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Categoria: Motor


12:21 · 26.04.2018 / atualizado às 12:21 · 26.04.2018 por

A Ford comemorou hoje três marcos importantes da fábrica de Taubaté, no interior paulista: os 50 anos de operação da unidade e o início da produção local do motor 1.5 Ti-VCT Flex de três cilindros e da nova transmissão manual MX65. Além do presidente da Ford América do Sul, Lyle Watters, o evento contou com a presença do governador do Estado de São Paulo, Márcio França, do prefeito de Taubaté, José Bernardo Ortiz Junior, e outras autoridades, executivos, sindicalistas e empregados.


O motor 1.5 Ti-VCT Flex de três cilindros, que hoje equipa o EcoSport, também será oferecido em breve no Ka FreeStyle, mais novo utilitário compacto global da marca, junto com a transmissão MX65. O Brasil foi o primeiro a lançar o novo propulsor global e agora será um dos únicos a produzi-lo, ao lado da China, do México e da Índia, país de onde ele era importado até então.
Primeiro 1.5 do mundo com três cilindros, ele oferece um nível inédito de potência e economia de combustível, seguindo a tendência conhecida como “downsizing”. Com 91,5 cv por litro, é o motor naturalmente aspirado com a maior potência específica do mercado.


“A produção local do novo motor e da nova transmissão é mais uma prova do foco da Ford em servir os consumidores com produtos versáteis, que oferecem grande economia de combustível sem comprometer a performance e o prazer de dirigir”, disse Lyle Watters. “Para isso, fizemos significativos investimentos em equipamentos, sistemas e melhoria de processos que estão totalmente alinhados com os conceitos da Indústria 4.0. E investimos também no nosso recurso mais valioso – as pessoas –, com um amplo programa de mais de 250 mil horas de treinamento.”
Indústria 4.0
Para a produção do novo motor e da nova transmissão em Taubaté, a Ford investiu em equipamentos e processos que seguem o conceito de Indústria 4.0 para garantir o alto nível de eficiência e qualidade da operação. Entre as novidades, estão a instalação de 30 robôs e uso da tecnologia de rastreamento QR Code na linha de motores, além de 19 robôs e solda a laser na unidade de transmissões.
Além de flexibilidade para a produção de motores de três e quatro cilindros na mesma linha, a fábrica tem 100% dos equipamentos conectados via wi-fi para monitoramento on-line da produção, da qualidade e da manutenção de máquinas e equipamentos.
“Nós atualizamos 100% do nosso parque fabril em Taubaté, com automação das linhas de usinagem e montagem, e melhoramos o fluxo de materiais, totalmente integrado ao conceito de manufatura enxuta, proporcionando eficiência nos processos e alta produtividade. Assim, estamos alinhados ao que existe de mais avançado na Ford no mundo, com o mesmo padrão de qualidade de mercados como os Estados Unidos, Alemanha e China”, disse Rogelio Golfarb, vice-presidente de Assuntos Governamentais, Comunicação e Estratégia da Ford América do Sul.
Segundo ele, a Ford tem uma grande tradição no desenvolvimento de motores, sendo um dos destaques o 1.0 Ti-VCT Flex de três cilindros que equipa o Ka e contribuiu para a marca exceder as metas de eficiência energética do programa Inovar-Auto.
Desempenho e eficiência
Com potência de 137/130 cv e torque de 158/153 Nm (com etanol/gasolina), o novo motor 1.5 Ti-VCT Flex de três cilindros produzido pela Ford em Taubaté tem um desempenho que supera inclusive concorrentes de quatro cilindros e maior cilindrada. Usando bloco de alumínio e tecnologias avançadas, como duplo comando de válvulas e correia imersa em óleo, também é mais econômico no consumo de combustível, com classificação A no Inmetro/Conpet, responsável pela medição da eficiência energética dos veículos no mercado brasileiro.
A nova transmissão manual MX65 de cinco velocidades incorpora vários avanços construtivos que contribuem para aprimorar a eficiência e a dirigibilidade do veículo, aproveitando ao máximo a potência do motor. Ela tem um design menos complexo, um processo de manufatura mais enxuto e pesa 8 kg a menos que a transmissão IB5. Além do Brasil, é fabricada também na França e na Índia.
Tradição de qualidade
Ao longo de suas cinco décadas de história, o complexo industrial da Ford em Taubaté registrou vários marcos, sendo reconhecido internacionalmente pelo alto padrão de qualidade e eficiência na produção de motores, transmissões e componentes automotivos. Entre outros produtos, já forneceu motores para o Mustang nos Estados Unidos e para o Focus montado na Europa, além de vários modelos de sucesso produzidos no Brasil e América do Sul, como Maverick, F-1000, Escort, Fiesta, Ka, Focus e EcoSport.
A fábrica tem recebido constantes investimentos em novas tecnologias, aquisição de equipamentos e treinamento de pessoal e hoje soma uma produção total de cerca de 8 milhões de motores e 7 milhões de transmissões. Além de contar com times altamente especializados e dedicados, ela é um exemplo de preservação ambiental, com a manutenção de ampla área verde e um lago que servem de abrigo para espécies de aves nativas.

05:10 · 17.02.2018 / atualizado às 13:13 · 16.02.2018 por

O curso do SENAI/CE em mecânica automotiva recebeu dois veículos da montadora General Motors. Os veículos são as versões automáticas S-10 versão HIGH CONTRY e um CRUZE SPORT6 TURBO e possuem tecnologia ON STAR, que oferece aos usuários uma experiência tecnológica por meio de aplicativo no celular que localiza informações de farmácias, supermercados, hospitais, bancos entre outros. Além da utilização dos carros nas aulas do curso, os novos veículos serão utilizados também para capacitação específica dos funcionários das concessionárias GM Norte e Nordeste.

04:22 · 23.01.2018 / atualizado às 20:25 · 21.01.2018 por

O que é catalisador automotivo? Essa foi uma das 10 questões mais procuradas, sobre o setor automotivo, pelos internautas brasileiros no mais famoso mecanismo de buscas online em 2017. Principal fabricante de catalisadores do País, a Umicore esclarece qual a função e a importância do componente

O catalisador fica localizado no sistema de escapamento dos veículos

Localizado no sistema de escapamento do carro, o catalisador tem a função de converter até 98% dos gases poluentes provenientes da combustão como monóxido de carbono (CO), óxidos de nitrogênio (NOx) e hidrocarbonetos (HC) em substâncias inofensivas à saúde humana. “Essa característica faz com que a peça seja de fundamental importância, especialmente nos grandes centros urbanos, onde a concentração de veículos é alta”, afirma Miguel Zoca, gerente de Aplicação do Produto da Umicore.
De acordo o especialista, a conversão dos gases acontece por meio de um processo químico que ocorre dentro do catalisador. “A parte interna da peça é composta por um substrato, que pode ser cerâmico ou metálico, revestido por diversos óxidos e por metais nobres como platina, paládio ou ródio. Quando esses elementos entram em contato com os gases tóxicos, promovem reações químicas, transformando os poluentes em gases inofensivos e água”, explica.

O componente é responsável por converter até 98% dos gases poluentes como CO, NOx e HC, em substâncias inofensivas

É a ação do catalisador que garante que os veículos consigam se adequar aos limites de emissões exigidos por lei por meio do Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores (PROCONVE).
Segundo Zoca, o catalisador é projetado para durar no mínimo 80 mil quilômetros. Porém, alguns fatores podem abreviar a vida útil do componente. “A falta de manutenção do veículo é a principal delas. A falha de peças do sistema de ignição e de injeção, por exemplo, além do uso de combustível de má qualidade e de aditivos e fluídos não especificados pela montadora, podem prejudicar o catalisador e, em alguns casos, até comprometer a ação do componente”, alerta Miguel Zoca.
A recomendação da Umicore é que o motorista mantenha sempre as revisões do veículo em dia e, sempre que possível, também submeta o carro ao teste de emissões.

O catalisador é composto por um substrato, que pode ser cerâmico ou metálico, revestido por diversos óxidos e metais nobres. Quando entram em contato com os poluentes promovem uma reação química

Sobre a Umicore
A Umicore é um grupo de tecnologia de materiais e reciclagem, tendo suas atividades centralizadas em três áreas de negócios: Catálise, Energia e Tecnologia de Superfície e Reciclagem. Cada área está dividida em várias unidades de negócios direcionadas ao mercado, seja em materiais e soluções que estão no topo de novos desenvolvimentos tecnológicos e são essenciais no dia-a-dia. A Umicore foca suas atividades em áreas de aplicação, nas quais seu conhecimento na ciência dos materiais, química e metalurgia faz a diferença. A Umicore investe a maior parte de suas receitas e dedica seus esforços de P&D para as tecnologias limpas, desenvolvendo produtos tais como catalisadores para controle de emissões, materiais para baterias recarregáveis e reciclagem. O objetivo de criar valor sustentado da Umicore b aseia-se em sua ambição de desenvolver, produzir e reciclar materiais de forma a cumprir sua missão: Materiais para uma Vida Melhor (Materials for a Better Life). O Grupo Umicore tem operações industriais em todos os continentes, servindo uma base global de clientes. Em 2016, apresentou faturamento de EUR 2,7 bilhões e, atualmente, emprega 9.900 pessoas.

12:23 · 17.04.2017 / atualizado às 12:23 · 17.04.2017 por

Em março, o Novo Cruze Sedan consolidou-se como o carro de passeio turbinado mais emplacado do Brasil, com 1,6 mil unidades. A hegemonia dá-se no acumulado do ano também, com quase 3,6 mil unidades, vantagem que cresce se somarmos as vendas da versão Sport6


O mesmo propulsor Ecotec 1.4 Flex Turbo com injeção direta de combustível e até 153 cv equipa também o Novo Tracker. Juntos, o sedan, o hatch e o utilitário esportivo tiveram mais de 6,6 mil unidades vendidas de janeiro a março.
Com esse volume, a Chevrolet assume ainda a liderança entre as marcas que mais emplacam carros de passeio turbinados a etonol e/ou a gasolina no Brasil neste ano, superando inclusive marcas premium.

O mesmo acontece na Argentina, onde o Novo Cruze também é soberano entre os autos turbinados. “O turbo tem basicamente duas funções importantes: melhorar a performance e reduzir o consumo de combustível do veículo”, explica Mathias Reinartz, diretor de Global Propulsion Systems da GM.
No caso do Novo Cruze 1.4 Flex Turbo, o modelo é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 9 segundos, mais rápido que rivais com propulsores 2.0 aspirados. O sedan da Chevrolet é ainda nota máxima em eficiência energética em sua categoria pelo Inmetro. Chega a consumir quase o mesmo que compactos 1.0.

19:20 · 15.01.2017 / atualizado às 19:20 · 15.01.2017 por

Há mais de 100 anos, os motores V-Twin da Harley-Davidson têm sido o coração das máquinas que inspiraram gerações de motociclistas no mundo todo a descobrir a sensação única de se pilotar uma motocicleta da marca. Mais do que meramente motores, os Big Twin da H-D possuem visual e som inconfundíveis, e se tornaram lendários ao longo da trajetória de sucesso da companhia, que recentemente divulgou os novos motores Milwaukee-Eight™ que equipam os modelos da linha Touring.

Motor 1909 V-Twin
Motor 1909 V-Twin

Os nove motores desenvolvidos pela Harley-Davidson ao longo dos anos retratam a evolução da marca em todos os aspectos que contribuem para o melhor desempenho de suas motocicletas. A timeline a seguir apresenta os principais detalhes que os diferenciam entre si.
ATMOSPHERIC V-TWIN (1909)
O primeiro motor de dois cilindros da Harley-Davidson surgiu em 1909, o Atmospheric V-Twin, que recebeu esse nome devido à atuação de suas válvulas pelo vácuo criado durante o curso de admissão do pistão. Ele ganhou um lugar especial na história da H-D por ser o elemento mais distintivo do design da motocicleta da marca: o motor V-Twin refrigerado a ar de 45 graus.

Motor Flathead
Motor Flathead

F-HEAD (1911 – 1929)
Em 1911, o cofundador e engenheiro-chefe Bill Harley tinha resolvido os problemas de seu design V-Twin com a criação do motor F-Head que tinha válvulas operadas mecanicamente. Até 1929 foi o principal motor da companhia até a introdução do V-Twin Flathead.
Disponível em deslocamentos de 45 e, posteriormente, de 74 e 80 polegadas, esses incríveis motores de válvula lateral provaram seu valor para a Harley-Davidson com longevidade incomparável. Gerações de motociclistas gostaram da simplicidade e confiabilidade do modelo Flathead que permaneceu em produção até o início dos anos 1970 em servicars de três rodas. Porém, até os anos 1930, os motociclistas já exigiam mais potência.
FLATHEAD (1929 – 1973)
A grande depressão foi um golpe para a indústria de motocicletas. Na tentativa de atender à demanda, Bill Harley testou várias novas opções de motor, até chegar ao incrível Flathead, incluindo os designs de quatro cilindros em linha e o “boxer”, de estilos opostos.

 

Motor Panhead
Motor Panhead

KNUCKLEHEAD (1936 – 1947)
Foi o primeiro motor da Harley-Davidson a ter componentes e superfícies deliberadamente estilizadas que, mais tarde, se tornaram um marco do desenvolvimento de produtos da marca. Ele recebeu este nome devido às tampas do cabeçote de alumínio polido brilhante, com dois grandes parafusos dos balancins em cada cilindro. Com o mesmo ângulo de cilindro de 45 graus que seus antecessores, o motor totalmente novo proporcionou mais potência, parcialmente devido às válvulas no cabeçote. Com ele, também foi lançado o primeiro sistema de óleo recirculante de circuito fechado H-D. Logo, todos os motores da companhia teriam o novo sistema de cárter de óleo seco e, junto a ele, o emblemático tanque em forma de ferradura em torno da bateria.
PANHEAD (1948 – 1965)
O Knucklehead definiu a aparência básica dos motores Big Twin que foram criados posteriormente pela Harley-Davidson e inspiraram muitos de seus concorrentes. Em 1948, mudanças importantes foram feitas para a criação de um novo motor com arquitetura básica e deslocamento semelhantes ao Knucklehead, logo lançado como Panhead. Ainda mais que o estilo do motor anterior serviu de estímulo para o Panhead, que também tinha cabeçotes de alumínio mais eficientes e tuchos de válvula hidráulicos que eram mais silenciosos e precisavam de menos manutenção.

 

Evolution
Evolution

SHOVELHEAD (1966 – 1984)
O Panhead foi seguido pelo Shovelhead para as motocicletas modelo/ano 1966 e apresentou, principalmente, uma melhoria na potência. As duas décadas seguintes viram uma proliferação de novos modelos que passaram a ser equipadas com motores Big Twin (como as motocicletas da família Dyna – Super Glide® 1971, o Low Rider® 1977, o Wide Glide® 1980 e muitas outras). Antes, os Big Twin só equipavam motos Touring.
EVOLUTION (1984 – 1999)
O motor Evolution® passou a integrar os modelos de 1984. Com 80 polegadas cúbicas, foi o maior salto no formato dos motores Big Twin até aquele momento. Tinha um design sem vazamento de óleo, com ruído mecânico reduzido e uma vida útil muito mais longa, entre outros avanços. Todos os recursos do Evolution® que os clientes prezavam foram mantidos no novo motor Twin Cam 88® que estreou nas motos de 1999.

MY17 107 Engine. Milwaukee Eight.
MY17 107 Engine. Milwaukee Eight.

TWIN CAM (1999 – Até hoje)
O novo motor oferecia comandos de válvulas impulsionados por corrente e aumento de deslocamento. O Twin Cam 88® foi novamente aumentado em 2007, para se tornar o Twin Cam 96™. Mudanças significativas vieram com os modelos 103 e 110, ambos disponíveis com ou sem a refrigeração Twin-Cooled no modelo ano 2014. Juntamente com as várias melhorias do Projeto RUSHMORE na família Touring, até então, o Twin Cam fez parte do maior projeto de desenvolvimento de produto da história da Harley-Davidson.
NOVO MOTOR MILWAUKEE-EIGHT™
Em 2016, a Harley-Davidson lançou Milwaukee-Eight™, o 9º motor da história da companhia e que marcou outro importante salto em termos de design de motores da marca. Com oito válvulas e cabeçotes refrigerados a água ou a óleo, o Milwaukee-Eight™ oferece o mais alto nível de desempenho de fábrica e leva o legado do Big Twin para o futuro.
A nova motorização recebeu esse nome para homenagear a cidade americana de Milwaukee em Wisconsin (EUA), o berço da Harley-Davidson, por apresentar quatro válvulas por cilindro (que totalizam oito) e também por que apresenta oito mudanças principais que refletem diretamente no desempenho inigualável das motocicletas da família Touring.
Os novos motores integram as Touring e são oferecidos em duas versões diferentes e com três variações:
Milwaukee-Eight™ 107 (107 polegadas cúbicas de deslocamento, 1750 cc): No Brasil, presente nos modelos Street Glide® Special e Road King® Classic.
Twin-Cooled™ Milwaukee-Eight™ 107 (107 polegadas cúbicas de deslocamento, 1750 cc): No Brasil, presente na Ultra Limited.
Twin-Cooled™ Milwaukee-Eight™ 114 (114 polegadas cúbicas de deslocamento, 1870 cc): No Brasil, presente nos modelos CVO™ Limited e CVO™ Street Glide®.

10:24 · 23.11.2015 / atualizado às 10:26 · 23.11.2015 por

Falta mão de obra especializada na área automotiva no Estado. Mas em Fortaleza existe um curso que forma técnicos no setor. A Profiautos Treinamentos Automotivos tem experiência de mais de 12 anos e divulga os próximos cursos

Envelopamento de veículo
Envelopamento de veículo

Acessórios Veicular: 07/12/2015 Período: 4 Semanas
Ar Condicionado: 14/12/2015 Período: 4 Semanas
Correia Dentada: 07/12/2015 Período: 1 Semana
Cristalização, Espelhamento, Tira Risco e Polimento: 23/11/2015 Período: 1 Semana
Envelopamento: 23/11/2015 Período: 1 Semana
Mecânica de Motores: 23/11/2015 Período: 4 Semanas
Instalação do kit de Ar Condicionado: 07/12/2015 Período: 1 Semana
Horários dos Cursos: 19:00 as 21:30hrs

Ar condicionado
Ar condicionado

 

Controle remoto veicular
Controle remoto veicular

Curso e Treinamento Pontos Simples Pontos Múltiplos
O vídeo mostra dicas importantes sobre a manutenção nos veículos Corolla, versões 1.8L e 2.0L de 16V.
R$ 261,75
Tópicos abordados:
• Funcionamento dos sistemas monopontos e multipontos.
• Descrição dos componentes que fazem parte do sistema de injeção.
• Descrição de funcionamento de bicos injetores, válvulas de marcha lenta, válvulas de purga do canister, sensores de temperatura, sensores de pressão, absoluta e sensor de oxigênio.
• Procedimentos de testes de sensores e atuadores dos diversos tipos de sistemas de injeção.

 

Polimento de veículos
Polimento de veículos

Serviço:
Profiautos Treinamentos Automotivos
Endereço: Rua Pedro I, 1554 – Centro
Fone: 85-3223-8663/85-98944-9944
www.profiautos.com

14:42 · 16.07.2015 / atualizado às 14:42 · 16.07.2015 por

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Você sabia que a Renault, fabricante francesa, é uma das pioneiras nas vendas de carros elétricos no mundo? Bom, não é à toa que a montadora traz novidades para o mercado, o Zoe, que na versão 2016 terá novo motor, com maior autonomia. Já o Twizy ganhou uma versão de carga, que já está no mercado desde o ano passado.

O carro pode ser recarregado em qualquer terminal público para carros elétricos. Para quem tem curiosidade, o motor R240 que passa a equipar o Zoe, tem autonomia de 240 km, 30 km a mais que o da versão anterior. Além disso, a bateria carrega em um período de tempo 10% menor.

Atualmente, um de cada dez Twizy vendidos na Europa, é versão de carga. A Renault acredita que esse carro pode ser usado por muitas empresas, que fazem pequenas entregas nos grandes centros urbanos.A versão adaptada para transporte do Twizy tem capacidade de quase 200 litros no porta-malas (ocupando o banco de trás).

14:36 · 23.06.2015 / atualizado às 14:36 · 23.06.2015 por

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A dentista Maria Clara mora pertinho do seu consultório, no bairro de Fátima,  na capital cearense, onde atende há mais de cinco anos. Entre ida e volta, o percurso não chega a cinco quilômetros. Por isso, é acostumada ir a pé e deixar o carro na garagem. “Na verdade, como sou solteira, só uso o meu carro um final de semana sim e outro não para visitar meus pais”, ressalta.

Entretanto, no último final de semana, a caminho da casa materna, começou a ouvir uns barulhinhos estranhos no seu veículo, um Fiat Uno. Resolveu então deixar o carro na oficina. Ao saber do diagnóstico, uma desagradável surpresa: o motor estava com problemas devido ao uso restrito. Mas isso acontece mesmo?

Bom, para os especialistas isso é um fato. “Na verdade, o que prejudica são os trajetos curtos, que fazem com que o motor não atinja sua temperatura ideal de trabalho. Quando a gasolina não aquece totalmente, ela forma uma camada preta, uma incrustação que dificulta a refrigeração. O motor que trabalha em temperatura mais baixa carboniza mais”, explica o mecânico Carlos Rodrigues.

Segundo ele, para que o motor tenha um desempenho saudável, é preciso rodar aproximadamente dez quilômetros. “É o mínimo para evitar danos ao motor, principalmente no inverno, quando ele demora mais para aquecer. Mas isso não acontece, em Fortaleza, porque praticamente é verão o ano todo.

Consequências

No entanto, ele salienta que se você é do tipo que deixa o carro parado por muitos dias, não precisa se preocupar. “A não ser que o veículo fique encostado por meses. Deixar o veículo parado durante meses, sem nenhum uso, mantido sempre desligado, também é prejudicial, pois muitas das peças de borracha e polímeros tendem a se degradar. Assim, mangueiras e vedações podem romper e, com o vazamento de água ou óleo, o motor pode ser danificado. Combustível e lubrificante também estragam e o seu uso nessa condição faz o motor falhar”, salienta.

A dica neste caso é ligar o carro com certa frequência. Porém, é preciso mantê-lo ligado por um bom tempo. “Não adianta deixar só dois ou três minutinhos ligado, pois isso só piora o problema, entrando na questão de não aquecer direito”, lembra o profissional.

E, quando for colocar o motor para funcionar, não se esqueça de verificar se algum fluido vazou. “Caso tenha ocorrido vazamento, o ideal é consultar o mecânico. Não havendo vazamentos, é importante ter alguns cuidados ao ligar o motor. O lubrificante estará praticamente todo decantado no cárter. A sugestão, nesse caso, é acionar o motor de partida sem que o veículo funcione –, isso faz com que o óleo seja bombeado para todas as partes do motor. Nunca se deve acelerar fundo nessa situação, nem sair forçando o motor.

Mais aliados

O mecânico recomenda ainda abastecer com gasolina aditivada e usar produtos específicos para a limpeza do motor. “O aditivo da gasolina ajuda a reduzir a carbonização e a limpar a tubulação e os injetores. Para que o combustível aditivado cumpra esse papel, dê preferência para grandes distribuidoras e marcas conhecidas. Esses produtos que misturam na gasolina para a limpeza do motor também são eficientes”, afirma. Levar o carro ao mecânico para uma limpeza profissional também é uma das recomendações do especialista.

09:52 · 13.04.2015 / atualizado às 09:52 · 13.04.2015 por

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Após o Classe C, o Mercedes-Benz SLK é quem que recebe novos motores e versões. O SLK 200 ganha uma unidade turboalimentada de 1,8 litro com injeção direta mais evoluída, que preserva a potência anterior (184 cv), mas passa de 27,5 para 30,6 m.kgf de torque.

O SLK 250 dá espaço ao inédito SLK 300, que usa o novo motor turbo de 2,0 litros aplicado ao Classe C com 245 cv e 37,7 m.kgf, aumentos de 41 cv e 6,1 m.kgf. Há ainda o SLK 250 D, nova denominação para o SLK 250 CDI, que mantém o turbodiesel de 2,15 litros com 204 cv e 51 m.kgf, agora 8% mais econômico.

As três versões oferecem câmbio automático de nove marchas, opcional no caso da 200, e toda a linha SLK vem com parada/partida automática. Além das opções citadas, a gama inclui o SLK 350 (com o V6 de 3,5 litros, 306 cv e 37,7 m.kgf) e o SLK 55 AMG (com um V8 de 5,5 litros, 421 cv e 55 m.kgf).

No entanto, a “nova” linha não permanece assim por muito tempo: para 2016 o SLK deve passar por uma remodelação e adotar a sigla SLC (usada no passado pelos cupês derivados dos conversíveis SL), além de trocar o antigo V8 aspirado pelo biturbo de 4,0 litros já empregado no AMG C63.

14:54 · 12.03.2015 / atualizado às 12:04 · 12.03.2015 por

Nissan New MarchA gama do compacto da Nissan tem duas novidades. A primeira é que New March 1.6 16V ganha sistema de partida a frio do motor Flex Start Bosch, que consequentemente elimina o tanque auxiliar de gasolina – conhecido como “tanquinho”. O outro anúncio é do novo propulsor de três cilindros e 1,0 litro – conhecido como HR10, produzido na fábrica de motores dentro do complexo de Resende. O cabeçote, que é dotado de variador na admissão, e o bloco são de alumínio, materiais que colaboram para a redução do peso do veículo. Entre as tecnologias embutidas estão o uso de corrente no lugar de correia para sincronização do virabrequim com a árvore do comando de válvulas, solução que amplia o prazo de manutenção do equipamento para acima de cem mil km, o dobro do normal para as correias. As velas têm eletrodos de platina e são substituídas também a cada cem mil km. Com essas soluções, o proprietário tem a certeza de maior durabilidade do motor e menor custo de manutenção. Todas essas tecnologias estão presentes também no motor 1.6 16V.

Desenvolvendo 77 cavalos de potência e 10 kgfm de torque, o novo motor oferece bom equilíbrio entre o desempenho, pois tem a maior parte do seu torque disponível já em baixas e médias rotações, e a eficiência no consumo de combustível. Com ele, o New March registrou umas das melhores marcas de consumo de seu segmento nos testes do Inmetro, obtendo o melhor consumo em estrada do segmento, com 15,1 km/l quando abastecido com gasolina. Sua relação peso-potência é de 12,5 kg/cv.

Nissan New MarchOs dois motores – 1.0 12V e 1.6 16V – trazem o sistema CVVTCS (Continuosly Variable Valve Timing Control System, ou variação da abertura das válvulas através de variador de fase), que faz com que a entrada de ar e de combustível nos cilindros seja otimizada em qualquer rotação, oferecendo respostas mais precisas do acelerador e maior rendimento com economia de combustível. O resultado é uma melhor queima de combustível e, em consequência, redução das emissões de poluentes.

Produzido no Complexo Industrial da Nissan, em Resende (RJ), o compacto tem preços que começam em R$ 35.990 e vão a R$ 47.490, de acordo com a versão e a motorização.

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