Blog do Automóvel

Categoria: Mercado


10:08 · 15.10.2018 / atualizado às 10:11 · 15.10.2018 por

Apenas no primeiro semestre de 2018, a Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA) registrou 242.709 unidades emplacadas entre as empresas do setor de locação. Isso significa que a cada quatro veículos licenciados em todo o país foram para o setor, uma vez que, de acordo com Anfavea, houve no total 986.804 emplacamentos no período.
Esse crescimento já é 67,5% do volume total emplacado em 2017, 359.702 unidades. “A projeção da ABLA era aumentar 12% neste ano, mas o número será menor devido à paralisação dos caminhoneiros”, declara Paulo Miguel Jr, presidente da entidade. A greve, ocorrida em maio de 2018, também afetou o crescimento do PIB, previsto para 2,3%,anteriormente, que agora está previsto em 1,4%.

Gol, um dos campeões em locação no Brasil
15:50 · 02.10.2018 / atualizado às 15:50 · 02.10.2018 por

Modelo da Chevrolet celebra recorde fabril no momento em que completa seis anos no mercado brasileiro

Onix continua líder de vendas no Brasil

A Chevrolet está celebrando a marca de 1 milhão de unidades produzidas do Onix, o carro mais vendido da América Latina.

O marco fabril acontece no aniversário de seis anos de lançamento do Onix no mercado brasileiro e simboliza um recorde histórico, já que nenhum outro modelo da marca havia alcançado este volume produtivo em tão curto espaço de tempo.

O veículo é produzido nas fábricas da GM de Gravataí (RS) e São Caetano do Sul (SP) em seis diferentes versões de acabamento (Joy, Advantage, LT, LTZ, Effect e Activ), duas opções de motorização (1.0 ou 1.4) e duas de transmissão (manual ou automática).

Além do mercado brasileiro, onde é líder de vendas desde agosto de 2015, o Onix é comercializado atualmente na Argentina, Paraguai, Colômbia, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Peru.

15:13 · 02.10.2018 / atualizado às 15:32 · 02.10.2018 por

– Em setembro último, com 2.912 unidades, associadas à entidade anotaram queda de 23,4% em relação a agosto de 2018 e alta de 22,4% ante setembro de 2017.

– Com total de 27.761 unidades emplacadas, setor registra alta de 30,9% nos primeiros nove meses do ano ante igual período de 2017. Participação dos veículos importados da Abeifa no ano é de 1,56%.

– Entidade mantém estimativa de vendas para 2018 em 40 mil unidades.

 

Kia Sportage foi a marca de importado que mais vendeu em setembro

As dezesseis marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 2.912 unidades, anotaram em setembro queda de 23,4% em relação a agosto último, quando foram vendidas 3.800 unidades importadas. Ante igual período de 2017, o resultado de setembro é 22,4% maior. Foram 2.912 unidades contra 2.379 veículos emplacados em setembro do ano passado.

No acumulado, as associadas à Abeifa anotaram 27.761 unidades importadas licenciadas, alta de 30,9% em relação às 21.201 unidades emplacadas de janeiro a setembro de 2017.

“O efeito eleições, a alta do dólar e o fato de setembro ter tido 19 dias úteis, contra 23 em agosto, influenciaram diretamente na queda de vendas. Esperamos que, no último trimestre do ano, o setor possa alavancar suas vendas, em especial no último bimestre quando as eleições já estiverem definidas”, explica José Luiz Gandini, presidente da Abeifa.

Para Gandini, “em novembro, com o Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, o mercado deve reagir até porque as associadas à Abeifa vão mostrar muitas novidades e, aliado a isso, os dias que antecedem ao final do ano são mais propícios para a compra e venda de automóveis zero quilômetro”.

Suzuki também vendeu bem em setembro

As cinco marcas que mais venderam, de janeiro a setembro de 2018, ante igual período de 2017, foram a Kia Motors (8.908 unidades / +43,4%), Volvo (4.536 / +82%), Jac Motors (3.106 / +22,9%), BMW (2.074 / +33,9%) e Suzuki (1.900 / +0,1%). No mês de setembro, comparado a agosto último, Kia Motors (945 / -11,2%), Volvo (486 / -37,4%), Jac (241 / -33,6%), BMW (232 / -20,3%) e Land Rover (212 / -18,1%) formam o quadro das cinco marcas que mais licenciaram.

Participações – Em setembro último, o total de 2.912 unidades importadas da Abeifa significou 1,42% do mercado interno, que emplacou 204.733 automóveis e comerciais leves. Se considerado somente a importação total, as associadas à Abeifa responderam por 11,3% (do total de 25.767 unidades importadas).

Em outro cenário, de produtos nacionais fabricados por afiliadas à entidade mais o volume importado, as 16 empresas licenciaram 5.090 unidades licenciadas em setembro. Com esse total, a participação das associadas à Abeifa subiu para 2,49% do mercado interno de autos e comerciais leves (204.733 unidades).

Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover e Suzuki fecharam o mês de setembro com 2.178 unidades emplacadas, total que representou queda de 8,4% em relação a agosto de 2018. Comparado a setembro do ano passado, a alta é de 29,6%, quando foram emplacadas 1.681 unidades nacionais.

No acumulado do ano, contra igual período de 2017, a BMW cresceu 10,9% ( 6.212 unidades em 2018 ante 5.603 unidades em 2017), a CAOA Chery aumentou sua produção em 86,4% (5.047 unidades em 2018 ante 2.707), a Land Rover obteve alta de 3,1% ( 3.522 x 3.415 unidades) e a Suzuki, 26,8%, com 1.705 unidades este ano contra 1.345 unidades em 2017.

No mês de setembro, comparado a agosto último, as marcas que mais venderam, de produção nacional, foram a CAOA Chery (1.006 / -4,2%), BMW (702 / -16%), Land Rover (236 / -16,6%) e Suzuki (234 / +11,4%).

12:19 · 19.09.2018 / atualizado às 12:26 · 19.09.2018 por

No próximo Salão do Automóvel de São Paulo 2018, de 08 a 18 de novembro, a marca SENNA tem tudo para ser uma das principais atrações da tradicional feira automobilística do País. Com estande montado na área Vip Dream Lounge do evento, ela mostrará pela primeira vez para o público brasileiro o novo superesportivo McLaren Senna, o modelo de rua mais radical, ousado e completo produzido, até hoje, pela fábrica inglesa


Além do exclusivo esportivo que ainda não rodou em território brasileiro, a marca SENNA vai expor também no salão o carro de corrida de Fórmula 1 MP4/5 número 27 que o piloto Ayrton Senna ganhou numa aposta com Ron Dennis após vencer o GP de Monza de 1990 (imagem abaixo).


A participação do McLaren Senna no salão do automóvel de São Paulo foi oficialmente confirmada, hoje (18/09), por Bianca Senna, CEO responsável pela marca SENNA.
“O McLaren Senna foi escolhido a dedo para representar a marca SENNA na categoria de superesportivos. Estamos muito felizes de poder trazer este carro ao Brasil para que os fanáticos por carro e fãs de Ayrton Senna possam vê-lo mais de pertinho. Durante todo este ano fizemos eventos para mostrar o carro ao redor do mundo, e o Salão do Automóvel não poderia faltar”, afirma Bianca.
Voando baixo
Criado para definir um novo padrão entre os esportivos que nascem das pistas e por ter sido completamente inspirado no comportamento diferenciado e competitivo do tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna, o novo McLaren Senna é o carro de estrada mais rápido de toda a história da McLaren: atinge velocidade máxima de 340 km/h e acelera de 0 a 200 km/h em apenas 6,8 segundos.
Com este desempenho alucinante proporcionado pelo motor V8 bi-turbo, de 4 litros, com 800 cavalos de potência máxima (a maior entre todos os modelos de rua da marca) e 800 Nm de torque, sendo 700 Nm disponíveis a apenas 7.000 rpm, o McLaren Senna é fiel às habilidades lendárias do piloto que é considerado o melhor de todos os tempos, pela sua performance, ousadia, determinação e um estilo totalmente diferenciado de pilotar, principalmente na chuva.
Quem pode resumir melhor o desempenho deste superesportivo é o piloto Bruno Senna. Além de ter participado do desenvolvimento do carro, o sobrinho de Ayrton pilotou o carro na pista, quando fez o seguinte comentário: “o McLaren Senna honra o meu tio por ser absolutamente focado no piloto e em sua conexão total com o veículo. Esse engajamento, essas pistas sensoriais às quais o motorista responde e das quais ele depende, toda a experiência imersiva, estiveram no centro do desenvolvimento”.

Corte na ignição
Para transmitir em sua pilotagem as mesmas sensações que Ayrton Senna experimentou com seus carros de corrida, o McLaren Senna traz ainda outras características inéditas, como a tecnologia Ignition Cut adotada da Fórmula 1, que provoca um corte momentâneo de centelha durante uma mudança de marchas para proporcionar trocas mais rápidas possíveis. Com este corte na ignição, tanto na troca de uma marcha para cima ou para baixo, esta tecnologia amplamente desenvolvida de transmissão e software da McLaren proporciona um aumento de desempenho verdadeiramente impressionante em linha reta. O conjunto de transmissão é completado por uma caixa de câmbio de sete marchas, com embreagem dupla e transmissão contínua, que fornece a tração do motor montado entre-eixos para as rodas traseiras.
Suspensão
Outra tecnologia avançada do superesportivo está em sua aerodinâmica de chassi proporcionada por combinar a revolucionária suspensão desenvolvida para o McLaren P1 ™ com a mais recente criação de controle denominada RaceActive Chassis Control II. Esta inovadora suspensão hidráulica traz o modo Race, que reduz significativamente a altura do esportivo em movimento, melhorando o centro de gravidade e a aerodinâmica. Assim, à medida que a velocidade aumenta, a suspensão endurece para suportar as crescentes cargas aerodinâmicas, o que garante ainda mais controle ao motorista em utilizações esportivas de pista ou de estrada.


Aerofólio traseiro como num Fórmula 1
Além da exclusiva suspensão, o McLaren Senna tem outros elementos aerodinâmicos ativos, incluindo a gigantesco aerofólio traseiro duplo controlado por um sistema hidráulico. Sua atuação lembra a asa de um carro de Fórmula 1, já que ele se reposiciona constantemente para aumentar o nível de pressão aerodinâmica, além de atuar como freio aerodinâmico em velocidades altas. Todas as tomadas de ar são funcionais, inclusive aquelas presentes abaixo dos faróis e das lanternas.

Freios
O sistema de freios é o mais moderno já instalado em um esportivo de via pública da McLaren. Utiliza tecnologia de corrida com discos de cerâmica de carbono que a, cada geração, demoram cerca de sete meses a serem criados (sete vezes mais do que um disco de cerâmica de carbono convencional). As pinças dianteiras inspiradas na Fórmula 1™ apresentam um design monobloco super-rígido e seis pistões ventilados para reduzir as temperaturas. Um servo-freio usado no McLaren P1 ™ GTR somente para pista melhora a modulação e a consistência do pedal.
O resultado entre a mistura destes componentes de freios feitos para a pista tornam o McLaren Senna um carro superseguro nas frenagens: percorre a distância de apenas 100 metros vindo à velocidade de 240 km/h e menos de 30 metros na velocidade de 100 km/h. Colaboram também os pneus especiais Pirelli P Zero Trofeo R 245/35 ZR 19 na frente e 315/30 ZR 20 na traseira, que envolvem as rodas de alumínio ultraleves com uma porca central – como em um carro de competição.
Sistema de Escape
O McLaren Senna se destaca ainda por ter o monocoque mais reforçado já construído para um veículo de rua da fábrica inglesa. Todas as partes da carroceria são feitas de fibra de carbono, contribuindo para fazer dele o automóvel mais leve da McLaren desde o mítico F1: são apenas 1.198 kg. Outro diferencial é o sistema de escape com três canos que saem pelo deck traseiro liberando ineditamente os gases pelo lado de cima da carroceria, em ângulo que favorece a aerodinâmica e melhora o resfriamento do motor, visível por fora por meio de uma cobertura leve de policarbonato.

Botões em console no teto acionam motor e abrem portas
Dentro do cockpit do McLaren Senna, a engenharia extrema é clara. O volante de três raios é semelhante ao do modelo 720 S, shift paddles e livre de botões e interruptores. Os mecanismos de abertura das portas e de acionamento das janelas foram instalados num console montado no centro do teto, onde ficam também outras funções vitais do carro, incluindo o botão do modo Race e até o comando para acionar e desligar o motor.
Praticamente todas as partes do interior têm fibra de carbono exposta, com exceção do revestimento do teto e dos bancos do tipo concha, que podem ser recobertos por couro ou Alcantara. Atrás dos assentos fica um compartimento para acomodar um par de macacões e dois capacetes ou pequenos objetos. A estrutura das portas, que se movimentam para cima e até os seus amortecedores pneumáticos ficam à mostra para diminuir algumas gramas no peso.
500 unidades já vendidas
Com todas estas inovações de construção inspiradas nas qualidades e benefícios que marcaram a carreira de Ayrton Senna nas pistas e por ser o primeiro carro de rua com o sobrenome do tricampeão mundial de Fórmula 1, o McLaren Senna foi um sucesso absoluto de vendas. As 500 unidades que estão sendo produzidas na McLaren Automotive, em Woking, na Inglaterra, foram imediatamente comercializadas. Três delas para o mercado brasileiro e por aproximadamente R$ 8 milhões cada uma. A primeira delas deve chegar no País até o final do primeiro semestre do ano que vem.

Ficha Técnica

Motor: V8 bi-turbo, de 4.0 litros

Potência: 800 cv

Torque: 800 Nm

Câmbio: 7 marchas, com embreagem dupla e transmissão contínua

Preço: R$ 8 milhões

16:07 · 17.09.2018 / atualizado às 16:12 · 17.09.2018 por

Eleição chegando e os candidatos detalharam seu patrimônio junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). E quais serão os carros dos presidenciáveis? Como é o gosto automotivo deles? Alguns deles informaram inclusive o modelo dos veículos que têm em sua garagem, como foi o caso de Jair Bolsonaro (PSL), Ciro Gomes (PDT), Álvaro Dias (Podemos) e até mesmo Lula (PT), que informou antes de ser impedido judicialmente de ser candidato

Corolla é um dos carros do candidato Jair Bolsonaro

Na lista, o carro mais novo é um Toyota Corolla modelo XEi ano 2014/2015, cujo valor informado é de R$ 50 mil e que pertence a Bolsonaro. O mais caro é um veículo do candidato João Amoedo (Novo), que não especificou qual o modelo, mas declarou que custa R$ 185 mil. O maior patrimônio é o dele, de R$ 425 milhões. Além do Corolla, Bolsonaro declarou uma Land Rover Freeelander 2 modelo SE ano 2009/2010, por R$ 50 mil.

Land Rover Freelander2 é outro veículo declarado por Bolsonaro

Ciro Gomes declarou dois veículos. Um sedan (Hyundai Elantra) e um SUV (Toyota SW4). O coreano Elantra ano 2013/2014 custa R$ 85 mil. Já o SUV da Toyota, a SW4 4×4 ano 2010/2010 custa R$ 105 mil. Álvaro Dias informou ao TSE que tem uma BMW 320 i ano 2003/2004, por R$ 128 mil.

Veículo da foto é similar ao modelo declarado por Ciro Gomes, Toyota SW4
Elantra é outro carro declarado por Ciro em seu patrimônio ao TSE
BMW similar a declarada por Álvaro Dias

Só por curiosidade, já que Lula não é mais candidato, seu veículo declarado foi um Chevrolet Omega Fittipaldi ano 2010/2011, por R$ 170 mil. Além desse, uma picape Ford Ranger ano 2013, cotada em R$ 96.950.

Omega Fittipaldi, carro declarado pelo ex-candidato Lula

Candidatos como Henrique Meireles (MDB), Marina Silva (Rede), Cabo Daciolo (Patriota), Geraldo Alckmim (PSDB), Vera (PSTU) e João Goulart Filho (PPL) não declararam nenhum veículo no patrimônio.
A declaração para o TSE não tem data limite e pode ser alterada a qualquer momento. Por isso alguns candidatos informaram que tem veículo automotor, mas não informaram qual o modelo. É o caso dos candidatos João Amoedo, que tem cinco carros em seu patrimônio, variando de R$ 185 mil a R$ 21.400 e de Guilherme Boulos (PSOL), que não especificou qual o modelo de seu carro, mas declarou que vale R$ 15.416,00. Até o fechamento desta matéria não obtivemos a declaração oficial sobre os veículos do candidato do PT, Fernando Haddad.

15:10 · 17.09.2018 / atualizado às 15:10 · 17.09.2018 por

Empresa colocará R$ 153 milhões em ampliação da produção de pneus para veículos pesados


Após anunciar o investimento de R$ 487 milhões para ampliação de sua fábrica de pneus de passeio e construção de um novo módulo para produzir pneus de carga, a Dunlop Pneus, empresa japonesa que faz parte do Grupo Sumitomo, investirá mais R$ 153 milhões em uma nova expansão do complexo instalado em Fazenda Rio Grande, na região metropolitana de Curitiba no Paraná. O objetivo é aumentar a produção de pneus de caminhões e ônibus dos já anunciados 500 pneus por dia (previstos para março de 2019) para 1.000 pneus por dia.
O novo aporte da companhia está voltado para novos maquinários, que começarão a chegar a partir de outubro de 2019 e, gradativamente, irão possibilitar o aumento da capacidade produtiva. Espera-se que a produção dos 1.000 pneus de carga seja alcançada já em julho de 2020. Além disso, a Dunlop prevê a contratação de mais de 50 funcionários para a nova fase da fábrica no Paraná.

Por dentro da fábrica

Expansão da fábrica e tecnologia 
A Dunlop, que hoje possui aproximadamente 5,6% de market share de pneus para caminhões e ônibus no mercado de reposição, projeta um crescimento desses números a médio e longo prazos: “Nossa ambição é crescer mais que o mercado em 2018. O primeiro semestre do ano foi desafiador, mas nossas estratégias estão traçadas para sustentar esse crescimento de forma sólida e, consequentemente, gerar mais desenvolvimento e qualidade de vida à população brasileira”, resume Rodrigo Alonso, Gerente Sênior de Vendas e Marketing da Dunlop.
O primeiro pneu de carga que será produzido na unidade da Dunlop será o SP320, pneu lançado em maio, que já é um sucesso de vendas e possui a mais alta tecnologia japonesa que oferece maior vida útil ao produto e alto índice de recapabilidade. O pneu foi desenvolvido para equipar caminhões do segmento regional e rodoviário, para aplicação em todas as posições, porém otimizado para utilização em eixos direcionais.
A fábrica de pneus de carga no Brasil será a primeira da Dunlop no mundo a produzir pneus sem emenda para a categoria de veículos pesados. A empresa já possui esse sistema de produção ultramoderno para os veículos de passeio em território nacional. A fabricação de pneus Dunlop no Brasil utiliza a alta tecnologia Sun System, que permite a produção sem emendas nas partes de borracha do pneu, o que garante pneus mais redondos que proporcionam mais conforto, estabilidade, com menos consumo de combustível.

15:02 · 17.09.2018 / atualizado às 15:02 · 17.09.2018 por

· Cerca de 153.900 entregas em todo o mundo, um aumento de 10,9% no mês
· Aumento da demanda em todas as regiões, efeitos extraordinários positivos na Europa continuam
· CEO Interino e Chefe de Vendas, Bram Schot: “Entraremos em nova era com o primeiro modelo totalmente elétrico”


Ingolstadt, 10 de setembro de 2018 – A Audi bateu neste mês os resultados de agosto de 2017 com crescimento de 10,9%, com cerca e 153.900 automóveis premium vendidos. Entre as principais regiões, o número de entregas aumentou com mais força na Europa (+21,5%). As vendas de modelos em estoque como parte da troca para o ciclo WLTP de emissões e consumo e renovações de linhas de modelos continuaram a apresentar um efeito positivo nos números. América do Norte (+5,1%) e China (+6%) também cresceram no mês passado. A marca entregou mais de 1.268.550 automóveis a clientes (+5,5%) desde janeiro.


“O novo aumento nas entregas ressalta o atrativo da Audi. Ao mesmo tempo, continuamos focados nas dificuldades dos próximos meses com a troca para o ciclo WLTP e as renovações das linhas”, diz Bram Schot, CEO interino e membro do conselho para Vendas e Marketing da AudiI AG. “Além disso, estamos entrando em uma nova era com o nosso primeiro carro inteiramente elétrico, o Audi e-tron.” O modelo fará sua estreia mundial no dia 17 de setembro, em São Francisco. Até 2025, mais de 20 novos automóveis elétricos aumentarão o portfólio da marca.
As vendas totais para o mês na região da América do Norte se mostraram positivas, com cerca de 25.400 entregas, representando um aumento de 5,1%. No acumulado do ano, foram 183.550 unidades desde janeiro, alta de 4,6%. Os SUVs continuam muito populares entre os clientes nos Estados Unidos. A demanda entre todos os modelos esportivos off-road aumentou 20,9% no mês passado. O Q5 garantiu menção especial, com aumento nas vendas de 42,9%, para 6.812 unidades em agosto. Além disso, a Audi entregou um em cada três Q7 produzidos para um cliente norte-americano desde janeiro. A demanda da marca dos EUA teve desempenho positivo em agosto (+5,5%, para 20.907 carros) em toda a gama de produtos.
Na Europa, a fabricante continuou a se beneficiar do efeito extraordinário de vendas de modelos em estoque como parte da troca para o ciclo de teste de WLTP e a renovação da linha de modelos (+21,5%, para cerca de 60.200 unidades). Como os estoques foram liquidados, o impacto dessa tendência está diminuindo.
O novo ciclo de testes WLTP entrou em vigor em 1º de setembro. A partir de agora, fabricantes de automóveis podem registrar seus modelos com base no ciclo de testes NEDC apenas com aprovações especiais, dependendo da legislação do país específico.
Os três maiores mercados europeus registraram forte crescimento nas entregas em agosto. O Reino Unido obteve um aumento de 19,5%, para 7.523 carros. Na Espanha, as vendas subiram 66,1%, para 5.305 carros, enquanto na Alemanha cresceram 17,7%, para 22.216 carros.
Na China, a Audi se destacou no segmento de compactos premium no último mês, com as concessionárias entregando 8.299 unidades do A3, um crescimento anual de 15,3%. Já 14.857 clientes chineses optaram pelo A4 em agosto, que também é produzido no local. Isso equivale a um aumento de 29,5%. As vendas de todos os modelos da Audi na China no último mês tiveram alta de 6%, para 57.453 unidades. Dessa forma, a companhia atingiu o resultado mais forte de agosto em sua história. No acumulado do ano, a marca também bateu um novo recorde, com 417.234 carros e crescimento de 15,8%

03:50 · 10.09.2018 / atualizado às 19:53 · 09.09.2018 por

– Em agosto último, com 3.801 unidades, associadas à entidade anotaram crescimento de 22,6% em relação a julho de 2018 e alta de 34,7% ante agosto de 2017.
– Com total de 24.850 unidades emplacadas, setor registra alta de 32% nos primeiros oito meses do ano ante igual período de 2017. Participação dos veículos importados da Abeifa no ano é de 1,65%.
– Entidade mantém estimativa de vendas para 2018 em 40 mil unidades, totalização difícil de ser alcançado se dólar mantiver no patamar de R$ 4,10


As dezesseis marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 3.801 unidades, anotaram em agosto alta de 22,6% em relação a julho último, quando foram vendidas 3.101 unidades importadas. Ante igual período de 2017, o resultado de agosto é 34,7% maior. Foram 3.801 unidades contra 2.821 veículos emplacados em agosto do ano passado.
No acumulado, as associadas à Abeifa anotaram 24.850 unidades importadas licenciadas, alta de 32% em relação às 18.822 unidades emplacadas de janeiro a agosto de 2017.
“Foi o melhor desde dezembro de 2015, mas com muito sacrifício para todos os importadores. Todos tiveram de segurar preços promocionais mesmo com o dólar no patamar de R$ 4,10. No último quadrimestre do ano, vamos tentar manter vendas mensais de 3,8 mil unidades mas, a permanecer com o dólar acima dos R$ 4,00, dificilmente conseguiremos alcançar sequer a nossa meta do ano de 40 mil unidades”, explica José Luiz Gandini, presidente da Abeifa.
Para Gandini, “depois da greve dos caminhoneiros e da Copa do Mundo que, de alguma forma, influenciaram o comportamento de vendas em maio e junho, a falta de confiança do consumidor ainda persiste. E agora com um componente a mais: a eleição presidencial. De qualquer maneira, já houve uma pequena reação em julho e em agosto, o que sinaliza um segundo semestre melhor. Torcemos por um cenário eleitoral mais consistente e, com isso, que melhore o comportamento da moeda norte-americana em relação ao real”.


As cinco marcas que mais venderam, de janeiro a agosto de 2018, foram a Kia Motors (7.963 unidades / +43,2%), Volvo (4.051 / +85,2%), Jac Motors (2.865 / +29,1%), BMW (1.842 / +34,2%) e Suzuki (1.725 / +1,5%). No mês de agosto, Kia Motors (1.064 / +32,3%), Volvo (777 / +28,1%), Jac (363 / +21%), BMW (291 / +40,6) e Suzuki (264 / -1,5%) formam o quadro das cinco marcas que mais licenciaram.
Participações – Em agosto último, o total de 3.801 unidades importadas da Abeifa significou 1,59% do mercado interno, que emplacou 239.245 automóveis e comerciais leves. Se considerado somente a importação total, as associadas à Abeifa responderam por 12,7% (do total de 29.874 unidades importadas).
Em outro cenário, de produtos nacionais fabricados por afiliadas à entidade mais o volume importado, as 16 empresas licenciaram 6.180 unidades licenciadas em agosto. Com esse total, a participação das associadas à Abeifa subiu para 2,58% do mercado interno de autos e comerciais leves (239.245 unidades).


Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover e Suzuki fecharam o mês de agosto com 2.379 unidades emplacadas, total que representou alta de 28,5% em relação a julho de 2018. Comparado a agosto do ano passado, a alta é de 21,8%, quando foram emplacadas 1.953 unidades nacionais.
No acumulado do ano, a BMW cresceu 10,8% ( 5.510 unidades em 2018 ante 4.971 unidades em 2017), a CAOA Chery aumentou sua produção em 85,2% (4.041 unidades em 2018 ante 2.182), a Land Rover obteve alta de 8,2% ( 3.286 x 3.037 unidades) e a Suzuki, 22,7%, com. 1.471 unidades este contra 1.199 unidades no ano passado.
No mês de agosto, as marcas que mais venderam, de produção nacional, foram a CAOA Chery (1.050 / +44,4%), BMW (836 / +23,5%), Land Rover (283 / +5,2%) e Suzuki (210 / + 18%).

15:52 · 06.09.2018 / atualizado às 15:52 · 06.09.2018 por

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, revelou na quinta-feira, 6, em São Paulo, os resultados da indústria automobilística em agosto e no acumulado do ano. A produção atingiu 291,4 mil autoveículos em agosto, alta de 11,7% ante as 260,8 mil do mesmo mês do ano passado e de 18,6% sobre as 245,8 mil de julho


Na soma dos oito meses transcorridos do ano 1,97 milhão de veículos já foram produzidos, o que significa elevação de 12,8% se defrontado com as 1,75 milhão de unidades do ano passado.
O licenciamento também apresentou ritmo acelerado, com crescimento de 14,8% ao comparar as 248,6 mil unidades de agosto de 2018 com as 216,5 mil de igual período de 2017. Na análise com as 217,5 mil unidades vendidas em julho, o desempenho subiu 14,3%. No período acumulado do ano 1,63 milhão de unidades foram negociadas, alta de 14,9% frente as 1,42 milhão de unidades de 2017.
Para Antonio Megale, presidente da Anfavea, o resultado surpreendeu positivamente: “Este é um mês tradicionalmente forte nas vendas, mas em meio a todo este cenário de incertezas com relação às eleições, alta do dólar e com a memória recente das paralisações de maio, o desempenho foi uma surpresa positiva. Tivemos dias com mais de 16 mil veículos licenciados e a média diária foi a mais alta do ano”.
As exportações de autoveículos apresentaram baixa de 16,6% em agosto deste ano contra o mesmo mês de 2017: 56,1 mil e 67,3 mil unidades respectivamente. Com relação as 51,4 mil unidades de julho, houve acréscimo de 9,2%. Até o momento, 486,5 mil unidades foram exportadas, número 4,6% inferior as 509,8 mil do ano passado.

Mesmo com a crise Brasil ainda é um dos maiores produtores e vendedores de veículos do mundo

Caminhões e ônibus
As vendas de caminhões novos ficaram em 7,5 mil unidades, alta de 13,1% quando comparado com as 6,6 mil de julho e de 54,2% sobre as 4,8 mil unidades do mesmo mês de 2017. No acumulado do ano, o número ficou em 46,1 mil unidades, elevação de 49,5% contra as 30,8 mil no ano passado.
A produção do segmento em agosto ficou em 9,6 mil unidades – acréscimo de 9,1% no comparativo com as 8,8 mil de julho e de 12,8% quando confrontado com as 8,5 mil de agosto do ano passado. Nos oito meses já passados do ano foram produzidas 67,9 mil unidades, número 31,7% acima dos 51,6 mil de 2017.


Nas exportações, os fabricantes de caminhões enviaram para outros países 2,2 mil unidades no último mês, resultado com leve alta de 0,6% na comparação com as 2,1 mil de julho e de 18% menor ante as 2,6 mil de agosto de 2017. No acumulado do ano, os dados apontam baixa de 2%: foram 18,6 mil este ano contra 19,0 mil do ano passado.
No segmento de ônibus as vendas em agosto somaram 1,6 mil unidades, número 15% abaixo das 1,8 mil de julho e também estável em 0,6% na comparação com as 1,6 mil de agosto do ano passado. Até o momento, 9,0 mil unidades foram comercializadas, 16,7% maior do que as 7,7 mil de 2017.


Em agosto, 3,0 mil chassis para ônibus saíram das linhas de montagem, dados 4,5% superiores no comparativo com as 2,9 mil de julho e maior em 36,3% na análise contra as 2,2 mil de agosto do ano passado. No ano já foram fabricadas 20,8 mil unidades, crescimento de 43,9% frente as 14,4 mil unidades do ano anterior.
A exportação acumulada de ônibus alcançou 5,8 mil unidades, expansão de 1,5% na comparação com as 5,7 mil do mesmo período em 2017.
Máquinas agrícolas e rodoviárias
As vendas internas de máquinas agrícolas e rodoviárias em agosto registraram acréscimo de 30,5% com relação ao mesmo mês do ano passado: foram 5,0 mil e 3,8 mil unidades respectivamente. Já contra julho deste ano, com 4,7 mil unidades, o segmento apresentou alta de 5,9%. O total de máquinas negociadas no acumulado cresceu 6,2%, com 29,6 mil unidades este ano e 27,9 mil no ano passado.
A produção de máquinas ficou em 6,7 mil máquinas em agosto, volume estável em relação a julho e 35,1% a mais sobre as 4,9 mil de agosto de 2017. No acumulado deste ano a produção foi de 40,3 mil unidades: alta de 5,5% no comparativo com as 38,2 mil do ano anterior.
Outras informações:
No link www.anfavea.com.br/coletiva.pdf está disponível a apresentação feita à imprensa.
Também está disponível no site www.anfavea.com.br/carta-da-anfavea.html a Carta da Anfavea Digital com informações detalhadas sobre produção, mercado interno, exportações e emprego da indústria automobilística, além de vídeos, áudios e fotos dos representantes da entidade.

16:08 · 08.08.2018 / atualizado às 10:14 · 10.08.2018 por

Marca japonesa Nissan inaugura nesta quinta-feira, em Juazeiro do Norte, sul do Ceará, uma nova concessionária, a Fort Nissan Cariri, pertencente ao Grupo Holanda, que já tem loja da marca em Fortaleza e também lojas Honda Motos na capital e no interior do Estado. A loja em Juazeiro fica na Av. Padre Cícero, 2425, no bairro Santa Tereza. Vai vender toda a linha de carros da marca, entre eles a picape Frontier, sedan Versa e Sentra, compacto March e o SUV Kicks.

 

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