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Categoria: Polêmica


12:00 · 05.11.2014 / atualizado às 10:59 · 05.11.2014 por

Alta velocidade, combinação de álcool e direção e ausência do uso do cinto de segurança são alguns dos principais causadores de morte em acidentes de trânsito. Os jovens, de 21 anos, são as principais vítimas, de acordo com dados do Mapa da Violência, pesquisa do Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americanos (Cebela)

 

A formação do condutor também é fundamental para reduzir comportamentos de risco, afirma especialista
A formação do condutor também é fundamental para reduzir comportamentos de risco, afirma especialista

 

O levantamento também mostra um aumento no índice de morte de jovens que conduzem motocicleta. Neste caso, a falta do uso de capacete é o principal agravante. No Dia Mundial em Memória às Vítimas de Trânsito, no terceiro domingo de novembro, a Perkons ouviu especialistas para entender quais ações tornam o jovem mais vulnerável no trânsito.
Para a especialista em trânsito da Perkons, Idaura Lobo Dias, há questões comportamentais que precisam ser trabalhadas para reduzir o número de acidentes. É comum aos jovens ações ousadas e de risco. Eles abusam da combinação excesso de velocidade e direção perigosa e desrespeitam as leis de trânsito. “Na sua maioria, eles tendem a achar que dirigir proporciona a sensação de liberdade, tão desejada nesta fase. São ansiosos, querem tudo para já e não podem perder tempo com nada. Há ainda o prazer proporcionado pela alta velocidade e pela adrenalina, com a ideia de curtir a vida ao máximo”, afirma.

 

Motivos
Há muitas razões sociológicas, históricas e até mesmo econômicas para justificar a alta mortalidade do jovem, de acordo com o sociólogo especialista em educação e segurança no trânsito, Eduardo Biavatti. “Para muitos jovens, essa idade sinaliza o primeiro momento de autonomia após a maioridade legal. É o período de conclusão, também, da formação universitária e do começo de uma vida profissional, o que possibilita a independência financeira, fundamental para o consumo de bens e serviços”, explica.
Aos 21 anos, os jovens já habilitados para a condução de veículos motorizados, encontram-se nos anos iniciais de experiência de direção veicular. “Nessa idade, a expansão dos círculos de relação social e afetiva impulsionam a necessidade de maior mobilidade na cidade. A alta exposição desse jovem aos riscos de envolvimento em colisões e atropelamentos é um fenômeno multidimensional por definição”, complementa o sociólogo.

Fatores de risco
Algumas características comportamentais do jovem, como a incapacidade de negociar situações, de antecipar erros e imprevistos e de decidir com rapidez para mudar o curso da ação, são fatores de risco. “Todas essas atitudes produzem risco no trânsito, seja caminhando, pedalando ou dirigindo qualquer veículo automotor. Chegar nesse jovem de 21 anos requer um esforço do qual deveriam ter como aliados fundamentais o ambiente universitário e de trabalho. É preciso mais do que debate para atingi-los”, completa Biavatti.
Fatores que tendem a evitar acidentes de trânsito como um todo, são garantir condições adequadas para o tráfego – boas estradas, sinalização, entre outros -, além de investir na conscientização de condutas perigosas e fiscalizar para que toda conduta que coloque em risco a vida seja reprimida. Para a especialista da Perkons, somente com a combinação de fiscalização constante, engenharia eficaz e educação permanente os números de acidentes irão diminuir. “A formação do condutor também é fundamental para reduzir comportamentos de risco”, completa.

09:49 · 30.10.2014 / atualizado às 18:52 · 30.10.2014 por

Multa por ultrapassagem perigosa e racha sobe para R$ 1.915,40.Foto: Detran

Quem é fã de velocidade e adora arriscar a vida perigosamente em ultrapassagens é bom pensar 10 vezes e parar de fazer tal insanidade.  É que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) coibirá com mais vigor essa infração aumentando em dez vezes o valor da multa,  endurecimento assim, as penalidades.

Essa medida faz parte do pacote de alterações legislativa propostas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) para diminuir as mortes no trânsito em 50% até 2020. Na prática, essa nova Lei (12.971/2014) modificará onze dispositivos do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e entrará em vigor já no próximo mês, em novembro.

“Racha” está incluso

As principais alterações estão relacionadas às multas. Assim como em ultrapassagens indevidas, a prática de “rachas” também terá o valor atual majorado em 10 vezes, saltando de R$ 957,70 para R$ 1.915,40. No caso da ultrapassagem, para ser pegue, o condutor terá que ser flagrado forçando passagem entre veículos. Em todas essas infrações, o motorista flagrado reincidindo nos 12 meses seguintes, terá a multa dobrada, alcançando o valor de R$ 3.830,80. Além disso, a prática de “racha” torna-se crime de homicídio culposo.

17:51 · 05.04.2013 / atualizado às 17:52 · 05.04.2013 por

O vídeo viral do novo Classe A, que mostra o automóvel “dançando” ao som da música Passinho do Volante,de MC Federado e os Leleks, divulgado na noite de 03 de abril, já apresenta um dos maiores índices de compartilhamento da publicidade atual e foi noticiada nos maiores veículos de comunicação on-line e do meio automotivo. Em 36 horas, ultrapassou 1.000.000 de visualizações.

Ao som do famoso refrão “AAAA Lelek Lek Lek”, o viral foi produzido especificamente para mídias sociais, com o objetivo de chamar a atenção para o lançamento do novo Classe A, mostrando que a Mercedes-Benz está com posicionamento mais jovem e audacioso. A iniciativa é uma maneira descontraída e divertida de criar um burburinho nas redes sociais e promover a campanha de lançamento do novo automóvel.

Classe Aviral

A performance do Classe A no vídeo destaca a estabilidade do automóvel, por meio de dois importantes recursos: o Adaptive Brake e o Steer Control. Enquanto o Adaptive Brake traz uma série de benefícios aos freios, como o controle da força aplicada sobre cada roda, resultando em um ganho no tempo de frenagem, o Steer Control distribui a potência de acordo com a velocidade do carro, evitando derrapagens em curvas acentuadas.

“O novo Classe A veio para mostrar a inovação da marca e, assim como no resto do mundo, é sinônimo de rejuvenescimento e conquista de um novo público”, afirma Arthur Wong, gerente de Marketing Comunicação Automóveis da Mercedes-Benz do Brasil. “Como sabíamos que a música estava sendo muito compartilhada por todo o tipo de público, tomamos a iniciativa de uni-la aos diferenciais de controle de tração do carro, o Steer Control e Adaptive Brakes. O resultado é um vídeo divertido, surpreendente e inovador. O intuito da ação era atingir uma repercussão jamais alcançada em outras campanhas. O Classe A é o carro mais jovem da marca e essa seria nossa única oportunidade de ousar desta maneira”, conclui.

Campanha de lançamento do Classe A

A estratégia de lançamento é bem mais abrangente que o vídeo viral. A campanha “Classe A. A letra que veio da vontade de inovar”, está sendo trabalhada em diversos formatos de mídia on-line e offline: revistas de alta circulação e impacto como Veja e Exame, ações de exposição em shoppings centers, hotsite, mídia display em grandes portais como UOL, mídias sociais, entre outros. No hotsite www.mercedes-benz.com.br/classeaé possível encontrar todas informações e detalhes do carro. Confira!

Ficou curioso?
YouTube Mercedes-Benz do Brasil: youtube.com/watch?v=skHkv7kMAv8
Fanpage Mercedes-Benz do Brasil: facebook.com/mercedesbenzbrasil

Para assistir ao vídeo release do novo Classe A, acesse o link: https://www.dropbox.com/s/gbadj1xknuro3pk/Novo%20Classe%20A.wmv

09:37 · 01.08.2012 / atualizado às 09:37 · 01.08.2012 por

O superintendente do Departamento de Trânsito do Estado do Ceará (DETRAN-CE) em exercício, Francisco Júlio Dias Cavalcante, deverá informar, no prazo de 15 dias, a quantidade de veículos de duas ou três rodas, com cilindragem inferior a 50 cilindradas (cc) e velocidade máxima de fabricação menor ou igual a 50 quilômetros por hora (km/h) e demais veículos previstos no inciso XVII do artigo 24 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) ao Ministério Público do Estado do Ceará.

A informação foi requerida, dia 26/07, pelos promotores de Justiça integrantes do Núcleo de Atuação Especial de Controle, Fiscalização e Acompanhamento de Políticas do Trânsito (NAETRAN) Antônio Gilvan de Abreu Melo e José Aurélio da Silva. A iniciativa originou-se ao ser considerado o disposto na cláusula segunda do Convênio nº 32/2007, celebrado entre o Estado do Ceará, com a interveniência da Secretaria de Infraestrutura do Estado do Ceará, através do DETRAN-CE, e a Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e de Cidadania de Fortaleza (AMC).

A cláusula observada pelos promotores de Justiça observa que “a AMC delega ao Detran-CE o registro e licenciamento de veículos de duas ou três rodas, com cilindragem inferior a 50cc e velocidade máxima de fabricação menor ou igual a 50 km/h e demais veículos previstos no inciso XVII do artigo 24 do CTB”.

Segundo os promotores de Justiça, através deste convênio, a AMC e o Detran delegam recíproca competência, referente à fiscalização, autuação e aplicação das medidas administrativas decorrentes das infrações de trânsito, que são da competência originária de cada um na área de circunscrição do município de Fortaleza. Além disso, eles delegam poderes aos seus agentes de trânsito, assim considerados aqueles servidores que prestam serviços tipicamente de natureza fiscalizatória, para, em conjunto ou separadamente, atuarem nas operações de fiscalização ou blitz.

 

11:41 · 09.02.2012 / atualizado às 11:41 · 09.02.2012 por

Deu no informativo site www.automotivebusiness.com.br e compartilho com vocês leitores do Blog pela importância do assunto.  Essa questão ainda gera controvérsia e ainda não se sabe bem a posição do Governo brasileiro. O site Carsale tem outra posição que posto ao final do primeiro texto. Abaixo a versão do Automotive Business:

O México não aceitou rever o acordo automotivo com o Mercosul, informou comunicado oficial divulgado pelo parceiro comercial do Brasil na quarta-feira, 8. “Devido à importância bilateral do Acordo de Complementação Econômica (ACE), o governo mexicano não buscará renegociá-lo”, diz o documento.
O ACE, assinado em 2003, fez o comércio de automóveis subir de pouco mais de US$ 1,1 bilhão para US$ 2,5 bilhões em 2011, além de desenvolver a indústria regional de autopeças. De 2003 a 2011 o México teve um déficit de US$ 10 bilhões com o acordo no segmento de automóveis. Considerando todos os bens negociados entre os dois países, o déficit sobe para US$ 22 bilhões, segundo cômputo do governo mexicano.
Lu Aiko Otta escreve no jornal O Estado de São Paulo que o lado brasileiro insistirá no diálogo nesta quinta-feira, mas a disposição dos mexicanos em mudar as regras é zero. As reuniões em Brasília foram acertadas em telefonema entre a presidente Dilma Rousseff e o presidente do México, Felipe Calderón, depois que o Brasil ameaçou romper de forma unilateral o acordo automotivo.
Do lado brasileiro, participaram das reuniões na quarta-feira o subsecretário-geral da América do Sul do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Antônio Simões, e a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Tatiana Prazeres. Os representantes mexicanos são o subsecretário de Comércio Exterior, Francisco Rosenzweig, e o subsecretário de Relações Exteriores, Rogélio Granguillhome. O Brasil pede maior participação de conteúdo regional na produção dos veículos, além da inclusão de caminhões, ônibus e utilitários no benefício de alíquota reduzida.

Nissan March é fabricado no México

Agora o texto do Carsale:

De acordo com fontes ligadas ao Governo Federal consultadas pela reportagem do Carsale nesta quarta-feira (8), a presidente Dilma Rousseff está disposta a manter o acordo bilateral com o México. A grande questão que vem sendo um entrave no início das negociações é uma exigência brasileira de implantar cotas para regulamentar o volume de carros que serão importados do país latino-americano.

A ideia da presidente e de outros representantes do poder público é que determinadas montadoras, de acordo com seus volumes de produção nacional e de vendas, tenham limites para trazer um certo número de veículos. Isso evitaria que algumas empresas utilizassem o acordo para se beneficiar do aquecimento do nosso mercado, sem fazer grandes investimentos por aqui.
Histórico

Nas últimas semanas, surgiram diversas notícias na mídia que o Brasil estaria insatisfeito com o atual texto, já que na conta final, a produção brasileira estaria sendo prejudicada. Questão que não é inédita, pois quando foi divulgado o novo decreto automotivo em setembro do ano passado e que instituiu o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 30 pontos percentuais para veículos importados, integrantes do Ministério da Fazenda já afirmavam que gostariam de rever os acordos bilaterais com o México e também com a Argentina.

Nesta terça-feira, o governo federal divulgou que iniciou a renegociação do acordo com o México. O assunto está sendo discutido entre técnicos governamentais dos dois países, em reunião prevista para ocorrer a partir das 18h, no Itamaraty. Interlocutores do governo mexicano já estão no Brasil para iniciar as discussões, segundo a assessoria de imprensa da embaixada mexicana.