providências a serem tomadas para garantir o sucesso da sua viagem.

Passaporte

Ele é básico! Então, a primeira coisa a fazer é tirar o passaporte, pois é a sua identificação lá fora. Se você já tem, verifique a validade, pois, diferentemente de documentos como o RG, este tem uma data para expirar e é sempre bom verificar se este prazo está próximo. Isto porque alguns países limitam a entrada de estrangeiros com passaportes com menos de seis meses de validade.

Esta é sua identificação no exterior

Assim, quem estiver nessa situação deve procurar o mais rápido possível a Polícia Federal (PF) para emitir um novo documento. E quem ainda não o possui deve se informar dos procedimentos necessários para a emissão, pois é preciso solicitar o documento via internet, pagar a taxa e, em alguns casos, agendar o atendimento em uma unidade da PF em seu estado. Aqui no Ceará é! E para você ter uma ideia, na unidade local o agendamento só está sendo possível com pelo menos dois meses à frente, dada a grande procura. Portanto, corra! Atualmente, o custo do passaporte é de R$ 156,07. Para mais detalhes e solicitar o passaporte clique aqui.

Vale lembrar que alguns países da América do Sul, como Argentina, Paraguai e Uruguai, não exigem o passaporte dos brasileiros: basta apresentar a carteira de identidade, mas esta deve estar em bom estado de conservação e com foto nítida. É importante salientar, neste caso, que outros documentos como carteira de motorista, carteira de trabalho, profissionais e afins não são aceitos na imigração.

Vistos

Outra coisa importantíssima a fazer é procurar saber se há necessidade de visto, ou seja, uma autorização de entrada para o país, ou países, que você escolheu visitar. Existem diversos tipos de visto. Por isso, se o destino exigir a permissão, primeiro tenha em mente exatamente qual o objetivo da sua viagem, pois existem autorizações diferenciadas, a custos também distintos.

Dependendo do objetivo da viagem, xeistem diferentes tipos de vistos a requisitar

Os vistos mais comuns concedidos são:

Trânsito: que permite que o passageiro transite em determinado país entre a origem e o destino. Muito comum para escalas nos Estados Unidos.

Turismo: como o próprio nome já diz, é quando o objetivo da viagem é o lazer;

Negócios: para quem for trabalhar no exterior;

Estudante: para quem for estudar fora.

Em caso de uma viagem a turismo, que é o mais comum, para o viajante brasileiro a maioria dos países não exige essa autorização. Contudo, impõem um limite de tempo de permanência em seu território.

Hoje, mais de 130 nações dispensam esse visto para brasileiros. Para saber mais, o site da PF, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), traz uma lista completa com as exigências de todos os países. Mais informações clique aqui.

Em grande parte do continente europeu, por exemplo, turistas brasileiros podem entrar sem visto e permanecer por até 90 dias. A permissão é concedida na entrada. Mas é bom estar bem documentado sobre o motivo de sua viagem para evitar aborrecimentos, se eles acharem que você está indo para ficar.

Assim, para não ser pego de surpresa, antes de arrumar as malas e sair com o passaporte e passagem na mão, procure saber dessas exigências.

Outra boa fonte de informação são os sites das embaixadas e consulados.

Seguro saúde

Para os desavisados, ou menos precavidos, é preciso contratar um seguro saúde. Alguns países da Europa, que fazem parte do tratado de Schengen (Alemanha, Austria, Bélgica, Bulgária, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Romênia e Suécia), por exemplo, exigem uma apólice com cobertura mínima de 30 mil euros para permitir a entrada do turista. Esse tratado foi criado com o intuito de estabelecer um espaço comum de livre circulação de pessoas mercadorias, entre outros.

Atendimento médico lá fora pode lhe custar uma fortuna

A norma nem sempre é checada, mas, é melhor não correr o risco de ter que voltar para casa caso, bem na sua vez, os oficiais da imigração local resolvam pedir o documento.

E aqui pra nós, independente dessa exigência, por mais saudável que você esteja, contratar um seguro saúde é sempre uma boa, pois imprevistos podem acontecer, e saiba: atendimento médico lá fora pode lhe custar uma fortuna! Dessa forma, pelo custo/benefício é recomendado. Há vários disponíveis no mercado. Informe-se em uma agência de viagens. Você também pode pesquisar na internet.

Vacinas

Alguns países pedem certificado de vacinação contra febre amarela, a única vacina exigida atualmente em viagens internacionais. Ela deve ser tomada com um mínimo de dez dias antes do embarque e somente serão aceitos os certificados internacionais de vacinação.

Atualmente, alguns países exigem vacinação contra febre amarela

A vacinação de passageiros internacionais é realizada pelos postos de saúde da rede pública municipal. Os postos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em portos, aeroportos e fronteiras, que executavam este tipo de serviço, hoje funcionam apenas como Centros de Orientação de Viajantes. Para saber mais acesse o site da Anvisa.

Alguns exemplos de países que fazem a exigência são Peru, Colômbia, Venezuela, Panamá e África do Sul.

Uma vez tomada, observe se o seu cartão de vacina está completamente preenchido e sem rasuras.

Você sabia dessa?

Cartões de crédito internacional podem oferecer benefícios em viagens ao exterior

Quem tem um cartão de crédito internacional, deve se informar sobre os serviços disponíveis no exterior que podem garantir sua segurança e comodidade lá fora.

A orientação é entrar em contato com a administradora para verificar quais benefícios são oferecidos durante viagem no exterior. Para se ter uma idéia, alguns serviços incluem desde o seguro saúde, a, por exemplo, o reembolso em caso de extravio da bagagem.

Por isso, é importante se certificar sobre seus direitos, de forma a aumentar sua cobertura e, conseqüentemente, a tranqüilidade da viagem.

Outros comprovantes

Além desses documentos, para passar tranqüilo no controle de imigração do destino, o viajante deve portar a passagem aérea de ida e de volta, os comprovantes de hospedagem, e outros que comprovem o motivo da viagem ou vínculos com o país de origem.

Pretende dirigir lá fora?

Autorização para dirigir no exterior pode ser necessária

Se você pretende alugar um carro em sua viagem pelo exterior é bom ter em mente que pode ser necessário portar a carteira internacional de motorista, apesar de nossa habilitação ser normalmente aceita quando apresentada junto com o passaporte. Porém, algumas locadoras de veículos exigem o documento internacional. Portanto é recomendado tê-lo em mãos. Para mais informações procure o Departamento de Trânsito do seu estado (Detran).

Boa viagem!

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