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Categoria: Saúde Animal


23:00 · 19.04.2017 / atualizado às 23:05 · 19.04.2017 por
Valéria Feitosa, da Revista Bem-Estar Animal e do Blog Bem-Estar Pet, Camila Alencar, do Diário do Nordeste, e os empresários do Mundo Pet, Luís André Nóbrega e Alain Michael/ Foto: Luiz Carlos Moreira

A Revista Bem-Estar Animal e o Blog Bem-Estar Pet, do Diário do Nordeste, conferiram na noite desta quarta-feira, 19, o coquetel de inauguração do Mundo Pet em Fortaleza. A loja já é considerada a “Disney” dos animais de estimação, a considerar a enorme variedade de produtos e serviços voltados para cães, gatos, roedores, animais exóticos, peixes e aves. O empreendimento é do empresário local da Faro Fino, Luís André Nóbrega, e do empresário paulista, Alain Michael. É o segundo da marca no Nordeste. O primeiro já funciona há mais de um mês em Salvador (BA) e um terceiro já está projetado para Recife (PE) ainda neste ano. Cerca de 800 convidados prestigiaram o lançamento da loja na Capital cearense, que abre ao público já nesta quinta-feira, 20, a partir das 8h.

Tudo para animais de estimação em um só lugar

Tudo para os animais de estimação e sua família em um só lugar. Esta é a filosofia do Mundo Pet, que conta com completa infra-estrutura para ser um ponto de encontro e lazer para crianças e adultos e seus pets. “O Mundo Pet é um lugar de relacionamento para as famílias e seus pets”, afirma Luís André. Está equipado com centro de estética, auditório, café, farmácia e clínica veterinária, áreas exclusivas para cães e gatos, moda pet, nutrição animal, brinquedos, equipamentos e acessórios em geral para os bichinhos de estimação.

Localizada em ponto privilegiado da Aldeota (Av. Senador Virgílio Távora com Rua Desembargador Leite Albuquerque), a loja vai abrir todos os dias. De segunda a sábado, de 8 às 21 horas. Nos domingos e feriados, de 9 às 18h. Luis André destaca que em todo fim de semana haverá programação especial para os animais e suas famílias. Já nesta sexta-feira, 21, haverá uma Feira de Adoção a partir das 10h, com os animais da ONG, Abrace, presidida pela professora Cristiane Angélica.

MAIS INFORMAÇÕES: Mundo Pet, Av. Senador Virgílio Távora, 1.400 (esquina com a Rua Desembargador Leite Albuquerque), Aldeota. Inaugura para o público nesta quinta-feira, 20, a partir das 8h.

Confiram destaques da inauguração:

10:51 · 18.04.2017 / atualizado às 08:53 · 19.04.2017 por

Um verdadeiro shopping para os pets. Assim é o Mundo Pet, que abre para o público de Fortaleza nesta quinta-feira, 20, a partir das 8h. Localizado em ponto privilegiado da Aldeota (Av. Senador Virgílio Távora com Rua Desembargador Leite Albuquerque), o novo empreendimento já é considerado a “Disney” dos animais de estimação. São 1.658 metros quadrados, em dois andares organizados por segmentos: cães, gatos, peixes, roedores, animais exóticos e aves.

O Mundo Pet resulta de investimentos da ordem de R$ 7 milhões. O empresário local da Faro Fino, Luís André Nóbrega, associou-se ao empresário paulista Alain Michael no novo empreendimento, que já é o segundo da marca no Nordeste. A primeira loja foi inaugurada há pouco mais de um mês em Salvador (BA). Uma terceira loja está projetada para Recife (PE) ainda neste ano. Somente na Capital cearense, estão sendo gerados 79 empregos diretos, entre médicos veterinários, recepcionistas, vendedores, tosadores, banhadores, groomer e outros.

Tudo para os animais de estimação e sua família em um só lugar. Esta é a filosofia do Mundo Pet, que conta com completa infra-estrutura para ser um ponto de encontro e lazer para crianças e adultos e seus pets. “O Mundo Pet é um lugar de relacionamento para as famílias e seus pets”, afirma Luís André. Está equipado com centro de estética, auditório, café, farmácia e clínica veterinária, áreas exclusivas para cães e gatos, moda pet, nutrição animal, brinquedos, equipamentos e acessórios em geral para os bichinhos de estimação.

O centro de estética é liderado pelo groomer master, Cláudio Pinho. Já a clínica veterinária conta com 8 profissionais, sob coordenação da Dra. Roseanne Sales. A partir de junho, o atendimento veterinário será 24 horas.

A loja vai abrir todos os dias. De segunda a sábado, de 8 às 21 horas. Nos domingos e feriados, de 9 às 18h. Luis André destaca que em todo fim de semana haverá programação especial para os animais e suas famílias. Já nesta sexta-feira, 21, haverá uma Feira de Adoção com os animais da ONG, Abrace, presidida pela professora Cristiane Angélica, a partir das 10h.

Segundo Luis André, as parcerias com as ONGs de proteção animal estão entre as prioridades da loja. Tanto é assim que o Mundo Pet já realiza nas redes sociais (Facebook e Instagram / @mundopetbrasil) campanha para doação de ração para as entidades mais votadas.

Para os criadores de animais e a criançada, uma ampla programação está prevista, tais como palestras técnicas, teatro infantil, cursos e muito mais. A considerar o movimento na loja de Salvador, em Fortaleza o empreendimento deverá atrair cerca de 3 mil pessoas nos fins de semana.

Nesta quarta-feira, 19, o Mundo Pet abre para convidados, em coquetel de inauguração. A Revista Bem-Estar Animal e o Blog Bem-Estar Pet, do Diário do Nordeste, participa do evento.

MAIS INFORMAÇÕES: Mundo Pet, Av. Senador Virgílio Távora, 1.400 (esquina com a Rua Desembargador Leite Albuquerque), Aldeota. Inaugura para o público nesta quinta-feira, 20, a partir das 8h.

22:17 · 05.04.2017 / atualizado às 22:17 · 05.04.2017 por

A presidente da Abrace – Uma causa Animal, professora Cristiane Angelica, nos envia este pedido de socorro:

“Bom dia amigos! A Abrace está passando por momentos difíceis, pois toda essa crise financeira se reflete em toda sociedade e então conosco não é diferente. Atualmente, dentro do canil, os animais consomem 360 quilos de ração mensais. Não estamos conseguindo doação de ração e o que estamos arrecadando no bazar mal tem dado para pagar as contas fixas mensais do canil que são: Aluguel: R$ 1.107,00; Água: Varia entre R$ 70,00 e R$ 90,00; Energia: Em torno de R$ 100,00; Voluntários ajudantes: Segunda a sábado, R$ 1.000,00/ Limpeza externa e domingos: R$ 300,00. Diante de todos esses custos não estamos podendo nem levar os animais ao veterinário e nem comprar ração. Pedimos então, aos amigos, que se alguém puder nos doar ração, essa doação será muito bem vinda. Infelizmente, existe muita ração no mercado que faz mal aos animais. Não é que eles botem banca pra comer, é porque quando comem determinadas rações eles ficam doentes, com vômito e diarreia, o que causa, além do sofrimento ao animal, mais despesas com veterinário e remédios. Então a gente sugere rações que não são caras como por exemplo, a Kanina, Herói, Dog Chow, Faro, porque eles aceitam bem, não faz mal e ainda podemos colocar menos quantidade nas porções. As rações são para animais de raças pequenas, grãos pequenos, pois os grãos grandes, alguns animais não conseguem mastigar. Agradecemos toda e qualquer ajuda. Apesar de ser o consumo de 360 kg mensais, a doação de até apenas 1 kg de ração nos ajuda. Os nossos animais AUgradecem pois a fome dói e eles não sabem pedir, mas sabem agradecer. Ama e ajuda teu próximo, mesmo que ele não seja teu semelhante!”

Os voluntários da Abrace aproveitam para divulgar mais uma campanha de adoção dos animais protegidos pela entidade. Vamos todos participar!

 

Mais informações: Abrace – Uma Causa Animal (85) 9 8812.8654 (WhatsApp)

11:31 · 31.03.2017 / atualizado às 11:31 · 31.03.2017 por

O mês de março serviu para alertar sobre uma das doenças que mais mata cães e gatos idosos: a Doença Renal Crônica (DRC). Com os animais de estimação sendo tratados como membros das famílias, eles passam a ter mais qualidade de vida. Em compensação, vivem mais e ficam sujeitos às doenças comuns da fase idosa. A DRC é uma delas.

E no Mês Internacional do Cuidado com as Doenças Renais, Março Amarelo, o coordenador de Comunicação Cientifica da Royal Canin Brasil, Eduardo Zaneli, dá dicas de como identificar e prevenir esse mal em pets.  A Doença Renal Crônica é uma alteração degenerativa de um ou dos dois rins que acomete principalmente animais idosos e não tem cura.  Os problemas renais são a 2ª causa mais comum de morte entre os gatos e a 3ª entre os cães. Animais com idade acima de 10 anos tem 81% de chance de apresentar algum sintoma.

Os primeiros sinais do problema são:

  • Aumento na micção seguida do aumento da ingestão de água.
  • Em cães, vômitos podem ser notados com mais frequência.
  • Nos gatos, a falta de apetite e consequente perda de peso é mais comum.
  • O animal também pode apresentar sintomas de fraqueza, abatimento
  • Pálpebras, gengivas e lábios pouco corados.

“Na maioria das vezes, o diagnóstico é realizado tardiamente. Um gato com Doença Renal Crônica, por exemplo, costuma apresentar sintomas quando pelo menos 75% dos seus rins já estão sem funcionar. Por isso é de extrema importância conscientizar os tutores sobre a prevenção e diagnóstico precoce, com idas anuais ao Médico Veterinário”, explica Eduardo Zaneli, coordenador da Comunicação Cientifica da Royal Canin Brasil.

Algumas raças de gatos e cães são mais propensas a desenvolver a doença, incluindo aquelas que apresentam uma expectativa de vida maior. Em cães: Beagle, Bull Terrier, Chow Chow, Cocker, Pinscher, Pastor Alemão, Lhasa Apso, Shih Tzu, Maltês, Schnauzer, Daschund, Sharpei, Poodle. Em gatos: Maine Coon, Abissinio, Siamês, Russian Blue, Persa

A nutrição é a base da conduta terapêutica do paciente renal crônico. A dieta úmida também pode ser utilizada em combinação com o alimento seco, já que a palatabilidade é maior e ajuda na hidratação do animal. O alimento coadjuvante ao tratamento veterinário a ser oferecido ao pet com problemas renais deve conter sódio moderado e proteína também moderada e de qualidade, para que as necessidades nutricionais sejam atendidas, mas sem gerar resíduos no organismo.

Baixo fósforo para reduzir a velocidade de progressão da doença renal e aumentar a expectativa de vida de pacientes nefropatas, além de antioxidantes que ajudam a retardar o avanço da doença. Como uma das maiores dificuldades ao longo do tratamento do gato ou cão acometido da Doença Renal Crônica é a inapetência, a palatabilidade reforçada do alimento faz com que o animal volte a comer, já que o jejum piora o quadro clínico rapidamente.

No Brasil, a Royal Canin possui cinco produtos para gatos e cães que auxiliam no tratamento de doenças renais. Da Linha Veterinary Diet, o produto Renal seco e úmido auxilia no tratamento de cães enquanto o produto Renal Feline seco, úmido e Special é voltado para gatos.

Entre os dias 8 a 10 passados, aconteceu 1º Congresso Internacional de Nefrologia e Urologia. 350 estudantes e profissionais de Medicina Veterinária de todo o Brasil acompanharam 18 palestrantes, que trouxeram os principais temas das especialidades de Nefrologia e Urologia, como doenças renais crônicas em gatos e cães. Outro ponto importante do evento foi a discussão sobre a relação de distúrbios metabólicos, como cardíaco e endócrino, com os rins, além de doenças que atingem o trato urinário dos felinos.

MAIS INFORMAÇÕESwww.royalcanin.com.br

 

 

 

21:18 · 31.01.2017 / atualizado às 21:22 · 31.01.2017 por

À Convite da Unilab e da Abrace – Uma Causa Animal, estarei nesta quarta-feira, 1, proferindo a palestra “Bem-Estar Animal e Guarda Responsável” no campus da universidade em Redenção (CE), de 12h30 às 14h. O evento integra programação do projeto de extensão “Ações educativas sobre zoonoses, controle das populações de animais e posse responsável na comunidade universitária da Unilab”, coordenado pela professora Anelise Costa Vasconcelos.

O Bem-Estar Animal e a Guarda Responsável serão abordados na palestra  Arte: João Marcos Feitosa Dias

A equipe de trabalho tem como vice-coordenadora a professora Juliana Jales de Hollanda, e colaboradoras, as professoras Edmara Costa Chaves e Ana Carolina Leite. Também conta com a participação das alunas  Ana Carolinna Correia Sales , Nádila Russo e Gabrielle Rodrigues.

O projeto objetiva realizar intervenções educativas junto à comunidade da Unilab do Ceará, sejam estudantes, servidores, professores, técnicos administrativos e terceirizados, sobre temas como zoonoses, posse responsável e controle da população de animais de estimação.

O crescente número de animais em situação de abandono é uma preocupação dos participantes do projeto, que buscam sensibilizar a comunidade acadêmica para medidas que possam resultar em ações positivas frente à problemática.

MAIS INFORMAÇÕES:  Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira – Unilab do Ceará

 

18:16 · 25.01.2017 / atualizado às 18:27 · 25.01.2017 por

O trabalho de controle populacional de cães e gatos nas ruas da capital cearense para o ano de 2017 já começou, e está na fase de planejamento. O Grupo de Trabalho de Proteção e Defesa Animal (GT) da Prefeitura de Fortaleza fez hoje, 25, uma visita ao Centro de Controle de Zoonose municipal (CCZ), para conhecer as mudanças no perfil do CCZ, bem como avaliar “in loco” as condições e estruturas de funcionamento do Vetmóvel, serviço lançado no ano passado pelo prefeito Roberto Cláudio, com o objetivo de dinamizar as castrações de animais em estado de abandono nos logradouros públicos.

O CCZ e a Secretaria de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma) estão elaborando o planejamento das atividades de castração para o ano de 2017, nos seguintes aspectos: definição das equipes, área de abrangência e número de animais a serem esterilizados.

GT de Proteção e Defesa Animal em visita ao CCZ de Fortaleza
GT de Proteção e Defesa Animal em visita ao CCZ de Fortaleza

“O GT veio fazer uma visita ao CCZ com objetivo de conhecer as mudanças de perfil do CCZ nos últimos quatro anos, considerando que a Coordenadoria deverá firmar convênio com várias estruturas complementares ligadas à saúde animal”, afirma a coordenadora do CCZ, médica veterinária Rosania Ramalho. “As nossas mudanças são visíveis, tais como: melhorias na infraestrutura do centro; capacitação permanente dos técnicos e funcionários, tanto para atender as orientações técnicas do Ministério da Saúde, com foco na saúde pública, como a introdução de noções de educação humanitária, com vistas à acolhida e melhorias do atendimento dos tutores e de seus animais que procuram os serviços”, explica ela.

O GT também fez uma visita ao Hospital Veterinário da Universidade Estadual do Ceará (Uece), com objetivo de contactar com a nova diretoria da unidade hospitalar, sobre a vontade da Coordenadoria em dar prosseguimento ao trabalho desempenhado pela Faculdade de Veterinária (Favet-Uece), nos últimos quatros anos, quando fez vários mutirões de castrações, beneficiando os animais dos pontos de abandono na cidade. O GT quer estabelecer parceria com o Hospital da Favet para executar as castrações ainda este ano.

Celso Santos, Thaís, Toinha Rocha e Adriana Wanderley
Thaís Câmara, Rosania Ramalho, Celso Santos, Adriana Wanderley e Toinha Rocha no Vetmóvel: castrações vão ser dinamizadas na Capital

O que é o GT?

O Grupo de Trabalho de Proteção e Defesa Animal foi criado em novembro de 2015, durante a reunião com o Prefeito Roberto Claudio, a então vereadora Toinha Rocha e representantes da proteção animal, ONGs, Uece, Secretaria de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma), Secretaria da Saúde e CCZ. Esse grupo tinha como missão, dada pelo prefeito, a atualização do Código da Cidade, incluindo os direitos animais e, também, elaborar o Projeto da Coordenadoria de Proteção e Defesa Animal da Cidade de Fortaleza concluído e em fase de análise pela câmara dos vereadores, criação do Conselho Municipal de Proteção e Defesa Animal e do Fundo Municipal de Proteção e Defesa Animal, bem como o  projeto de políticas públicas para o controle populacional para os animais de Fortaleza. Como parte dos trabalhos e discussões do GT, já está em pauta também o debate da criação do Santuário Animal.

Os componentes do Grupo de Trabalho de Proteção e Defesa Animal (GT) são:

• Celso Santos: Presidente do Instituto Celso Santos;
• Adriana Pinho Pessoa: Professora da Faculdade de Veterinária da Uece
• Floriana Oliveira: Protetora Independente
• Cláudia Lopes: Protetora Independente
• Thais Câmara: representante da Seuma
• Toinha Rocha: Advogada e ex-vereadora
• Rosania Ramalho: Representante da Secretaria de Saúde/CCZ
• Bruno Feitosa: Advogado

MAIS INFORMAÇÕES: CCZ de Fortaleza – Rua Betel, 2980 – Maraponga, (85) 3131-7846

 

12:29 · 20.01.2017 / atualizado às 12:29 · 20.01.2017 por

Ter em casa serviços para o bem-estar do animal de estimação é o sonho de consumo de todo criador. O pet fica mais tranquilo e o conforto ambiental de estar na própria casa não tem preço. Aliás, tem sim, e cada vez mais está acessível a todos, diante do aumento da oferta. A capital cearense segue tendência mundial. Diversos serviços em domicílio já são oferecidos em Fortaleza e Região Metropolitana. Banho e tosa, aulas de obediência canina e exames de ultrassonografia estão entre as especialidades mais procuradas.

Kennedy Pim e Jemina Gomes, do Patas Cheirosas / Foto: Nilton Novaes
Kennedy Pim e Jemina Gomes, do Patas Cheirosas. Banho e tosa especializados / Foto: Nilton Novaes

De olho nessa tendência de mercado, o concludente em Medicina Veterinária, Kennedy Pim, lançou em junho do ano passado, o Patas Cheirosas – Banho e Tosa, junto com a prima Jemina Gomes. Ele também é criador das raças Schnauzer, Pinscher e iniciando Chihuahua; e handler (prepara, treina e apresenta cães em exposições de cinofilia). Daí viu a necessidade de serviços mais especializados, principalmente em tosa de raças específicas que exigem formação técnica. Foi quando resolveu se capacitar e oferecer um trabalho diferenciado, com a qualidade que deseja para seus próprios cães.

Kennedy Pim e Jemina Gomes, do Patas Cheirosas / Foto: Nilton Novaes
Kennedy Pim e Jemina Gomes, do Patas Cheirosas / Foto: Nilton Novaes

“Decidi criar o Patas Cheirosas porque estava com tempo livre na semana, e percebi que em Fortaleza havia falta de serviço de qualidade em estética canina. Como eu já trabalhava com cães de exposição há 10 anos, resolvi levar as técnicas de cães de alto nível para os pets. Daí, junto à minha prima Jemina, iniciamos o trabalho”, conta Kennedy.

Eles fazem em domicílio banho, tosas comerciais, tosas de exposição, escovação de dente, corte de unha, limpeza de ouvido, hidratação e preparação para exposições cinófilas. Os banhos ou tosas são a partir de R$ 40,00. Se for os dois serviços juntos, R$ 70,00. Estes são os mais solicitados pelos criadores.

“O serviço em domicílio diminui o estresse do animal por ele estar no próprio ambiente. Outra grande vantagem é ele não ter risco de pegar carrapatos e pulgas de fora ou ficar horas em uma gaiola esperando voltar pra casa”, destaca ele. Também para quem não tem tempo de deixar e pegar o pet, ter o serviço em casa é a solução.

Já a médica veterinária Carla Melo trabalha área de ultrassonografia há 5 anos e já começou atendendo em domicilio, clínicas e canis com a sua empresa Animagem. A demanda é crescente, principalmente para ultrassonografias abdominal e pélvica. O preço médio do serviço é R$ 150,00.

Veterinária Carla Melo, da Animagem
Dra. Carla Melo, da Animagem Ultrassonografia Veterinária / Foto: Arquivo pessoal

“A ultrassonografia é um exame indolor, com excelente custo-beneficio, que permite avaliar todos os órgãos da cavidade abdominal e pélvica. Portanto, pode ser utilizado em casos de suspeitas de cálculos, infecções uterinas (piometras/hemometras), pesquisa de massas e/ou metástases, dentre outros, assim como para avaliar a gestação”, diz Dra. Carla.

Segundo aponta, a maior demanda é para avaliar a idade gestacional, posição fetal, viabilidade através da presença de movimentos e batimentos cardíacos, estimar a quantidade de fetos (apesar de não ser o exame de predileção para contagem), bem como avaliar se há sofrimento fetal. Ela atua na área de pequenos animais, mas a frequência maior é para cães. “Porém o atendimento em gatos está em ascensão atualmente”, destaca a veterinária.

Outro serviço em domicílio bastante procurado é o adestramento para solucionar os mais diversos distúrbios de comportamento de cães. Há 18 anos no mercado, e cada vez mais atendendo nas próprias residências, a Edukdog foi criada pelo adestrador e handler Henrique Silva. Ele conta com uma equipe que atua na Região Metropolitana de Fortaleza levando serviços de comportamento canino, obediência de comandos básicos, e treinamento para guarda e proteção, com as raças caninas para este trabalho.

Adestrador Henrique Silva, da Edukdog Comportamento Canino
Adestrador Henrique Silva, da Edukdog Comportamento Canino / Foto: Arquivo Pessoal

“O trabalho comportamental e de obediência é feito durante três meses. São duas aulas por semana em domicílio”, explica Henrique. O valor médio mensal varia de R$ 400,00 a R$ 500,00, dependendo da localização do domicílio. “Nosso intuito é tornar a convivência com os pets a melhor possível. Um cão que recebe um treinamento tem comportamento bem diferenciado de um que não recebe”, adverte Henrique.

Ele diz que o trabalho de guarda e proteção também leva três meses para um bom resultado. O ideal é iniciar o treinamento a partir dos 12 meses, quando o cão já está com o caráter mais formado. “Já o treino para comportamento e obediência, o ideal é iniciar assim que o cão chega na residência, por volta de 3 meses de idade”, explica ele.

Henrique Silva e equipe de adestradores da Edukdog
Henrique Silva e equipe de adestradores da Edukdog, com cães Rottweiler do Dunas Rott Fortaleza / Foto: Arquivo pessoal

Os serviços mais solicitados à Edukdog são comportamentais: fazer necessidades fisiológicas no local certo, latidos excessivos, ansiedade. “O serviço de guarda e proteção está sendo muito solicitado diante da insegurança dos dias atuais”, afirma Henrique.

Ele começou sua capacitação em cursos com o próprio pai, o então comandante do Canil da Polícia Militar, Sgt. Antônio Magomante, há 20 anos. Desde então, participou de vários outros cursos em todas as áreas de comportamento canino. A Edukdog conta com quatro adestradores que recebem, periodicamente, treinamento com renomes especializados na área.

MAIS INFORMAÇÕES: Patas Cheirosas (85) 9 9985.5803/ 9 9865.9247 – Animagem Ultrassonografia Veterinária (85) 9 8887.5974 – Edukdog (85) 9 9922.4500/ 9 8786.2046

10:20 · 10.12.2016 / atualizado às 10:20 · 10.12.2016 por

Acontece neste sábado, 10, o 1º FestPet Animalzão, na Praça da Comunicação, em Aracati, com ampla programação para quem gosta de animais de estimação. O evento é gratuito e tem caráter beneficente. É realizado em parceria com a Apada, única entidade protetora dos animais no município. A protetora Rita Moura, da Apada, informa que haverá feira de adoção e eles estarão recebendo doação de rações e remédios para os animais assistidos pela ONG.

FestPet15355604_1600321659981780_1542814579710774387_nUma parte da programação será com o comportamentalista animal, Olivier Soulier. Ele vai apresentar os serviços realizados em seu Espaço Canino EAOS (com sede em Fortaleza), tais como adestramento, modificação comportamental e treinamentos de esportes caninos. Olivier também vai anunciar o novíssimo “Curso de Comportamentos e Adestramentos Caninos” do EAOS. “A programação acontece de 15h30min até 19h30min, sejam todos bem-vindos!”, convida Olivier.

O FestPet Animalzão será uma verdadeira festa de cães e gatos. Também haverá desfile do mais belo cachorro, feira de adoção, palestras com veterinário, Eduardo Gomes Bezerra e apresentação dos cães adestrados por Oliviver, entre outros. O evento é gratuito quem ainda quiser se inscrever para o desfile logo mais procura o Pet Shop e Centro Veterinário Animalzão de Aracati e Icapuí.

Olivier Boss 13275770_1363763296970952_116447125_nMAIS INFORMAÇÕES: 1º FestPet Animalzão, em Aracati, sábado,10, na  Praça da Comunicação (Praça da Caixa D’água). de 15h30min às 19h30min. Gratuito. A Apada estará recebendo doação de ração e remédios. Os participantes podem levar as doações e entregar à ONG no local.
https://www.facebook.com/events/888087027992529/

11:39 · 27.10.2016 / atualizado às 12:47 · 27.10.2016 por

Vetmovel 14708180_1506588299358307_2980021782201320253_nA partir das 13 horas de hoje, 27, no Parque Ecológico Rio Branco, começam as primeiras castrações de cães e gatos por meio do Vetmóvel. Este serviço veterinário itinerante da Prefeitura de Fortaleza será inaugurado em solenidade logo mais às 14 horas, no mesmo parque.

Os animais foram selecionados no próprio logradouro, pelo trabalho de proteção animal feito por alguns voluntários como a protetora Renata Machado, segundo explica a coordenadora do Centro de Controle de Zoonoses de Fortaleza (CCZ), Rosania Ramalho.

Os serviços do Vetmóvel são totalmente gratuitos e os animais devem ser previamente selecionados pelos veterinários do CCZ e protetores voluntários cadastrados.

Rosania diz que o Vetmóvel atua pela união de quatro Secretarias Municipais: Saúde (SMS), Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma), Conservação e Serviços Públicos e Autarquia de Urbanismo e Paisagismo. O CCZ é ligado à SMS e estará diariamente na promoção dos serviços veterinários itinerantes do Vetmóvel.

Veterinários Henrique Teles e Alice Gonçalves e a coordenadora do CCZ, Rosania Ramalho
Veterinários Henrique Teles, Alice Gonçalves e a coordenadora do CCZ, Rosania Ramalho

“O Vetmóvel vai atuar de forma itinerante nos bairros de Fortaleza, priorizando os animais assistidos pelas ONGs ou que estão em pontos de abandono como polos, parques e praças da Capital. Os serviços são castração, consultas veterinárias, exames para diagnóstico da leishmaniose, educação ambiental e saúde pública”, destaca Rosania.

“É um sonho realizado e que teve início com o projeto de lei da vereadora Toinha Rocha. Daí a Prefeitura de Fortaleza abraçou a causa e absorveu esse projeto. Desde 2014 começamos o processo para tornar realidade esta política”.

A consultora técnica do Núcleo de Biodiversidade da Coordenadoria de Politicas Ambientais da Seuma, Soni Sales, destaca a união das Secretarias Municipais para viabilizar o Vetmóvel, que vai, segundo aponta, dinamizar a política de proteção e bem-estar animal na Capital cearense.

Área interna do Vetmóvel, com o veterinário Henrique Teles nos preparativos para início das castrações
Área interna do Vetmóvel, com o veterinário Henrique Teles nos preparativos para início das castrações

“Resulta do trabalho do Poder Público em parceria com o Grupo de Trabalho de Proteção e Bem-Estar Animal do Município”, afirma ela. O GT é integrado pelo Poder Público, ONGs, protetores independentes e parlamentares.

Também estará sendo realizado hoje no Parque Rio Branco trabalho de sensibilização dos moradores para a posse responsável de animais e educação ambiental.

MAIS INFORMAÇÕES: Inauguração do Vetmóvel, hoje, 14h, no Parque Ecológico Rio Branco, Av. Pontes Vieira, entre ruas Visconde do Rio Branco e Capitão Gustavo (entrada pela Av. Pontes Vieira). Telefones Seuma (85) 3105.1317/ CCZ (85) 3105.1026

 

 

10:26 · 04.10.2016 / atualizado às 13:48 · 04.10.2016 por
O vínculo emocional foi uma das comprovações da pesquisa inédita realizada em parceria com o Centro de Pesquisa Waltham – a principal autoridade científica em bem-estar e nutrição de pets. Crédito: Divulgação

Dados do IBGE Inteligência apontam que o Brasil já possui mais de 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos. Os pets estão, cada dia mais, dentro das casas e da vida das famílias brasileiras.

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Pesquisa Ibope Inteligência revelou, ainda, que os tutores de cães levam seus pets com mais frequência ao médico-veterinário do que tutores de gatos.

Palavras como amor, companheirismo e “família completa” definem o que é ter um cão que, segundo os entrevistados, é um animal que não exige nada em troca, não guarda mágoa e faz com que eles sintam-se especiais.

44% consideram o cachorro como um filho e 64% deixam o animal dormir dentro de casa

Os números comprovam: 68% dos tutores acreditam nesse conforto emocional que o cão traz, 64% permitem que o animal durma dentro de casa e 44% o consideram como um filho.

Já no universo de tutores de gatos, além da conexão emocional com o pet, observou-se um vínculo racional dentre os entrevistados: eles definem o felino como um animal manhoso e de personalidade forte e muitos acabaram optando em ter um gato pela praticidade nos cuidados ou por um pedido dos filhos.

45% consideram o gato como um filho e 76% deixam o felino dormir dentro de casa

A conexão emocional é comprovada pelos 76% dos tutores que permitem que o gato durma dentro de casa, além dos 48% que afirmam que o felino entende os sentimentos e 45% que consideram seus gatos como filhos.

O terceiro grupo estudado, o de não possuidores, alegam não ter um pet por não haver alguém em casa para cuidar enquanto estão no trabalho, além de considerarem um compromisso por muitos anos e os custos com cuidados serem altos.

A vontade de adquirir/comprar/adotar um animal de estimação é apontada por 100% dos entrevistados, sendo que 90% pretendem adquirir um cão e 20% têm a intenção de ter um gato.

“Pontos importantes mostrados na pesquisa se relacionam com o hábito de levar o pet para dentro de casa, o que vem se tornando cada vez mais comum, principalmente, por causa da verticalização das cidades, espaços cada vez menores e também pelo papel que o animal de estimação vem ocupando na composição familiar do brasileiro”, afirma a Dra. Carolina Padovani, médica veterinária e integrante da Equipe de Coordenação da Pesquisa no Brasil.

“Mas a ideia de que o animal menor dá menos trabalho e, por isso, não precisa ser levado ao médico veterinário com frequência, é equivocada”, ressalta Dra. Carolina.

Sobras de comida

A posse responsável permeou algumas questões das fases qualitativa e quantitativa da pesquisa, onde foi possível perceber a superficialidade com que este tema ainda é tratado. Sobras de comida ainda mostram-se como opção de alimentação para os pets, assim como tutores de gatos pontuam que esses animais raramente adoecem e não precisam de idas frequentes às clínicas veterinárias.

Já os tutores de cães não veem com bons olhos a castração porque relacionam a prática com amputação humana. “A castração ainda é repleta de mitos e o brasileiro conhece muito pouco sobre os reais benefícios que ela traz para a saúde do pet”, alerta Dra. Padovani.

Donos levam mais os cachorros do que os gatos ao médico-veterinário

A Pesquisa Ibope Inteligência revelou, ainda, que os tutores de cães levam seus pets com mais frequência ao médico-veterinário do que tutores de gatos: a média é de 2,8 vezes contra 2,3 por ano.

Os principais motivos são consulta de rotina e vacinação (79% dos tutores de cães e 76% dos tutores de gatos) e pelo aparecimento de alguma doença (26% para cachorros e 19% para felinos).