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Dr. Disciplina: o que fazer com cão travesso

Publicado em 31/05/2011 - 15:22 por | Comentar

“Tenho várias dúvidas com relação ao meu cachorro. Vou tentar resumí-las, ok? Bom, ele não levanta a perna para fazer xixi, e ele já tem quase 4 anos. Porque ele faz isso? Ele é também extremamente agressivo, fica querendo morder. A gente faz carinho e de repente ele tenta morder. Dar banho nele é um sacrifício, por que ele fica estranhando. Além de também ser alvo de reclamação dos vizinhos, porque ele late com todo mundo que passa na rua… Queria muito saber o que fazer”, afirma Luiza Costa.

Dr. Disciplina: “As causas mais prováveis  são a falta de diciplina e liderança de você, enquanto proprietário do animal. Além de que o cão parece demonstar grande sensibilidade ao toque. Para combater os latidos, vamos usar alguns pequenos balões de festa, cheio de água. Quando ele começar a latir, você atira os balões de água nele, até que ele desista de latir. O animal vai entender que, se latir excessivamente, pode se molhar com balões. Um segundo exercício que pode ser feito é usar bombinhas de crianças, chamadas de trak. Devemos proceder da mesma forma do primeiro exercício. Não deixe o cãozinho ver que é voce que está jogando as bombinhas e os balões. Use estes recursos com cautela, para não traumatizar o animal. Outro exerício que pode ser feito é usar garafas pet com pedrinhas dentro. Quando o cão começar a latir, jogue a garafa pet pra chamar a atenção dele. Repita esses exercícios até ele mudar o comportamento. Sobre a dificuldade para o banho, você pode proceder da seguinte forma: leve-o para um passeio e depois coloque uma focinheira. Ele deve estar fora de seu território para facilitar a colocação. Depois é so começar a  dar o banho, sempre corrigindo o cãozinho com uma puxadinha na guia, pra que ele note que você não aceita mais esse comportamento. Ao puxar a guia, diga bem forte “não”, mas sem gritar.   Sobre o comportamento de não levantar a pata para fazer xixi, ele não deve ter visto outros cães fazerem isto. Eles aprendem uns com os outros e não é um comportamento que se aprende de uma hora pra outra. Leve-o para passear, em locais onde ele pode ver outros animais se comportando. Quem sabe, ele ainda pode seguir práticas comuns da espécie. Se com os exercícios, os comportamentos ruins persistirem, procure um especialista na área.

Jackson Maciel é o Dr. Disciplina

O consultor em comportamento canino, Jackson Maciel, participa desta coluna Dr. Disciplina, com dicas e recomendações sobre como enfrentar cães com distúrbios de comportamentos, tais como latidos excessivos; destroem móveis, calçados, roupas e demais objetos em casa; são ciumentos ou possessivos em relação a algum membro da família, brinquedos, alimento ou móveis da casa; se auto-mutilam lambendo as patas ou mordendo a cauda até ferir; mesmo sendo cães de companhia, se comportam como se fossem cães de guarda, atacando visitas; entre outras formas que comprometem uma convivência pacífica com a família.

Se o seu cão tem alguns destes comportamentos, envie pergunta para este blog ou para o email anavaleria@diariodonordeste.com.br Contatos também pelo fone (85) 3266.9790

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Dr. Disciplina: o que fazer com Fox Paulistinha agressivo

Publicado em 31/05/2011 - 8:31 por | 2 Comentários

“Olá, boa tarde, meu nome é Michel,  e tenho um cachorro de raça Fox Paulistinha. Eu o vejo uma ou duas vezes por semana, pois ele fica na casa de praia. Comigo ele é altamante dócil, mas ele não gosta de tomar banho. Quando vai, fica muito agressivo com o rapaz que o banha. Ele costuma morder o rapaz que cuida da casa. Quando  o rapaz passa perto dele, ele fica exaltado. Inclusive, o rapaz não esta mais lá  casa e, com o outro rapaz, ele é do mesmo jeito. Ele fica estressado quando pegam na coleira dele, quando vai tomar banho, não deixa pegarem ele no colo e etc”, afirma Michel Ferraz, que quer saber o que fazer o seu Fox Paulistinha.

Dr. Disciplina: “A causa mais provável para o caso de seu cão está na falta de socializçaão do animal quando era mais novo. Já agressividade no banho deve estar relacionado a uma aproximação mal feita por parte das pessoas que cuidam dele. Aqui vai alguns exercícios de aproximação que você pode fazer, ou pedir para a pessoa que cuida dele fazer, o que vai melhorar na socialização do cão. 1 – O  rapaz que cuida dele vai ficar passando pelo cãozinho com pedaços de carne ou frango em uma distância que ele não fique latindo e tentando mordê-lo. Cada vez que ele passar pelo animal e ele não latir, o rapaz deve jogar um pedaço de carne ou frango sem olhar para o cãozinho. O rapaz deve estar sempre de lado quando estiver passando. Nunca se posicionar de frente. Fazer isto até ele deixar de latir. 2 – Voce leva o cão para fora da casa (seu teritório). Entregue o animal para o rapaz sair para passear como ele. O animal deve sempre ficar do lado do rapaz, conduzido por uma guia. Sempre que passar em portas ou portões, o rapaz deve ir primeiro, depois o cão. Assim, o cão vai aprendendo quem é o líder. 3 – Na hora de servir a alimentação, o rapaz deve pedir para o cão esperar, com o comando “espera”, e a mão indicando o sinal de “pare”. A alimentação só deve ser servida quando o cão parar e obedecer.  4 – Sobre o banho, voce primeiro deve levá-l0 para dar uma volta fora de seu território, colocar a focinheira e depois retornar para a área do banho. Sempre que o cão responder com agressividade, dar uma puxadinha na guia dizendo o comando “não”. Pratique estes exercícios diariamente. Não desista de mostrar para o seu quem é o líder. Também é bom ver o animal com mais frequência. Assim ele não vai se sentir abandonado por voce. Caso o comportamento ruim persistir, procure um especialista em comportamento canino.

Jackson Maciel é o Dr. Disciplina

O consultor em comportamento canino, Jackson Maciel, participa desta coluna Dr. Disciplina, com dicas e recomendações sobre como enfrentar cães com distúrbios de comportamentos, tais como latidos excessivos; destroem móveis, calçados, roupas e demais objetos em casa; são ciumentos ou possessivos em relação a algum membro da família, brinquedos, alimento ou móveis da casa; se auto-mutilam lambendo as patas ou mordendo a cauda até ferir; mesmo sendo cães de companhia, se comportam como se fossem cães de guarda, atacando visitas; entre outras formas que comprometem uma convivência pacífica com a família.

Se o seu cão tem alguns destes comportamentos, envie pergunta para este blog ou para o email anavaleria@diariodonordeste.com.br Contatos também pelo fone (85) 3266.9790

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Dr. Disciplina: o que fazer com cão que não late

Publicado em 29/05/2011 - 20:08 por | 10 Comentários

“Gostaria de saber por que uma cadela Boxer com um ano de idade não late. Nem com gente estranha, nem quando tocam no portão.Os cachorros do vizinho latem e ela nada. É normal ou pode ser algum problema? Desde já agradeço pela atenção”, Renata Lóssio

Dr. Disciplina: “Não vejo nada de anormal nesta cadela. Sei de casos de cães que, mesmo depois de adultos, não gostam de latir. Sua cadelinha vai latir no momento de medo ou de muita alegria. Com pessoas estranhas, ela ainda não está se vendo em perigo, daí não latir, reagindo. Talvez, todas as pessoas que conviveram com ela, até agora, foram tão amigáveis, que ela ainda não se sentiu ameaçada.  Daí não ver motivo  para dar alarme com os latidos. Vale procurar um médico veterinário para ver  se não existe nenhum problema com as cordas vocais dela. Depois, se houver interesse, pode procurar  um profissional em comportamento canino”.

Jackson Maciel é o Dr. Disciplina

O consultor em comportamento canino, Jackson Maciel, participa desta coluna Dr. Disciplina, com dicas e recomendações sobre como enfrentar cães com distúrbios de comportamentos, tais como latidos excessivos; destroem móveis, calçados, roupas e demais objetos em casa; são ciumentos ou possessivos em relação a algum membro da família, brinquedos, alimento ou móveis da casa; se auto-mutilam lambendo as patas ou mordendo a cauda até ferir; mesmo sendo cães de companhia, se comportam como se fossem cães de guarda, atacando visitas; entre outras formas que comprometem uma convivência pacífica com a família.

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Feirão de adoção de cães e gatos

Publicado em 26/05/2011 - 14:42 por | 2 Comentários

Campanha da Pedigree: Uipa foi a única selecionada no Ceará

No próximo sábado, dia 28, de 9h às 12 horas, na Rua Oliveira Paiva, 1930 – Cidade dos Funicionários, em Fortaleza (CE), haverá uma Feira de Adoção de Cães e Gatos. Na ocasião, adotante receberá um kit com ração, comedouro, bolinha para o animalzinho brincar, plaqueta de identificação e material educativo sobre adoção e guarda responsável. É um  brinde da campanha nacional “Adotar é tudo de bom”, promovida pela Pedigree, na qual a União Internacional Protetora dos Animais (Uipa), foi a única selecionada no Ceará como participante. A pessoa que desejar adotar um cão ou gato deverá comparecer munida de RG, CPF e comprovante de endereço.
“Adotando um cão, se o desejar, ainda terá por um preço acessível o acompanhamento de um adestrador”, afirma a presidente da Uipa, Geuza Leitão.

Mais informações: Uipa – (85) 3261.3330/9994.4552

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Dr. Disciplina: como ensinar o cão a usar o “banheiro”

Publicado em 25/05/2011 - 9:53 por | 2 Comentários

O Dr. Disciplina de hoje responde dúvidas sobre como ensinar o cão a fazer as necessidades fisiológicas em local certo. Se o seu cãozinho faz coco e xixi em qualquer lugar, confira orientações abaixo abaixo. Se quer tirar dúvidas sobre outros comportamentos do seu cão, envie pergunta para anavaleria@diariodonordeste.com.br ou (85) 3266.9790/9771.

“Olá, tenho um cachorro da raça poodle, macho, com 8 meses.
O animal está acabando com todos os chinelos tipo havaianas, bem como faz xixi e coco em qualquer local da casa e no quintal. Como posso educá-lo? Resido em Fortaleza, bairro Parque Manibura. Atenciosamente”,
José Arata ( 085 ) 3271 – 1827 / ( 085 ) 8636 – 4629 ( OI ) ou ( 085 ) 9921 – 9897 ( TIM ) e.mail : jm_arata@hotmail.com

“Bom dia, achei um cachorro na rua, de 4 meses de idade, já tentei ensina-lho a fazer suas necessidades no quintal, mas ele não aprende. Só quer fazer dentro de casa. O que devo fazer para que ele possa aprender.
Atenciosamente”, Odilene
Dr. Disciplina: “As causas mais prováveis devem ser a idade e a falta de experiência, além de que o odor do cão já deve estar pela casa inteira, o que induz ao comportamento errado na hora de fazer as necessidades. Cães muito jovens ainda estão precisando aprender o local certo. Vamos entender os passos para corrigir este comportamento. 1 – Um cão jovem pode comer de três a quatro vezes ao dia. Assim, quando colocar a refeição, deve ser em horários fixos. Depois de 20 minutos. devemos retirar a refeição, mesmo que ele não tenha comido. Repetir este procedimento até ele aprender a comer no horário certo. 2 – Logo após ele ter se alimentado, voce deve levá-lo para o local determinado como banheiro, deixando-o por cerca de 15 minutos a uma hora até ele fazer as necessidades. Quando ele fizer, dê-lhe carinhos e deixe-o à vontade. 3- Se o cão não fizer as necessidades, leve-o para um local pequeno, como num cercado, no banheiro ou em um cantinho da casa. Forre com jornal e aguarde mais uns 20 minutos. Nesta situação, geralmente os cães se controlam e não fazem as necessidades. 4 – Após isto, leve-o novamente ao local que você quer determinar como banheiro. Nesta situação, é para o cão conseguir fazer as necessidades. Repita este procedimento, até ele aprender o local certo. 5 – Outra opção é levar o cão para o passeio na rua, logo depois das refeições. Assim, ele pode se acostumar a fazer durante a caminhada. Atenção, não esquecer de levar a sacolinha para recolher os dejetos. Se o seu cãozinho persistir em fazer coco e xixi em local errado, procure um profissional especializado.
Sobre o comportamento de destruir calçados, ver o Dr. Disciplina anterior, já publicado neste blog.

Jackson Maciel é consultor em comportamento canino

O consultor em comportamento canino, Jackson Maciel, participa desta coluna Dr. Disciplina, com dicas e recomendações sobre como enfrentar cães com distúrbios de comportamentos, tais como latidos excessivos; destroem móveis, calçados, roupas e demais objetos em casa; são ciumentos ou possessivos em relação a algum membro da família, brinquedos, alimento ou móveis da casa; se auto-mutilam lambendo as patas ou mordendo a cauda até ferir; mesmo sendo cães de companhia, se comportam como se fossem cães de guarda, atacando visitas; entre outras formas que comprometem uma convivência pacífica com a família.

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Kit Viagem para seu pet

Publicado em 19/05/2011 - 15:24 por | 2 Comentários

Categorias: Eu e meu pet, Geral

Quem tem um pet em casa sabe que para deixá-lo feliz e saudável é preciso dar atenção e carinho, visitar regularmente o veterinário, além de vaciná-lo e cuidar de sua higiene. Mas não é só isso. É essencial mantê-los ativos, não deixá-los por muito tempo sozinhos, pois eles se sentem entediados, ficam tristes, e acabam adotando comportamentos agressivos, destrutivos e indesejados.

Os bichinhos também sofrem com a falta de exercício físico e mental. Para evitar isso, é importante para a saúde do pet fazer atividades ao ar livre, principalmente os passeios diários. Além disso, atividades que estimulem a interação entre o dono e o cão, brincadeiras e joguinhos contribuem e muito para o desenvolvimento da inteligência do pet.

As férias estão chegando e muitas pessoas vão viajar para descansar e se divertir com a família, mas para aqueles que têm animal de estimação sempre fica a dúvida do que fazer. Que tal quebrar as barreiras e levar seu cachorrinho junto? Para muitos essa é uma opção que dará dores de cabeça e transtornos, mas é possível viajar com o melhor amigo sim, e ainda curtir muito este momento.

Pensando em incentivar viagens com animais de estimação, a Dog’s Care criou o Kit Viagem, afinal de contas o melhor amigo não pode ficar fora dos melhores momentos de lazer. O kit é prático, versátil e ajuda a convivência em ambientes novos, típicos de viagens. A empresa 100% nacional que é conhecida por fabricar produtos ecologicamente corretos para pets, desenvolveu o kit com o mesmo conceito que aplica a toda sua linha: produtos que não agridam o meio ambiente e que ajudam os donos a ter uma visão mais sustentável.

O Kit Viagem é composto por uma bolsa de transporte feita com lona reciclada de garrafa pet ou ecojuta certificada, que se transforma em uma pequena cama e vem com uma nécessaire exclusiva para levar os acessórios de viagem (escova, brinquedo, ração, biscoito, produtos de banho, fralda, etc), um bebedouro e um comedouro portáteis, um porta ração de 1kg, uma Biobag (sacolinhas higiênicas) e mais um Guia de Viagem no verso da embalagem que visa o aproveitamento da mesma, não necessitando ser descartada no meio ambiente. A nécessaire é removível, quando o dono chega ao destino, basta tirá-la, abrir a bolsa e determinar o lugar onde o pet vai dormir.

Sobre a empresa

A Dog’s Care é uma marca amiga da natureza e só produz artigos que minimizam o impacto gerado ao meio ambiente. No início a empresa fabricava somente as fraldas para cachorro, feitas com plástico 100% biodegradável. Já nessa época, a empresa tinha como objetivo, criar consciência ambiental e estimular a posse responsável. As fraldas evitam que os pets sujem as calçadas, parques ou qualquer outro lugar. O xixi deixado por aí causa inúmeras doenças e suja as cidades. Logo em seguida, a empresária Carolina Vaz criou as sacolinhas para recolhimentos de fezes, também feita com plástico 100% biodegradável como forma de conscientizar os donos. Hoje a empresa é responsável por uma linha de mais de 15 produtos e se mantém no topo como a única empresa pet no Brasil a adotar a postura sustentável na fabricação, na estrutura e no produto final.

Mais informações www.dogscare.net

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Mais brilho e perfume para seu pet

Publicado em 19/05/2011 - 15:20 por | Comentar

Assim como é importante cuidarmos da nossa própria saúde, da mesma forma é essencial também cuidarmos da saúde e do bem-estar do nosso pet. A começar pela higiene do cãozinho. Banhos semanais ou quinzenais são muito importantes para livrá-los da sujeira acumulada em seus pelos, assim como de alguns parasitas (pulgas, piolhos e carrapatos) e evitar as verminoses intestinais.

Vale lembrar que a água utilizada para dar banho no pet deve ser morna, principalmente se o tempo estiver frio. Mas, pode-se utilizar água fria se estiver bastante calor. Nunca se deve usar água quente, pois a mesma resseca o pelo do animal e tira todo o brilho. Além disso, devido a uma possível mudança brusca de temperatura, pode ocasionar problemas na saúde do seu cão como, por exemplo, gripes fortes ou pneumonias.

Os xampus utilizados para o banho devem ser neutros ou próprios para cães. Pensando no bem-estar e limpeza do seu bichinho, a Dog’s Care, empresa referência do setor pet que desenvolve produtos ecológicos de alta qualidade, lançou o Kit BioShower.

O kit contém: um Shampoo + Condicionador (2 em 1) – Buriti e Trigo – deixa o pêlo do pet limpo e macio e deve ser usado com a pelagem molhada; um Banho a seco – Proteínas do Trigo, que deve ser borrifado nos pelos com o auxílio de uma escova ou flanela a fim de retirar todos os resíduos e possíveis odores desagradáveis, e um Perfume – Folhas Cítricas – para finalizar e deixar o pelo do seu cãozinho com um cheirinho gostoso e agradável.  Os produtos da Dog’s Care são ecologicamente corretos, biodegradáveis e não poluem o meio ambiente. Além de serem hipoalergênicos, para evitar a reação alérgica.

Mensagem da empresa

A natureza é de fundamental importância para todos os seres vivos, pois é a fonte de todas as riquezas que nos alimenta e fornece todos os produtos necessários à vida. Devemos preservar totalmente a sua beleza e o ambiente que a cerca, para que um dia nossos filhos a conheçam da forma que ela deve ser: linda, limpa e ainda inteira. Para isso, basta incorporar em nosso cotidiano a razão e a emoção nas questões ambientais como prioridade. É uma ação solidária com nós mesmos e com o ambiente que nos envolve. Precisamos urgentemente de um modelo de sociedade que valorize a relação de equilíbrio com o meio ambiente, só assim poderemos construir uma nova sociedade ambientalmente sustentável.

Mais informações www.dogscare.net

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Risco de cegueira em cão

Publicado em 16/05/2011 - 10:27 por | 6 Comentários

Na Coluna Dr. Vet desta segunda-feira, publicada na Página de Bem-Estar Animal, Caderno Regional, do Diário do Nordeste, o médico veterinário Paulo Sérgio Ferreira Barbosa, tira a dúvidas da leitora Maria Holanda, sobre risco de cegueira em seu cão.  Esta coluna é em parceria com a Favet-Uece. Criadores interessados em tirar dúvidas, contatar anavaleria@diariodonordeste.com.br ou (85) 3266.9790 ou 3266.9771.

A funcionária pública Maria Holanda, da cidade de Iguatu, disse que cria um cão de estimação há seis anos e que nos últimos dias, o animal apresentou ressecamento mais intenso no olho direito. Ela percebe perda da visão porque o bicho passou a bater nos objetos, nos móveis de casa. Quer saber qual o tratamento indicado para o caso e se há risco de perda permanente e total da visão.

Médico veterinário Paulo Barbosa

Paulo Barbosa: “Dona Maria Holanda, a sua pergunta, em termos de Oftalmologia canina, é muito vaga, já que, assim como no ser humano, existem várias patologias que podem causar cegueira em cão, com relação à idade de 6 anos, animais de idade mediana, apresentam porte médio a pequeno e nos velhos, os de raças grandes ou gigantes.

Ceratoconjuntivite seca (CCS), ou mais conhecida como a doença do olho seco, seria a doença que mais se aproxima do que está escrito na sua pergunta.

Essa doença é caracterizada por uma séria deficiência da parte aquosa do filme lacrimal, que provoca uma reação inflamatória progressiva na córnea e conjuntiva, que pode ser causada por uma atrofia espontânea da glândula lacrimal, ou secundária a doenças como doenças autoimunes, cinomose, leishmaniose, hipotireoidismo, hiperadrenocorticismo, diabetes melitos e demodicose ou por utilização de medicamentos como a sulfas, atropina e anestésicos.

A maioria destas doenças citadas causam também alterações em outras partes do olho como a retina, cristalino (catarata), complexo da úvea (íris, corpo ciliar e coroíde). Na sua pergunta não vem me dizendo qual é raça do seu animal, mais existem raças, e seus mestiços, que são predominantes a CCS, entre elas o Cocker Spaniel, Poodle, Yorkshire Terrier e Dachshound, entre os de pequeno porte, e Rottweiler, entre os de grande porte.

Quanto aos sintomas, ela pode ser aguda, causando conjuntivite, descarga mucóide, úlcera de córnea e olho com aparência seca, o que me parece ser o caso do seu animal.

Entretanto, os sintomas crônicos, tais como descarga mucopurenta, neovascularização (o olho do cão aparece cheio de vasos), e ulcerações variáveis podem ocorrer. O ideal seria que a senhora levasse o seu animal para um médico veterinário para realização de um exame completo no olho e, se necessário, encaminhar para um veterinário com especialidade em Oftalmologia, como forma de instituir a terapia adequada para ele, se no caso o diagnóstico for realmente CCS.

Médicos veterinários especialistas em Oftalmologia, que eu saiba, só existem em Fortaleza, mas os veterinários da sua cidade, com certeza, estarão aptos para fazerem o diagnóstico, bem como o tratamento da Ceratoconjuntivite seca (CCS).

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Não basta ter pedigree para ser um campeão

Publicado em 16/05/2011 - 10:12 por | Comentar

Categorias: cinofilia, Geral

Miguel Gondim, com seu Whippet, 1º lugar da Exposição Panamericana. Está entre os Top 10 de criação/ FOTOS: NILTON NOVAIS

Não basta ter um bom pedigree para o cão estar apto às exposições. É preciso o animal gostar de desfilar nas pistas, demonstrando bem-estar. Desta forma, o título de campeão será uma sequência natural. Assim pensa o handler Miguel Gondim, que há 17 anos expõe cães no Brasil e no exterior, além de criar as raças Whippet e Saluki, há 27 anos, em seu canil Dart´s Repouso de Brookie, em Olinda (PE). Na última exposição do Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC), ele apresentou 12 cães das raças Husky Siberiano, Whippet, Akita, Golden Retriever, Basset Hound, Bulldog Francês e Basenji. Os preparativos para a exposição é uma verdadeira maratona que começa cerca de 10 dias antes das provas. Requer investimento e profissionalismo para que o bem-estar dos concorrentes seja preservado.

“Se o cão é feliz em pista, está apto à exposição”, afirma Miguel Gondim. Na sua experiência, diz saber quando o animal se sente bem, ao demonstrar espontaneidade, disposição para participar da competição como numa brincadeira. “Um cão tímido, assustado, não serve para exposição”, explica. “Só exponho os que são felizes”, reafirma. Segundo ele, há animais muito bons, do ponto de vista do padrão exigido para a raça, mas que não interagem bem na pista. “É apagado, não se mostra, precisa ser arrastado. Assim não vale”.

O bem-estar do cão de exposição já começa na seleção da ninhada. Desde cedo, o filhote sinaliza aptidão. A preparação ao longo dos meses, com adestramentos de obediência e para o desfile, além dos treinamentos físicos, acontecem como acréscimo ao talento já revelado. Miguel Gondim conta que com 45 dias de nascidos, os filhotes já passam a ser observados, colocados em mesa, testados em brincadeiras. Se respondem bem à interação, confirmam aptidão aos desfiles.

Juliana Régia com sua Dog Alemão Bonny Solar, do Canil Gigantes do Sertão. Foi 4º lugar no Grupo II Jovem

Pensando da mesma forma, o criador de Dog Alemão, Odijas Frota, que expõe os próprios animais junto com a esposa, Juliana Régia, diz que gosta de participar das exposições como forma de difundir a raça canina. “É uma oportunidade de mostrar a boa criação que temos. São cães de qualidade, saudáveis, se apresentam bem. Não adianta ter um bom pedigree e não expor. Quem cria por prazer, quer mostrar”, pontua, e ressalva, “mas o gosto para expor é que sejam momentos de prazer para o criador e para o cão, que tem que se sentir bem, como em um passeio, ou numa brincadeira”. Desta forma, ele avalia que os títulos de campeão tornam-se secundários. “O importante é deixar o cão bem para o desfile. Se são animais de qualidade, sabemos que vão conquistar títulos”.

Mudança na rotina

Juiz Ricardo Lima, handler Mauro Henrique e Rottweiler campeão da exposição especializada, Napoleon, do Canil Von Vaz, de Belém (PA)

Para participar da exposição, a maratona dos cães começa duas semanas antes. Especialmente se vão viajar de um Estado a outro, a rotina de alimentação e atividades é totalmente modificada. O handler Mauro Henrique Studart Militão, que apresentou 14 cães na última exposição do KCEC, viajou de Belém a Fortaleza numa Van com ar-condicionado, adaptada ao transporte dos animais. Ele trouxe as raças Rottweiler, do Canil Von Vaz, e Bulldogs Francês e Inglês de criadores particulares. Em dois dias de viagem, o veículo parou a cada 10 horas, para alimentação e demais necessidades. Ele diz que, numa primeira viagem, é normal o cão sentir um pouco de estresse. Na medida em que participa de outras exposições, se adapta bem à rotina dos desfiles.

Os cães trazidos por Miguel Gondim viajaram por 12 horas de Olinda a Fortaleza. Saíram à meia-noite de uma sexta-feira. Já no Ceará, ficaram na chácara de um amigo, até às 6 horas do domingo, quando a equipe pode montar acampamento no local da exposição. Caixas individuais, cercados, secadores, toalhas molhadas, ventiladores, sopradores, água à vontade e ração somente após as provas são as medidas essenciais para garantir o bem-estar dos campeões.

Enquanto os animais ficam como se estivesse numa boa brincadeira, proprietários e handlers estão atentos à avaliação dos juízes. Aqui, valem os critérios técnicos, mas também as subjetividades dos avaliadores. Segundo o juiz Ricardo Lima, que julgou a exposição especializada da raça Rottweiler, os critérios técnicos obedecem aos padrões das raças definidos pela Federação Internacional de Cinofilia (FCI), seguidos pela Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC) e pelo KCEC. Na avaliação do padrão, são observados a tipicidade, estrutura dinâmica, temperamento, entre outros aspectos.

Categorias na pista

Handler Wladir Uchoa expõe cães há mais de 21 anos

O médico veterinário do Kennel Clube do Estado do Ceará, Daniel Uchôa, também criador de Bulldog Francês, destaca que o bom criador é aquele que está na cinofilia visando, exclusivamente, ao aperfeiçoamento da raça escolhida. O handler Wladir Uchôa, que há 21 anos apresenta cães em exposições, explica que os animais são julgados conforme a estrutura (padrão da raça) e também pela beleza (pelagem, peso e desempenho no desfile). As seleções acontecem por etapas, dentro da raça por idades, e por categorias de classificação.

MAIS INFORMAÇÕES
Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC) – (85) 3265.5040
www.dartsrepousodebrookie.com.br
www.canilvonvaz.com.br

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Pastor Alemão em competições

Publicado em 11/05/2011 - 15:19 por | Comentar

Categorias: cinofilia, Geral

Durante a exposição, os Patores Alemães participam de provas de coragem

O Clube Cearense de Pastores Alemães promove neste domingo, dia 15, a partir das 9h30, no Estádio Eudoro Correia, do Colégio Militar de Fortaleza (CE), uma exposição dos cães da raça, aberta ao público. Nas provas, os animais serão avaliados nos quesitos estrutura e beleza, pelo juiz  carioca, José Graça Aranha. A competição é valida pelo Campeonato Norte/Nordeste. A entidade, presidida por Francisco José Franco Vasconcelos Júnior, reúne criadores cearenses de Fortaleza e Região Metropolitana. É filiada ao Clube Brasileiro de Pastores Alemães, pertencente à Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC).
O vice-presidente do Clube Cearense, Alberto Botelho, explica que a exposição divide-se em seis categorias: filhotes de 4 meses e 1 dia a 6 meses; novíssimo a, de 6 meses e 1 dia a 9 meses; novíssimo b, de 9 meses e 1 dia a 12 meses; júnior a, de 12 meses e 1 dia a 18 meses; júnior b, de 12 meses e 1 dia a 24 meses; e sênior, de 24 meses e 1 dia em diante.
Ele também destaca que no desfile, os cães entram em pista por ordem de inscrições. O juiz usa os seguintes critérios para efeito de classificação: pelagem, mordedura, angulações dos membros anteriores e posteriores, temperamento (nos quesitos aproximação e prova de tiro), movimentação, amplitude de passadas e propulsão.
“Os cães da categoria sênior são obrigados a fazer a prova de coragem que consiste em atacar um figurante. No ataque surpresa, o figurante se protege atrás de uma barraca. Já no ataque lançado, o figurante sai por trás de uma barraca e o cão é solto a uma distância de 50 metros”, explica ele.
Somente serão premiados com troféus os pastores classificados do 1º ao 3º lugar. Segundo Alberto Botelho, nesta exposição estarão presentes os melhores exemplares do Norte/Nordeste, entre os quais destacam-se alguns cães importados da Alemanha e da Argentina.
O Clube Cearense de Pastores Alemães, fundado há quatro anos, tem 20 sócios e 10 canis. Estes se concentram mais em Fortaleza e Região Metropolitana. Entre os caninos, há animais campeões, a exemplo do cão “Dante von Sorsten”, de propriedade de Alberto Botelho, campeão Norte/Nordeste em 2009; a “Gigina von Ghattas”, do Canil Casa do Mar, de propriedade de Petrônio Magalhães, também campeã NO/NE 2009 na categoria melhor fêmea; e “Nufo von Ghattas”, de propriedade de Flávia Fontenele, lider no ranking NO/NE 2010.
Durante a exposição, as pessoas interessadas em conhecer melhor a raça poderão conversar com os criadores e ver as vantagens de possuir um Pastor Alemão capa preta.

MAIS INFORMAÇÕES
Clube Cearense de Pastores Alemães, Rua João Teófilo de Araújo, 354, Maracanaú (ce)
(85) 3371.5069/ 9108.9620
www.pastoralemaoceara.blogspot.com

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Editora Verdes Mares Ltda.

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