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02:33 · 18.06.2018 / atualizado às 20:35 · 17.06.2018 por

Trocar de veículo não é uma tarefa simples e instantânea. A desvalorização do veículo, as constantes manutenções ou até mesmo o valor sentimental e apego pelo companheiro de estrada, são fatores que devem ser levados em conta na hora de pensar em colocar um novo carro na garagem

 

Mas como saber se chegou o momento de iniciar as pesquisas e consultas pelo carro novo? O Superintendente Comercial da Allianz Automotive Região Américas, Ricardo Sardagna, mostra alguns pontos comuns que devem ser avaliados e que podem ajudar o motorista nessa tomada de decisão.
Alta quilometragem
A quilometragem e a idade do carro podem ser os principais fatores de influência sobre os custos de manutenção e desvalorização do bem. Por mais revisões que o motorista faça, alguns desgastes podem ser irreversíveis. Ricardo Sardagna comenta: “À medida que o carro aumenta sua rodagem, as revisões programadas ficam ainda mais caras. Esse impacto começa a ser sentido a partir dos 40 mil quilômetros rodados. Esse pode ser um bom momento para começar a olhar um novo veículo”.
Os veículos mais modernos são capazes de atingir altas quilometragens sem grandes perdas de eficiência, mas Sardagna alerta: “É fundamental que as manutenções estejam sempre em dia, do contrário, o veículo será depreciado pelo mercado e a dificuldade de vendê-lo será maior. A existência de amassados, danos na pintura ou no interior do veículo, também prejudicam o seu valor”.

Depois de escolher o usado de sua preferência, examine com calma a parte mecânica do carro

Manutenções recorrentes
Se a visita à oficina mecânica se tornar frequente, isso pode ser um ponto de atenção. “É importante checar o real motivo das falhas. Há casos em que o veículo para por conta do uso de combustível adulterado ou até mesmo por defeito crônico do modelo, como falhas no câmbio ou barulho na suspensão. Nestas situações, mudar de fornecedor e verificar os trâmites com a revenda autorizada são as melhores opções”, comenta Sardagna.

Pneus novos ou seminovos valorizam na hora da venda

Tempo de uso
Outro bom indicador para saber se é hora de passar o carro para frente é o tempo de uso. “Em média, o consumidor brasileiro troca de carro a cada dois anos, um prazo inferior a países como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Espanha. Eu diria que a partir do terceiro ano de uso, ou aproximadamente 50 mil quilômetros rodados, é preciso ter mais atenção ao avaliar o custo das manutenções futuras em relação ao valor do veículo”, ressalta o executivo.
Planejamento financeiro
A troca do carro não deve ser feita em um momento de impulso. “O motorista deve avaliar seu momento financeiro e estar pronto para os novos gastos que a novidade trará, como licenciamento, um segundo IPVA no mesmo ano e emplacamento. É necessário ter uma avaliação cuidadosa em relação às taxas de juros e o custo efetivo total”, finaliza Sardagna.

05:40 · 18.02.2018 / atualizado às 14:46 · 16.02.2018 por

As férias escolares acabaram e o Carnaval já passou. Porém, mesmo com a volta à rotina do dia a dia é necessário não se esquecer da importância de manter a pintura do veículo conservada. Para ajudar a preservar o brilho e a cor original, o Supervisor de Desenvolvimento da PPG, Ricardo Vetorazzi, dá dicas de como manter tudo em ordem

Esportivo Dodge Dart com pintura fosca

Confira a seguir os detalhes:
Lavagem
“Ao realizar a lavagem em casa, use um sabão de pH neutro. Não utilize gasolina, álcool ou outros solventes na superfície pintada”, alerta Vetorazzi. No caso de eventual queda do sabão, lembra o especialista, é importante lavar a área afetada imediatamente com água. Também é importante secar o carro para evitar o acúmulo de novas sujeiras e manchas na pintura.
Outro cuidado relevante é evitar a utilização de métodos automáticos, caso o veículo esteja recém-pintado. É recomendável recorrer ao método somente 30 dias após o serviço. A mesma lógica vale para a aplicação de cera, mas neste caso depois de 90 dias.


Materiais utilizados
Produtos que utilizam água como base e os de alto sólidos garantem uma durabilidade superior aos convencionais de mercado.
O especialista pondera que o conhecimento do profissional na preparação e aplicação dos produtos é essencial. O ideal é que ele seja qualificado para fazer o melhor uso de um produto com desempenho superior. Boas práticas e conservação da limpeza do ambiente também contribuem para a prolongação da vida-útil da pintura ou repintura.

Um Fiat 500 Barbie, com pintura especial

Evitar maus hábitos
Ainda sobre a vida-útil da pintura e repintura, Vetorazzi afirma que uma boa maneira de preservá-la é não exagerar nos polimentos. Segundo ele, a frequência deles não ajuda tanto na conservação da pintura ou repintura, quanto se imagina. E ainda garante: estes cuidados valem para veículos de todas as cores, inclusive brancos.
“Apesar de, atualmente, as tecnologias de aplicação original serem iguais, a montadora varia a cor do carro, utilizando o mesmo verniz como camada de proteção final da cor, o que nem sempre assegura sua durabilidade”, explica o especialista.
Ele destaca que, caso ocorra algum problema na pintura do veículo, o proprietário deve procurar um profissional qualificado, que fará uma avaliação do reparo que deverá ser feito. Muitas vezes, o reparo é um simples polimento e em outros é necessário remover a tinta e o tratamento começar na chapa do carro.

01:49 · 01.01.2018 / atualizado às 15:54 · 28.12.2017 por

Um automóvel em bom estado vale mais. Saiba como, seja na direção ou manutenção, deixar seu veículo bem cuidado

 


Ano novo, carro novo? Esse é o plano de muitos condutores brasileiros para 2018. Mas, na hora de fazer as contas, nem sempre parece possível. Por isso vale a pena se atentar a alguns cuidados simples, seja na direção ou manutenção, que podem manter o veículo em melhor forma e valendo mais na hora da venda ou troca. Confira algumas dicas.

Manutenção em dia do veículo e alguns cuidados farão a diferença na hora de vender no mercado de seminovos

Manual e revisões
Nem todo mundo se atenta as valiosas informações disponibilizadas no manual do veículo, mas ele é extremamente importante para o uso e manutenção adequada, que fazem toda a diferença no momento da venda ou troca. “As recomendações apontadas pelas montadoras são vitais para que, por exemplo, o motorista respeite o momento de revisar ou trocar determinadas partes e fluídos”, explica Leandro Richter, a frente do Varejo da DPaschoal, rede de serviços automotivos nacional. “Outra dica importante são as revisões, sejam as programadas pela montadora, para manter a garantia de fábrica, ou as do dia a dia – antes de pegar a estrada, por exemplo”.

Calibrar semanalmente o pneu é fundamental

Pneus calibrados
Cuidar das rodas precisa ser rotineiro e periódico. Se programe para calibrar, se atentando a pressão recomendada pelo fabricante, pelo menos a cada duas semanas e sem se esquecer do estepe. “É importante ficar atento ao aparecimento de rasurar ou ao desgaste irregular dos pneus também. Isso pode indicar problemas na suspensão ou no alinhamento”, destaca Leandro. Falando em alinhamento, balanceamento e suspensão – se atente a esses detalhes também. Além de respeitar as recomendações da montadora, tente realizar uma revisão de segurança quando notar irregularidades como o carro puxando para um lado, ou vibrações no volante.

Filtro de óleo

Troca de filtros e fluídos
Economizar ou retardar a substituição desses itens não é uma boa ideia, ao contrário do que muita gente recomenda. Segundo Richter, se os filtros e fluídos necessários ao bom funcionamento do veículo não forem trocados dentro do prazo previsto, podem gerar imensos prejuízos. “A lubrificação inexistente ou comprometida tende a diminuir o desempenho do veículo, além de aumentar o consumo de combustível. Outro perigo, ainda mais sério, é fundir o motor e ter de gastar uma fortuna para trocá-lo”. Portanto, siga a recomendação de fábrica e cheque, trocando quando necessário, os fluídos e filtros.
Óleo de qualidade
Um lubrificante de qualidade inferior ou duvidosa por colocar em risco o motor do seu veículo, afetando ou anulando completamente seu desempenho. “Se a montadora sugerir o uso de óleos sintéticos, é recomendável que o dono do carro invista um pouco mais no momento da troca”. Um conselho para quem está em busca de melhor custo-benefício é se atentar aos óleos modernos e de boa qualidade – a maioria não precisa de aditivos para desempenhar bem sua função.


Suavidade nos primeiros quilômetros
Se o carro é zero, especialistas recomendam que a direção nos primeiros 1.500 km seja feita com mais parcimônia. Ou seja, sem pisar demais nas primeiras semanas. “Isso garante um funcionamento mais adequado do motor, bem como a troca das marchas, que pode ser antecipada um pouco, de forma a não ultrapassar os 3.500 rpm”, recomenda Leandro.
Benefícios, diferenciais e uma oficina de confiança
Investir e cuidar de um veículo é muito mais fácil e econômico quando as revisões e manutenções são feitas num lugar adequado

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