Blog do Automóvel

Categoria: Estradas


12:34 · 28.12.2017 / atualizado às 12:34 · 28.12.2017 por

Para que sua viagem seja mais tranquila e você possa estar bem preparado para eventualidades no meio de seu trajeto, seguem algumas dicas do especialista em segurança Wellington S. Santos, da LAQUILA, uma das maiores importadoras e distribuidoras de peças e acessórios para motos e motociclistas da América Latina

Moto para quem gosta de pegar a estrada

Jaqueta com proteções – Em uma eventual queda, este acessório amenizará seus ferimentos, escoriações serão reduzidas ou até mesmo deixará você sair ileso de um acidente
Luvas – Na queda, o seu reflexo é utilizar as mãos para se proteger e com este equipamento você evitará queimaduras graves ocasionadas pela abrasão ao solo
Bota com proteções – As proteções nas áreas de maior impacto serão de suma importância para manter a integridade dos seus pés

Liberdade, aventura e estrada: mas todo cuidado com segurança é pouco

Capacete – Este equipamento, além de ser obrigatório por lei, é o que protege uma das partes mais importantes do seu corpo, a cabeça! 80% da causa de mortes em acidentes com motocicletas são por lesões nessa região
No geral, escolha seu equipamento com muita atenção. Qualidade é essencial para que ele cumpra a função: te proteger. Outros equipamentos que também são importantes e podemos incluir nesta lista são protetores de coluna, cotoveleira, protetor cervical, entre outros. Todos que ajudem você a estar protegido em um eventual acidente são recomendados.
E não esqueça, obedeça as sinalizações e os limites de velocidade na estrada e tenha uma boa viagem!

10:05 · 02.07.2015 / atualizado às 10:05 · 02.07.2015 por

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As férias do meio do ano chegaram e nunca é demais lembrar que na hora de planejar os roteiros e despesas para aproveitar os momentos de lazer, a revisão do carro não deve passar desapercebida.

Para você, através de especialistas, listamos o que deve ser revistos: filtros de ar, óleo e combustível. As trocas destes itens devem seguir as orientações do manual do proprietário que indicam o tempo ou a quilometragem para a substituição. Para Carlos Alberto, mecânico há mais de 15 anos, a trocar de óleo, por exemplo, sem a troca do filtro, diminui a vida útil do lubrificante. A água e o óleo são componentes fundamentais para um bom funcionamento do motor.

“O óleo lubrifica o motor, não deixa as peças se desgastarem muito cedo, além de evitar corrosão, graças às substâncias anticorrosivas, detergentes e uma série de outros elementos. Enquanto isso, a água faz parte do sistema de arrefecimento do motor, evitando que ele superaqueça. A água pode ser trocada por líquido de arrefecimento”, salienta.

Para facilitar, colocamos os detalhes nos cuidados com cada um dos filtros que compõem o sistema do seu carro:

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Filtro de cabine
A falta de manutenção dos filtros de cabine pode causar acúmulo de micro-organismos e partículas que podem atrapalhar o fluxo de ar no interior do veículo e potencializar doenças respiratórias aos seus ocupantes. Sua principal função é reter grandes concentrações de fuligem, poeiras e gases tóxicos. Caso não seja feito o acompanhamento, o ar respirado pode estar contaminado.
Filtro de ar
O filtro de ar tem a função de reter as partículas, garantindo que apenas ar limpo entre na câmara de combustão. A perda de potência, o desgaste excessivo nas partes móveis do motor, como pistão e anéis, pode ser ocasionada pelo acumulo ou a passagem de grãos de areia, pó e fuligem.
Filtro de óleo
Com a função de impedir a entrada de impurezas no sistema de lubrificação do motor, é recomendado realizar a troca do filtro sempre que trocar. Caso a manutenção não seja feita, o novo óleo colocado tem sua durabilidade reduzida, já que há uma mistura com o velho contido no filtro não trocado.
Filtro de combustível
A recomendação para troca do filtro do combustível é de que seja feita de acordo com as instruções do fabricante do veículo, e se isto não for respeitado pelo motorista, pode ocasionar problemas nos bicos injetores e a queima da bomba de combustível. Outro problema que pode ocorrer pela falta de manutenção no filtro é a perda de potência do veículo, devido à mistura irregular de ar com o combustível.

Outros itens que devem ser verificados:

Nível do óleo do motor;
Nível da água do limpador e do radiador;
Bateria, velas e cabos;
Lâmpadas e faróis;
Limpadores de para-brisa e traseiro;
Desgaste e calibragem dos pneus;
Sistema de suspensão e freios;
Extintor de incêndio e kit de emergência (chave, triângulo e lanterna).

O valor das revisões básicas, incluindo troca de aditivos e fluidos, pode variar dependendo da oficina. O tempo para que se realize o serviço varia entre 40 e 90 minutos.

10:26 · 09.02.2015 / atualizado às 10:58 · 09.02.2015 por

 

Yamaha-MT-07-Extreme-Yellow-2015-06Integrante da família MT, a Yamaha MT-07 desembarca com uma fórmula para enfrentar seus concorrentes (  Honda CB 500F, Suzuki Gladius 650 r Kawasaki ER-6n) no segmento de nakeds urbanas: motor moderno de 700 cc, visual ousado, comportamento “dócil” e preço sugerido em R$ 26.990 para a versão básica, sendo R$ 28.490 para aquela com freios ABS (antitravamento). Disponível em três cores – branca, cinza fosco e vermelha, o modelo chega em março às lojas. A marca japonesa estabelece meta de 350 unidades vendidas ao mês. Em Fortaleza, por causa do frete, cerca de R$ 1.000,  o modelo chegará mais caro ao consumidor cearense.

Design

Com traços agressivos, assim como os da irmã maior MT-09, a MT-07 leva ao extremo o conceito de naked: motor, quadro e outras peças ficam bem à mostra; a aparência do farol, em formato de diamante, sugere que ali havia uma carenagem que foi retirada; a cobertura do tanque, poligonal, foge ao convencional; ao lado, há duas entradas de ar com a insígnia dos três diapasões, completando o visual invocado.

Apesar de a massa estar concentrada na parte dianteira, a naked também ostenta esportividade com a rabeta alta, o assento bipartido e a lanterna de LED embutida. O escapamento curto, localizado do lado direito, ajuda na centralização de massas.

Motor bicilíndrico

A MT-07 começa a se desvincular da outra integrante da família pelo motor, um 2-cilindros paralelos (ao invés de tricilíndrico). Embora tenha menor capacidade cúbica, o propulsor de 689 cm³ privilegia torque em ampla faixa de rotações – são 6,9 kgfm, a 6.500 rpm, porém com boa parte da força sendo entregue a 2.500 giros -, tornando a pilotagem mais fácil para iniciantes e garantindo emoção com acelerações vigorosas.

Leve e divertida

Montada sobre um quadro de aço com tubos de espessura variável, a MT-07 pode ser considerada a motocicleta mais leve do segmento – pesa 179 quilos em ordem de marcha na versão de entrada, e 182 kg com ABS. Também é bastante esguia, o que faz com que seu banco estreito facilite o apoio dos pés no chão, embora a altura do assento fique a 80,5 centímetros do solo.

O guidão está mais alto e recuado que o da MT-09, e as pedaleiras foram posicionadas mais à frente e abaixo, o que deixa a postura do motociclista no padrão de uma naked urbana, porém com um guidão mais largo. Seu comportamento ciclístico é previsível e dá pistas de que a naked é fácil de pilotar na cidade e divertida na estrada.

O conjunto segue a proposta da família MT: a suspensão dianteira usa garfo telescópico convencional e não ajustável, enquanto a traseira possui monoamortecedor com ajuste na pré-carga da mola. Ambas têm 130 mm de curso. Já os freios, embora com boas especificações – disco duplo de 282 mm na dianteira, com pinças monobloco, e disco único com pinça simples na traseira -, proporcionam frenagem progressiva até demais para uma pilotagem esportiva. Em condições normais de uso, certamente funcionam melhor.

18:28 · 22.01.2015 / atualizado às 18:40 · 22.01.2015 por

 

André Marinho

Editor (Direto de Reikjavik, Islândia)

O título poderia ser também: como um cearense sobreviveu na terra do gelo! Saindo da média de 30 graus positivos em Fortaleza e desembarcando na capital da Islândia Reikjavik com médias de -10 a -5 e sensação térmica de -15, a Land Rover preparou um test drive  levado ao extremo e em situações no limite. A expedição inesquecível teve como protagonistas 30 jornalistas brasileiros e apenas cinco nordestinos – do Ceará apenas o Diário do Nordeste e TV Diário com o programa Guia Automotivo para conhecer a nova Discovery Sport. O carro aposenta a Freelander 2 e chega no Brasil em março, importado da Inglaterra. Tem opção de cinco e sete lugares, motores a gasolina ou diesel e preços variando de R$ 180 mil a R$ 220 mil. O SUV compacto premium enfrentou rajadas de vento, transposição de rios quase congelados, penhascos de neve e pista escorregadia com disposição. Confira nas imagens as paisagens exuberantes da capital islandesa. E quer saber como sobrevivi, pois veja no fim do post.

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Perto de vulcões e águas geortemais, o test com o novo carro da Land Rover foi adrenalina pura
Perto de vulcões e águas geotermais, o test com o novo carro da Land Rover foi adrenalina pura

 

Visão do motorista, com a pista nevada e escorregadia e penhascos nas laterais
Visão do motorista, com a pista nevada e escorregadia e penhascos nas laterais

 

Montanhas de neve e baixa visibilidade
Montanhas de neve e baixa visibilidade

 

Comboio para que as luzes iluminassem o caminho
Comboio para que as luzes iluminassem o caminho

 

Equipe da Land Rover orienta nas situações mais extremas
Equipe da Land Rover orienta nas situações mais extremas

 

Adeus Islândia, a gente se  encontra na próxima curva!!!
Adeus Islândia, a gente se encontra na próxima curva!!!

 

Pois é, estou ai na foto e sobrevivi. Para isto tomei muitos cuidados. Duas calças grossas para não passar o vento gelado, três camisas e um super casaco, gorro na cabeça e para proteger as orelhas (tirei da cabeça só para tirar a foto), muita água para hidratar, botas grossas para não passar a neve e a umidade e também antiderrapantes – a neve é extremamente escorregadia e para levar um tombo é muito fácil. Além disso, alimentação leve, frutas e não exagerar na comida local – eles gostam de rena – parente do alce – mas também comem muito peixe, bacalhau e salmão. Pois é, o cearense conseguiu escapar sem congelar. Estamos de volta ao Ceará, na quentura de sempre, Abraços e obrigado amigos internautas. Confiram a cobertura completa e mais detalhes no Diário do Nordeste e no Programa Guia Automotivo na TV Diário!

17:20 · 12.12.2014 / atualizado às 17:10 · 12.12.2014 por

Maioria das rodovias brasileiras são inseguras e apresentam mau estado de conservação,  mas é a principal forma de transporte no país
O Brasil é um país predominantemente rodoviário. Isso porque, depois da segunda guerra mundial, houve investimento na construção de estradas como uma forma de interligar o vasto território e escoar a produção agrícola. A escolha por vias asfaltadas foi mantida ao longo dos anos e configura o que temos hoje: rodovias como principal maneira de transporte.

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A maioria das estradas brasileiras é insegura e está em mau estado de conservação. De acordo com levantamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT) quase metade dos 98,5 mil km de rodovias avaliadas apresenta algum tipo de defeito no pavimento. Segundo a análise, 49,9% dos trechos foram classificados como regulares, ruins ou péssimos, 42,4% dos trechos são ótimos e 7,7% foram qualificados como bons.
Irregularidades, buracos, trechos destruídos e ausência de acostamento são os principais fatores que podem levar a acidentes. Além disso, a qualidade do pavimento também interfere no desgaste, consumo de combustível e desempenho do veículo. O diretor da empresa especializada em gestão de trânsito, Perkons, Luiz Gustavo Campos destaca que enquanto o Brasil for um país rodoviário, é preciso tornar os trajetos seguros, investindo na melhoria da infraestrutura, fiscalização e educação dos usuários da via. “As rodovias ainda apresentam um alto índice de acidentes. Em 2013, segundo a Polícia Rodoviária Federal, foram registradas 186.474 ocorrências com 8.415 vítimas fatais”, alerta.
Boa parte das rodovias ainda não é pavimentada – apenas 12%, de acordo com dados do boletim estatístico da CNT de abril de 2014.

 

BURACOS  E DESABAMENTOS NA ESTRADAS 174, MANAUAS PRESIDENTE FIG

A movimentação anual de cargas e passageiros é feita majoritariamente por estradas, cerca de 61%. Ainda de acordo com a CNT o custo operacional da frota nacional poderia ser reduzido em cerca de 25%, caso todas as rodovias pavimentadas do Brasil estivessem em ótimo estado de conservação. Além das condições inadequadas do asfalto, ainda há motoristas que desrespeitam as normas para circulação em segurança. “Eles excedem o limite de velocidade, fazem ultrapassagens em locais proibidos, usam substâncias proibidas, entre outros”, observa Campos.
O engenheiro Nilson Tadeu Ramos Nunes, chefe do departamento de Engenharia de Transportes e Geotecnia da Escola de Engenharia da UFMG, complementa que a maioria das rodovias brasileiras tem desenhos muito antigos, deficiência na sinalização, muitas interseções em nível, muitas passagens urbanas e baixa fiscalização na circulação de veículos, principalmente no que se refere aos veículos de carga que trafegam com excesso entre eixos e longas jornadas. “A venda de bebidas alcoólicas à beira da estrada também é outro fator de risco. É preciso repensar a responsabilidade das rodovias federais e os processos de concessão”, afirma.
A falta de manutenção é um dos problemas mais graves enfrentados hoje pelo sistema rodoviário nacional, de acordo com o engenheiro e coordenador Regional da Associação Nacional dos Transportes Públicos (ANTP), Cesar Cavalcanti. “A ela (falta de manutenção), juntam-se a insuficiência de uma fiscalização rigorosa e a escassez de recursos, que reduz o alcance e a profundidade das medidas necessárias ao aprimoramento das condições de tráfego como, por exemplo, balanças dinâmicas, radares móveis e fixos, painéis de mensagens variáveis, lombadas eletrônicas, câmeras aptas ao OCR e a própria ampliação do efetivo da Polícia Rodoviária Nacional”, avalia.
Outras formas de transporte a serem exploradas
Para tornar o transporte de cargas do país mais atrativas, Cavalcanti sugere que é preciso explorar o potencial da navegação interior, da cabotagem e das ferrovias de longa distância para diminuir o custo dos transportes de cargas volumosas, reduzir o desperdício de combustível fóssil e preservar o meio ambiente da poluição atmosférica que se origina, em grande parte, no setor rodoviário. “Para tanto, essas modalidades precisam ser mais ágeis, seguras e confiáveis, recebendo as melhorias e ampliações de infraestrutura de que carecem, as prioridades operacionais devidas e a eliminação de filas e atrasos nos processos de carga e descarga. O que se presencia, todos os anos, no porto de Santos, com relação ao embarque de soja”, completa.

11:03 · 07.11.2014 / atualizado às 11:05 · 07.11.2014 por

 

 

Hoje (7) e amanhã (8), Tianguá/CE está recebendo a primeira edição do SerraFest Caminhões – o Encontro do Setor Automotivo de Linha Pesada da Serra da Ibiapaba. Na programação, produtos e serviços, ação social e cultural, test-drive de caminhão, shows, negócios, palestras e mini cursos. A iniciativa é do Sistema Sincopeças/Assopeças (Ce), conduzido pelo presidente Ranieri Leitão.
caminhões

De acordo com a organização, a feira deve atrair caminhoneiros, empresários e profissionais do setor automotivo vindos de todo o Ceará e estados vizinhos, que poderão conhecer as novidades do setor, como caminhões, implementos, serviços, acessórios, pneus, combustíveis e demais lançamentos em geral. Além disso, é uma ótima oportunidade para incrementar os negócios, estabelecer e aprimorar os relacionamentos aproximando as empresas de seus parceiros-chave e possibilitar aos visitantes a atualização do conhecimento e troca de informações para a melhor utilização dos mais diversos produtos e serviços com o quais trabalha.
O evento é gratuito e o credenciamento está disponível pelo site www.sincopecas-ce.com.br. O SerraFest Caminhões é mais uma realização do Sistema Sincopeças/Assopeças (Ce), entidade representativa da categoria de autopeças e reparação automotiva do Estado do Ceará, e conta com o patrocínio do Sebrae e apoio da Prefeitura de Tianguá, Rede Ibiautos, Senac, Sest e Senat.
Ibiautos
O Sistema Sincopeças/Assopeças (Ce) está representado na região da Ibiapaba através da Ibiautos – rede de negócios formada por 15 empresas de autopeças das linhas leve e pesada, retíficas e motopeças desta região. Para Ranieri Leitão, presidente do SSA, a união das empresas em redes de negócios, além do fortalecimento do mercado, demonstra um amadurecimento da visão do empresariado do nosso setor: “Entender que empresas concorrentes podem sim andar lado a lado e pleitear por vantagens competitivas para o todo é avançar na ideia de que o associativismo ainda é a melhor solução para as micro e pequenas empresas, no sentido de estimular a confiança, o desenvolvimento e a ajuda mútua.”
Empresas que constituem a rede Ibiautos: Autopeças e Mecânica José Maria, Comercial Suriel de Peças Ltda, Trevo Autopeças, Global Truck, Atavel Autopeças e Mecânica, GS Auto Elétrica, Autopeças O Lucas, Autopeças e Mecânica O Bibil, Tianguá Diesel Retífica de Motores, Oficina Mecânica e Tornearia O João, Antônio Motos, Autopeças O Joaquim, Center Car Santa Terezinha, Catatau Pneus e Boto Reboques.

Saiba mais sobre a Serra da Ibiapaba
A Serra da Ibiapaba está situada a pouco mais de 300 km da capital do Estado do Ceará, Fortaleza, e a cerca de 300 km de Teresina, capital do Estado do Piauí, ligada a essas duas capitais pela BR 222. Conta com um grande potencial econômico através da produção e comercialização de hortifrutigranjeiros para os Estados do Ceará, Rio grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Maranhão e Pará. Tem também um intenso turismo e forte comércio.
Quando se fala de Nordeste, muita gente pensa logo em praia ou sertão e seca. Não sabe que pode encontrar surpresas, como um pólo de produção agrícola que abastece vários estados do Brasil. A organização do evento afirma que a Serra da Ibiapaba está pronta para produzir qualquer coisa, como frutas, legumes, rosas e outras culturas. Tem água, energia, terras agricultáveis, podendo ser o grande celeiro de alimentos do Estado do Ceará. É, portanto, um dos mercados atrativos para várias formas de investimentos e negócios. A região é composta por 8 cidades que estão em cima da serra e outras 10 que se localizam na região que é conhecida como pé-de-serra.
Estima-se 106 mil veículos nos municípios que se localizam na própria serra; destes, cerca de 23% são caminhões. Essa grande quantidade de caminhões se justifica pela necessidade de transportar o que aqui se produz, das hortas para os depósitos e para o CEASA, e destes para os locais de comercialização nos vários estados consumidores. Somente do CEASA e dos depósitos de Tianguá saem, semanalmente, cerca de 300 caminhões carregados, em média, para múltiplos destinos, isso sem levar em conta as outras cargas, que são feitas nas outras cidades e na zona rural destas cidades, inclusive Tianguá. Quando o comércio de caminhões e peças descobrirem inteiramente este mercado, irá realizar um grande negócio.

SERVIÇO
SerraFest Caminhões
Data: 07 e 08 de novembro de 2014
Horário: 16h às 22h
Local: Pólo de Lazer de Tianguá
Entrada gratuita
Inscrições antecipadas pelo site www.sincopecas-ce.com.br
Informações: (85) 3206.6191 | Facebook: Sincopecas.Ce

10:15 · 31.10.2014 / atualizado às 11:29 · 31.10.2014 por

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Imagina aquela rodovia parada. De repente, uma vontade de ir para o acostamento e ganhar tempo. Para estes “espertinhos” que gostam de se darem bem em tudo, entra em vigor amanhã, sábado, dia primeiro, o aperto mais significativo da legislação brasileira de trânsito desde a adoção da lei seca, em 2008. Assim como “rachas”, ultrapassagens perigosas, quem for flagrado fazendo ultrapassagem pelo acostamento ou dando uma mesmo de “esperto”, transitando nesta área quando o trânsito está travado, o valor passa a ser de R$ 957,70 e, em caso de reincidência, os valores serão dobrados.

Gesto corriqueiro

Para se ter ideia, segundo dados da própria Polícia Rodoviária Federal, a cada hora, 41 pessoas são flagradas em uma dessas situações nas rodovias federais do País. Para o órgão,  os valores das multas precisavam ser atualizados e a medida terá efeito na quantidade de acidentes registrados. Segundo a instituição,  com esse tipo de multa, certamente inibirá a infração que leva a se envolverem em acidentes graves.

11:22 · 01.03.2014 / atualizado às 11:22 · 01.03.2014 por

As comemorações de Carnaval não costumam ter um final feliz para todos os foliões. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, somente nos quatro dias que marcaram a festa em 2013, foram registrados nas estradas federais mais de 3.000 acidentes, com um saldo de 1.793 feridos e 157 mortos.
Para não fazer parte destas estatísticas e aproveitar o feriado com tranquilidade e segurança, o motorista deve estar atento às situações de perigo, que podem ser evitadas com a adoção de uma conduta responsável ao dirigir.
Veja abaixo algumas recomendações do CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária) para a prevenção de acidentes nas estradas.

ACIDENTE CAUSA LENTIDÃO NA IMIGRANTES
Manutenção preventiva
O motorista deve realizar revisões periódicas no veículo, principalmente antes de viajar, para verificar as condições dos freios, suspensão, alinhamento, pneus, estepes, sistema de injeção, condições da bateria, níveis dos fluidos, faróis e lanternas. Algumas destas verificações podem ser feitas pelo proprietário. As mais específicas, como condições dos freios, suspensão, alinhamento e sistema de injeção devem ser verificados por um especialista.

Álcool, fadiga e distrações
Além de proibido, dirigir sob efeito de álcool coloca em risco a vida de todos que trafegam na estrada. Se o motorista estiver com sono, também é uma condição perigosa que deve ser evitada. E, se estiver tomando medicação, é preciso verificar antes se ela apresenta restrições para dirigir. O motorista precisa manter o foco na estrada e não dispersar a atenção com o uso de telefone celular e consumo de alimentos, ou outros fatores. Comer ao volante dobra o risco de acidente. Já escrever uma mensagem no celular sobe este risco em mais de 23 vezes.

Alta velocidade
Em uma situação de colisão, o fator “alta velocidade” aumenta a gravidade do acidente. Portanto é imprescindível respeitar os limites de velocidade sinalizados. Com o veículo em alta velocidade, o motorista precisa de um espaço maior para frear bruscamente ou desviar do carro à frente. No caso de chuva, essa distância (e cautela de modo geral) deve ser dobrada. À medida que a visibilidade na estrada diminui, é prudente reduzir a velocidade. Diminuir por exemplo de 100 km/h para 80 km/h reduz o espaço de frenagem em mais de 15 metros, ou seja, uma distância equivalente a mais de três carros.

 

Distância segura
Manter o mínimo de distância segura em relação ao veículo da frente é essencial para prevenir acidentes nas estradas. A regra dos três segundos é uma maneira que auxilia o condutor na contagem dessa distância. Quando o veículo da frente passar por um poste ou árvore, deve-se começar a contar – 1.001, 1.002 e 1.003. Caso o veículo passe pelo mesmo poste/árvore antes do 1.003, quer dizer que o condutor ultrapassou o limite mínimo de distância segura. Essa contagem da distância deve ser aumentada em casos de descida e pista molhada. Algumas rodovias têm marcações na pista indicando a distância segura.

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Cinto de segurança
O uso do cinto é imprescindível para a segurança dos ocupantes do veículo, pois reduz os riscos de fatalidades em acidentes de trânsito. Deve ser usado por todos os ocupantes, inclusive pelos passageiros do banco traseiro, estabelecido por regulamentação de trânsito. De acordo com uma avaliação realizada pelo NHTSA (National Highway Transportation Safety Administration), dos Estados Unidos, o condutor que usa o cinto de segurança tem o índice de risco de fatalidade reduzido em 45%, em relação ao condutor que não usa. O CESVI BRASIL estima que, se houver um aumento de 10% na taxa de adesão ao uso do cinto de segurança, é possível reduzir 1.600 mortes por ano no País.

Crianças no carro
Os adultos precisam estar atentos aos equipamentos de segurança adequados à idade, peso e altura da criança, as popularmente chamadas cadeirinhas. O Contran (Conselho Nacional de Trânsito), em 2008, regulamentou a obrigatoriedade do uso de dispositivos de retenção no transporte de crianças de até sete anos e meio em automóveis. O não cumprimento dessa regulamentação resulta em infração gravíssima. Mas lembre-se que não basta colocar a criança na cadeirinha sem o cinto de segurança. Sem ele, a criança fica solta e pode ser arremessada para frente em um impacto.

Bagagem
Objetos e bagagens devem ser transportados no porta-malas. Em uma colisão, o objeto solto pode ser arremessado no interior do veículo e seu peso é multiplicado por 25 vezes, ou mais, dependendo da velocidade. É preciso estar atento quando o veículo estiver com maior carga (passageiros e bagagens) do que o usual. Nessas condições, é necessário um maior espaço para frenagens e ultrapassagens (aceleração menor), e as curvas precisarão ser realizadas em velocidades menores.

Pedestres
O índice de sobrevivência a um atropelamento com velocidade superior a 80 km/h é praticamente nulo. É importante evitar trafegar no acostamento e reduzir a velocidade em trechos em que há travessia de pedestres. Para os pedestres, a recomendação é utilizar as faixas de próprias de travessia enas rodovias, nunca atravessar na pista. Procure as passarelas. O caminho é maior, mas muito mais seguro!

O CESVI BRASIL
Fundado em 1994, o CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária) é o único centro de pesquisa brasileiro dedicado à reparação automotiva e à segurança viária e veicular, disseminando informação técnica para o setor e também para a sociedade. Foi o primeiro centro da América Latina e é membro do RCAR (Research Council for Automobile Repairs), um conselho internacional de centros de pesquisa com os mesmos objetivos.
Para conhecer as atividades do CESVI, acesse www.cesvibrasil.com.br, e também acompanhe as novidades pelo Twitter ou Facebook em: www.twitter.com/cesvibrasil e
www.facebook.com/cesvibrasil.

17:27 · 13.12.2013 / atualizado às 17:27 · 13.12.2013 por

Último passeio  é neste sábado

 

2014, XL1200X, Sportster, Forty-Eight, angle front
O H.O.G Newroad Fortaleza Chapter promove o último bate & volta de 2013 neste sábado, dia 14 de dezembro. O destino será o Guajiru, um pequeno vilarejo formado por casas localizadas em uma faixa de terra entre a praia e as dunas, a 5km de Flecheiras.

São 135 quilômetros entre Fortaleza e Guajiru. Além da paisagem paradisíaca, os pilotos irão aproveitar um delicioso almoço a beira-mar no restaurante da Pousada Rede Beach, que oferece grande variedade de recém pescados e frutos do mar.

O grupo contará com apoio de carro e mecânico da Newroad. A concentração será às 8h na concessionária, o briefing às 8h40 e a saída às 9h. As inscrições devem ser feitas na Newroad Harley-Davidson, na Av. Virgílio Távora, 554, no Bairro Aldeota, Fortaleza, com Thauana Matos. Mais informações: (85) 3133.4750 ou (85) 9103.5294.

14:49 · 12.11.2013 / atualizado às 14:49 · 12.11.2013 por

A Volkswagen do Brasil patrocina a segunda edição do evento “Amarok Expedition”, que está sendo realizado no Nordeste brasileiro até o dia 14 de dezembro, em busca da quebra do recorde mundial de distância de voo em parapente (atualmente, 500 km). Seis atletas profissionais da equipe Sol Paragliders estão sobrevoando a região de Quixadá (CE), tendo como apoio, em solo, a pick-up conceito Amarok Canyon e a Amarok Trendline. Para dar suporte aos atletas, as duas pick-ups enfrentam trechos de asfalto, tortuosos caminhos nas montanhas, trilhas de lama e de pedras.

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“A ‘Amarok Expedition’ ressalta o espírito aventureiro da pick-up Amarok, sua robustez e versatilidade para enfrentar qualquer tipo de terreno”, afirmou o gerente de Produto e Marketing de Comerciais Leves da Volkswagen do Brasil, Carlos Leite. O gerente de Vendas e Marketing da empresa, Luiz Antonio Buozzi, completa: “A Volkswagen é reconhecida por seu apoio a eventos esportivos, com foco no incentivo à prática de esportes e na promoção da qualidade de vida”. Durante toda a expedição, a marca Volkswagen também é destacada nos parapentes, mochilas, roupas e acessórios usados pelos pilotos. Na “Amarok Expedition”, a pick-up oferece todo apoio necessário aos atletas e chama a atenção por onde passa.

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Com diversos recordes mundiais em currículo, o time de pilotos de parapente que participa da “Amarok Expedition” faz decolagens diárias, as quais só dependem das condições do tempo e sempre têm início em Quixadá (CE), um dos melhores destinos para a prática do esporte. De lá, os atletas tentam quebrar o atual recorde mundial, que é percorrer 500 km em um único voo. Ao aterrissar, os pilotos retornam a Quixadá por terra, para retomarem a aventura no dia seguinte.

Na sua primeira edição, realizada em 2012, o evento bateu por quatro vezes o recorde mundial de distância de voo da época e somou mais de 11.000 km voados de parapente, além de 14.500 km rodados com a Amarok. Para obter mais informações, conhecer a equipe de atletas da Sol Paraglider e acompanhar o diário de bordo da “Amarok Expedition”, acesse o site http://www.vw.com.br/pt/carros/Amarok/amarok-expedition.html

Amarok

A pick-up média Volkswagen Amarok é oferecida em sete opções de configuração, entre carroceria cabine simples e cabine dupla, tração 4×2 e tração 4×4, transmissão manual de seis marchas ou automática de oito marchas.

Na versão S da pick-up – oferecida em configurações de cabine simples (com tração 4×2 ou 4×4) e de dupla (tração 4×4) – o motor 2.0 TDI conta com um turbocompressor e tem potência de 140 cv, que surgem a 3.500 rpm. O torque é de 34,7 kgfm, disponível a partir de 1.600 rpm.

Nas versões SE, Trendline e Highline, o motor 2.0 TDI tem dois turbos, o que eleva sua potência para 180 cv. O torque máximo é de 40,8 kgfm a 1.500 rpm, com o câmbio manual de 6 marchas. Com o câmbio automático de 8 marchas (recurso opcional para a versão Trendline e de série na Highline), o torque máximo é de 42,8 kgfm a 1.750 rpm.

AMAROK

Desde a versão S, a Amarok traz de série uma extensa lista de equipamentos, entre os quais direção hidráulica, ar-condicionado Climatic, bancos do motorista e do passageiro com ajuste de altura, volante com ajuste de altura e distância, preparação para rádio com 2 alto-falantes, freios ABS (com função “off-road”, BAS – Sistema de Assistência à Frenagem; EBC – Controle Eletrônico de Frenagem; e EBD – Distribuidor Eletrônico da Força de Frenagem), TCS (Sistema de Controle de Tração), airbags dianteiros, entre outros. A pick-up também conta de série com bloqueio eletrônico do diferencial (EDL) e o sistema de alívio de peso da tampa traseira.

A versão Trendline oferece como opcionais o já consagrado câmbio automático de oito marchas, além de faróis de neblina com luz dinâmica para manobras, sensores dianteiro e traseiro de estacionamento e o pacote tecnológico Light & Vision (composto por acendimento automático dos faróis, retrovisor interno eletrocrômico, Coming&Leaving home e sensor de chuva). A versão também conta com o novo rádio RCD-320 2DIN com entradas SD-card /USB e com Bluetooth como item de série.

A versão Highline automática incorpora como itens de série sensores dianteiro e traseiro de estacionamento, acendimento automático dos faróis, Coming&Leaving home, retrovisor interno eletrocrômico e sensor de chuva. Entre os equipamentos opcionais figuram as rodas de liga-leve de 19 polegadas.

Entre os recursos opcionais para todas as versões é oferecido o Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC), que inclui o Assistente para Partida em Subida (HSA) e o Controle Automático de Descida (HDC).

Amarok Canyon

A Volkswagen mostrou pela primeira vez a Amarok Canyon, versão conceitual da pick-up, no Salão de Genebra, em abril de 2012; para o público brasileiro, a apresentação foi no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, no mesmo ano. Configurado para a prática radical da canoagem, o protótipo demonstra agora sua versatilidade, em aplicações especiais.

A Amarok Canyon é mais alta e larga do que o modelo de série e sua cor, mais exótica. A carroceria, com brilho especial devido às três camadas da pintura “Laranja Baladi”, foi elevada em 40 mm com uso de kit especial. Com os pneus também especiais, a picape ficou 85 mm mais alta que a versão de produção. A pick-up modificada também ganhou faróis auxiliares montados sobre o teto e outros toques visuais.

A largura da versão conceitual também foi aumentada. As caixas das rodas foram alargadas 35 mm em cada lado, para criar espaço para os grandes pneus todo-terreno 275/65 R18, montados em rodas tipo “Durban” pintadas na cor Adamantiun Dark, com alto brilho. Para garantir a máxima capacidade off-road, a Amarok Canyon utiliza o mesmo motor biturbo 2.0 TDI com 180 cv, da versão de linha, que oferece torque máximo de 40,8 kgfm a 1.500 rpm. O sistema 4MOTION de tração integral selecionável, juntamente com a caixa de redução e o travamento do diferencial no eixo traseiro, assegura a eficiência da transmissão de força para as rodas, mesmo nas mais duras condições.

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