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Categoria: Acessórios


15:23 · 18.09.2018 / atualizado às 15:23 · 18.09.2018 por

Diferenças entre estruturas dos equipamentos requer mais atenção dos pais e responsáveis


As estatísticas comprovam a importância do uso das cadeirinhas para o transporte de crianças. De acordo com a Polícia Federal, desde a obrigatoriedade do uso do acessório em carros houve uma redução de 40% no número de crianças mortas ou feridas em acidentes de trânsito. E não para por aí: uma determinação do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), definiu que a partir de 2020 todos os automóveis vendidos no país deverão ter pontos de fixação para cadeirinhas infantis, o chamado isofix, um equipamento mais avançado de retenção infantil.
Obrigatório na Europa, nos Estados Unidos e no Canadá, dentre outros países, esse sistema de ancoragem é formado por alças afixadas diretamente à estrutura do veículo que seguram as cadeirinhas de maneira firme e evitam deslocamentos que podem ser perigosos no momento de algum acidente. Vale lembrar que, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, transportar crianças em veículo automotor sem a devida segurança estabelecida configura-se como infração gravíssima, com aplicação de multa e até mesmo a retenção do veículo pelo Detran até a regularização do problema.
“Devemos registrar ainda menos acidentes graves envolvendo crianças no trânsito, agora que os novos modelos de veículos vendidos no Brasil devem obrigatoriamente oferecer o sistema isofix de fixação de cadeirinhas e dispositivos de retenção infantil” – diz Maurício Monducci Jr., CEO da Isofix Brasil, empresa mineira especializada em equipamentos para segurança automotiva.
Apoiado pelas estatísticas positivas dos países que já privilegiam este padrão mais moderno, para Monducci a vantagem do isofix é a facilidade na utilização. “Equipamentos de segurança automotiva para bebês e crianças geralmente vinham acompanhados de um conjunto de instruções extenso e, às vezes, bastante complicado. O isofix é um sistema mais simplificado e mais seguro, pois ele está fixado ao veículo e não apoiado no cinto de segurança como o sistema tradicional.”

Acidentes
A preocupação com a segurança das cadeirinhas tem um grande motivo. No Brasil, os acidentes de trânsito ainda são a principal causa de morte entre crianças até 14 anos. De acordo com dados do Ministério da Saúde, somente em 2016, aconteceram 1292 acidentes de trânsito fatais envolvendo crianças e adolescentes. Felizmente, esse número vem caindo a cada ano. Segundo acompanhamento anual realizado pela ONG Criança Segura, de 2015 para 2016, o registro de óbitos infantis por motivos acidentais diminuiu cerca de 4%.
Por cada veículo ser diferente um do outro, a atenção com os acessórios deve ser redobrada, já que a instalação das cadeirinhas pode variar. Pequenas diferenças estruturais podem deixar o equipamento frouxo e inseguro para os pequenos. “Todo cuidado é pouco. Se as instruções indicarem o uso dos pontos de ancoragem inferiores e superiores é preciso segui-las à risca. Se um assento de elevação pede apenas o uso da fixação inferior, esta é a melhor opção. Um ponto mal ancorado pode comprometer toda a segurança do equipamento e, consequentemente, o produto pode não proteger corretamente a criança.” – complementa Maurício.

15:47 · 04.09.2018 / atualizado às 15:48 · 04.09.2018 por

A Wings, empresa brasileira com experiência no desenvolvimento e comercialização em acessórios para automóveis, apresenta ao mercado um sistema de inteligência artificial que permite interação completa entre veículo e condutor. Trata-se do VAI (Vehicle Artificial Intelligence), que, por meio de um aplicativo, monitora todas as informações do funcionamento do carro

 

O grande diferencial é que este dispositivo permanece disponível 24 horas e funciona independentemente do condutor estar presente no veículo e conectado via bluetooth ou Wi-Fi. “De onde estiver, o proprietário pode acompanhar pelo aplicativo as informações em tempo real”, diz João Marcelo Barros, diretor da Wings.
Desta forma, o consumidor que adquirir esta teconologia tem acesso a dados como: diagnóstico de problemas eletrônicos, identificação de falha do motor e ignição, status da bateria e outros itens essenciais para o funcionamento. Também possui sistema de telemetria que permite o rastreamento do veículo, proporcionando mais segurança.
O produto chega ao mercado em um momento de busca crescente pela integração de informações geradas nos carros por meio da conectividade. “O veículo de hoje tem um poder de processamento de informações equivalente a 20 computadores pessoais e de mais de 100 milhões de códigos de programação capazes de produzir 25GB de informações por hora”, comenta Barros. O papel do VAI neste contexto é interpretar, traduzir e conectar os dados. “Isto vai mudar completamente a experiência de dirigir e cuidar do carro”, diz Barros.
A oferta desta tecnologia no varejo ainda é embrionária no Brasil. “Nos Estados Unidos, Canadá e em alguns países da Europa este serviço já pode ser encontrado com mais facilidade e o veículo conectado é uma tendência já consolidada”, comenta Barros.
Com o VAI, o usuário passa ter diversos benefícios, entre eles a assertividade na manutenção, pois terá um acompanhamento constante da saúde do veículo e será alertado pelo sistema de forma clara sobre quais as intercorrências existentes. “Isso facilita a comunicação na hora de procurar ajuda de oficinas e concessionárias, pois o motorista estará bem informado sobre as falhas que surgirem”, explica Barros. Além disso, as informações geradas poderão ser compartilhadas com a concessionária da marca, viabilizando uma melhor prestação de serviço em pós-venda garantindo a assertividade com relação a necessidade do cliente.
Outra vantagem para quem usa o VAI é a economia com a utilização do automóvel, já que o sistema aponta hábitos de direção, como frenagem brusca e aceleração forçada que geram alto consumo de combustível e fluidos.
O desenvolvimento da solução foi realizado em parceria com o CESAR, instituto de inovação com mais de 20 anos de experiência no mercado nacional e internacional. “A parceria com a Wings começou no início de 2017, com um estudo prospectivo do mercado automotivo, no qual analisamos as tendências do setor diante de transformações iminentes, como o carro conectado”, explica Ricardo Mendonça, Gerente de Negócios do CESAR. O trabalho contemplou o entendimento de contextos e a identificação de oportunidades de negócios para diferentes players da cadeia de valor na qual a Wings está inserida.
A transmissão de dados via app é totalmente segura e mantém a privacidade dos dados, pois é feita através de túneis VPN exclusivos e os mais avançados protocolos de segurança, por meio de uma parceria com a AMAZON.
O VAI, que pode ser adquirido em concessionárias autorizadas e, em breve, pelo site (www.vai.com.vc), é um serviço de comunicação transmitido por meio da rede de GPRS 2G com cobertura nacional e parceria com as operadoras Claro e Link, além da Getnet como meio de pagamentos.
Por causa das vantagens operacionais que o app oferece ao consumidor, a expectativa da Wings é que o produto tenha uma inserção bastante expressiva nos veículos e em um curto período de tempo. Compatível com mais de 98% da frota em circulação no País, o VAI pode ser adquirido por pacotes de contratação a partir de 12 meses com planos iniciais de R$ 449, sem cobrança de mensalidade.

04:55 · 20.08.2018 / atualizado às 20:58 · 19.08.2018 por

Durante as férias, muitos veículos se deslocaram para diferentes destinos do país. As longas viagens rodoviárias, o estado de conservação das estradas e as frenagens bruscas, geralmente ocasionam desgastes desiguais nos pneus, itens decisivos para uma boa aderência do veículo e, consequentemente, para a segurança do motorista e dos passageiros.


A primeira avaliação que o motorista deve fazer é a da conferência das pressões dos pneus, sempre seguindo as indicações do manual do proprietário do veículo. Em seguida, é necessário que seja verificado se não há desgaste desiguais, corte ou deformações, bem como nenhum prego ou elemento cortante que esteja danificando o composto.

Pneus: alinhamento e balanceamento após viagens

Para finalizar esta primeira etapa, o motorista deve avaliar a profundidade do sulco, que sempre deve estar acima de 1,6 mm. As consequências de rodar com os pneus abaixo desta medida estão no maior risco de furos e na ocorrência de possíveis instabilidades em pistas molhadas, aumentando assim a probabilidade de derrapagens e elevando a necessidade de um espaço maior para frenagens. Caso continue em dúvida, a Goodyear recomenda que o motorista leve o carro em uma loja especializada para a realização de uma revisão mais aprofundada.
Posso mudar um único pneu?
A Goodyear não recomenda, as diferenças dos desgastes dos compostos podem gerar instabilidade nas frenagens, afetar a leitura dos sensores do ABS e do controle de tração.
Mudança dos dois pneus
No caso da troca dos dois pneus, eles devem manter o tamanho dos outros dois, porém podem ter melhor desempenho e qualidade. Eles devem ser colocados no eixo traseiro, pois isso ajuda o motorista a manter mais facilmente o controle sobre superfícies molhadas e curvas.
Mudança dos quatro pneus
No caso de mudar os quatro pneus, as possibilidades são vastas, e você pode trocar os pneus de tamanho diferente, melhor qualidade, ou mesmo adequá-los ao tipo de condução ou terreno em que o veículo é geralmente conduzido. No entanto, lembre-se sempre de que você deve cumprir as especificações do fabricante do veículo.

Outra dica
Além das verificações básicas já mencionadas, outra dica importante para o prolongamento da vida útil dos pneus é fazer a manutenção de alinhamento e balanceamento logo ao chegar de uma viagem. O alinhamento é o processo necessário para manter a maior estabilidade e correção dos ângulos da suspensão e a direção do carro. Já o balanceamento é a maneira de equilibrar o peso do pneu diante das irregularidades da roda, eliminando as vibrações no volante e consequentemente o desgaste prematuro dos pneus. É recomendado fazer o alinhamento e o balanceamento a cada 6 meses ou a cada 5 mil quilômetros.

20:15 · 19.08.2018 / atualizado às 20:15 · 19.08.2018 por

O equipamento número 1 continua em pleno funcionamento em Curitiba
A velocidade é a maior causa de acidentes de trânsito e, portanto, conter os apressadinhos é uma tarefa que precisa ser realizada em conjunto com órgãos de trânsito e campanhas de conscientização. Somada a isto, a tecnologia reforça aos motoristas a necessidade de manter o ponteiro do velocímetro dentro do permitido nas vias.
No dia 20 de agosto de 1992, a primeira lombada eletrônica do mundo foi instalada na cidade de Curitiba (PR). Inventada pela Perkons, ela trouxe um novo conceito para promover a redução da velocidade de forma menos abrupta do que com uma lombada física. O primeiro equipamento foi instalado na Rua Francisco Derosso, em frente a uma escola, no bairro Xaxim. Esta já era uma das vias mais movimentadas do bairro, e a lombada permanece lá, até os dias de hoje, ajudando a salvar vidas.

Curitiba foi a primeira cidade a contar com a lombada eletrônica. Em sete anos, a capital paranaense reduziu em 40% o número de acidentes

Ao longo de quase três décadas e atualmente utilizada em larga escala no Brasil e no mundo, a lombada eletrônica colabora para resultados importantes no trânsito. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec-Rio), cada um desses dispositivos evitam cerca de três mortes e 34 acidentes por ano. “Passam pelos nossos equipamentos mais de 4 bilhões e meio de veículos todos os anos. O índice de respeito à velocidade nos trechos fiscalizados é de 99,93%. Isso é motivo de muito orgulho para a Perkons, que desde a invenção da lombada eletrônica contribui para a segurança no trânsito e para a redução dos acidentes”, relata Luiz Gustavo Campos, diretor da empresa.
Reconhecimento ao vanguardismo
A invenção da lombada eletrônica rendeu premiações à Perkons, como o Prêmio Destaque Indústria, realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), em 1994, pela criação e desenvolvimento tecnológico do dispositivo. No mesmo ano, a criação também foi premiada no VIII Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito. Ela também ganhou destaque no livro 101 Inovações Brasileiras, que tem o objetivo de valorizar a criatividade e o empreendedorismo nacional.
Além dos prêmios, os números também certificam a revolução que a lombada eletrônica causou nas vias e ruas. De acordo com o Detran-PR, sete anos após o início da utilização do equipamento, Curitiba teve uma redução de 40% no número de acidentes de trânsito.
“Ser reconhecida, desde os primórdios, por promover inovação e segurança no trânsito é uma grande honra. A cada ano que passa o resultado do nosso trabalho mostra que nos mantemos no caminho certo, e também nos desafiam a aperfeiçoar nossas tecnologias e serviços”, afirma Campos.

Futuro
Os aparelhos de fiscalização eletrônica de trânsito estão cada vez mais modernos e registram muitas situações além do excesso de velocidade, tais como: avanço de sinal vermelho, parada sobre a faixa de pedestres, conversão ou retorno em locais proibidos, transitar no acostamento ou contramão, ultrapassagem em local proibido, e transitar em locais e horários não permitidos ou em pistas de circulação exclusiva.
Também monitoram múltiplas faixas e podem ser instalados em diferentes configurações: com ou sem display, em postes ou outras estruturas pré-existentes. As câmeras são de altíssima resolução para capturar imagens cada vez mais nítidas, sendo ideais para o monitoramento e registro automático de infrações em rodovias, trechos expressos, vias arteriais, coletoras e locais.

12:35 · 10.08.2018 / atualizado às 12:35 · 10.08.2018 por

Com a implantação do novo CD, os clientes da região do Cariri cearense, sobretudo revendedores e frotistas, contam com um atendimento mais imediato

Imagem aérea da Magnum Tires

A Magnum Tires, maior importadora de pneus e câmaras de ar do Brasil, está inaugurando um novo Centro de Distribuição em Juazeiro do Norte (CE), município localizado no Sertão do Cariri, a 491 quilômetros de Fortaleza. O CD, que já está funcionando em sistema soft opening, será inaugurado oficialmente em setembro.
O novo Centro de Distribuição, que ocupa uma área útil de 500 metros quadrados e é fruto de um investimento de mais de R$ 1 milhão da Magnum Tires, surge como um complemento estratégico para o CD de Fortaleza, que ocupa uma área de 4.700 metros quadrados e atende o todo o Estado. “Por mês, no Ceará, recebemos mais de mil pedidos”, contabiliza Olinto Correia, executivo da Magnum Tires.
Com a implantação do CD em Juazeiro do Norte, os clientes da região do Cariri cearense, sobretudo revendedores e frotistas, contam com um atendimento mais imediato. “Hoje o cliente utiliza muito mais nosso estoque, até para não precisar investir muitos recursos para estocar pneus”, explica Correia.

Detalhe do pneu

Cada vez mais, a Magnum Tires tem uma preocupação maior de investir no interior do Nordeste, oferecendo aos clientes uma opção de logística e de rapidez em uma região mais carente desse tipo de serviço, com um produto com o melhor custo-benefício do mercado e um preço bastante competitivo.
“Temos condições de prazo muito interessante que financia o caminhoneiro e o frotista. Quando o cliente tem um problema de crédito, fazemos uma avaliação de crédito e vendemos para ele em seis, oito ou até dez vezes, com a parcela que cabe no bolso”, ressalta Antônio Araújo, também executivo da Magnum Tires. “Estamos preocupados em termos condições de poder fornecer para aquele caminheiro ou frotista que tem uma dificuldade de crédito na praça uma parcela que ele pode pagar.”
Marca própria
O carro-chefe da marca é o pneu Magnum, marca própria do importador que acaba de chegar ao mercado depois de mais de dois anos em teste no País. “Nós testamos o pneu no Brasil, em várias condições diferentes, e o ‘tropicalizamos’ durante dois anos. Após todos os testes efetuados no mercado e desenvolvimento, colocamos nossa marca”, conta Araújo.
Ao todo, a marca Magnum conta com três modelos para caminhão: MGM01, MGM02 e MGM03. Até no máximo um ano a família será ampliada também para veículos de passeio. Também está em desenvolvimento um modelo voltado para o seguimento misto, voltado para veículos que rodam em estradas de terra e de asfalto, a exemplo de fazendas, usinas e estradas vicinais. “Trata-se de um pneu desenvolvido especialmente para o mercado brasileiro, com suas ruas, estradas e rodovias peculiares”, afirma o diretor da companhia Apolo Santana Vieira.

Galpão de pneus da marca

Sobre a Magnum Tires
Maior importadora e distribuidora de pneus e câmaras de ar do Brasil, a Magnum Tires investe constantemente em tecnologia visando atender aos diversos canais de venda em todo o País, procurando simplificar os processos para oferecer os melhores produtos por condições excelentes. Nascida em Pernambuco, tem muito orgulho de ser hoje uma referência no segmento em todo o território nacional, com mais de 600 itens oferecidos aos clientes.
Maior importadora brasileira de câmaras de ar e maior importadora de pneus GT Radial da América Latina, a Magnum Tires tem sede no município de Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife, próximo ao Porto de Suape e do Aeroporto Internacional dos Guararapes, onde ocupa uma área de 25.000 m² com 17 docas para carga e descarga de mercadorias. Possui ainda um moderno e bem equipado centro de distribuição em Santa Catarina, que facilita o atendimento às Regiões Sul e Sudeste, atendendo à crescente demanda de forma mais estratégica, e uma equipe comercial em 22 Estados. Além da GT Radial, a Magnum Tires representa as marcas Roadstone, Tornel, Alliance, Giti, Centella, Chaoyang e Petlas.
Ao todo, a Magnum Tires conta com mais de 450 colaboradores e representantes em todo Brasil. Em Pernambuco são empregadas cerca de 180 pessoas de forma direta. Sua carteira de clientes possui cerca de 9.000 clientes ativos.
Em 2017 foram vendidos mais de 1 milhão de pneus. A projeção para 2018 é de um crescimento de 20%.

12:17 · 13.06.2018 / atualizado às 12:17 · 13.06.2018 por

A Bosch comemora os 40 anos do início da produção em série do Sistema Antibloqueio de Frenagem (ABS). A introdução do primeiro ABS do mundo em carros de passeio foi realizada pela empresa em 1978 e tornou-se um marco na área de segurança ativa

No entanto, as pesquisas da Bosch com foco em prevenir o travamento das rodas começaram muito antes – no início do século 20 – e a primeira patente do sistema foi registrada em 1936.
Evolução e funções adicionais
O trabalho da engenharia da Bosch para simplificar a primeira versão do ABS seguiu ano após ano. Em 1989, o design compacto da unidade de comando eletrônico permitiu que a mesma fosse montada diretamente no modulador hidráulico, o que diminuiu drasticamente o peso total do ABS geração 2E.
Usando novas válvulas solenoides, foram desenvolvidas a geração 5.0, em 1993, e nos anos seguintes as versões 5.3 e 5.7. Os principais benefícios novamente foram a redução de peso e a incorporação de funções adicionais, como a distribuição eletrônica da pressão de frenagem, que substituiu a válvula mecânica de corte da pressão hidráulica, anteriormente presente do eixo traseiro.


Em 2001, a Bosch iniciou a produção da geração 8 do ABS, que foi modificada e melhorada por diversas vezes, possibilitando o surgimento de outras tecnologias, como o Sistema de Controle de Tração (TCS) e Programa de Estabilidade Eletrônica (ESP®).
Atualmente a tecnologia está na geração 9. Entre os diferenciais em relação à versão anterior estão: o sistema menor e mais leve, além de apresentar maior capacidade de processamento e redução da vibração do pedal no momento da frenagem.
Linha de produção conectada
Os sistemas produzidos pela Bosch em todo o mundo são fabricados com o mesmo padrão de qualidade por meio de uma rede internacional de desenvolvimento e fabricação.
Isso significa que a produção de freios ABS nas 11 plantas da empresa ao redor do mundo, sendo uma delas em Campinas-SP, estão conectadas. Desta forma, as unidades fabris “se conversam” e qualquer ponto de melhoria identificado em uma planta é transmitido diretamente a todas as outras. Esse processo traz uma melhoria contínua e reflete na qualidade da produção e na produtividade.

Detalhe do ABS: tecnologia é marco na área de segurança ativa

ABS no Brasil
Desde janeiro de 2014, 100% dos automóveis novos vendidos no Brasil devem sair de fábrica equipados com freios ABS como item de série. Vale ressaltar, contudo, que em 2007 a Bosch já reforçava seu pioneirismo em oferecer tecnologias que visam proporcionar mais segurança e conforto aos motoristas brasileiros com a nacionalização do sistema. Desde então, foram produzidos mais de seis milhões de unidades no país.
De acordo com um estudo realizado pelo lnsurance lnstitute for Highway Safety (llHS), a utilização de freios ABS pode diminuir em até 37% o risco de acidentes fatais, já que impede o travamento das rodas em frenagens bruscas e permite que o motorista tenha total controle do volante e possa desviar de obstáculos.
O uso do ABS em motos também é um passo importante no intuito de salvar vidas. No Brasil, a resolução de 2014 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determinou o uso mandatório do dispositivo nas duas rodas para motos com cilindrada maior ou igual a 300 cc e em pelo menos uma das rodas para veículos menores que 300 cc. Neste último caso, o fabricante pode optar ainda pelo Sistema de Freios Combinados (CBS – Combined Braking System). A adoção do sistema passou a ser realizada de forma escalonada desde o ano passado e, a partir de janeiro de 2019, 100% dos modelos comercializados no país devem sair de fábrica seguindo a legislação.
40 anos de ABS Bosch – linha do tempo
1936: Bosch registra a patente para “o mecanismo que previne o travamento das rodas em veículo a motor”.
1970: Protótipo ABS 1 funcionou com todos as funções desejadas; contudo a durabilidade e confiança do sistema não eram suficientes.
1978: Produção em série do primeiro sistema de frenagem antitravamento, ABS 2, em carros da Mercedes-Benz e, logo após, da BMW.
1981: Bosch fabrica o ABS número 100 mil; o sistema passa a equipar também veículos comerciais.
1985: ABS Bosch é instalado nos veículos dos Estados Unidos pela primeira vez.
1986: Um milhão de ABS produzidos pela Bosch.
1987: Começa a produção em série do TCS – Sistema de Controle de Tração para carros de passeio.
1988: Primeiro ABS para motocicletas é lançado no mercado.
1989: O ABS 2E é o primeiro com a unidade de controle eletrônica montada diretamente no módulo hidráulico (unidade integrada).
1992: Bosch atinge a produção de 10 milhões de sistemas ABS.
1993: Produção em série do ABS 5.0 da Bosch.
1995: Produção em série do ABS 5.3 e do ABS para motocicletas. Introdução do ESP® – Controle Eletrônico de Estabilidade.
1998: Bosch começa a produção do ABS 5.7.
1999: 50 milhões de sistemas ABS Bosch.
2001: Produção em série do ABS 8.
2003: 100 milhões de sistema ABS Bosch.
2004: ABS é equipamento de série em 15 países membros da União Europeia.
2007: Primeira fábrica de freios ABS é inaugurada no Brasil.
2009: Bosch lança ABS geração 9 para motocicletas.
2014: Em Tochigi, no Japão, Bosch produz 1 milhão de ABS para motos. O ABS passa ser item obrigatório em todos os carros zero quilômetro no Brasil.
2016: Bosch lança ABS geração 10 para motocicletas.
2017: Produção nacional: 6 milhões de ABS produzidos no Brasil.
2018: 40 anos do Sistema Antibloqueio de Frenagem (ABS).

04:04 · 30.05.2018 / atualizado às 15:12 · 29.05.2018 por

Cada tipo de piso requer um pneu diferente, e no caso dos percursos off-road isso é ainda mais importante. A Goodyear, uma das maiores fabricantes de pneus do mundo e fornecedora oficial da NASCAR, principal competição automobilística dos Estados Unidos, dá algumas dicas sobre o que você deve atentar quando o assunto é pneu para trilhas fora de estrada


Para o público que é fã dos percursos todo-o-terreno, a Goodyear indica a aplicação de pneus especialmente desenvolvidos para picapes e utilitários esportivos, ideais para serem utilizados em pisos mais acidentados. O piloto do Campo de Provas da Goodyear, Felipe Zacarias, explica a importância do pneu certo em pisos adversos: “Em meio ao lamaçal é recomendado usar pneus com os sulcos mais profundos, pois eles têm maior facilidade para remover a lama durante o percurso. Eles cavam a lama e ganham maior tração. Os modelos mais estreitos e altos são os mais adequados para esse tipo de piso”.
“Em terrenos com muita areia a tração é muito mais precária, pois a estrutura é mais fina e faz os pneus escorregarem com maior facilidade. Neste caso, os pneus indicados são aqueles mais largos e lisos, pois apresentam uma boa flutuação e geram maior contato com o solo, evitando que cavem buracos durante o percurso, sem atolar o veículo”, explica Zacarias.


Para atuar nesse segmento, a Goodyear desenvolveu tecnologias exclusivas como a TractiveGrooveTM, que consiste em pequenos dentes de serra na base dos sulcos para melhorar a tração em lama, e com o desenho composto por blocos com sistema de autolimpeza nos ombros do pneu, aumentando a estabilidade e a tração em pisos secos e molhados. Os pneus da família Wrangler contam com essa tecnologia, além de um composto diferenciado que se sobressai quando o assunto é oferecer alto desempenho e performance elevada em qualquer tipo de terreno.

Durante a trilha, a Goodyer dá algumas dicas para que o motorista evites situações inesperadas.

Veja abaixo:
Ultrapassagens em pontes de madeira – Se desconfiar das condições do local, desça do carro e analise a ponte, buscando mapear os lugares em que a madeira esteja em melhores condições. Se houver dúvida sobre a segurança do local, procure um desvio. Caso não seja possível passe devagar e em velocidade constante pelos lugares que estiverem mais firmes.
Terrenos com areia – Procure evitar areia fofa. Se o veículo afundar, tome cuidado para não apoiar os eixos, acelere pouco, mantenha velocidade constante. Em praias, verifique as tábuas de maré e evite circular perto da água. Em dunas, ande sobre a vegetação rasteira (onde o terreno é mais firme), desça o morro em marcha reduzida e peça ajuda a pessoas acostumadas com o terreno.
Barro/Lama – Faça um reconhecimento a pé para antever problemas, além disso, verifique a existência de paus ou pedras que possam furar o pneu ou bater embaixo do veículo. Observe a existência de valas profundas em que haja a possibilidade de atolar. Utilize um pedaço de pau ou bambu para medir a profundidade do alagadiço. Ao passar use velocidade baixa e constante e não acelere demais, pois isso pode fazer com que os pneus percam a aderência e patinem. Evite passar em facões feitos por outros carros, em especial se forem profundos. Prefira o terreno mais irregular.
Mata fechada – Nesta situação preste atenção aos espelhos retrovisores e à antena do rádio para não os danificar no trajeto. Em veículo aberto, o cuidado com passageiros deve ser redobrado, evitando possíveis escoriações com galhos e espinhos. Caso tenha dúvidas sobre a segurança do trajeto, pare o carro e verifique se embaixo de folhas e troncos caídos existe algum buraco, depressão mais acentuada ou erosão. Não tente cortar caminho, mesmo com GPS e mapas de boa qualidade em mãos. Tomar essa decisão pode ser desastroso para a natureza.
Conheça os pneus da família Wrangler:
– Wrangler MT/R Kevlar (revolucionário pneu off-road construído com Kevlar® da DuPont®, cinco vezes mais resistente do que o aço);
– Wrangler Duratrac (pneu off-roadpara uso em condições severas)
– Wrangler Silent Armor (pneu para uso em terrenos on e off-road que proporciona rodar tranquilo e silencioso);
– Wrangler All-Terrain Adventure (pneu robusto para picapes e utilitários de uso misto com design superior e tecnologia);
– Wrangler Armortrac (pneus que proporcionam performance, design e estabilidade aos mais variados tipos de terreno);
– Wrangler RT/S (pneu robusto que oferece um rodar silencioso);
– Wrangler HP All Weather (pneu com sofisticados recursos tecnológicos e máxima tração em diferentes tipos de piso);
– Wrangler SUV (Entrega maior durabilidade e controle com design superior e construção otimizada).

03:11 · 26.05.2018 / atualizado às 13:13 · 25.05.2018 por

Um carro com teto solar é objeto de desejo de muitos.. Um dos principais motivos é pela forma que o teto leva mais luz e ar para dentro do carro. Abaixo alguns motivos de porque os tetos solares são tão desejados


O interior do carro é protegido contra barulho mesmo com o teto aberto
Os sistemas modernos de teto têm desenho aerodinâmico e isolamento acústico otimizados. Os defletores de vento são recursos que reduzem o barulho ao dirigir com o teto solar aberto, resultando em maior conforto.
O teto solar e o ar-condicionado trabalham juntos
O teto solar é o complemento ideal para o ar-condicionado, uma vez que oferece uma troca de ar adicional dentro do carro. Em dias mais amenos, o teto solar aberto também é uma alternativa para desligar o ar-condicionado e aproveitar o clima, o que economiza mais combustível.
Sensação de mais espaço interior
Os tetos solares precisam de um espaço mínimo e não atrapalham os passageiros. Com o teto de vidro, a sensação de amplitude e luminosidade dentro do carro é maior, trazendo ainda mais espaço.
Maior valor de revenda
Em diversos sites especializados em compras e vendas, ao procurar veículos do mesmo ano e com próxima quilometragem, os que têm um pacote mais completo de acessórios implicam em uma diferença que pode chegar a 10% no valor do carro. Os tetos solares são os itens que mais influenciam nessa quantia.
Vale a pena experimentar
Considerado um item de luxo altamente tecnológico e com desenho robusto, o teto solar oferece mais status e estilo ao veículo.

04:22 · 23.01.2018 / atualizado às 20:25 · 21.01.2018 por

O que é catalisador automotivo? Essa foi uma das 10 questões mais procuradas, sobre o setor automotivo, pelos internautas brasileiros no mais famoso mecanismo de buscas online em 2017. Principal fabricante de catalisadores do País, a Umicore esclarece qual a função e a importância do componente

O catalisador fica localizado no sistema de escapamento dos veículos

Localizado no sistema de escapamento do carro, o catalisador tem a função de converter até 98% dos gases poluentes provenientes da combustão como monóxido de carbono (CO), óxidos de nitrogênio (NOx) e hidrocarbonetos (HC) em substâncias inofensivas à saúde humana. “Essa característica faz com que a peça seja de fundamental importância, especialmente nos grandes centros urbanos, onde a concentração de veículos é alta”, afirma Miguel Zoca, gerente de Aplicação do Produto da Umicore.
De acordo o especialista, a conversão dos gases acontece por meio de um processo químico que ocorre dentro do catalisador. “A parte interna da peça é composta por um substrato, que pode ser cerâmico ou metálico, revestido por diversos óxidos e por metais nobres como platina, paládio ou ródio. Quando esses elementos entram em contato com os gases tóxicos, promovem reações químicas, transformando os poluentes em gases inofensivos e água”, explica.

O componente é responsável por converter até 98% dos gases poluentes como CO, NOx e HC, em substâncias inofensivas

É a ação do catalisador que garante que os veículos consigam se adequar aos limites de emissões exigidos por lei por meio do Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores (PROCONVE).
Segundo Zoca, o catalisador é projetado para durar no mínimo 80 mil quilômetros. Porém, alguns fatores podem abreviar a vida útil do componente. “A falta de manutenção do veículo é a principal delas. A falha de peças do sistema de ignição e de injeção, por exemplo, além do uso de combustível de má qualidade e de aditivos e fluídos não especificados pela montadora, podem prejudicar o catalisador e, em alguns casos, até comprometer a ação do componente”, alerta Miguel Zoca.
A recomendação da Umicore é que o motorista mantenha sempre as revisões do veículo em dia e, sempre que possível, também submeta o carro ao teste de emissões.

O catalisador é composto por um substrato, que pode ser cerâmico ou metálico, revestido por diversos óxidos e metais nobres. Quando entram em contato com os poluentes promovem uma reação química

Sobre a Umicore
A Umicore é um grupo de tecnologia de materiais e reciclagem, tendo suas atividades centralizadas em três áreas de negócios: Catálise, Energia e Tecnologia de Superfície e Reciclagem. Cada área está dividida em várias unidades de negócios direcionadas ao mercado, seja em materiais e soluções que estão no topo de novos desenvolvimentos tecnológicos e são essenciais no dia-a-dia. A Umicore foca suas atividades em áreas de aplicação, nas quais seu conhecimento na ciência dos materiais, química e metalurgia faz a diferença. A Umicore investe a maior parte de suas receitas e dedica seus esforços de P&D para as tecnologias limpas, desenvolvendo produtos tais como catalisadores para controle de emissões, materiais para baterias recarregáveis e reciclagem. O objetivo de criar valor sustentado da Umicore b aseia-se em sua ambição de desenvolver, produzir e reciclar materiais de forma a cumprir sua missão: Materiais para uma Vida Melhor (Materials for a Better Life). O Grupo Umicore tem operações industriais em todos os continentes, servindo uma base global de clientes. Em 2016, apresentou faturamento de EUR 2,7 bilhões e, atualmente, emprega 9.900 pessoas.

15:45 · 16.01.2018 / atualizado às 15:45 · 16.01.2018 por

Com o crescimento da frota de motocicletas nas grandes cidades, fica evidente a importância da moto no deslocamento e mobilidade urbana. No entanto, ao mesmo tempo em que o número de motociclistas aumenta, os acidentes no trânsito envolvendo os mesmos também crescem

Motosound proporciona ao motociclista uma viagem segura e sem interrupções no trajeto, fazendo com que o motociclista não tenha de parar no acostamento para atender uma ligação e que possa com tranquilidade usar o celular enquanto está parado no trânsito

Conversamos com especialistas e realizamos um levantamento de atitudes perigosas, que aumentam o risco de acidentes em vias e que os motociclistas infelizmente costumam colocar em prática. Também buscamos uma solução para ajudar a solucionar estas demandas. Confira!
1- Deixar o celular dentro do capacete
Esta prática tira a eficácia do acessório, que não é capaz de proteger adequadamente a cabeça do usuário. Além disso, pode ocorrer o superaquecimento do aparelho, ou acarretar uma multa de 191,54 reais, e a perda de sete pontos na carteira, pela infração ser considerada gravíssima segundo o Código de Trânsito Brasileiro
2- Usar fones de ouvido durante a viagem
Os fones de ouvido atrapalham a audição do que está acontecendo no trânsito e são proibidos por lei.
3 – Parar no acostamento para atender uma ligação
Com o corre-corre do dia a dia, uma parada pode atrasar o trajeto. Considerando que muitos motociclistas utilizam o veículo para trabalhar, isso pode acarretar desperdício de tempo e de dinheiro.


4 – Tentar usar o celular enquanto pilota
Esta prática é considerada extremamente perigosa porque, além de tirar a atenção do trânsito, o motociclista perde o controle da direção, colocando em risco sua vida e de outros.
5 – Usar o celular enquanto está parado no farol
Atender o telefone no farol aumenta as chances de assalto.
Conforto e mobilidade sem perigo
Líder no segmento de som automotivo, a Bomber Speakers traz ao mercado o Motosound, um aparelho multimídia exclusivamente para motos, com o objetivo de descomplicar a vida do motociclista e reduzir o número de acidentes. O aparelho é acoplado ao capacete e é possível ter acesso via bluetooth das funções do aparelho celular como ouvir música, atender ligações, ter acesso GPS com conforto e segurança. E o mais importante: o produto foi desenvolvido 100% de acordo com as regras do Código Brasileiro de Trânsito.
Entendendo as demandas do mercado nacional, o Motosound proporciona ao motociclista uma viagem segura e sem interrupções no trajeto, fazendo com que o motociclista não tenha de parar no acostamento para atender uma ligação e que possa com tranquilidade usar o celular enquanto está parado no trânsito. O display é altamente intuitivo e com botões de fácil acesso. O aparelho é leve e discreto, o pode evitar ocasionais casos de roubo.
Fazendo do capacete uma concha acústica, o dispositivo reproduz alertas de trânsito do GPS, músicas e ligações, com excelente qualidade de volume de som para chamadas e músicas. Seu design é resistente a humidade e chuva leve, é de fácil instalação e pareamento, sendo compatível com qualquer dispositivo bluetooth.
Sobre a Bomber Speakers
A Bomber Speakers, que teve início como Blauline, atua no mercado de alto-falantes no Brasil desde 1993, desenvolvendo soluções e produtos inovadores para o mercado automotivo, subwoofers, alto-falantes para competição, headfones e produtos para montadoras. Certificada ISO14001 Gestão Ambiental, a empresa é referência mundial no mercado em que atua. Em 2017, a empresa foi reconhecida com o Prêmio Q1 Preferred Quality Status da Ford, graças aos altos índices de qualidade internacional, estando habilitada a fornecer alto-falantes para qualquer automóvel da Ford no mundo todo.