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Categoria: Entrevista


16:58 · 08.04.2016 / atualizado às 17:08 · 11.04.2016 por

A piloto catarinense Hag Schultz fez visita em Fortaleza e na redação do jornal Diário do Nordeste e participou do programa Guia Automotivo da TV Diário para divulgar seu trabalho.

 

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Piloto profissional do Campeonato Paranaense de Turismo ano passado, Hag compete há quase três anos (antes como amadora). Sua carreira profissional iniciou em março de 2015. Em menos de um ano, ela já conseguiu ótimos resultados nas cinco provas que disputou, obtendo o 5º, 2º e 4º lugar, garantindo assim três pódios. A performance de Hag nas pistas chama ainda mais atenção pelo fato dela ser a única mulher que participa do referido campeonato. Ela espera alcançar um grande sonho: se tornar piloto da Stock Car Brasil, a maior competição automobilística do país.

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Para já ir sentindo o clima que envolve o ambiente da Stock Car,Hag trabalha como “grid girl” da equipe Voxx Racing (equipe do piloto Marcos Gomes, atual campeão da categoria). Na entrevista ela disse que está em busca de apoio e patrocínio para voltar as pistas de vez na Stock Car, e seria a segunda piloto mulher. Quem sabe em 2017?

Na próxima segunda, no site do jornal Diário do Nordeste ela está na TV DN, no canal Auto em entrevista exclusiva!

Enquanto isso confira imagens dessa gata e não perca na segunda-feira a entrevista, onde ela dá dicas de automobilismo para quem quer começar no mundo da velocidade!

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Na entrevista com o jornalista André Marinho, do caderno Auto e do programa Guia Automotivo
Na entrevista com o jornalista André Marinho, do caderno Auto e do programa Guia Automotivo

 

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Em visita a sede do jornal Diário do Nordeste
Em visita a sede do jornal Diário do Nordeste

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No test drive com a picape Fiat Toro, versão Freedom, que será exibida no programa Guia Automotivo, dia 16 de abril, 10h30min da manhã
No test drive com a picape Fiat Toro, versão Freedom, que será exibido no programa Guia Automotivo, dia 16 de abril, 10h30min da manhã

Serviço: contatos profissionais para apoio automobilístico podem ser obtidos com a assessoria da piloto, no fone 41-9897-2233 e conheça também a página dela no facebook: www.fb.com/hagschultz

09:51 · 11.03.2015 / atualizado às 09:51 · 11.03.2015 por

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Uma das marcas premium alemã, a Audi, revela o primeiro teaser oficial do SUV elétrico Q6. Apresentada na conferência de imprensa anual da marca alemã, a imagem acima dá uma boa noção de como será o futuro concorrente elétrico de modelos como BMW X6 e Mercedes-Benz GLE Coupe.

É possível perceber pela imagem divulgada que o novo SUV terá estilo bastante influenciado pelas linhas do protótipo Prologue, o que acabou sendo confirmado pelo chefão da marca alemã, Dr. Ulrich Hackenberg.

O motor receberá tecnologia semelhante a do esportivo e-tron, mas com autonomia de 293 quilômetros quando totalmente carregada. O novo veículo será baseado na plataforma MLB, que também marca presença no Q7, e trará bateria de 100 kWh.

Enquanto isso, durante a mesma coletiva de imprensa, a Audi reconfirmou a produção do SUV Q8. “O Q8 trará algo novo, seguindo o design estabelecido no conceito Prologue” diz Hackenberg. “Queremos algo mais emocional e esportivo que o Q7. Enquanto o Q7 é um carro para sete pessoas, o Q8 terá características de cupê”, diz Ulrich.

15:57 · 29.05.2013 / atualizado às 16:00 · 29.05.2013 por

Entrevistamos o vice-presidente da montadora, Luiz Carlos Andrade (foto abaixo), e descobrimos novidades para o Brasil.
Vice confirma que o conceito Corolla Furia antecipa as linhas visuais do sedan médio, que o Etios terá versão aventureira no inicio do segundo semestre e  revela também a meta de expansão da rede de concessionárias. E diz que o preço ideal para o  híbrido Prius seria de R$ 90 mil. Além disso, questionamos se a Hilux e o SW4 poderiam mudar. Confira.

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– Ano passado foi um ano chave para a Toyota com o lançamento do Etios, no segundo semestre. Gostaria que o senhor avaliasse o desempenho do Etios em vendas. A Toyota está satisfeita esse desempenho nesse tempo?
R – Todos nossos projetos têm um objetivo. Esse objetivo tem a ver com a capacidade de produção que a gente estabelece. O mercado que a gente pretende atingir. E obviamente que no caso do Etios o momento foi de aprendizado para nós. A Toyota, apesar de tanto tempo no Brasil – 54 anos -, passou 40 anos fabricando o jipe Bandeirante e nos anos 90 a linha que temos hoje, considerando os importados, o produto nacional, que é o Corolla em Indaiatuba e o Etios em Sorocaba. O Etios de certa forma nos surpreende, pela força da marca e pela forma como estamos colocando ele no mercado. Mais importante para nós são os depoimentos que temos dos compradores do Etios. E nessas pesquisas, invariavelmente, estamos encontrando um alto nível de satisfação e identificação com a marca. Ou seja: o DNA Toyota consegue ser identificado até num produto compacto e isso era uma das coisas que a gente mais queria. Temos uma capacidade de produção de 70 mil unidades por ano e iniciamos uma curva de aceleração de produção rigorosamente dentro do nosso planejamento. Então, com isso, praticamente emplacamos quase 7 mil carros de setembro a dezembro de 2012. Em abril já vendemos 6.800 Etios, que era nossa meta. E em maio temos uma meta de 6.200 carros e acho que vamos conseguir.
– O que é que esse cliente novo para a rede Toyota está buscando nesses carros compactos?
Resp – A nossa avaliação interna, quando vemos também nossos competidores, ainda não estamos atingindo a totalidade desse mercado – aí falo da Fiat (no caso do Palio) e da Volkswagen (do Gol). São grande competidores nesse segmento. Sinto que nós não estamos atingindo aquele perfil de cliente. O perfil de nosso cliente ainda é muito voltado ao Corolla. Sinto que não estamos ainda nesse segmento de compactos. É um mercado com algumas características. Por exemplo: não é um mercado de compras emocionais. Ele é racional. Muito custo benefício. E isso não vale só para automóveis. Vale também para eletrodomésticos, bens duráveis, de uma forma geral. Fatores como economia de combustível, o custo de manutenção, o custo de se possuir um veículo. O custo por quilômetro acaba fazendo muita diferença nesse momento. E algo que não se consegue convencer simplesmente mostrando o carro. A pessoa precisa experimentar e o resultado da experiência tenho certeza que vai nos trazer mais clientes para a marca a partir dos primeiros usuários. Isso é uma coisa que a rede de concessionários também tem nos indicado.

Toyota Etios
Toyota Etios

– Vimos na Internet que o Etios na India teve mudanças. No final de 2012. E estão especulando que o Etios vai mudar. No Brasil vai ter mudanças? E quando?
Resp – O mercado de automóveis implica em conhecer o que o consumidor quer e fazer produtos e serviços para ele. Então, o fato estudar e preparar modificações na nossa linha de produtos, seja ela Corolla, Etios, Hilux ou SW4, ou importados, é um fator absolutamente normal. Agora antecipar para você se isso acontece em 2013 é algo que não faria nem sob tortura (risos).
– Em relação ao câmbio automático? Nesse ano ele chega para o Etios?
Resp – Estamos trabalhando nisso, sem dúvida nenhuma. Mas o desenvolvimento desse tipo de câmbio acontece junto com o motor. E essa combinação, desse motor com o câmbio automático a Toyota ainda não tem em nenhum lugar do mundo. Esse desenvolvimento é específico, vai atender outros mercados também e estamos trabalhando nele. A celeridade em que a gente vai colocar no mercado ainda é prematuro para dizer…Mas posso garantir que o Etios terá a sua versão automática, sim, tanto o hatch como o sedan.
– E isso só vai acontecer quando a outra fábrica de motores estiver funcionando?
Resp- É uma boa suspeita (risos)
E a versão aventureira do Etios, já está pronta?
Resp – Está nos retoques finais. Ontem (dia 24/5) discutíamos a estratégia para o lançamento. Em breve os jornalistas vão receber convites para o lançamento.
– Será só do hatch?
Resp – Sim.
– Será em agosto?
Resp – (Sorrindo) Acredito que em algum momento do segundo semestre vocês vão conhecê-lo.

Corolla Furia conceito
Corolla Furia conceito

– E o Corolla Furia que foi revelado no Salão de Detroit, nos Estados Unidos? Causou um frisson. A próxima geração do Corolla será mais esportiva?
Resp – Vi o carro pela primeira vez antes do Salão de Detroit (janeiro 2013). Ele realmente impressionou pela agressividade e inovação. E por indicar a nova tendência de carros do segmento médio da Toyota. É óbvio que o novo Corolla vem inspirado no Furia, sem dúvida. O Furia é um conceito para indicar direções. O novo Corolla não vai ser o Furia, mas ele vem inspirado. Essa é a boa notícia. Ele se torna um carro com apelo bastante esportivo, mais jovial e tenho certeza que isso ampliará nossa base de clientes.

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Vice da Toyota, Luiz Carlos Andrade, recebe troféu Premio Automotivo de Melhor Marca, escolhido pelos leitores e internautas do Diário do Nordeste
Vice da Toyota, Luiz Carlos Andrade, recebe troféu Premio Automotivo de Melhor Marca, do editor do AUTO, André Marinho: escolha foi dos leitores e internautas do Diário do Nordeste

– Que atrações a Toyota vai levar ao Salão de Buenos Aires, em junho?
Resp – Os jornalistas da Argentina vão conhecer o Etios, que ainda não foi lançado lá e que será exportado do Brasil para a Argentina. A India exporta o carro para a África do Sul.
– Hoje a planta de Sorocaba, que fabrica o Etios funciona em quantos turnos e com quantos funcionários?
Resp – Dois turnos e 2.300 funcionários. A capacidade total de produção possível é de 400 mil unidades por ano e nesse ano vamos decidir se aumentamos a nossa capacidade de 70 mil para 100 mil unidades do Etios por ano.
– Em relação a rede de concessionários. Vocês estão sentindo necessidade de aumenta-la por causa do Etios?
Resp – No momento inicial dissemos que não. Mas isso é uma coisa dinâmica. Hoje, olhando a dinâmica do mercado, acreditamos que existem oportunidades em mercado onde não estamos ainda e onde o número de veículos emplacados e compactos por ano justifique e onde tenhamos frota circulante da marca. Dessa forma atenderemos o principio de venda e de pós-venda. Levar a Toyota mais próximo do meu cliente que já existe.
– Hoje são quantas concessionárias?
Resp – 139
– Existe uma meta de expansão até o final do ano?
Resp – O número que estamos trabalhando seria de 170 unidades, nomeadas, não necessariamente em operação.
– Vai sair finalmente a nomeação da Newland Sobral na região norte do Ceará?
Resp – Para a região de Sobral estamos utilizando outra solução. Estamos criando o conceito de dois “S”. Não é uma concessionária plena. Mas a terminologia em inglês seria de Serviço e peças de reposição.
O grupo Newland tem uma participação de mercado em vendas diferenciado do resto do Brasil. Chegou a ser quarta em vendas no final do ano passado. Existe a possibilidade de outra nomeação como concessionária, por exemplo em João Pessoa, Paraíba, ou outra capital do Nordeste?
Resp – As possibilidades são infinitas, principalmente para um grupo com a qualidade, o perfil e compromisso que o Grupo Newland tem com a Toyota do Brasil. Não tem lugar no território nacional que eu excluiria como capacidade de operação. Tanto é que a visão de expansão do grupo foi fora da área primária de atuação que é o Nordeste, com a nomeação de Brasília. Então, eu não excluiria essa possibilidade. Mas não tem nada certo. O mercado de João Pessoa, por exemplo, não acredito que seja factível para duas unidades Toyota.
– Essa ampliação da rede seria em grandes cidades do interior do Brasil?
Resp – Sim, porque já estamos em todas as capitais, com exceção de Boa Vista (Roraima), que é atendida por Manaus. Acredito que vai prevalecer cidades de porte médio, mas não posso adiantar ainda quais.
– A Toyota está satisfeita com o mercado do Nordeste e do Ceará?
Resp – O Nordeste é um excelente mercado. De extrema fidelidade e penetração para a marca. Em termos de crescimento, em quanto algumas cidades crescem em ritmo aritmético, outras crescem em ritmo exponencial. Por exemplo, Recife, Fortaleza, Teresina. E com isso estamos satisfeitos porque estamos muito bem representados.
– A Newland é hoje um case no grupo de concessionárias da Toyota, pela participação, número de carros vendidos e ter introduzido junto a Polícia do Estado os carros da marca?
Resp – Eu diria que sim. Sem fazer um favor a pessoa do Luis Teixeira, que é o comandante do grupo, mas todos os membros que estão aqui, pois são uma equipe. Vejo situações, como quando trouxe executivos do Japão para cá, como foi o caso do anterior engenheiro chefe da Hilux, uma pessoa super ocupada,depois de vários convites para vir, ele veio diretamente para cá. Passou um tempo aqui e um tempo em São Paulo. Mas aqui era para ele ver o mercado onde a Hilux era bem vendida e onde a marca Toyota era bem defendida e, mais do que isso, um grupo familiar defendendo a marca. Não é uma questão simplesmente mercantil…E ele ficou muito feliz com isso. Ele teve a oportunidade de conhecer e entrevistar alguns clientes. E isso foi sensacional.
– Em relação ao Prius existia uma expectativa de ser vendido por um preço menor, hoje ele é vendido a R$ 121.900. Existe alguma possibilidade junto ao governo dele ter um preço menor, com menos impostos, já que é um carro ecologicamente correto?
Resp – Estamos trabalhando incisivamente nisso junto ao Governo Federal. A Toyota já vendeu mais de 5 milhões de unidades de híbridos no mundo. Então isso não é engenharia experimental, não é uma tentativa…é uma realidade viável para o mundo de hoje. Um carro que nos atende em dois princípios: economia de combustível e baixa emissão de poluentes. Diante desse cenário, em que tentamos fazer um trabalho de informação junto ao Governo era de mostrar para eles através de nosso exemplo direto o que tinha acontecido na introdução dessa tecnologia em vários lugares do mundo. E onde essa tecnologia foi introduzida, sempre ela foi com suporte governamental, por entender o benefício social do produto.
Na opinião do sr. Que preço seria interessante para o Prius no mercado?
– Meu “target” seria R$ 90 mil. Assim mesmo seria um preço maior que um hatchback médio, mas pelo que ele entrega, a tecnologia inovadora, acho que vale o “premium” que estaria sendo cobrado em cima.
Será que já teremos a nova geração da Hilux no Salão de Buenos Aires, na Argentina, já que a picape é feita lá?
Com certeza não. Cada segmentação tem um determinado ciclo de vida. E julgamos que a Hilux e SW4 ainda estão muito bem. Não há dúvida que há um mundo competitivo hoje. E o caminho do líder é sempre ser ameaçado. E em algumas situações o caminho do líder é de cair. Não acho que seja o nosso caso. Pois esse é um mercado ao mesmo tempo emocional e racional em relação a qualidade, durabilidade e credibilidade, que é o diferencial da Toyota

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