Blog do Automóvel

Categoria: Serviço


15:42 · 20.07.2016 / atualizado às 15:47 · 20.07.2016 por

Alugar um carro hoje em dia é uma tarefa simples de se realizar, mas antes de cair na estrada é preciso ficar atento, principalmente se o destino de origem da locação do veículo for em solo estrangeiro. Com tantas regulamentações, costumes e legislações diferentes, é praticamente impossível se atentar a tantos detalhes assim, não é mesmo?

ALUGAR2
Visando ajudar os viajantes para locações no exterior, a Rentcars.com, agência de viagens online (OTA) especializada em locação de veículos, resolveu esclarecer algumas dúvidas que pairam na cabeça de muitos brasileiros que pretendem viajar e alugar um carro.
1- Quem pode alugar um carro no exterior e o que é preciso?
R: Qualquer pessoa pode alugar um carro desde que esteja devidamente habilitada, no Brasil, com a CNH emitida há pelo menos 2 anos e válida durante todo o período de locação, além de passaporte válido e cartão de crédito internacional de sua titularidade e com limite disponível. Também é importante se atentar a idade mínima para dirigir, que geralmente é de 25 anos. Algumas locadoras possibilitam que condutores com idade entre 21 e 24 façam a locação mediante pagamento de taxa “under age” (menor idade ou locatário jovem). Consulte nossa Central de Reservas para maiores informações.

ALUGAR3

2- Por que é necessário dispor de um cartão de crédito internacional nas locações no exterior?
R: Independentemente da forma de pagamento escolhida no momento da reserva, o cartão de crédito internacional é um item indispensável na hora de locar um carro, pois ele é solicitado pela locadora no momento da retirada do veículo e utilizado para bloqueio do valor caução. Esse valor fica indisponível no cartão de crédito e o desbloqueio da quantia retida é solicitado pela locadora à administradora do cartão no momento da devolução do veículo. Vale ressaltar que esse valor poderá ser retido pela locadora em casos de avarias no veículo locado.
Outra informação importante é de que o valor caução pode variar conforme a modalidade de pagamento escolhida, o grupo do veículo locado e período de utilização. Em alguns destinos, inclusive, pode acontecer da locadora solicitar mais de um cartão de crédito com limite disponível e/ou bandeira específica para a locação de veículos de categoria superior, como é o caso de Camaros e Mustangs.

 

ALUGAR
3- É possível economizar ao locar um carro?
R: Sim, é possível. Para isso, o cliente precisa comparar preços e condições de locação em busca da melhor oferta e efetuar suas reservas com antecedência. É recomendável que as reservas sejam realizadas com pelo menos 20 dias antes da retirada do veículo, uma vez que a baixa disponibilidade de carros para determinada data e destino também pode tornar os preços mais altos. O site da Rentcars.com é uma importante ferramenta de auxílio ao viajante, já que compara as melhores opções de tarifa em mais de 100 locadoras e oferece condições especiais de pagamento, como pagamento no destino, pré-pagamento de reservas internacionais em real e parcelamento em até 12 vezes, opção esta que evita a cobrança de IOF e diminui riscos com a flutuação cambial.
4- Posso dirigir em qualquer lugar do mundo com a CNH brasileira?
R: Não! Cada país e/ou região possui uma regulamentação específica. A regra geral é de que o locatário deverá apresentar à locadora o documento de habilitação, válido durante o período de locação e emitido há pelo menos 02 anos. Já em alguns países da Europa, por exemplo, é necessário dispor da Permissão Internacional para Dirigir (PID). Nos países membros do Mercosul, somente a CNH expedida no Brasil basta. Mas isso só é válido em deslocamentos internos onde você vai de avião até o país, aluga um carro lá, e só dirige dentro deste mesmo país. Os EUA, um dos destinos mais buscados por turistas brasileiros, também possibilitam ao viajante trafegar internamente utilizando a CNH brasileira, desde que esteja munido do passaporte. O único estado que foge à regra é o da Geórgia. Para circular por lá, é necessário dispor da PID.

5- Qual a melhor forma de me assegurar contra eventuais imprevistos?
R: É imprescindível que a locação seja acompanhada da contratação de um seguro, até mesmo por isso, os carros alugados diretamente no site da Rentcars.com já dispõem de proteção básica (cobertura em casos de roubos, furtos, danos e avarias ao veículo) inclusa no valor da reserva. Entretanto, o cliente ainda pode optar por proteções mais completas que o resguardam contra danos a terceiros, por exemplo. Estas proteções também podem ser contratadas junto a Rentcars.com ou no balcão da locadora.

6- Só o locatário pode conduzir o veículo?
R: Não. É possível incluir outros condutores adicionais, mas eles estão sujeitos às mesmas regras do locatário e deverão estar presentes no ato da abertura do contrato de locação. A inclusão de condutores adicionais pode implicar também em taxas adicionais, pois eles serão incluídos na apólice de seguro.

7- É recomendável acompanhar a vistoria do veículo antes de retirá-lo?
R: Sim, quando disponível pela locadora, recomendamos ao locatário acompanhar a vistoria do veículo. É importante verificar e apontar as condições de limpeza, higiene, conservação, danos e/ou avarias existentes antes da retirada do veículo. A locadora poderá realizar a cobrança de manutenção das avarias causadas durante o período da sua locação, assim como a taxa de limpeza e higienização com base na tabela de valores da locadora.

8- O que é mais vantajoso – Km livre ou controlada?
R: O veículo com Km livre possui valor da diária um pouco mais caro, mas ainda assim é a melhor opção, pois o viajante fica tranquilo para fazer a viagem sem se preocupar com restrições que o façam desistir de algum passeio. Já a quilometragem controlada ajuda a economizar, mas o roteiro tem que estar 100% definido para não gerar despesas extras, uma vez que as taxas excedentes variam de locadora para locadora, e podem ter custos altos.

9 – Devo abastecer o veículo antes de devolver?
R: Aconselhamos que sim, pois o preço cobrado para abastecimento direto nas locadoras ao devolver o veículo é mais caro do que em postos de gasolina. Porém, você também pode optar por planos tarifários que incluem o serviço de tanque de combustível incluso ou fazer a contratação desta opção direto no balcão da locadora, quando disponível.

10 – Como é feita a devolução do veículo? É possível realizar a devolução em outra cidade, país ou estado?
R: O locatário deverá realizar a devolução do veículo à locadora em data, horário e local determinado no contrato de locação. Após o horário previsto para devolução do veículo, a locadora efetuará a cobrança de horas ou diárias excedentes. Para devolver em local distinto da retirada, é necessário consultar previamente a locadora sobre a disponibilidade desse serviço. Caso disponível, é aplicada a taxa de retorno “one way” direto pela locadora. Aceitar ou não a devolução em outra localidade sem prévia negociação, fica a critério da locadora. A devolução do veículo em loja diferente da previamente definida no contrato de locação poderá ser considerada como “quebra de contrato” e implicar em taxas excedentes.

16:16 · 23.05.2016 / atualizado às 16:19 · 23.05.2016 por

Você sabe qual é a utilidade do número de chassi do seu veículo? Consegue identificar o que significa aquela sequência alfanumérica?

Chassi de um veículo da Volkswagen
Chassi de um veículo da Volkswagen

O número de chassi, que tem o nome técnico de VIN (Vehicle Identification Number ou “número de identificação do veículo”), é semelhante ao R.G. de uma pessoa: ele traz informações importantes sobre o veículo, como o local onde foi fabricado, o ano do veículo, o modelo do veículo, entre outros dados.
Para que serve?
Com o número do chassi, é possível verificar a procedência e as características do veículo, auxiliando órgãos de segurança pública a identificar fraudes. Esse número também é utilizado para qualquer tipo de controle. Até mesmo quando a montadora realiza uma convocação de recall, é pelo número de chassi que ela consegue identificar se o veículo está ou não dentro dessa convocação.
Informações contidas
O VIN (Vehicle Identification Number) segue a Norma NBR 6066, que informa como ele deve ser formado e quais informações deve conter.

chassi2
Essas informações são divididas em três blocos alfanuméricos. Confira:
WMI (World Manufacturer Identifier ou “identificador de fabricante mundial”) Esse primeiro bloco identifica em qual país seu veículo foi produzido e o fabricante. O primeiro número aponta a região geográfica (Ex: América do Sul = 8 ou 9). Em seguida, um dígito revela o país de origem (Ex: Brasil = A a E, e 3 a 9), e o terceiro identifica a montadora.

Exemplos de países (1º e 2º caracteres):
BRASIL – 9A a 9E e 93 a 99
ARGENTINA – 8A a 8E
MÉXICO – 3A a 3W
Exemplos de montadoras (3º dígito):
GENERAL MOTORS – G
FORD – F
VOLKSWAGEN – W

Levante o capô do carro e veja onde está o número do chassi
Levante o capô do carro e veja onde está o número do chassi

GRUPO VDS (Vehicle Description Section ou “seção descritiva do veículo”) Esse grupo de caracteres agrupa informações que podem variar dependendo da montadora, mas normalmente identifica o modelo do veículo, a versão, o tipo de carroceria, de motorização e a quantidade de portas.

Para o exemplo acima, a “tradução” é a seguinte (4º ao 9º dígito):
R – Modelo do veículo (Celta)
D – Versão do veículo (LT)
08 – Carroceria (hatchback)
X – Motorização (1.4)
0 – Número constante

GRUPO VIS (Vehicle Indicator Section ou “seção indicadora do veículo”)
No último grupo de caracteres, você encontra informações relacionadas à produção do veículo: ano, local de fabricação e número de série.
Para o exemplo acima, fica assim (10º ao 17º dígito):
4 – Indica o ano do modelo do veículo (2004)
G – Indica o local de fabricação (Gravataí – RS)
117974 – Indica o número de série do veículo

Outras utilidades do vin
O número gravado no vidro é do grupo VIS (ano e local de fabricação, além de número de série). E tem de ser o mesmo do número do chassi. Caso contrário, é sinal de que o vidro tem procedência duvidosa.
Exemplo: Se seu veículo é modelo 2013, a gravação do número do vidro deve começar com a letra D.

Letras proibidas
De acordo com a norma NBR 6066 (2001), as letras O, I e Q não podem ser usadas na gravação do número de chassi, devido à facilidade em confundir essas letras com outros caracteres.

11:00 · 02.02.2016 / atualizado às 11:08 · 02.02.2016 por

pneusCalibragem e rodízio já são ações conhecidas pelos motoristas que mantém os cuidados com os pneus em dia. E tão importante quanto garantir a sua durabilidade com essas dois hábitos é ficar de olho no bico de pressão.

Segundo profissionais da KD Pneus, ele geralmente tem o mesmo tempo de vida útil do pneu. O que é um gasto a menos. Mas, fique atento, porque por ser feito de borracha e sofrer ação do tempo, temperatura, umidade, pressão e principalmente suportar a força centrífuga exercida pelo girar da roda, ele desgasta. Por isso, a cada troca de pneu, deve-se também trocar o bico de pressão.

A troca dos bicos no momento da troca dos pneus evita que um bico de pressão velho, desgastado e ressecado, estoure ou vaze fazendo com que se perca o pneu e/ou até cause acidentes graves. Lembrando que a sua função é permitir que o pneu seja calibrado sem vazamento pelo mesmo caminho de entrada do ar.

A tampa do bico de pressão também tem extrema importância. É ela que garante a estanquicidade e proteja de pó, sujeira, areia, etc, garantindo o funcionamento adequado da válvula. Outra ponto a ressaltar é que é muito importante lembrar que a quantidade de pressão a ser calibrada não é a expressa na lateral do pneu, esta informação serve somente para indicar qual a calibragem máxima que aquele pneu suporta sem deformar ou estourar. A medida ideal está indicada no manual do veículo e, em vários casos, impresso num adesivo na lateral da porta do motorista.

11:52 · 18.01.2016 / atualizado às 11:52 · 18.01.2016 por

O seguro DPVAT deve ser pago integralmente no vencimento da COTA ÚNICA ou da primeira parcela do IPVA, ou juntamente com o emplacamento ou no licenciamento anual, no caso de veículos isentos do IPVA. No caso de Fortaleza, o vencimento é no dia 29 de janeiro.

Os valores dos prêmios do Seguro DPVAT, em 2016, são R$ 105,65 para automóveis; R$ 292,01 para motocicletas e R$ 110,38 para caminhões e caminhonetes. Ônibus e micro-ônibus com cobrança de frete e lotação de mais de 10 passageiros pagarão R$ 396,49 e Ônibus e micro-ônibus sem cobrança de frete ou com lotação de até 10 passageiros, com cobrança de frete, R$ 247,42. Os proprietários dos ciclomotores de até 50 cilindradas, incluídos na nova categoria 8, pagarão o valor de R$ 134,66.

Para os carros a parcela é única, no caso dos outros há possibilidade de parcelamento em três vezes de valor fixo, a serem pagas consecutivamente, no vencimento das parcelas 1, 2 e 3 do IPVA. Em caso de transferência de propriedade, o mais indicado é pagar à vista, mesmo que o seguro do veículo possa ser parcelado. Isso porque o veículo precisa estar regularmente licenciado para efeitos de transferência e isso ocorrerá somente após a quitação integral do seguro.

A guia de pagamento podem ser geradas e impressas pelo site www.dpvatsegurodotransito.com.br/pagamento. Nesse link, o proprietário de veículo pode ver a tabela de valores dos prêmios. Ao clicar no seu estado no mapa do Brasil, é possível saber em quais bancos as guias de pagamentos podem ser geradas e quitadas.

Divulgação

Para reforçar a data do pagamento, a Seguradora Líder-DPVAT criou uma campanha, que será veiculada em televisão, em dez estados (PA, RO, RR, AM, MA, PI, CE, PB, SP, MS). No vídeo, m motociclista surge em pleno voo, depois de um acidente. Preocupado, ele procura se lembrar se pagou ou não o DPVAT.

Lembrando que quando o motorista que é proprietário de um veículo está inadimplente, ele perde o direito aos benefícios do Seguro DPVAT, em caso de morte, invalidez em caráter permanente e reembolso de despesas médicas. Todas as outras vítimas envolvidas terão direito ao seguro, excluindo o proprietário inadimplente.

Consulte a data do vencimento de acordo com UF e placa do veículo no link: http://www.seguradoralider.com.br/SitePages/seguro-dpvat-calendario.aspx

12:19 · 30.12.2015 / atualizado às 12:19 · 30.12.2015 por

Quer economizar, então atenção em algumas peças que interferem no consumo. A vela é um desses itens, por ser responsável por garantir que todo o combustível seja queimado sem desperdício. Segundo Hiromori Mori, técnico de Assistência Técnica, o funcionamento irregular da peça nem sempre é perceptível ao proprietário.

“Por conta da evolução tecnológica, os motores estão condicionados a trabalhar nas situações mais adversas. Por esta razão, quando o problema começa a ser percebido, é sinal de que a falha está ocorrendo há algum tempo”, alerta. “Velas demasiadamente desgastadas provocam consumo excessivo, irregularidades no funcionamento, aumento de emissões de poluentes e pode comprometer outros componentes, como cabos, bobinas, transformador, distribuidor e catalisador”, pontua.

A recomendação é inspecionar esse componente quando o motorista notar dificuldades na partida e falhas durante retomadas, a cada 10.000 km ou anualmente, aquilo que ocorrer primeiro.

release_economia_combstivelQuanto aos cabos de ignição, também precisam de cuidados. Eles são responsáveis por conduzir a alta tensão produzida pela bobina (transformador) até as velas, sem permitir fuga de corrente. Eles devem ser checados a cada 60 mil quilômetros ou três anos.

Outro equipamento é o sensor de oxigênio, também conhecido como sonda lambda. Ele é responsável pela análise da condição da queima de combustível, sendo imprescindível no controle de emissão de poluentes e no consumo. A peça compara a concentração de oxigênio nos gases do motor com o ar ambiente, possibilitando o ajuste da quantidade de combustível injetado na câmara de combustão. Este processo promove a melhor relação entre desempenho, consumo e emissões. A sonda com funcionamento irregular pode acelerar a deterioração de outras peças, como o catalisador.

12:50 · 29.12.2015 / atualizado às 10:55 · 29.12.2015 por

1A partir de 1º de janeiro começa o processo de emplacamento eletrônico de veículos do Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (SINIAV) em todo o Brasil. Trata-se de um chip que será colocada no para-brisa dos veículos. Os novos trarão de fábrica e os usados receberão quando fizer a transferência de proprietário ou no licenciamento. Com ele, por intermédio de radiofrequência, será possível identificar os veículos com antenas que serão instaladas em ruas, estradas e avenidas.

O objetivo dessa “placa eletrônica” é fiscalizar e identificar os veículos, reprimindo os roubos e furtos, principalmente dos veículos de carga que têm sido frequentemente furtados em todo país. Além disso, será possível verificar mais facilmente alguma irregularidade em sua papelada como dívidas, impostos atrasados, se já possui alguma queixa de roubo, entre outras informações do veículo.

Teoricamente, nenhum veículo automotor, elétrico, reboque e semirreboque poderão ser licenciados e transitar pelas vias terrestres abertas à circulação sem estar equipado com a placa eletrônica de que trata esta Resolução nº 537, de junho de 2015.

Porém, apesar de já ter sido adiado algumas vezes em todo o território nacional, afinal era para ter sido posto em prática em janeiro deste ano, o Ceará não tem previsão de data em 2016 para colocar a tag eletrônica em seus veículos. A causa está porque ainda falta o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) credenciar as empresas que produzirão o chip para a instalação em cada veículo.

Lembrando que os ciclomotores, motonetas, motocicletas, triciclos e quadriciclos, reboque e semirreboque terão prazos diferenciados para a instalação da “placa eletrônica”, a serem divulgados posteriormente pelo Denatran.

14:00 · 28.12.2015 / atualizado às 15:34 · 28.12.2015 por

bateria6Planeja uma viagem longa para a virada do ano, então inclua a revisão da bateria entre os itens do check up do carro antes de colocar o pé na estrada. Naturalmente, a verificação deve ocorrer a cada seis meses, mas isso nem sempre acontece. Para não ter imprevistos durante o percurso, separe apenas 10 minutos para olhar a bateria, é o tempo necessário para o serviço por um profissional.

Para Marcos Randazzo, engenheiro de aplicação da Johnson Controls, fabricante dos produtos da marca Heliar, é importante dar atenção ainda ao alternador, peça-chave no sistema elétrico do veículo, sendo responsável por abastecer os componentes eletrônicos do automóvel, quando o motor está em funcionamento. É ele também que produz a energia armazenada na bateria, que, por sua vez, fica responsável pela partida do automóvel, além de alimentar todo o sistema elétrico quando o carro está desligado.

Veja as quatros checagens:

Funcionamento: verifica se alternador e bateria estão operando em condições adequadas
Visual: checa se os terminais estão devidamente conectados aos polos e se estes apresentam sinais de oxidação que exijam limpeza
– Nível da água: hoje, a maioria dos modelos de baterias é selada, mas, ainda assim, é possível verificar o nível do líquido. Enquanto umas são fabricadas com embalagens translucidas, outras possuem indicadores externos
– Fixação: checa se a bateria está adequadamente instalada no suporte, evitando assim dados internos ao produto

Cuidados

Ligar e desligar o motor sucessivamente em períodos curtos ou deixar luzes, faróis, lanternas e som ligados com o motor desligado podem reduzir significativamente a vida útil da bateria. A instalação de acessórios que não são originais de fábrica ou não estavam previstos para o veículo, também podem resultar em problemas. De acordo com Randazzo, a redução da vida útil pode ser causada por defeitos como:

– Sobrecarga: significa que a bateria do veículo está recebendo uma quantidade de energia superior a que ela é capaz de suportar (Tensão de trabalho deverá estar de 13,5 a 14,5 Volts);
– Subcarga: indica que o alternador não está enviando ao sistema elétrico e à bateria a quantidade necessária de energia;
– Fuga de corrente: caracterizada pelo consumo de energia quando o veículo está desligado, como, por exemplo, por meio de algum componente eletrônico mal instalado; e
– Desequilíbrio elétrico: quando o alternador não consegue suprir a necessidade de energia demandada de todos os componentes elétricos e eletrônicos, fazendo com que a bateria se descarregue completamente.

13:54 · 14.12.2015 / atualizado às 13:54 · 14.12.2015 por

catalisadorAcoplado ao escapamento automotivo, o catalisador é uma peça fundamental para filtrar os gases liberados pelo carro. Conheça agora cinco fatos relacionados a essa peça. As curiosidades são da fabricante Umicore.

1. O catalisador é responsável por transformar até 98% dos gases tóxicos provenientes da queima do combustível em vapores inofensivos. É um componente fundamental para o controle de emissões e saúde da população, principalmente em grandes centros urbanos, onde a concentração de veículos é alta.

2. É um substrato, cerâmico ou metálico, revestido por metais nobres, como platina, paládio ou ródio, que são reciclados no final de sua vida útil. Em contato com os gases de exaustão do veículo, promovem reações químicas, transformando poluentes em vapores inofensivos e água. Este processo químico é conhecido como catálise.

3. Um dos mitos mais comuns sobre desempenho veicular é que o catalisador reduz a potência do automóvel. A remoção da peça desregula o sistema de injeção eletrônica e a contrapressão do sistema de escapamento, podendo haver perda de rendimento do motor, desgaste prematuro de peças e excesso de ruídos.

4. Do ponto de vista físico, o catalisador pode ter a mesma durabilidade do veículo, desde que seja realizada a correta manutenção, conforme o manual do fabricante. No caso de catalisadores posicionados sob assoalho, um impacto, comum em estradas de terra ou mal conservadas, pode prejudicar o seu funcionamento. O abastecimento com combustível adulterado e substâncias presentes em óleos lubrificantes inadequados ou de má procedência também podem comprometer o componente. É recomendável a análise de gases emitidos pelo veículo durante a manutenção, garantindo a eficiência da peça. O valor para repor um catalisador varia de R$350,00 a R$1.350,00.

5. O bom estado do catalisador durante o verão e inverno se faz ainda mais necessário. As mudanças bruscas de temperatura, a baixa umidade do ar e o aumento dos níveis de poluição atmosférica pioram as doenças respiratórias e causam outros incômodos, como irritação nos olhos. O catalisador em bom estado contribui com a redução da poluição atmosférica. Ele também evita a formação de ozônio pelas reações fotoquímicas da luz solar com os gases HC e NOx, que são comuns em épocas mais quentes. Embora seja formado por moléculas de oxigênio, a quantidade elevada desse gás pode ser extremamente prejudicial à saúde.

12:15 · 09.12.2015 / atualizado às 16:06 · 09.12.2015 por

Velocidade excessiva dos veículos e distração dos condutores e pedestres são os motivos mais recorrentes de acidentes
Conseguir andar com segurança nas grandes cidades está cada vez mais difícil, pois, soma-se à violência de assaltos e furtos a qualquer hora do dia e da noite, a dificuldade de encontrar calçadas e travessias confortáveis e seguras. Segundo estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 270 mil pedestres morrem anualmente vítimas de acidentes. O número representa 22% dos 1,24 milhão de pessoas que morrem em acidentes de trânsito todos os anos.

Há 32km/h a distância de frenagem é de 12 metros, já a 112km/h a distância aumenta para 96 metros
Há 32km/h a distância de frenagem é de 12 metros, já a 112km/h a distância aumenta para 96 metros

A velocidade excessiva dos veículos e a distração de condutores e pedestres são os motivos mais recorrentes de atropelamento, além da falta de sinalização, baixa visibilidade noturna, obras na pista, entre outros fatores que podem potenciar as ocorrências. “Atropelamentos ocorrem com condutores e pedestres de diferentes perfis. Porém, condutores jovens e com pouco tempo de habilitação e pedestres idosos ou crianças ficam mais evidenciados nestas situações”, afirma Roberto Ghidini Júnior, engenheiro civil e fundador da ONG internacional Sociedad Peatonal.
Para ele, um bom desenho urbano, com ruas estreitas e curtas, travessias reguladas por semáforo e velocidades reduzidas ajudam a evitar acidentes. “As chamadas traffic calm zones fazem parte das iniciativas de países europeus para reduzir os atropelamentos, já que consistem na criação de zonas de circulação a 30 km/h com o objetivo de impor aos condutores velocidade mais compatível com a dos pedestres”, explica.

 

Velocidade excessiva é uma das causas dos atropelamentos
Velocidade excessiva é uma das causas dos atropelamentos

 

Dica para pedestre

Para o presidente da Associação Brasileira de Pedestres (ABRASPE), Eduardo Daros, o pedestre precisa ter paciência e tolerância para evitar quedas e atropelamentos, visto que o trânsito favorece o transporte motorizado. A recomendação de Daros ao pedestre é fazer de tudo – andar devagar, esperar, olhar para o chão e para os lados – e atravessar as ruas com extremo cuidado. “É preciso muita atenção para proteger a integridade física, ameaçada por ambientes públicos pouco amigáveis. Dessa forma, espera-se que o risco de cair ou de ser atropelado seja o menor possível”, afirma.
Tecnologia para a segurança no trânsito
Daros acrescenta que são os próprios cidadãos, que de uma forma ou de outra, tornam os espaços públicos desagradáveis, agressivos e perigosos. “Carros, motos, bicicletas, pernas, a concepção e operação dos sinais de trânsito, a educação e treinamento para o trânsito, a formulação, fiscalização e controle de suas regras, o policiamento, a construção e limpeza das calçadas, o desrespeito ao próximo. Toda essa parafernália é concebida e operada por nós”, avalia. Para que haja mudança, ele diz que é preciso agir como pedestres e motoristas cautelosos e respeitadores do próximo. “As atitudes podem começar por garantir que a calçada em frente de onde mora seja boa, iluminada, limpa e confortável”, diz.

Segurança
Apesar de nem sempre ser amistoso, o trânsito é um ambiente público extremamente democrático e, portanto, garantir segurança a todos é prioridade. Segundo o diretor da Perkons, Luiz Gustavo Campos, para resultados efetivos de redução de acidentes e atropelamentos são necessárias ações integradas de engenharia, educação e fiscalização, através do uso adequado da sinalização e de equipamentos medidores de velocidade. “Tecnologias para a segurança no trânsito devem ser entendidas como um meio de proporcionar melhor qualidade de vida para as pessoas”, destaca.
A alta velocidade é um fator que aumenta a gravidade dos acidentes. “Estudos mostram que quanto mais elevada a velocidade maior é a possibilidade de perda do controle do veículo, menor é o tempo disponível para reação e maior é a distância percorrida até a frenagem total. Trafegando a 32km/h, a distância de frenagem é de 12 metros; já a 112km/h a distância aumenta para 96 metros”, acrescenta Campos.
Ações visam diminuir atropelamentos
Para trazer mais segurança ao trânsito surgem algumas ações que visam proteger principalmente pedestres e ciclistas. Em São Paulo, a Secretaria Municipal de Transportes, através da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) iniciou, em 2013, uma série de ações por meio do Programa de Proteção à Vida (PPV). Uma das ações é a CET no Seu Bairro. Com o início das intervenções do PPV, houve queda na quantidade de acidentes e atropelamentos. O número de pessoas atropeladas chegou a 7.759, em 2012. Foram 7.202, em 2013. Houve 6.482 pessoas em 2014.
Segundo o diretor de Planejamento da Companhia, Tadeu Leite, já foram beneficiadas 77 regiões com a implantação ou recuperação de 4.960 travessias de pedestres, sinalização de solo em 135.831 metros quadrados e 12.464 placas indicativas de trânsito. Além da CET no Seu Bairro, o diretor explica que estão sendo implantadas as “áreas 40”, onde a velocidade máxima é de 40 km/h. “São 15 até agora e em todas houve redução de ocorrências. No centro da cidade foram 71% de queda nas mortes por atropelamento e 18,5% nos acidentes. A cidade passará a ter como padrão máximo de velocidade os 50 km/h. As exceções são as marginais dos rios Tietê e Pinheiros, onde os limites foram baixados de 90 km/h para 70 km/h nas pistas expressas e de 70 km/h para 60 km/h nas pistas centrais”, afirma.
A fiscalização contra o desrespeito às leis de trânsito também foi ampliada com a presença de 1.850 agentes de campo, além da implantação de 890 equipamentos de fiscalização eletrônica, entre outras ações.

15:07 · 08.12.2015 / atualizado às 15:10 · 08.12.2015 por

Confira os 10 mandamentos para para ajudar a preservar a durabilidade dos pneus que ajudarão diretamente na performance e segurança do veículo

 

Calibrar semanalmente o pneu é fundamental
Calibrar semanalmente o pneu é fundamental

De acordo com José Carlos Quadrelli, gerente geral de Engenharia de Vendas da Bridgestone, os pneus exercem influência direta em todo o comportamento dinâmico de um carro. “As boas condições dos pneus proporcionam o aproveitamento total dos sistemas de suspensão, transmissão, tração, direção e frenagem, trazendo assim maior segurança ao motorista e aos passageiros. Por esses motivos, criamos os 10 mandamentos para o bom desempenho do pneu”, diz.
Conheça os dez mandamentos para o bom desempenho do pneu:
1. Calibrar os pneus semanalmente de acordo com a indicação do manual do fabricante do veículo. Clique aqui para ver o vídeo.
2. Fazer o rodízio dos pneus: Veículos com pneus radiais a cada oito mil quilômetros rodados e veículos com pneus diagonais a cada cinco mil quilômetros. Clique aqui para ver o vídeo.
3. Evitar sobrecarga no veículo: Excesso de peso compromete a estrutura do pneu e aumenta o risco de danos ou de alterações estruturais. Clique aqui para ver o vídeo.
4. Fazer a manutenção preventiva de todo o veículo: Amortecedores, molas, freios, rolamentos, eixos e rodas atuam diretamente sobre os pneus. Clique aqui para ver o vídeo.
5. Utilizar as medidas de pneus e rodas indicadas pelo fabricante do veículo. As partes do carro foram projetadas para interagirem de forma equilibrada. A utilização de pneus e rodas diferentes altera este equilíbrio. Clique aqui para ver o vídeo.
6. Alinhar a suspensão e balancear os pneus sempre que o veículo sofrer impactos fortes, na troca de pneus, quando os pneus apresentarem desgastes irregulares, ao serem substituídos componentes da suspensão, quando o veículo estiver “puxando” para um lado ou a cada dez mil quilômetros. Clique aqui para ver o vídeo.
7. Utilizar o pneu indicado para cada tipo de solo. Rodar na cidade com um pneu destinado ao uso em terra (fora de estrada) provocará perdas no consumo de combustível, na estabilidade e na durabilidade das peças do veículo. Clique aqui para ver o vídeo.
8. Observar periodicamente o indicador de desgaste da rodagem (TWI). Este indicador, existente em todo pneu, mostra o momento certo para se efetuar a troca, reduzindo o risco de rodar com o pneu careca. O limite de profundidade do sulco do pneu é de 1,6 milímetros. Clique aqui para ver o vídeo.
9. Não permitir o contato do pneu com derivados de petróleo ou solventes. Estes produtos atacam a borracha fazendo com que ela perca suas propriedades físico-químicas e mecânicas. Clique aqui para ver o vídeo.
10. Evitar a direção agressiva, com freadas fortes e mudanças bruscas de direção. Nunca ignore a existência de lombadas, buracos e imperfeições de piso. Veja o vídeo! Clique aqui

 

pneu

Pesquisar

Blog do Automóvel

Blog da editoria Auto, do Diário do Nordeste, para coberturas em test drive, lançamentos de automóveis e salões e notícias sobre carros, motos e outros veículos.
Posts Recentes

12h10mNovo Camaro vai ser destaque no Salão do Automóvel de São Paulo 2018

11h10mAudi mostra sua linha de SUVs na Chapada dos Veadeiros, em Goiás

02h10mConfira detalhes do primeiro carro elétrico feito no Brasil

10h10mSalão do Automóvel de São Paulo com novo lote de ingressos disponível

10h10mSetor de locação foi responsável por 1 em cada 4 veículos emplacados no primeiro semestre de 2018

Ver mais

Tags

Categorias
Blogs