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Categoria: Volkswagen


12:41 · 05.10.2018 / atualizado às 12:41 · 05.10.2018 por

T-Cross já está em fase final de testes e avaliações no Brasil. O modelo vai redesenhar o mundo dos SUVs no mercado brasileiro, com dimensões compactas e construção inteligente. A estreia mundial oficial do T-Cross ocorrerá ainda no segundo semestre deste ano. Enquanto esperamos até lá, a Volkswagen revela os primeiros detalhes deste SUV, que está quase pronto para a produção em série; será um dos destaques do estande da marca no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro


O T-Cross será produzido em São José dos Pinhais (PR) – para isso, a fábrica recebeu R$ 2 bilhões em investimentos – e faz parte dos cinco SUVs completamente novos a serem lançados na região até 2020.
Fabricado sobre a Estratégia Modular MQB, o T-Cross se destacará por seu comportamento dinâmico, pela cabine espaçosa e confortável, eficiente gama de motores e avançados recursos de tecnologia, conectividade e segurança, com muitos sistemas de auxílio à condução.
“Prático, descolado, intuitivo e seguro”. Essas são as quatro principais características do T-Cross: “Prático” – mais espaço e flexibilidade; “Descolado” – design marcante e personalização; “Intuitivo” – digital e conectado; “Seguro” – um dos automóveis mais seguros do seu segmento.
O T-Cross mede 4.199 mm de comprimento e 1.568 mm de altura (10 mm mais alto que o T-Cross europeu). A distância entre os eixos do modelo que será produzido no Brasil é a maior do segmento: 2.651 mm (88 mm a mais do que a distância entre-eixos do T-Cross europeu). Sendo assim, o T-Cross é consideravelmente maior do que o Polo, cujas dimensões são: 4.057 mm de comprimento, 1.468 mm de altura e 2.565 mm de entre-eixos.
O T-Cross terá duas opções de motores TSI, que combinam injeção direta de combustível e turbocompressor para entregar alta eficiência energética e prazer ao dirigir.
O motor 200 TSI Total Flex desenvolve potência de até 128 cv (94 kW) com etanol. Já o motor 250 TSI Total Flex gera potência de até 150 cv (110 kW).
“Prático”: O novo SUV oferece espaço surpreendente na cabine. Um dos elementos responsáveis por isso é a Estratégia Modular MQB – que permite grande flexibilidade de construção graças aos parâmetros variáveis (entre eles, a distância entre-eixos e as bitolas).


A Estratégia Modular MQB também inverte a tendência de “ganho de peso” que pode ocorrer com os veículos conforme são adicionados novos recursos de assistência ou conforto: quase todas as peças são otimizadas em sua construção, ou feitas de diferentes composições de materiais, e, portanto, são significativamente mais leves.
Os veículos produzidos na Estratégia Modular MQB apresentam grandes reduções de peso – sem comprometer a segurança ou o conforto de condução. Powertrain perde peso graças ao uso de alumínio. Os componentes do sistema elétrico do veículo também pesam menos. A seleção de material inteligente e a construção melhorada colaboram para economizar peso na área do chassi.
A capacidade do porta-malas é variável entre 373 e 420 litros. O encosto dobrável do banco do passageiro dianteiro oferece ainda mais flexibilidade. Típica de um SUV é a posição elevada dos assentos no T-Cross. O ângulo de visão elevado do T-Cross é obtido graças a uma maior altura livre do solo e ao sistema de bancos.
“Descolado”: O design é marcante. A parte dianteira destaca-se por sua altura; o design é carismático, com uma grade ampla e faróis de LED integrados. Também responsável por esta altura acentuada é a tampa do compartimento do motor. A região inferior da parte dianteira distingue-se por detalhes como os faróis de neblina inseridos de modo marcante.
Nas versões do T-Cross com faróis halógenos, a luz de condução diurna é integrada no módulo dos faróis de neblina; já no caso de faróis full-LED, a luz de condução diurna encontra-se acima, na carcaça do farol.
Nas laterais, uma linha característica acentuada divide os espaços. Atrás, ela forma uma seção dos ombros impactante, e assinala na traseira um novo elemento de design da Volkswagen: a faixa de refletores estendida transversalmente na parte traseira e emoldurada por um painel preto.
Coberturas para o painel integram o estilo jovial e as oito cores do exterior (opcionalmente também bicolor) combinadas ao interior do veículo projetado de forma explicitamente generosa para esta classe.
A música do smartphone ou dos serviços de streaming pode ser reproduzida pelo sistema de som “Beats”, com sete alto-falantes e qualidade de som premium.
“Intuitivo”: Ainda é cedo demais para revelar todos os novos detalhes técnicos do interior. Porém, já é claro: o T-Cross inclui, opcionalmente, um sistema de Infotainment com tela sensível ao toque (touchscreen) de 8 polegadas e o quadro de instrumentos totalmente digital “Active Info Display” de última geração.
Quatro entradas USB (duas na frente, duas atrás) garantem a conexão ideal e energia suficiente para os smartphones. O sistema opcional de travamento e partida “Kessy” torna o acesso ao T-Cross mais confortável, enquanto os faróis full-LED proporcionam mais eficiência luminosa e conforto ao motorista.
“Seguro”: A influência positiva da Estratégia Modular MQB revela-se em todas as áreas do T-Cross. Graças à MQB, o SUV já entrará na concorrência como um dos veículos mais seguros de sua classe – o que é garantido pela utilização de aços de ultra-alta resistência e conformados a quente, pelos seis airbags (dianteiros, laterais e do tipo “cortina”) e uma gama especialmente ampla de sistemas de assistência.
Além de sensores dianteiro e traseiro para estacionamento, o T-Cross também poderá ser equipado com o sistema “Park Assist 3.0”, que permite o estacionamento autônomo em vagas paralelas e transversais – e agora com a função de freio de manobra.
Entre os outros sistemas de assistência estão o sistema de “Frenagem Automática Pós-Colisão” (aciona automaticamente os freios do veículo em caso de acidente) e o “Detector de fadiga” (detecta a perda de concentração do motorista e o sistema recomenda uma pausa para descanso).
Além disso, o T-Cross poderá ser equipado com “Seletor do perfil de condução”, para o motorista ajustar a experiência de direção entre os modos normal, ecológico, esportivo ou individual.
Todas as versões serão equipadas de série com ESC – Controle eletrônico de estabilidade. Esse sistema reconhece um estágio inicial de que uma situação de rodagem crítica está para acontecer. Compara os comandos do motorista com as reações do veículo a esse comando. Se necessário, o sistema reduz o torque do motor e freia uma ou várias rodas até atingir a condição de estabilidade.

12:45 · 24.09.2018 / atualizado às 12:45 · 24.09.2018 por

A Volkswagen passa a vender no início de outubro o Jetta 2019. Produzido sobre a plataforma modular MQB, o carro entrou em sua sétima geração. Vem do México em duas versões, Comfortline (R$ 109.990) e R-Line (R$ 119.990)

Ambas as versões utilizam o motor 250 TSI flex, um 1.4 turbo com 150 cavalos produzido em São Carlos (SP). O câmbio automático de seis marchas também é o mesmo para os dois. O público-alvo do carro é 90% masculino, com média etária de 46 anos e renda mensal de aproximadamente R$ 20 mil, ou seja, o “tiozão” que prefere a agilidade dos sedãs à posição elevada de dirigir dos SUVs. Em sua faixa de preço o Volkswagen vai brigar com as versões mais completas do Toyota Corolla, do Honda Civic e do Chevrolet Cruze.

Durante o ano de 2019, a estimativa do presidente e CEO da Volkswagen para o Brasil e América do Sul, Pablo Di Si, é vender cerca de 15 mil unidades se nada muito diferente ocorrer com a economia do País. É pouco quando se considera que o Cruze, terceiro sedã médio mais vendido, já teve 13 mil emplacamentos até agosto de 2018 e o Corolla, o líder, passou das 38 mil.
Como ficou a nova geração
O novo Jetta ficou um pouquinho que o da sexta geração. Mede agora 4,7 metros (4,3 centímetros a mais). A distância entre eixos aumentou em quase 4 centímetros e passou a 2,69 metros. Com isso melhorou o conforto no banco traseiro. O porta-malas tem a mesma capacidade, 510 litros. De acordo com a Volkswagen ele acelera de zero a 100 km/h em 8,9 segundos e atinge 210 de velocidade máxima.
Desde a versão Comfortline o Jetta tem controles eletrônicos de tração e estabilidade, seis airbags e recebe rodas de liga leve de 17 polegadas, ar-condicionado digital com duas zonas distintas de temperatura, iluminação ambiente com dez cores possíveis, revestimento dos bancos com couro sintético, volante multifuncional, chave presencial, botão de partida, sistema Start-Stop (que desliga e religa o motor em tráfego congestionado para economizar combustível), central multimídia compatível com Android Auto, Apple Car Play, Mirrorlink e recebe tela colorida sensível ao toque.


A partir de um aplicativo é possível controlar o sistema multimídia pelo smartphone ou tablet. Tanto as lanternas traseiras como os faróis principais usam LEDs. Câmera de ré, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, freio de estacionamento eletromecânico, assistente de partida em rampa, vidros, travas e retrovisores com acionamento elétrico e seletor para o tipo de condução (mais econômico ou esportivo) também são de série.
A versão R-Line recebe detalhes de acabamento diferenciados, mais ACC (capaz de controlar a distância do veículo à frente em estradas, freando e reacelerando), painel digital ativo (que permite substituir por mapas ou outras informações a imagem do velocímetro e do conta-giros), detector de fadiga, que alerta o motorista ao perceber indícios de sonolência, comutador automático de farol alto/baixo e Front Assist com função Emergency Brake.
Este último usa um sensor por radar instalado na dianteira que monitora o tempo todo a distância dos veículos que estão à frente. O Front Assist ajuda o motorista em situações críticas, pré-condicionando o sistema de freios e alertando o condutor por sinais (visual ou sonoro) ou por um breve solavanco em um segundo estágio. Caso o motorista não freie forte o suficiente, o sistema automaticamente gera força de frenagem para tentar evitar a colisão. O teto solar é um item opcional tanto para o Comfortline como para o R-Line e eleva o valor em R$ 4.990.

08:43 · 20.08.2018 / atualizado às 21:48 · 19.08.2018 por

O novo T-Cross já está esquentando os motores para o lançamento. Dimensões de SUV e uma construção inteligente. Compatível com o uso na cidade, preparado para as pequenas e grandes aventuras da selva urbana e além. A estreia mundial oficial do T-Cross acontecerá no segundo semestre deste ano

Enquanto isso, a Volkswagen revela os primeiros detalhes deste SUV, que está quase pronto para a produção em série. Com este novo modelo, a Volkswagen irá expandir a gama de Sport Utility Vehicles (SUV). T-Cross, Tiguan Allspace e Touareg – estes são, até agora, os formatos de SUV da marca no Brasil. O T-Cross possui um design carismático, sempre com tração dianteira, conceito funcional e configurações personalizáveis. O T-Cross oferece mais, sem precisar ser mais caro por isso.
“Prático, descolado, intuitivo e seguro”. Essas são as quatro principais características do T-Cross: “Prático” – mais espaço e flexibilidade; “Descolado” – design marcante e personalização; “Intuitivo” – digital e conectado; “Seguro” – um dos automóveis mais seguros do seu segmento. O novo SUV da Volkswagen, que será produzido na fábrica de São José dos Pinhais (PR), mede 4.192 mm de comprimento e 1.568 mm de altura (10 mm mais alto que o T-Cross europeu). A distância entre eixos do modelo que será produzido no Brasil é a maior do segmento: 2.649 mm (86 mm a mais do que a distância entre-eixos do T-Cross europeu). Sendo assim, o T-Cross é consideravelmente maior do que o Novo Polo.

O T-Cross e o Novo Polo agregam variedade ao segmento, fragmentado em dois tipos de veículos independentes. Esta fragmentação torna a oferta mais variada e a mobilidade mais rica em experiências. O T-Cross demonstra isso – um SUV prático e, ao mesmo tempo, estiloso, com uma condução intuitiva e segura. Equipada com rodas de até 17 polegadas, a gama T-Cross dispõe de duas opções de motores com turbocompressor e injeção direta de combustível. O motor 1.0 TSI Total Flex atinge uma potência de até 128 cv (94 kW) com etanol. Já o motor 1.4 TSI Total Flex gera uma potência de até 150 cv (110 kW), também com etanol.


“Prático.” O novo SUV oferece um espaço surpreendente. Um dos elementos responsáveis por isso é a Estratégia Modular MQB. Esta base inovadora puxa o eixo dianteiro bastante para a frente, garantindo uma distância adicional entre os eixos, maior espaço interno e volume de carga. Assim, a capacidade do porta-malas é excelente (390 litros). O encosto dobrável do banco do passageiro dianteiro oferece ainda mais flexibilidade. Típica de um SUV é a posição elevada dos assentos no T-Cross. O ângulo de visão elevado do T-Cross é obtido graças a uma maior altura livre do solo e ao sistema de bancos.
“Descolado.” O design é marcante. A parte dianteira destaca-se por sua altura; o design é carismático, com uma grade ampla e faróis de LED integrados. Também responsável por esta altura acentuada é a tampa do compartimento do motor. A região inferior da parte dianteira distingue-se por detalhes como os faróis de neblina inseridos de modo marcante.

Nas versões do T-Cross com faróis halógenos, a luz de condução diurna é integrada no módulo dos faróis de neblina; já no caso de faróis full-LED, a luz de condução diurna encontra-se acima, na carcaça do farol. Nas laterais, uma linha característica acentuada divide os espaços. Atrás, ela forma uma seção dos ombros impactante, e assinala na traseira um novo elemento de design da Volkswagen: a faixa de refletores estendida transversalmente na parte traseira e emoldurada por um painel preto. Dash pads integram o estilo jovial e as oito cores do exterior (opcionalmente também bicolor) com o interior do veículo projetado de forma explicitamente generosa para esta classe. A música do smartphone ou dos serviços de streaming pode ser reproduzida pelo sistema de som “Beats”, com sete alto-falantes e qualidade de som premium.
“Intuitivo.” Ainda é cedo demais para revelar todos os novos detalhes técnicos do interior. Porém, já é claro: o T-Cross inclui, opcionalmente, um sistema de Infotainment com tela sensível ao toque (touchscreen) de 8 polegadas e um cockpit digital “Active Info Display” (painel de instrumentos) de última geração. A operação é intuitiva. Quatro entradas USB (duas na frente, duas atrás) garantem a conexão ideal e energia suficiente para os smartphones. O sistema opcional de travamento e partida “Keyless Access” torna o acesso ao T-Cross mais confortável, enquanto os faróis full-LED proporcionam mais eficiência e precisão na iluminação.
Seguro

A influência positiva da Estratégia Modular MQB revela-se em todas as áreas do T-Cross. Graças à MQB, o SUV já entrará na concorrência como um dos veículos mais seguros de sua classe – o que é garantido pela alta resistência a impactos, seis airbags e uma gama especialmente ampla de sistemas de assistência. Além de sensores dianteiro e traseiro para estacionamento, o T-Cross também está equipado com o sistema “Park Assist 3.0”, que permite o estacionamento autônomo em vagas paralelas e transversais – e agora com a função de freio de manobra. Entre os outros sistemas de assistência estão o sistema de “Frenagem Automática Pós-Colisão” (aciona automaticamente os freios do veículo em caso de acidente) e o “Detector de fadiga” (detecta a perda de concentração do motorista e o sistema recomenda uma pausa para descanso). Além disso, o T-Cross poderá ser equipado com o “Seletor do perfil de condução”, para o motorista ajustar a experiência de direção entre os modos normal, ecológico, esportivo ou individual.
Uma dúzia de novos SUVs da Volkswagen entre 2016 e 2020
Com o novo T-Cross, a Volkswagen reforça sua campanha mundial de produtos SUV, iniciada em 2016 com o atual Tiguan. Em 2017, na Europa, vieram o Tiguan Allspace, com até sete assentos, e o T-Roc, mais compacto. Paralelamente, a Volkswagen lançou no mercado em 2017, no segmento acima, o Atlas, desenvolvido para os Estados Unidos, e o Teramont, seu correlato chinês – ambos com sete assentos.
O ano de 2018 começou novamente com um verdadeiro show de SUVs: em Nova York, a Volkswagen of America apresentou dois protótipos do Atlas: o Cross Sport (cinco assentos, próximo da versão de série) e o Tanoak (picape). Já na China, a Volkswagen mostrou no mesmo mês, em estreia mundial, o novo Touareg – o SUV topo de linha da marca. No contexto da estreia do Touareg, a empresa também apresentou em Pequim dois futuros SUVs para a China: o Powerful Family SUV (protótipo de um veículo versátil concebido para famílias) e o Advanced Midsize SUV (equivalente do protótipo Atlas Cross Sport).
O futuro mais distante também já revela fatos muito concretos: em 2020, chegará ao mercado europeu o primeiro SUV totalmente elétrico da Volkswagen: o I.D. CROZZ. Com a gama do T-Cross até o I.D. CROZZ, a Volkswagen oferecerá um dos maiores catálogos de SUV do mundo, cobrindo quase todos os segmentos.

15:32 · 03.07.2018 / atualizado às 15:42 · 03.07.2018 por

T-Cross vai expandir o programa de SUVs na Europa
Com espaço inovador, compartimento de passageiros oferece excelente espaço
Graças à MQB, T-Cross traz diversos sistemas de assistência de classes de veículos superiores para o segmento compacto

 

O T-Cross está pronto para inaugurar um novo formato de SUV da marca Volkswagen. Apresentado em 2016 no Salão de Genebra como um estudo antecipado, a versão de série está agora trilhando o seu caminho em direção à produção. Com o T-Cross, a Volkswagen está expandindo o portfólio de Sport Utility Vehicles, incluindo um modelo menor. “I am more than one thing” – essa é a abordagem com a introdução do T-Cross.

Assim, “more” é para ser entendido como um benefício: oferecer mais, mas sem custar mais. A World Première do novo T-Cross acontecerá no segundo semestre deste ano (outono europeu). Até lá, a Volkswagen encurtará o tempo de espera com um primeiro olhar para o futuro SUV compacto da marca.

T-Cross, T-Roc, Tiguan, Tiguan Allspace e Touareg serão agora os cinco formatos de SUVs da marca na Europa. Mas o novo T-Cross vai enriquecer também o portfólio de SUVs na China e na América do Sul. O comprimento do T-Cross europeu é de 4.107 mm, enquanto o T-Cross desenvolvido para a América do Sul mede 4.192 mm. O desenho é carismático, sempre dirigido à frente, funcionalmente conceituado e com construção inteligente. Compatível com o uso na cidade, o T-Cross é preparado para as pequenas e grandes aventuras da selva urbana.

A matriz modular transversal (MQB) possibilita um surpreendente espaço interno. A influência positiva da matriz modular transversal revela-se em todas as áreas. Assim, o T-Cross está entrando no mercado como um dos veículos mais seguros de sua classe – o que é garantido pela alta resistência a impactos e uma ampla gama de sistemas de assistência. No Brasil deve chegar até o final deste ano, mas nada oficial foi divulgado.

Jürgen Stackmann, membro do Board da Marca VW responsável por Vendas e Marketing, e Klaus Bischoff, designer chefe da Marca VW, explicam o novo T-Cross, veja o vídeo

12:45 · 06.06.2018 / atualizado às 12:45 · 06.06.2018 por

A mais nova e mais avançada versão dos motores de 1,0 litro produzidos pela Volkswagen foi escolhida por um júri internacional
O motor de alta tecnologia com catalisador de quatro vias com filtro de partículas integrado atende à norma de emissão EU 6AG

O inovador 1.0 TSI do up! GTI1 foi escolhido International Engine of the Year 2018 (Motor Internacional do Ano 2018). Em outras palavras, o motor turbo de três cilindros conquistou um dos mais prestigiosos troféus no mundo da fabricação de motores. O prêmio foi concedido por um júri internacional constituído por jornalistas especializados. Para a edição deste ano, os especialistas examinaram motores divididos em 12 categorias, com o 1.0 TSI tendo que superar uma forte competição em sua categoria de cilindrada (abaixo de 1,0 litro) para vencer.
O propulsor da Volkswagen é um motor compacto, leve e de alta tecnologia. O motor de 85 kW / 115 cv movido a gasolina é o primeiro em sua categoria combinado a um catalisador de quatro vias e instalado no up!. Ele também vem com um filtro de partículas para gasolina. O tratamento posterior dos gases de escapamento aliado a itens inovadores no interior do motor permite que a fonte de força a bordo do up! GTI atenda ao novo padrão de emissões EU 6AG (Euro 6d-TEMP).
Uma visão detalhada do motor e do sistema de controle de emissões:
A versão 1.0 TSI do up! GTI, que começou a ser vendida na Europa este ano, é o mais novo membro da linha de motores EA211. O motor premiado de 999 cm³ possui um turbocompressor com válvula de alívio (wastegate), coletor de admissão com intercooler integrado e coletor de exaustão integrado ao cabeçote. A mistura de combustível é injetada diretamente nos cilindros sob uma pressão de 350 bar (muito elevada para um motor a gasolina).


Graças a esses itens, o motor leve e compacto de quatro válvulas por cilindro gera 115 cv entre 5.000 e 5.500 rpm. A partir de 2.000 rpm, o 1.0 TSI – que é equipado com dois eixos de comando de válvulas ajustáveis – transmite uma força de 200 Nm ao eixo de transmissão. O torque máximo permanece constante até 3.500 rpm.
Um objetivo-chave durante o desenvolvimento do novo TSI foi garantir o mínimo possível de emissões. Isto foi alcançado graças a inovações no interior do motor, como os novos injetores piezoelétricos de cinco orifícios, a alta pressão de injeção, um novo desenvolvimento do turbocompressor, novos pistões e um inovador sistema de pós-tratamento de emissões. A operação sustentável é assegurada dessa maneira graças às medidas adotadas no motor e no controle de emissões. Um elemento central do sistema de pós-tratamento das emissões é o novo catalisador de quatro vias com filtro de partículas de gasolina (OPF) integrado. O OPF reduz as emissões de partículas em 95%. Um segundo conversor catalítico de três vias, posicionado sob a carroceria, garante o cumprimento das exigências especificadas na norma EU 6AG – mesmo sob altas solicitações.


O padrão de emissões EU 6AG (Euro 6d-TEMP) inclui a medição de consumo de combustível de acordo com o novo Procedimento de Teste Mundial Harmonizado para Veículos Leves (WLTP) e o teste de Emissões de Condução Reais (RDE). As medidas são feitas em um dinamômetro e também em condições reais, na estrada.

12:35 · 09.05.2018 / atualizado às 13:49 · 09.05.2018 por

O Volkswagen Fusca com chassi Nº 003 foi totalmente restaurado este ano e agora tem valor estimado em 300 mil euros, aproximadamente R$ 1.270.000. A façanha foi realizada por um Museu na cidade de Hamburgo, na Alemanha, o Prototyp Automuseum, após quase dois anos de trabalho.

Existem alguns fuscas pré 2ª Guerra Mundial, pré séries VW 30, VW 38 e VW 39, mas todos fora de atividade e guardados em museus ou coleções particulares. Esse exemplar é um dos Fuscas mais antigos existentes, o pré série VW 39 de chassi 1-0003, ou o que restou dele após um trágico incêndio na coleção Raffay, em 2011.

Entre os automóveis destruídos pelas chamas, havia ainda um raríssimo Lohner-Porsche, modelo híbrido (a gasolina/elétrico) costruído por Ferdinand Porsche, em 1901.

 


Arraste para ver a transformação

Em 1948, foi encontrado, sem motor, em um galpão – e adquirido pela família Raffay, dona de uma das primeiras concessionárias da Volkswagen na Alemanha.

Sabe-se apenas de três Fuscas mais antigos do que esse: todos da série de protótipos VW38 (anterior aos VW39): dois pertencem à Volkswagen e um está nas mãos de um colecionador particular.

Quer saber qual o Fusca mais antigo?

É o VW 30 pré serie de 1938, achado na Lituânia e restaurado pela família Grundmann. Ele é considerado o mais antigo do mundo.

 

Restauração do Fusca com chassi nº 003

A restauração incluiu a instalação de um motor idêntico ao original e produzido antes da Segunda Guerra. A julgar pelas fotos do 0003 queimado, a tarefa foi bem difícil, mas os alemães já fizeram uma reconstrução bem mais complicada em um Fusca ainda mais antigo, da série VW38, encontrado em 2011 – do carro original haviam sobrado apenas partes da carroceria, montada sobre um chassi com motor dianteiro

 

Valor dos raros

No mercado dos carros raros, Fuscas sempre têm um preço elevado, dependendo do ano, e é um dos veículos mais procurados pelos colecionadores. O astro da série “Se Meu Fusca Falasse”, o Herbie, por exemplo, foi leiloado pelo valor de US$ 126.500, em leilão na Flórida, nos Estados Unidos.

E o valor estimado da raridade restaurada? Estima-se que 300 mil euros, mais de 1,2 milhão de reais. Mas o carro não será vendido, vai permanecer no Museu, em Hamburgo, em exposição permanente.


Lançado oficialmente em 1935, pelo então projetista Ferdinand Porsche, o Volkswagen Fusca podia ser comprado na época ao preço de 990 marcos e era equipado com motor refrigerado a ar, sistema elétrico de seis volts, câmbio seco de quatro marchas, que até então só se fabricavam carros com caixa de câmbio inferiores a 3 marchas.

09:56 · 11.04.2018 / atualizado às 10:06 · 11.04.2018 por

Os primeiros resultados da maior ofensiva de produtos da Nova Volkswagen já podem ser observados na soma dos volumes comercializados no primeiro trimestre deste ano. Com 77.474 unidades, a Volkswagen do Brasil encerrou o 1º trimestre com aumento de 31,7% em suas vendas na comparação com mesmo período do ano passado, quando vendeu 58.831 veículos. A evolução da marca representa mais que o dobro do índice registrado pela indústria automotiva, que cresceu 14,7% nos emplacamentos de automóveis e comerciais leves no mesmo período, segundo dados do Renavam


O Novo Polo (Foto acima) é o modelo mais vendido da Volkswagen neste início de ano. Com 17.720 unidades entregues aos clientes nos três primeiros meses de 2018, ocupa a 4ª colocação no ranking dos veículos mais vendidos no País, seguido pelo Gol, na 6ª posição com 16.261 unidades. Destaque também para o Virtus, que teve o início de vendas em meados de fevereiro e já ultrapassa a marca de 4,6 mil carros emplacados.
O ano de 2018 marca a retomada positiva da Volkswagen no Brasil, que deixou o terceiro lugar em vendas em 2017 para assumir uma segunda posição sólida. No acumulado do ano, a Volkswagen do Brasil responde por um market share de cerca de 15%.
“No momento que completamos 65 anos no País, estamos obtendo ótimos resultados, o que demonstra que começamos um período de virada, de uma Nova Volkswagen, que começa a ser percebida de forma diferente pelos nossos clientes e parceiros de negócios. Lançamos o Novo Polo, o Virtus, a Amarok V6 e o Tiguan Allspace e ainda temos reservadas mais 16 novidades até 2020”, comenta Pablo Di Si, Presidente e CEO da Volkswagen Região América do Sul e Brasil.
Para colocar em prática a maior ofensiva de produtos na história da marca no Brasil, a Volkswagen irá investir até 2020 R$ 7 bilhões, reforçando seu compromisso com o País e com os brasileiros.
Polo e Virtus ultrapassam as fronteiras brasileiras
Ampliando ainda mais sua presença no mercado externo, a Volkswagen do Brasil, que é a maior exportadora da história do Brasil, começou a exportar os seus mais recentes lançamentos para países da América do Sul. Os primeiros lotes de Polo e Virtus já foram enviados e somam mais de 13 mil unidades exportadas nos primeiros três meses de 2018. Entre os mercados estão a Argentina, o Chile, o Uruguai, o Peru e o Paraguai. Em breve, os dois modelos chegarão a outros países América do Sul, Central e Caribe.

Virtus, sedan derivado do Novo Polo

O Gol permanece como o modelo mais exportado da marca, representando 26% do total de unidades exportadas pela Volkswagen. Na sequência estão Polo (21%) e Virtus (16%), o que representa a diversificação do portfólio de produtos altamente interessantes para esses mercados.
“Uma das metas da Volkswagen é ampliar significativamente sua participação também na Região SAM, que abrange a América do Sul, América Central e Caribe. Para isso, estamos não só reforçando as exportações a partir do Brasil e da Argentina, mas desenvolvendo mercado a mercado, entendendo as necessidades de cada país e apresentando as melhores soluções em termos de produtos e serviços”, destaca Thomas Owsianski, Primeiro Vice-Presidente Executivo e Vice-Presidente de Vendas e Marketing, Baureihe e Estratégia SAM.

04:40 · 03.04.2018 / atualizado às 12:49 · 02.04.2018 por

Prazo de inscrições para o concurso de projetos sociais foi prorrogado até dia 23 de abril

Fundação Dom José Antonio do Couto, de Taubaté (SP), foi premiada no 10º Volkswagen na Comunidade, em 2017, com o projeto Orquestra Jovem Dom

Volkswagen na Comunidade” promove engajamento social na empresa, com os colaboradores indicando projetos nos quais atuam voluntariamente
Edição 2018 entregará total de R$ 440 mil em prêmios para os 11 projetos sociais vencedores
Em 10 anos, o concurso já mudou destinos de 927.089 pessoas no País ao entregar 96 prêmios, totalizando R$ 3,52 milhões
O concurso de projetos sociais “Volkswagen na Comunidade”, da Fundação Volkswagen, prorrogou até o dia 23 de abril o prazo de inscrições para sua 11ª edição por meio do site (www.vwnacomunidade.com.br). Há 10 anos promovendo o desenvolvimento social, o “Volkswagen na Comunidade” já transformou 927.089 vidas ao entregar R$ 3,52 milhões, em 96 prêmios, a entidades que conseguiram viabilizar seus projetos sociais. Os projetos vencedores envolvem os mais diversos temas: nutrição adequada a bebês, capacitação de jovens e adultos para o mercado de trabalho, promoção de educação, cultura e esportes a crianças e adolescentes, acolhimento de dependentes químicos e muitas outras histórias bem sucedidas.

Rotary Clube São Carlos Norte, de São Carlos (SP), recebeu o Prêmio de Sustentabilidade com o projeto Aparelhamento do Banco de Leite Humano da Santa Casa de São Carlos, no 10º Volkswagen na Comunidade, em 2017

A 11ª edição do concurso “Volkswagen na Comunidade” entregará total de R$ 440 mil às 11 entidades vencedoras (R$ 40 mil cada), sendo que elas devem investir o valor no projeto social inscrito. Dez projetos sociais serão inéditos (sendo nove inscritos por colaboradores da Volkswagen do Brasil/Volkswagen Serviços Financeiros e um por colaboradores da MAN Latin America, do Grupo Volkswagen). O 11º é o “Prêmio de Sustentabilidade”, entregue à entidade já premiada no concurso “Volkswagen na Comunidade 2017” que melhor aplicou os recursos recebidos durante o ano.
“O ‘Volkswagen na Comunidade’ tem nobres missões: promover o desenvolvimento social Brasil afora e incentivar o engajamento dentro da empresa. Por um lado, o concurso oferece condições para que as entidades viabilizem seus projetos sociais. Por outro, envolve nossos colaboradores, que inscrevem os projetos sociais nos quais atuam voluntariamente ou com os quais estão engajados”, afirma o Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Volkswagen e Vice-Presidente de Recursos Humanos da Volkswagen Região América do Sul e Brasil, Marcellus Puig.
O concurso ‘Volkswagen na Comunidade’ vem crescendo ano após ano, tanto que a edição 2017 teve recorde absoluto: 1.259 projetos inscritos, um aumento de 59,4% em relação a 2016.

Centro de Recuperação da Paralisia Infantil e Cerebral do Guarujá (SP) foi premiado no 10º Volkswagen na Comunidade, em 2017, com o projeto Estimulação Sensorial

“O ‘Volkswagen na Comunidade’ faz parte de um conjunto de iniciativas desenvolvidas pela Fundação Volkswagen para colaborar com o desenvolvimento sustentável e a transformação de vidas. O concurso também é uma forma de manter a Fundação Volkswagen ainda mais atuante junto ao terceiro setor”, afirma a Superintendente da Fundação Volkswagen e Diretora de Assuntos Jurídicos da Volkswagen do Brasil, Daniela de Avilez Demôro.
Mobilidade e curso de gestão
Esta edição do concurso “Volkswagen na Comunidade” conta com um novo critério de avaliação. Terão mais chances de vencer, os projetos que incluírem o tema “Mobilidade/Movimento”. Pode ser tanto a mobilidade física (como acessibilidade de espaços, por exemplo), como a mobilidade conceitual (considerando todo tipo de ‘movimento/transformação’ proporcionado aos beneficiários diretos, seja social, cultural, de acesso à saúde, educação, segurança, lazer, bem-estar etc).
Os representantes das entidades vencedoras e também das finalistas ainda ganham um Curso de Gestão de Projetos Sociais à distância com certificação internacional. O curso tem 20 horas de duração e apresenta ferramentas práticas para a gestão de projetos sociais, trabalhando temas como mensuração de impacto, desenvolvimento humano e qualidade de vida.
Veja o histórico do “Volkswagen na Comunidade”
927.089 pessoas, de todo o Brasil, beneficiadas
96 prêmios entregues
R$ 3,52 milhões em prêmios
5.609 projetos inscritos
2.119 padrinhos, que são colaboradores da Volkswagen do Brasil, Volkswagen Serviços Financeiros e MAN Latin America (Grupo Volkswagen)
11 anos transformando vidas

APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Espírito Santo do Pinhal (SP) foi premiada no 10º Volkswagen na Comunidade, em 2017, com o projeto Cavalgando Novos Horizontes

Fundação Volkswagen já beneficiou mais de 3 milhões de pessoas
Desde 1979, a Fundação Volkswagen desenvolve iniciativas de impacto social e educacional com recursos advindos de um fundo de investimento próprio no Brasil, além de apoiar tecnicamente algumas das ações de responsabilidade social da Volkswagen. A Fundação compartilha a vocação de mover pessoas. Movimentos que diminuem as distâncias e geram mudanças, transformando potenciais em realidade. Junto com parceiros técnicos, aplica e dissemina conhecimentos capazes de atrelar a teoria à prática. O resultado disso são transformações efetivas em duas frentes de atuação: educação e desenvolvimento social.
Por meio de seus programas educacionais, já beneficiou 2.128.476 estudantes e 25.471 educadores em 1.188 cidades de todo o País, em um total de 8.066 escolas/instituições. Os projetos de Desenvolvimento Social, por sua vez, já somam 947.998 beneficiários diretos, de 4.739 instituições, em 219 cidades, de 24 Estados brasileiros. Informações adicionais: www.fundacaovolkswagen.org.br

04:01 · 22.03.2018 / atualizado às 16:03 · 21.03.2018 por

I.D. R Pikes Peak, o precursor mais esportivo da família I.D.
Esportivo elétrico é o embaixador tecnológico para a eletromobilidade
Prova de subida de montanha mais famosa do mundo ocorrerá dia 24 de junho


A Volkswagen revelou o nome de seu novo projeto esportivo: o I.D. R Pikes Peak. Esse protótipo totalmente elétrico competirá na prova Pikes Peak International Hill Climb, de subida de montanha, que ocorrerá dia 24 de junho, no Colorado (EUA).
Com tração nas quatro rodas, o modelo combina o papel de embaixador para a esportividade da família I.D. e é também o primeiro passo em uma colaboração mais próxima entre as divisões Volkswagen R e Volkswagen Motorsport.
A Volkswagen planeja oferecer mais de 20 carros totalmente elétricos em 2025. A produção das primeiras unidades da família I.D. está programada para começar no fim de 2019 em Zwickau, Alemanha.
“Queremos estar na vanguarda da eletromobilidade com a Volkswagen e a família I.D.”, explicou o membro do Board da Volkswagen responsável por Desenvolvimento, Dr. Frank Welsch. “Competir na mais famosa prova de subida de montanha do mundo com o I.D. R Pikes Peak não só tem significado simbólico, mas também é um teste valioso para o desenvolvimento de carros elétricos”.
Jürgen Stackmann, membro do Board da VW responsável por Vendas, Marketing e Pós-vendas, acrescentou: “Pikes Peak é sem dúvida a subida de montanha mais icônica do mundo. Para a Volkswagen, representa uma oportunidade fantástica para alavancar o tema da eletromobilidade, tanto emocionalmente como numa perspectiva esportiva, graças ao projeto I.D. R”.


Corrida para as nuvens a 4.300 metros
A subida de montanha de Pikes Peak – também conhecida como “Corrida para as Nuvens” – tem sido realizada desde 1916 no Colorado, nas Montanhas Rochosas (EUA). Com 19,99 km de extensão, parte de 2.800 metros de altitude e atinge 4.300 metros no seu topo. A Volkswagen participou de Pikes Peak em 1987 com um espetacular Golf de dois motores, que entregava potência de 652 cv.
“É a hora de estabelecer nossa marca”, afirma o Diretor da Volkswagen Motorsport, Sven Smeets. “O I.D. R Pikes Peak representa um desafio extremamente excitante para nós, para demonstrar o que é possível realizar com um motor elétrico em esporte a motor. Toda a equipe por trás de nosso piloto Romain Dumas está muito motivada para estabelecer um novo recorde para carros elétricos.” O recorde atual para a classe de protótipos elétricos é de 8:57,118 minutos e foi estabelecido em 2016 pelo neozelandês Rhys Millen.

07:18 · 07.03.2018 / atualizado às 16:21 · 06.03.2018 por

A contagem regressiva começou. A partir de 2020, a Volkswagen lançará, em rápida sucessão, novos veículos elétricos com grande autonomia de rodagem e design visionário: a Família I.D. Três modelos I.D. já foram apresentados como carros conceituais: o compacto I.D.; um modelo SUV, o I.D. CROZZ; e uma van/MPV, o I.D. BUZZ

Agora, no Salão Internacional de Genebra (de 8 a 18 de março), a Volkswagen está apresentando o novo destaque automotivo da Família I.D.: o I.D. VIZZION – um sedã classe premium de vanguarda da próxima geração. Ele roda autonomamente e é operado por voz e comando por gestos. Graças à inteligência artificial, ele é capaz de aprender. É um fascinante Volkswagen do amanhã, que vai abrir o portal para o futuro em Genebra.

Viagem e espaço reinterpretados. O I.D. VIZZION transfere o carismático DNA de design dos modelos I.D. – o design da mobilidade elétrica da Volkswagen – para o mundo dos grandes sedãs.  Os modelos alcançam seu status por meio de uma nova e inteligente interpretação de viagem e espaço. O interior móvel – “espaço aberto” – foi totalmente repensado para que o tempo gasto em deslocamentos curtos e longos na vida diária possa ser utilizado com mais produtividade e flexibilidade. Escolher um carro como o I.D. VIZZION expressa uma decisão deliberada de seus usuários – independentemente se ele for usado num esquema de compartilhamento ou como propriedade individual.


Mundos real e virtual tornam-se únicos. A interação com o I.D. VIZZION é feita por meio de realidade aumentada (RA). Uma visão do ano 2030 é proporcionada no sentido de uma conectividade verdadeiramente abrangente. Vem aí um mundo de mobilidade onde quase tudo é concebível e possível. A tecnologia de comunicação do carro avançou para tornar-se um anfitrião, um assistente virtual capaz de aprender e responder enfaticamente. O I.D. VIZZION proporciona uma coisa acima de tudo: maior liberdade pessoal. Isso porque ele é um dispositivo inteligente sobre rodas, que não precisa de condutor e assim torna-se um motorista particular. Ele é conectado de forma tão abrangente que faz parte do mundo digital. Porque ele proporciona aos seus convidados a bordo (não há motorista) a liberdade de relaxar, comunicar-se, trabalhar e determinar na estrada o próximo destino para o I.D. VIZZION.

Graças à interação intuitiva entre homem e máquina através da realidade aumentada e óculos de realidade mista recém-desenvolvidos – a HoloLens da Microsoft – assim como controle por linguagem natural, o I.D. VIZZION é projetado para ser totalmente intuitivo e, dessa forma, fácil de ser operado. O maior de todos os modelos Volkswagen I.D. apresentado até agora será um espaço de estar móvel que pode ser amplamente personalizado através do lounge interativo ou “espaço aberto”.

Arquitetura Elétrica Progressiva Totalmente Nova. Ao apresentar o I.D. VIZZION, a Volkswagen está mostrando o grande potencial incorporado pela Arquitetura Elétrica totalmente nova da Família I.D. Com base nessa matriz tecnológica, a Volkswagen poderá cobrir todo o espectro da mobilidade elétrica. O carro conceito apresentado em Genebra é também mais uma prova de que a Volkswagen não está deixando sem exame nenhum cenário do caminho para o futuro. Como todos os outros modelos I.D. mostrados anteriormente, o I.D. VIZZION é muito mais que apenas uma tela de projeção do futuro. Com seu design fluido, monolítico e avançado a Arquitetura Elétrica Totalmente Nova reflete como a Volkswagen enxerga um sedã de classe premium movido a eletricidade. Enquanto a operação pelo usuário através de realidade aumentada permite uma antevisão do ano 2030, a condução totalmente automatizada de Nível 5 já é viável para iniciar em 2025.

O design do I.D. VIZZION, seu sistema de tração integral com dois motores elétricos entregando uma potência de 225 kW (equivalente a 306 cv), uma bateria de alta voltagem com 111 kWh de capacidade energética e uma autonomia de até 665 quilômetros são todos parte de um futuro bem próximo. O I.D. VIZZION mostra claramente como a mobilidade do futuro será fascinante. Os melhores tempos do automóvel ainda estão por vir – ele ficará mais limpo, mais eficiente e mais seguro do que nunca. Com a condução autônoma, o carro também será acessível para usuários completamente novos. E isso vai acontecer mais cedo do que muita gente acredita hoje – no mais tardar, até a metade da próxima década.

Inteligência artificial. O carro conceito I.D. VIZZION é um dos primeiros carros a ter o futuro potencial da “inteligência artificial” incorporado ao seu conceito. Inteligência artificial (IA) é uma referência a programas capazes de auto-aprendizado que executam algoritmos para reconhecer, avaliar e interpretar padrões. Ao longo do tempo, esses sistemas continuam aprendendo mais, o que lhes permite reagir a novas situações. Assim, o conceito de “inteligência artificial” na realidade significa nada menos que uma revolução na programação. Enquanto os engenheiros de software de hoje escrevem programas implementando características nos automóveis que são altamente inovadoras, mas ainda incapazes de aprender, em breve serão usados programas que utilizam “aprendizagem automática”.

Essa “aprendizagem automática” do futuro é um passo importante no caminho para a “inteligência artificial” do futuro depois de amanhã. “Aprendizagem automática” e “inteligência artificial” tornarão possível a criação de veículos como o I.D. VIZZION. Ele é um carro que combina mobilidade no mais alto nível com serviços inteligentes – uma espécie de chofer inteligente. Isso é precisamente o que o I.D. VIZZION faz. A Volkswagen está promovendo amplamente o desenvolvimento da IA para automóveis. O caminho para chegar a esse objetivo pode ser dividido em três fases: “programação convencional” (hoje), “aprendizagem automática” (futuro imediato) e “inteligência artificial (futuro).

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