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Categoria: Blindagem


12:33 · 05.03.2015 / atualizado às 12:33 · 05.03.2015 por

Mercedes_E250_Blindado_2015

Embora o País não ande “bem das pernas”, o mercado de luxo continua atraente e a Mercedes-Benz aproveitará a onda trazendo o E 250 Turbo Avantgarde VR4 novo, que é blindado pela própria fábrica e chega ainda este mês ao Brasil.

O modelo é destinado para um minúsculo grupo de compradores, já que custará R$ 340 mil. Para quem gosta de examinar o motor, ele  é o novo 2.0 turbo, de 211 cavalos, que acelera de 0 a 100 km/h em 8,9 segundos e atinge 240 km/h. Veloz, não?

Diferencial

A blindagem do carro é diferente das tradicionais, pois começa antes mesmo da carroceria ser montada. Com isso, componentes da blindagem podem ser instalados em locais que são inacessíveis depois que o carro está montado, gerando mais segurança e menor ruído interno, segundo a montadora.

O nível de blindagem do E 250 suporta tiros até de uma Magnum 44. Os pneus runflat têm tecnologia que permite continuar rodando por um trecho limitado, com velocidade limitada, caso um dos pneus sofra perda de pressão. Assim, o motorista consegue chegar até um lugar seguro.

Além de toda a tecnologia de blindagem, o carro vem com muitos equipamentos e itens de segurança, como controle de estabilidade. O preço oficial do E 250 Turbo Avantgarde VR4 é de R$ 339,9 mil.

10:08 · 22.10.2014 / atualizado às 10:08 · 22.10.2014 por

Toyota Corolla 2015(4)

Na contramão dos números do mercado convencional, que registra quedas mensalmente, em relação ao ano passado, o setor de blindados a cada dia cresce e se alguém perguntar, vai bem, obrigado!  Motivo: a violência que explode nas grandes cidades brasileiras. Por isso, segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o Brasil superou recentemente o México e passou a deter a maior quantidade de veículos protegidos do mundo.

Avalanche

Em uma década a frota brasileira de blindados praticamente quintuplicou e hoje já soma mais de 120 mil automóveis espalhados no País. A forte sensação de insegurança segue sendo o maior motivador da busca por esta proteção extra.

O crescimento tem sido tamanho que diversas indústrias do setor estão aplicando pesados investimentos na ampliação dos negócios. Mensalmente, as empresas esperam proteger algo em torno de 120 e até 40 veículos, respectivamente.

Na lista

Entre os modelos mais blindados do país, destaque para Toyota Corolla, Range Rover Evoque, Land Rover Discovery, Volkswagen Tiguan e Volvo XC60. O padrão de proteção mais comum por aqui é o nível III-A, que suporta impactos de calibre 9 mm.

10:34 · 16.02.2013 / atualizado às 10:34 · 16.02.2013 por

A blindagem automotiva tem se tornado cada vez mais uma alternativa de proteção frente ao crescimento da violência urbana no país, não apenas nos grandes centros, como também nas cidades litorâneas e do interior. De acordo com o último levantamento da Associação Brasileira de Blindagem (Abrablin), foram blindados no país 4.275 veículos somente no primeiro semestre de 2012, um aumento de 4,92% na comparação com o mesmo período de 2011.
Fábio Rovedo de Mello, da Concept Blindagens, de São Paulo, revela a seguir alguns mitos que permeiam o setor de blindagem de veículos no país.
1. A blindagem de nível I, além de agregar muito menos peso ao carro, consegue suportar disparos de pistolas como a 9 mm?

A blindagem de nível I é permitida pelo Exército Brasileiro, órgão que regulariza e fiscaliza o setor. Esse nível, porém, garante proteção apenas contra disparos de armas de calibre 22 e 38, de acordo com a norma de resistência balística NBR 15000. Até por conta dessa capacidade limitada de proteção, não é o mais empregado no país. A blindagem mais praticada no mercado é a de nível IIIA, que acrescenta, sim, mais peso ao veículo, mas dá segurança efetiva, já que suporta até tiros de pistolas 9 mm e de revólveres .44 Magnum, uma das mais potentes armas de mão.
Quanto ao peso, o que define o nível de blindagem é, justamente, o número de camadas dos componentes que constituem a blindagem. Assim, quanto maior o nível, maior a quantidade de material e, por isso, mais elevado o peso do veículo.

2. Existe blindagem barata, muito abaixo do custo praticado pela maioria das blindadoras?
O processo para se blindar um veículo é complexo e envolve uma série de profissionais especializados. Para receber a proteção, o carro é totalmente desmontado, as peças recebem o reforço uma a uma, de forma personalizada, já que cada modelo de cada marca tem curvas e medidas específicas. Os vidros originais são substituídos por vidros especiais, formados por uma junção de vários materiais que garantirão a resistência em caso de disparos de arma de fogo. O uso de todo esse material, somado à tecnologia que envolve o processo faz da blindagem um procedimento de custo elevado. Assim, ao definir a blindadora que executará o serviço, desconfie e fuja das que oferecem valores muito abaixo das demais. Para conseguir o serviço a custos bem abaixo, ela pode utilizar material insuficiente ou de menor qualidade para garantir a proteção desejada.

3. Pneus podem ser blindados?
Não existe blindagem de pneus. É possível, porém, que cada roda receba um sistema de proteção, que pode ser uma cinta de aço ou produzida por polímeros especiais. Esses dispositivos permitem que o veículo rode por alguns quilômetros a certa velocidade (dependendo do sistema aplicado e das características do mesmo), aumentando a probabilidade de deslocamento até uma zona de segurança.

4. É possível manter a transparência e funcionalidade do sistema do teto solar e/ou panorâmico do veículo, mesmo após sua blindagem?
Algumas empresas, para tentar atrair o cliente, prometem alguns diferenciais como esse. No entanto, é impossível proporcionar a funcionalidade total desse item, tendo em vista a espessura e o peso da peça blindada que substitui a original. Esse acréscimo tornaria o sistema de acionamento incompatível com a nova peça agregada. Além disso, quem blinda um carro é porque busca o máximo de proteção. Aberto, o teto solar torna o veículo totalmente vulnerável dependendo do local e da situação em que se encontra.

5. Com o uso da manta de aramida, não é preciso mais o uso de aço?
O avanço da tecnologia permitiu que a blindagem automotiva, que em tempos atrás era feita integralmente com a aplicação de aço, pudesse ser realizada com o uso de mantas de aramida, tecido formado por fibras muito leves, mas de alta resistência e de grande absorção de energia. Por ser muito flexível e maleável, porém, sua instalação na lataria do carro deixa alguns pontos vulneráveis, principalmente nas extremidades, onde o fim de uma placa de manta se junta ao começo de outra. Para sanar esses pontos, é obrigatória a instalação de uma sobreposição em aço, o chamado overlap. Ele tem que estar presente sempre que houver uma descontinuidade do material resistente. Deve, também, se estender sobre as extremidades de ambas as partes, o que é conhecido tecnicamente como “travamento de borda”, a fim de que a proteção seja 100% efetiva.

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