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Categoria: Dica


15:23 · 18.09.2018 / atualizado às 15:23 · 18.09.2018 por

Diferenças entre estruturas dos equipamentos requer mais atenção dos pais e responsáveis


As estatísticas comprovam a importância do uso das cadeirinhas para o transporte de crianças. De acordo com a Polícia Federal, desde a obrigatoriedade do uso do acessório em carros houve uma redução de 40% no número de crianças mortas ou feridas em acidentes de trânsito. E não para por aí: uma determinação do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), definiu que a partir de 2020 todos os automóveis vendidos no país deverão ter pontos de fixação para cadeirinhas infantis, o chamado isofix, um equipamento mais avançado de retenção infantil.
Obrigatório na Europa, nos Estados Unidos e no Canadá, dentre outros países, esse sistema de ancoragem é formado por alças afixadas diretamente à estrutura do veículo que seguram as cadeirinhas de maneira firme e evitam deslocamentos que podem ser perigosos no momento de algum acidente. Vale lembrar que, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, transportar crianças em veículo automotor sem a devida segurança estabelecida configura-se como infração gravíssima, com aplicação de multa e até mesmo a retenção do veículo pelo Detran até a regularização do problema.
“Devemos registrar ainda menos acidentes graves envolvendo crianças no trânsito, agora que os novos modelos de veículos vendidos no Brasil devem obrigatoriamente oferecer o sistema isofix de fixação de cadeirinhas e dispositivos de retenção infantil” – diz Maurício Monducci Jr., CEO da Isofix Brasil, empresa mineira especializada em equipamentos para segurança automotiva.
Apoiado pelas estatísticas positivas dos países que já privilegiam este padrão mais moderno, para Monducci a vantagem do isofix é a facilidade na utilização. “Equipamentos de segurança automotiva para bebês e crianças geralmente vinham acompanhados de um conjunto de instruções extenso e, às vezes, bastante complicado. O isofix é um sistema mais simplificado e mais seguro, pois ele está fixado ao veículo e não apoiado no cinto de segurança como o sistema tradicional.”

Acidentes
A preocupação com a segurança das cadeirinhas tem um grande motivo. No Brasil, os acidentes de trânsito ainda são a principal causa de morte entre crianças até 14 anos. De acordo com dados do Ministério da Saúde, somente em 2016, aconteceram 1292 acidentes de trânsito fatais envolvendo crianças e adolescentes. Felizmente, esse número vem caindo a cada ano. Segundo acompanhamento anual realizado pela ONG Criança Segura, de 2015 para 2016, o registro de óbitos infantis por motivos acidentais diminuiu cerca de 4%.
Por cada veículo ser diferente um do outro, a atenção com os acessórios deve ser redobrada, já que a instalação das cadeirinhas pode variar. Pequenas diferenças estruturais podem deixar o equipamento frouxo e inseguro para os pequenos. “Todo cuidado é pouco. Se as instruções indicarem o uso dos pontos de ancoragem inferiores e superiores é preciso segui-las à risca. Se um assento de elevação pede apenas o uso da fixação inferior, esta é a melhor opção. Um ponto mal ancorado pode comprometer toda a segurança do equipamento e, consequentemente, o produto pode não proteger corretamente a criança.” – complementa Maurício.

04:55 · 20.08.2018 / atualizado às 20:58 · 19.08.2018 por

Durante as férias, muitos veículos se deslocaram para diferentes destinos do país. As longas viagens rodoviárias, o estado de conservação das estradas e as frenagens bruscas, geralmente ocasionam desgastes desiguais nos pneus, itens decisivos para uma boa aderência do veículo e, consequentemente, para a segurança do motorista e dos passageiros.


A primeira avaliação que o motorista deve fazer é a da conferência das pressões dos pneus, sempre seguindo as indicações do manual do proprietário do veículo. Em seguida, é necessário que seja verificado se não há desgaste desiguais, corte ou deformações, bem como nenhum prego ou elemento cortante que esteja danificando o composto.

Pneus: alinhamento e balanceamento após viagens

Para finalizar esta primeira etapa, o motorista deve avaliar a profundidade do sulco, que sempre deve estar acima de 1,6 mm. As consequências de rodar com os pneus abaixo desta medida estão no maior risco de furos e na ocorrência de possíveis instabilidades em pistas molhadas, aumentando assim a probabilidade de derrapagens e elevando a necessidade de um espaço maior para frenagens. Caso continue em dúvida, a Goodyear recomenda que o motorista leve o carro em uma loja especializada para a realização de uma revisão mais aprofundada.
Posso mudar um único pneu?
A Goodyear não recomenda, as diferenças dos desgastes dos compostos podem gerar instabilidade nas frenagens, afetar a leitura dos sensores do ABS e do controle de tração.
Mudança dos dois pneus
No caso da troca dos dois pneus, eles devem manter o tamanho dos outros dois, porém podem ter melhor desempenho e qualidade. Eles devem ser colocados no eixo traseiro, pois isso ajuda o motorista a manter mais facilmente o controle sobre superfícies molhadas e curvas.
Mudança dos quatro pneus
No caso de mudar os quatro pneus, as possibilidades são vastas, e você pode trocar os pneus de tamanho diferente, melhor qualidade, ou mesmo adequá-los ao tipo de condução ou terreno em que o veículo é geralmente conduzido. No entanto, lembre-se sempre de que você deve cumprir as especificações do fabricante do veículo.

Outra dica
Além das verificações básicas já mencionadas, outra dica importante para o prolongamento da vida útil dos pneus é fazer a manutenção de alinhamento e balanceamento logo ao chegar de uma viagem. O alinhamento é o processo necessário para manter a maior estabilidade e correção dos ângulos da suspensão e a direção do carro. Já o balanceamento é a maneira de equilibrar o peso do pneu diante das irregularidades da roda, eliminando as vibrações no volante e consequentemente o desgaste prematuro dos pneus. É recomendado fazer o alinhamento e o balanceamento a cada 6 meses ou a cada 5 mil quilômetros.

12:57 · 26.06.2018 / atualizado às 12:57 · 26.06.2018 por

Amarelamento dos faróis pode diminuir a eficiência de iluminação e prejudicar a segurança do veículo; lentes amareladas são indícios de baixo desempenho do conjunto e provocam a redução da visibilidade proporcionada pelo farol e afetam a segurança do veículo


Com a evolução tecnológica da indústria de autopeças, que utiliza cada vez mais materiais termoplásticos, os faróis automotivos ganharam novo destaque, além da função como dispositivos de segurança veicular, tornaram-se itens essenciais no que diz respeito ao impacto visual, garantindo designs arrojados que a engenharia de iluminação é capaz de viabilizar tecnicamente.
Egidio Vertamatti, Gerente Executivo de Produtos da Arteb, uma das principais fabricantes mundiais de sistema de iluminação automotiva, explica que o material amplamente utilizado na lente dos faróis é o policarbonato por equilibrar boas propriedades mecânicas, como a resistência a impactos, e ópticas, como a alta transmitância dos raios luminosos. “As lentes de vidro de fato quebram com muito mais facilidade em comparação às lentes de policarbonato. No entanto, algumas características pouco conhecidas e exclusivas das lentes plásticas precisam ser consideradas neste tipo de comparação”, comenta.
O engenheiro revela que as lentes plásticas dos faróis, apesar de receberem durante o processo produtivo uma camada de verniz, responsável por proteger a lente e, consequentemente, prolongar a sua durabilidade, tendem a sofrer um processo gradual de amarelamento. Isto se dá pela ação dos raios ultravioletas, presentes na luz solar.
O tom amarelado promove certa opacidade na lente e provoca a perda transmitância da luz e, consequentemente, as propriedades ópticas são depreciadas. Na prática, a iluminação promovida pelo farol é reduzida. Quando o desgaste dos faróis atinge este nível de criticidade, no qual a segurança veicular é posta em risco, o mais adequado é efetuar a troca do par de faróis que equipam o veículo.
“É mais que um problema estético, pois compromete a segurança do condutor do veículo. As tentativas amadoras de clarear as lentes, invariavelmente, ocultam provisoriamente o problema em vez de resolvê-lo, pois promovem desgastes pela da retirada da camada de verniz, o que torna a superfície da lente mais vulnerável a riscos e, principalmente, novo amarelamento, comenta. Esses artifícios, segundo Vertamatti, são paliativos, surtem efeito por um breve intervalo, mas não impedem o retorno do problema justamente porque provocam a perda da proteção à radiação UV e pode danificar os componentes internos do farol.”
O Gerente destaca que o motorista acaba se acostumando com a perda da eficiência da iluminação, justamente porque isso ocorre paulatinamente, mas dependendo do caso pode ser muito prejudicial, sobretudo em situações que exigem muito da visibilidade do motorista no trânsito.
Para o motorista não colocar em risco a sua segurança e a de sua família, o engenheiro faz a seguinte recomendação: “Ao notar o amarelamento dos faróis, o melhor é substituir por um novo par. Este é o único procedimento seguro para ter faróis novos por um tempo realmente compatível com a sua expectativa de consumidor”.

12:34 · 21.06.2018 / atualizado às 12:34 · 21.06.2018 por

Fique esperto para a segurança de uma criança em uma moto

02:25 · 20.06.2018 / atualizado às 16:32 · 29.06.2018 por

As férias escolares estão chegando. Roteiro fechado, hotel reservado, vouchers na mão. Mas, antes de pegar a estrada para curtir um merecido descanso vale conferir esses oito cuidados básicos sugeridos pela Continental Pneus:
Calibragem – é importante checar a pressão do ar semanalmente e sempre com o pneu frio. Rodando com a calibragem correta você economiza combustível e amplia a vida útil do seu pneu. Para saber a calibragem correta para os pneus de seu carro basta consultar o manual do proprietário, as etiquetas afixadas nas portas, no batente das portas ou, ainda, no bocal de abastecimento de combustível


Balanceamento e alinhamento – devem ser realizados a cada 10 mil km. O mesmo vale para a medição e o ajuste da cambagem. Além de ser um importante item de segurança, o perfeito alinhamento e balanceamento garante um excelente comportamento dinâmico do veículo, preservando a vida útil dos pneus
Rodízio – é recomendável que seja efetuado a cada 10.000 km, mesmo que os pneus não apresentem sinais de desgaste. A inversão de posição entre os pneus que rodam nos eixos dianteiro e traseiro contribui para manter o desgaste uniforme, proporciona melhor estabilidade, especialmente em curvas e freadas, colaborando também para uma melhora no desempenho global do veículo

Calibrar semanalmente o pneu é fundamental

Sulcos – verificar se eles já atingiram o limite legal de 1,6 mm, momento em que os pneus devem ser substituídos. Vale lembrar que transitar com pneu careca pode resultar em multa e adição de cinco pontos no prontuário do motorista
Válvula – deve passar por uma análise visual, pois se estiver desgastada ou trincada pode causar o esvaziamento gradativo do pneu
Bolhas – observar se há bolhas nas paredes. Um pneu que apresente bolhas está initulizado, pois corre o risco de se romper a qualquer momento causando uma perda súbita de pressão. Nessas condições, deve ser imediatamente substituído;
Excesso de peso – procure não sobrecarregar seus pneus conferindo antes da viagem a capacidade da carga que eles podem transportar
Estepe – lembre-se de checar seu estado e também de calibrá-lo corretamente

02:33 · 18.06.2018 / atualizado às 20:35 · 17.06.2018 por

Trocar de veículo não é uma tarefa simples e instantânea. A desvalorização do veículo, as constantes manutenções ou até mesmo o valor sentimental e apego pelo companheiro de estrada, são fatores que devem ser levados em conta na hora de pensar em colocar um novo carro na garagem

 

Mas como saber se chegou o momento de iniciar as pesquisas e consultas pelo carro novo? O Superintendente Comercial da Allianz Automotive Região Américas, Ricardo Sardagna, mostra alguns pontos comuns que devem ser avaliados e que podem ajudar o motorista nessa tomada de decisão.
Alta quilometragem
A quilometragem e a idade do carro podem ser os principais fatores de influência sobre os custos de manutenção e desvalorização do bem. Por mais revisões que o motorista faça, alguns desgastes podem ser irreversíveis. Ricardo Sardagna comenta: “À medida que o carro aumenta sua rodagem, as revisões programadas ficam ainda mais caras. Esse impacto começa a ser sentido a partir dos 40 mil quilômetros rodados. Esse pode ser um bom momento para começar a olhar um novo veículo”.
Os veículos mais modernos são capazes de atingir altas quilometragens sem grandes perdas de eficiência, mas Sardagna alerta: “É fundamental que as manutenções estejam sempre em dia, do contrário, o veículo será depreciado pelo mercado e a dificuldade de vendê-lo será maior. A existência de amassados, danos na pintura ou no interior do veículo, também prejudicam o seu valor”.

Depois de escolher o usado de sua preferência, examine com calma a parte mecânica do carro

Manutenções recorrentes
Se a visita à oficina mecânica se tornar frequente, isso pode ser um ponto de atenção. “É importante checar o real motivo das falhas. Há casos em que o veículo para por conta do uso de combustível adulterado ou até mesmo por defeito crônico do modelo, como falhas no câmbio ou barulho na suspensão. Nestas situações, mudar de fornecedor e verificar os trâmites com a revenda autorizada são as melhores opções”, comenta Sardagna.

Pneus novos ou seminovos valorizam na hora da venda

Tempo de uso
Outro bom indicador para saber se é hora de passar o carro para frente é o tempo de uso. “Em média, o consumidor brasileiro troca de carro a cada dois anos, um prazo inferior a países como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Espanha. Eu diria que a partir do terceiro ano de uso, ou aproximadamente 50 mil quilômetros rodados, é preciso ter mais atenção ao avaliar o custo das manutenções futuras em relação ao valor do veículo”, ressalta o executivo.
Planejamento financeiro
A troca do carro não deve ser feita em um momento de impulso. “O motorista deve avaliar seu momento financeiro e estar pronto para os novos gastos que a novidade trará, como licenciamento, um segundo IPVA no mesmo ano e emplacamento. É necessário ter uma avaliação cuidadosa em relação às taxas de juros e o custo efetivo total”, finaliza Sardagna.

20:58 · 17.06.2018 / atualizado às 19:01 · 17.06.2018 por

Tanto molas, bandeja, pivô, batente e barra estabilizadora, bem como amortecedor, podem ocasionar ruídos

Muitos motoristas levam o carro à oficina reclamando de barulho na suspensão e acreditam que é proveniente do amortecedor. No entanto, é preciso fazer uma avaliação completa do sistema de suspensão para identificar de onde vem o ruído. “Além dos amortecedores, todos os componentes da suspensão, entre eles, molas, braço oscilante ou bandeja, pivô, batente e barra estabilizadora, devem ser revisados, pois o sistema trabalha em conjunto e as peças estão em movimento constante para diminuir o impacto das irregularidades do solo”, afirma Jair Silva, gerente de qualidade e serviços da Nakata.
Segundo Silva, muitos ruídos podem ser ocasionados pelas buchas de suspensão, pivô, terminal de direção, terminal axial, caixa de direção, suporte da barra do tensor, coxim do amortecedor e até mesmo ser provocado por protetor de cárter solto, objetos ou estepe soltos no porta-malas, fixação do escapamento comprometida. “todos os componentes que integram o sistema de suspensão e direção devem ser inspecionados para que seja identificados possíveis problemas, pois isto pode gerar ruídos e desgaste irregular dos pneus”, exemplifica. O batente também pode provocar barulho. “O batente impede que o amortecedor sofra batidas bruscas quando chega ao final do curso. Quando comprometido, gera ruídos e acelera o desgaste da mola e amortecedor”, ressalta.
Quando houver algum indício de desgaste ou se o veículo já estiver com mais de 40 mil quilômetros rodados é recomendável levar em uma oficina de confiança para revisão do conjunto de suspensão.

03:11 · 26.05.2018 / atualizado às 13:13 · 25.05.2018 por

Um carro com teto solar é objeto de desejo de muitos.. Um dos principais motivos é pela forma que o teto leva mais luz e ar para dentro do carro. Abaixo alguns motivos de porque os tetos solares são tão desejados


O interior do carro é protegido contra barulho mesmo com o teto aberto
Os sistemas modernos de teto têm desenho aerodinâmico e isolamento acústico otimizados. Os defletores de vento são recursos que reduzem o barulho ao dirigir com o teto solar aberto, resultando em maior conforto.
O teto solar e o ar-condicionado trabalham juntos
O teto solar é o complemento ideal para o ar-condicionado, uma vez que oferece uma troca de ar adicional dentro do carro. Em dias mais amenos, o teto solar aberto também é uma alternativa para desligar o ar-condicionado e aproveitar o clima, o que economiza mais combustível.
Sensação de mais espaço interior
Os tetos solares precisam de um espaço mínimo e não atrapalham os passageiros. Com o teto de vidro, a sensação de amplitude e luminosidade dentro do carro é maior, trazendo ainda mais espaço.
Maior valor de revenda
Em diversos sites especializados em compras e vendas, ao procurar veículos do mesmo ano e com próxima quilometragem, os que têm um pacote mais completo de acessórios implicam em uma diferença que pode chegar a 10% no valor do carro. Os tetos solares são os itens que mais influenciam nessa quantia.
Vale a pena experimentar
Considerado um item de luxo altamente tecnológico e com desenho robusto, o teto solar oferece mais status e estilo ao veículo.

10:46 · 25.05.2018 / atualizado às 10:47 · 25.05.2018 por

Família aumentou e está na hora de ter um carro maior para os filhos? Pensando nisso veja nesse infográfico os melhores modelos do mercado para quem tem filhos pequenos e faça sua escolha

04:33 · 04.04.2018 / atualizado às 15:34 · 02.04.2018 por

Falha no catalisador, componente responsável por converter até 98% dos gases tóxicos da combustão, pode acionar o alerta
A preocupação com a redução da poluição proveniente dos carros é fundamental para a saúde da população, especialmente em um país como o Brasil, onde circulam mais de 50 milhões de veículos. O que muitos motoristas desconhecem é que o acendimento da luz de Diagnóstico a Bordo no painel, também conhecida como OBD (On Board Diagnostics), pode ser um sinal de que o carro está poluindo acima dos limites legais. O alerta é da Umicore, empresa referência em tecnologias contra emissões tóxicas.

Responsável por converter até 98% dos gases tóxicos da combustão, o catalisador precisa de revisões periódicas

De acordo com Cláudio Furlan, gerente Comercial da Umicore, essa diagnose avalia todos os componentes que influenciam nas emissões do carro, tendo, inclusive, um código de falha específico para o desgaste acentuado do catalisador.
O catalisador transforma até 98% dos poluentes em substâncias inofensivas, como água, nitrogênio e gás carbônico, e, como qualquer outro componente, precisa passar por revisões periódicas. “O acendimento da luz de OBD pode ser uma indicação de que a peça está degradada e precisa de substituição urgente, pois não realiza a conversão de forma eficiente, fazendo com que o carro libere mais gases tóxicos, elevando a poluição atmosférica”, explica o gerente da Umicore.
A falta de manutenção adequada de outros itens do carro, assim como o abastecimento com combustível de má qualidade e o consumo elevado de óleo lubrificante, reduzem a vida útil do catalisador e, consequentemente, prejudicam o meio ambiente e saúde da população. “Por esse motivo, é importante destacar que os condutores não devem esperar o acionamento da luz do painel para inspecionar o catalisador e outros componentes, respeitando sempre a orientação das montadoras”, alerta o especialista da Umicore.