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Categoria: Eu e meu pet


19:13 · 19.09.2018 / atualizado às 19:13 · 19.09.2018 por
Elizabeth MacGregor é diretora de Educação do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal (FNPDA)

O Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal (FNPDA) realiza terça-feira, 25, o curso “Educação Ambiental Humanitária em Bem-Estar Animal”, a ser ministrado pela diretora de educação da entidade, Elizabeth MacGregor. As inscrições estão abertas  com 100 vagas disponíveis. Acontecerá no Auditório 1 (Deputado Castelo de Castro), na Assembléia Legislativa do Ceará, de 13h às 18h.

O evento tem apoio da Prefeitura Municipal de Fortaleza, por meio da Coordenadoria de Proteção e Bem-Estar Animal (Coepa), Observatório de Direitos Animais (ODA), Comissão de Defesa dos Direitos dos Animais da OAB-CE, União Internacional Protetora dos Animais (Uipa), entre outras entidades e instituições. O curso é uma preparação para o grande evento municipal, Virada Animal, de 4 a 10 de outubro na Praça do Ferreira e na Av. Beira-Mar.

Elizabeth MacGregor destaca que este curso já foi realizado em mais de 85 municípios de 12 Estados brasileiros. Destina-se a professores, coordenadores e gestores do ensino fundamental e médio, educadores ambientais,
alunos e professores de cursos universitários. Em Fortaleza, também está sendo divulgado entre ONGs e protetores de animais. Ela aponta  os princípios da Educação Ambiental Humanitária em Bem-estar Animal (EAHBEA):

  • Reconhecer que os animais são seres sencientes e têm necessidades espécieespecíficas
  • Reconhecer que os seres humanos interagem com outros animais e que suas ações têm um profundo
    impacto nas vidas deles e no meio ambiente
  • Compreender como as ações humanas podem afetar os animais e outros seres vivos
  • Desenvolver e multiplicar atitudes de compaixão, respeito e responsabilidade

Segundo explica na programação do curso, “A EAHBEA pode mudar o paradigma atual da percepção dos alunos sobre o impacto das ações humanas no meio ambiente e, consequentemente, sua responsabilidade por elas, mormente na biodiversidade e nas outras espécies animais, incluindo o contexto rural e urbano, e mostrar como isso está intimamente relacionado ao bem-estar do próprio ser humano”.

O curso já foi ministrado em mais de 85 cidades brasileiras de 12 Estados

MacGregor cita a educadora americana Zoe Weil, para mostrar a relevância, no atual contexto, da Educação Humanitária: “Um amplo campo de estudo que estabelece conexões entre todas as formas de justiça social (…) explora como podemos viver com respeito e compaixão por todos os seres. (…) ensina aos jovens sobre o que está acontecendo ao planeta e dá-lhes instrumentos para realizar escolhas que vão gerar um mundo mais justo, pacífico e seguro”.

Diante da problemática cada vez mais crescente dos maus-tratos e abandono de animais, violência urbana, degradação ambiental, extinção de espécies, entre outros sinais da atual crise de civilização, relacionar a Educação Ambiental com o Bem-Estar Animal é uma forma de sensibilizar as pessoas, especialmente crianças e jovens, para a necessidade de mudanças na interação entre todas as formas de vida, sejam humanas ou não-humanas. Parabéns ao FNPDA, Coepa, ODA e todos os envolvidos nesta promoção!

MAIS INFORMAÇÕES: Curso “Educação Ambiental Humanitária em Bem-Estar Animal”, terça-feira, 25, de 13 às 18h, no Auditório 1 (Deputado Castelo de Castro), na Assembléia Legislativa do Ceará. Inscrições gratuitas e abertas  no odadireitosanimais@gmail.com

 

19:46 · 11.09.2018 / atualizado às 19:47 · 11.09.2018 por

Muito bom saber que o mercado pet está em franca expansão em Fortaleza, acompanhando tendência mundial de consolidação do chamado “fenômeno pet”, ou seja, cada vez mais os animais estão sendo tratados como membros das famílias.

E quem nos envia a boa notícia desta vez é o jornalista Fernando Maia. Confiram:

“O Bairo Damas e adjacências contam com um novo conceito em petshop. Trata-se do Ecolove, que chega ao mercado oferecendo um “serviço mais familiar” para cães e gatos. Com o slogan “Amor pelo seu pet. Carinho por você”, a Ecolove quer receber seus clientes animais pelo seu nome e dedicar um tratamento bem especial, sobretudo em relação ao banho e tosa.

“Sabemos que o mercado está bem aquecido e também que a concorrência está acirrada. Para ser mais uma loja que vende ração e medicamentos não fazia sentido para nós entrar nesse jogo. Por isso, procuramos algo que nos diferenciasse. E essa diferença está no tratamento”, explica o proprietário e administrador de empresa Mikail Coelho.

Segundo Mikail, no Ecolove, o banho e tosa conta com um ambiente climatizado e as toalhas são individuais. “Notamos que, em alguns locais, os animais sofriam um pouco no momento de secar após o banho com o calor produzido pelo secador. O ventilador não é suficiente para lhe proporcionar o frescor necessário. Daí partirmos para um ambiente climatizado. Outro detalhe é o uso de toalhas higienizadas. Usamos só uma para cada banho. Isso tem feito uma diferença. Não queremos que o animal entre aqui para banhar-se e saia infestado de pulgas ou carrapatos. Por isso, todo o espaço é limpo após cada asseio”.

Outro diferencial é a escovação dentária. “Nossas escovas são descartáveis. Após a escovação, nós a entregamos para o cliente, a fim de que ele, caso queira, possa reaproveitá-la em casa. Mesmo após o retorno desse mesmo animal, utilizaremos uma outra escova. Medidas assim garantem a saúde dos bichinhos e deixam seus “pais” satisfeitos“, aposta Mikail.

Conforme o proprietário da Ecolove, o local da loja foi estrategicamente escolhido. “Nos instalamos no Pátio Damas porque ele tem a cara da Ecolove. É bastante aconchegante. Fica localizado na Avenida João Pessoa, ao lado da Casa do Português. Tem estacionamento gratuito pelas duas entradas. O cliente pode descer tranquilamente e acompanhar o banho do seu animal. Caso queira, pode observar visualmente o banho. Além disso, pode aproveitar para escolher sua ração preferida, brinquedos, coleiras, medicamentos e outros itens que fazem a alegria dos seus filhos de quatro patas”.


MAIS INFORMAÇÕES: Ecolove Petshop, Rua Apolo, 28, esquina com Avenida João Pessoa – Bairro Damas, próximo à casa do Português, defronte ao Posto Ipiranga – Estacionamento gratuito. (85) 98732-5681 (whatsapp) (85) 3067-3873 – Instagram/Facebook: :@ecolovepetshop

21:44 · 03.09.2018 / atualizado às 21:44 · 03.09.2018 por

Contagem regressiva para a Virada Animal, grande evento que acontecerá em Fortaleza, de 4 a 10 de outubro, com ampla programação em favor da proteção e do bem-estar animal. A primeira reunião com a titular da Coordenadoria de Proteção e Bem-Estar Animal (Coepa), da Prefeitura de Fortaleza, Toinha Rocha, aconteceu nesta segunda-feira, 3, com a participação de ONGs, protetores independentes, grupos de raças, bem como com jornalistas e empresas apoiadoras do evento. Na pauta, as linhas gerais da programação, com propostas de diversas atividades, tais como evento de adoção de animais, Vetmóvel, palestras, rodas de conversa, bazar, feirinha, desfiles de animais, shows artístico-culturais, todos voltados para sensibilização, conscientização e adesão dos fortalezenses em favor dos cães, gatos e demais espécies.

A Virada Animal está prevista por lei municipal, de autoria do vereador Esio Feitosa, conforme destacou Toinha Rocha, na abertura da reunião, e que conta com amplo apoio da Prefeitura de Fortaleza. Secretarias Municipais de Saúde, Educação, AMC, entre outras instâncias do governo local, serão convidadas a compor o apoio ao evento, que deverá tornar-se um marco na mobilização pela proteção e o bem-estar animal na Capital cearense.

A abertura está prevista para a manhã do dia 4 de outubro, na Praça do Ferreira,  prosseguindo até à noite, com diversas atividades para mobilizar os diferentes segmentos sociais em favor dos animais, contra o abandono e os maus-tratos. Protetores independentes e ONGs estarão divulgando seus trabalhos, por meio de eventos de adoção e promoção de bazares, com renda revertida para as ações realizadas pelas entidades. Grupos de cães de raças, que realizam atividades beneficentes para pessoas e animais carentes, também estão na programação.

Na segunda semana da Virada, a ideia é levar as mesmas atividades para a Av. Beira-Mar, provavelmente na área correspondente ao anfiteatro. Outros locais também foram propostos para sediar a agenda de atividades, tais como o Shopping Benfica, para evento de adoção no dia 6 de outubro; e o Centro de Humanidades da UFC, para roda de conversa com os estudantes no dia anterior, 5 de outubro. A partir de agora, a Coepa deverá encaminhar ofícios, conforme explicou Toinha Rocha, para viabilizar as propostas.

A distribuidora das rações Percane e Trusty Dog/Cat, ZVieira, participou da reunião, anunciando promoções de vendas durante a Virada Animal, especialmente se a compra for para doação às ONGs. A Coepa já fechou parceria com a distribuidora, para preços especiais destinados às ONGs e protetores independentes cadastrados na Coordenadoria Municipal.

Durante as rodas de conversas sobre variados temas da causa animal, serão feitas relatorias para a elaboração de um documento final da Virada, que será denominado “Carta de Amor pelos Animais de Fortaleza”. O objetivo é sintetizar as ideias e propostas discutidas durante o evento, e encaminhá-las ao Prefeito Roberto Cláudio e demais representantes dos poderes públicos constituídos e da sociedade civil.

Desta primeira reunião participaram Toinha Rocha, coordenadora da Coepa; Cristiane Angélica, presidente da Abrace; Ana Tereza, vice-presidente da Abrace e também representante da ONG Novelo de Lã; Maria Estela Moreira de Sousa, do Abrigo da Estela; Gabriela Moreira, presidente da ONG Deixa Viver; Otávio Almeida, Laura Farias e Ítalo Ferreira, da ZVieira Distribuidora (Laura também representando o Grupo Golden Retriever Fortaleza); Felipe Ayres, do Grupo Labrador Retriever Ceará; Valéria Feitosa, editora da Revista Bem-Estar Animal, Blog Bem-Estar Pet (Diário do Nordeste), e também do Grupos de Estudos de Educação Ambiental Dialógica (Gead-UFC); Fernanda Leite, jornalista  e coordenadora da Data Center de Maracanaú; Clotilde Rocha e Vânia Gomes, da ONG RodoPet; Anderson Augusto, do Abrigo São Lázaro; Karine Rebouças, Projeto Bicho de Rua; Natália Santos e Meire Maria Verônica dos Santos, Turma do Manda Chuva; Rosane Távora e Adriana Brito, ONG Proteção Animal de Sapiranga (PAS).

MAIS INFORMAÇÕES: Virada Animal, de 4 a 10 de outubro, Praça do Ferreira. Aberto ao público. Coepa – (85) 3272.3356

20:07 · 20.08.2018 / atualizado às 20:07 · 20.08.2018 por
O VetMóvel é um marco nas políticas públicas de proteção e bem-estar animal na Capital cearense  / Fotos: Prefeitura de Fortaleza

Até a próxima sexta-feira, 24, o VetMóvel, da Prefeitura de Fortaleza, realizará os atendimentos no estacionamento da Autarquia de Paisagismo e Urbanismo de Fortaleza (URBFor), situada na Rua Marechal Deodoro, 1501, Benfica. As consultas para cães e gatos oriundos de abrigos de animais, ONGs e tutores baixa renda do bairro e adjacências, ocorrerão de 8h às 12h e de 13h às 17h. Protetores independentes interessados em encaminhar animais para castração ao longo da programação do Vetmóvel devem se cadastrar previamente na Coordenadoria Especial de Proteção e Bem-Estar Animal (Coepa).

As atividades gratuitas de consulta veterinária, vacinação antirrábica e exame para diagnóstico do Calazar são disponibilizadas aos animais de tutores do público em geral. Já as castrações são destinadas exclusivamente aos animais de tutores de baixa renda e oriundos de ONGs e protetores independentes, sendo obrigatória a apresentação do NIS, RG, CPF e comprovante de endereço dos tutores para a realização do serviço.

As castrações precisam ser agendadas pelo número (85) 3272-3356 ou presencialmente na Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos (SCSP), localizada na Av. Pontes Vieira, 2391, onde está sediada a Coepa.

Toinha Rocha, Rosânia Ramalho e equipe da Coepa

A titular da Coepa, Toinha Rocha, diz que já foram atendidos os animais encaminhados pelos protetores independentes e ONGs, atuantes nas áreas do Parque do Cocó, Papicu, Adahil Barreto, Aerolândia, Tancredo Neves, Barra do Ceará, Parque Iracema, Cidade dos Funcionários, Cambeba, Damas, Jardim América, Bom Jardim, Centro da Cidade, Jacarecanga e Praia de Iracema.

“Na próxima semana, o VetMóvel vai para o Cuca Jangurussu, onde serão castrados apenas cães e cadelas, inclusive animais com calazar”, adianta Toinha Rocha.

Para 2019, até o mês de abril, o VetMóvel programa atender áreas no Parque Genibau, Moura Brasil, Paupina – Curva do S, Vila União, SESC/Mercado São Sebastião, Adahil Barreto, UFC-Pici, Pirambu, Passeio Público, UFC – Porangabussu, Montese, Conjunto Ceará. “Para o próximo ano, os agendamentos só serão liberados a partir de dezembro”, explica ela.

O VetMóvel faz parte do plano de ações programadas para 2018, com o objetivo de conscientizar a população de Fortaleza e envolvê-la no combate aos maus tratos, cuidados e abandono de animais.

Atuam no VetMóvel quatro médicos veterinários, sendo um clínico geral, um anestesista e dois cirurgiões. O equipamento também oferece, gratuitamente, registro geral animal e distribuição de material educativo com informações sobre bem-estar animal e guarda responsável.

Toinha Rocha explica que a Coepa considera como protetor independente  a pessoa que presta serviço voluntário de proteção de animais em algum ponto de abandono em Fortaleza. “O protetor cuida dos animais, alimenta, medica e faz trabalho com outros voluntários para adoção e castrações. Os protetores interessados em se cadastrar podem procurar a Coepa, onde preenchem uma ficha de cadastro, ficando responsável pelo pré e pós operatório, no caso das castrações”, diz ela.

“Além de preencher o cadastro, o protetor participa de uma entrevista. A equipe da Coepa visita o local público onde ele atua para averiguar as informações. Esse trabalho é acompanhado por uma veterinária especialista em comportamento animal”, esclarece Toinha Rocha. “Já as ONGs precisam apresentar na Coepa cópia do CNPJ, do estatuto da entidade e último aditivo. Os cadastros são feitos na sede da Coepa, de segunda a sexta-feira, de 8 às 12h, e de 13 às 16h30”.

Já como tutor, a Coepa considera aquela pessoa que detém a guarda responsável do animal, considerado membro da família. “O tutor tem o dever de cuidar e zelar pelo bem-estar de seu pet. Ele não pode abandoná-lo e deve estar ciente que vai ter que cuidar e amar na saúde e na doença até o fim da vida do animal. Que não poderá abandoná-lo sob nenhuma hipótese”, alerta.

Toinha Rocha explica que, quando ocorrer o credenciamento das clínicas, o Vetmóvel será exclusivo para os tutores de baixa renda. As clínicas ficarão responsáveis pelos animais encaminhados pelos protetores independentes e ONGs.

“Com apenas um VetMóvel no momento, e diante da grande demanda pelo serviço, ficou acertado limitar a castração a um animal por semestre a cada NIS cadastrado. Estamos trabalhando para que, em futuro próximo, possamos castrar todos os animais que procurarem o serviço público”, aposta ela. Para 2019, a Coepa prevê os agendamentos também pela internet. O programa já está em teste na Gerência de TI da Secretaria de Conservação e Serviços Públicos.

Duranre a semana, o Vetmóvel realiza a seguinte programação:

– Segunda-feira

Atendimento clínico para animais de tutores e atendimento cirúrgico para os animais de protetores de felinos (gatos);

– Terça-feira

Atendimento cirúrgico previamente agendado para caninos (cães) de tutores de baixa renda;

– Quarta-feira

Atendimento clínico para animais com tutores e atendimento cirúrgico para os animais de ONGs de felinos (gatos);

– Quinta-feira

Atendimento cirúrgico previamente agendado para felinos (gatos) de tutores de baixa renda;

– Sexta-feira

a) Atendimento cirúrgico previamente agendado para felinos (gatos) de tutores de baixa renda;

b) Acompanhamento pós-cirúrgico no local da semana anterior.

Documentação e regras para atendimento:

I – As atividades de consulta veterinária, vacinação antirrábica e exame para diagnóstico do Calazar são disponibilizadas aos animais do público em geral;

II – As castrações são destinadas exclusivamente aos animais de tutores de baixa renda e oriundos de ONGs e protetores independentes. É obrigatório a apresentação do NIS, RG, CPF e comprovante de endereço do tutor;

III – O retorno para o acompanhamento pós-cirúrgico será feito por um médico cirúrgico-veterinário no local da semana anterior, sempre das 8h às 10h. Caso o animal não seja levado ao local marcado para avaliação, o tutor poderá levá-lo aonde o VetMóvel estiver em atividade, tendo prioridade no atendimento. Durante a semana, os animais que precisarem retornar ao VetMóvel para avaliação pós-cirúrgica, poderão ir ao equipamento ou entrar em contato para orientação pelo telefone da Coepa: (85) 3272-3356;

IV – O VetMóvel irá atender os animais oriundos das ONGs e protetores independentes cadastrados na Coepa, cujo controle está sendo feito por meio de parceria com a ONG Deixa Viver, no sentido de encaminhar os animais para serem castrados, enquanto não for feito o chamamento público para credenciamento das clínicas veterinárias. Os protetores independentes cadastrados encaminharão suas demandas diretamente à Coepa;

V – Os animais deverão ter jejum alimentar de 12 horas e jejum hídrico (água) de 6 horas para as castrações previamente agendadas;

VI – Os animais de ponto de abandono só serão castrados se tiverem protetor independente que ofereçam lar temporário para o pós-operatório e assinem termo de responsabilidade, após passarem por avaliação clínica e exames complementares.

MAIS INFORMAÇÕES: VetMóvel no estacionamento da URBFor, até sexta-feira, 24 de agosto. Rua Marechal Deodoro, 1501 – Benfica, de 8h às 12h e de 13h às 17h. As castrações precisam ser agendadas pelo número (85) 3272-3356 ou presencialmente na Coepa, Av. Pontes Vieira, 2391.

 

 

18:28 · 13.08.2018 / atualizado às 18:28 · 13.08.2018 por

Em novo momento de atuação, a Abrace – Uma Causa Animal, ONG presidida pela professora Cristiane Angélica, realiza no sábado, 18, a partir das 15h30, o encontro e treinamento “Fortalecendo a causa animal com sinergia institucional: abraçando novos olhares e adotando novas atitudes”. O evento é destinado aos representantes da Diretoria da Abrace e voluntários da entidade, tanto os veteranos como também pessoas novatas que queiram conhecer o trabalho voluntário em favor dos animais.

A professora Cristiane Angélica explica que o objetivo da formação é introduzir a metodologia Abordagem Sinérgica dos Cinco Pilares Institucionais, que se baseia nas áreas do planejamento, comunicação, sustentabilidade, voluntariado e sistematização.

“A Abrace está querendo fazer um aprimoramento no que diz respeito ao seu trabalho em relação ao voluntariado e eventos promovidos pelas ONGs em prol dos animais. Entendemos que a nova era, vivenciada no nosso planeta, nos impõe esta responsabilidade. Pretendemos preparar um voluntariado que seja parte do cotidiano das pessoas, feito de forma consciente, ativa, coerente e responsável“, explica Cristiane Angélica. “Assim, a Abrace convida não só seus voluntários ativos, mas também todos que pretendem abraçar o voluntariado da causa animal, independente de ser ou não com a nossa ONG, para se fazerem presentes nesse evento piloto, que será o primeiro de muitos que ainda virão, para capacitação dentro da abordagem sinérgica dos cinco pilares”, completa ela.

Segundo destaca, a ONG passou recentemente por uma triagem entre seus voluntários, bem como por uma reformulação na sua diretoria e no seu grupo ativo de participantes. “Então aproveitamos para esclarecer ao público que somente as pessoas abaixo citadas estão autorizadas a falar em nome da ONG Abrace, bem como receber doações e marcar eventos. Para evitar que não cheguem ao correto destino as nossas doações, seguem os nomes das pessoas”, alerta a presidente.

Linha de frente da Abrace – Coordenadores

Fundadora- Presidente: Cristiane Angélica Justa

  1. Alana Frota
  2. Adriana Degani
  3. Adriana Thábita
  4. Ana Nery⁩
  5. Ana Teresa Ponte
  6. Cristina Pacheco
  7. Eulina Gondim
  8. Galba Lima
  9. Leila Sousa
  10. Pathy Bahia
  11. Rodrigo Silva
  12. Jane Vieira
  13. Cristiane Vieira
  14. Rosane Rocha
  15. Luísa Accioly
  16. Andressa Gondim

SAIBA MAIS

O encontro da Abrace é realizado em parceria com o Instituto Sinergia Social. O presidente do Instituto, Pablo Albuquerque Robles, também administrador e cientista social, explica o que é o trabalho. “Pensamos o desenvolvimento social e canalizamos nossa vontade de mudar o mundo, combater suas desigualdades e democratizar relações altruístas através da construção de soluções e competências institucionais que empoderem os atores sociais, potencializem seus impactos e emancipem de forma sustentável suas comunidades. Priorizamos demandas organizativas geralmente secundarizadas por terceiros”, afirma.

Nascido em 2007 e assumindo funcionamento contínuo a partir de 2014 com o Programa Saberes que Transformam e em 2016 com o Projeto Somos Mobilizadores, envolvendo respectivamente a produção social de um livro (a ser lançado em breve) e o desenvolvimento de campanhas de financiamento coletivo (crowdativismo), o Instituto Sinergia Social passou a priorizar, também, a realização de cursos e eventos formativos com ênfase em temas estratégicos de fortalecimento institucional, além do apoio técnico e fomento de serviços com ONGs atuantes em diversas áreas, como a proteção animal, a questão prisional, a geração de renda, a gestão esportiva, o intercâmbio multicultural e a infância.

Um desdobramento inovador desse novo ciclo se traduz na incubação em marcha do Programa Causas do Bem e do Laboratório Comunitário de Projetos – Coopera Labs. “Nossa missão é potencializar as causas sociais por meio de assessorias, formações e mobilizações, promovendo a causa do Fortalecimento Institucional, Solidário e Sustentável da Sociedade civil. Em termos concretos, nossa metodologia de consultorias e atendimentos fundamenta-se na abordagem sistêmica de cinco pilares institucionais: planejamento, comunicação, sustentabilidade, voluntariado e sistematização. Trabalhamos para ser reconhecido como um Instituto vocacionado para o desenvolvimento de soluções sociais a partir do investimento multidisciplinar em competências institucionais”. destaca Pablo.

PARA PARTICIPAR

  • Os interessados em participar do Encontro e treinamento da Abrace deve confirmar inscrição no site institutosinergiasocial@gmail.com
  • A programação será no Parque Del Sol (endereço completo será passado no privado para os inscritos.
  • A Abrace está pedindo um valor simbólico de R$ 5,00 para cada participante.
  • O Encontro dará direito a um certificado de participação, com total de 4h/aula, que pode ser utilizado para valorização de currículo (o voluntariado tem sido, atualmente, grande diferencial na vida acadêmica e profissional).

MAIS INFORMAÇÕES: Encontro e treinamento da Abrace. Sábado, 18, a partir das 15h30. Parque Del Sol. Inscrição no institutosinergiasocial@gmail.comWhatsApp 9 88128654/ Telefone e WhatsApp (85) 9 99883699. Aberto aos voluntários da Abrace e a todos os interessados.

 

08:53 · 02.08.2018 / atualizado às 08:53 · 02.08.2018 por

Os cães de companhia lideram na preferência dos cearenses! De acordo com o Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC), das dez raças com maior número de registros de cães junto à entidade, sete são de companhia. Os números consolidados de registro de cães referem-se ainda ao ano de 2017, mas refletem uma tendência atual.

O vice-presidente do KCEC, Luiz Eduardo Matos Mendes, aponta as dez raças mais preferidas pelos cearenses, considerando os números de registro de cães:

  1. Shih tzu – 1.376 registros
  2. Yorkshire Terrier – 697
  3. Buldogue Francês – 469
  4. Pug – 387
  5. Golden Retriever – 343
  6. Rottweiler – 289
  7. Spitz Alemão Anão – 245
  8. Fila Brasileiro – 235
  9. Bulldog (Buldogue Inglês) – 197
  10. Maltês – 188 registros

Os cães de guarda, como Fila e Rottweiler, vêm em segundo lugar na preferência. “Numa metrópole como a nossa, os cães, em sua maioria, perdem suas funções originais, tais como caçar, farejar, pastorear etc. Daí sobram então duas funções básicas: a guarda, para aqueles que ainda moram em casas, considerando a insegurança urbana; e a função de companhia, que é própria das raças do Grupo 9”, afirma Luiz Eduardo. “E também vale considerar que, cada vez mais, as pessoas estão solitárias, ou moram sozinhas, ou ainda, as familias têm menos filhos. Os pets de companhia estão ocupando este espaço”, completa.

Vice-presidente do Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC), Luiz Eduardo Matos Mendes / Foto: Nilton Novaes

“Ao longo da história da humanidade, o melhor amigo do homem sempre esteve ao seu lado para atender as suas necessidades que mudam junto com a evolução humana. Por isso, o crescimento, não só no Ceará, mas no mundo, das raças de companhia, não só por serem menores, mas por serem mais fácies de adaptação aos apartamentos, visto, por exemplo, a substituição de um Akita por um Shiba, ou de um Collie por um Pastor de Shetland; mas, principalmente, por nos dar alegria de preencher o vazio de nossas vidas. Ficam juntos conosco pedindo e dando unicamente carinho“, complementa o vice-presidente do KCEC.

Com base nos dados da Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC) sobre as dez raças e seus respectivos grupos, conforme o padrão técnico de cada uma, e também com alguns itens dos sites Cachorrogato e Tudo sobre cachorros, veja abaixo informações gerais sobre os cães preferidos dos cearenses (origem, aparência geral, temperamento).

Vale o alerta: preferimos não trazer preços de cães uma vez que o mais correto é se informar junto aos próprios criadores. Sim, se você está interessado em adquirir um exemplar de uma das raças, entre em contato com o Kennel Clube do Estado do Ceará, se informe sobre o respectivo criador e visite o canil. Desta forma, estará agindo com responsabilidade e combatendo a ação dos chamados “cachorreiros”, que não respeitam o bem-estar animal e reproduzem ninhadas sem se preocupar com os padrões das raças, visando apenas o comércio indiscriminado.

As fotos são do fotógrafo especializado em cinofilia, Nilton Novaes, que mantém em seu Facebook o “Cantinho das Raças by NN”.

As Dez raças com maior número de registros de cães no KCEC

Fotos: Nilton Novaes

Shih tzu – 1.376 registros
Grupo 9 – Cães de companhia
Utilização: Cão de Companhia.

As pessoas tendem a se confundir entre os Apso e Shih Tzu, mas há uma série de diferenças muito distintas entre eles. As raízes desta raça estão no Tibete, mas ela foi desenvolvida na China, onde cães como estes viviam nos palácios imperiais. A China se tornou uma república em 1912, após o que exemplares da raça encontraram seu caminho para o ocidente, embora a primeira importação registrada para a Grã-Bretanha não ocorreu antes de 1931. Foi reconhecida como uma raça distinta de outras raças orientais em 1934, sendo concedido um registro separado pelo The Kennel Club em 1940, com certificados para campeonato disponibilizados a partir de 1949. O visual do crisântemo para a cabeça do Shih Tzu é o mais atraente, e isso é causado pelo crescimento do pelo para cima, na ponte nasal. Robusto, pelagem abundante, mas não excessiva, com um distinto porte arrogante e com uma cabeça com aspecto de crisântemo. Inteligente, ativo e alerta. Carinhoso e independente.

Yorkshire Terrier – 697 registros
Grupo 3 – Terriers
Utilização: Cães de companhia

O Yorkshire Terrier é oriundo da mesma localidade do Airedale Terrier e foi visto pela primeira vez em torno dos anos 1850. O velho Terrier Preto e Castanho (“Tan”) está por trás (da formação) do Yorkshire Terrier, juntamente com outras raças como o Maltês e o Sky Terrier. O nome atual foi aceito em 1870. Dentre as qualidades características das raças Terriers inclui-se o instinto de caça, seja por um brinquedo em casa ou um roedor no jardim. De pelagem longa, com o pelo pendendo completamente reto e uniformemente para baixo em cada lado, dividido por uma linha que se estende da trufa à extremidade da cauda. Muito compacto e elegante, portado muito verticalmente, conferindo um ar importante. Terrier de companhia alerta e inteligente. Vivaz e igualmente disposto.

Buldogue Francês – 469 registros
Grupo 9 – Cães Toy e de Companhia
Utilização: Cães de Companhia

Provavelmente surgiu, como todos os dogues, dos Molossos do Epirus e do império romano, parente do Bulldog da Grã-Bretanha, dos Alanos da Idade Média, dos dogues e pequenos dogues da França, o buldogue que conhecemos é um produto de diferentes cruzamentos feitos pelos criadores apaixonados nos bairros populares de Paris nos anos 1880. Naquela época cão de forte Halles – açougueiros, cocheiros – e cedo conquistaram a alta sociedade e o mundo dos artistas pelo seu físico e particularmente pelo seu caráter. Ele então se propagou rapidamente. O primeiro Clube da raça foi fundado em 1880 em Paris. O primeiro registro data de 1885 e o primeiro padrão foi estabelecido em 1898, ano no qual a Sociedade Canina Central (Kennel Club Francês) reconheceu o Bulldog Francês como raça. O primeiro cão dessa raça foi exposto no início de 1887. O padrão foi modificado em 1931-1932 e 1948. O tipo é o de um molossóide de pequeno porte. Cão possante para seu pequeno talhe, brevilíneo, atarracado, compacto em todas as suas proporções, de pelo curto, com uma trufa achatada, de orelhas eretas e com uma cauda naturalmente curta. Ele deve ter a aparência de um cão ativo, inteligente, muito musculoso, de estrutura compacta com uma sólida ossatura. Nenhum ponto é exagerado comparado aos outros, o que poderia destruir a harmonia geral ou dar ao cão uma aparência disforme de gênero ou de movimento. Como um bom cão de companhia, é sociável, alegre, brincalhão, possessivo, ativo.

Pug – 387 registros
Grupo 9 – Cães de Companhia
Utilização: Cães de companhia

Uma certa quantidade de especulação existia sobre a origem desta raça, que parecia ter vindo do Oriente. Seu país de origem é listado como a China, onde os cães de nariz (trufa) arrebitado sempre foram favorecidos. Ele encontrou o seu caminho para a Europa com os comerciantes da Companhia Holandesa das Índias Orientais e desde o ano de 1500 já eram admirados nos Países Baixos. Na verdade, o Pug se tornou o símbolo para os patriotas reais. O Pug chegou à Inglaterra quando Guilherme III subiu ao trono. Até 1877, a raça era vista apenas na cor fulvo, mas nesse ano um casal preto foi introduzido a partir do Oriente. Decididamente quadrado e robusto, ele é “multum in parvo” (muito em pouco, ou seja, cão compacto e atarracado), como mostra sua forma compacta, suas bem ajustadas proporções e sua musculatura rija, mas nunca deve apresentar patas curtas nem ser magro e pernalta. De grande charme, dignidade e inteligência. Equilibrado, feliz e muito disposto.

Golden Retriever – 343 registros
Grupo 8 – Retrievers, Levantadores e Cães d’Água
Utilização: Cão de caça

Gerado na Grã-Bretanha, em meados do século XIX, o Golden Retriever foi desenvolvido a partir da mistura de diferentes raças caninas, incluindo Water Spaniel (já extinta), Terra Nova e Setter Irlandês – embora haja estudiosos que acreditam que o Bloodhound também faça parte dessa base que deu origem ao Golden. Goldens parecem Labradores de pelo longo, mas tem o temperamento mais calmo e se adaptam melhor em apartamentos. Amigo de todos, o Golden Retriever é conhecido por sua natureza devotada e protetora como companheiro da família. Ele vai fazer suas buscas esportivas também em apartamento, e anseia por um dia no campo. Ignorar sua natureza ativa e sua poderosa estrutura física pode levar a problemas de comportamento. Essa raça precisa de exercícios físicos e mentais todos os dias. Ele tende a ser excessivamente exuberante e agitado, e seu entusiasmo pelas coisas o distrai facilmente durante o treino. Porém, ele é louco para agradar e adora aprender. Obediente, inteligente, possui natural habilidade para o trabalho, amável, amigo e confiável.

Rottweiler – 289 registros
Grupo 2 – Pinscher e Schnauzer, Molossóides, Boiadeiros e Montanheses Suíços e raças assemelhadas
Utilização: Tração, guarda e boiadeiro

O Rottweiler figura entre as raças mais antigas. Sua origem remonta à época dos romanos, onde foi criado como um cão de guarda e boiadeiro. Esses cães imigraram com as legiões romanas através dos Alpes, guardando homens e tocando o rebanho. Nos arredores de Rottwell, eles se encontraram com os cães da região. Houve, então, uma miscigenação. A tarefa principal do Rottweiler voltava a ser a condução e a guarda de grandes rebanhos, de grandes animais e a defesa do seu dono e seu patrimônio. Ele recebeu esse nome por causa da antiga cidade de Rottweil: Rottweiler Metz-gerhund (Cão de açougueiro de Rottweil). Os açougueiros criaram esta raça por pura exibição, sem qualquer utilidade para ele. Assim, no decorrer do tempo, este cão de passeio passou a ser mais utilizado como cão de tração. No início do século, quando se pesquisaram diversas raças para a função policial, o Rottweiler também foi avaliado. Em pouco tempo demonstrou ser extraordinariamente adequado às tarefas do serviço policial. Por esta razão, no ano de 1910, foi oficialmente reconhecido como um cão policial. A criação do Rottweiller pretende um cão forte, preto com marcações em marrom avermelhado, claramente definidas, que, apesar do aspecto geral massudo, não deve prescindir de nobreza, sendo altamente indicado como cão de companhia, proteção e utilidade. É um cão robusto, porte de médio para grande, sem ser leve, grosseiro, pernalta ou esguio. Sua estrutura, em proporções corretas, forma uma figura compacta, forte e bem proporcionada, revelando potência, agilidade e resistência. É, basicamente, amigável e pacífico, muito apegado, adora crianças, fácil de se conduzir e ávido por trabalho. Sua estampa revela primitivismo, é autoconfiante, com coragem e nervos firmes. Sempre atento a tudo que o cerca, reage com grande presteza.

Spitz Alemão Anão – 245 registros
Grupo 5 – Spitz e tipos Primitivos
Utilização: Cão de guarda e companhia

Os Spitz Alemães são descendentes dos cães da Idade da Pedra: “Peat dogs” (Torfhund) “Canis familiaris palustris Rüthimeyer”, e mais tarde o Lake Dweller’s (Pfahlbau) Spitz; são as raças de cães mais antigas da Europa Central. Muitas outras raças foram criadas a partir delas. Nos países de línguas não germânicas, os “Wolfsspitz” são conhecidos como Keeshonds e os Spitz Anão como Pomerânia. Os Spitz cativam pela beleza de sua pelagem, feita para ficar externamente ao abundante subpelo. Particularmente impressionante é o forte tipo de juba ao redor do pescoço (“rufo”) e a espessa cauda atrevidamente portada sobre o dorso. A cabeça de raposa com olhos alertas e as pequenas orelhas pontudas, inseridas próximas uma da outra, dão ao Spitz sua característica única, uma aparência atrevida. O Spitz Alemão está sempre atento, esperto e é excepcionalmente devotado ao seu dono. É muito dócil e fácil de ser treinado. Sua desconfiança com estranhos e sua ausência de instinto de caça fazem dele um cão de guarda ideal para casas e fazendas. Ele não é nem tímido nem agressivo. Indiferente às intempéries, robustez e longevidade são seus atributos mais importantes.

Fila Brasileiro – 235 registros
Grupo 2 – Pinscher e Schnauzer, Molossóides, Boiadeiros e Montanheses Suíços e raças assemelhadas.
Utilização: Guarda e boiadeiro

Raça tipicamente molossóide. Poderosa ossatura, figura retangular e compacta, harmoniosa e proporcional. Apresenta, aliada a uma massa muscular, grande agilidade concentrada e facilmente perceptível. As fêmeas devem exibir feminilidade bem pronunciada, diferenciando-se, nitidamente, dos machos. O focinho é ligeiramente mais curto que o crânio. Dotado de coragem, determinação e valentia notáveis. Para com os de sua casa é dócil, obediente e extremamente tolerante com as crianças. É proverbial sua fidelidade, procurando com insistência a companhia dos donos. De comportamento sereno, revelando segurança e confiança própria, absorve perfeitamente ambientes e ruídos estranhos. É fiel à guarda da propriedade, dedicando-se, também, e, por instinto, às lides de gado e à caça de animais de grande porte. Caracteriza-se pela aversão a estranhos, sendo de manejo controlado particularmente em pista de exposição. Sua expressão, em repouso, é calma, nobre e segura. Nunca apresenta olhar vago ou de enfado. Em atenção, sua expressão é de determinação, refletida num olhar firme e penetrante.

Bulldog (Buldogue Inglês) – 197 registros
Grupo 2 – Pinscher e Schnauzer, Raças Molossóides, Cães Montanheses Suíços e Boiadeiros.
Utilização: Cão de companhia

O Bulldog foi o primeiro classificado como tal na década de 1630, embora houvesse anterior menção de tipos similares designados “bandogs”, hoje um termo reservado para um tipo de cão de briga. Usado inicialmente para o combate a touros (“bull-baiting”), o Bulldog também batalhou seu caminho através das rinhas de cães, mas depois de 1835 começou a evoluir para a versão de cara mais curta e atarracada que conhecemos atualmente. Ele entrou nas exposições em 1860 e, nos anos seguintes, viram uma grande mudança de personalidade. Um cão deliciosamente feio, com uma expressão de pugilista, que esconde um carácter amoroso e afetuoso com a família e amigos. Uma das raças autóctones mais antigas, conhecido como o Cão Nacional da Grã-Bretanha e associado em todo o mundo com a determinação britânica e do lendário John Bull. Pelo macio; atarracado, de estatura bastante baixa, largo, poderoso e compacto. Corpo razoavelmente curto, bem ajustado. Membros robustos, bem musculosos e em muito boa condição sem tendência à obesidade. O Bulldog dá uma impressão de determinação, de força e atividade. Alerta, valente, leal, confiável, corajoso, de aparência feroz, mas dotado de uma natureza afetuosa.

Maltês – 188 registros
Grupo 9 – Cães de Companhia
Utilização: Cão de companhia

O nome Maltês não significa que ele é originário da ilha de Malta, porque o adjetivo “Maltês” vem da palavra semítica “màlat” que quer dizer refúgio ou porto; esta raiz Semítica surge novamente em toda uma série de nomes de lugares marítimos; por exemplo o nome da ilha Adriática ilha da Méleda, a cidade Siciliana de Melita e também o da ilha de Malta. Os ancestrais deste pequeno cão viviam nos portos e cidades marítimas Centrais do Mediterrâneo onde caçavam camundongos e ratos que se encontravam em profusão nos armazéns dos portos e nos porões dos navios. Na lista de cães existentes na época de Aristóteles (384- 322 A.C.) ele menciona uma pequena raça para o qual atribui o nome latino de “canes malitenses”. Este cão era conhecido na Roma Antiga; companheiro favorito das matronas, foi elogiado por Strabon, poeta latino do Primeiro Século A.D. Representações do Maltês por numerosos pintores da Renascência mostram este pequeno cão nos salões da época, ao lado das belas damas daquele tempo. De tamanho pequeno, corpo alongado. Coberto por uma pelagem branca muito longa. Muito elegante com um distinto e orgulhoso porte da cabeça. Vivo, afetuoso, muito dócil e muito inteligente. Há muito tempo é o cachorrinho de colo preferido, e o gentil Maltês se encaixa lindamente nesse papel. Ele também tem um lado selvagem e ama correr e brincar. Apesar do seu ar inocente, ele é corajoso e rabugento, e pode desafiar cães maiores. Ele é um pouco reservado com estranhos. Alguns latem muito.

MAIS INFORMAÇÕES: Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC). (85) 3265.5040

11:14 · 26.07.2018 / atualizado às 11:14 · 26.07.2018 por

Os abrigos Abrace, São Lázaro e Lar Tin Tin serão os beneficiados com parte das vendas das camisas da 5ª Cãomiada, que acontece neste domingo, 29, às 16h, na Av. Beira Mar, com saída em frente ao Boteco Praia. O evento é realizado pelo Movimento São Francisco de Defesa Animal e, nesta edição, reivindica um Hospital Público Veterinário e uma Delegacia contra os maus tratos aos animais.

A Cãomiada, evento idealizado por Célio Studart, reúne multidões em Fortaleza e cidades do interior do Ceará

O objetivo é reunir cães e gatos, acompanhados de seus tutores, além de defensores da causa animal. “A Cãomiada é o evento que consagra o amor que nós temos pelos animais. Um evento simples, mas que passa uma mensagem forte: os animais merecem respeito e que não toleramos mais casos de maus tratos”, afirma o idealizador do evento, Célio Studart.

A presidente da Abrace, professora Cristiane Angélica, fica feliz com mais este apoio à entidade. “A Ong Abrace – uma causa animal, está muito grata por ser beneficiada por essa ação do Célio Studart e Movimento São Francisco de Defesa Animal. Essa ajuda é muito importante, especialmente pelo momento difícil e bastante delicado que a Abrace está passando, pois, as doações que já eram poucas, caíram para menos da metade”, declara Cristiane Angélica.

Presidente da Abrace, Cristiane Angélica

“Para que os animais não passem necessidades, nós estamos tendo que comprar ração parcelada em cartão de crédito dos voluntários e pagar clínicas com cheques pré-datados para depois juntar o dinheiro com rifas e bazares. Então, toda ajuda é bem vinda, pois não gostaríamos de fechar as portas da Abrace, que tem bravamente lutado pelo bem-estar animal e pela causa animal como um todo, proporcionando lares e dignidade a centenas de animais que estavam fadados a morrer em situação de rua e estado de abandono”, alerta a presidente da Abrace.

A 5ª Cãomiada contará com a distribuição de rações da Magnus e brindes da Nexgard. Também haverá um PetTruck, com serviços gratuitos como corte de unhas, penteados e lacinhos para os pets.

O evento conta com a venda de camisas (confeccionadas pela Vida BR) durante a programação, no valor de R$ 20,00. Parte das vendas vai para doação às ONGs. A camisa traz como slogan a frase “Animais são lindos. Feio é ter preconceito”. O primeiro lote já está à venda antecipada nas lojas Alfhaville Veter.

A Cãomiada já foi realizada também em cidades do interior do Ceará, como Sobral, Paracuru, Quixadá e Juazeiro do Norte. Participe!

MAIS INFORMAÇÕES: 5ª Cãomiada Fortaleza, domingo, 29, 16h, Av. Beira Mar, em frente ao Boteco Praia. (85) 3278.2334/ 3224.9130.

19:37 · 16.07.2018 / atualizado às 19:40 · 16.07.2018 por
Sandra Guimarães e chef vegana e ativista dos direitos animais e humanos

A chef vegana, escritora  e ativista dos direitos humanos e animais, Sandra Guimarães, está em Fortaleza no fim de semana, dias 21 e 22, para cumprir agenda mais que imperdível! No sábado, 21, ela vai proferir palestra aberta ao público sobre “Direitos Animais & Direitos Humanos: uma conexão necessária”, às 9h30, no auditório da Prograd-Uece, no Campus do Itaperi. Já no domingo, ministra a oficina “Culinária Vegana para Todos”, com vagas limitadas.

A promoção é do Observatório de Direitos dos Animais (ODA), coordenado pelas veterinárias Adriana Wanderley, também professora da Favet-Uece, e Amanda Luíza Oliveira. O ODA é um núcleo de pesquisa e atuação em direitos dos animais, criado a partir de um projeto de extensão da Uece. Várias atividades e pesquisas já foram realizadas, como forma de conscientizar as pessoas sobre a temática.

A palestra da chef vegana é gratuita e aberta ao público. Já para a oficina de culinária vegana, como tem vagas limitadas e custos, os interessados devem fazer inscrição prévia.

Sandra Guimarães é chef vegana que compartilha receitas exclusivas em seu blog Papacapim desde 2010. Mas também escreve sobre direitos animais, questões sociais, feminismo e a Palestina, onde viveu por vários anos. Ela ajudou a desenvolver o Projeto de Empoderamento Feminino Noor, uma inciativa independente criada por e para mulheres mães de crianças com deficiência, no campo de refugiados da Aida (em Belém, Palestina). Desde 2014,  organiza tours político-veganos naquela região.

Sandra trabalhou como chef na Palestina, Londres, Bruxelas, Beirute, Paris e Berlim. Já proferiu muitas conferências no Brasil. Atualmente, participa de um projeto sobre o impacto da colonização israelense na soberania alimentar do povo palestino e no aumento da exploração animal e opressão humana na região.

MAIS INFORMAÇÕES: Palestra com Sandra Guimarães, “Direitos Animais & Direitos Humanos: uma conexão necessária”, sábado, 21, às 9h30, no auditório da Prograd-Uece, no Campus do Itaperi, Av. Dr. Silas Munguba, 1.700, aberta ao público. Oficina Culinária Vegana, domingo, 22, 10h. Vagas limitadas. Inscrições (85) 9 9989.2191/ 9 9192.7776/ 9 8138.3458 (WhatsApp).

 

19:13 · 28.06.2018 / atualizado às 19:13 · 28.06.2018 por

O grupo de criadores de cães da raça Pug, PugNic Fortaleza, está comemorando três anos de atividades. Sob administração de Diego Costa, Luciana Costa, Deborah Meireles e Ederson Ramos, o grupo marca a data em grande estilo. De sexta, 29, a domingo, 1, os integrantes estão em viagem na Praia do Cumbuco, onde se hospedam na Pousada Maracujá, lugar que é pet friendly desde 2016.

O ponto alto da comemoração será no sábado, 30, a partir das 10h, quando acontece a “Pool Party”, com a piscina da pousada liberada para os cães e seus familiares.

“O Pugnic Fortaleza nasceu em julho de 2015 com o propósito de reunir os criadores e amantes da raça Pug. Desde sua formação, o grupo, a cada dois meses, realizou encontros em diversos locais da cidade, tais como Praça Luíza Távora, Praça do Bem, Lago Jacarey, Buffet Via Sul Festas, Cidade Pet Resort, Bons Amigos Pet Hostel, Shopping Iguatemi Fortaleza e até na cidade de Guaramiranga”, conta Diego Costa.

Ele também destaca que o grupo tem grande expressão nas redes sociais. No Facebook, já são mais de 3 mil participantes. “E no WhatsApp, contamos com a participação de mais de 250 pessoas que adoram compartilhar o dia a dia de seus pets”, afirma Diego.

Nas comemorações dos três anos de atividades, uma parte do grupo se hospeda na pousada durante os três dias. Outra parte, comparece no sábado para a Pool Party. “No sábado, nossos Pugs têm piscina liberada para que possam aproveitar cada momento desse dia tão especial”, avisa Diego.

O proprietário da Pousada Maracujá, Marcos Antônio Gomes de França, informa que o local funciona desde janeiro de 2009. Tornou-se pet friendly em 2016. “Temos 14 quartos, piscina, jacuzzi, quiosque com redes, jardim e garagem. Não cobramos por apenas um pet no quarto. A partir do segundo pet, cobramos uma taxa. A pousada só aceita até três pets por vez ao dia. Mas quando é grupo de criadores, o número de cachorros é liberado. Colocamos na maioria dos quartos tela de proteção nas varandas”, explica Marcos Antônio. A pousada estabeleceu regras de hospedagem para pets que garante a harmonia entre todos.

MAIS INFORMAÇÕES: Aniversário de três anos do Grupo PugNic Fortaleza. (85)9 9604-2037 – Pool Party no sábado, dia 30, a partir das 10h, na Pousada Maracujá, Praia do Cumbuco – (85) 9 8520.7057.

23:39 · 20.06.2018 / atualizado às 23:39 · 20.06.2018 por
Professor Ricardo Figueredo e participantes da formação em Liderança Solidária no recente encerramento da disciplina

Em geral, o modelo de ensino tradicional envolve a transmissão de informações teóricas feitas pelo professor aos alunos, em sala de aula, seguidas pelo processo de memorização (decoreba) de extensos conteúdos pelos alunos, visando a realização de provas escritas para obter notas com a finalidade de aprovação em uma determinada disciplina. Inovando em relação a este pouco estimulante modelo tradicional de ensino, o curso de Medicina Veterinária da Favet-Uece lançou, de forma inédita, a disciplina optativa denominada Liderança Solidária e Ação Social.

O diferencial desta disciplina é poder associar ensino teórico dinâmico com ações sociais beneficentes além dos muros da universidade, permitindo aos alunos envolvidos o conhecimento e a vivência de contrastes sociais.
Além do professor responsável pela disciplina, Ricardo Figueredo, participam desse processo de ensino colaboradores membros da ONG Grupo Cristão Mãos de Luz (GCML) – voltada para a realização de projetos sociais – bem como empresários especializados em planejamento estratégico (Plataforma Canvas) e “Coaching”, e ainda representantes de instituições caritativas beneficentes.

Os universitários apresentaram os resultados das Caravanas Solidárias

Como responsável pela disciplina e também presidente do GCML, o professor Ricardo Figueiredo afirma que o objetivo principal da disciplina é capacitar os alunos na área de liderança com foco na elaboração de projetos, planejamento e execução de ações sociais, voltadas para públicos vulneráveis (seres humanos e animais), contribuindo para a formação humanística dos alunos na prática, despertando o senso de responsabilidade social.
Diferentemente de outras disciplinas tradicionais, não há prova escrita. Ao contrário, os alunos são avaliados pela sua capacidade em aspectos como: 1- elaborar um projeto de ação social de curta duração; 2-liderar, executar e apresentar os resultados da ação social planejada no período da disciplina.

Para tanto, são ministrados e discutidos com os alunos conteúdos relativos à educação integral (intelectual, emocional e social) e sua relação com a ética, bem como princípios e hábitos eficazes de liderança (incluindo “Coaching”) e estratégias para elaboração e execução de projetos (incluindo o Canvas). Há também aulas práticas de ações sociais bimestrais promovidas pelo GCML, as chamadas Caravanas Solidárias, que são abertas ao público (www.maosdeluz. org.br) nas quais os alunos têm a oportunidade de participar e ver na prática como funciona uma ação social, incluindo a importância da interação humanitária com o público vulnerável assistido.

Fornecida esta base, o aluno é desafiado a redigir o seu próprio projeto e, de forma interdependente, liderar a ação social, escolhendo uma instituição carente a ser beneficiada, determinando e executando estratégias para o recrutamento de voluntários e posterior arrecadação de recursos financeiros e outros produtos. Finalmente, o aluno realiza uma caravana para entrega dos itens arrecadados na instituição escolhida e interação da sua equipe (calor humano) com público alvo vulnerável.

“O resultado da disciplina foi impressionante e superou em muito as nossas expectativas, tanto da coordenação do curso de Veterinária, bem como as minhas, como professor responsável. É importante ressaltar que, por se tratar de uma proposta inovadora e experimental, alguns alunos matriculados ficaram temerosos e optaram por trancar a matrícula. Entretanto, 13 alunos aceitaram o desafio e fizeram história”, afirma o professor Ricardo Figueredo.  “Além dos dois créditos da disciplina, os alunos receberam também da coordenação da Veterinária e do GCML um certificado de coordenador de projeto de ação social que, certamente, fará diferença em seus currí­culos”, completa o professor.

O Lar Tintin foi uma das instituições beneficiadas neste semestre

As Caravanas Solidárias organizadas pelos alunos da Favet obtiveram êxito. Os 13 alunos formaram seis duplas e um aluno ficou inicialmente só. Cada dupla beneficiou uma instituição carente, totalizando sete caravanas: quatro para abrigos de crianças, uma para abrigo de idosos, uma para abrigo de moradores de rua e uma para abrigo de animais.

O encerramento da disciplina ocorreu no dia 6 passado, na sala de aula do Lamofopa (Favet- Uece), com a apresentação de sete seminários organizados pelos alunos. Eles relataram as suas experiências e resultados obtidos na realização das ações sociais.

O propósito agora é estimular outros cursos da Uece, bem como de outras universidades/faculdades, públicas ou privadas, a também ofertarem tal disciplina. “Vale ressaltar que um dos objetivos do planejamento estratégico do GCML é facilitar a implantação da disciplina de Liderança Solidária em instituições de ensino. Por meio do GCML, teremos grande prazer em auxiliar neste propósito“, afirma o professor Ricardo Figueredo.

MAIS INFORMAÇÕES: Disciplina “Liderança Solidária e Ação Social”. Professor Ricardo Figueiredo, (85) 9 9998.4056.