Blog do Automóvel

Categoria: Segurança


11:24 · 11.10.2018 / atualizado às 11:24 · 11.10.2018 por

Segundo especialista, falta de conhecimento e negligência do condutor são algumas das principais causas para este tipo de infração; no feriado da Independência, a Polícia Rodoviária Federal registrou um aumento de 41% de infrações em transporte de crianças sem uso de cadeirinha – em comparação com o mesmo período de 2017. As rodovias brasileiras devem receber novamente um grande fluxo de veículos no Dia das Crianças e, mais uma vez, as atenções se voltam para o alerta sobre o uso desse equipamento, que tem um único objetivo: proteger a vida dos pequenos em caso de acidente

 


De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as cadeirinhas e dispositivos de segurança reduzem 70% das mortes entre bebês e entre 54% e 80% das mortes de crianças. Ano a ano, ações de conscientização são criadas para contribuir com um trânsito mais seguro. Uma delas é o Selo Laço Amarelo, aderida pelo Observatório Nacional de Segurança Viária, que visa chamar a atenção para a importância de manter as crianças mais seguras dentro do veículo.
Segundo a especialista em educação digital e diretora de Produtos da Procondutor, Claudia de Moraes, a falta de conhecimento do condutor e a negligência são algumas das principais causas para este tipo de infração. “Muitos deles desconsideram que acidentes podem acontecer com qualquer pessoa. Deste modo, além de colocarem a própria vida em risco, colocam também a vida das crianças, sendo que o transporte delas é de responsabilidade destes condutores”, afirma.


A especialista acredita que é possível mudar o comportamento de muitos motoristas, com ações de educação e conscientização como as melhores alternativas. “O condutor brasileiro tem a crença de que a educação no trânsito não é importante, talvez porque ele tenha contato com o tema somente quando vai tirar a CNH. Por ser tão relevante, o tema deveria ser discutido em diferentes momentos da formação educacional do cidadão, ou seja, desde o ensino fundamental, passando pelo ensino médio e, também, no momento da emissão da habilitação. O Brasil é o quinto país que mais mata pessoas no trânsito, com mais de 47 mil mortes por ano, portanto, este assunto não deveria ser transversal nas escolas e, sim, obrigatório, para que assim tenhamos condutores mais conscientes do impacto de suas atitudes no trânsito”, conclui a diretora.
Somente no Brasil, os motoristas flagrados com crianças no banco de trás, mesmo usando o cinto, mas sem o equipamento adequado, respondem a infração gravíssima, com 7 pontos na carteira e multa de R$ 293,47.
Regras para cada idade (Fonte: Ministério das Cidades)
– Bebês de até 1 ano devem ser transportados no banco de trás do carro no bebê conforto, de costas.
– Crianças entre 1 e 4 anos devem ficar na cadeirinha presa com o cinto e no banco traseiro.
– Crianças com idade entre 4 e 7 anos e meio, deve ser utilizado um assento de elevação no banco de trás.
– Crianças com idades entre 7 anos e meio e 10 anos devem utilizar apenas cinto de segurança no banco de trás.
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13:10 · 02.10.2018 / atualizado às 13:10 · 02.10.2018 por

O celular é frequentemente apontado como causa de distração no volante, mas um estudo da Ford mostrou que os passageiros também têm o poder de influenciar – tanto positiva como negativamente – o comportamento do motorista. Uma das conclusões foi que a chance de o motorista sofrer um acidente é 60% maior ao transportar passageiros do que quando dirige sozinho


A interferência causada pelo passageiro depende de vários fatores, como idade, sexo e relação que ele mantém como o motorista. As mulheres apresentam índices mais baixos de direção perigosa. Mas o estudo revelou que, quando elas dirigem com um homem no banco do passageiro, a possibilidade de fazer manobras arriscadas aumenta. De modo geral, todos os motoristas tendem a ser menos atentos e capazes de prever riscos quando há passageiros a bordo.
“Os passageiros devem ter consciência de que a sua presença afeta o comportamento do motorista. Eles ajudam a criar o clima da viagem e tanto podem ser tranquilos e prestativos como gerar estresse e má influência”, diz Robson Jardim, supervisor de Operações do Campo de Provas da Ford em Tatuí.


Como ser um bom passageiro
Veja a seguir cinco recomendações baseadas nesse estudo de como os passageiros podem ajudar o motorista a manter o foco na estrada e evitar distrações, contribuindo para uma viagem segura.
1. Seja um navegador útil: adote uma postura ativa durante a viagem, ajudando na localização do caminho, atendendo o telefone e avisando sobre os riscos que se aproximam, mas de maneira calma e produtiva.
2. Não distraia o motorista: se você espera que ele se concentre na estrada, faça sua parte para reduzir as distrações. Não fale alto ao telefone, nem mude constantemente a música ou comente o modo como ele dirige.
3. Fique acordado: passageiros que dormem durante a viagem podem aumentar a probabilidade de o motorista também pegar no sono. Se necessário, troque de lugar com ele em viagens longas para que todos possam tirar uma soneca quando o cansaço chegar.
4. Mantenha as crianças seguras: todos no carro devem estar protegidos com cintos de segurança. As crianças, em especial, devem estar em cadeirinhas ou assentos adequados à idade para reduzir as distrações e aumentar a segurança.
5. Chame a atenção se necessário: os passageiros têm o direito de dizer ao motorista que pare de colocar suas vidas em perigo se ele estiver dirigindo com imprudência ou comportamento de risco. Mas isso deve ser feito de forma tranquila, para não gerar sustos ou estresse.

11:55 · 25.09.2018 / atualizado às 11:55 · 25.09.2018 por

O Hyundai Accent obtém zero estrela em adultos, enquanto o Ford Ka melhora no impacto lateral; a quinta série de resultados do ano do Programa de Avaliação de Veículos Novos para a América Latina e o Caribe, Latin NCAP, foi apresentada hoje com um fraco resultado para o Hyundai Accent e com melhoras na proteção do impacto lateral do Ford Ka

O Hyundai Accent, fabricado na Coreia do Sul, conseguiu zero estrela para a Proteção do Ocupante Adulto e uma estrela para a Proteção do Ocupante Infantil. O Accent é disponibilizado na sua versão básica sem airbags. O impacto da cabeça com o volante e a alta compressão no peito do motorista explicaram a baixa pontuação para o ocupante adulto, apesar da estrutura estável. O Accent não oferece ancoragens ISOFIX nem cintos de três pontos em todas as suas posições. Portanto, a fraca proteção apresentada pelo dummy de três anos e vários Sistemas de Retenção Infantil (SRI) que falharam na instalação explicam a única estrela a respeito da Proteção do Ocupante Infantil. O impacto lateral do Accent não foi realizado, devido a que o impacto frontal, no teste, foi de zero estrela para os adultos. O Accent é um modelo popular de táxis em alguns países do litoral pacífico da América Latina. A Hyundai surpreende com esse baixo resultado, já que o fabricante proporciona veículos com níveis altos de proteção no mercado europeu em modelos similares ou, inclusive, mais econômicos.

Ford Ka

O Ford Ka, fabricado no Brasil, ganhou três estrelas com relação à Proteção do Ocupante Adulto e quatro estrelas para a Proteção do Ocupante Infantil. O Ford Ka foi avaliado em 2017, conseguindo um decepcionante resultado de zero estrela para o adulto, devido ao baixo rendimento do impacto lateral. A Ford decidiu melhorar o impacto lateral do Ka e patrocinar uma nova avaliação no modelo 2018. O Ka, produzido desde 12 de junho de 2018 (a partir do VIN 9B9BFZH55U7K8206502), foi melhorado com reforços estruturais para a proteção dos impactos laterais no pilar B e elementos de absorção de energia nas portas para a proteção dos adultos. Assim, conseguiu, apenas, três estrelas para adultos, devido à fraca proteção no peito deles no impacto lateral. A proteção do ocupante infantil mostrou um resultado de quatro estrelas com proteção boa no teste de impacto frontal e lateral no dummy de três anos e no dummy de 18 meses. Ambos os dummies foram instalados utilizando ancoragens ISOFIX e Top Tether no caso do dummy de três anos, e com suporte para as pernas no caso do dummy de 18 meses. O Ka ainda oferece um cinto pélvico (dois pontos) no banco traseiro central em algumas versões.

15:23 · 18.09.2018 / atualizado às 15:23 · 18.09.2018 por

Diferenças entre estruturas dos equipamentos requer mais atenção dos pais e responsáveis


As estatísticas comprovam a importância do uso das cadeirinhas para o transporte de crianças. De acordo com a Polícia Federal, desde a obrigatoriedade do uso do acessório em carros houve uma redução de 40% no número de crianças mortas ou feridas em acidentes de trânsito. E não para por aí: uma determinação do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), definiu que a partir de 2020 todos os automóveis vendidos no país deverão ter pontos de fixação para cadeirinhas infantis, o chamado isofix, um equipamento mais avançado de retenção infantil.
Obrigatório na Europa, nos Estados Unidos e no Canadá, dentre outros países, esse sistema de ancoragem é formado por alças afixadas diretamente à estrutura do veículo que seguram as cadeirinhas de maneira firme e evitam deslocamentos que podem ser perigosos no momento de algum acidente. Vale lembrar que, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, transportar crianças em veículo automotor sem a devida segurança estabelecida configura-se como infração gravíssima, com aplicação de multa e até mesmo a retenção do veículo pelo Detran até a regularização do problema.
“Devemos registrar ainda menos acidentes graves envolvendo crianças no trânsito, agora que os novos modelos de veículos vendidos no Brasil devem obrigatoriamente oferecer o sistema isofix de fixação de cadeirinhas e dispositivos de retenção infantil” – diz Maurício Monducci Jr., CEO da Isofix Brasil, empresa mineira especializada em equipamentos para segurança automotiva.
Apoiado pelas estatísticas positivas dos países que já privilegiam este padrão mais moderno, para Monducci a vantagem do isofix é a facilidade na utilização. “Equipamentos de segurança automotiva para bebês e crianças geralmente vinham acompanhados de um conjunto de instruções extenso e, às vezes, bastante complicado. O isofix é um sistema mais simplificado e mais seguro, pois ele está fixado ao veículo e não apoiado no cinto de segurança como o sistema tradicional.”

Acidentes
A preocupação com a segurança das cadeirinhas tem um grande motivo. No Brasil, os acidentes de trânsito ainda são a principal causa de morte entre crianças até 14 anos. De acordo com dados do Ministério da Saúde, somente em 2016, aconteceram 1292 acidentes de trânsito fatais envolvendo crianças e adolescentes. Felizmente, esse número vem caindo a cada ano. Segundo acompanhamento anual realizado pela ONG Criança Segura, de 2015 para 2016, o registro de óbitos infantis por motivos acidentais diminuiu cerca de 4%.
Por cada veículo ser diferente um do outro, a atenção com os acessórios deve ser redobrada, já que a instalação das cadeirinhas pode variar. Pequenas diferenças estruturais podem deixar o equipamento frouxo e inseguro para os pequenos. “Todo cuidado é pouco. Se as instruções indicarem o uso dos pontos de ancoragem inferiores e superiores é preciso segui-las à risca. Se um assento de elevação pede apenas o uso da fixação inferior, esta é a melhor opção. Um ponto mal ancorado pode comprometer toda a segurança do equipamento e, consequentemente, o produto pode não proteger corretamente a criança.” – complementa Maurício.

14:43 · 26.06.2018 / atualizado às 12:48 · 26.06.2018 por

A Ford Caminhões e a GTB ganharam o Leão de Prata em Cannes com o Boné Alerta, uma criação da Ford Caminhões que simboliza o espírito de inovação da marca pioneira do setor no Brasil. O prêmio, entregue na semana passada no Festival Internacional de Criatividade em Cannes, na França – principal evento global da indústria de comunicação e marketing – foi conquistado na categoria Brand Experience & Activation, concorrendo com outras 2.335 peças inscritas.


À primeira vista, o Boné Alerta parece um boné comum. No entanto, ele é capaz de interpretar os movimentos de cabeça do motorista por meio de sensores e avisa quando ele está com sono para fazer uma parada de descanso. O alerta é feito por três tipos de sinais: vibratório, visual e sonoro. Veja o vídeo


A criação do acessório foi precedida de um estudo para identificar os movimentos do caminhoneiro que fazem parte da sua rotina normal de trabalho e os que indicam sono. Essa base de dados depois foi transferida para a unidade central de processamento do boné, que funciona conectada a um acelerômetro e um giroscópio para identificar cada tipo de situação. A Ford é a primeira fabricante a pensar em um ‘wearable’ (tecnologia de vestir) para utilização enquanto o motorista está ao volante e que pode contribuir na prevenção de acidentes.

12:34 · 21.06.2018 / atualizado às 12:34 · 21.06.2018 por

Fique esperto para a segurança de uma criança em uma moto

11:59 · 20.06.2018 / atualizado às 12:02 · 20.06.2018 por

Ao menos um décimo de todos os acidentes com fatalidades é causado por motoristas distraídos
O álcool tem sido considerado uma das mais perigosas causas de falta de aptidão dos motoristas, mas as distrações causadas pela tecnologia, incluindo celulares e GPS, provam que agora também representam um grande risco. Cerca de 74% dos motoristas admitem distrair-se enquanto dirigem

Olhar o celular: causa de muitos acidentes

Um novo estudo do Centro de Tecnologia Allianz (AZT) mostra que o risco de um acidente cresce drasticamente quando os motoristas dividem a atenção entre o trânsito e a tecnologia. Os destaques do estudo fazem uma correlação entre altos índices de acidentes e o uso de dispositivos de informação, comunicação e entretenimento disponíveis nos veículos.
Por exemplo, 60% dos motoristas que tiveram um acidente nos últimos três anos afirmaram que estavam usando o telefone celular enquanto dirigiam. Apenas 37% dos motoristas que afirmaram fazer o mesmo não se envolveram em acidentes.
“Isso não é nenhuma surpresa”, diz Jochen Haug, diretor de Sinistros da Allianz Alemanha. “Quanto mais itens de tecnologia no veículo e mais complexa a operação, mais distraído estará o motorista em relação ao trânsito”, conta.

Tão nocivo quanto o álcool
De acordo com os especialistas, um décimo dos acidentes de trânsito com fatalidade é causado por motoristas distraídos. Em 2016, mais de 3.200 pessoas morreram nas estradas da Alemanha – 256 deles porque uma das vítimas envolvidas estava bêbada. Significativamente mais pessoas, por volta de 350, morreram devido distrações ao volante.
Até os anos 70, era aceitável um motorista beber muitas taças de vinho e ainda sim dirigir, afirma Haug. Mais de 20 mil pessoas morreram nas rodovias em 1970 e o governo respondeu introduzindo limites de velocidade nas estradas do País e estabelecendo o nível máximo de álcool no sangue em 0,8 em 1971. “O comportamento em relação à bebida alcoólica mudou. Não é mais socialmente aceitável beber e dirigir. Nós precisamos adotar a mesma atitude em relação ao uso do celular no volante”, diz Haug. “Nosso estudo é claro, o motorista que usa o celular enquanto dirige coloca outras vidas em risco”.
De acordo com a pesquisa, a todo momento o motorista comete alguma infração em relação ao celular enquanto dirige. Três quartos dos entrevistados admitiram distrair-se regulamente com as tecnologias disponíveis no veículo, enquanto 39% afirmaram que opera manualmente o sistema de navegação ao mesmo tempo em que dirige.
Um em quatro motoristas afirmaram que leem mensagens de texto enquanto dirigem e 15% afirmaram que as respondem. Isso é mais comum em motoristas acima de 24 anos: mais de 27% lê mensagens e 23% as respondem enquanto conduzem o veículo.
Os resultados convergem com pesquisas internacionais. Um estudo de 2015, que entrevistou 1.211 motoristas nos Estados Unidos, apontou que quase 60% dos entrevistados leem mensagens no celular com o veículo em movimento. Um mês depois foi encontrada uma forte correlação entre os resultados e os índices de colisões.
Além disso, as colisões com veículo motorizado são responsáveis por aproximadamente um quarto de todas as mortes de adolescentes e jovens adultos (entre 15 e 24 anos) nos Estados Unidos. Mais de um terço (36%) de todos os motoristas distraídos envolvidos em acidentes fatais tinham entre 15 e 29 anos, de acordo com as estatísticas da U.S. National Highway Traffic Safety Administration de 2015.
Ação necessária
O AZT defende há muito tempo que a distração seja incluída como uma causa oficial nas estatísticas de acidentes e regulamentações de trânsito. O governo da Alemanha recentemente estendeu a definição de celulares para incluir tablets e dispositivos similares.
A Allianz também defende medidas adicionais, como desabilitar a navegação ou acesso à internet nas telas disponíveis no carro enquanto o veículo está em movimento. Determinados sistemas avançados de assistência, como assistentes de frenagem de emergência, podem ajudar evitando ou reduzindo o impacto dos acidentes causados por distrações.

12:17 · 13.06.2018 / atualizado às 12:17 · 13.06.2018 por

A Bosch comemora os 40 anos do início da produção em série do Sistema Antibloqueio de Frenagem (ABS). A introdução do primeiro ABS do mundo em carros de passeio foi realizada pela empresa em 1978 e tornou-se um marco na área de segurança ativa

No entanto, as pesquisas da Bosch com foco em prevenir o travamento das rodas começaram muito antes – no início do século 20 – e a primeira patente do sistema foi registrada em 1936.
Evolução e funções adicionais
O trabalho da engenharia da Bosch para simplificar a primeira versão do ABS seguiu ano após ano. Em 1989, o design compacto da unidade de comando eletrônico permitiu que a mesma fosse montada diretamente no modulador hidráulico, o que diminuiu drasticamente o peso total do ABS geração 2E.
Usando novas válvulas solenoides, foram desenvolvidas a geração 5.0, em 1993, e nos anos seguintes as versões 5.3 e 5.7. Os principais benefícios novamente foram a redução de peso e a incorporação de funções adicionais, como a distribuição eletrônica da pressão de frenagem, que substituiu a válvula mecânica de corte da pressão hidráulica, anteriormente presente do eixo traseiro.


Em 2001, a Bosch iniciou a produção da geração 8 do ABS, que foi modificada e melhorada por diversas vezes, possibilitando o surgimento de outras tecnologias, como o Sistema de Controle de Tração (TCS) e Programa de Estabilidade Eletrônica (ESP®).
Atualmente a tecnologia está na geração 9. Entre os diferenciais em relação à versão anterior estão: o sistema menor e mais leve, além de apresentar maior capacidade de processamento e redução da vibração do pedal no momento da frenagem.
Linha de produção conectada
Os sistemas produzidos pela Bosch em todo o mundo são fabricados com o mesmo padrão de qualidade por meio de uma rede internacional de desenvolvimento e fabricação.
Isso significa que a produção de freios ABS nas 11 plantas da empresa ao redor do mundo, sendo uma delas em Campinas-SP, estão conectadas. Desta forma, as unidades fabris “se conversam” e qualquer ponto de melhoria identificado em uma planta é transmitido diretamente a todas as outras. Esse processo traz uma melhoria contínua e reflete na qualidade da produção e na produtividade.

Detalhe do ABS: tecnologia é marco na área de segurança ativa

ABS no Brasil
Desde janeiro de 2014, 100% dos automóveis novos vendidos no Brasil devem sair de fábrica equipados com freios ABS como item de série. Vale ressaltar, contudo, que em 2007 a Bosch já reforçava seu pioneirismo em oferecer tecnologias que visam proporcionar mais segurança e conforto aos motoristas brasileiros com a nacionalização do sistema. Desde então, foram produzidos mais de seis milhões de unidades no país.
De acordo com um estudo realizado pelo lnsurance lnstitute for Highway Safety (llHS), a utilização de freios ABS pode diminuir em até 37% o risco de acidentes fatais, já que impede o travamento das rodas em frenagens bruscas e permite que o motorista tenha total controle do volante e possa desviar de obstáculos.
O uso do ABS em motos também é um passo importante no intuito de salvar vidas. No Brasil, a resolução de 2014 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determinou o uso mandatório do dispositivo nas duas rodas para motos com cilindrada maior ou igual a 300 cc e em pelo menos uma das rodas para veículos menores que 300 cc. Neste último caso, o fabricante pode optar ainda pelo Sistema de Freios Combinados (CBS – Combined Braking System). A adoção do sistema passou a ser realizada de forma escalonada desde o ano passado e, a partir de janeiro de 2019, 100% dos modelos comercializados no país devem sair de fábrica seguindo a legislação.
40 anos de ABS Bosch – linha do tempo
1936: Bosch registra a patente para “o mecanismo que previne o travamento das rodas em veículo a motor”.
1970: Protótipo ABS 1 funcionou com todos as funções desejadas; contudo a durabilidade e confiança do sistema não eram suficientes.
1978: Produção em série do primeiro sistema de frenagem antitravamento, ABS 2, em carros da Mercedes-Benz e, logo após, da BMW.
1981: Bosch fabrica o ABS número 100 mil; o sistema passa a equipar também veículos comerciais.
1985: ABS Bosch é instalado nos veículos dos Estados Unidos pela primeira vez.
1986: Um milhão de ABS produzidos pela Bosch.
1987: Começa a produção em série do TCS – Sistema de Controle de Tração para carros de passeio.
1988: Primeiro ABS para motocicletas é lançado no mercado.
1989: O ABS 2E é o primeiro com a unidade de controle eletrônica montada diretamente no módulo hidráulico (unidade integrada).
1992: Bosch atinge a produção de 10 milhões de sistemas ABS.
1993: Produção em série do ABS 5.0 da Bosch.
1995: Produção em série do ABS 5.3 e do ABS para motocicletas. Introdução do ESP® – Controle Eletrônico de Estabilidade.
1998: Bosch começa a produção do ABS 5.7.
1999: 50 milhões de sistemas ABS Bosch.
2001: Produção em série do ABS 8.
2003: 100 milhões de sistema ABS Bosch.
2004: ABS é equipamento de série em 15 países membros da União Europeia.
2007: Primeira fábrica de freios ABS é inaugurada no Brasil.
2009: Bosch lança ABS geração 9 para motocicletas.
2014: Em Tochigi, no Japão, Bosch produz 1 milhão de ABS para motos. O ABS passa ser item obrigatório em todos os carros zero quilômetro no Brasil.
2016: Bosch lança ABS geração 10 para motocicletas.
2017: Produção nacional: 6 milhões de ABS produzidos no Brasil.
2018: 40 anos do Sistema Antibloqueio de Frenagem (ABS).

06:22 · 05.03.2018 / atualizado às 20:24 · 04.03.2018 por

O Instituto da Qualidade Automotiva (IQA) alerta fabricantes e importadores de vidros automotivos para a publicação da Portaria Inmetro nº 41, de 19 de janeiro de 2018, que trouxe mudanças referentes à certificação compulsória do produto no Brasil, com foco em atualizar as Portarias Inmetro n° 156 e n° 157 e aprimorar o processo de certificação, seguindo os Requisitos Gerais de Certificação de Produtos (RGCP) e visando reduzir os riscos de lesões aos usuários de veículos em vias públicas em caso de colisões e acidentes.
Uma das principais alterações é a obrigatoriedade de marcação do selo de identificação de conformidade no produto com o número de registro de objeto, como já ocorre em outros produtos de certificação compulsória.


Segundo Sergio Kina, gerente técnico do IQA, a nova regulamentação era esperada pela indústria de vidros automotivos. “A revisão foi realizada pelo Comitê Brasileiro de Vidros Planos, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (CB-37/ABNT), que é presidido pela Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (Abravidro)”, conta.
Destinado a vidros laminados e temperados de veículos rodoviários do mercado de reposição nacional, o novo documento aprova o Regulamento Técnico da Qualidade para Vidros de Segurança Automotivos, que aperfeiçoa os requisitos referentes à segurança do produto, estabelecidos pelas Portarias Inmetro nº 156 e 157, ambas de 4 de junho de 2009.
Requisitos gerais – Conforme a nova Portaria, os vidros devem ser projetados e fabricados de modo a não oferecer danos ao consumidor; devem estar permanentemente marcados com dados que permitam a sua rastreabilidade, em local de fácil visualização após instalados; devem ser apenas laminados quando aplicados em para-brisas e podem ser tanto temperados como laminados quando aplicados em áreas envidraçadas laterais e traseiras do veículo.
A partir de janeiro de 2023, os fabricantes e importadores deverão fabricar ou importar produtos adequados conforme a nova Portaria para o mercado nacional. A partir de janeiro de 2025 os fabricantes e importadores deverão comercializar no mercado nacional apenas produtos adequados à nova Portaria. A partir de janeiro de 2033, o comércio varejista poderá apenas comercializar produtos em conformidade com a nova Portaria.
O IQA é acreditado pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO), para certificação de produtos e serviços automotivos sob a identificação OCP 0009. Mais informações sobre processos de certificação podem ser obtidas por meio do telefone (11) 5091-4545.

18:30 · 04.03.2018 / atualizado às 18:31 · 04.03.2018 por

Durante a gravidez a mulher precisa tomar várias decisões e preparar muitas coisas para a chegada do novo membro da família. Muitas vezes, a necessidade faz com que ela precise dirigir, mas sempre fica aquela pontinha de dúvida: Será se eu posso fazer isso? Será se é seguro para o meu bebê?


Antes de responder a pergunta, queremos alertar que o uso do cinto de segurança é extremamente eficaz para a PROTEÇÃO da mamãe e do bebê. Nós entendemos que durante a gravidez, utilizar o cinto de segurança pode trazer algum desconforto à mamãe, exatamente por todas as transformações pela qual o corpo está passando. Entretanto, se você não usar o cinto de segurança, vai correr o risco de machucar ou até mesmo matar o seu bebê em caso de acidente ou freada brusca. Você está preparada para carregar essa culpa pelo resto da sua vida? Imagino que não.


Portanto, nada de dirigir sem usar o cinto de segurança, mesmo se você estiver grávida. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, não existe NENHUMA proibição quanto ao fato de dirigir grávida. Entretanto, a grande maioria de especialistas obstetras orientam a dirigir até, no máximo, o oitavo mês de gestação.


Isso se dá por questões de segurança, pois no oitavo mês a barriga já está bem desenvolvida. Dessa forma, o espaço entre você e o volante praticamente não vai mais existir e, em caso de uma colisão ou freada brusca, você pode bater a barriga no volante, mesmo utilizando o cinto de segurança ou então o airbag pode machucar ao ser acionado, pois o mesmo não terá mais espaço para expandir.
Outra questão é que durante a condução do veículo, você pode passar por algum susto ou alguma situação que possa antecipar o parto e seu bebê nascer prematuro.
Converse com o seu obstetra pois cada gravidez é diferente uma da outra. Apesar de legalmente não existir uma proibição formal, pode ser que seu bebê precise de mais cuidados durante sua gestação.
RESUMO
1- A legislação não proíbe que mulher grávida dirija.
2- A maioria dos obstetras recomendam dirigir, no máximo, até o oitavo mês de gravidez.
3- Converse com seu obstetra para saber até quando você pode dirigir.
4- Use o cinto de segurança também se estiver no carro como passageira, mesmo que seja no banco de trás.

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