Blog do Automóvel

Categoria: Serviço


20:16 · 19.09.2011 / atualizado às 20:16 · 19.09.2011 por

Qualidade e quantidade de gasolina influenciam na vida útil da bomba de combustível

 A bomba de combustível de uma motocicleta é feita para durar em média 100.000 quilômetros, em condições normais de uso. Mas não são poucos os casos de bombas que estragam muito antes disso, obrigando os motociclistas a fazerem troca da peça. “É importante verificar se há problemas com esse componente ou com o combustível, pois são muitos os fatores que causam defeitos para a bomba de combustível”, comenta Marcos Pauletti, da engenharia da Magnetron.

Bomba de combustível de uma moto inspira cuidados

Pauletti explica quais são os possíveis problemas que a bomba pode apresentar e afirma que, geralmente, são consequências do próprio combustível. “Um dos casos mais comuns é o uso de gasolina adulterada, um problema comum nas grandes cidades. O combustível inadequado danifica os componentes da bomba, como os anéis de vedação e peças de plástico, que sofrem alteração química”. O usuário deve atentar também para o prazo de validade do combustível, pois a gasolina envelhecida também prejudica a peça.

Outro problema comum é o famoso “cincão”. “O motociclista abastece sempre cinco reais, nunca enche o tanque, assim, a moto sempre funciona com um nível baixo de combustível. O resultado é que falta refrigeração para a bomba e isso danifica o seu motor elétrico”, explica Pauletti. Além disso, o especialista lembra que é fundamental não usar álcool se a motocicleta não for bicombustível, pois essa pequena economia no abastecimento pode gerar grandes prejuízos no futuro.

Revisão completa

Marcos Pauletti lembra ainda que, ao trocar a bomba de combustível da motocicleta, é fundamental que o mecânico faça uma revisão completa dos componentes e verifique, também, se é necessária a troca do filtro de combustível. “Nem todas as motos têm filtro de combustível, mas naquelas que têm a troca é fundamental para o bom funcionamento da bomba. Cada fabricante faz a indicação da frequência da troca, que em média é 20.000 km”.

11:21 · 31.05.2011 / atualizado às 11:21 · 31.05.2011 por

População desconhece o impacto dos problemas de visão sem diagnóstico e deixa de usar cinto de segurança, aumentando o risco de acidentes

Cuidados no trânsito para evitar acidentes

O trânsito é a terceira maior causa de morte no Brasil. Só fica atrás das doenças cardíacas e do câncer. Uma pesquisa do MS (Ministério da Saúde) mostra que em 2010 das 150 mil internações por acidentes, só 43% das pessoas usavam cinto de segurança, sendo 49% homens e 36% mulheres.
O País ocupa a quinta posição no ranking mundial de mortes por acidente. É o que revela um levantamento realizado em 178 nações pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Celular e batom ao dirigir: é demais!

Para combater o problema o governo brasileiro aderiu no último dia 11 à Década de Segurança no Trânsito 2011-2020, lançada no mesmo dia pela OMS. A meta é reduzir em 50% os acidentes. O plano de ação vai ser lançado em setembro deste ano.
“A falta de informação e o envelhecimento da população aumentam o desafio desse compromisso”, afirma o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, perito em medicina do trânsito e membro da ABRAMET (Associação Brasileira de Medicina do Tráfego). Isso porque, explica, um dos principais complicadores para quem dirige é a perda visual gradativa decorrente da idade. “A visão responde por 85% de todas as informações recebidas durante a condução. É por isso que motoristas com mais 65 anos precisam renovar a carteira a cada três anos e não a cada cinco, como nas menores faixas etárias” avalia.

Diagnóstico precoce
O problema, comenta, é que metade dos condutores só passa por exame de vista quando vai renovar a CNH. Dados do DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito) revelam que das 35 milhões de carteiras de habilitação emitidas no País, 12,85% ou 4,5 milhões são para motoristas com idade acima de 55 anos.
Queiroz Neto diz que a visão de quem já passou dos 50 anos muda muito rápido. Nessa faixa etária a dificuldade para ler placas de sinalização, enxergar o semáforo ou o painel do carro nem sempre está relacionada aos vícios de refração – miopia, hipermetropia ou astigmatismo. Pode sinalizar doenças típicas da terceira idade. As principais são:

Mais iluminação
O médico afirma que para enxergar bem uma pessoa de 60 anos necessita três vezes mais iluminação que outra de 20 anos. Por isso, para ele o uso de farol baixo durante o dia e à noite previsto no Código de Trânsito Brasileiro só para ônibus, motos, motonetas e ciclomotores, deveria se estender a todos os veículos, visando melhorar a visibilidade no trânsito.
Queiroz Neto explica que aos 60 anos a capacidade de enxergar a luz azul e a visão de contraste diminuem porque o cristalino enrijece e começa a amarelar. Além disso, ressalta, a pupila diminui de tamanho, prejudicando a adaptação da visão entre ambientes claros e escuros.
“Para condutores significa que dirigir à noite se torna mais perigoso, a ponto de alguns motoristas terem de interromper a direção noturna”, avalia. Também significa que no entardecer e no amanhecer a dificuldade de adaptação visual é maior. “É por isso na avaliação médica o perito pode estabelecer restrições à direção noturna ou um período menor para a renovação da CNH”, conclui.

Dicas de Segurança
Quem já passou dos 65 anos deve tomar cuidados extras no trânsito. As principais dicas do especialista são:
· Faça exame oftalmológico anualmente.
· Mantenha o grau dos óculos atualizado.
· Evite óculos com armações que limitem a visão lateral
· Para diminuir o ofuscamento ajuste a altura do assento de forma que enxergue 10 metros à frente do veículo.
· Evite dirigir à noite, no entardecer e ao amanhecer.
· Mantenha a cabeça e os olhos em movimento.
· Ajuste os espelhos para se livrar dos pontos cegos.
· Mantenha o pára-brisa, lanternas e faróis limpos.
· Faça caminhada diariamente para manter a boa circulação.

14:56 · 23.05.2011 / atualizado às 14:56 · 23.05.2011 por

Cada vez mais o brasileiro recorre às empresas de aluguel de veículos. Seja por necessidade (por conta de problemas com o próprio veículo) ou diversão (para os que não possuem carro, utilizar o serviço para viagens, por exemplo, pode ser um bom negócio), o consumidor precisa estar atento a alguns pontos, justamente para não transformar esta experiência de viagem em um momento de transtorno e irritação.

Oferta de aluguel é ampla, com modelos de várias categorias

Documentação

O requisito básico exigido pelas locadoras é que o cliente tenha, pelo menos 21 anos e esteja habilitado há mais de dois anos. “Fora isso, solicitamos aos clientes que apresentem também um cartão de crédito – no nome do locatário – com limite disponível. Faz parte do processo de autorização da locação”, explica a diretora comercial e de Marketing da Movida Rent a Car, Lucila Castro. A empresa é uma das maiores do mercado e está presente em 12 estados, com um total de 29 lojas.

 Produtos
Um dos pontos de maior atrito entre as empresas e os motoristas diz respeito aos planos de quilometragem, a proteção e o horário limite para devolução do veículo. É preciso estar atento às condições oferecidas. Adquirir o produto ideal para a sua necessidade, mesmo que mais caro, compensa mais que pagar os adicionais previstos no contrato.
“São temas complicados, porque cada locadora tem o seu modelo de negócio, e nem sempre fica claro para o cliente. A Movida, por exemplo, preferiu seguir um caminho diferente: nossas locações sempre são ofertadas com proteções inclusas. Já para a devolução, criamos a diária de 27 horas, oferecendo assim mais tranquilidade ao cliente”, revela Lucila, completando que existe a possibilidade do cliente fazer a retirada de um veículo em uma loja e a entrega em outra, mas que este serviço é cobrado. “O mercado tem como prática cobrar por isso porque cada região tem uma frota de acordo com o volume de locações”.

 Avarias

Por fim, mas não menos importante está o procedimento de avaliação do veículo no momento da retirada e devolução. A dica é simples: observe absolutamente tudo. Se as imperfeições não incomodam ou prejudicam o desempenho do veículo, certifique-se que o atendente relatou os danos em seu checklist de retirada.
“Agindo desta forma evita-se um mal-estar no momento da evolução, quando é feito um novo checklist das condições do veículo. A locadora tem o direito de cobrar quando o cliente avaria o carro, mas o cliente não pode admitir que seja cobrado por algo que não foi de sua autoria”, considera a dirigente.

10:47 · 05.04.2011 / atualizado às 12:30 · 05.04.2011 por

Para a maioria das pessoas, independentemente do tipo ou modelo do automóvel, pneus são todos iguais. Entretanto, há mais tecnologia embutida naqueles quatro (ou cinco) componentes do carro do que podemos imaginar. E é justamente a tecnologia aplicada a cada tipo de uso dos pneus que os tornam diferentes entre si.

As inscrições nos pneus têm significados

Prova disso são as inscrições em alto relevo vistas nas paredes laterais. Essas combinações de letras e números funcionam como o “DNA” do pneu. Elas indicam, por exemplo, as dimensões, o tipo de construção, as características de desempenho e até a data de fabricação daquele componente.

Para entender melhor como essas informações estão expressas ali, vamos tomar como exemplo o pneu Bridgestone B250 Ecopia 165/70 R13 79T:

Bridgestone – nome do fabricante
B250 – denominação comericial do produto
Ecopia – identificação de baixa resistência à rolagem
165 – largura da banda de rodagem em milímetros
70 – altura da parede lateral (70% da medida da banda de rodagem)
R – tipo de construção “Radial”
13 – diâmetro do aro em polegadas
79 – índice de capacidade de carga (437 kg)
T – índice de velocidade máxima (190 km/h)
1311 – data de fabricação (Ex.: 13ª semana de 2011)

Conceitos
Compreendendo o significado de cada uma dessas informações, é possível entender a razão de cada tipo de pneu ser especificado para determinado modelo ou versão de automóvel e a importância de não ser substituído por outro de características diferentes. Além disso, fica mais fácil para o motorista ou proprietário encontrar o pneu ideal para o seu veículo, mesmo que aquela versão de componente tenha sua produção encerrada ou se opte por outra fabricante.

Sobre a Bridgestone – Com sede em Tóquio (Japão), a Bridgestone é uma das maiores fabricantes mundiais de pneus e detentora das marcas Bridgestone e Firestone, com faturamento de US$ 28 bilhões em 2009. Emprega 138 mil funcionários no mundo e mantém operações em 22 países. No Brasil, produz pneus para todos os segmentos em suas fábricas de Santo André (SP) e de Camaçari (BA), que juntas atingem capacidade de produção de 42 mil pneus/dia.

18:28 · 18.01.2011 / atualizado às 18:28 · 18.01.2011 por

Com o grande volume de chuva em várias cidades do Brasil, muitos motoristas têm enfrentado alagamentos nas vias que resultaram em danos aos veículos, e até mesmo situações de risco à vida. Abaixo, dez recomendações para o motorista preservar o veículo em áreas alagadas

Veja as dicas para não ter problemas em seu carro

1. Caso o motor morra durante a travessia, jamais tente dar a partida, mantenha-o desligado e remova o veículo até uma oficina. Diante da possibilidade de admissão de água, essa prática reduz o risco de danos causados ao motor por um calço hidráulico.
2. Observe a altura do nível de água do trecho alagado, a maioria das montadoras estabelece uma altura máxima para essas travessias, não podendo exceder o centro da roda.
3. É prudente que o veículo, durante o alagamento, seja dirigido em baixa velocidade, mantendo uma rotação maior e constante ao motor, em torno de 2.500 RPM, o que diminui a variação do nível da água e seu respingar junto ao motor, dificultando sua admissão indevida e a contaminação de componentes eletroeletrônicos, melhorando a aderência e a dirigibilidade do veículo.
4. No caso de veículos equipados com transmissão automática, a troca de marchas deve ser feita manualmente, selecionando a posição “1”. Dessa forma, o veículo não desenvolve tanta velocidade, sendo possível imprimir uma rotação maior ao motor. Outra possibilidade é manualmente alternar a troca de marchas entre “N” e “1”, de modo a manter a velocidade do veículo baixa durante o trecho alagado, sem descuidar da rotação do motor, sempre em torno de 2.500 RPM.
5. Alguns veículos automáticos oferecem como opcional o ajuste da tração, conhecido como “WINTER” ou “SNOW”. Embora sua função seja a de conferir maior segurança durante trechos de baixa aderência, como neve ou lama, evitando que o veículo patine graças ao bloqueio do diferencial, também deve ser utilizado durante alagamentos, pois beneficia o controle da velocidade do veículo e da rotação do motor.

Não arrisque sua segurança passando em locais alagados

6. Mantenha a calma nos casos em que, durante a travessia, sejam constatados sintomas como o aumento de esforço ao esterçar (direção hidráulica), variação na luminosidade das luzes do painel de instrumentos, alertas sonoros, flutuação dos ponteiros, luzes de anomalia da injeção eletrônica, bateria e ABS (se disponível) acesas, aumento do esforço ao acionar os freios e interrupção do funcionamento da tração 4 X 4 (veículos diesel), pois provavelmente todo esse quadro é causado pela perda de aderência entre a correia auxiliar e as respectivas polias da bomba da direção hidráulica, alternador e bomba de vácuo (veículo diesel), sendo, na maioria das vezes, um fato passageiro que não impede a dirigibilidade. Apenas reforce a cautela e mantenha o menor número possível de equipamentos ligados.
7. É recomendado desligar o ar condicionado, reduzindo assim o risco de calço hidráulico. Essa prática impede que alguns componentes joguem água na tomada de ar do motor. Veículos rebaixados e turbinados, na maioria das vezes, apresentam maiores riscos de sofrer calço hidráulico; por isso, é aconselhável manter a originalidade da montadora. Se o veículo estiver nessas condições, redobre a atenção aos procedimentos sugeridos.
8. Para os casos mais sérios de alagamentos, é recomendado preventivamente fazer um check-up, corrigindo, por exemplo, possíveis alterações do sistema de injeção eletrônica, muitas vezes simples e imperceptíveis nessa fase, como maus contatos, mas que posteriormente podem gerar grandes transtornos.
9. Pode haver, entre outros, a contaminação do cânister, do óleo da transmissão, do(s) eixo(s) diferencial(is), no caso de veículos com tração traseira ou mesmo quatro por quatro, o que determina a redução da vida útil dos componentes integrantes desses conjuntos, além de riscos acentuados de falhas na embreagem, suspensão e freios. Para combater os efeitos dessa possibilidade, é recomendável encaminhar-se rapidamente até uma oficina e solicitar a avaliação desses itens.
10. Havendo travessias consecutivas de alagamentos, recomenda-se uma limpeza do sistema de ventilação, pois estará sujeito à contaminação por fungos, microorganismos e bactérias, demandando limpeza de todo o sistema para a utilização segura.

CESVI BRASIL
Fundado em 1994, o CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária) é o único centro de pesquisa brasileiro dedicado à segurança viária e veicular e à disseminação de informação técnica para o setor e também para a sociedade. Foi o primeiro centro da América Latina e é membro do RCAR (Research Council for Automobile Repairs), um conselho internacional de centros de pesquisa com os mesmos objetivos.

Para conhecer as atividades do CESVI, acesse www.cesvibrasil.com.br, e também acompanhe as novidades pelo Twitter em: www.twitter.com/cesvibrasil

12:42 · 22.12.2010 / atualizado às 12:42 · 22.12.2010 por

O Ceará é a Terra do Sol. Com ele vem a claridade. Se os motoristas não tomarem alguns cuidados, acidentes podem acontecer.

Saber usar os óculos escuros é fundamental na claridade

A pesquisa Saúde 2009 que acaba de ser divulgada pelo Ministério da Saúde aponta que em 2008 os acidentes de trânsito responderam por 26,9% das mortes violentas entre homens e 30% das ocorrências entre mulheres.  De acordo com o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, perito em medicina do trânsito e membro da ABRAMET (Associação Brasileira de Medicina do Tráfego) dirigir contra o sol, sem proteger os olhos, é uma importante causa de acidentes porque diminui a visibilidade.  A claridade do verão acentua o problema que é mais intenso em quem tem fotofobia, aversão à luz. Em algumas pessoas a alteração não indica doenças. Em outras, pode estar relacionada ao astigmatismo, irregularidade da superfície da córnea que torna as imagens desfocadas, inflamações nas porções posteriores dos olhos ou a medicamentos que aumentam a sensibilidade à luz. Independente da causa, ressalta, o único remédio é usar óculos escuros ou optar por lentes fotossensíveis que filtram a radiação, escurecem e clareiam conforme a luminosidade.

Dicas

O especialista diz que óculos sem filtro solar são mais prejudiciais que a falta deles. Isso porque, dilatam a pupila e fazem entrar mais radiação nos olhos. Isso aumenta o risco de catarata, maior causa de cegueira tratável, e lesões na retina que ainda não têm tratamento eficaz.

A segunda dica do médico é optar por lentes resistentes a impactos. Um estudo conduzido na Espanha, comenta, mostra que o disparo do airbag eleva o risco de perfuração ocular entre pessoas que trafegam sem óculos e dobram o perigo entre as que usam lentes de cristal. “Para proteger os olhos no trânsito a melhor opção são as lentes inquebráveis de policarbonato” afirma.

A terceira dica é adequar a condição da saúde ocular à cor da lente conforme as características:

  • Cinza – A mais adequada para quem tem astigmatismo porque reduz o brilho e não distorce as cores.
  • Âmbar ou marrom – Melhora o conforto de míopes e hipermétropes por aumentar a visão de contraste, além de filtrar a luz azul que também está relacionada ao desenvolvimento da catarata.
  • Verde – Ideal para maiores de 60 anos por oferecer a melhor visão de contraste que diminui com a idade. Também filtra um pouco da luz azul.
  • Amarela – Reduz o ofuscamento do motorista no lusco-fusco do entardecer e filtra a luz azul, mas diminui a visão de contraste em horários de muita luminosidade.
  • Fotossensível – Para quem precisa usar lente corretiva, protege da radiação durante o dia e pode ser usada à noite.

Visão do motorista com óculos escuros na chuva

Fumê irregular diminui senso de velocidade

O excesso de velocidade é a maior causa de acidentes de trânsito e a infração que mais gera multas segundo a Polícia Militar Rodoviária. Queiroz Neto explica um dos motivos para tanta “pressa” é a aplicação de películo fumê acima do permitido pela legislação. Isso porque, quanto mais baixa a visibilidade menor é o senso de velocidade.

Alfa Romeo com película fumê

Como se não bastasse, metade dos motoristas precisa usar lentes corretivas.  Por isso, em condições normais de visibilidade enxergam menos e a leitura é mais lente. Só para se ter uma idéia, o médico diz que a uma velocidade de 90 km/hora uma pessoa com 100% de visão tem 3,2 minutos para ler uma placa de sinalização contra 1,6 minutos para quem tem 50% de visão que é o mínimo permitido pela legislação. A boa notícia é que a Polícia Rodoviária Federal já começa a se equipar para aferir a transparência do insufilm – 75% no vidro dianteiro, 70% nos laterais dianteiros, e 28% nos demais. A fiscalização vai multar em R$ 127,69 os veículos com película mais escura que o permitido e apreender até a troca do insufilm. Na opinião do especialista a iniciativa pode reduzir os acidentes.

17:21 · 17.12.2010 / atualizado às 17:21 · 17.12.2010 por

Com a chegada das férias e feriados de final de ano, o número de veículos nas estradas aumenta assim como os riscos de acidentes. Muitas situações de perigo podem ser evitadas com a adoção de uma conduta responsável ao dirigir. O CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária), engajado em ações pela prevenção de acidentes, recomenda, abaixo, uma série de cuidados necessários que o motorista deve seguir na condução em estradas.

Manutenção em dia do veículo e alguns cuidados farão de suas férias algo inesquecível

Manutenção preventiva

O motorista deve realizar revisões periódicas do veículo, principalmente antes viajar, para verificar as condições dos freios, suspensão, alinhamento, pneus, estepes, injeção eletrônica, carga de bateria, líquido de arrefecimento, faróis e lanternas.

Alta velocidade

Em uma situação de colisão, o fator “alta velocidade” aumenta a gravidade do acidente, portanto é imprescindível respeitar os limites de velocidade sinalizados. Com o veículo em alta velocidade, o motorista precisa de um espaço maior para frear bruscamente ou desviar do carro à frente. No caso de chuva, esta distância (e cautela de modo geral) deve ser dobrada. À medida que a visibilidade na estrada diminui, é prudente reduzir a velocidade.

Álcool e fadiga

Além de proibido, dirigir sob efeito de álcool coloca em risco a vida de todos que trafegam na estrada. Se o motorista estiver com sono, também é uma condição perigosa que deve ser evitada. E, se estiver tomando medicação, é preciso verificar antes se ela apresenta restrições para dirigir. O motorista precisa manter o foco na estrada e não dispersar a atenção com o uso de telefone celular e consumo de alimentos, ou outros fatores.

Bom senso ao se manter numa distância segura do veículo que está na frente e atrás de você

Distância segura

Manter o mínimo de distância segura em relação ao veículo da frente é essencial para prevenir acidentes nas estradas. A regra dos três segundos é uma maneira que auxilia o condutor na contagem dessa distância. Quando o veículo da frente passar por um poste ou árvore, deve-se começar a contar – 1.001, 1.002 e 1.003. Caso o veículo passe pelo mesmo poste/árvore antes do 1.003, quer dizer que o condutor ultrapassou o limite mínimo de segurança segura. Essa contagem da distância deve ser aumentada em casos de descida e pista molhada. Algumas rodovias têm marcações na pista indicando a distância segura.

Ultrapassagem

Jamais realizar ultrapassagem pela direita, pois os riscos de envolvimento em um acidente grave são maiores. Utilizar a sinalização antes de uma ultrapassagem é extremamente importante. Por exemplo, se um motorista de caminhão não notar que um veículo está passando, pode retirá-lo da estrada.

Cinto de segurança

O uso do cinto de segurança é imprescindível para a segurança dos ocupantes do veículo, pois reduz os riscos de fatalidades em acidentes de trânsito. Deve ser usado por todos os ocupantes, inclusive pelos passageiros do banco traseiro, estabelecido por regulamentação de trânsito. De acordo com uma avaliação realizada pelo NHTSA (National Highway Transportation Safety Administration), dos Estados Unidos, o condutor que usa o cinto de segurança tem o índice de risco de fatalidade reduzido em 45%, em relação ao condutor que não usa. O CESVI BRASIL estima que, se houver um aumento de 10% na taxa de adesão ao uso do cinto de segurança, é possível reduzir 1.600 mortes por ano no País.

Crianças no carro

Os adultos precisam estar atentos aos equipamentos de segurança adequados à idade, peso e altura da criança, as popularmente chamadas cadeirinhas. O Contran (Conselho Nacional de Trânsito), em 2008, regulamentou a obrigatoriedade do uso de dispositivos de retenção no transporte de crianças de até sete anos e meio em automóveis. O não cumprimento dessa regulamentação resulta em infração gravíssima. 

Bagagem

Objetos e bagagens devem ser transportados no porta-malas. Em uma colisão, o objeto solto pode ser arremessado no interior do veículo e seu peso é multiplicado por 50 vezes, ou mais, dependendo da velocidade. É preciso estar atento quando o veículo estiver com maior carga (passageiros e bagagens) do que o usual. Nessas condições, é necessário um maior espaço para frenagens e ultrapassagens (aceleração menor), e as curvas precisarão ser realizadas em velocidades menores.

Pedestres

O índice de sobrevivência a um atropelamento com velocidade superior a 80 km/h é praticamente nulo. É importante evitar trafegar no acostamento e reduzir a velocidade em trechos em que há travessia de pedestres.

Saiba o que é o Cesvi Brasil

 Fundado em 1994, o CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária) é o único centro de pesquisa brasileiro dedicado à segurança viária e veicular e à disseminação de informação técnica para o setor e também para a sociedade. Foi o primeiro centro da América Latina e é membro do RCAR (Research Council for Automobile Repairs), um conselho internacional de centros de pesquisa com os mesmos objetivos.

15:19 · 09.12.2010 / atualizado às 15:19 · 09.12.2010 por

No Ceará, ter ar-condicionado no carro não é luxo, é necessidade. Nosso calor não é mole não. O acessório é indispensável também para tornar a condução mais segura (muitos motoristas temem deixar o vidro aberto) e também para evitar o embaçamento dos vidros nos dias de chuva. No entanto o equipamento merece cuidado especial, pois funciona à base de gás de refrigeração.

Ar-condicionado digital, integrado ao painel

Aqui você tem algumas dicas de como manter o ar-condicionado sempre em perfeito estado para o uso no dia a dia. Confira alguns hábitos que podem melhorar o funcionamento do ar-condicionado e também a vida dos motoristas:

1) Ao contrário do que muitos costumam dizer, o gás não gasta nem envelhece, embora não esteja livre de vazamentos. Então para funcionar bem, deve ser ligado pelo menos uma vez por semana;

2) Cerca de 70% dos problemas deve-se a vazamentos, mas também são comuns problemas elétricos e      carga excessiva de gás durante a manutenção, o que pode ser explicado por desinformação do proprietário e serviços não qualificados. Por esse motivo, nada mais indicado que instalar os equipamentos adequados e originais;

3) Sempre procurar um local onde mecânicos sejam responsáveis e certificados pelo serviço prestado;

4) Depois de deixar o carro estacionado sob o sol forte, nada pior que enfrentar aquele calor dentro do veículo. Muitas vezes, o motorista fecha imediatamente os vidros e liga o ar. O ideal é deixar os vidros abertos por alguns minutos, com o ar-condicionado ligado, e depois fechá-los. Assim, o ar quente é dissipado, dando lugar ao ar mais frio;

5) A utilização correta da recirculação (botão que indica a circulação externa do ar fechada) propicia um resfriamento mais rápido do automóvel e ainda impede que o ar externo entre no carro, o que é ideal para situações de trânsito pesado, com muita fumaça e poluição. Porém, a recirculação deve ficar ativa cerca de quinze minutos e depois desligada, evitando a sobrecarga do equipamento;

6) Os carros 1.0 tem que ter o compressor menor para que não aumente muito o peso do veículo nem altere o rendimento. Por isso proprietários de modelos 1.0 devem comprar equipamentos originais para evitar a instalação de um ar condicionado que danifique o motor e a eficiência da refrigeração;

7) Se, por exemplo, o compressor não for adequado, o carro pode perder tanta potência que o motorista corre o risco de ficar na mão em pleno trânsito. Isso mesmo. O carro pode parar no meio da rua por falta de potência. Por isso é importante usar peças originais e consultar mecânicos certificados para reparar o ar condicionado;


8)
Preste atenção no funcionamento do ar-condicionado durante o ano inteiro. Procurar os problemas só durante o verão pode causar ainda mais dificuldades: as oficinas ficam lotadas e o serviço não é tão atencioso quanto poderia ser.

Radiografia de como fica o sistema de ar-condicionado por dentro do carro

10:18 · 26.11.2010 / atualizado às 10:18 · 26.11.2010 por

Em virtude da alteração do Sistema do Detran/CE – GETRAN, para o ERENAVAM, o Sindece (Sindicato dos Despachantes do Ceará) estará realizando sábado, dia 27, das 8 às 17 horas, em sua sede, à Rua Maria Josefina, em frente a sede do Detran, no bairro Maraponga, treinamento aos despachantes documentalistas para operacionalizar o novo programa do Detran. No dia 28, domingo, das 8 às 14 horas, o treinamento será realizado na sede da SH Emplacamentos, à Rua Vasco da Gama, 915, sala 102, esquina com Av. Gomes de Matos, bairro Montese.

Transporte
Os despachantes oriundos do Interior do Estado, que fizerem o curso no sábado, terão direito a traslado (rodoviária – Sindece) e todos os rpofissionais receberão apostilas e senhas de acesso ao programa.
O Sistema ERENAVAM é destinado ao gerenciamento, controle e fiscalização de todo o processo de registro e licenciamento de veículos, em todas as suas hipóteses e situações previstas no Código de Trânsito Brasileiro e legislação complementar, quando realizado pelo despachante devidamente registrado no Conselho Regional e Sindece.

Os interessados devem ligar para os fones 3298.2000 e 3491.4042 e confirmar presença.




20:36 · 11.09.2010 / atualizado às 20:36 · 11.09.2010 por

Após comprar um carro flex, como o motorista deve proceder no abastecimento? Leia a matéria abaixo

Fizemos uma listagem de Mitos e Verdades para quem tem dúvidas sobre o abastecimento com gasolina ou etanol em motores flex. Confira!

Mitos:

* É preciso colocar 50% de gasolina e 50% de etanol, para evitar corrosão ou problemas no funcionamento do motor. Na verdade, pode-se abastecer com os dois combustíveis em qualquer proporção;

* Na primeira abastecida é preciso colocar somente gasolina, para evitar problemas na partida. Na verdade, é indicado manter o reservatório de partida a frio sempre abastecido, principalmente no inverno;

* O carro só pode ser abastecido com um tipo de combustível;

* O etanol corrói o motor Flex. Na verdade, a tecnologia flex fuel quebrou esse mito. O motor do carro está preparado para receber etanol sem qualquer problema no tanque, sistema de partida ou cilindros do motor;

* O carro tem problemas de partida nos dias frios, se são abastecidos somente com álcool. Basta manter o reservatório abastecido; no Nordeste não temos esse problema, mas não é bom esquecer do reservatório

E aí, como fazer ao abastecer com álcool?

Verdades:

* O veículo tem autonomia de 30% a mais se abastecido com gasolina do que com etanol;

* O álcool proporciona um pequeno ganho em desempenho. Veja que no manual do seu carro que o ganho em potência pode chegar a 3 ou 4 cv;

* O motor pode funcionar com qualquer um dos combustíveis ao mesmo tempo, já que o sistema foi projetado para funcionar com o álcool e a gasolina juntos;

* Os sistemas dos motores que têm contato com o etanol são projetados para suportar a corrosão;

* O motorista pode usar aditivo para melhorar a autonomia da gasolina e manter o sistema de injeção limpo, mas não é obrigatório. Existem também aditivos específicos para motores flexíveis;

* O motor tem um compartimento com um reservatório para gasolina, usado para partida a frio. Alguns veículos novos dispensam essa tecnologia, e com o tempo não terão mais reservatório exclusivo para gasolina.

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