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General Motors passa Volkswagen em maio

Publicado em 03/06/2013 - 15:09 por | Comentar

Categorias: Mercado

Dança no pódio dos líderes de vendas em maio no mercado brasileiro. A General Motors assumiu a segunda colocação em maio, na frente da alemã Volkswagen. A vantagem foi pequena, com 362 carros a mais e o total de emplacamentos da marca chegou a 53.798 unidades. A Fiat seguiu na liderança, com 67.846 carros vendidos no mesmo período, uma diferença de 14.048 veículos em relação ao segundo colocado. O mercado está cada vez mais competitivo.

GMESSA
O avanço da GM vem acontecendo devido aos bons resultados de venda dos modelos Onix, Prisma, Cobalt e Spin.
Outra inversão de posições aconteceu quinto ao décimo lugares, com a Hyundai e o efeito HB20 e HB20 Sedan. Ela superou novamente a Renault e assumiu a quinta posição. No mês anterior a marca coreana vendeu 19.078 carros, contra 18.107 da francesa. O crescimento percentual da Hyundai foi 159% em relação a 2012, enquanto a Renault, no mesmo tempo, cresceu 4%.
Maio foi um mês “inesquecível” para a Hyundai e a Peugeot. A marca coreana iniciou as vendas do HB20S, outro produto da fábrica de Piracicaba (SP), que já trabalhava em ritmo acelerado na produção do compacto HB20. No formato sedan o modelo teve uma estreia modesta. Em seu primeiro “mês cheio” somou 4.363 emplacamentos e ganhou a 6° posição entre os sedan compactos, ficando a frente de rivais como Ford Fiesta Sedan, Toyota Etios Sedan e Renault Logan.
Já a Peugeot fez menos barulho, no caso o lançamento do 208. O novo compacto somou 2.610 unidades e ficou com o 13° posto de sua categoria, superando modelos como o Citroën C3 e Chevrolet Agile.

Montadora    Emplacamentos
1° – Fiat         67.846
2° – GM          53.798
3° – Volkswagen 53.436
4° – Ford       27.530
5° – Hyundai 19.078
6° – Renault 18.107
7° – Toyota 15.169
8° – Honda 11.849
9° – Nissan 6.167
10° – Citroën 5.537

Entrevista exclusiva com o vice-presidente da Toyota do Brasil

Publicado em 29/05/2013 - 15:57 por | Comentar

Entrevistamos o vice-presidente da montadora, Luiz Carlos Andrade (foto abaixo), e descobrimos novidades para o Brasil.
Vice confirma que o conceito Corolla Furia antecipa as linhas visuais do sedan médio, que o Etios terá versão aventureira no inicio do segundo semestre e  revela também a meta de expansão da rede de concessionárias. E diz que o preço ideal para o  híbrido Prius seria de R$ 90 mil. Além disso, questionamos se a Hilux e o SW4 poderiam mudar. Confira.

Luiz-Carlos-Andradevicetoyota

- Ano passado foi um ano chave para a Toyota com o lançamento do Etios, no segundo semestre. Gostaria que o senhor avaliasse o desempenho do Etios em vendas. A Toyota está satisfeita esse desempenho nesse tempo?
R – Todos nossos projetos têm um objetivo. Esse objetivo tem a ver com a capacidade de produção que a gente estabelece. O mercado que a gente pretende atingir. E obviamente que no caso do Etios o momento foi de aprendizado para nós. A Toyota, apesar de tanto tempo no Brasil – 54 anos -, passou 40 anos fabricando o jipe Bandeirante e nos anos 90 a linha que temos hoje, considerando os importados, o produto nacional, que é o Corolla em Indaiatuba e o Etios em Sorocaba. O Etios de certa forma nos surpreende, pela força da marca e pela forma como estamos colocando ele no mercado. Mais importante para nós são os depoimentos que temos dos compradores do Etios. E nessas pesquisas, invariavelmente, estamos encontrando um alto nível de satisfação e identificação com a marca. Ou seja: o DNA Toyota consegue ser identificado até num produto compacto e isso era uma das coisas que a gente mais queria. Temos uma capacidade de produção de 70 mil unidades por ano e iniciamos uma curva de aceleração de produção rigorosamente dentro do nosso planejamento. Então, com isso, praticamente emplacamos quase 7 mil carros de setembro a dezembro de 2012. Em abril já vendemos 6.800 Etios, que era nossa meta. E em maio temos uma meta de 6.200 carros e acho que vamos conseguir.
- O que é que esse cliente novo para a rede Toyota está buscando nesses carros compactos?
Resp – A nossa avaliação interna, quando vemos também nossos competidores, ainda não estamos atingindo a totalidade desse mercado – aí falo da Fiat (no caso do Palio) e da Volkswagen (do Gol). São grande competidores nesse segmento. Sinto que nós não estamos atingindo aquele perfil de cliente. O perfil de nosso cliente ainda é muito voltado ao Corolla. Sinto que não estamos ainda nesse segmento de compactos. É um mercado com algumas características. Por exemplo: não é um mercado de compras emocionais. Ele é racional. Muito custo benefício. E isso não vale só para automóveis. Vale também para eletrodomésticos, bens duráveis, de uma forma geral. Fatores como economia de combustível, o custo de manutenção, o custo de se possuir um veículo. O custo por quilômetro acaba fazendo muita diferença nesse momento. E algo que não se consegue convencer simplesmente mostrando o carro. A pessoa precisa experimentar e o resultado da experiência tenho certeza que vai nos trazer mais clientes para a marca a partir dos primeiros usuários. Isso é uma coisa que a rede de concessionários também tem nos indicado.

Toyota Etios

Toyota Etios

- Vimos na Internet que o Etios na India teve mudanças. No final de 2012. E estão especulando que o Etios vai mudar. No Brasil vai ter mudanças? E quando?
Resp – O mercado de automóveis implica em conhecer o que o consumidor quer e fazer produtos e serviços para ele. Então, o fato estudar e preparar modificações na nossa linha de produtos, seja ela Corolla, Etios, Hilux ou SW4, ou importados, é um fator absolutamente normal. Agora antecipar para você se isso acontece em 2013 é algo que não faria nem sob tortura (risos).
- Em relação ao câmbio automático? Nesse ano ele chega para o Etios?
Resp – Estamos trabalhando nisso, sem dúvida nenhuma. Mas o desenvolvimento desse tipo de câmbio acontece junto com o motor. E essa combinação, desse motor com o câmbio automático a Toyota ainda não tem em nenhum lugar do mundo. Esse desenvolvimento é específico, vai atender outros mercados também e estamos trabalhando nele. A celeridade em que a gente vai colocar no mercado ainda é prematuro para dizer…Mas posso garantir que o Etios terá a sua versão automática, sim, tanto o hatch como o sedan.
- E isso só vai acontecer quando a outra fábrica de motores estiver funcionando?
Resp- É uma boa suspeita (risos)
- E a versão aventureira do Etios, já está pronta?
Resp – Está nos retoques finais. Ontem (dia 24/5) discutíamos a estratégia para o lançamento. Em breve os jornalistas vão receber convites para o lançamento.
- Será só do hatch?
Resp – Sim.
- Será em agosto?
Resp – (Sorrindo) Acredito que em algum momento do segundo semestre vocês vão conhecê-lo.

Corolla Furia conceito

Corolla Furia conceito

- E o Corolla Furia que foi revelado no Salão de Detroit, nos Estados Unidos? Causou um frisson. A próxima geração do Corolla será mais esportiva?
Resp – Vi o carro pela primeira vez antes do Salão de Detroit (janeiro 2013). Ele realmente impressionou pela agressividade e inovação. E por indicar a nova tendência de carros do segmento médio da Toyota. É óbvio que o novo Corolla vem inspirado no Furia, sem dúvida. O Furia é um conceito para indicar direções. O novo Corolla não vai ser o Furia, mas ele vem inspirado. Essa é a boa notícia. Ele se torna um carro com apelo bastante esportivo, mais jovial e tenho certeza que isso ampliará nossa base de clientes.

CorollaFuriaConcept019

 

Vice da Toyota, Luiz Carlos Andrade, recebe troféu Premio Automotivo de Melhor Marca, escolhido pelos leitores e internautas do Diário do Nordeste

Vice da Toyota, Luiz Carlos Andrade, recebe troféu Premio Automotivo de Melhor Marca, do editor do AUTO, André Marinho: escolha foi dos leitores e internautas do Diário do Nordeste

- Que atrações a Toyota vai levar ao Salão de Buenos Aires, em junho?
Resp – Os jornalistas da Argentina vão conhecer o Etios, que ainda não foi lançado lá e que será exportado do Brasil para a Argentina. A India exporta o carro para a África do Sul.
- Hoje a planta de Sorocaba, que fabrica o Etios funciona em quantos turnos e com quantos funcionários?
Resp – Dois turnos e 2.300 funcionários. A capacidade total de produção possível é de 400 mil unidades por ano e nesse ano vamos decidir se aumentamos a nossa capacidade de 70 mil para 100 mil unidades do Etios por ano.
- Em relação a rede de concessionários. Vocês estão sentindo necessidade de aumenta-la por causa do Etios?
Resp – No momento inicial dissemos que não. Mas isso é uma coisa dinâmica. Hoje, olhando a dinâmica do mercado, acreditamos que existem oportunidades em mercado onde não estamos ainda e onde o número de veículos emplacados e compactos por ano justifique e onde tenhamos frota circulante da marca. Dessa forma atenderemos o principio de venda e de pós-venda. Levar a Toyota mais próximo do meu cliente que já existe.
- Hoje são quantas concessionárias?
Resp – 139
- Existe uma meta de expansão até o final do ano?
Resp – O número que estamos trabalhando seria de 170 unidades, nomeadas, não necessariamente em operação.
- Vai sair finalmente a nomeação da Newland Sobral na região norte do Ceará?
Resp – Para a região de Sobral estamos utilizando outra solução. Estamos criando o conceito de dois “S”. Não é uma concessionária plena. Mas a terminologia em inglês seria de Serviço e peças de reposição.
- O grupo Newland tem uma participação de mercado em vendas diferenciado do resto do Brasil. Chegou a ser quarta em vendas no final do ano passado. Existe a possibilidade de outra nomeação como concessionária, por exemplo em João Pessoa, Paraíba, ou outra capital do Nordeste?
Resp – As possibilidades são infinitas, principalmente para um grupo com a qualidade, o perfil e compromisso que o Grupo Newland tem com a Toyota do Brasil. Não tem lugar no território nacional que eu excluiria como capacidade de operação. Tanto é que a visão de expansão do grupo foi fora da área primária de atuação que é o Nordeste, com a nomeação de Brasília. Então, eu não excluiria essa possibilidade. Mas não tem nada certo. O mercado de João Pessoa, por exemplo, não acredito que seja factível para duas unidades Toyota.
- Essa ampliação da rede seria em grandes cidades do interior do Brasil?
Resp – Sim, porque já estamos em todas as capitais, com exceção de Boa Vista (Roraima), que é atendida por Manaus. Acredito que vai prevalecer cidades de porte médio, mas não posso adiantar ainda quais.
- A Toyota está satisfeita com o mercado do Nordeste e do Ceará?
Resp – O Nordeste é um excelente mercado. De extrema fidelidade e penetração para a marca. Em termos de crescimento, em quanto algumas cidades crescem em ritmo aritmético, outras crescem em ritmo exponencial. Por exemplo, Recife, Fortaleza, Teresina. E com isso estamos satisfeitos porque estamos muito bem representados.
- A Newland é hoje um case no grupo de concessionárias da Toyota, pela participação, número de carros vendidos e ter introduzido junto a Polícia do Estado os carros da marca?
Resp – Eu diria que sim. Sem fazer um favor a pessoa do Luis Teixeira, que é o comandante do grupo, mas todos os membros que estão aqui, pois são uma equipe. Vejo situações, como quando trouxe executivos do Japão para cá, como foi o caso do anterior engenheiro chefe da Hilux, uma pessoa super ocupada,depois de vários convites para vir, ele veio diretamente para cá. Passou um tempo aqui e um tempo em São Paulo. Mas aqui era para ele ver o mercado onde a Hilux era bem vendida e onde a marca Toyota era bem defendida e, mais do que isso, um grupo familiar defendendo a marca. Não é uma questão simplesmente mercantil…E ele ficou muito feliz com isso. Ele teve a oportunidade de conhecer e entrevistar alguns clientes. E isso foi sensacional.
- Em relação ao Prius existia uma expectativa de ser vendido por um preço menor, hoje ele é vendido a R$ 121.900. Existe alguma possibilidade junto ao governo dele ter um preço menor, com menos impostos, já que é um carro ecologicamente correto?
Resp – Estamos trabalhando incisivamente nisso junto ao Governo Federal. A Toyota já vendeu mais de 5 milhões de unidades de híbridos no mundo. Então isso não é engenharia experimental, não é uma tentativa…é uma realidade viável para o mundo de hoje. Um carro que nos atende em dois princípios: economia de combustível e baixa emissão de poluentes. Diante desse cenário, em que tentamos fazer um trabalho de informação junto ao Governo era de mostrar para eles através de nosso exemplo direto o que tinha acontecido na introdução dessa tecnologia em vários lugares do mundo. E onde essa tecnologia foi introduzida, sempre ela foi com suporte governamental, por entender o benefício social do produto.
Na opinião do sr. Que preço seria interessante para o Prius no mercado?
- Meu “target” seria R$ 90 mil. Assim mesmo seria um preço maior que um hatchback médio, mas pelo que ele entrega, a tecnologia inovadora, acho que vale o “premium” que estaria sendo cobrado em cima.
Será que já teremos a nova geração da Hilux no Salão de Buenos Aires, na Argentina, já que a picape é feita lá?
Com certeza não. Cada segmentação tem um determinado ciclo de vida. E julgamos que a Hilux e SW4 ainda estão muito bem. Não há dúvida que há um mundo competitivo hoje. E o caminho do líder é sempre ser ameaçado. E em algumas situações o caminho do líder é de cair. Não acho que seja o nosso caso. Pois esse é um mercado ao mesmo tempo emocional e racional em relação a qualidade, durabilidade e credibilidade, que é o diferencial da Toyota

Estudo indica que Toyota é marca de carros mais valiosa do mundo

Publicado em 24/05/2013 - 11:59 por | 1 Comentário

Categorias: Consumo, Mercado, Toyota

A Toyota é, pela sexta vez em oito anos, a montadora mais valiosa do mundo de acordo com o relatório BrandZTM Top 100 Most Valuable Global Brands 2013 – maior base de dados do mundo sobre a relação entre consumidores e marcas, englobando mais de 10 anos de pesquisas, cinquenta mil marcas, trinta países e mais de um bilhão de consumidores. Segundo a pesquisa, em 2012 o valor da marca Toyota subiu 12%, atingindo 24,5 bilhões de dólares. Desde 2006, quando foi publicado o primeiro relatório BrandZTM, a Toyota se mantém entre as montadoras mais valiosas do mundo. Em 2006 e 2012, únicos anos em que não venceu, a marca ficou na segunda colocação.

toyotaMarca
Desenvolvida pela Millward Brown Optimor, consultoria especializada em análises de propaganda, comunicações de marketing, mídia e valor patrimonial da marca (brand equity), o ranking BrandZTM Top 100 Most Valuable Global Brands está na sua oitava edição. É o único estudo do mundo que combina medidas de brand equity baseadas nas entrevistas com mais de um milhão de consumidores no mundo todo. Além disso, é avaliada a performance financeira e de negócios de cada empresa para separar o valor que a marca desempenha para gerar receita e capitalização de mercado.
O ranking também leva em consideração as variações e diferenças regionais, uma vez que a contribuição local influencia no resultado final.
Além da Toyota, a marca Lexus também entrou no ranking do relatório, ficando entre as dez marcas mais valiosas, com um valor de 3,4 bilhões de dólares.
De acordo com os autores do relatório, uma das razões para o ressurgimento da Toyota ao topo pode ser atribuída à tecnologia híbrida, presente cada vez mais nos veículos Toyota e Lexus e que reflete em liderança de mercado graças à excelente performance ambiental e à eficiência na utilização de combustível.
Esse resultado reafirma o compromisso da Toyota com o consumidor e o DNA da marca em fabricar produtos com qualidade, confiabilidade e durabilidade, além da inovação constante e do respeito ao meio ambiente.

Híbridos
No último mês de março, a Toyota atingiu a marca de 5,1 milhões de híbridos vendidos no mundo, 15 anos após o lançamento do Prius, primeiro modelo híbrido colocado em circulação. A família Prius, aliás, é a principal responsável pelas vendas de híbridos da marca, com mais de 3,5 milhões de unidades comercializadas.
Ao todo, a Toyota comercializa atualmente 19 modelos híbridos ao redor do mundo.
O estudo completo (em inglês) do “The BrandZTM Top 100 Most Valuable Global Brands” pode ser encontrado em: http://www.millwardbrown.com/BrandZ.

Jeep Wrangler festeja 1 milhão de unidades

Publicado em 24/05/2013 - 9:35 por | Comentar

Categorias: Jeep, Mercado, Off-road

Grupo Chrysler conquista mais uma marca histórica. Nesta semana, a fábrica localizada em Toledo, Ohio (EUA), comemora a produção de um milhão de unidades do Jeep Wrangler. A celebração foi acompanhada de perto por executivos, colaboradores, representantes sindicais e fornecedores da empresa. “Cada um dos modelos Jeep Wrangler vendidos no mundo nascem aqui, em Toledo, Ohio”, diz Mauro Pino, vice-presidente de produção do Grupo Chrysler. “Desde que esta fábrica abriu suas portas oito anos atrás, nossos colaboradores construíram cada um desses veículos com orgulho, paixão e com profundo compromisso de qualidade. Todos nós estamos ansiosos para completar o próximo milhão”.

WRANGLER
Sob aplausos dos colaboradores, Pino e Dan Henneman, presidente da unidade Jeep UAW Local 12, dirigiram ao longo da linha final de montagem um modelo da 10ª edição de aniversário do Jeep Wrangler Rubicon com destino a um cliente em Saratona, na Flórida.
Desde 1941, o modelo Jeep tem representado a liberdade, a autenticidade, aventura e paixão sempre se mantendo fiel à sua herança com o compromisso de oferecer a característica off-road em todos os seus veículos. O entusiasmo dos membros da equipe Jeep e dos proprietários do estilo de vida único tornam possível o lema “apenas em um Jeep”, que é sustentado por veículos conhecidos como “máquinas de liberdade e diversão originais”.
Nomeado após a mais exigente trilha off-road da América, a 10ª edição de aniversário do Jeep Wrangler Rubicon garante seu lugar como um dos veículos mais capaz da história. A edição limitada do veículo é feita com equipamentos off-road para entusiastas, incluindo para-choques 100% de aço com tampas removíveis, distância do solo adicional, novas grades de pedra e pneus BF Goodrich KM2 Off-road.
“Os colaboradores de Toledo entendem que o sucesso da marca Jeep está diretamente ligada a qualidade de seus trabalhos”, disse Henneman. “Eles continuam a enfrentar o desafio de atender a demanda de um dos veículos utilitários esportivos mais reconhecidos em todo o mundo e demonstrando o comprometimento com os milhões de entusiastas da Jeep”.
O Jeep Wrangler 2013 é reconhecido e respeitado pelos principais influenciadoress automotivos, acumulando inúmeros prêmios internacionais como o Specialty Equipment Market Association’s Hottest 4×4 SUV; Petersen’s 4-Wheel & Off-Road Magazine’s 4×4 of the Year; Texas Auto Writers Association’s Mid-Size SUV of Texas; Kelley Blue Book’s Best Resale Value Award for Compact Utility Vehicle; Kelley Blue Book’s Top 10 Best Resale Value Award; Autobytel.com’s SUV of the Year; and Four Wheeler’s Four Wheeler of the Year Award.

Ranking global das marcas

Publicado em 13/05/2013 - 17:32 por | Comentar

A Toyota mantém a liderança em vendas mesmo com queda de 3,9% no acumulado do ano e 6,7% em março se comparado ao ano passado. A Volkswagen segue em segundo lugar com crescimento de 11,4% nas vendas. A Ford vem logo atrás com aumento de 7,4% em relação ao ano anterior. A Chevrolet ocupa o quarto lugar com 2,2% de veículos vendidos a mais que em 2012. Destaque para a Wuling (marca chinesa) que voltou entre as dez maiores marcas do ranking no primeiro trimestre.

Marca japonesa lidera vendas de carros

Marca japonesa lidera vendas de carros

Os dados acima são fornecidos pela JATO Consult, a empresa de consultoria da JATO Dynamics qual fornece soluções e consultoria para atender a uma ampla gama de empresas ligadas ao setor automotivo. Para mais informações visite www.jato.com/brazil.

Ranking global de vendas de veículos

Publicado em 13/05/2013 - 17:26 por | 1 Comentário

Categorias: Curiosidade, Global, Mercado

*China cresce 19,3% em vendas de veículos no 1º trimestre
* Brasil fica na 5ª colocação no ranking do período

Informações divulgadas pela JATO Dynamics do Brasil, com os dados de veículos vendidos mundialmente no primeiro trimestre de 2013 revelam que a China mantém a primeira posição com crescimento significativo de 19,3% se comparado ao mesmo período de 2012. Em segundo lugar aparecem os EUA com aumento de 6,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. O Japão, ainda na terceira colocação, registrou baixa de 9,6% no trimestre se comparado ao ano passado. Os dados chineses incluem apenas veículos de passeio. Para o restante dos países os números englobam carros e comerciais leves.

China permaece líder em vendas de veículos no mundo

China permaece líder em vendas de veículos no mundo

A Índia manteve a quarta posição no ranking trimestral, porém, caindo para a sexta colocação se considerarmos apenas as vendas do mês. Queda de 8,3% no acumulado e 9,8% no mês, respectivamente. O Brasil vem logo em seguida, na quinta posição, com aumento nas vendas de 1,9% de janeiro a março comparado a 2012. A Alemanha, em sexto lugar, ainda demonstra retração do mercado com queda acentuada de 13,1% para os três primeiros meses deste ano em relação ao ano anterior. Apresentando resultados positivos, a Grã Bretanha e Rússia vêm na sétima e oitava posições do ranking com crescimento de 7,8% e 0,4% respectivamente. Em nono lugar, repetindo o resultado negativo, a França segue com baixa de 13,9% no acumulado de janeiro a março em comparação a 2012. A Tailândia apareceu entre os dez maiores mercados com aumento expressivos de 47,9% se comparado ao mesmo período do ano passado.

 

Toyota festeja recorde de vendas

Publicado em 10/05/2013 - 11:17 por | Comentar

Categorias: Mercado, Toyota

A Toyota do Brasil registrou em abril deste ano 16.620 veículos emplacados, melhor resultado da empresa em um único mês. Como base de comparação, o número é 200% maior do que o registrado em abril de 2012, quando foram vendidas 5.511 unidades. No acumulado do ano, a Toyota do Brasil comercializou 51.377 unidades, número 92% maior se comparado com o mesmo período do ano passado, quando 26.674 veículos foram vendidos. Os principais responsáveis pela marca histórica foram o Etios (nas versões hatchback e sedan, foto abaixo), com 6.770 unidades emplacadas, o Corolla, com 5.111 e a Hilux, com 3.581.

Malagrine

Presidente da MAN caminhões está otimista

Publicado em 05/05/2013 - 10:52 por | Comentar

O presidente da MAN Latin America, Antonio Roberto Cortes, disse em entrevista que o cenário nacional está favorável para o setor de caminhões devido ao aquecimento econômico. “Ficamos bastante otimistas com o desempenho do primeiro quadrimestre. Estimamos que o mercado cresça 7,5% este ano e a MAM Latin America, 10%”, afirma. Os valores superam a previsão de crescimento do PIB brasileiro, que é de 3%.

ANTONIOCORTES

Ele também destacou a necessidade de renovação da frota. “A idade média da frota brasileira de caminhões é 17 anos, duas vezes mais do que a de países da Europa ou da América do Norte”, explica. Ainda segundo ele, o ideal são cinco anos de uso, pois, a partir de sete, o caminhão fica economicamente inviável. “Além disso, a manutenção é um dos fatores que encarece o frete”. Questionado sobre a necessidade de ampliação da fábrica, Cortes explicou que a fábrica em Resende (no estado do Rio de Janeiro) está operando em dois turnos e ainda “tem possibilidade de crescer 30%, com mais um turno”.

Michelin apresenta nova linha de pneus

Publicado em 25/04/2013 - 7:58 por | Comentar

André Marinho

Editor (Direto de Buenos Aires, Argentina)

Com início de fabricação em abril e vendas a partir de maio, a Michelin apresentou para a imprensa da América Latina sua linha de pneus Michelin Primacy 3. Com aplicação em carros como o Peugeot 308, Ford Focus e o novo Citroen C4 Pallas, o pneu é fabricado em Itatiaia, Rio de Janeiro.

MICHELIN Primacy 3_frenagem

De acordo com testes realizados pelo Instituto Alemão TUV SUD Automotive, o produto freia até 3 metros antes em solo seco, até 4 metros antes em solo molhado e possui maior aderência em curvas sobre piso molhado, oferecendo maior controle da trajetória do veículo, mesmo em condições perigosas. O teste comparativo foi feito com pneus concorrentes. O mercado da América Latina terá os pneus Primacy 3 em aros de 16, 17 e 18 polegadas. O preço não foi revelado, mas segundo o  gerente de marketing da América do Sul da Michelin, Anoildo Matos, será 5% maior que o dos principais concorrentes.

Michelin Primacy 3

Michelin Primacy 3

 

 

Teste de frenagem com piso molhado

Teste de frenagem com piso molhado

 

Assume novo presidente da Anfavea

Publicado em 22/04/2013 - 23:30 por | Comentar

Categorias: Anfavea, Mercado, Plantão

Tomou posse na noite desta segunda-feira a nova diretoria que vai comandar a indústria automobilística no triênio 2013-2006. O presidente da Fiat, Cledorvino Belini, sai para entrar como novo presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) um executivo da General Motors do Brasill, Luiz Moan Yabiku Júnior. Belini comandou a entidade de 2010 a 2013.

Luiz Moan

 

 

A solenidade aconteceu no Clube Monte Líbano, na região de Ibirapuera, São Paulo e contou com a presença de autoridades como o ministro do Desenvolvimento,  Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, que representou a presidente Dilma Roussef.

Aos 57 anos, Moan é economista e diretor de Assuntos Institucionais da General Motors. Atua há mais de 30 anos no setor, tendo passado pela Volkswagen e pela própria Anfavea, da qual foi diretor executivo. Há três anos é o primeiro vice-presidente da Associação. Na entrevista coletiva com a nata da imprensa automotiva brasileira, Moan disse que vai nortear seu mandato em quatro pilares: mercado interno, produção, exportação e sustentabilidade.

 

Frases do novo presidente da ANFAVEA

“A indústria passa por um momento difícil e de mudanças radicais”

 

“Será um triênio de grandes desafios”

“Não é uma afirmativa verdadeira dizer que há alta lucratividade em nosso setor no Brasil”

“Aqui tudo é caro. Temos um problema de custos muito grande”

“Temos 43% de imposto agregado a mais em nosso produto”

“O custo financeiro no Brasil é alto”

“Nossa meta é chegar em 2017 a 5,6 milhões de unidades de capacidade produtiva”

 

Número da Indústria automotiva brasileira

7 lugar em produção no mundo

4 lugar em vendas no mundo

28 companhias

55 fábricas em 9 estados e 39 municípios das cinco regiões

Autopeças: 500 empresas

 

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