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Tag: Globo Esporte


20:05 · 28.06.2011 / atualizado às 20:09 · 28.06.2011 por

No Campeonato Cearense de Rally, em maio último, Mariana tirou o primeiro lugar na categoria "Estreantes". Foto: Arquivo pessoal

Mariana Sasso já mergulhou em Fernando de Noronha, correu rally, dançou, fez pilates e treinamento funcional. Ela curte caminhada, mas se realiza sobre as ondas, surfando, nos fins de semana. Ficou cansado (a) só de ler? Pois é! A nossa musa da telinha é toda esportes!

Com muita simpatia, Mariana aceitou estrear nossa categoria “Meu ídolo e seu esporte”. Afinal, quem tem mais de 1.850 seguidores no Twitter tem um bocado de fãs, não é? A bela Mariana Sasso foi escolhida pelas Belas no Esporte para ser a primeira entrevistada por uma série de razões. A principal: ela arrasa na apresentação do Globo Esporte, na TV Verdes Mares. Deixa a marmanjada de boca aberta quando começa a falar sobre tudo o que é modalidade esportiva.

Mariana e seu ídolo, o lutador Minotauro. Foto: Arquivo pessoal

E como é que é ser uma mulher, no meio de tantos homens, falando sobre esportes? “No começo não foi fácil. Tem que trabalhar dobrado, mostrar competência em dobro. O preconceito era muito forte, hoje está melhor. Falar de futebol com homem, eu adoro!  Passamos o dia falando sobre esporte. É divertido. Respiro esporte na Redação e, em casa, tenho um irmão, um pai e um namorado apaixonados por esporte…  Aí já viu, né?! Agora, quando o assunto é futsal, surf e MMA, eles fogem. Poucos, na minha roda de amigos, sabem falar bem e comentar com inteligência e conhecimento sobre outro esporte que não seja o futebol. Amo isso! Falar de jiu-jítsu? Só mesmo com amigos lutadores“.

Alegria e bom humor” são os ingredientes da jornalista para manter a forma nessa rotina corrida de apresentadora de TV. “Sem um astral bom é impossível dar bons frutos. A paixão pelo trabalho tem que existir, principalmente na nossa profissão, porque a loucura é grande (risos)”. E para quem quer conhecer um pouquinho da rotina de Mariana, aí vai: “Acordo cedinho, às cinco da manhã. Vou caminhar no Cocó. Passo uma hora caminhando, cantando e conversando com minha amiga Sinara, minha companheira de caminhada. Ela já conseguiu perder 30kg. Pense numa inspiração pra mim?!  Bem… Depois, sigo para a  TV. Entro às sete da manhã, todos os dias. Quando chego ao trabalho, começa a correria que eu amo! À tarde, vou pra casa. Brinco e ensino as tarefas da Marian Clara, minha irmã de oito anos“. (mais…)

07:43 · 09.04.2011 / atualizado às 08:02 · 09.04.2011 por

Após sucesso da entrevista realizada pela Bela Íkara Rodrigues com a presidente do Clube de Regatas do Flamengo, Patrícia Amorim, o Belas no Esporte traz, hoje, bate-papo com a jornalista e apresentadora do Globo Esporte, a gaúcha Cristiane Dias.

Cris Dias se mostrou super solícita, quando entrei em contato com a assessoria do Globo Esporte, para participar desse bate-papo descontraído – que pode ser conferido também, em parte, no Zoeira de hoje.

Cristiane Dias, durante participação no programa "Mais Você", da Ana Maria Braga (Crédito: TV Globo)

Belas no Esporte –  Você começou, no jornalismo, nas áreas de economia, cidade e assessoria de imprensa. Já pensava em trabalhar com esportes?

Cristiane Dias – Não pensava em trabalhar com esportes, apesar de o esporte estar muito presente na minha vida. Fiquei cerca de dois meses estagiando em uma assessoria; um ano trabalhando na área de Economia e outro um ano em Cidade. Foi bom para saber do que realmente gostava de fazer. Me convidaram pra trabalhar na editoria de Esporte da TV Brasil, na época. Mas, na faculdade, por exemplo, queria ir na contramão do esporte porque tinha muita concorrência nessa área.

BE – O seu primeiro emprego como jornalista esportiva foi no programa “Stadium”, (na TVE), no qual tinha um quadro de esportes radicais, o “Extremo”. Quais as lembranças do período?

CD – Lembro que realizei todas as minhas vontades radicais. A única coisa que não fiz foi paraquedismo. De resto, tudo. Foi um período incrível, era pura diversão:  eu sendo paga pra fazer todos os esportes radicais que sempre quis fazer! E eu me jogava, fiz bungee jump; aprendi a surfar, voei de asa delta e parapente algumas vezes. Foi uma época muito bacana.

BE – Nessa época (ano de 2004, certo?) você sentia que já existia uma boa aceitação da mulher no mundo dos esportes radicais? Como é agora?

CD – Nunca rolou preconceito, sempre fui bem aceita nos radicais. Claro que no futebol, que tenho tido mais contato agora, naturalmente, o universo é mais masculino. Eles entendem mais, afinal, desde bem pequenos já estão ligados a esse mundo. É uma questão de cultura futebolística que as meninas não têm, ou têm menos que os meninos. Agora corro atrás conversando com os sábios do futebol daqui da Globo. Alex Escobar é um que dá altas informações. Os meninos que trabalham na nossa Redação também. Na verdade, quando preciso, tenho uma consultoria e tanto!

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