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Categoria: Curiosidade


10:19 · 19.06.2018 / atualizado às 10:19 · 19.06.2018 por

A polícia de Tochigi, no Japão, ganhou um poderoso aliado no combate ao crime: uma unidade do Nissan GT-R, um dos carros mais rápidos do mundo, foi doada à corporação por um morador. A versão comprada pelo generoso cidadão foi a Pure. Toda a conversão e preparação do veículo para a atividade policial foi feita por uma empresa local, sem a participação de engenheiros da Nissan.

12:35 · 09.05.2018 / atualizado às 13:49 · 09.05.2018 por

O Volkswagen Fusca com chassi Nº 003 foi totalmente restaurado este ano e agora tem valor estimado em 300 mil euros, aproximadamente R$ 1.270.000. A façanha foi realizada por um Museu na cidade de Hamburgo, na Alemanha, o Prototyp Automuseum, após quase dois anos de trabalho.

Existem alguns fuscas pré 2ª Guerra Mundial, pré séries VW 30, VW 38 e VW 39, mas todos fora de atividade e guardados em museus ou coleções particulares. Esse exemplar é um dos Fuscas mais antigos existentes, o pré série VW 39 de chassi 1-0003, ou o que restou dele após um trágico incêndio na coleção Raffay, em 2011.

Entre os automóveis destruídos pelas chamas, havia ainda um raríssimo Lohner-Porsche, modelo híbrido (a gasolina/elétrico) costruído por Ferdinand Porsche, em 1901.

 


Arraste para ver a transformação

Em 1948, foi encontrado, sem motor, em um galpão – e adquirido pela família Raffay, dona de uma das primeiras concessionárias da Volkswagen na Alemanha.

Sabe-se apenas de três Fuscas mais antigos do que esse: todos da série de protótipos VW38 (anterior aos VW39): dois pertencem à Volkswagen e um está nas mãos de um colecionador particular.

Quer saber qual o Fusca mais antigo?

É o VW 30 pré serie de 1938, achado na Lituânia e restaurado pela família Grundmann. Ele é considerado o mais antigo do mundo.

 

Restauração do Fusca com chassi nº 003

A restauração incluiu a instalação de um motor idêntico ao original e produzido antes da Segunda Guerra. A julgar pelas fotos do 0003 queimado, a tarefa foi bem difícil, mas os alemães já fizeram uma reconstrução bem mais complicada em um Fusca ainda mais antigo, da série VW38, encontrado em 2011 – do carro original haviam sobrado apenas partes da carroceria, montada sobre um chassi com motor dianteiro

 

Valor dos raros

No mercado dos carros raros, Fuscas sempre têm um preço elevado, dependendo do ano, e é um dos veículos mais procurados pelos colecionadores. O astro da série “Se Meu Fusca Falasse”, o Herbie, por exemplo, foi leiloado pelo valor de US$ 126.500, em leilão na Flórida, nos Estados Unidos.

E o valor estimado da raridade restaurada? Estima-se que 300 mil euros, mais de 1,2 milhão de reais. Mas o carro não será vendido, vai permanecer no Museu, em Hamburgo, em exposição permanente.


Lançado oficialmente em 1935, pelo então projetista Ferdinand Porsche, o Volkswagen Fusca podia ser comprado na época ao preço de 990 marcos e era equipado com motor refrigerado a ar, sistema elétrico de seis volts, câmbio seco de quatro marchas, que até então só se fabricavam carros com caixa de câmbio inferiores a 3 marchas.

11:06 · 02.05.2018 / atualizado às 11:06 · 02.05.2018 por

O ronco poderoso do motor V8 é uma das assinaturas do Mustang GT que empolga os fãs e faz o carro ser notado em qualquer lugar. O novo modelo 2018, recém-lançado no Brasil, leva esse sentido a um novo patamar com a válvula ativa de escapamento, tecnologia avançada que também se baseia em conhecimentos ancestrais


A descarga de adrenalina provocada pelo som do escape do Mustang GT clique aqui usa o mesmo princípio que nos faz pular ao ouvir um trovão. A chamada resposta autonômica remonta à pré-história, quando os humanos aprenderam a reagir rapidamente a sons altos e poderosos, como o rugido de um leão ou a queda de uma árvore. Com o tempo, essa resposta de luta ou fuga para evitar o perigo foi transmitida ao nosso DNA.
A conexão entre os sons e as nossas reações emocionais chamou a atenção de um crítico de música do século 18 chamado Friedrich Marpurg, um dos primeiros nos tempos modernos a documentar as respostas emocionais provocadas por diferentes sons. Os engenheiros de áudio hoje exploram os mesmos conceitos ao criar sons para tudo, desde filmes e música até carros, celulares e eletrodomésticos.
“Nossa conexão com o som começa no ventre da nossa mãe, muito antes de outros sentidos”, diz Steve Venezia, veterano engenheiro de produção de televisão em Los Angeles. “Mais tarde, o som continua a ser um dos sentidos mais poderosos para criar memórias duradouras, como uma música que lembra um momento feliz da nossa vida.”


Além dos aspectos básicos do som – volume, tom, estruturas harmônicas simples ou complexas –, o truque para criar experiências sonoras empolgantes, segundo Venezia, começa com um som de base autêntico, adicionando-se então camadas para intensificar suas particularidades.
Assim, aquele toque familiar do seu smartphone não é mero acaso: ele foi projetado cuidadosamente para ser agradável e alegre, conforme a teoria de Marpurg.
DNA sonoro
Na Ford, os projetistas de áudio buscam outro tipo de som para criar a sensação de potência e desempenho. “Diferentemente de outras áreas da engenharia, que trabalham com especificações baseadas em números, trabalhamos para identificar o DNA sonoro que conecta os motoristas à emoção que eles esperam de cada carro”, diz Hani Ayesh, engenheiro de desenvolvimento de escapamento da Ford.
O sistema de escapamento ativo do Mustang GT é controlado por computador e abre válvulas – como um saxofone ou órgão de tubos – para adequar o som do carro ao humor do motorista. Ele tem quatro níveis selecionados por uma tecla no console: Normal, Esportivo, Pista e Silencioso, este último conhecido também como modo “bom vizinho”.


O engenheiro explica as diferenças fazendo uma analogia simples com uma guitarra. “Toque um acorde no violão e você terá uma onda de som simples e limpa – é o estilo suave de Brahms. Ligue a guitarra a um amplificador e aumente o volume para 11 e terá o som agressivo e estridente que realmente agita sua alma. Nós chamamos isso de modo Pista”, diz. “Quando pego meus filhos na escola, eles querem ouvir o ronco do motor. Mas minha esposa e vizinhos, nem tanto, e posso usar o modo ‘bom vizinho’ para eles ficarem contentes também.”

11:56 · 17.04.2018 / atualizado às 11:56 · 17.04.2018 por

É no comando de seu próprio caminhão, na grande maioria percorrendo as estradas dos Estados de São Paulo e Minas Gerais para transportar pencas de bananas – desde 2010, mais de 7.500 toneladas do fruto -, que Luciano Felipe Patekoski Braga, caminhoneiro desde 1994, atingiu a marca de 1,5 milhão de quilômetros com o motor Cummins ISB6 sob o capô.


O profissional da estrada afirma que não há segredos para a vida longa do seu equipamento, somente alguns cuidados como a realização da manutenção preventiva recomendada e conduzir o veículo sempre com o giro sugerido. “Na área verde do conta giros do painel que vai de 1.000 a 2.300 giros. Sempre estico e reduzo as marchas sem ultrapassar esta marca”, afirma Braga.
Seu caminhão, um VW 24.250 2007/2008, foi adquirido em 2010 com a marca de 282 mil quilômetros. Desde então, Braga passou a atender uma empresa localizada em Suzano (SP). Nos primeiros anos, realizava duas viagens até Janaúba, no norte do Estado de Minas Gerais, totalizando 5.300 quilômetros semanais – 2 mil entre Suzano (SP) e Janaúba (MG) – e mais 300 km até chegar em sua residência, em Eldorado, ao sul de São Paulo.
Nos últimos anos, por conta da crise, o transporte de 30 toneladas de banana semanal caiu para 15 toneladas. A cada itinerário, Braga parte com 1,5 tonelada (somente com as caixas do transporte das bananas) de Suzano e retorna de Janaúba carregado, com 15 t de banana na caçamba do ‘amarelão’, apelido dado carinhosamente ao seu caminhão cor amarelo.


A coloração do fruto maduro se harmoniza com a pintura do caminhão e foi assim que Braga rodou 90% da atual quilometragem. Além da Rodovia Fernão Dias entre bandeirada final e inicial, o motor Cummins IBS6 de 250 hp a 2.500 rpm já mostrou sua força em outras estradas do Brasil. “Já fui pro Nordeste, Mato Grosso, Rio Grande do Sul; já percorri boa parte deste País”, afirma.
Filho de proprietário de caminhão e com familiares nesta profissão, Braga conta que a marca de 1,5 milhão é um feito a ser comemorado. “Há muitos anos, quando meu pai e meus tios atingiam a marca dos 500 mil km com outros veículos, eles comemoravam, ficavam bem alegres. No meu caso, eu só vivi até hoje com este veículo e nunca precisei realizar nenhuma intervenção corretiva no motor”, comemora.
Para ele, a troca de óleo é religiosamente atendida, a cada 25 mil quilômetros, por recomendação da própria Cummins e sempre em concessionárias. No caso de Braga, na grande maioria das vezes, o atendimento foi realizado pela Maggi Caminhões, em Registro (SP), próximo a sua casa.
Semanalmente, ‘Xirú Doido’, apelido que Braga recebeu dos amigos há mais de 20 anos, uma gíria para parceiro no Rio Grande do Sul, pode ser encontrado na Rodovia Fernão Dias. Na boleia do amarelão, o caminhoneiro ainda visualiza alguns anos de estrada com seu veículo e aposta: “vai superar os 2 milhões de quilômetros com toda desenvoltura”..

04:40 · 03.04.2018 / atualizado às 12:49 · 02.04.2018 por

Prazo de inscrições para o concurso de projetos sociais foi prorrogado até dia 23 de abril

Fundação Dom José Antonio do Couto, de Taubaté (SP), foi premiada no 10º Volkswagen na Comunidade, em 2017, com o projeto Orquestra Jovem Dom

Volkswagen na Comunidade” promove engajamento social na empresa, com os colaboradores indicando projetos nos quais atuam voluntariamente
Edição 2018 entregará total de R$ 440 mil em prêmios para os 11 projetos sociais vencedores
Em 10 anos, o concurso já mudou destinos de 927.089 pessoas no País ao entregar 96 prêmios, totalizando R$ 3,52 milhões
O concurso de projetos sociais “Volkswagen na Comunidade”, da Fundação Volkswagen, prorrogou até o dia 23 de abril o prazo de inscrições para sua 11ª edição por meio do site (www.vwnacomunidade.com.br). Há 10 anos promovendo o desenvolvimento social, o “Volkswagen na Comunidade” já transformou 927.089 vidas ao entregar R$ 3,52 milhões, em 96 prêmios, a entidades que conseguiram viabilizar seus projetos sociais. Os projetos vencedores envolvem os mais diversos temas: nutrição adequada a bebês, capacitação de jovens e adultos para o mercado de trabalho, promoção de educação, cultura e esportes a crianças e adolescentes, acolhimento de dependentes químicos e muitas outras histórias bem sucedidas.

Rotary Clube São Carlos Norte, de São Carlos (SP), recebeu o Prêmio de Sustentabilidade com o projeto Aparelhamento do Banco de Leite Humano da Santa Casa de São Carlos, no 10º Volkswagen na Comunidade, em 2017

A 11ª edição do concurso “Volkswagen na Comunidade” entregará total de R$ 440 mil às 11 entidades vencedoras (R$ 40 mil cada), sendo que elas devem investir o valor no projeto social inscrito. Dez projetos sociais serão inéditos (sendo nove inscritos por colaboradores da Volkswagen do Brasil/Volkswagen Serviços Financeiros e um por colaboradores da MAN Latin America, do Grupo Volkswagen). O 11º é o “Prêmio de Sustentabilidade”, entregue à entidade já premiada no concurso “Volkswagen na Comunidade 2017” que melhor aplicou os recursos recebidos durante o ano.
“O ‘Volkswagen na Comunidade’ tem nobres missões: promover o desenvolvimento social Brasil afora e incentivar o engajamento dentro da empresa. Por um lado, o concurso oferece condições para que as entidades viabilizem seus projetos sociais. Por outro, envolve nossos colaboradores, que inscrevem os projetos sociais nos quais atuam voluntariamente ou com os quais estão engajados”, afirma o Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Volkswagen e Vice-Presidente de Recursos Humanos da Volkswagen Região América do Sul e Brasil, Marcellus Puig.
O concurso ‘Volkswagen na Comunidade’ vem crescendo ano após ano, tanto que a edição 2017 teve recorde absoluto: 1.259 projetos inscritos, um aumento de 59,4% em relação a 2016.

Centro de Recuperação da Paralisia Infantil e Cerebral do Guarujá (SP) foi premiado no 10º Volkswagen na Comunidade, em 2017, com o projeto Estimulação Sensorial

“O ‘Volkswagen na Comunidade’ faz parte de um conjunto de iniciativas desenvolvidas pela Fundação Volkswagen para colaborar com o desenvolvimento sustentável e a transformação de vidas. O concurso também é uma forma de manter a Fundação Volkswagen ainda mais atuante junto ao terceiro setor”, afirma a Superintendente da Fundação Volkswagen e Diretora de Assuntos Jurídicos da Volkswagen do Brasil, Daniela de Avilez Demôro.
Mobilidade e curso de gestão
Esta edição do concurso “Volkswagen na Comunidade” conta com um novo critério de avaliação. Terão mais chances de vencer, os projetos que incluírem o tema “Mobilidade/Movimento”. Pode ser tanto a mobilidade física (como acessibilidade de espaços, por exemplo), como a mobilidade conceitual (considerando todo tipo de ‘movimento/transformação’ proporcionado aos beneficiários diretos, seja social, cultural, de acesso à saúde, educação, segurança, lazer, bem-estar etc).
Os representantes das entidades vencedoras e também das finalistas ainda ganham um Curso de Gestão de Projetos Sociais à distância com certificação internacional. O curso tem 20 horas de duração e apresenta ferramentas práticas para a gestão de projetos sociais, trabalhando temas como mensuração de impacto, desenvolvimento humano e qualidade de vida.
Veja o histórico do “Volkswagen na Comunidade”
927.089 pessoas, de todo o Brasil, beneficiadas
96 prêmios entregues
R$ 3,52 milhões em prêmios
5.609 projetos inscritos
2.119 padrinhos, que são colaboradores da Volkswagen do Brasil, Volkswagen Serviços Financeiros e MAN Latin America (Grupo Volkswagen)
11 anos transformando vidas

APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Espírito Santo do Pinhal (SP) foi premiada no 10º Volkswagen na Comunidade, em 2017, com o projeto Cavalgando Novos Horizontes

Fundação Volkswagen já beneficiou mais de 3 milhões de pessoas
Desde 1979, a Fundação Volkswagen desenvolve iniciativas de impacto social e educacional com recursos advindos de um fundo de investimento próprio no Brasil, além de apoiar tecnicamente algumas das ações de responsabilidade social da Volkswagen. A Fundação compartilha a vocação de mover pessoas. Movimentos que diminuem as distâncias e geram mudanças, transformando potenciais em realidade. Junto com parceiros técnicos, aplica e dissemina conhecimentos capazes de atrelar a teoria à prática. O resultado disso são transformações efetivas em duas frentes de atuação: educação e desenvolvimento social.
Por meio de seus programas educacionais, já beneficiou 2.128.476 estudantes e 25.471 educadores em 1.188 cidades de todo o País, em um total de 8.066 escolas/instituições. Os projetos de Desenvolvimento Social, por sua vez, já somam 947.998 beneficiários diretos, de 4.739 instituições, em 219 cidades, de 24 Estados brasileiros. Informações adicionais: www.fundacaovolkswagen.org.br

20:58 · 21.03.2018 / atualizado às 15:03 · 21.03.2018 por

Cerca de 40% dos carros novos vendidos hoje no Brasil vêm sem pedal de embreagem. Outrora artigo de luxo em carros caros, a proposta de aliviar o trabalho do pé esquerdo vem ganhando cada vez mais apelo entre aqueles que enfrentam o trânsito das grandes cidades. Se você está à procura de um modelo deste tipo, separamos aqui as dez opções zero quilômetro mais baratas que você pode encontrar. São carros que variam de R$ 45 mil a R$ 58 mil. É curioso notar que, nesta lista, existem diferentes tipos de soluções para abandonar o câmbio manual.


Temos representantes automatizados, que são câmbios com engrenagens manuais, mas controlados por uma central eletrônica que efetua a troca no lugar do motorista, câmbios automáticos convencionais, com conversor de torque, e, por fim, um modelo com câmbio continuamente variável (CVT) que, em termos simplificados, permite “infinitas” relações de marchas, já que trabalha com duas polias em vez de engrenagens diferentes.

Etios versão sedan

March, o compacto popular da Nissan

A listagem teve como base São Paulo e tem variações, mas pode servir como uma média

1º) Fiat Mobi Drive 1.0 GSR (automatizado, 5 marchas) – R$ 46.790
2º) Toyota Etios Hatch X 1.3 Automático (automático, 4 marchas) – R$ 52.390
3º) Volkswagen move up! I-Motion (automatizado, 5 marchas) – R$ 52.710
4º) Volkswagen Fox Connect 1.6 I-Motion (automatizado, 5 marchas) – R$ 53.390
5º) Citroën C3 Auto Attraction 1.6 (automático, 6 marchas) – R$ 55.990
6º) Fiat Uno Way 1.3 GSR (automatizado, 5 marchas) – R$ 55.990
7º) Nissan March SV CVT 1.6 (CVT) – R$ 56.990
8º) Toyota Etios Sedã X 1.5 Automático (automático, 4 marchas) – R$ 57.220
9º) Chevrolet Onix LT 1.4 AT (automático, 6 marchas) – R$ 57.990
10º) Hyundai HB20 Comfort Plus 1.6 AT (automático, 6 marchas) – R$ 58.200

07:31 · 08.03.2018 / atualizado às 16:35 · 06.03.2018 por

A Ford foi uma das empresas que apoiaram o movimento na Arábia Saudita pelo direito das mulheres de dirigir, conquistado após um decreto do rei Salman bin Abdulaziz Al Saud. Com o fim da proibição a partir de junho próximo, a marca deu agora um novo passo criando um curso de direção que prepara as novas motoristas para se sentirem seguras ao assumir o volante.
Coincidindo com a comemoração do Dia Internacional da Mulher, a primeira turma está sendo realizada esta semana em parceria com a Universidade Effat para mulheres, em pistas fechadas do campus e com instrutores certificados. A estudante Shams Hakim gravou este vídeo no YouTube  Clique aqui para convidar as colegas a participar da iniciativa.


“A Ford foi criada com a crença de que a liberdade de locomoção impulsiona o progresso humano. Por isso, estamos honrados com a oportunidade de apoiar as mulheres na Arábia Saudita neste momento tão extraordinário e vê-las no banco do motorista”, disse Jim Vella, presidente do Ford Fund. “Nosso programa oferece treinamento e experiências que ajudarão as mulheres a se sentirem seguras e confiantes na direção.”
Usando sua experiência em iniciativas globais de educação para a segurança no trânsito, a Ford criou um programa focado na confiança das mulheres ao dirigir. Ele inclui conhecimentos técnicos básicos sobre o funcionamento dos automóveis, preparando-as para enfrentar o trânsito das ruas com segurança.
Mais de 250 estudantes da universidade já se inscreveram para o treinamento de quatro dias, que é dividido em quatro módulos básicos: Aprendendo sobre o seu Veículo, Distrações, Deficiências e Frenagem.


Haifa Jamalallail, presidente da Universidade Effat, destaca que a universidade é conhecida por sua educação inovadora, incentivando a mulher a assumir o seu lugar legítimo na sociedade e na força de trabalho. “Estamos orgulhosos dessa parceria com a Ford para garantir que nossas alunas também estejam preparadas para se tornar motoristas responsáveis”, disse.

15:48 · 30.01.2018 / atualizado às 15:48 · 30.01.2018 por

As chuvas começaram no Ceará e em janeiro em boa parte do Brasil. E causam certos transtornos, como enchentes e quedas de árvores. De acordo com a Defesa Civil, apenas em janeiro de 2017, 833 árvores caíram na cidade de São Paulo. Esse problema, além de afetar residências, fornecimento de energia elétrica e atrapalhar o trânsito, pode também atingir carros e resultar até mesmo na perda do veículo

E como saber se o seu seguro de veículos cobre esses acidentes? O especialista da ComparaOnline, marketplace de comparação de seguros e produtos financeiros, tira todas as dúvidas para não ficar sem proteção.
Em primeiro lugar, é importante saber que o seguro é essencial em locais de fortes chuvas. Paulo Marchetti, CEO da ComparaOnline no Brasil, explica que, ao buscar um seguro, é necessário fazer a contratação com cobertura total do bem, também conhecida como cobertura compreensiva. Essa modalidade vale para incêndio, acidentes, furtos, roubos e também fenômenos da natureza, como quedas de árvores, alagamentos e granizo. Dependendo do plano contratado, a cobertura do seguro do auto pode servir também para objetos que caem sobre o veículo numa tempestade, como postes, placas e muros.


O especialista também alerta: “É importante que a cobertura seja compreensiva, pois nos casos de coberturas limitadas, a indenização é dada apenas contra furto, roubo e danos provocados a terceiro, sem incluir problemas decorrentes de causas naturais”, explica Marchetti. Já cobertura de responsabilidade civil costuma ser 40% mais barata do que a cobertura total, mas é preciso se atentar aos detalhes.


“Mesmo se a cobertura incluir danos causados por alagamento, é importante verificar bem as cláusulas, pois a seguradora pode não aceitar ressarcir um motorista que optou por dirigir em uma via alagada. Esse tipo de cobertura vale apenas para situações em que não é possível prever ou evitar o problema. Já no caso de quedas de árvores, o contrato do seguro automotivo não é tão restrito, já que ela é, por definição, difícil de prever ou ser evitada”, finaliza Marchetti.

15:48 · 09.01.2018 / atualizado às 15:48 · 09.01.2018 por

A Axalta Coating Systems, líder global em fornecimento de revestimentos líquidos e em pó, divulgou esta semana seu 65º Relatório Global de Popularidade de Cores Automotivas, que mostra o branco como a cor de preferência de carros do mundo em 2017 – seguida pelo preto, com 16% de preferência, e o cinza e prata, empatados em terceiro lugar pelo segundo ano consecutivo, com 11%

 

Branco na liderança das cores de carros no mundo em 2017

O Relatório Global de Popularidade de Cores 2017 da Axalta também registrou:
Globalmente: seguindo a preferência total pelo branco, nota-se uma tendência por cores peroladas e brilhantes para veículos de luxo. Tons de branco perolado registrou um crescimento de 4% em 2017.
África: Crescendo três pontos percentuais, o cinza chega a 11%.
Ásia: Branco domina e é a escolha de 52% dos veículos vendidos na região. Na China, o branco está em 62% dos carros. E no Japão, os tons de branco perolado já estão em 28%.
Europa: Com 20%, o cinza é a cor mais na Europa do que em qualquer outra região.
América do Norte: Azul está ganhando popularidade, especialmente em carros compactos e esportivos, crescendo 6% em relação ao ano passado e chegando a 16% do total.
Rússia: A cor preferida, branco, cresceu de 28 para 32%, e o prata também apresentou crescimento de três pontos percentuais.
América do Sul: Cinza é a nova estrela da América do Sul, indo de 8 para 11%.
“Com seu apelo moderno, o branco continua a ser o mais vendido do mundo”, disse Nancy Lockhart, Gerente Global de Cores da Axalta. “Brancos perolados ganharam 4% em popularidade este ano, já que essa cor é usada em todos os segmentos de veículos e é amplamente utilizado no Japão. No geral, cores vivas e brilhantes continuam a ganhar força e vemos cinza claro e tons de azul claros a médios atraindo mais atenção do mercado”.

Cor prata também entre as preferidas

Publicado anualmente desde 1953, o relatório da Axalta é o mais antigo e abrangente documento da indústria a tratar de cores automotivas. Ele é compilado e organizado pelos especialistas em cores da Axalta do mundo todo para oferecer à indústria de pintura original insights relevantes e fascinantes sobre as preferências dos consumidores.
“Cores de veículos evoluem com o passar tempo”, afirma Elke Dirks, Designer de Cores para OEM da Axalta para Europa, Oriente Médio e África. “Recentemente, o azul vem se destacando em tons que variam de cintilantes fortes a metálicos claros, e o cinza está aparecendo como a próxima cor neutra”, completa.
Para Annie You, Designer de Cores para OEM da Axalta para a China, “o branco é de longe a cor número 1, mas a história não termina aí. Nossos clientes gostam das tendências sutis que o relatório revela. Por exemplo, consumidores na Índia preferem o prata mais do que em qualquer outro lugar, com incríveis 30% de preferência. Na China, por sua vez, é onde se produz mais carros brancos, sendo que 47% são em branco sólido e 15% em branco perolado”.

Preto está em segundo lugar na preferência

“As iniciativas relacionadas a cores que a Axalta executa, incluindo este Relatório de Popularidade de Cores, a Coleção de Cores e a Cor do Ano, são benéficas para os fabricantes de carros que estão interessados em usar estes insights para inovar”, disse Lockhart. “Além disso, a Axalta tem mais de 150 anos de expertise com um time internacional de designers e cientistas que estão exclusivamente focados na fusão da tecnologia com design”.

Cor cinza cresceu no mundo
05:06 · 30.12.2017 / atualizado às 15:10 · 28.12.2017 por

Apesar da presença cada vez maior de alguns dispositivos de segurança nos veículos nacionais como o Programa Eletrônico de Estabilidade (ESP), a maioria dos brasileiros ainda desconhece a real efetividade desses componentes na preservação da vida. O Sistema Antibloqueio de Frenagem (ABS) e Airbag, por exemplo, que passaram a ser itens obrigatórios desde 2014, fazem muita diferença numa situação de emergência

Airbag só será efetivo, em caso de colisão, se os ocupantes estiverem com cinto de segurança

Enquanto o ABS tem a intenção de evitar um acidente (segurança ativa), os airbags ajudam a minimizar as consequências (segurança passiva) quando os acidentes são inevitáveis. Os airbags formam, em associação ao cinto de segurança, uma parte elementar do conceito moderno de segurança oferecendo mais proteção para cabeça, pescoço e peito dos ocupantes.
Ao contrário do cinto, que fixa somente à pélvis e os membros superiores do corpo, os airbags servem de apoio para a cabeça. Para tanto, é importante que o carro tenha uma boa estrutura de absorção tanto frontal quanto lateral.
Atualmente, a lei brasileira exige que os carros tenham apenas o dispositivo frontal, mas caso o veículo queira receber pontuação máxima no quesito de segurança veicular é necessário ter uma infraestrutura reforçada na lateral e os airbags laterais para o corpo e cabeça são a solução mais adotada atualmente. Desde 2016, os protocolos de avaliação da Latin NCap tornaram-se mais exigentes e também passaram avaliar a colisão lateral contra poste.

Dispositivos formam o que há de mais moderno em segurança passiva

A importância do airbag
A principal função do airbag é oferecer proteção para a cabeça, pescoço e peito dos ocupantes, mas é importante estar atento algumas condições. Um banco de couro, por exemplo, pode ser mais bonito e confortável, mas carros com airbags laterais instalados nos bancos não devem ter o seu tecido original modificado. Este cuidado é importante, pois na região onde o dispositivo é inflado há uma costura especialmente desenvolvida e até perfuração a laser que permite a correta atuação do airbag em caso de colisões laterais.
Outra informação relevante é que o efeito otimizado dos airbags somente será alcançado em combinação com o cinto de segurança, ou seja, caso o motorista ou o passageiro não estejam com o cinto no momento da colisão, o airbag não terá a finalidade prevista. Também vale ressaltar que o passageiro nunca deve colocar os pés sobre o painel, visto que essa medida visa coibir que as pernas sejam arremessadas contra a própria pessoa em caso de colisão.

Carros com airbag lateral no banco devem manter o tecido original

Também é importante que não sejam colocados objetos, como GPS ou celulares, nos locais indicados com a sigla “airbag” uma vez que os mesmos, em caso de abertura do sistema, podem ser arremessados contra os ocupantes do veículo. O mesmo vale para bolsas e objetos no colo do passageiro.