Belas no Esporte

Categoria: Entrevista


22:12 · 09.06.2011 / atualizado às 22:12 · 09.06.2011 por

“Um bom exemplo é o melhor discurso” (Thomas Fuller). Resolvi usar essa mesma frase no título do post porque o texto que segue para vocês merece mesmo ser lembrado assim.  Quem nos enviou as palavras a seguir foi a farmacêutica Regicélia Moraes, de 30 anos, que nós, as Belas no Esporte, tivemos o imenso prazer de conhecer na última corrida do Colégio Militar de Fortaleza. Regicélia, nossa leitora, foi uma das cinco ganhadoras de inscrições gratuitas para a prova e parecia “sedenta” pelo dia da corrida.

Por uma feliz coincidência, encontrei-a no dia de apanhar o kit necessário para a participação na prova. Ela estava atrás de mim na fila, me viu conversando com um dos organizadores e me reconheceu. “Ah… você é do blog Belas no Esporte. Eu sou a Regicélia, uma das premiadas com a inscrição!” Quando olhei para ela, não tive dúvidas. “Você já é corredora! Dá pra ver pelo corpo, sem gordura… coisa de quem corre pra valer!”. E engatamos uma conversa que prometeu continuar no dia da corrida.

E o dia 29 de maio chegou. Como combinado, a nossa atleta chegou um pouco antes, para tirarmos algumas fotos. E começou a contar sua história, que merece ser compartilhada aqui. A partir de agora… é com ela. Acompanhem o texto enviado pela nossa leitora: (mais…)

07:16 · 29.04.2011 / atualizado às 09:32 · 29.04.2011 por

No Dia Internacional da Dança, o Belas no Esporte traz o exemplo de Claudia Bezerra, 31 anos, dentista e amante do balé e dança de salão.

Claudia, em momento de descontração na Escola de Dança Madiana Romcy (Fotos: Arquivo Pessoal)

A agenda de Claudia é concorrida, mas ela não se importa. Afinal, é tudo em prol da qualidade de vida. A dentista trabalha em dois lugares (o que já a consome muito!) e ainda encontra tempo para o balé clássico. De segunda a sexta, após o expediente, Claudia faz aulas na Escola de Dança Madiana Romcy. “Saio do consultório na correria, enfrento a loucura do trânsico de Fortaleza para chegar a tempo nas aulas. Quando começo a dançar, todo aquele stress acumulado se esvai”, confessa. Além do balé, Claudia dedica-se à dança de salão, apresentando-se em eventos e festivais, normalmente com integrantes da Cia. El Paso. 

Quando tudo começou…

Os primeiros passos de Claudia no balé aconteceram quando ela ainda era uma menininha de três anos.  No entanto, após um período de intercâmbio nos Estados Unidos, durante adolescência, e posterior vestibular/faculdade, ela acabou passando cerca de oito anos parada. “Voltei do exterior 12 a 15 quilos mais pesada. Não queria dançar assim. Dificulta os movimentos. Foi quando comecei a estudar para o vestibular, entrei na faculdade e fiquei sem tempo. Só retornei mesmo à ativa em 2006, mas isso não significa que permaneci distante da dança”.

Claudia recebeu muito apoio de ex-colegas e professores para voltar à ativa. Foi quando, em 2005, ela descobriu a paixão pela dança de salão. Seu mentor nas aulas foi o dançarino Fabiano Araújo, da Cia. El Paso. “Eu já tinha a postura do balé clássico. A dança de salão veio para me ajudar a liberar meu lado mais sedutor”, defende.

Espetáculo "Tango en la calle 1", no Teatro Celina Queiroz (2006)

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22:00 · 27.04.2011 / atualizado às 22:00 · 27.04.2011 por

“No ar” desde 1965, quando começou no jornalismo apresentando programas musicais pela rádio Uirapuru, Francisco Antônio de Paula Barros, o nosso Tom Barros, decididamente, é o cara! Aos 64 anos, Tom “dá o tom” das nossas manhãs, ainda cedinho, no programa da rádio Verdes Mares com Paulo Oliveira. “O esporte entrou logo no início da minha carreira, gosto muito de esporte, mas debato qualquer assunto no rádio”, diz o jornalista, que multiplica seu dia em muitas horas para dar tempo de passar por todos os meios de comunicação do Sistema Verdes Mares. (mais…)

13:58 · 24.04.2011 / atualizado às 14:52 · 25.04.2011 por

A nossa entrevistada do post “Amor pela corrida”, Valquiria Izabel Pereira da Silva, ganhou reconhecimento pelo seu exemplo como corredora há 34 anos! É só ver os comentários referentes ao post, tanto de outros aficcionados pelo esporte, como de pessoas que simplesmente se emocionaram com a história dela.

Pois bem. Valquiria estuda Educação Física desde 2009 e, aliando seus conhecimentos como aluna do curso aos de atleta, ela indica os melhores tênis para corrida. Vale conferir!

Tênis Adequado: “Aquele que apresente estrutura completa de amortecedor na base. Aqui, não tem como fazer economia. É melhor comprar um tênis mais caro, que você sabe que é bom e não vai trazer dores futuras do que um mais barato, cujo amortecedor só encobre a parte frontal”. (Valquiria Izabel)

Belas no Esporte recomenda:

Tênis Mizuno Wave Frontier 4

  •  Cabedal em Air Mesh (tecido em nylon com tramas mais abertas); Forro têxtil interno com reforço acolchoado no calcanhar; Palmilha em EVA removível; Entressola com Tecnologia APMidsole (minimiza o tempo de transição da passada através do impacto e aumenta a flexibilidade do calçado) e Tecnologia Mizuno Wave (estabilidade e amortecimento simultaneamente na entressola); Solado com Tecnologia X10 (borracha carbonada de alta densidade que aumenta a durabilidade da entressola e proporciona aderência ao chão).

 

Preço estimado: R$ 349,90

 

 

Tênis Mizuno Wave Prorunner 14W

 Pensando em fazer a diferença nos treinos do público feminino, o Tênis Mizuno Wave Prorunner 14 W une tecnologias que garantem o conforto do calce sem abrir mão do estilo. Sua parte superior foi revestida em malhas de tramas abertas para garantir ventilação e leveza. Já a entressola dita regras de estabilidade e amortecimento para fazer efeito na transição das passadas, independente do clima ou ambiente. Já o solado em película de borracha conta com duas densidades para garantir aderência e tração no calcanhar.

 

Preço estimado: R$ 399,99

 

 

Tênis Asics Gel Speedstar 5

A quinta versão do renomado GEL-Speedstar é perfeito para treino de velocidade e provas rápidas. Possui sistemas de amortecimento em GEL (nas regiões traseira e dianteira do calçado); Entressola em Solyte;  Sistema moldado que liga a região traseira à dianteira do tênis, deixando a entressola ainda mais leve, preservando a integridade estrutural do calçado; 
Cabedal com tecido de alta tecnologia, visando oferecer conforto e respiração excelentes;

Preço estimado: R$ 299,90

 

Tênis Asics Kinetic 3


GEL-Kinetic 3 é um tênis tecnicamente avançado e representa a evolução da característica I.G.S. – propriedade da Asics. Com este calçado os corredores podem desfrutar de uma corrida espetacular, com o nível máximo de conforto através de sua plataforma estável e balanceada.

Preço estimado: R$ 649,90

 

 

 

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12:27 · 24.04.2011 / atualizado às 18:31 · 24.04.2011 por

A entrevista aconteceu na academia Completa Team, onde dá aulas de Artes Maciais Mistas, MMA. Ali Willamy estava em casa. E nos recebeu nela com o mesmo respeito que tem ao tatame, para o qual faz reverência e tira os sapatos antes de entrar.

O lutador que começou praticando Muay Thai aos 8 anos de idade e diz que sente prazer em sentir dor e -dar porrada-, como ele mesmo diz, é tranquilo, educado e simpático. Aconchegou-nos em sua casa e também sentiu-se familiarizado com nossa presença.

A tal ponto que, com a emoção própria da exclusividade, calçou APENAS PARA O BLOG BELAS NO ESPORTE as luvas oficiais de MMA recebidas no UFC, as quais tinha colocado pela última vez somente na luta, em janeiro deste ano, ocasião em que infelizmente foi derrotado pelo norte-americano Waylon Lowe. Um momento único e emocionante. Via-se em seus olhos o misto de dor e coragem com o reencontro das luvas. Via-se mais: a persistência de um guerreiro, que se ergue da derrota e de duas lesões e se prepara para um novo combate, desta vez em maio e pelo Dream, uma das principais competições japonesas do gênero.

Clique e confira a seguir a entrevista. Nos vídeos, o lutador fala, entre outros, de como teve contato com o esporte, do que sente durante e depois das lutas, e ainda ressalta a beleza que é ver mulheres em combate. Não perca.

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17:35 · 17.04.2011 / atualizado às 13:05 · 19.04.2011 por

Força, menina!
A bióloga Marina Duarte pratica Pilates há dois anos. É uma aluna de nível avançado.

Modalidade de exercício físico que enfoca alongamento, flexibilidade, postura, consciência corporal e força muscular, o Pilates está na moda! Como não há restrição de faixa etária para a prática desta atividade, crianças, idosos e mulheres grávidas também estão entre as pessoas que tem desfrutado dos benefícios e do bem-estar experimentados pelos praticantes.

Uma das maiores dúvidas entre aqueles que desejam começar o Pilates envolve as variáveis emagrecimento e hipertrofia (aumento da massa muscular). A fisioterapeuta Rinna Rocha, especialista no assunto, recebeu o Belas no Esporte em seu ‘Espaço Vigore‘ para esclarecer as dúvidas mais comuns sobre o tema. “O Pilates não tem foco no emagrecimento. A pessoa faz esforço, sua, e isso às vezes pode trazer a sensação de perda de peso. O que ocorre é que a musculatura se tonifica, se fortifica”, esclarece.

 

Há uma graduação nos exercícios conforme o desenvolvimento do aluno nas aulas

A melhor notícia dada pela fisioterapeuta está justamente na maior preocupação da mulherada. “Temos um foco muito grande no abdominal. Em todos os exercícios, o abdome está sempre ativado. É o que chamamos de ‘core’.  Conforme trabalhamos a força nessa região do corpo, a musculatura se delineia, tonifica. A respiração correta é essencial durante todos os movimentos”. O pilates envolve exercícios no solo, com bolas, e em equipamentos graduados por molas.

O atendimento quase individualizado – no máximo, três pessoas são atendidas por vez – permite, segundo Rinna, uma orientação precisa que evita movimentos errados e a consequente dor.   “Sinto bastante a musculatura durante a atividade. Dá para perceber que as fibras musculares estão sendo bem recrutadas. Em geral, faço dez repetições por exercício e, mesmo com dois anos de treinamento, há exercícios que exigem uma dedicação maior, porque o corpo sente mais”, conta a bióloga Marina Duarte, que faz duas horas de aula por semana.

A fisioterapeuta Rinna Rocha orienta a aluna Marina Duarte

 Durante toda a sessão acompanhada pelo Belas no Esporte, o ambiente silencioso, aconchegante e com iluminação indireta faz a diferença. “Foge àquela ideia de academia, com barulho, música alta. No Pilates, o ambiente é parte do processo”, ressalta a fisioterapeuta.

 Com o corpo delineado pelos dois anos de dedicação à atividade, a aluna Marina percebeu uma melhora significativa do estresse e da postura. “Adquiri a conciência do meu corpo, tenho mais força e alongamento muscular. Eu constatei o que dizem muito sobre o Pilates: com dez sessões, você sente que algo mudou; com vinte, você percebe que algo mudou. Com trinta sessões, você tem um corpo novo e leva os benefícios para o seu dia a dia”.

A média do valor mensal do Pilates – para duas sessões, de uma hora cada, por semana – é de 180 reais.

Hum… Fiquei curiosa para experimentar! E você?

Serviço:

Espaço Vigore – Rua Silva Paulet, 1406. Aldeota. Fone: (85) 3264.8131

07:43 · 09.04.2011 / atualizado às 08:02 · 09.04.2011 por

Após sucesso da entrevista realizada pela Bela Íkara Rodrigues com a presidente do Clube de Regatas do Flamengo, Patrícia Amorim, o Belas no Esporte traz, hoje, bate-papo com a jornalista e apresentadora do Globo Esporte, a gaúcha Cristiane Dias.

Cris Dias se mostrou super solícita, quando entrei em contato com a assessoria do Globo Esporte, para participar desse bate-papo descontraído – que pode ser conferido também, em parte, no Zoeira de hoje.

Cristiane Dias, durante participação no programa "Mais Você", da Ana Maria Braga (Crédito: TV Globo)

Belas no Esporte –  Você começou, no jornalismo, nas áreas de economia, cidade e assessoria de imprensa. Já pensava em trabalhar com esportes?

Cristiane Dias – Não pensava em trabalhar com esportes, apesar de o esporte estar muito presente na minha vida. Fiquei cerca de dois meses estagiando em uma assessoria; um ano trabalhando na área de Economia e outro um ano em Cidade. Foi bom para saber do que realmente gostava de fazer. Me convidaram pra trabalhar na editoria de Esporte da TV Brasil, na época. Mas, na faculdade, por exemplo, queria ir na contramão do esporte porque tinha muita concorrência nessa área.

BE – O seu primeiro emprego como jornalista esportiva foi no programa “Stadium”, (na TVE), no qual tinha um quadro de esportes radicais, o “Extremo”. Quais as lembranças do período?

CD – Lembro que realizei todas as minhas vontades radicais. A única coisa que não fiz foi paraquedismo. De resto, tudo. Foi um período incrível, era pura diversão:  eu sendo paga pra fazer todos os esportes radicais que sempre quis fazer! E eu me jogava, fiz bungee jump; aprendi a surfar, voei de asa delta e parapente algumas vezes. Foi uma época muito bacana.

BE – Nessa época (ano de 2004, certo?) você sentia que já existia uma boa aceitação da mulher no mundo dos esportes radicais? Como é agora?

CD – Nunca rolou preconceito, sempre fui bem aceita nos radicais. Claro que no futebol, que tenho tido mais contato agora, naturalmente, o universo é mais masculino. Eles entendem mais, afinal, desde bem pequenos já estão ligados a esse mundo. É uma questão de cultura futebolística que as meninas não têm, ou têm menos que os meninos. Agora corro atrás conversando com os sábios do futebol daqui da Globo. Alex Escobar é um que dá altas informações. Os meninos que trabalham na nossa Redação também. Na verdade, quando preciso, tenho uma consultoria e tanto!

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13:19 · 04.04.2011 / atualizado às 14:55 · 05.04.2011 por
Patrícia Amorim fez história no futebol brasileiro elegendo-se a primeira presidente mulher de um clube Foto: Vipcomm

Em seu post inaugural, o Belas no Esporte traz uma entrevista exclusiva com a primeira mulher presidente de um time de futebol no Brasil, Patrícia Amorim. Atualmente à frente do Clube de Regatas do Flamengo, Patrícia fala das dificuldades que passou ao assumir a direção do clube, das pressões que sofre pelo fato de ser mulher e de suas perspectivas como mandatária do time carioca.

Belas no Esporte – Nadadora de destaque, gestora esportiva durante anos e agora à frente do principal cargo de um dos maiores clubes do Brasil. Como você analisa sua trajetória profissional até o momento?

Patrícia Amorim – Considero que é uma trajetória bem sucedida, pelo menos em cima dos objetivos que eu tracei. Eu espero que, à frente do Flamengo, eu também possa contribuir para que o clube continue construindo uma história vitoriosa.

BE – Como começou este seu envolvimento com o futebol?

PA – Sempre acompanhei o time como torcedora, ao longo de muitos anos, além de participar ativamente do processo político do Flamengo. Logicamente, que esta proximidade com o futebol ficou ainda mais forte agora como presidente, mas sempre aconteceu. Mas, eu não acho que isto possa se tornar um fator negativo para a minha gestão. O João Havelange, por exemplo, que é uma das maiores autoridades do futebol mundial, começou na natação, assim como eu. Ele nunca jogou futebol e é considerado e respeitado dentro da modalidade. Então, eu acho que é por ai.

BE – O fato de você ser mulher dificultou, em algum aspecto, alguma das suas conquistas como profissional, inclusive agora no cargo de presidente?

PA – É muito mais difícil, porque como o ambiente tem uma maioria quase que absoluta de homens, torna-se um desafio diário. Então, eu acredito que a desconfiança é um fator que ainda vai me acompanhar por certo tempo, mas eu tenho muita confiança e coragem para seguir em frente. E eu acho que o Flamengo merece esta coragem.

BE – Como a sua família encara a sua atual posição? A pressão sofrida pela importância do cargo chega a atrapalhar na sua vida pessoal?

PA – Sem dúvida. Acho que a família é a que mais sofre e que mais sente falta. Mas também, eu acho que todos têm consciência de que é só uma passagem, que não é para sempre. E foi um projeto construído com a participação da minha família, então a gente procura trabalhar para fazer com que este tempo se torne uma passagem marcante.

BE – O que você acha dos espaços que estão sendo conquistados pelas mulheres dentro e fora dos campos brasileiros?

PA – Eu acho que isto, ao longo do tempo, irá se tornar cada vez mais normal. O importante é saber que a mulher não veio para ocupar o lugar e nem o espaço do homem, nós estamos chegando para ocupar o nosso espaço na sociedade. Mas, ainda vai demorar muito tempo para que no ambiente esportivo, sobretudo no futebol, exista uma presença maciça de mulheres. Por enquanto, a presença ainda é muito tímida, muito pequena.

BE – Após alcançar um patamar mais alto dentro do futebol, quais são os seus projetos futuros?

PA – A gente tem trabalhado pensando no agora. Nós montamos um time para ganhar os campeonatos que o Flamengo vai disputar este ano. Então, em termos de futebol, o objetivo é sempre vencer. Quem trabalha no Flamengo tem de ter sempre o compromisso com a vitória e, por isto, nós imaginamos que vamos ser bem sucedidos no Campeonato Carioca, que vamos conseguir a classificação para a Libertadores e almejamos mais um título Brasileiro. É com isto que a gente sonha e é com este foco que a gente objetiva este trabalho. E o nosso clube, neste ano, por enquanto, ainda não tem nada do que reclamar.

BE – O que você acha da iniciativa do Diário do Nordeste de criar um blog no qual mulheres irão comentar e noticiar fatos referentes ao futebol e a outras modalidades esportivas?

PA – Eu acho que as mulheres têm muito a somar no trabalho dos homens. E nós temos algumas virtudes que os homens não têm e é ai que vem o nosso “pulo do gato”: a sensibilidade, a organização, nós agüentamos mais situações adversas com serenidade. Então, eu vejo como bastante promissor este espaço que as mulheres estão ocupando no mundo esportivo.

BE – Depois de um ano e três meses à frente do Flamengo, o que você já conquistou – dentro dos propósitos que você havia se comprometido -, e o que você acha que ainda está faltando para que cumpra com todas as suas propostas?

PA – Em termos de satisfação para o associado, que é quem elege o presidente, as conquistas foram grandes, principalmente, em relação ao que estou realizando em prol do patrimônio do clube. Hoje, nós já vamos lançar a pedra fundamental do centro de treinamento e já temos instalações provisórias, no local, para a realização de treinos. As obras começam agora em abril. Já em se tratando de sede, nós já reformamos todo o parque infantil, o ginásio de basquete, o parque aquático, enfim, a gente vem trabalhando de uma forma intensa para recuperar os 20 anos de atraso nas melhorias da estrutura física do clube. Agora, em termos de futebol, este ano nós já começamos trazendo o Ronaldinho Gaúcho, depois conquistamos a Copa São Paulo de Juniores, seguido do título Brasileiro de 1977 – que há 24, o Flamengo buscava este reconhecimento e eu consegui trazer – e agora a Taça Guanabara. A nossa expectativa mais próxima é a de conquistar o segundo turno do Carioca, continuar avançando na Copa do Brasil, na Sul-americana e no Brasileiro. A gente montou um time para isto.

A gestão de Patrícia foi marcada pela contratação do pentacampeão Ronaldinho Gaúcho Foto: Vipcomm

BE – Tem algum recado que a você queira deixar para a torcida rubro-negra cearense?

PA – A torcida pode ficar tranqüila, pois um grande time foi montado. O Flamengo foi muito consciente quando montou esta equipe que está ai e sabe que ainda existem algumas deficiências que, ao longo do ano, serão contornadas. Então, o torcedor pode ficar tranqüilo, porque este ano o Flamengo ainda não deixou a desejar. Muitos grandes jogadores já passaram pelo clube e muitos ainda passarão. Independente dos jogadores que hoje estão no time e dos que ainda irão passar, o Flamengo é muito maior do que isso tudo junto.

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