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Categoria: Mercado


16:07 · 17.09.2018 / atualizado às 16:12 · 17.09.2018 por

Eleição chegando e os candidatos detalharam seu patrimônio junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). E quais serão os carros dos presidenciáveis? Como é o gosto automotivo deles? Alguns deles informaram inclusive o modelo dos veículos que têm em sua garagem, como foi o caso de Jair Bolsonaro (PSL), Ciro Gomes (PDT), Álvaro Dias (Podemos) e até mesmo Lula (PT), que informou antes de ser impedido judicialmente de ser candidato

Corolla é um dos carros do candidato Jair Bolsonaro

Na lista, o carro mais novo é um Toyota Corolla modelo XEi ano 2014/2015, cujo valor informado é de R$ 50 mil e que pertence a Bolsonaro. O mais caro é um veículo do candidato João Amoedo (Novo), que não especificou qual o modelo, mas declarou que custa R$ 185 mil. O maior patrimônio é o dele, de R$ 425 milhões. Além do Corolla, Bolsonaro declarou uma Land Rover Freeelander 2 modelo SE ano 2009/2010, por R$ 50 mil.

Land Rover Freelander2 é outro veículo declarado por Bolsonaro

Ciro Gomes declarou dois veículos. Um sedan (Hyundai Elantra) e um SUV (Toyota SW4). O coreano Elantra ano 2013/2014 custa R$ 85 mil. Já o SUV da Toyota, a SW4 4×4 ano 2010/2010 custa R$ 105 mil. Álvaro Dias informou ao TSE que tem uma BMW 320 i ano 2003/2004, por R$ 128 mil.

Veículo da foto é similar ao modelo declarado por Ciro Gomes, Toyota SW4
Elantra é outro carro declarado por Ciro em seu patrimônio ao TSE
BMW similar a declarada por Álvaro Dias

Só por curiosidade, já que Lula não é mais candidato, seu veículo declarado foi um Chevrolet Omega Fittipaldi ano 2010/2011, por R$ 170 mil. Além desse, uma picape Ford Ranger ano 2013, cotada em R$ 96.950.

Omega Fittipaldi, carro declarado pelo ex-candidato Lula

Candidatos como Henrique Meireles (MDB), Marina Silva (Rede), Cabo Daciolo (Patriota), Geraldo Alckmim (PSDB), Vera (PSTU) e João Goulart Filho (PPL) não declararam nenhum veículo no patrimônio.
A declaração para o TSE não tem data limite e pode ser alterada a qualquer momento. Por isso alguns candidatos informaram que tem veículo automotor, mas não informaram qual o modelo. É o caso dos candidatos João Amoedo, que tem cinco carros em seu patrimônio, variando de R$ 185 mil a R$ 21.400 e de Guilherme Boulos (PSOL), que não especificou qual o modelo de seu carro, mas declarou que vale R$ 15.416,00. Até o fechamento desta matéria não obtivemos a declaração oficial sobre os veículos do candidato do PT, Fernando Haddad.

15:10 · 17.09.2018 / atualizado às 15:10 · 17.09.2018 por

Empresa colocará R$ 153 milhões em ampliação da produção de pneus para veículos pesados


Após anunciar o investimento de R$ 487 milhões para ampliação de sua fábrica de pneus de passeio e construção de um novo módulo para produzir pneus de carga, a Dunlop Pneus, empresa japonesa que faz parte do Grupo Sumitomo, investirá mais R$ 153 milhões em uma nova expansão do complexo instalado em Fazenda Rio Grande, na região metropolitana de Curitiba no Paraná. O objetivo é aumentar a produção de pneus de caminhões e ônibus dos já anunciados 500 pneus por dia (previstos para março de 2019) para 1.000 pneus por dia.
O novo aporte da companhia está voltado para novos maquinários, que começarão a chegar a partir de outubro de 2019 e, gradativamente, irão possibilitar o aumento da capacidade produtiva. Espera-se que a produção dos 1.000 pneus de carga seja alcançada já em julho de 2020. Além disso, a Dunlop prevê a contratação de mais de 50 funcionários para a nova fase da fábrica no Paraná.

Por dentro da fábrica

Expansão da fábrica e tecnologia 
A Dunlop, que hoje possui aproximadamente 5,6% de market share de pneus para caminhões e ônibus no mercado de reposição, projeta um crescimento desses números a médio e longo prazos: “Nossa ambição é crescer mais que o mercado em 2018. O primeiro semestre do ano foi desafiador, mas nossas estratégias estão traçadas para sustentar esse crescimento de forma sólida e, consequentemente, gerar mais desenvolvimento e qualidade de vida à população brasileira”, resume Rodrigo Alonso, Gerente Sênior de Vendas e Marketing da Dunlop.
O primeiro pneu de carga que será produzido na unidade da Dunlop será o SP320, pneu lançado em maio, que já é um sucesso de vendas e possui a mais alta tecnologia japonesa que oferece maior vida útil ao produto e alto índice de recapabilidade. O pneu foi desenvolvido para equipar caminhões do segmento regional e rodoviário, para aplicação em todas as posições, porém otimizado para utilização em eixos direcionais.
A fábrica de pneus de carga no Brasil será a primeira da Dunlop no mundo a produzir pneus sem emenda para a categoria de veículos pesados. A empresa já possui esse sistema de produção ultramoderno para os veículos de passeio em território nacional. A fabricação de pneus Dunlop no Brasil utiliza a alta tecnologia Sun System, que permite a produção sem emendas nas partes de borracha do pneu, o que garante pneus mais redondos que proporcionam mais conforto, estabilidade, com menos consumo de combustível.

15:02 · 17.09.2018 / atualizado às 15:02 · 17.09.2018 por

· Cerca de 153.900 entregas em todo o mundo, um aumento de 10,9% no mês
· Aumento da demanda em todas as regiões, efeitos extraordinários positivos na Europa continuam
· CEO Interino e Chefe de Vendas, Bram Schot: “Entraremos em nova era com o primeiro modelo totalmente elétrico”


Ingolstadt, 10 de setembro de 2018 – A Audi bateu neste mês os resultados de agosto de 2017 com crescimento de 10,9%, com cerca e 153.900 automóveis premium vendidos. Entre as principais regiões, o número de entregas aumentou com mais força na Europa (+21,5%). As vendas de modelos em estoque como parte da troca para o ciclo WLTP de emissões e consumo e renovações de linhas de modelos continuaram a apresentar um efeito positivo nos números. América do Norte (+5,1%) e China (+6%) também cresceram no mês passado. A marca entregou mais de 1.268.550 automóveis a clientes (+5,5%) desde janeiro.


“O novo aumento nas entregas ressalta o atrativo da Audi. Ao mesmo tempo, continuamos focados nas dificuldades dos próximos meses com a troca para o ciclo WLTP e as renovações das linhas”, diz Bram Schot, CEO interino e membro do conselho para Vendas e Marketing da AudiI AG. “Além disso, estamos entrando em uma nova era com o nosso primeiro carro inteiramente elétrico, o Audi e-tron.” O modelo fará sua estreia mundial no dia 17 de setembro, em São Francisco. Até 2025, mais de 20 novos automóveis elétricos aumentarão o portfólio da marca.
As vendas totais para o mês na região da América do Norte se mostraram positivas, com cerca de 25.400 entregas, representando um aumento de 5,1%. No acumulado do ano, foram 183.550 unidades desde janeiro, alta de 4,6%. Os SUVs continuam muito populares entre os clientes nos Estados Unidos. A demanda entre todos os modelos esportivos off-road aumentou 20,9% no mês passado. O Q5 garantiu menção especial, com aumento nas vendas de 42,9%, para 6.812 unidades em agosto. Além disso, a Audi entregou um em cada três Q7 produzidos para um cliente norte-americano desde janeiro. A demanda da marca dos EUA teve desempenho positivo em agosto (+5,5%, para 20.907 carros) em toda a gama de produtos.
Na Europa, a fabricante continuou a se beneficiar do efeito extraordinário de vendas de modelos em estoque como parte da troca para o ciclo de teste de WLTP e a renovação da linha de modelos (+21,5%, para cerca de 60.200 unidades). Como os estoques foram liquidados, o impacto dessa tendência está diminuindo.
O novo ciclo de testes WLTP entrou em vigor em 1º de setembro. A partir de agora, fabricantes de automóveis podem registrar seus modelos com base no ciclo de testes NEDC apenas com aprovações especiais, dependendo da legislação do país específico.
Os três maiores mercados europeus registraram forte crescimento nas entregas em agosto. O Reino Unido obteve um aumento de 19,5%, para 7.523 carros. Na Espanha, as vendas subiram 66,1%, para 5.305 carros, enquanto na Alemanha cresceram 17,7%, para 22.216 carros.
Na China, a Audi se destacou no segmento de compactos premium no último mês, com as concessionárias entregando 8.299 unidades do A3, um crescimento anual de 15,3%. Já 14.857 clientes chineses optaram pelo A4 em agosto, que também é produzido no local. Isso equivale a um aumento de 29,5%. As vendas de todos os modelos da Audi na China no último mês tiveram alta de 6%, para 57.453 unidades. Dessa forma, a companhia atingiu o resultado mais forte de agosto em sua história. No acumulado do ano, a marca também bateu um novo recorde, com 417.234 carros e crescimento de 15,8%

03:50 · 10.09.2018 / atualizado às 19:53 · 09.09.2018 por

– Em agosto último, com 3.801 unidades, associadas à entidade anotaram crescimento de 22,6% em relação a julho de 2018 e alta de 34,7% ante agosto de 2017.
– Com total de 24.850 unidades emplacadas, setor registra alta de 32% nos primeiros oito meses do ano ante igual período de 2017. Participação dos veículos importados da Abeifa no ano é de 1,65%.
– Entidade mantém estimativa de vendas para 2018 em 40 mil unidades, totalização difícil de ser alcançado se dólar mantiver no patamar de R$ 4,10


As dezesseis marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 3.801 unidades, anotaram em agosto alta de 22,6% em relação a julho último, quando foram vendidas 3.101 unidades importadas. Ante igual período de 2017, o resultado de agosto é 34,7% maior. Foram 3.801 unidades contra 2.821 veículos emplacados em agosto do ano passado.
No acumulado, as associadas à Abeifa anotaram 24.850 unidades importadas licenciadas, alta de 32% em relação às 18.822 unidades emplacadas de janeiro a agosto de 2017.
“Foi o melhor desde dezembro de 2015, mas com muito sacrifício para todos os importadores. Todos tiveram de segurar preços promocionais mesmo com o dólar no patamar de R$ 4,10. No último quadrimestre do ano, vamos tentar manter vendas mensais de 3,8 mil unidades mas, a permanecer com o dólar acima dos R$ 4,00, dificilmente conseguiremos alcançar sequer a nossa meta do ano de 40 mil unidades”, explica José Luiz Gandini, presidente da Abeifa.
Para Gandini, “depois da greve dos caminhoneiros e da Copa do Mundo que, de alguma forma, influenciaram o comportamento de vendas em maio e junho, a falta de confiança do consumidor ainda persiste. E agora com um componente a mais: a eleição presidencial. De qualquer maneira, já houve uma pequena reação em julho e em agosto, o que sinaliza um segundo semestre melhor. Torcemos por um cenário eleitoral mais consistente e, com isso, que melhore o comportamento da moeda norte-americana em relação ao real”.


As cinco marcas que mais venderam, de janeiro a agosto de 2018, foram a Kia Motors (7.963 unidades / +43,2%), Volvo (4.051 / +85,2%), Jac Motors (2.865 / +29,1%), BMW (1.842 / +34,2%) e Suzuki (1.725 / +1,5%). No mês de agosto, Kia Motors (1.064 / +32,3%), Volvo (777 / +28,1%), Jac (363 / +21%), BMW (291 / +40,6) e Suzuki (264 / -1,5%) formam o quadro das cinco marcas que mais licenciaram.
Participações – Em agosto último, o total de 3.801 unidades importadas da Abeifa significou 1,59% do mercado interno, que emplacou 239.245 automóveis e comerciais leves. Se considerado somente a importação total, as associadas à Abeifa responderam por 12,7% (do total de 29.874 unidades importadas).
Em outro cenário, de produtos nacionais fabricados por afiliadas à entidade mais o volume importado, as 16 empresas licenciaram 6.180 unidades licenciadas em agosto. Com esse total, a participação das associadas à Abeifa subiu para 2,58% do mercado interno de autos e comerciais leves (239.245 unidades).


Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover e Suzuki fecharam o mês de agosto com 2.379 unidades emplacadas, total que representou alta de 28,5% em relação a julho de 2018. Comparado a agosto do ano passado, a alta é de 21,8%, quando foram emplacadas 1.953 unidades nacionais.
No acumulado do ano, a BMW cresceu 10,8% ( 5.510 unidades em 2018 ante 4.971 unidades em 2017), a CAOA Chery aumentou sua produção em 85,2% (4.041 unidades em 2018 ante 2.182), a Land Rover obteve alta de 8,2% ( 3.286 x 3.037 unidades) e a Suzuki, 22,7%, com. 1.471 unidades este contra 1.199 unidades no ano passado.
No mês de agosto, as marcas que mais venderam, de produção nacional, foram a CAOA Chery (1.050 / +44,4%), BMW (836 / +23,5%), Land Rover (283 / +5,2%) e Suzuki (210 / + 18%).

15:52 · 06.09.2018 / atualizado às 15:52 · 06.09.2018 por

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, revelou na quinta-feira, 6, em São Paulo, os resultados da indústria automobilística em agosto e no acumulado do ano. A produção atingiu 291,4 mil autoveículos em agosto, alta de 11,7% ante as 260,8 mil do mesmo mês do ano passado e de 18,6% sobre as 245,8 mil de julho


Na soma dos oito meses transcorridos do ano 1,97 milhão de veículos já foram produzidos, o que significa elevação de 12,8% se defrontado com as 1,75 milhão de unidades do ano passado.
O licenciamento também apresentou ritmo acelerado, com crescimento de 14,8% ao comparar as 248,6 mil unidades de agosto de 2018 com as 216,5 mil de igual período de 2017. Na análise com as 217,5 mil unidades vendidas em julho, o desempenho subiu 14,3%. No período acumulado do ano 1,63 milhão de unidades foram negociadas, alta de 14,9% frente as 1,42 milhão de unidades de 2017.
Para Antonio Megale, presidente da Anfavea, o resultado surpreendeu positivamente: “Este é um mês tradicionalmente forte nas vendas, mas em meio a todo este cenário de incertezas com relação às eleições, alta do dólar e com a memória recente das paralisações de maio, o desempenho foi uma surpresa positiva. Tivemos dias com mais de 16 mil veículos licenciados e a média diária foi a mais alta do ano”.
As exportações de autoveículos apresentaram baixa de 16,6% em agosto deste ano contra o mesmo mês de 2017: 56,1 mil e 67,3 mil unidades respectivamente. Com relação as 51,4 mil unidades de julho, houve acréscimo de 9,2%. Até o momento, 486,5 mil unidades foram exportadas, número 4,6% inferior as 509,8 mil do ano passado.

Mesmo com a crise Brasil ainda é um dos maiores produtores e vendedores de veículos do mundo

Caminhões e ônibus
As vendas de caminhões novos ficaram em 7,5 mil unidades, alta de 13,1% quando comparado com as 6,6 mil de julho e de 54,2% sobre as 4,8 mil unidades do mesmo mês de 2017. No acumulado do ano, o número ficou em 46,1 mil unidades, elevação de 49,5% contra as 30,8 mil no ano passado.
A produção do segmento em agosto ficou em 9,6 mil unidades – acréscimo de 9,1% no comparativo com as 8,8 mil de julho e de 12,8% quando confrontado com as 8,5 mil de agosto do ano passado. Nos oito meses já passados do ano foram produzidas 67,9 mil unidades, número 31,7% acima dos 51,6 mil de 2017.


Nas exportações, os fabricantes de caminhões enviaram para outros países 2,2 mil unidades no último mês, resultado com leve alta de 0,6% na comparação com as 2,1 mil de julho e de 18% menor ante as 2,6 mil de agosto de 2017. No acumulado do ano, os dados apontam baixa de 2%: foram 18,6 mil este ano contra 19,0 mil do ano passado.
No segmento de ônibus as vendas em agosto somaram 1,6 mil unidades, número 15% abaixo das 1,8 mil de julho e também estável em 0,6% na comparação com as 1,6 mil de agosto do ano passado. Até o momento, 9,0 mil unidades foram comercializadas, 16,7% maior do que as 7,7 mil de 2017.


Em agosto, 3,0 mil chassis para ônibus saíram das linhas de montagem, dados 4,5% superiores no comparativo com as 2,9 mil de julho e maior em 36,3% na análise contra as 2,2 mil de agosto do ano passado. No ano já foram fabricadas 20,8 mil unidades, crescimento de 43,9% frente as 14,4 mil unidades do ano anterior.
A exportação acumulada de ônibus alcançou 5,8 mil unidades, expansão de 1,5% na comparação com as 5,7 mil do mesmo período em 2017.
Máquinas agrícolas e rodoviárias
As vendas internas de máquinas agrícolas e rodoviárias em agosto registraram acréscimo de 30,5% com relação ao mesmo mês do ano passado: foram 5,0 mil e 3,8 mil unidades respectivamente. Já contra julho deste ano, com 4,7 mil unidades, o segmento apresentou alta de 5,9%. O total de máquinas negociadas no acumulado cresceu 6,2%, com 29,6 mil unidades este ano e 27,9 mil no ano passado.
A produção de máquinas ficou em 6,7 mil máquinas em agosto, volume estável em relação a julho e 35,1% a mais sobre as 4,9 mil de agosto de 2017. No acumulado deste ano a produção foi de 40,3 mil unidades: alta de 5,5% no comparativo com as 38,2 mil do ano anterior.
Outras informações:
No link www.anfavea.com.br/coletiva.pdf está disponível a apresentação feita à imprensa.
Também está disponível no site www.anfavea.com.br/carta-da-anfavea.html a Carta da Anfavea Digital com informações detalhadas sobre produção, mercado interno, exportações e emprego da indústria automobilística, além de vídeos, áudios e fotos dos representantes da entidade.

16:08 · 08.08.2018 / atualizado às 10:14 · 10.08.2018 por

Marca japonesa Nissan inaugura nesta quinta-feira, em Juazeiro do Norte, sul do Ceará, uma nova concessionária, a Fort Nissan Cariri, pertencente ao Grupo Holanda, que já tem loja da marca em Fortaleza e também lojas Honda Motos na capital e no interior do Estado. A loja em Juazeiro fica na Av. Padre Cícero, 2425, no bairro Santa Tereza. Vai vender toda a linha de carros da marca, entre eles a picape Frontier, sedan Versa e Sentra, compacto March e o SUV Kicks.

 

Campeão de vendas Kicks
14:44 · 03.07.2018 / atualizado às 14:44 · 03.07.2018 por

Com total de 17.947 unidades emplacadas, setor registra alta de 35,1% no primeiro semestre do ano ante igual período de 2017. Participação dos veículos importados da Abeifa no ano é de 1,59%. Entidade mantém estimativa de vendas para 2018 em 40 mil unidades.
– Em junho último, com 3.013 unidades, associadas à entidade anotaram queda de 6,9% em relação a maio de 2018 e alta de 15,8% ante junho de 2017

Linha Porsche Cayman 718

As dezesseis marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 3.013 unidades, anotaram em junho queda de 6,9% em relação a maio último, quando foram vendidas 3.238 unidades importadas. Ante igual período de 2017, o resultado de maio é 15,8% maior. Foram 3.013 unidades contra 2.603 veículos emplacados em junho do ano passado.
No acumulado, as associadas à Abeifa anotaram 17.947 unidades importadas licenciadas, alta de 35,1% em relação às 13.289 unidades emplacadas no primeiro semestre de 2017.
O presidente da Abeifa, José Luiz Gandini, explica que “o desempenho negativo de vendas em junho ante maio foi resultado da alta do dólar. Com o objetivo de recuperar consecutivas quedas de vendas nos últimos cinco anos, os importadores procuraram oferecer produtos e preços competitivos no início do ano. Mas com a persistente pressão do dólar, o setor foi forçado a rever promoções e até aumentar seus preços em reais”.

Linha de montagem do Classe A, na Alemanha

Embora o cenário do setor de importação de veículos esteja difícil, por conta da variação cambial, e da instabilidade econômica por que passa o País, o presidente da Abeifa acredita que “o mercado deve reagir, como ocorre historicamente, no segundo semestre, em especial porque este ano teremos o Salão do Automóvel, quando os importadores apresentam suas novidades”.
As cinco marcas que mais venderam, no primeiro semestre de 2018, foram a Kia Motors (6.095 unidades / +54,8%), Volvo (2.668 / +72%), Jac Motors (2.202 / +33,1%), Lifan (1.352 / +8,2%) e BMW (1.344 / +43,9%). No mês de junho, Kia Motors (858), Volvo (537), Jac (388), BMW (242) e Land Rover (223) foram o quadro das cinco marcas que mais licenciaram.
Participações – Em junho último, o total de 3.013 unidades importadas da Abeifa significou 1,54% do mercado interno, que emplacou 195.066 automóveis e comerciais leves. Se considerado somente a importação total, as associadas à Abeifa responderam por 11,73% (do total de 25.694 unidades importadas).
Em outro cenário, de produtos nacionais fabricados por afiliadas à entidade mais o volume importado, as 16 empresas licenciaram 4.844 unidades licenciadas em junho. Com esse total, a participação das associadas à Abeifa subiu para 2,48% do mercado interno de autos e comerciais leves (195.066 unidades).
Produção local – Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover e Suzuki fecharam o mês de junho com 1.831 unidades emplacadas, total que representou queda de 5,2% em relação a maio de 2018. Comparado a junho do ano passado, a alta é de 1,6%, quando foram emplacadas 1.802 unidades nacionais.

12:31 · 26.06.2018 / atualizado às 12:31 · 26.06.2018 por

A Hyundai Motor Company anunciou recentemente mudanças organizacionais em suas operações no exterior, com vigência a partir de 2 de julho. Como primeiro passo em sua reorganização global de negócios, a empresa criou o escritório regional da Hyundai Motor América do Norte, localizado em Fountain Valley, Califórnia, que vai englobar a fábrica da empresa no estado norte-americano do Alabama, e as unidades comerciais nos Estados Unidos, no Canadá e no México

William Lee, responsável pelo escritório regional da Hyundai Motor América do Norte, a partir de 2 de julho

Nomeado para assumir a liderança da Hyundai Motor América do Norte, William (Yong Woo) Lee deixará sua posição atual como presidente da Hyundai Motor Brasil. No novo escritório regional, suas responsabilidades se estenderão por todos os aspectos do negócio, incluindo o planejamento de produtos, marketing, vendas e produção. O objetivo é gerar maior integração para responder ativamente às tendências de mercado em rápida evolução e às necessidades dos clientes. Serão estabelecidas também divisões funcionais para planejamento, finanças, produtos e experiência de marca, para assegurar e otimizar tomadas de decisão mais eficazes na região da América do Norte.
“Gostaria de agradecer aos clientes e admiradores da Hyundai no Brasil, que nos receberam tão bem e confiaram na qualidade de nossos produtos e na dedicação de nossas equipes profissionais, permitindo rapidamente que a Hyundai se tornasse uma das mais importantes montadoras do País nestes últimos seis anos. Também expresso minha gratidão à Rede de Concessionárias Hyundai pela forte parceria na construção da nossa marca no Brasil”, comenta William Lee.

Eduardo Jin, novo presidente
da Hyundai Motor Brasil

Para substituir William Lee, Eduardo (Euihwan) Jin foi nomeado hoje como o novo presidente da Hyundai Motor Brasil, assumindo o cargo em 2 de julho. Ele comanda atualmente a Divisão Administrativa da Kia Motors na Índia e já foi responsável pela Divisão Administrativa da Hyundai Motor Brasil no início da operação, de 2010 a 2016. Eduardo Jin trabalha no Grupo Hyundai há 32 anos, com passagens anteriores pela Índia, de 1997 a 2001, e Estados Unidos, de 2002 a 2009.
“Eduardo Jin é a pessoa certa para liderar a Hyundai Motor Brasil neste momento, com sua longa experiência no Brasil como um dos membros iniciais que participaram da criação da empresa há sete anos”, disse William Lee.

12:55 · 22.06.2018 / atualizado às 12:55 · 22.06.2018 por

O mercado de veículos semileves, que abrange de 3,5 a 5 toneladas de PBT, como os caminhões chassi-cabine, furgões e vans de passageiros, deve crescer no mínimo 15% em 2018 na comparação com o volume total feito no ano passado, que foi de pouco mais de 17,2 mil unidades

 

A projeção é da Mercedes-Benz, que atua no segmento com o modelo Sprinter, disponível nas três opções, e com a van Vito, com as quais a empresa quer continuar na briga para manter a liderança: em 2017, a marca computou participação de 36,7% neste mercado.
Segundo o diretor de vendas e marketing de vans Mercedes-Benz, Jefferson Ferrarez, de janeiro a maio, a marca computou um aumento de 16% das vendas sobre igual período do ano passado, com 2,7 mil unidades, acima dos 9% que o mercado total fez no mesmo período, com o emplacamento de 7,5 mil veículos. O volume lhe garante uma fatia de 36%, dois pontos porcentuais acima do verificado há um ano.
“Isso nos traz mais confiança para continuar a brigar pela liderança”, comemora Ferrarez. “O segmento deve ter um crescimento de pelo menos 15% este ano. A demanda está maior, percebemos um volume maior de consultas nas concessionárias e até agora, só não entregamos mais por falta de produto e acredito que essa não é uma situação exclusiva da Mercedes-Benz, mas de todo o mercado que atua nesse segmento”, revela.

Vito, van da Mercedes

O executivo confirma que há uma fila de espera para este tipo de produto, que está cada vez mais customizado de acordo com a necessidade do cliente. Outros fatores como o envelhecimento da frota circulante está fazendo com que frotistas maiores procurem atualizar seus ativos.
“Exceto pelos últimos dois anos, que tivemos queda no mercado, havia uma média de 35 a 40 mil semileves por ano e que já estão no momento de trocar”, analisa.
Em seu planejamento, Ferrarez aponta os mesmos 15% de crescimento para cada um dos três subsegmentos neste ano. Por enquanto, as vendas da marca estão em alta de 1% para vans (com 1,1 mil unidades e 55,4% de participação), 10% em chassi-cabine (1,8 mil e 19,9% de market share) e de 37% para furgão (3,6 mil unidades e fatia de 33,3%).
NOVIDADES À FRENTE
Surpresa com o sucesso da edição limitada Sprinter 20 anos, com apenas vinte unidades para venda, a marca decidiu dar mais atenção aos clientes fãs da marca. “Percebemos, por meio dos concessionários, que este é um público que preza pela marca e pelo que ela representa, assim como ocorre com automóveis, também existe com caminhões e vans.”
Para isso, a empresa recebeu o aval da matriz para a produção de uma nova edição limitada denominada Golden Edition, com itens diferenciados aos que já são oferecidos normalmente “para dar a oportunidade aos clientes que querem essa exclusividade”, garante Ferrarez. Previsto para chegar ao mercado no segundo semestre, ainda não há definição sobre quantidade e preço do veículo.
FOCO NO CLIENTE
Com uma rede exclusiva ao modelo Sprinter lançada em 2012, a empresa evoluiu e agora contabiliza sete unidades ao negócio, sendo uma em São Paulo, duas em Curitiba (SP), três no Rio de Janeiro e duas em Belo Horizonte (MG). Além delas, outros 35 centros especializados, sendo quatro em São Paulo (maior mercado da marca para o segmento), montados em concessionárias com equipes exclusivas dedicadas ao atendimento.
“Este é um dos pilares da nossa estratégia de ter o diferencial e trazer para o cliente algo a mais além do produto em si”, afirma Ferrarez se referindo aos serviços oferecidos no pós-venda.
A marca adotou uma política para trabalhar com clientes do varejo e para isso montou uma equipe dedicada para tratar com os clientes maiores, como frotistas. Um dos braços dessa equipe cuida especificamente da área de implementação. O executivo explica que engenheiros da montadora trabalham juntos a diversos implementadores para desenvolverem soluções que atendam de forma específica as aplicações de clientes dos modelos Sprinter.
“Os implementadores – que são muitos – possuem na sua maioria produtos padrões que servem a todos as marcas atuantes no mercado. Com isso, por diversas vezes, são necessários alguns tipos de adaptações. Então temos trabalhado junto a eles para o desenvolvimento de um implemento, mesmo um baú, que aparenta ser a aplicação mais simples, mas na medida e com a especificação ideal para as características das várias opções Sprinter.”
Ferrarez acrescenta que essa iniciativa gerou um programa de certificação pela montadora para as implementadoras e que elas estão aptas a atender todas as necessidades e requisitos necessários para completar um modelo Sprinter.
Na área de serviços, considerada crucial pelo executivo – pois é a que mantém ou afasta o cliente – a empresa está lançando a revisão com preço fixo, que mostra ao cliente o quanto ele gastará exatamente na primeira, segunda e terceira revisão. “Era uma facilidade que faltava no portfólio: para se ter uma ideia, na primeira revisão, o cliente sabe que vai desembolsar R$ 890,00. Para o segmento, é um preço bem competitivo”, destaca.
Além disso, a marca oferece o novo contrato de manutenção Service Care, mesma nomenclatura utilizada para os contratos de manutenção de automóveis da marca, disponível em dois planos: o básico, que abrange troca de óleo, filtros e manutenções preventivas e que pode ser contratado pelo período de um a cinco anos. O segundo é o pacote completo, com formato flexível e modular, que pode ser adequado conforme a necessidade do cliente.

15:36 · 19.06.2018 / atualizado às 15:38 · 19.06.2018 por

A marca italiana Fiat é o destaque da primeira quinzena de junho. Pela primeira vez no ano a Fiat emplacou dois modelos entre os cinco mais vendidos. O Mobi, com 2.676 unidades, assegurou o quarto lugar, enquanto o Argo (2.563), ainda que por margem mínima, deixou o VW Polo (2.541) fora do top 5

Na ponta, o Chevrolet Onix (8.160) vendeu praticamente a soma de Hyundai HB20 (4.631) e Ford Ka (3.677), rivais mais próximos. Mais uma vez preferido entre os SUVs/crossovers, o Jeep Compass, em sétimo, emplacou 2.452 unidades. Oitavo, o Toyota Corolla (2.129) retomou a liderança entre os sedans.

Com uma diferença inferior a 200 unidades em relação ao Chevrolet Prisma (2.099), o VW Virtus (1.924) garantiu o top 10 pela primeira vez vendendo mais do que o Gol (1.898), quarto na parcial de maio. Fora do pelotão da frente no mês passado, o Renault Kwid (1.778) começou junho em 14º, vendendo menos do que o Jeep Renegade (1.849) e o Renault Sandero (1.856).
O novato Fiat Cronos (1.595) garantiu o 16º lugar, muito próximo do VW Fox (1.649). Hyundai Creta (1.593) novamente à frente do Honda HR-V (1.565), Hyundai HB20S de volta ao top 20 e Nissan Kicks fora também merecem destaque.

COMERCIAIS LEVES
Vice-líder na parcial de maio, a Fiat Toro (2.793) começou o mês na liderança, com a Fiat Strada (2.614) na cola. Um pouco mais distante, a VW Saveiro emplacou 1.890 unidades. Na briga pela quarta posição a Chevrolet S10 (1.572) segue à frente da Toyota Hilux (1.402).
A Ford Ranger (910), em sexto, abriu uma pequena vantagem sobre a VW Amarok (715), esta apenas uma unidade à frente da Renault Duster Oroch (714), que dá sinais de que vai fechar o mês com o seu melhor resultado em 2018.