Busca

Categoria: Trânsito


20:15 · 19.08.2018 / atualizado às 20:15 · 19.08.2018 por

O equipamento número 1 continua em pleno funcionamento em Curitiba
A velocidade é a maior causa de acidentes de trânsito e, portanto, conter os apressadinhos é uma tarefa que precisa ser realizada em conjunto com órgãos de trânsito e campanhas de conscientização. Somada a isto, a tecnologia reforça aos motoristas a necessidade de manter o ponteiro do velocímetro dentro do permitido nas vias.
No dia 20 de agosto de 1992, a primeira lombada eletrônica do mundo foi instalada na cidade de Curitiba (PR). Inventada pela Perkons, ela trouxe um novo conceito para promover a redução da velocidade de forma menos abrupta do que com uma lombada física. O primeiro equipamento foi instalado na Rua Francisco Derosso, em frente a uma escola, no bairro Xaxim. Esta já era uma das vias mais movimentadas do bairro, e a lombada permanece lá, até os dias de hoje, ajudando a salvar vidas.

Curitiba foi a primeira cidade a contar com a lombada eletrônica. Em sete anos, a capital paranaense reduziu em 40% o número de acidentes

Ao longo de quase três décadas e atualmente utilizada em larga escala no Brasil e no mundo, a lombada eletrônica colabora para resultados importantes no trânsito. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec-Rio), cada um desses dispositivos evitam cerca de três mortes e 34 acidentes por ano. “Passam pelos nossos equipamentos mais de 4 bilhões e meio de veículos todos os anos. O índice de respeito à velocidade nos trechos fiscalizados é de 99,93%. Isso é motivo de muito orgulho para a Perkons, que desde a invenção da lombada eletrônica contribui para a segurança no trânsito e para a redução dos acidentes”, relata Luiz Gustavo Campos, diretor da empresa.
Reconhecimento ao vanguardismo
A invenção da lombada eletrônica rendeu premiações à Perkons, como o Prêmio Destaque Indústria, realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), em 1994, pela criação e desenvolvimento tecnológico do dispositivo. No mesmo ano, a criação também foi premiada no VIII Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito. Ela também ganhou destaque no livro 101 Inovações Brasileiras, que tem o objetivo de valorizar a criatividade e o empreendedorismo nacional.
Além dos prêmios, os números também certificam a revolução que a lombada eletrônica causou nas vias e ruas. De acordo com o Detran-PR, sete anos após o início da utilização do equipamento, Curitiba teve uma redução de 40% no número de acidentes de trânsito.
“Ser reconhecida, desde os primórdios, por promover inovação e segurança no trânsito é uma grande honra. A cada ano que passa o resultado do nosso trabalho mostra que nos mantemos no caminho certo, e também nos desafiam a aperfeiçoar nossas tecnologias e serviços”, afirma Campos.

Futuro
Os aparelhos de fiscalização eletrônica de trânsito estão cada vez mais modernos e registram muitas situações além do excesso de velocidade, tais como: avanço de sinal vermelho, parada sobre a faixa de pedestres, conversão ou retorno em locais proibidos, transitar no acostamento ou contramão, ultrapassagem em local proibido, e transitar em locais e horários não permitidos ou em pistas de circulação exclusiva.
Também monitoram múltiplas faixas e podem ser instalados em diferentes configurações: com ou sem display, em postes ou outras estruturas pré-existentes. As câmeras são de altíssima resolução para capturar imagens cada vez mais nítidas, sendo ideais para o monitoramento e registro automático de infrações em rodovias, trechos expressos, vias arteriais, coletoras e locais.

11:59 · 20.06.2018 / atualizado às 12:02 · 20.06.2018 por

Ao menos um décimo de todos os acidentes com fatalidades é causado por motoristas distraídos
O álcool tem sido considerado uma das mais perigosas causas de falta de aptidão dos motoristas, mas as distrações causadas pela tecnologia, incluindo celulares e GPS, provam que agora também representam um grande risco. Cerca de 74% dos motoristas admitem distrair-se enquanto dirigem

Olhar o celular: causa de muitos acidentes

Um novo estudo do Centro de Tecnologia Allianz (AZT) mostra que o risco de um acidente cresce drasticamente quando os motoristas dividem a atenção entre o trânsito e a tecnologia. Os destaques do estudo fazem uma correlação entre altos índices de acidentes e o uso de dispositivos de informação, comunicação e entretenimento disponíveis nos veículos.
Por exemplo, 60% dos motoristas que tiveram um acidente nos últimos três anos afirmaram que estavam usando o telefone celular enquanto dirigiam. Apenas 37% dos motoristas que afirmaram fazer o mesmo não se envolveram em acidentes.
“Isso não é nenhuma surpresa”, diz Jochen Haug, diretor de Sinistros da Allianz Alemanha. “Quanto mais itens de tecnologia no veículo e mais complexa a operação, mais distraído estará o motorista em relação ao trânsito”, conta.

Tão nocivo quanto o álcool
De acordo com os especialistas, um décimo dos acidentes de trânsito com fatalidade é causado por motoristas distraídos. Em 2016, mais de 3.200 pessoas morreram nas estradas da Alemanha – 256 deles porque uma das vítimas envolvidas estava bêbada. Significativamente mais pessoas, por volta de 350, morreram devido distrações ao volante.
Até os anos 70, era aceitável um motorista beber muitas taças de vinho e ainda sim dirigir, afirma Haug. Mais de 20 mil pessoas morreram nas rodovias em 1970 e o governo respondeu introduzindo limites de velocidade nas estradas do País e estabelecendo o nível máximo de álcool no sangue em 0,8 em 1971. “O comportamento em relação à bebida alcoólica mudou. Não é mais socialmente aceitável beber e dirigir. Nós precisamos adotar a mesma atitude em relação ao uso do celular no volante”, diz Haug. “Nosso estudo é claro, o motorista que usa o celular enquanto dirige coloca outras vidas em risco”.
De acordo com a pesquisa, a todo momento o motorista comete alguma infração em relação ao celular enquanto dirige. Três quartos dos entrevistados admitiram distrair-se regulamente com as tecnologias disponíveis no veículo, enquanto 39% afirmaram que opera manualmente o sistema de navegação ao mesmo tempo em que dirige.
Um em quatro motoristas afirmaram que leem mensagens de texto enquanto dirigem e 15% afirmaram que as respondem. Isso é mais comum em motoristas acima de 24 anos: mais de 27% lê mensagens e 23% as respondem enquanto conduzem o veículo.
Os resultados convergem com pesquisas internacionais. Um estudo de 2015, que entrevistou 1.211 motoristas nos Estados Unidos, apontou que quase 60% dos entrevistados leem mensagens no celular com o veículo em movimento. Um mês depois foi encontrada uma forte correlação entre os resultados e os índices de colisões.
Além disso, as colisões com veículo motorizado são responsáveis por aproximadamente um quarto de todas as mortes de adolescentes e jovens adultos (entre 15 e 24 anos) nos Estados Unidos. Mais de um terço (36%) de todos os motoristas distraídos envolvidos em acidentes fatais tinham entre 15 e 29 anos, de acordo com as estatísticas da U.S. National Highway Traffic Safety Administration de 2015.
Ação necessária
O AZT defende há muito tempo que a distração seja incluída como uma causa oficial nas estatísticas de acidentes e regulamentações de trânsito. O governo da Alemanha recentemente estendeu a definição de celulares para incluir tablets e dispositivos similares.
A Allianz também defende medidas adicionais, como desabilitar a navegação ou acesso à internet nas telas disponíveis no carro enquanto o veículo está em movimento. Determinados sistemas avançados de assistência, como assistentes de frenagem de emergência, podem ajudar evitando ou reduzindo o impacto dos acidentes causados por distrações.

12:52 · 30.04.2018 / atualizado às 12:52 · 30.04.2018 por

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea, tem como um de seus pilares a preocupação constante com a segurança no trânsito. Por esta razão a entidade apoia o Movimento Maio Amarelo desde seu primeiro ano de existência, em 2014, e promoveu uma ação em 2016 para conscientização do uso do cinto de segurança e da não utilização do celular ao volante

Coletiva de lançamento da Campanha Maio Amarelo

Agora, em 2018, a Anfavea apresenta sua nova campanha de segurança. Em parceria com o Observatório Nacional de Segurança Viária e utilizando o tema “Nós somos o trânsito”, conforme Resolução Nº 722/2018 do CONTRAN, diversas peças foram criadas, como vídeos de 30” e 60”, spots de rádio, posts para mídias sociais, cartazes, artes para outdoor etc. O objetivo é um só: conscientizar a sociedade para reduzir o número de acidentes de trânsito no Brasil.
Como forma de ampliar o alcance da campanha, a Anfavea doou todas as peças para que o Observatório e parceiros do Movimento Maio Amarelo divulguem e compartilhem o máximo possível em todas as mídias disponíveis. Todos os demais interessados também podem utilizar a campanha: basta acessar o link https/bit.ly/:/2HwpYdc , baixar as peças e iniciar a divulgação.
De que o trânsito é feito? De pessoas. Essa é a mensagem que a campanha traz ao público. Por meio de placas de trânsito, as peças mostram que os símbolos ali expostos estão sempre relacionados com pessoas. Mostra ainda que quem é responsável pela redução dos acidentes somos nós, os cidadãos. Nós somos o trânsito.


Para o presidente da Anfavea, Antonio Megale, é essencial conscientizar toda população da importância de nossas atitudes quando estamos ao volante:
“Muitas vezes não nos damos conta de que nós somos os condutores da vida no trânsito. Não percebemos como nossas ações podem ser cruciais para que um acidente não ocorra. A campanha tem este objetivo. Temos que deixar claro que enquanto não repensarmos nosso papel como motoristas, estas imprudências e sequelas não diminuirão”.


Segundo dados do Departamento de Informática do SUS, Datasus, mais de 38 mil pessoas são vítimas fatais do trânsito todo ano no Brasil.

Os números são ainda mais impactantes:
4 crianças morrem por dia no trânsito
Mais de 6,9 mil pedestres morrem em um ano
Mais de 12 mil motociclistas sofrem acidentes todo ano
A cada minuto uma vítima fica sequelada no trânsito
Idosos são as principais vítimas de atropelamento no Brasil
1,3 mil ciclistas morrem todo ano
105 pessoas por dia se tornam vítimas fatais no País


O diretor-presidente do Observatório, José Aurélio Ramalho, lembra que cada um pode fazer sua parte para um trânsito mais seguro:
“Uma pessoa morre a cada 12 minutos em acidentes de trânsito no Brasil. Essa é uma triste estatística que precisamos mudar. São muitas vidas perdidas e afetadas por um acidente de trânsito. Isso sem contar os milhares de sequelados que impactam negativamente, não somente a sua vida pessoal, mas a de familiares e amigos. São muitos aspectos negativos para quem se envolve num acidente. Se cada um fizer a sua parte por um trânsito mais seguro, poderemos reverter esse triste quadro”.

12:22 · 20.04.2018 / atualizado às 15:43 · 20.04.2018 por

Medida contribui para a redução da violência no trânsito que, apenas no ano passado, gerou mais de 383 mil indenizações a vítimas de acidentes no Brasil


Começam a valer a partir desta quinta-feira (19/04) as mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que endurecem as regras da Lei Seca. Sancionada em dezembro, a Lei 13.546/2017 prevê o aumento de pena de homicídio culposo cometido por motorista sob efeito de álcool ou drogas. A pena, que antes era de dois a quatro anos, passa a ser de cinco a oito anos. A alteração surge como mais uma importante medida na busca pela redução da violência do trânsito brasileiro. Dados do Seguro DPVAT mostram que, apenas no ano passado, mais de 383 mil indenizações foram pagas a vítimas de acidentes no país. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil ocupa o quinto lugar no ranking de países com maior índice de acidentes de trânsito em todo o mundo.
Ainda de acordo com os números da Seguradora Líder, que administra o Seguro DPVAT, em 2017, foram pagas 41.151 indenizações por morte e 284.191 por invalidez permanente às vítimas. Neste ano (de janeiro a março), o seguro já registrou o pagamento de 87.508 indenizações. A motocicleta aparece como responsável pela maior parte das indenizações, embora represente apenas 27% da frota nacional de veículos, segundo dados do Denatran. Para se ter ideia, neste trimestre, 76% (66.201) dos casos foram envolvendo motos.
Quanto ao perfil da vítima, a maioria é formada por homens (média de 75%), com idades entre 18 e 34 anos. Ao avaliar os números de cada estado, a região Nordeste lidera o ranking de indenizações pagas pelo Seguro DPVAT, apesar de sua frota ser a terceira maior do país (17% dos veículos). Segundo o Denatran, hoje o Brasil conta com uma frota de mais de 94,3 milhões de veículos.

09:11 · 24.02.2018 / atualizado às 13:13 · 23.02.2018 por

Boletim Técnico, desenvolvido pelo CESVI/MAPFRE (Centro de Experimentação e Segurança Viária) sobre sinalização do trânsito, confira arte abaixo

04:45 · 13.02.2018 / atualizado às 12:50 · 09.02.2018 por

A CNH Digital estará disponível aos motoristas do Ceará depois do Carnaval. Você já sabe como conseguir a sua? A obrigatoriedade de todos os estados oferecerem a versão da CNH Digital foi prorrogada para 1º de julho, mas alguns motoristas já podem usufruir da versão eletrônica. Veja mais informações sobre essa novidade


1. Em quais estados é possível obter a versão digital?
O serviço já está disponível em 19 estados: Acre, Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.
2. Como solicitar a CNH Digital?
A primeira coisa a ser feita, é pesquisar a disponibilidade em seu estado. Se houver, é possível solicitar de duas maneiras: realizando o cadastro no site do Denatran e finalizando o processo pessoalmente em um local de atendimento do Detran ou fazendo todo o processo no site. Porém, é preciso ter Certificado Digital para isso e o motivo é simples: “O Certificado Digital identifica inequivocamente no meio eletrônico, garantindo a autenticidade das informações, por isso ele é exigido nesse e em demais processos em que a garantia da identidade é imprescindível”, explica Leonardo Gonçalves, diretor de Varejo e Canais da Certisign, Autoridade Certificadora e especialista em Identificação Digital.
3. Vale investir no Certificado para solicitar a CNH Digital?
O investimento é válido, uma vez que o Certificado Digital pode ser usado em outras aplicações(são mais de duas mil) e tem valores acessíveis – por exemplo, o Certificado Digital e-CPFpode ser adquirido por menos de R$ 1 por dia na Certisign. No caso específico da CNH Digital, o motorista deve fazer a conta de quanto vale a hora do dia dele e a comodidade de poder realizar o processo on-line, sem se preocupar com o trânsito e filas.
4. Todo motorista pode solicitar a CNH Digital?
Não. É preciso ter a versão impressa da CNH com QR Code,que começou a ser emitida em maio de 2017.
5. Há algum custo para requisitar a versão digital?
Segundo informações do Portal de Serviços do Denatran, a cobrança de possíveis taxas para emissão da versão eletrônica fica a cargo dos DETRANs de cada estado.
6. A CNH Digital é segura?
Sim, pois possuí elementos de segurança iguais aos da versão impressa, como o QR Code. Além disso, a nova versão é assinada digitalmente por um Certificado Digital ICP-Brasil do Detran e exige o cadastro presencial ou o uso do Certificado Digital do titular e senhas de acesso – forte, para a atualização cadastral no Portal de Serviços do Denatran, e simples, para a visualização e exportação das informações.
Sobre a Certisign
A Certisign é a Autoridade Certificadora líder da América Latina e especialista em Identificação Digital. Com mais de 1.800 locais de atendimento por todo o Brasil, ao longo dos seus 21 anos, já emitiu mais de 10 milhões de Certificados Digitais, possui em seu portfólio de clientes as companhias mais representativas do País e está entre as empresas mais inovadoras do Brasil, de acordo com as pesquisas “Inovação Brasil 2016”, da Strategy& – consultoria estratégica do Network PwC-, e “50 Empresas Mais Inovadoras do País”, da DOM StrategyPartners. Para mais informações acesse: www.certisign.com.br.

12:54 · 09.02.2018 / atualizado às 13:10 · 09.02.2018 por

Aproximadamente, 1 em cada 4 motoristas brasileiros admite dirigir, ainda que raramente, após consumir bebida alcoólica, aponta a pesquisa de comportamento no trânsito realizada pela Arteris, uma das maiores companhias de concessões rodoviárias do País


“Esse comportamento imprudente dos motoristas é ainda mais comum durante o Carnaval, período mais festivo para muitos brasileiros. Infelizmente, a tolerância dos usuários para algumas infrações de trânsito aumenta nestas datas comemorativas, como o consumo de bebida alcoólica antes de dirigir e uso do celular ao volante”, afirma Elvis Granzotti, gerente de Operações da Arteris.

Por conta disso, durante a Operação de Carnaval, que se iniciará nesta quinta-feira, dia 08, e seguirá até a quarta-feira, 14 de fevereiro, o Grupo Arteris promoverá campanha de conscientização “Neste Carnaval, seja um super-herói. Você tem o poder de evitar acidentes”. Estão previstas ações educativas nas praças de pedágio das rodovias, em bloquinhos de carnaval de cidades dos trechos sob concessão da companhia e pela internet.

Máscaras com mensagens de conscientização serão distribuídas em blocos carnavalescos de Ribeirão Preto (SP), Niterói (RJ), Florianópolis (SC) e Belo Horizonte (MG) e peças de comunicação eletrônicas serão divulgadas nas redes sociais da Arteris e das concessionárias, com mensagens que reforçam a segurança no trânsito por meio do slogan “Entre para o #blocodaseguranca”. E-mail marketing, banners em sites de interesse entre outros materiais reforçarão a campanha.

Além disso, frases de efeito serão utilizadas durante todo o feriado nos Painéis de Mensagens Variáveis (PMVs) das rodovias, como “Viva o bloco da segurança”, “Não use celular ao volante” e “Se beber, não dirija”.

Imagens como essa poderiam ser evitadas se a prudência fosse constante no trânsito

A Arteris também reforçará as equipes de atendimento aos usuários durante o período, com reposicionamento de viaturas operacionais e reforço no efetivo para prestar atendimento rápido e eficiente ao usuário.

O movimento “Neste Carnaval, seja um super-herói. Você tem o poder de evitar acidentes” está alinhado com a campanha #Carnavalnãoédesculpa do Governo Federal, Ministérios do Transporte, Cidades e Saúde e da Polícia Rodoviária Federal.

Pesquisa de comportamento Arteris

Ao se analisar o levantamento feito pela Arteris, com mais de mil motoristas em todo o território brasileiro, as razões que levam as pessoas a conduzirem os seus veículos depois de consumirem bebidas alcoólicas são curiosas e críticas.

Por exemplo, 26,3% dos entrevistados admite dirigir, ainda que raramente, após consumo de álcool por estar sozinho ou ser o único que dirige. Outros 20,9% deste público argumenta que a quantidade de álcool consumida não altera sua condição de dirigir. A famosa desculpa: “estou bem, não bebi tanto”. Por fim, 13,9% dos entrevistados afirma dirigir após consumo de bebida alcoólica quando os trajetos são curtos, achando que isso reduz as chances de acidentes.

Os motivos alegados para a direção sob efeito do álcool são: Falta de opção de transporte (7,8%), Falta de planejamento (5,4%), Imprudência (5,3%), Hábito (2%) e Comodidade (1,6%). Outros motivos somaram 0,7%.

Entre 26 e 30 anos, 29,5% dos entrevistados confessam que mesmo que raramente, dirige após consumir bebida alcoólica. E o Sudeste é a região que tem a maior tolerância com a infração: 31,3% entrevistados do Sudeste confessam que mesmo que raramente, dirige após consumir bebida alcoólica.

Carnaval 2017

Os dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) corroboram com necessidade de atenção redobrada no período. A PRF registrou 1.696 acidentes de trânsito durante o carnaval 2017, sendo 323 acidentes graves e 140 mortes. Foram fiscalizadas 222.801 pessoas em 205.137 veículos, 98.920 testes por etilômetro que resultaram em 2.019 pessoas multadas e 214 presos; 108.267 motoristas flagrados trafegando acima da velocidade máxima; quase 12 mil registros de ultrapassagens indevidas e quase seis mil pela falta do cinto de segurança.

15:52 · 16.01.2018 / atualizado às 15:52 · 16.01.2018 por

A partir do próximo mês, todos os estados brasileiros devem estar obrigatoriamente aptos a disponibilizar a Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e). A resolução, que foi publicada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) em agosto do ano passado, afirma que o documento digital terá o mesmo valor jurídico da versão impressa, que continuará sendo emitida.
O novo formato do documento funcionará como um aplicativo de celular e estará disponível nas lojas oficiais da Apple e do Google (para aparelhos Android)


De acordo com Rodrigo Mourad, sócio da Cobli – startup especializada em controle de frotas, telemetria e roteirização – o novo modelo trará diversas vantagens. “Além da economia de papel, os condutores mais esquecidos também terão uma boa economia no bolso, já que a multa para quem dirige sem o documento é de R$ 88,38. Donos de empresas que possuem frotas também terão mais tranquilidade na operação, sem a preocupação de ter o veículo da empresa retido até a apresentação do certificado”, diz Rodrigo.
Como obter a CNH-e?
A CNH-e só poderá ser solicitada por quem já possui o documento com o QR-Code, um código que possibilita a leitura das informações por aparelhos eletrônicos que já está fixado no verso de carteiras impressas desde maio do ano passado.
Os demais condutores terão acesso à CNH-e quando renovarem o documento.
Após baixar o aplicativo, o motorista terá que escolher entre usar um certificado digital (pago), que permitirá fazer todo o processo pela internet, ou procurar um posto do Detran para se cadastrar.
Também será necessário fazer um cadastro no Portal de Serviços do Denatran. Depois disso, o condutor deve realizar o “login” no aparelho em que desejar utilizar a CNH digital. No primeiro acesso, será necessário criar um PIN de segurança. Somente esse código possibilitará acesso às informações. Todos os dados serão criptografados, para garantir a segurança.
Ainda não há definição com relação ao custo do documento digital, já que esta determinação fica a cargo Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans).

05:06 · 30.12.2017 / atualizado às 15:10 · 28.12.2017 por

Apesar da presença cada vez maior de alguns dispositivos de segurança nos veículos nacionais como o Programa Eletrônico de Estabilidade (ESP), a maioria dos brasileiros ainda desconhece a real efetividade desses componentes na preservação da vida. O Sistema Antibloqueio de Frenagem (ABS) e Airbag, por exemplo, que passaram a ser itens obrigatórios desde 2014, fazem muita diferença numa situação de emergência

Airbag só será efetivo, em caso de colisão, se os ocupantes estiverem com cinto de segurança

Enquanto o ABS tem a intenção de evitar um acidente (segurança ativa), os airbags ajudam a minimizar as consequências (segurança passiva) quando os acidentes são inevitáveis. Os airbags formam, em associação ao cinto de segurança, uma parte elementar do conceito moderno de segurança oferecendo mais proteção para cabeça, pescoço e peito dos ocupantes.
Ao contrário do cinto, que fixa somente à pélvis e os membros superiores do corpo, os airbags servem de apoio para a cabeça. Para tanto, é importante que o carro tenha uma boa estrutura de absorção tanto frontal quanto lateral.
Atualmente, a lei brasileira exige que os carros tenham apenas o dispositivo frontal, mas caso o veículo queira receber pontuação máxima no quesito de segurança veicular é necessário ter uma infraestrutura reforçada na lateral e os airbags laterais para o corpo e cabeça são a solução mais adotada atualmente. Desde 2016, os protocolos de avaliação da Latin NCap tornaram-se mais exigentes e também passaram avaliar a colisão lateral contra poste.

Dispositivos formam o que há de mais moderno em segurança passiva

A importância do airbag
A principal função do airbag é oferecer proteção para a cabeça, pescoço e peito dos ocupantes, mas é importante estar atento algumas condições. Um banco de couro, por exemplo, pode ser mais bonito e confortável, mas carros com airbags laterais instalados nos bancos não devem ter o seu tecido original modificado. Este cuidado é importante, pois na região onde o dispositivo é inflado há uma costura especialmente desenvolvida e até perfuração a laser que permite a correta atuação do airbag em caso de colisões laterais.
Outra informação relevante é que o efeito otimizado dos airbags somente será alcançado em combinação com o cinto de segurança, ou seja, caso o motorista ou o passageiro não estejam com o cinto no momento da colisão, o airbag não terá a finalidade prevista. Também vale ressaltar que o passageiro nunca deve colocar os pés sobre o painel, visto que essa medida visa coibir que as pernas sejam arremessadas contra a própria pessoa em caso de colisão.

Carros com airbag lateral no banco devem manter o tecido original

Também é importante que não sejam colocados objetos, como GPS ou celulares, nos locais indicados com a sigla “airbag” uma vez que os mesmos, em caso de abertura do sistema, podem ser arremessados contra os ocupantes do veículo. O mesmo vale para bolsas e objetos no colo do passageiro.

15:17 · 26.12.2017 / atualizado às 15:18 · 26.12.2017 por

Habilitação de plástico e com chip é mais uma novidade em um processo que conta, por exemplo, com o simulador de direção e aulas mais modernas
O brasileiro que deseja habilitar-se para dirigir vem acompanhando importantes mudanças nesse processo ao longo dos últimos anos.  No último dia 23 de dezembro foi celebrado o Dia da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e as atualizações anunciadas no formato do documento no início deste mês – que será de plástico e trará um chip – são apenas algumas delas. Isso porque, no caminho para obtê-la, evoluções também ocorreram em cada uma das etapas. A começar pelo estágio teórico, que hoje pode contar com aulas mais interativas e com elementos digitais, tornando-se mais atraentes aos alunos, chegando até o momento pré-prático, com tecnologia de ponta utilizada em todo o Brasil com o simulador de direção veicular.
De acordo com o Governo Federal, a transformação da CNH facilitará a fiscalização, podendo ser feita usando um celular, por exemplo. Os órgãos de trânsito terão até 1º janeiro de 2019 para adequar seus sistemas e emitir o novo documento.
“Estamos acompanhando um momento de transformação na formação do motorista brasileiro. Depois de termos o simulador de direção, o monitoramento por câmeras nas aulas práticas, a tecnologia já levada ao processo de habilitação, não poderíamos deixar a CNH em si de fora. Com isso, esse modelo é uma proposta de inovação. Quem ganha é a sociedade, pois passa a ter condutores com uma preparação mais eficiente e um modelo de documento alinhado ao que há de mais moderno”, comentou a especialista em segurança e educação no trânsito, Roberta Torres. Segundo dados da Associação Nacional dos Detrans (AND), o Brasil tem cerca de 60 milhões de motoristas.
CNH Digital
Antes mesmo do anúncio da nova CNH de plástico e com chip, Goiás e Distrito Federal são dois exemplos que aderiram ao formato digital do documento. O modelo traz um QR Code para acessar as informações do condutor– o que é possível via celular.
Sobre a ProSimulador
A ProSimulador faz parte do Grupo Tecnowise, que atua há 30 anos no mercado de tecnologia, infraestrutura e desenvolvimento de soluções para os segmentos de trânsito, veículos, simulação e mobilidade humana, e é responsável pela produção de equipamentos de simulação, como os simuladores de direção veicular. A empresa integra a Associação Nacional de Fabricantes de Simuladores Profissionais (ANFASP) e é apoiadora do Movimento Paulista de Segurança no Trânsito – programa do Governo do Estado de São Paulo que busca reduzir pela metade o número de vítimas nos acidentes de trânsito no estado até 2020 – e do Observatório Nacional de Segurança Viária.