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Categoria: Dica


12:44 · 25.01.2018 / atualizado às 12:44 · 25.01.2018 por

Confira dicas para otimizar o consumo e desempenho do seu carro
Os preços da gasolina sofreram reajuste já na primeira semana de 2018. Calibrar os pneus e manter a revisão em dia, entre outros cuidados, podem diminuir o gasto diário
Já na primeira semana de 2018, os postos do país registraram aumento nos preços médios do combustível. Um levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado recentemente apontou que o litro da gasolina, por exemplo, subiu de 4,099 reais, na última semana de dezembro, para 4,151 reais, no período entre 1º e 6 de janeiro.


Otimizar esse consumo e gastar menos gasolina pode ser, muitas vezes, questão de hábitos. “Você pode estar contribuindo, por puro descuido, para que seu veículo consuma mais combustível do que o necessário para fazer seus trajetos diários”, explica Eliel Bartels, engenheiro a frente do Centro de Treinamento, Tecnologia e Inovação – CTTi do Grupo Dpaschoal. Confira abaixo cinco dicas que podem ajudar o veículo a desempenhar melhor e gastando menos:
1. Calibre os pneus correta e periodicamente
Rodar com os pneus murchos aumenta o atrito com o solo, o que eleva o consumo de combustível. “Para evitar isso, é importante saber a calibragem ideal dos pneus do seu automóvel, informação que pode ser encontrada no manual do veículo, além de verificá-la a cada quinze dias, por exemplo, sempre calibrando quando o pneu está frio”, orienta Eliel.
2. Saiba quando andar com os vidros abertos ou ar-condicionado ligado
Dirigir com uma brisa fresca no rosto é uma delícia, mas é importante ter consciência de que, quando as janelas estão abertas, a resistência do ar tende a aumentar – especialmente com o carro em alta velocidade – elevando também a quantidade de energia necessária para vencê-la. Portanto, quando na estrada ou em uma avenida expressa, o ideal é dirigir com os vidros fechados e com o ar-condicionado ligado (em uma potência moderada).
Por outro lado, o ar-condicionado, de acordo com a potência em que está ligado, pode se transformar no grande vilão, aumentando o consumo de combustível. De acordo com Bartels, “para evitar o uso do ar no máximo, é importante aproveitar as entradas de ar do carro para ventilar e, sempre que estacionar o veiculo, tentar mantê-lo na sombra”.


3. Evite carregar pesos desnecessários
Quanto mais peso o veículo estiver carregando, mais combustível ele gastará para se colocar e manter em movimento. Nem sempre é possível ou conveniente diminuir a quantidade de bagagem, mas, quando houver essa possibilidade, é importante pensar bem no que será carregado, especialmente na hora de pegar a estrada. “Tudo que puder ser evitado pode contribuir para a redução do consumo e, consequentemente, de gastos.”
4. Quando possível, mantenha a velocidade constante
Nem sempre é possível evitar o processo de acelerar em seguida frear o carro, especialmente na cidade e quando tráfego está intenso. Mas é importante saber que essa sequencia de ações tende a consumir mais combustível. Por isso, seja em câmbio automático ou manual, a aceleração progressiva e contida é a melhor para aproveitar o combustível do motor.
“Ao arrancar, o motorista deve escalonar bem as marchas. A primeira é apenas para o sair da imobilidade. A segunda, deve ser utilizada até 20 km/h, a terceira até 40 km/h e assim adiante. No câmbio automático é preciso manter o pé na mesma posição para o aumento da rotação e velocidade pois, quanto mais há trocas no câmbio, maior será o consumo devido ao trabalho dos componentes internos”, detalha Eliel.
5. Revise o veículo periodicamente
O mau funcionamento de diversas partes do carro pode acarretar em maior gasto de combustível. Por isso e também para garantir a segurança e tranquilidade de quem utiliza o veículo, é importante fazer as revisões do carro conforme indicação do fabricante, antes de uma viagem longa ou quando detectar algum problema.

04:22 · 23.01.2018 / atualizado às 20:25 · 21.01.2018 por

O que é catalisador automotivo? Essa foi uma das 10 questões mais procuradas, sobre o setor automotivo, pelos internautas brasileiros no mais famoso mecanismo de buscas online em 2017. Principal fabricante de catalisadores do País, a Umicore esclarece qual a função e a importância do componente

O catalisador fica localizado no sistema de escapamento dos veículos

Localizado no sistema de escapamento do carro, o catalisador tem a função de converter até 98% dos gases poluentes provenientes da combustão como monóxido de carbono (CO), óxidos de nitrogênio (NOx) e hidrocarbonetos (HC) em substâncias inofensivas à saúde humana. “Essa característica faz com que a peça seja de fundamental importância, especialmente nos grandes centros urbanos, onde a concentração de veículos é alta”, afirma Miguel Zoca, gerente de Aplicação do Produto da Umicore.
De acordo o especialista, a conversão dos gases acontece por meio de um processo químico que ocorre dentro do catalisador. “A parte interna da peça é composta por um substrato, que pode ser cerâmico ou metálico, revestido por diversos óxidos e por metais nobres como platina, paládio ou ródio. Quando esses elementos entram em contato com os gases tóxicos, promovem reações químicas, transformando os poluentes em gases inofensivos e água”, explica.

O componente é responsável por converter até 98% dos gases poluentes como CO, NOx e HC, em substâncias inofensivas

É a ação do catalisador que garante que os veículos consigam se adequar aos limites de emissões exigidos por lei por meio do Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores (PROCONVE).
Segundo Zoca, o catalisador é projetado para durar no mínimo 80 mil quilômetros. Porém, alguns fatores podem abreviar a vida útil do componente. “A falta de manutenção do veículo é a principal delas. A falha de peças do sistema de ignição e de injeção, por exemplo, além do uso de combustível de má qualidade e de aditivos e fluídos não especificados pela montadora, podem prejudicar o catalisador e, em alguns casos, até comprometer a ação do componente”, alerta Miguel Zoca.
A recomendação da Umicore é que o motorista mantenha sempre as revisões do veículo em dia e, sempre que possível, também submeta o carro ao teste de emissões.

O catalisador é composto por um substrato, que pode ser cerâmico ou metálico, revestido por diversos óxidos e metais nobres. Quando entram em contato com os poluentes promovem uma reação química

Sobre a Umicore
A Umicore é um grupo de tecnologia de materiais e reciclagem, tendo suas atividades centralizadas em três áreas de negócios: Catálise, Energia e Tecnologia de Superfície e Reciclagem. Cada área está dividida em várias unidades de negócios direcionadas ao mercado, seja em materiais e soluções que estão no topo de novos desenvolvimentos tecnológicos e são essenciais no dia-a-dia. A Umicore foca suas atividades em áreas de aplicação, nas quais seu conhecimento na ciência dos materiais, química e metalurgia faz a diferença. A Umicore investe a maior parte de suas receitas e dedica seus esforços de P&D para as tecnologias limpas, desenvolvendo produtos tais como catalisadores para controle de emissões, materiais para baterias recarregáveis e reciclagem. O objetivo de criar valor sustentado da Umicore b aseia-se em sua ambição de desenvolver, produzir e reciclar materiais de forma a cumprir sua missão: Materiais para uma Vida Melhor (Materials for a Better Life). O Grupo Umicore tem operações industriais em todos os continentes, servindo uma base global de clientes. Em 2016, apresentou faturamento de EUR 2,7 bilhões e, atualmente, emprega 9.900 pessoas.

15:52 · 16.01.2018 / atualizado às 15:52 · 16.01.2018 por

A partir do próximo mês, todos os estados brasileiros devem estar obrigatoriamente aptos a disponibilizar a Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e). A resolução, que foi publicada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) em agosto do ano passado, afirma que o documento digital terá o mesmo valor jurídico da versão impressa, que continuará sendo emitida.
O novo formato do documento funcionará como um aplicativo de celular e estará disponível nas lojas oficiais da Apple e do Google (para aparelhos Android)


De acordo com Rodrigo Mourad, sócio da Cobli – startup especializada em controle de frotas, telemetria e roteirização – o novo modelo trará diversas vantagens. “Além da economia de papel, os condutores mais esquecidos também terão uma boa economia no bolso, já que a multa para quem dirige sem o documento é de R$ 88,38. Donos de empresas que possuem frotas também terão mais tranquilidade na operação, sem a preocupação de ter o veículo da empresa retido até a apresentação do certificado”, diz Rodrigo.
Como obter a CNH-e?
A CNH-e só poderá ser solicitada por quem já possui o documento com o QR-Code, um código que possibilita a leitura das informações por aparelhos eletrônicos que já está fixado no verso de carteiras impressas desde maio do ano passado.
Os demais condutores terão acesso à CNH-e quando renovarem o documento.
Após baixar o aplicativo, o motorista terá que escolher entre usar um certificado digital (pago), que permitirá fazer todo o processo pela internet, ou procurar um posto do Detran para se cadastrar.
Também será necessário fazer um cadastro no Portal de Serviços do Denatran. Depois disso, o condutor deve realizar o “login” no aparelho em que desejar utilizar a CNH digital. No primeiro acesso, será necessário criar um PIN de segurança. Somente esse código possibilitará acesso às informações. Todos os dados serão criptografados, para garantir a segurança.
Ainda não há definição com relação ao custo do documento digital, já que esta determinação fica a cargo Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans).

06:11 · 13.01.2018 / atualizado às 16:12 · 12.01.2018 por

O verão e as férias levam muitos motoristas às estradas. Entretanto, esse período é acompanhado também de chuvas em diversas regiões brasileiras. Por isso, é necessário que os condutores fiquem atentos à manutenção do carro, em busca de aumentar a segurança e evitar transtornos no caminho. Com o objetivo de auxiliar os condutores que vão viajar, o coordenador dos centros Automotivos Porto Seguro, Ronaldo Espindola, destaca algumas dicas para uma viagem segura.


Fique atento aos limpadores
Ter uma boa visibilidade é essencial para manter a segurança na época de chuvas, por isso, o limpador de para-brisa deve estar em perfeito estado. Riscos de borracha no vidro e o som emitido pela peça são indícios de que está na hora de mudar a peça.
Verifique os faróis e Lanternas
Dias chuvosos requerem o farol aceso, porque tendem ser naturalmente mais escuros. Por isso e por uma questão de segurança, o motorista deve estar atento na revisão das luzes dos faróis e lanternas.
Os pneus devem estar em perfeito estado
A aquaplanagem é um fenômeno conhecido por muitos motoristas, que praticamente perdem o controle do carro devido à falta de contato entre o pneu e o chão. Assim, é essencial que o condutor confira sempre o estado dos pneus, medindo a profundidade dos sulcos dos pneus (ranhuras na borracha) do veículo, pois são eles que apontam a condição atual da borracha.


A manutenção dos freios deve estar em dia
Manter o sistema de freios, que inclui discos, cilindros, etc, em boas condições é essencial para o bom funcionamento do veículo e para garantir a segurança do motorista. Por isso, é importante que o motorista se atente a ruídos ou demora ao frear, pois são alguns indícios da necessidade de manutenção.
Verifique o sistema de circulação de ar
É necessário realizar manutenção das entradas de ar e do sistema de ventilação, independente do veículo possuir ou não ar condicionado, já que, em casos de opacidade do vidro, eles resolvem o problema de maneira mais rápida, evitando que o motorista corra riscos.


E se entrar água no veículo?
Em casos de enchentes, não é recomendável que o motorista ligue o carro. Isso porque, a invasão da água pode causar a paralisação e até a perda do motor. O recomendável é que o motorista mantenha a calma e acione o guincho. Após a retirada do veículo com segurança, o motorista deve levá-lo para uma revisão geral.

15:09 · 04.01.2018 / atualizado às 15:09 · 04.01.2018 por

Cuidar da pintura e do estofado do carro é a melhor forma de prevenir danos causados pela exposição solar. O especialista Eduardo Sampel de empresa especializada em estética automotiva, recomenda fazer uma boa limpeza e a prevenção, aplicando alguma proteção na pintura que pode ser cera ou outros produtos com ação mais duradoura contra ação das condições climáticas, como selante, revestimento cerâmico e revestimento cerâmico autorregenerativo. Ele explica que a cera protege por 1 mês, a ação do selante é de seis meses, o revestimento cerâmico dura 1 ano e o autorregenerativo conserva por cinco anos a pintura e tem como diferencial a capacidade de eliminar microrriscos com ação do calor, temperatura acima de 60 Cº, o mais novo tratamento que chega ao mercado brasileiro que usa nanotecnologia.


Outro detalhe importante é não usar água de reuso para lavar o carro, pois possui várias substâncias que mancham a pintura e depois só saem com polimento.
Nos estofados do carro que podem sofrer com a ação do sol, areia e roupa molhada, Sampel revela que é importante aplicar uma proteção que impermeabiliza com duração de 1 ano. Nas partes de plástico, como painel e laterais das portas e para-choque, o ideal é passar um revitalizador que previne o ressecamento causado pelo sol. No caso do vidro do para-brisa, é recomendado fazer cristalização para ajudar a repelir a água com mais facilidade.

11:24 · 20.12.2017 / atualizado às 11:40 · 20.12.2017 por

Faltando poucos dias para 2018, muitos brasileiros já se preparam para pôr os pés na estrada para curtir e aproveitar o período das festas de fim de ano. Mas, para que o período não seja marcado por inconvenientes, preparamos dicas para a revisão adequada do veículo

 


De acordo com o coordenador Técnico, Fábio Silva, o check-list deve ir além dos componentes básicos que o motorista normalmente presta mais atenção. “Alguns itens devem ser vistos pelo mecânico de confiança, como o freio e a suspensão, por exemplo.

Leve o mecânico de sua confiança para examinar e fazer sua revisão

Confira, abaixo, os cinco cuidados listados pelo especialista da Total Lubrificantes do Brasil ao pegar a estrada neste fim de ano:
1- Óleo e filtro: devem ser trocados de tempos em tempos, conforme recomendação do fabricante do veículo, ou quando atingir a quilometragem recomendada para troca. Porém, é importante estar atento para que as substituições sigam as mesmas especificações da montadora. A TOTAL tem uma gama completa de lubrificantes para linha leve com os lubrificantes TOTAL QUARTZ, linha pesada TOTAL RUBIA, transmissão manual e automática.
2- Pneus: é necessário calibrá-los, bem como o estepe, e avaliá-los se há diferenças de pressão no veículo carregado e vazio, desde que não estejam gastos. A avaliação do desgaste é feita de forma simples pelo TWI (Tire Wear Indicator – Indicador de Desgaste do Pneu), que são saliências que ficam entre as ranhuras do pneu.
3- Suspensão, bateria e palhetas: devem ser revistas a cada 10 mil quilômetros, incluindo a geometria e o balanceamento. Além disso, é fundamental avaliar o desgaste de amortecedores, molas, buchas e batentes, inclusive a bateria. Já as palhetas não podem estar tortas, nem com a borracha ressecada.
4- Painel e Lâmpadas: representam as condições do veículo, por isso, em caso de dúvida sobre o significado das luzes, consulte o manual do carro. Nunca viaje com alguma lâmpada queimada, pois é perigoso e ainda pode render multas ao motorista.
5- Itens de Emergência: antes de pegar a estrada, verifique se todos os componentes básicos de segurança estão no lugar. Entre eles, não podem faltar o triângulo, a chave de roda, o macaco, o estepe e o extintor, que precisa estar dentro do prazo de validade.

12:52 · 07.11.2017 / atualizado às 12:52 · 07.11.2017 por

Quais os reais benefícios da gasolina aditivada? Essa dúvida ainda está na cabeça de boa parte dos consumidores, por mais que esse tipo de combustível já esteja no mercado brasileiro há quase duas décadas

“Durante o recente processo de lançamento da nova gasolina Shell V-Power, pesquisas com clientes mostraram que ainda há confusão em relação aos combustíveis aditivados, seu uso e suas vantagens”, conta Gilberto Pose, engenheiro de combustíveis da Raízen. Com base nas demandas dos consumidores, foi elaborada a seguinte lista de mitos e verdades sobre gasolina aditivada:
Montadoras não recomendam gasolina aditivada
Mito. Em sua grande maioria, os manuais de proprietário recomendam o uso do combustível aditivado.
Gasolina aditivada é mais pura que a comum
Mito. Não se trata de grau de pureza ou diferença no refinamento. Nem mesmo de octanagem. O que a gasolina aditivada tem a mais é a tecnologia de aditivos detergentes, dispersantes e formadores de películas protetoras. No caso da nova Shell V-Power, essa tecnologia foi batizada de Dynaflex.
O que suja o motor é o lubrificante, não o combustível
Verdade. A gasolina de má qualidade (adulterada) pode trazer outros prejuízos ao motor, mas o que suja as válvulas e os bicos injetores é o óleo do cárter usado na lubrificação das peças móveis, e que de alguma forma entra em contato com aqueles componentes. O combustível aditivado faz o papel de remover e dispersar os depósitos que prejudicam o rendimento do motor.


Gasolina aditivada vicia o motor do carro
Mito. O papel da gasolina aditivada é limpar e proteger o motor, para que ele tenha o melhor desempenho. O motorista pode a qualquer momento optar por gasolina aditivada, comum ou etanol (nos motores flex).
Veículos com motor muito sujo podem apresentar falha ao usar gasolina aditivada, por conta da sujeira que se desprende
Mito. Além do detergente, a gasolina conta com aditivos dispersantes, que tornam microscópicos os resíduos removidos e evitam o bloqueio nos filtros.
Gasolina aditivada aumenta a potência do motor
Mito. A gasolina aditivada limpa o sistema de injeção, contribuindo para o funcionamento do motor em sua maior eficiência. Ela restringe as perdas de rendimento do motor e após os primeiros abastecimentos pode até recuperar a performance em carros que estavam com motor muito sujo.
Abastecer somente algumas vezes com gasolina aditivada é suficiente
Mito. O indicado é manter uma constância no abastecimento com a aditivada para que a limpeza dos bicos e das válvulas seja permanente.
Tanquinho de partida a frio deve ser abastecido com gasolina aditivada
Verdade. Os antioxidantes da aditivada retardam o envelhecimento desse combustível, já que às vezes ele passa semanas ou meses sem ser usado. E impedem que o produto fique muito espesso por conta da evaporação das partículas leves, o que poderia gerar falhas na ignição. A mesma lógica pode ser aplicada aos carros híbridos, nos quais a gasolina tende a ficar bastante tempo no tanque.
O custo-benefício da gasolina aditivada não compensa
Mito. A gasolina aditivada ajuda a evitar problemas na manutenção e troca de peças do sistema de combustão. Além disso, auxilia a manter o bom desempenho do carro.
Gasolina aditivada é tudo igual
Mito. Cada empresa tem sua própria fórmula, que envolve anos de pesquisa.

13:00 · 06.11.2017 / atualizado às 13:00 · 06.11.2017 por

A escolha entre carros automáticos e manuais é uma dúvida entre muitos motoristas. Ambos possuem características diferentes tanto no momento de dirigir, quanto na manutenção e revisão e, para escolher qual é a melhor opção para cada perfil, é importante entender cada uma delas


Por não precisar trocar de marcha, o automóvel que possui câmbio automático oferece maior conforto em congestionamentos, entretanto, em muitas vezes, a atenção em relação a manutenção precisa ser maior. Já o câmbio manual apresenta um gasto pouco menor de combustível, mas exige mais do condutor nas trocas de marchas. Para esclarecer todas as dúvidas sobre o funcionamento de ambas opções, o coordenador dos Centros Automotivos Porto Seguro, Cláudio Cardoso, dá dicas dos cuidados necessários ao levar o automóvel para conserto e manutenção.
O cuidado do câmbio automático deve ser maior?
A atenção do nível de óleo de câmbio é essencial para o bom desempenho e também durabilidade da peça. A falta de cuidado pode resultar em falhas ou em danos maiores como quebra de alguns componentes. Nível baixo pode significar vazamentos, fique atento.

Carro com câmbio automático

Pesa no bolso ter um carro com câmbio automático?
Depende, se as verificações quanto à sua utilização e manutenção forem respeitadas, o dono do carro não terá problemas. Contudo, se o condutor negligenciar esses cuidados, o custo de manutenção será significativo, iniciando, em média, a partir de R$ 4.000,00.
Pensando na utilização do combustível, a opção automática, quando bem utilizada, consome quase que a mesma quantidade de combustível de um veículo manual.
Como saber quais cuidados deve-se ter com o câmbio de um automóvel?
Todas as informações sobre o câmbio de um automóvel encontram-se no Manual do Proprietário, informa Cláudio. É ali que o motorista verifica com quantos quilômetros o carro deve ter para realizar a revisão e manutenção e para fazer uma possível substituição do lubrificante, por exemplo. Dessa forma, é essencial utilizar o material para consulta, evitando o risco de prejudicar a atuação da peça.

Câmbio manual

Além da manutenção do câmbio, que é diferente entre os modelos automáticos e manuais, existem outras diferenças na manutenção das demais peças do automóvel?
Apesar de terem diferenças por conta do mecanismo, a atenção em relação a revisão e a manutenção do carro é igual para ambos. “Ambos devem ser tratados da mesma forma no momento da manutenção ou revisão”, afirma Cláudio.
Outro ponto de atenção é o local onde seu carro passará pela manutenção. “É essencial levar seu veículo em oficinas especializadas, com profissionais qualificados, dessa forma o motorista garante um trabalho de qualidade e tranquilidade na condução”, finaliza.

13:02 · 24.10.2017 / atualizado às 13:02 · 24.10.2017 por

Absorver os impactos do veículo com o solo e manter os pneus em contato com o chão, garantindo a estabilidade do veículo e proporcionar conforto aos ocupantes. Essas são as principais funções do sistema de suspensão dos automóveis. Como ficam “escondidos”, os itens que o compõem acabam sendo esquecidos pelos condutores, gerando um desgaste maior das peças e comprometendo a dirigibilidade do carro


Segundo Fábio Facca, gerente nacional de vendas varejo da Campneus, maior revendedora Pirelli, o correto é realizar manutenção da suspensão a cada 10.000 km ou quando ouvir ruídos anormais vindo da suspensão, falta de estabilidade e desgastes irregulares nos pneus.
Com isso, o executivo listou cinco hábitos que são os principais inimigos e diminuem a vida útil do sistema de suspensão do automóvel e, consequentemente, geram prejuízos para o motorista:
1. Transpor buracos e obstáculos (lombadas e valetas) com velocidade acima do recomendado. Isso pode gerar danos imediatos nos componentes;
2. Não fazer revisões periódicas nos componentes da suspensão. No decorrer da utilização do veiculo os componentes da suspensão sofrem desgastes naturais provocados por impacto;
3. Deixar de substituir componentes danificados da suspensão. “Essa atitude pode provocar danos nos demais itens, além de afetar a estabilidade e o desgaste dos pneus”, afirma Facca;
4. Andar com o veiculo com excesso de peso acima de sua capacidade. Diminui a vida útil dos componentes da suspensão.
5. Transitar com o veículo em estradas com piso irregular com frequência. “Os impactos constantes desgastam e exigem mais das suspensões” finaliza Facca.

12:19 · 23.10.2017 / atualizado às 12:22 · 23.10.2017 por

Em tempos de gasolina, etanol e diesel caros, não custa tentar economizar em atitudes simples, mas que tem muito resultado no seu bolso no final do mês. Veja abaixo e não esqueça de fazer tudo da melhor  maneira possível.

 

 

 

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