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09:11 · 24.02.2018 / atualizado às 13:13 · 23.02.2018 por

Boletim Técnico, desenvolvido pelo CESVI/MAPFRE (Centro de Experimentação e Segurança Viária) sobre sinalização do trânsito, confira arte abaixo

13:10 · 23.02.2018 / atualizado às 13:10 · 23.02.2018 por

Picape com recursos de segurança, inovação e conectividade, a Volkswagen Amarok é agora também a mais potente, com a introdução da versão V6 Highline. A novidade, que traz o motor 3.0 V6 TDI (turbodiesel) de 225 cv, chega às concessionárias da marca em fevereiro, com preço sugerido de R$ 184.990, para complementar a oferta da picape


A Amarok V6 Highline tem configuração de carroceria cabine dupla e extensa lista de itens de série, que inclui recursos como faróis bixenônio com luzes de uso diurno de LEDs, sistema de auxílio ao estacionamento com câmera de ré, sistema de freios pós-colisão e os mais modernos recursos de infotainment do mercado. Visualmente, se diferencia das demais versões pelos logotipos na grade do radiador e na tampa traseira e pelos retrovisores pintados na cor Preto Mystic, com detalhes cromados. A Amarok V6 Highline está disponível nas cores Branco Cristal (sólida), Preto Mystic (perolizada), Prata Sírius e Cinza Indium (metálicas).
De última geração, o novo motor tem 3 litros de cilindrada e combina tecnologia de injeção direta common-rail de combustível e turbocompressor de geometria variável. Esse motor possui acionamento dos comandos por correntes, que não requerem manutenção, e circuitos separados de arrefecimento para o cabeçote e o bloco, o que permite melhor gerenciamento da temperatura de funcionamento.


Com ele, a Amarok V6 Highline torna-se a picape mais potente e de maior torque em seu segmento no mercado brasileiro. São 225 cv disponíveis na ampla faixa de 3.000 rpm a 4.500 rpm. E o torque é de 550 Nm (56,1 kgfm), entregue já a partir de apenas 1.500 rpm e mantendo-se pleno até as 2.500 rpm.
Em relação ao já eficiente motor quatro-cilindros 2.0 biturbo que equipa as versões Trendline e Highline automáticas (todas de cabine dupla), o ganho é de 25% em potência (45 cv a mais) e de 31% no torque (130 Nm, ou 13,3 kgfm)
Todo esse torque entregue a tão baixo regime de giro dá à Amarok V6 desempenho excelente em qualquer tipo de terreno. Mais do que isso: a picape tem desempenho próximo ao de modelos esportivos da Volkswagen. Sua velocidade máxima é de 190 km/h. E a picape acelera de 0 a 100 km/h em apenas 8 segundos.


Para esse desempenho de carro esporte colabora o câmbio automático de 8 marchas que equipa a Amarok V6 Highline. Trata-se de uma nova versão da transmissão utilizada atualmente nas demais versões da picape (equipadas com o motor 2.0 TDI), desenvolvida para lidar com o maior torque produzido pelo motor V6 TDI.
A picape produzida na fábrica da Volkswagen em General Pacheco, na Argentina, tem sistema de tração permanente nas quatro rodas 4MOTION e é equipada com pneus 255/60 R18, com rodas de liga leve de 18 polegadas com desenho “Manaus”. Opcionalmente o modelo pode ser equipado com pneus 255/55 R19 e rodas “Milford”.
Segurança total na Amarok V6 Highline
A segurança é total na Amarok V6 Highline. O modelo oferece o que há de mais moderno no segmento de picapes médias. Além do sistema ABS off-road, que auxilia na frenagem sobre piso solto (como terra ou cascalho), a Amarok V6 Highline é equipada com freios a disco nas quatro rodas, recurso exclusivo no segmento.
Os discos dianteiros possuem 332 mm de diâmetro, o que colabora para melhor desempenho em situações de maiores cargas. Os discos traseiros, de 300 mm de diâmetro, possuem cobertura interna para evitar o acúmulo de sujeira, especialmente em situações de fora de estrada.


A Amarok V6 Highline traz de série o sistema de freios “Post- Collision Brake” (sistema de frenagem automática pós-colisão), exclusivo na categoria. Esse sistema aciona automaticamente os freios do veículo quando ele se envolve em uma batida, para reduzir a energia cinética residual. O acionamento do sistema de frenagem pós-colisão se baseia na detecção da colisão inicial pelos sensores dos airbags.
A picape Volkswagen é equipada com vários recursos de auxílio ao motorista, como Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC), HDC (Hill Descent Control ou Controle Automático de Descida) e HSA (Hill Start Assist ou Assistente para Partida em Subida). Também traz o BAS (Sistema de Assistência à Frenagem), ASR (Controle de Tração) e EDS (Bloqueio Eletrônico do Diferencial), todos itens de série.
Também é item de série o indicador de perda de pressão dos pneus. Esse sistema (composto de 4 sensores instalados nas válvulas de enchimento dos pneus) mede diretamente a pressão de cada pneu e aciona um alerta no quadro de instrumentos se um deles tiver a pressão abaixo do valor recomendado. Resultado: maior segurança – aumentando a vida útil dos pneus – e menor consumo de combustível.


A lista de recursos de segurança da Amarok V6 Highline é incrementada pela oferta, de série, de quatro airbags (dianteiros e laterais de tórax e de cabeça para motorista e passageiro), além de sistema ISOFIX para fixação de cadeiras para criança no banco traseiro.


Os faróis são bixenônio com luz de condução diurna (DRL) em LEDs. Também há faróis de neblina com luz de conversão estática, o que garante maior segurança, ampliando a área iluminada em curvas feitas a baixa velocidade. Sempre que os faróis estiverem ligados (alto ou baixo) e a seta for acionada ou o volante for girado, o farol de neblina do lado correspondente ao que o veículo estiver virando é acionado automaticamente.

16:37 · 22.02.2018 / atualizado às 16:37 · 22.02.2018 por

Os negócios do Sistema de Consórcios movimentou R$ 101,47 Bilhões em créditos comercializados no ano de 2017, um aumento de 21% frente aos R$ 81,87 Bilhões registrados em 2016, segundo dados da ABAC – Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. Ao longo do ano, 1,21 milhão de pessoas tiveram a oportunidade de comprar veículo, imóveis ou contratar serviços por meio do Sistema de Consórcios. O volume de créditos disponibilizados em 2017 atingiu o valor de R$ 39,9 Bilhões. Ao final de 2017, o Brasil contava com 6,87 milhões de consorciados ativos.

O número de adesões atingiu o patamar de 2,48 milhões de novas cotas de consórcio, o que representa um aumento de 4,4%. Os segmentos com maior participação foram o de Veículos Leves, com cerca de 1,13 milhão de novas cotas (crescimento de 2,7%), seguido pelo de motos, com 854,6 mil novas cotas (queda de -2,4%), Imóveis, com 284,7 mil novas cotas (crescimento de 26,4%) e veículos pesados (caminhões, máquinas e implementos agrícolas etc), com 57,15 mil novas cotas (crescimento de 11,9%). Os consórcios de Serviços e de Eletroeletrônicos e outros Bens Móveis Duráveis, somaram 53,7 mil novas cotas.

 

Crescimento Contínuo

O bom desempenho em 2017 segue o histórico de crescimento do Sistema de Consórcios, que registrou um crescimento de 42,5% entre 2009 e 2016, conforme indica o levantamento Panorama do Sistema de Consórcio, divulgado pelo Banco Central. O documento apresenta uma análise das operações de consórcio em bases comparativas anuais e mostra que essa modalidade tem sido, cada vez mais utilizada pelos brasileiros como ferramenta para viabilizar a compra de bens móveis ou imóveis, como carros, motos, caminhões, tratores, casa própria, de veraneio ou imóveis comerciais, por exemplo.

Alguns dos dados apontados indicam que:

·         Entre 2009 e 2016, o sistema de consórcios registrou um crescimento de 42,5%;

·         No acumulado dos últimos sete anos, a expansão dos consórcios de automóveis foi de 198,1%. Nesse período, a participação desse ramo no sistema de consórcios passou de 23,2% para 48,5%;

·         O crescimento do segmento de bens imóveis entre 2009 e 2016 foi de 10,8%.

·         Cinco Estados (SP, MG, PR, BA e RS) respondem por mais da metade (52%) dos consorciados ativos do sistema de consórcios. São Paulo e Minas Gerais ocupam, o primeiro e segundo lugar em quantidade de consorciados ativos desde 2009;

11:55 · 22.02.2018 / atualizado às 11:55 · 22.02.2018 por

O Desafio InoveMob, realizado pelo WRI Brasil e Toyota Mobility Foundation, vai conectar participantes a gestores públicos e distribuir R$ 600 mil em prêmios para implementar as melhores soluções


Melhorar a mobilidade urbana, sobretudo o acesso a áreas de grande movimentação de pessoas, é um dos principais desafios das cidades contemporâneas. De acordo com dados do WRI Brasil, os brasileiros passam em média de dez a 15 dias ao ano presos no trânsito, o que além de causar estresse e redução da produtividade, colabora para o aumento das emissões de gases poluentes na atmosfera. Para estimular soluções inovadoras para esse problema, o WRI Brasil e a Toyota Mobility Foundation lançam hoje o Desafio InoveMob, que vai investir R$ 600 mil (US$ 200 mil) em subsídios para os melhores projetos de mobilidade urbana. A iniciativa visa selecionar soluções que promovam alternativas sustentáveis e inclusivas de deslocamento nas cidades. As inscrições ficam abertas até 9 de março, por meio do site www.desafioinovemob.org, onde também é possível acessar o edital do concurso.


Mas como inovações em mobilidade podem melhorar a conexão a áreas com intensa movimentação de pessoas? Voltado para empreendedores, pesquisadores e empresas de serviços em mobilidade, o Desafio InoveMob busca identificar soluções para o acesso aos chamados Centros de Atividades. Tratam-se de áreas ou edifícios de natureza e dimensão diversas que geram um número significativo de deslocamentos. Alguns exemplos são escolas, universidades, centros empresariais e esportivos, centros hospitalares e terminais de transporte coletivo.

Estudo ou trabalho

Até 80% dos deslocamentos nas cidades brasileiras são por motivo de estudo ou trabalho, segundo dados do WRI Brasil. Entre as características das propostas esperadas pelos organizadores estão o uso de tecnologias limpas, a promoção do compartilhamento de veículos, a contribuição para a acessibilidade de pessoas com deficiência, idosos e crianças e o fomento à equidade de gênero na mobilidade.
“É preciso proporcionar deslocamentos mais inteligentes, sustentáveis e de maior qualidade para as pessoas. As cidades que estiverem mais abertas a essa transformação serão mais competitivas e irão oferecer uma melhor qualidade de vida para seus habitantes agora e no futuro”, aponta Luis Antonio Lindau, Diretor do Programa de Cidades do WRI Brasil.
“Reconhecemos que o Brasil é um dos líderes na América Latina e está preparado para promover soluções de mobilidade inovadoras. As soluções mais robustas e duradouras são as que vêm dos inovadores que entendem as questões de mobilidade locais. Por isso, a Toyota Mobility Foundation e WRI Brasil firmaram uma parceria para criar esse desafio para inovadores em todo o Brasil”, diz Ryan Klem, diretor de Programas da Toyota Mobility Foundation.


Etapas do concurso
O Desafio terá 5 etapas, que serão realizadas ao longo de 2018. Após o fim das inscrições, o júri vai selecionar 12 projetos semifinalistas, cujos responsáveis participarão de oficinas de capacitação. Suas propostas serão então apresentadas aos gestores dos municípios que deverão declarar seu interesse em receber as iniciativas. Cada semifinalista deverá conquistar ao menos um “embaixador”, que pode ser um prefeito ou representante de uma secretaria diretamente relacionada ao projeto.
A partir daí, serão selecionados cinco finalistas para executarem o projeto-piloto. Cada um deles receberá um apoio financeiro de cerca de R$ 60 mil (US$ 20 mil) para a implementação do piloto, além de contar com mentorias de especialistas ao longo dessa etapa. Os projetos-piloto devem ser implantados entre agosto e novembro de 2018 e ficarão em operação por pelo menos oito semanas.
Em dezembro de 2018, o júri vai escolher o projeto vencedor, que receberá um apoio financeiro de cerca de R$ 300 mil (US$ 100 mil). O responsável vai trabalhar em conjunto com os organizadores do concurso para dar escala e implementar sua solução em outros centros de atividades e municípios brasileiros.
Outros concursos pelo mundo
Realizado pela primeira vez no Brasil, o Desafio é um dos vários concursos promovidos pela Toyota Mobility Foundation em todo o mundo. Atualmente, a organização também está à frente do Desafio de Mobilidade Ilimitada (Mobility Unlimited Challenge), que recebe inscrições de ideias inovadoras que busquem melhorar a mobilidade de pessoas com paralisia. A meta é ter um protótipo desenvolvido pelo vencedor até 2020. WRI Índia e Toyota Mobility Foundation realizam juntos um concurso na Índia chamado Station Access and Mobility Program (STAMP). O programa busca soluções de acesso à rede de metrô da cidade de Bangalore para incentivar o uso do transporte coletivo.


Sobre a Toyota Mobility Foundation
A Toyota Mobility Foundation (TMF) foi fundada em agosto de 2014 para estimular o desenvolvimento de uma cidade com mais mobilidade. A Fundação tem o objetivo de apoiar sistemas de mobilidade robustos, eliminando os desequilíbrios vistos nessa área. Com a expertise da Toyota em tecnologia, segurança e meio ambiente, a TMF trabalha em parceria com universidades, governos, organizações não-governamentais, instituições de pesquisa e outras empresas na busca de soluções para a mobilidade em todo o mundo. Os programas visam encontrar soluções para problemas de transporte urbano, ampliar o uso de mobilidade pessoal e desenvolver soluções para a mobilidade da próxima geração.
A TMF é vinculada diretamente à matriz japonesa da Toyota. Suas atividades no Brasil e o Desafio Inovemob não possuem ligação com a Toyota do Brasil ou com a Fundação Toyota do Brasil.
Sobre o WRI Brasil
O WRI Brasil é uma organização sem fins lucrativos, focada em pesquisa e aplicação de metodologias, estratégias e ferramentas voltadas às áreas de clima, florestas e cidades. Atua em estreita colaboração com as lideranças locais, para proteger o meio ambiente e criar soluções que contribuam para a prosperidade do Brasil de forma inclusiva e sustentável. O WRI Brasil faz parte do World Resources Institute (WRI), organização global de pesquisa, presente em mais de 50 países, com escritórios no Brasil, China, Estados Unidos, México, Índia, Indonésia, Europa e África.
Porta-vozes
Luis Antonio Lindau
Diretor do WRI Brasil, Luis Antonio Lindau é formado em Engenharia Civil pela UFRGS, com pós-doutorado na University College London, e é Ph.D. em Transportes pela Universidade de Southampton. É autor de mais de 200 capítulos de livros e artigos publicados em revistas científicas e atas de conferências nacionais e internacionais, e já apresentou mais de cem palestras para os setores público e privado, no Brasil e no mundo, abordando temas como transporte urbano, segurança viária e sustentabilidade do transporte. Lindau também é um dos fundadores da ANPET, Associação de Pesquisa e Ensino em Transportes, da qual foi presidente por dois mandatos seguidos (2002-2006). Em 1995, implementou o LASTRAN, o Laboratório de Sistemas de Transporte da Escola de Engenharia da UFRGS, onde, de meados da década de 1980 até 2015 ministrou aulas, coordenou projetos de pesquisa e orientou teses em Engenharia de Transportes. De 2006 a 2012, foi membro do Comitê de Transportes dos países em desenvolvimento (ABE90) do Transportation Research Board (TRB), e de 2003 a 2006 integrou o Conselho Diretor da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP).
Guillermo Petzhold
Especialista de Mobilidade Urbana, com foco em gestão de demanda de viagens, Guillermo é formado em Engenharia Civil e Mestre em Engenharia de Transportes pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Entre suas áreas de especialidade estão a análise de dados de sistemas de transporte coletivo, implementação e preparação para o início de operação de sistemas BRT e o desenvolvimento e a avaliação de projetos de mobilidade urbana sustentável.

16:42 · 21.02.2018 / atualizado às 11:49 · 21.02.2018 por

A General Motors Mercosul apresentou as obras de expansão do Complexo Industrial de São Caetano do Sul (SP), que resultam dos novos investimentos de R$ 1,2 bilhão na unidade

 

 

A unidade ganha novo prédio construído com telhas translúcidas, luzes de LED com automação de dimer, ventilação natural, entre outros conceitos de construção sustentável e passa a ocupar 432.300m² de área construída. Como parte do projeto, a unidade terá todas as suas instalações internas redesenhadas e vai incorporar novas tecnologias de manufatura 4.0.
O evento contou com a presença do Governador Geraldo Alckmin, do Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima e do prefeito de São Caetano do Sul, José Auricchio Júnior.
Carlos Zarlenga, presidente da GM Mercosul, anunciou que a fábrica terá sua capacidade anual ampliada de 250 mil para mais de 330 mil veículos por ano.
“A GM celebra 93 anos no Brasil em um processo acelerado de crescimento e inovação. Os novos investimentos vão transformar o Complexo Industrial de São Caetano do Sul em um dos mais eficientes e avançados da indústria. As novas instalações vão permitir a Chevrolet seguir entregando produtos de alta qualidade e tecnologia para continuar liderando o mercado brasileiro”, disse Zarlenga.

Carlos Zarlenga, presidente da GM Mercosul

O montante de R$ 1,2 bilhão que a GM está aplicando na fábrica faz parte do maior plano de investimentos da empresa em toda sua história no Brasil, com um total de R$ 13 bilhões que estão sendo aplicados no país entre 2014 e 2020.
A Investe São Paulo, agência de promoção de investimentos do Governo do Estado de São Paulo, tem apoiado o projeto desde o início, principalmente na interlocução com a Secretaria da Fazenda para questões tributárias e também junto a municipalidade na infraestrutura e no sistema viário.
Manufatura 4.0
Uma das fábricas mais versáteis e flexíveis da GM, onde de uma mesma linha saem produtos diversos como o Cobalt, Onix, Spin e Montana, o Complexo de São Caetano do Sul vai receber novas tecnologias de manufatura inteligente (4.0), incluindo prensas de última geração, solda a laser, novo sistema de montagem de motor e transmissão, novas injetoras plásticas, novo processo de na funilaria e novo transportador de veículo na linha de montagem.
A transformação pela qual a fábrica está passando foi viabilizada graças à parceria com o Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul, destaca Marcos Munhoz, vice-presidente da GM Mercosul. “O suporte do sindicato foi fundamental na tomada de decisão sobre os novos investimentos, que vão colocar a fábrica de São Caetano do Sul em um novo patamar de competitividade”, disse Munhoz.

Marcos Munhoz, vice-presidente da GM Mercosul

Complexo ainda mais sustentável
Tanto a demolição do antigo prédio como a construção da nova instalação foram pautados pela sustentabilidade e boa parte do entulho gerado na demolição foi reciclado e reutilizado na nova própria obra, reduzindo o impacto ambiental.
Além disso, a GM inaugurou no Complexo em 2017 o maior sistema de aquecimento solar da indústria automotiva. São 560 metros quadrados instalados no telhado da fábrica em São Caetano do Sul, para fornecer água quente aos chuveiros do vestiário da fábrica, o equivalente a abastecer o consumo diário de 900 casas.
O sistema conta com 280 placas solares e sistemas de bomba de calor, com capacidade para abastecer 300 chuveiros, eliminando a necessidade de uso de vapor e evitando o consumo de gás natural. Essas e outras ações no campo da sustentabilidade e o apoio a projetos sociais sempre estiveram presentes no histórico da empresa nessas últimas nove décadas, especialmente nos últimos anos e cada vez mais no futuro.
No Mercosul, a GM já conta com quatro fábricas certificadas de acordo com a ISO 50.001, a norma de gestão de energia, sendo a fábrica de São Caetano do Sul a mais recente a receber a certificação em janeiro de 2017.

Opala, um dos carros feitos na fábrica da GM

Principais carros fabricados em São Caetano do Sul (SP)
– Opala
– Monza
– Omega
– Vectra
– Corsa
– Kadett
– Astra
– Montana
– Cobalt
– Cruze
– Onix Joy
– Spin

Sedan Omega

 

Monza, um dos ícones da marca
10:19 · 21.02.2018 / atualizado às 10:46 · 21.02.2018 por

Chega ao Brasil o novo Audi TT RS Coupé, versão mais apimentada do TT Coupé. Equipado com motor 2.5 de cinco cilindros capaz de desenvolver 400 cv, o esportivo tem desempenho poderoso, dirigibilidade incrível e oferece boa estabilidade e segurança. Seu preço sugerido é de R$ 424.990

 


Graças à utilização de ligas de metais leves, diminuição dos atritos internos e ao aprimorado desdobramento de potência, o novo motor 2.5 TFSI entrega um desempenho 17% maior, apesar de não haver mudança no deslocamento volumétrico de 2.480 cm³. O cárter e bloco do motor são agora concebidos em ligas de alumínio, o que reduz seu peso em 18 kg. O propulsor 2.5l é extremamente compacto, medindo menos de 50 cm de comprimento, além de ser, no total, 26 kg mais leve que o anterior.

Com 400 cv, ele oferece um nível de potência nunca antes atingido. O torque máximo de 480 Nm é disponibilizado entre 1.700 e 5.850 rpm, o que garante uma força surpreendente, acompanhada de um som inconfundível. Devido à sequência de ignição 1-2-4-5-3, alternando entre os cilindros externos e por fim no central, impõe um ritmo de funcionamento característico e especial.
O TT RS Coupé acelera de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos, o que corresponde aos níveis alcançados pelos superesportivos. A velocidade máxima é de 250 km/h, limitada eletronicamente. Apesar do aumento no desempenho, conseguiu-se reduzir o consumo de combustível.


A potência do motor 2.5 TFSI alcança o asfalto por meio do sistema de tração integral quattro acoplado à transmissão S tronic de sete velocidades, com trocas de marchas feitas em frações de segundo. A embreagem multidisco eletro-hidráulica, do sistema de tração, distribui a força de forma totalmente variável entre os dois eixos e conforme a necessidade. Isso assegura uma alta aderência ao piso aumentando ainda mais a diversão ao volante. A vetorização de torque contribui para uma condução ainda mais ágil, eficiente e segura.


Além do peso reduzido, o TT RS tem uma ótima dirigibilidade, conseguida a partir do sistema de construção de diversos materiais de seu chassi esportivo. A direção, bastante direta, proporciona um contato próximo com a estrada e transforma a condução em trechos sinuosos e desafiadores em uma experiência extremamente prazerosa. O eixo dianteiro é equipado com discos de freio de aço ventilados e perfurados, e as quatro rodas de liga leve tem um diâmetro de 19 polegadas.

Na traseira são instalados discos de aço rígidos. O veículo traz ainda a suspensão esportiva RS, desenvolvida especialmente para os modelos esportivos da marca.
A lista de equipamentos inclui Audi virtual cockpit, bancos esportivos de couro Napa Fina, acabamento interno em fibra de carbono, volante multifuncional esportivo com base aplanada revestido em couro, capas dos retrovisores na cor preto brilhante, escapamento esportivo RS, faróis Full Led, lanternas traseiras em OLED, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, além de câmera de ré, Audi drive select, sistema Keyless-Go, suspensão esportiva RS, Audi smartphone interface, sistema de som Bang & Olufsen e rádio MMI com sistema de navegação.

Ficha Técnica

Motor: 2.5 litros, cinco cilindros
Potência: 400 cv
Câmbio: Automático S tronic de sete velocidades
Aceleração 0-100 km/h: 3,7 segundos
Velocidade máxima: 250 km/h
Preço: R$ 424.990,00

05:40 · 18.02.2018 / atualizado às 14:46 · 16.02.2018 por

As férias escolares acabaram e o Carnaval já passou. Porém, mesmo com a volta à rotina do dia a dia é necessário não se esquecer da importância de manter a pintura do veículo conservada. Para ajudar a preservar o brilho e a cor original, o Supervisor de Desenvolvimento da PPG, Ricardo Vetorazzi, dá dicas de como manter tudo em ordem

Esportivo Dodge Dart com pintura fosca

Confira a seguir os detalhes:
Lavagem
“Ao realizar a lavagem em casa, use um sabão de pH neutro. Não utilize gasolina, álcool ou outros solventes na superfície pintada”, alerta Vetorazzi. No caso de eventual queda do sabão, lembra o especialista, é importante lavar a área afetada imediatamente com água. Também é importante secar o carro para evitar o acúmulo de novas sujeiras e manchas na pintura.
Outro cuidado relevante é evitar a utilização de métodos automáticos, caso o veículo esteja recém-pintado. É recomendável recorrer ao método somente 30 dias após o serviço. A mesma lógica vale para a aplicação de cera, mas neste caso depois de 90 dias.


Materiais utilizados
Produtos que utilizam água como base e os de alto sólidos garantem uma durabilidade superior aos convencionais de mercado.
O especialista pondera que o conhecimento do profissional na preparação e aplicação dos produtos é essencial. O ideal é que ele seja qualificado para fazer o melhor uso de um produto com desempenho superior. Boas práticas e conservação da limpeza do ambiente também contribuem para a prolongação da vida-útil da pintura ou repintura.

Um Fiat 500 Barbie, com pintura especial

Evitar maus hábitos
Ainda sobre a vida-útil da pintura e repintura, Vetorazzi afirma que uma boa maneira de preservá-la é não exagerar nos polimentos. Segundo ele, a frequência deles não ajuda tanto na conservação da pintura ou repintura, quanto se imagina. E ainda garante: estes cuidados valem para veículos de todas as cores, inclusive brancos.
“Apesar de, atualmente, as tecnologias de aplicação original serem iguais, a montadora varia a cor do carro, utilizando o mesmo verniz como camada de proteção final da cor, o que nem sempre assegura sua durabilidade”, explica o especialista.
Ele destaca que, caso ocorra algum problema na pintura do veículo, o proprietário deve procurar um profissional qualificado, que fará uma avaliação do reparo que deverá ser feito. Muitas vezes, o reparo é um simples polimento e em outros é necessário remover a tinta e o tratamento começar na chapa do carro.

05:10 · 17.02.2018 / atualizado às 13:13 · 16.02.2018 por

O curso do SENAI/CE em mecânica automotiva recebeu dois veículos da montadora General Motors. Os veículos são as versões automáticas S-10 versão HIGH CONTRY e um CRUZE SPORT6 TURBO e possuem tecnologia ON STAR, que oferece aos usuários uma experiência tecnológica por meio de aplicativo no celular que localiza informações de farmácias, supermercados, hospitais, bancos entre outros. Além da utilização dos carros nas aulas do curso, os novos veículos serão utilizados também para capacitação específica dos funcionários das concessionárias GM Norte e Nordeste.

13:20 · 16.02.2018 / atualizado às 13:20 · 16.02.2018 por

A cantora Anitta, anunciada recentemente como a mais nova embaixadora da Renault, faz sua estreia nesta quinta-feira (15) na primeira campanha de varejo para a fabricante. É a chamada “Paradona Renault”, que traz uma Anitta forte e poderosa, mas até então não explorada pelas campanhas publicitárias: a de uma mulher de negócios.

A popstar já chega anunciando uma promoção excepcional para a aquisição de qualquer veículo zero quilômetro da marca – inclusive o Kwid. Durante o mês de fevereiro, na compra de qualquer modelo Renault, a primeira parcela pode ser paga somente em maio.

Nos filmes rodados no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, Anitta assume o papel de executiva da marca e demonstra todo seu poder, liderando e incentivando a equipe de profissionais da Renault a oferecer condições de pagamento ainda mais especiais aos clientes. “Foi muito divertido ser uma espécie de presidente da Renault por um dia. Um poder só! Incorporei o papel, fiz a atriz. Foi mais um desafio. Espero que todos gostem!”, comenta Anitta.

“A estreia de Anitta como embaixadora da marca vem justamente numa campanha muito importante para a Renault, que terminou o ano passado alcançando recorde de participação de mercado no país. Ao mesmo tempo, divulgamos vantagens comerciais imperdíveis para o nosso consumidor, mostrando que este é um momento excelente para comprar um carro novo”, afirma Federico Goyret, diretor de marketing da Renault.

Ao longo de quatro semanas, a campanha será exibida em três filmes na TV, além de redes sociais, spots de rádio e materiais para concessionárias.

13:07 · 16.02.2018 / atualizado às 13:07 · 16.02.2018 por

A procura por carros equipados com câmbio automático aumenta a cada ano no Brasil, inclusive entre os modelos compactos. O emplacamento de veículos nesta configuração quadruplicou nos últimos cinco anos, impulsionada principalmente pela venda de modelos mais acessíveis; para atender esse perfil ascendente de consumidores que a Chevrolet está lançando mais uma opção do Onix com transmissão automática: a versão Advantage, inédita para o hatch e que chega para ser o modelo AT mais acessível da marca

É uma configuração para quem procura um veículo ágil, econômico e com a conveniência de uma legítima transmissão automática de última geração. “Depois da direção elétrica e do ar-condicionado se tornarem equipamentos comuns até entre os carros de entrada, o brasileiro agora sonha com o conforto da transmissão automática”, observa Hermann Mahnke, diretor de Marketing da GM.
“O fato de o carro automático eliminar o pedal da embreagem facilita muito a vida do motorista, que também não necessita ficar trocando as marchas no trânsito. É uma praticidade que coloca a experiência de dirigir em outro patamar de conveniência. Algo restrito a modelos de luxo até pouco tempo”, completa o executivo.


Automático acessível
O Onix Advantage traz os itens de conforto e segurança mais valorizados pelo consumidor da categoria, como ar-condicionado, direção elétrica progressiva, sistema de áudio com Bluetooth, travas, retrovisores externos e vidros dianteiros com acionamento elétrico, além de painel com velocímetro digital e regulagens de altura do banco, volante e do cinto.
Sistema Ixofix e Top Tether para fixação de cadeirinha infantil, alerta de baixa pressão dos pneus, alerta de esquecimento dos faróis acesos, alerta de não utilização do cinto de segurança, duplo airbag e freios ABS com EBD também fazem parte do pacote – não há opcionais.


O Onix Advantage é visualmente caracterizado pelas calotas escurecidas aro 15, pelos adesivos de coluna e capas dos retrovisores externos em preto brilhante, além do emblema com nome da versão nas portas dianteiras.
O interior, predominantemente escuro, replica o mesmo acabamento contemporâneo presente no exterior. O modelo é ofertado nas seguintes cores de carroceria: cinza, branco, preto ou prata.
O Onix Advantage vem equipado com o motor flex 1.4 ECO de até 106 cv e a transmissão automática de seis velocidades com tecnologia Activ Select – mesmo conjunto mecânico das versões mais sofisticadas do modelo.
De acordo com os dados do Inmetro, o Onix é nota máxima em eficiência energética (AA). Com etanol, o veículo percorre média de 7,9 km/l na cidade e de 9,6 km/l na estrada. Com gasolina, os números são 11,7 km/l e 13,9 km/l, respectivamente.
Em relação aos principais concorrentes, o Onix Advantage se destaca pelo amplo espaço interno, elevada eficiência energética e pelo consagrado serviço de pós-venda da marca Chevrolet, que colaboram para que o modelo seja reconhecido por ter o maior valor de revenda em sua faixa.


Expectativa de crescimento
A Chevrolet tem uma larga tradição no segmento de compactos automáticos, desde o Chevette, em meados dos anos 80. Mas foi o Onix, em 2013, o primeiro a oferecer uma caixa de seis marchas com opção de trocas sequenciais, até hoje referência no mercado. O sistema passou recentemente por atualizações na calibração para maior conforto e eficiência.
Carro mais vendido do mercado brasileiro há três anos consecutivos, o Onix também é o hatch compacto automático preferido do consumidor, conforme apontam os emplacamentos. Foram aproximadamente 32 mil unidades do modelo 1.4 AT ao longo de 2017 entre as versões LT, LTZ e Activ.


“Nossa expectativa é que as vendas do Onix automático cresçam acima do ritmo do mercado em 2018 com a adição da versão Advantage, que estreia como o AT mais acessível do portfólio Chevrolet”, diz o diretor de Marketing da GM.
Na linha Chevrolet, a versão Advantage é conhecida por sua relação custo-benefício e está atualmente disponível também para o Spin e em breve para o Prisma.