Bem-Estar Pet

Busca


Premier Pet alerta que animais de estimação precisam de cuidados especiais no verão

Publicado em 18/12/2012 - 6:49 por | Comentar

Vejam o que a Premier Pet orienta sobre como cuidar dos cães e gatos durante o calor do verão. A reportagem também está na Página de Bem-Estar Animal, publicada toda terça-feira no Caderno Regional do Diário do Nordeste.

São Paulo. O verão está aí, com o gostinho de férias, viagens, passeios ao ar livre e tudo que a estação mais esperada por muitos pode proporcionar. Entretanto, nessa época do ano é necessário ter cuidados extras com a saúde de cães e gatos. A veterinária da Premier Pet, Keila Regina de Godoy, destaca algumas atitudes simples que podem deixar os dias quentes mais agradáveis para seu animal de estimação e evitar problemas.

As altas temperaturas, umidade elevada e mudanças na rotina favorecem a proliferação de pragas e parasitas. Estes são apenas alguns exemplos de fatores climáticos que podem contribuir negativamente para a saúde e bem estar dos pets.

A água tem um papel fundamental. “Por ser vital para a regulação da temperatura corporal, no verão ocorre um aumento espontâneo do volume consumido e uma atenção especial deve ser dada à quantidade disponível para cães e gatos”, explica Keila.

Como referência prática, os animais de estimação precisam receber, no mínimo, cerca de 60 ml de água por quilo de peso corporal/dia. “Um animal de cinco quilos, por exemplo, deve ter disponível por dia no mínimo 300 ml de água limpa e fresca”, completa.

Muita atenção deve ser dada também à localização dos bebedouros, que devem estar impreterivelmente ao abrigo do sol, pois o animal tende a se recusar a tomar a água se estiver aquecida.  É importante, ainda, um cuidado especial com os cães que gostam de brincar com a água, como os cães da raça Labrador e Golden Retriever, pois podem derrubar a vasilha e passar o dia todo sem ter o que beber. Nestes casos, pode-se contornar o hábito recorrendo a vasilhas pesadas ou a bebedouros fixos (o mais ideal) que não possam ser arrastados ou tombados.

Para cães que ficam longos períodos sozinhos, é recomendável bebedouro automático para garantir um suprimento contínuo de água. Outro ponto importante é evitar a ingestão de água de piscina, pois as substâncias químicas presentes, como altas quantidades de cloro, podem provocar indisposições gastrointestinais.

No caso dos gatos, manter bebedouros em todos os locais por onde mais circulam ou manter uma fonte de água corrente são formas de manejo que incentivam a ingestão hídrica – tão essencial para sua hidratação e saúde do trato urinário.

No que diz respeito a passeios e exercícios ao ar livre, eles devem ser feitos nos horários mais frescos do dia para evitar fadiga, queimaduras nos coxins (almofadinhas das patas) e desidratação. Sempre nos passeios mais longos, ofertar água durante o percurso e depois do término.

Em passeios de carro, deve-se manter o veículo bem ventilado ou com o ar condicionado ligado e nunca, em hipótese alguma, deixar o cão dentro do carro com os vidros fechados e exposto ao sol. Cães e gatos não conseguem transpirar e rapidamente podem sofrer um quadro de aumento agudo da temperatura seguido de morte.

Keila Godoy é veterinária da Premier Pet

“A alimentação também merece cautela, pois no verão é comum ocorrer uma alteração no padrão alimentar devido à diminuição do consumo pelo calor Pode-se evitar isso oferecendo o alimento nos horários e locais mais frescos do dia, sempre à sombra. Este manejo é particularmente importante para os animais com problemas cardíacos ou respiratórios e, ainda, os obesos, pois as altas temperaturas aumentam o desconforto respiratório e costumam levar à perda de apetite”, explica a veterinária.

Vale lembrar que o mais apropriado é sempre manter, nos casos de viagens ou hospedagens, o alimento habitual que o cão ou gato consomem, pois mudanças bruscas na alimentação podem promover alterações gastrointestinais.

Conservação do Alimento

O verão favorece a proliferação de pragas como insetos e roedores, bem como a presença de aves nos locais de refeição e armazenamento das rações. Isso expõe o alimento à contaminação e o animal a doenças, algumas graves como a Leptospirose, causada pelo contato com a urina que os ratos liberam nos locais onde se alimentam.

As aves também podem veicular doenças por meio de suas fezes, e por isso é melhor mantê-las afastadas. Assim, torna-se fundamental adotar cuidados rígidos tanto com o alimento exposto quanto com o armazenado:

- Armazenado: nunca deixar o alimento armazenado em exposição direta à alta umidade, ao sol ou calor excessivo, pois estes fatores podem alterar a qualidade do alimento. Assim, seja em casa ou no revendedor, todo alimento deve ser armazenado em local fresco, seco, sem incidência direta da luz solar e sem contato direto com parede e chão. Após a abertura da embalagem, o produto deve ser mantido, preferencialmente, em sua embalagem original. Caso seja guardado em latas ou caixas plásticas, estas devem ter boa vedação e barreira contra a luz. Estes cuidados são fundamentais para correta conservação do produto, prevenindo a rancificação da gordura, a oxidação de vitaminas e evitando o desenvolvimento de microorganismos contaminantes como fungos e bactérias.

- Exposto para consumo: um alimento seco industrializado, quando umedecido por água e/ou saliva e exposto às altas temperaturas do ambiente, sofre um processo de fermentação se não for imediatamente consumido. É fundamental que todas as sobras sejam sempre descartadas e que a cada refeição os comedouros sejam lavados com esponja, água e sabão para remoção completa de resíduos. Não deixar a ração exposta na vasilha por mais de 30 minutos no caso dos cães e, no caso dos gatos, que costumam ter o alimento ofertado para o dia todo, procurar sempre manter em local dentro de casa e, se possível, deixar menor quantidade e repor mais vezes ao dia. Sempre recolher os grãos de ração que caiam ao redor, mantendo o local das refeições constantemente limpo. Comedouros anti-formiga podem ajudar contra esta praga comum nas residências, sendo facilmente encontrados nas versões para cães e gatos nas lojas especializadas.

Outros cuidados importantes:

- Passar protetor solar nas pontas das orelhas e focinhos dos cães e gatos que possuem pelos brancos e pele clara (utilizar produtos adequados);

- Reforçar a proteção contra pulgas, pois se proliferam muito nesta época do ano, infestando facilmente o animal e o ambiente, promovendo grande desconforto, alergias e transmitindo doenças;

- Secar muito bem após o banho as regiões de dobras da pele, pois muito calor junto da alta umidade podem agravar problemas de pele nas raças como Bulldog e Shar Pei, entre outras.

Siga a Premier Pet:
www.twitter.com/premier_pet
www.facebook.com/premierpet

Tags: , , , ,

Você é a favor da transformação da vaquejada em esporte?

Publicado em 14/12/2012 - 8:57 por | Comentar

Você é a favor da transformação da vaquejada em esporte? Sim? Não? Pois o Jornalista Roberto Maciel, da Coluna Comunicado, do Diário do Nordeste, e do blog autoral  no Diário on line, já deu o sinal de alerta contra a transformação da vaquejada como esporte, como quer o deputado Welington Landim (PSB). Para a coluna e o blog, ele ouviu a presidente da União Internacional Protetora dos Animais (UIPA), Geuza Leitão, que foi taxativa: ” “Postura condenável (…). Merece o repúdio de todos que clamam por um mundo melhor para todos os seres existentes no Planeta”.

Geuza Leitão, presidente da UIPA

No próximo dia 18 de dezembro, a Assembleia Legislativa do Ceará (ALC), atende requerimento de Geuza Leitão, e do deputado Dedé Teixeira, e promove audiência pública para discutir a prática da vaquejada no Estado do Ceará. O evento é promovido pela presidência da Casa, leia-se deputado Roberto Claudio (prefeito eleito de Fortaleza), e pela  Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento do Semiárido, presidida pelo deputado Augustinho Moreira. Será às 14h, no Complexo de  Comissões. Todos os protetores de animais estão convocados para este grande debate!

Confiram a nota no blog Roberto Maciel

http://blogs.diariodonordeste.com.br/roberto/ambiente/repudio-a-proposta-de-reconhecimento-da-vaquejada-como-esporte/

Tags: ,

Purina lança Dog Chow Bem-Estar

Publicado em 11/12/2012 - 14:58 por | Comentar

A Purina qualifica sua linha de rações. Agora, oferece a Dog Chow Bem-Estar. Confiram informações da empresa sobre a novidade!

Seu cão é único e especial, e uma alimentação completa e balanceada permite que ele esteja sempre forte e saudável. Por isso Dog Chow® Bem-Estar teve o cuidado de combinar 5 grupos de nutrientes essenciais em uma deliciosa receita de grãos macios e crocantes. É o equilíbrio perfeito entre sabor e nutrição que permite que ele esteja ativo e saudável em cada etapa de sua vida.

Seu cão é único, ele é parte de sua família. Ter um estilo de vida mais saudável permite a ele estar em sua melhor condição e desfrutar os momentos especiais em família.

Tags: , ,

Criação de répteis no Brasil contribui para preservação de espécies

Publicado em 11/12/2012 - 14:35 por | Comentar

Apesar das barreiras burocráticas, especialistas responsáveis pela criação em ambientes controlados podem desenvolver técnicas eficientes de reprodução de animais ameaçados.

Nos criatórios legalizados, há controle do bem-estar dos répteis e a reprodução é feita com segurança

São Paulo. A conservação de animais silvestres em ambientes controlados, que atendem as demandas legais de órgãos reguladores, pode proporcionar não somente a sobrevivência de espécies, mas também a geração de conhecimento científico. É esse o caso de criadores que se dedicam a animais menos populares, como os répteis. A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação – Abinpet – apoia a pesquisa e a conservação de espécies em criadouros e reconhece os desafios desses especialistas. Hoje, observa-se animais naturais de terras brasileiras sendo criados, reproduzidos e comercializados mais facilmente na Europa do que no Brasil.
De acordo com dados divulgados em 2007 pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora Silvestres, entre 2000 e 2006, na República Checa, o número de jiboias (Boa constrictor), criadas e exportadas, foi de 12.531, enquanto no Brasil, foram seis. No caso das iguanas (Iguana iguana), os Estados Unidos exportaram 13.486 animais e o Brasil, nenhum. E isso não ocorre porque a legislação brasileira não permite: desde a década de 1960, por meio da lei 5.197/67, o Estado está obrigado a estimular a abertura de criadouros comerciais de animais silvestres. O decreto 4.339/02, que institui a Política Nacional da Biodiversidade, tem em seu item 12, entre outras diretrizes, “a inserção de espécies nativas com valor comercial no mercado interno e externo, bem como a diversificação da utilização sustentável destas espécies” assim como o apoio à “domesticação e a utilização sustentável de espécies da fauna”.
É nesse cenário que surgem personagens como o veterinário Bruno Ville, um apaixonado por répteis. Durante os anos de 1990, ainda adolescente, costumava frequentar uma loja de animais na cidade de São Paulo que comercializava diversas espécies de répteis, anfíbios e aracnídeos. Passava os fins de semana conversando com criadores e aprendendo a respeito desses animais. E notou como, a partir do ano de 1998, foi se tornando cada vez mais difícil criar legalmente esse tipo de animal.

Criadores mantém as espécies conforme prevê a legislação, mas esperam maior incentivo para a comercialização

A portaria 93/98 do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) proibiu a importação de répteis exóticos naturais de outras regiões do globo. Apenas uma semana depois, foi publicada a portaria 102/98, que vedou a abertura de criadouros comerciais de répteis de fauna silvestre exótica. Na prática, essas duas medidas tornaram impossível importar novos animais ou mesmo comercializar os que já estavam legalmente no país. A Lei 9.605, do mesmo ano, tornou crime qualquer importação não autorizada pelo órgão federal. O único vislumbre para criadores surgiu com a portaria 118/98, que regulamentava os criadouros comerciais de fauna silvestre nativa brasileira. Quatro anos depois, em 2002, a instrução normativa 31/02 proibiu, até segunda ordem, a abertura de qualquer novo criadouro comercial de répteis, anfíbios e aracnídeos no mercado interno brasileiro. Isso dificultou ainda mais a situação dos criadores.
“Até agora, essa segunda ordem ainda não ocorreu, dez anos depois” explica Ville. Nessa altura, ele já estava no terceiro ano do curso de Medicina Veterinária. “Como meu objetivo sempre foi criar répteis, no terceiro ano da faculdade entrei com um pedido de abertura de criadouro conservacionista, junto ao Ibama. Essa categoria pode criar, mas não pode vender. Adaptei um espaço pequeno, que comportaria poucos animais. Se houvesse sucesso com a criação, então migraria para a categoria comercial voltada para a exportação, que não estava proibida pela instrução normativa 31/02. Como eu era estudante, fiz um investimento pequeno, algo entre R$ 3 mil e R$ 5 mil, contando com a supervisão de um técnico responsável”.
Ville não foi o primeiro a descobrir que a relação entre criadores legalizados e o governo é tumultuada. “Fui descobrindo que os criadouros são vistos pelas autoridades como um mal necessário, isto é, provedores de locais que abrigam animais mutilados ou doentes, e que não podem ter outro destino. Aquela minha ilusão inicial de criar legal e responsavelmente foi se chocando com a dura realidade de ser visto como um vilão. Pouco interessa para eles se eu estudo e tenho intenção de tratar bem os animais e desenvolver técnicas de reprodução em cativeiro. Na visão dominante do Ibama, nós não somos mais do que depósitos de animais que eles não têm onde colocar.
“Embora seja louvável a atitude daqueles que se dedicam a dar uma vida melhor a animais mutilados ou definitivamente debilitados, e muitos efetivamente se dispõem a tal, a portaria 139-N/93 do Ibama dá outra definição ao criadouro conservacionista, que é simplesmente a de um local com estrutura e assistência adequada para a criação racional de animais silvestres nativos, com direito de reprodução e permuta de filhotes com outros criadouros, ou seja, é a possibilidade jurídica para quem quer criar animais de maneira legalizada”, complementa.
Em 2006 o já graduado veterinário conseguiria o primeiro casal da espécie que buscava desde os primeiros anos de criação, a periquitamboia (Corallus caninus), e por ter pesquisado por anos o processo de reprodução da espécie, Ville obteve sucesso na reprodução após poucos meses da chegada dos animais. “Meu esforço foi recompensado com filhotes. Aí comecei a me animar com ideia de migrar para a categoria comercial e começar a exportar os animais, já que meu sonho de criança era ser criador. Essa espécie é bastante visada no comércio internacional e muitos espécimes são retirados da natureza pelo tráfico todos os anos. Minha ideia era combater esse tráfico fornecendo ao mercado uma alternativa legal, ética e sustentável”.
Atualmente, ele mantém um plantel de 32 animais de três espécies diferentes: periquitamboias, suaçuboias (Corallus hortulanus) e salamantas (Epicrates cenchria). Mas a criação de répteis no Brasil transformou-se em um grande paradoxo. No início de 2008 o Ibama publicou a instrução normativa 169 que alterou todas as categorias de criadouros e não contemplou a “conservacionista”, colocando em seu lugar a de “mantenedor”, que é proibida de reproduzir.
Com isso, muitos criadores foram proibidos de desenvolver técnicas de reprodução de espécies raras, sob o risco de cometer crime, já que os antigos criadouros conservacionistas estão sendo forçados para a categoria mantenedor, pois é a única forma de se adaptar às novas regras da instrução normativa 169/08. “Alguns podem dizer que basta migrar para a categoria ‘científica para conservação’, mas não é tão simples. Em primeiro lugar, essa categoria exige um plano de manejo, coisa extremamente técnica para uma pessoa que não seja especialista em conservação, mas que se dedica à reprodução. Planos de manejo deveriam ser criados pelo Estado ou pela comunidade científica. Além disso, são permitidos apenas animais da fauna brasileira nessa outra categoria, o que gerou uma situação absurda, a proibição de reproduzir animais exóticos, cujo resultado invariavelmente será a eliminação desses animais do território brasileiro”.
Em 2001 a Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas) emitiu o 1º Relatório Nacional sobre o Tráfico de Animais Silvestres. O documento demonstrou que a criação de animais silvestres no Brasil data de antes da chegada dos europeus e, por isso, está intrinsecamente ligada à cultura nacional e não dá sinais de que vá diminuir. “A política de fauna proibicionista e punitiva não está dando certo no Brasil”, acredita Ville. “Também não há e nem haverá como vencer a guerra ao tráfico se a situação for mantida como está. O Ibama tem endurecido as penas, prática sem qualquer efeito, pois enquanto houver uma demanda forte, sempre haverá mercado. O que se conseguirá é, na melhor das hipóteses, o aumento dos preços, em especial considerando que atualmente a criação ilegal tem crescido exponencialmente por causa da internet, que facilitou não apenas a troca de conhecimentos, como também o comércio ilícito”.
Sobre a Abinpet
A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) representa a indústria Pet, com associados de toda a cadeia produtiva. A entidade congrega os segmentos alimento, medicamentos veterinários, serviços e pet care (equipamentos, acessórios e produtos para higiene e beleza).
A Abinpet promove e fortalece o setor Pet, por meio de ações que contribuam para o desenvolvimento dos associados. Além disso, a entidade busca ser referência internacional ao incentivar a conscientização do consumidor e o fortalecimento do setor por meio da sustentabilidade do mercado Pet no Brasil.

Tags: , , ,

Dr. Vet: Complicações em um Poodle

Publicado em 03/12/2012 - 9:18 por | Comentar

Confiram resposta da Dra. Ticiana Franco para dúvidas da criadora Maria José. A pergunta dela é bem longa, mas vale a pena ler até o final! Os esclarecimentos da veterinária pode servir para o seu cão.

“Lendo alguns comentários no e-mail, muito me chamou a atenção a compreensão e as boas obras que estão praticando.
Fiquei muito emocionada com tudo que li.Como estou passando por momentos difíceis com a doença do meu cachorro POODLE,
e procurando me inteirar com o que realmente está acontecendo com o mesmo, descobrir o seu e-mail que muito vai me ajudar.
Meu cachorrinho vai completar 17 anos e apresentou um problema na perna quando tomou a vacina isso tem muito tempo e quando percebi voltei ao veterinário o mesmo analisou e disse que foi devido ficar dolorido mais logo ficaria bom, realmente passado alguns dias melhorou. Só que, vez por outra, ele mancava e depois fica bom. Há dois anos ele levou um grande chute sem querer que foi ficar longe voou alto e caiu, mais não apresentou  nenhum problema. Verifiquei com cuidado para ver se tinha quebrado alguma coisa nele, mas não tinha nada, só que ele ficou nervoso e desconfiando,deitado sem querer levantar, após muito tempo voltou ao normal,mais sempre desconfiado.
Também foi a um banho quando chegou já foi se coçando,no outro dia estava completamente cheio de carrapatos e dos enormes, mas tomou uma injeção, só que, de vez em quando, aparece carrapatos, só que uso remédios e também a coleira para evitar o bicho feroz. Tomou todas as vacinas e sempre indo ao veterinário. Quando agora no mês de setembro começou a ficar triste, só querendo dormir e com muito medo de fogos. Levei ao veterinário e o mesmo falou que ele está com pressão alta. Dei todo o medicamento. Infelizmente, em
minha cidade, tudo é motivo de comemorar tudo com fogos ou foguete e foi grande os momentos de festejos, demorando muitos minutos, ou seja, quase horas, ele não sabia para onde se esconder. Colocava nos braços ele não queria me trancava no quarto ele ficava sem parar até que se conformava, mas ficava tremendo que parecia que ia morrer e demorava passar,eu fazia carinho até que ele se conformasse. Fica desconfiado por muito tempo. Então, com tudo isso foi agravando e hoje está sem comer nada e nem anda. As pernas traseira não fica muito tempo em  pé, cai  com facilidade e não quer andar é preciso chamar muito sempre brincando com ele mais não é 10 minutos deita. Levei ao veterinário, foi feito exame de sangue ele apresentou o fígado bem pequeno e muita anemia. O resto está ótimo. No bom sentido, porque não anda com frequência só 5 minutos e cansa. Está tomando sulfato ferroso, vitamina e antibiótico e ômega 3. Comer que é bom, nada. Às vezes vomita o remédio e até o soro. Ele quer comer mas não consegue, abre a boca mais não sustenta o alimento e nem consegue mastigar. Adorava fígado e comia bem, mas se comer vomita. Estou dando remédio para vômito, melhorou. O que faço?”, Maria José.

 

Veterinária Ticiana Franco, da Favet-Uece

Médica Veterinária Ticiana Franco*: “Sra. Maria José, antes de tudo, é necessário salientar que mesmo para um cãozinho da raça Poodle, 17 anos já constitui uma idade bastante avançada e várias doenças degenerativas fragilizam sua saúde, assim como em um homem de 70, 80 anos de idade. O fato dele ter medo de fogos é considerado comum. O que agrava o quadro é a idade de seu animal e o fato deste tipo de barulho ser frequente em sua cidade. O coração de cães nestas condições pode não suportar.
O uso de anestésicos ou calmantes, em geral ansiolíticos de fácil venda em pets shops e lojas agropecuárias, pode ser extremamente perigoso sem avaliações cardíacas completas prévias de um veterinário, e pode por a vida de qualquer cão ou gato em risco. Se necessário, além da auscultação cardíaca e Raio X de tórax, um eletrocardiograma, ecodopplercardiografia e aferição de pressão arterial podem ser pedidos.
Assim, recomendo na eventualidade de fogos, fique com ele, transmitindo-o segurança em um local mais escondido da casa, no qual ele ouça menos possível o barulho externo, e ligue o som em música tranquila, agradável a ele, e fale com ele acalmando-o.
Ou converse com o veterinário de sua confiança  sobre substâncias calmantes naturais (florais de Bach, por exemplo) que sejam alternativas para seu animal, pois mesmo sem realizar os exames cardíacos, na idade dele, acredito que um comprometimento cardíaco deve estar presente. Quanto a ele estar com forte anemia, vômito, apatia, possível dor articular, pois resiste em levantar-se, fraqueza muscular das patas, inapetência (não quer comer), condiz com sinais clínicos de duas doenças que podem estar presentes em conjunto ou isoladas (erlichiose e babesiose, ou “doenças do carrapato”) transmitidas por carrapatos contaminados que o parasitaram há pouco tempo atrás.
Converse com o veterinário que o está acompanhando. Pergunte qual a sua suspeita clínica e qual princípio ativo (tipo) de antibiótico ele está tomando. Há terapias específicas para estas doenças, mas lembre-se que o sucesso do tratamento não depende só da prescrição correta, ou da sua força de vontade de dar os remédios da forma recomendada, mas da capacidade do organismo dele de reagir à doença e às medicações.
* Médica Veterinária, com Pós-Doutorado em Reprodução Animal, professora de Clínica Médica de Cães e Gatos na Favet-Uece. Esta coluna é uma parceria com a Favet-Uece. Dúvidas sobre animais devem ser enviadas para o anavaleria@diariodonordeste.com.br ou (85) 3266.9790, ou ainda para o blog Bem-Estar Pet

Tags: , ,

Criadores do Cariri também são apaixonados por cães

Publicado em 27/11/2012 - 15:04 por | Comentar

A Aula-show de adestramento de cães realizada nos Mercadinhos São Luiz do Crato foi um sucesso. A Guabi me envia mais fotos do evento, uma parceria entre Diário do Nordeste (Página de Bem-Estar Animal/Blog Bem-Estar Pet), Guabi, J.A. Comercial, Mercadinhos São Luiz, Grande Cariri Kennel Clube e Associação de Proteção à Vida (Aprov). Confiram:

A veterinária da Guabi, Renata Meneses, falou sobre os cuidados básicos com cães e gatos.

O gerente de Marketing da J.A. Comercial, distribuidor exclusivo da Guabi no Ceará, Mardes Saraiva, entrega prêmio à criadora Andrea.

Aqui estou eu durante a palestra sobre Bem-Estar Animal.

O vendedor da Guabi, Diego Pereira entrega prêmio a uma das criadoras presentes.

A plateia fez muitas perguntas sobre “Como ser líder do cão”, para o criador André Saretta. Ele fez demonstrações com seu Rott, “Kiron”.

Eu, novamente, entregando brinde da Guabi para uma das criadoras presentes à Aula-show.

O gerente regional dos Mercadinhos São Luiz no Crato, João Alberto, deu as boas-vindas aos presentes.

A promoção gratuita reuniu cerca de 80 participantes. Aqui está o Emanuel e o seu Tchutchucão

Os caririenses provaram que são apaixonados por cães

Aqui a turma de parceiros ao final do evento.

A Aula-show agradou a todos. Parabéns aos organizadores!

 

Tags: , , ,

Movimento SOS Gatos de Fortaleza realiza evento de adoção de animais

Publicado em 26/11/2012 - 14:51 por | 2 Comentários

A jornalista Marília Rabelo, voluntária no Movimento SOS Gatos de Fortaleza, nos envia esta informação. Confiram:
Fortaleza (CE).  A segunda feira de adoção do Movimento SOS Gatos de Fortaleza acontece no próximo dia 1° de dezembro (sábado), na Praça da Igreja de Fátima (13 de Maio), de 10 ás 14 horas.
A iniciativa é uma parceria entre a Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Controle Urbano (Semam), Universidade Estadual do  Ceará (UECE), Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), e organizações não governamentais, que compõem o grupo de trabalho empenhado em conseguir a implementação de políticas públicas para o bem-estar animal em Fortaleza.
Cerca de 30 gatos já castrados no Hospital Veterinário da UECE, e vacinados contra a raiva, serão disponibilizados para adoção. No local do evento, haverá voluntários para orientar sobre os cuidados com os animais, e veterinários para tirar dúvidas sobre saúde.
Os mutirões de castrações devem se repetir – o primeiro foi realizado no dia 16 de setembro último – assim como as feiras de adoções, acompanhadas de ações educativas, nas praças e parques da cidade, inspiradas no tripé castração, adoção e fiscalização.
Recentemente, o Movimento concluiu um projeto, a ser encaminhado ao poder público, com sugestões para introdução, em Fortaleza, de uma política pública para os animais.
  O Movimento SOS Gatos de Fortaleza foi criado após audiência pública na Assembléia Legislativa, convocada para tratar da situação dos gatos do Parque Ecológico do Cocó. A partir da discussão ali realizada, surgiu um grupo de pessoas ligadas ao poder público, ongs e protetores independentes,  interessado em colaborar para atuar não só em relação aos animais do Parque, mas de toda a Fortaleza. Esse embrião resultou no Movimento SOS Gatos de Fortaleza, que já realizou dois mutirões de castrações envolvendo cerca de 150 gatos de rua, e promove no dia 1º de dezembro a sua segunda feira de adoção.
 O projeto SOS Gatos de Fortaleza visa encontrar soluções viáveis que possam propiciar o bem estar animal, com foco nos gatos abandonados em locais públicos, na cidade de Fortaleza. Apoiados nesse princípio, o grupo desenvolve seus trabalhos focando três eixos: castração, educação e fiscalização.
O Movimento dispõe de um blog de caráter educativo e informativo (http://www.sosgatosdefortaleza.blogspot.com/). Nele podem ser encontradas  fotos de gatos para adoção, acompanhadas de orientações para os interessados em adotar.
Contatos:  Coordenadora do Movimento – Renata Costa. Fone: (85) 8742.8062
                  Dyego Terceiro – (85) 8647.9781
                  Marília Rabelo – (85) 9628.0463

Tags: , , ,

Aula-show reúne criadores do Crato

Publicado em 26/11/2012 - 7:05 por | Comentar

A Aula-show sobre adestramento de cães no Crato foi um sucesso! A correspondente do Diário do Nordeste na cidade, Yaçanã Neponucena, cobriu o evento. Confiram:

Presidente da Aprov, Antônia Ferreira Lima, divulgou as ações da entidade para a guarda responsável de animais

Crato. Cerca de 80 criadores participaram da aula-show sobre adestramento de cães, realizada no último sábado, no estacionamento dos Mercadinhos São Luiz, deste município. Na ocasião, eles puderam tirar dúvidas relacionadas às leis de proteção animal, aos cuidados com os cães e gatos, alimentação, higienização, liderança e até o controle de natalidade. O evento foi uma realização do Diário do Nordeste (Página de Bem-estar Animal/Blog Bem-Estar Pet), em parceria com a Guabi, Mercadinhos São Luiz, J.A. Comercial Ltda, Grande Cariri Kennel Clube (GCKC) e Associação de Proteção à Vida (Aprov). No local, João Alberto, gerente regional dos Mercadinhos São Luiz e Márcio Machado, supervisor de vendas da J.A Comercial na região Sul do Ceará, deram as boas vindas aos participantes. A finalidade do evento foi conscientizar os donos dos animais para a guarda responsável e o bem-estar dos pets.

Jornalista do Diário do Nordeste, Valéria Feitosa, Editora de Regional, Bem-Estar Animal e deste Blog Bem-Estar Pet, falou sobre este tema para os criadores

Para divulgar suas ações e promover a proteção à vida dos animais, a Associação de Proteção à Vida (Aprov) fez uma explanação a respeito da posse responsável e o controle de natalidade da população de cães e gatos, além de um alerta sobre os constantes casos de envenenamento de gatos e maus-tratos, inclusive dos animais de tração, que na região é muito frequente. Segundo a presidente da Associação, Antonia Ferreira Lima, diariamente, a instituição, que não tem fins lucrativos, recebe diversas ligações de denúncias e orienta para que as queixas sejam encaminhadas às Delegacias de Polícia Civil, onde deve ser registrado Boletim de Ocorrência. Ela disse que é necessário haver uma legislação mais rigorosa para que as pessoas que cometem crimes nesta categoria sejam efetivamente punidas. “A partir do momento em que estamos participando de um evento como este, a gente busca novos parceiros e ajuda a proteger os animais, através da conscientização da população”, revela.

Gerente dos Mercadinhos São Luiz, no Crato, João Alberto de Oliveira, deu as boas-vindas ao público

Como parte da campanha de arrecadação de fundos para a construção da sede da instituição, a Aprov montou um stand, onde os visitantes puderam adquirir bótons, camisetas e quadros. A Organização Não Governamental promove projetos e ações que visam à preservação, recuperação e proteção física e psicológica dos animais.

Criadores levaram seus cães para a Aula-show

Na aula-show, a veterinária da Guabi, Renata Meneses deu algumas dicas para que os criadores proporcionem maior qualidade de vida aos seus animais de estimação. De acordo com ela, cuidados básicos como a vacinação, alimentação adequada e higienização proporcionam longevidade e bem-estar, controlar endoparasitas e ectoparasitas. “Cada fase da vida animal tem uma necessidade específica. As aulas shows como essas são importantes porque os proprietários passam a conhecer um pouco mais sobre o bem-estar de seus animais”, revela.

André Saretta e Kiron deram um show em obediência canina

Para dar orientações sobre adestramento animal, o criador de diversas raças e membro do Cariri Grande Kennel Clube (CGKC), André Saretta, ministrou uma palestra sobre “Como ser líder do cão”. Para demonstrar as técnicas de obediência, ele levou seu rottweiler Kiron. O momento foi marcado por perguntas dos criadores. Já a jornalista e editora de Regional e Bem-Estar Animal do Diário do Nordeste, Valéria Feitosa, mostrou como é possível diagnosticar se os cães e gatos estão em condições de bem-estar estar.

Logo após houve distribuição de brindes da Guabi. Este ano, a aula-show já aconteceu também em Fortaleza, no primeiro semestre, quando foram promovido oito encontros, com a participação de mais de 200 criadores. De acordo com Valéria Feitosa, é importante divulgar o que é o bem-estar animal, para as pessoas ficarem mais comprometidas com o respeito aos direitos de todas as espécies, especialmente cães e gatos.

Cerca de 80 criadores participaram do evento. Vejam mais flashes!

Todos eles foram bem participativos. Fizeram perguntas e tiraram suas dúvidas

Os caririentes também são apaixonados por bichos, como nós!

 

Tags: , ,

Dr. Vet: cão com respiração ofegante

Publicado em 22/11/2012 - 7:49 por | 2 Comentários

Na Coluna Dr. Vet desta semana, o médico veterinário Paulo Sérgio Ferreira Barbosa, da Favet-Uece, tira dúvidas do criador Humberto Vidal. Confira:

Dr. Paulo Sérgio Barbosa, da Favet-Uece

“Gostaria de saber por que meu cachorro, de uns dois meses pra cá, esta com a respiração muito ofegante. Estava querendo fazer um exame do coração nele. Também os olhos dele estão remelando muito. Pode ser verme?”, pergunta o criador Humberto Vidal.
Dr. Paulo Sérgio Ferreira Barbosa: “Dispneia é a respiração difícil ou forçada, ofegante. Isto pode ser fisiológica, devido ao exercício, calor, ansiedade, ou patológica. A respiração ofegante pode ser causada por necessidade adicional de oxigênio, compensação de uma acidose metabólica causada, por exemplo, por uma doença renal crônica, anormalidade cardíaca, dentre outra situações como o calor ambiental excessivo que pode ocasionar quadro de dispneia, já que cães dissipam calor através do sistema respiratório.
Vivemos em Estado quente e se ele vive em canil fechado, como os cães de guarda costumam ficar, estes canis geralmente são, nesta época de clima quente e abafado, responsáveis por casos de dispneias.
Outra causa menos provável de dispneia é que seu animal tenha alguma lesão no centro respiratório no sistema nervoso central, mas acho que pelo que o senhor escreveu não é ocaso. Debilidades dos músculos respiratórios ou disfunção dos nervos motores da respiração. Dor nas estruturas envolvidas na respiração e em outro órgãos ( traumatismo, inflamação  ou tumores). Como se vê, o que foi mencionado até agora foram de situações em que o animal que pode apresentar quadro dispneicos.
No entanto, vamos falar de causas mais prováveis que podem estar afetando o seu animal: infecção do trato respiratório superior como renite e sinusite, no caso do animal de pequeno porte; e braquicefálico colapso de traquéia, massa e corpo estranhos, quando falamos de vias aéreas inferiores; podemos falar de pneumonias bacterianas, verminóticas, fúngica, edema pulmonar causado por insuficiência cardíaca ou hipoproteinemia, embolismos pulmonar com pouco comprometimento do tecido pulmonar; e finalmente podemos falar da deficiência de oxigênio causado por anemias verminótica (ancytostomas spp), deficiência de vitamina B12 ou ácido fólico, ou doenças crônicas como a doença renal crônica.
A anemia verminótica geralmente causa remela nos olhos, como o senhor se refere na carta, mas, no entanto, outras patologias como a ceratoconjuntivite seca devem ser descartadas. Sugiro que o senhor leve o seu animal a um médico veterinário para uma consulta, para que seja feito um exame clínico mais detalhado, além de solicitação de exames complementares como Raio X, hemograma e bioquímicos, podendo chegar a um diagnóstico definitivo e instituir a terapêutica adequada para uma melhor qualidade de vida do seu animal. Quanto ao exame do coração do seu cão, provavelmente poderá ser solicitados por ocasião da consulta”.
* Professor doutor da Favet-Uece. Dúvidas sobre animais podem ser enviaadas para o anavaleria@diariodonordeste.com.br (85) 3266.9790/ blog Bem-Estar Pet

Nova aula-show gratuita sobre adestramento de cães será nos Mercadinhos São Luiz do Crato

Publicado em 20/11/2012 - 6:44 por | 2 Comentários

Para participar do evento, o criador de cão deve ligar para a redação do jornal e garantir a inscrição

André Saretta vai falar sobre "Como ser líder do cão"

Fortaleza. Sucesso de público no primeiro semestre do ano na Capital, a Aula-show gratuita sobre adestramento de cães será realizada no próximo sábado, dia 24, a partir das 9h30, no estacionamento dos Mercadinhos São Luiz do Crato. Trata-se de uma promoção aberta ao público, preferencialmente criadores de cães, promovida pelo Diário do Nordeste (Página de Bem-estar Animal/Blog Bem-Estar Pet). As inscrições podem ser feitas por telefone. Os 50 primeiros participantes vão ganhar amostras de brindes da Guabi. 15 criadores vão poder levar seus cães para participar da aula.
A promoção é resultado de parceria entre o Diário do Nordeste, Guabi, Mercadinhos São Luiz, J.A. Comercial Ltda, Grande Cariri Kennel Clube (GCKC) e Associação de Proteção à Vida (Aprov). A aula-show contará com palestra do criador de cães e integrante do GCKC, André Saretta, que falará sobre “Como ser líder do cão”. Ele estará com seu rottweiler Kiron, para demonstrações de obediência canina.
Para participar da aula-show, os cães serão selecionados conforme os seguintes critérios: devem ser dóceis, socializados e com a saúde em dia, no que se refere à vacinação, vermifuga-ção e controle de pulgas e carrapatos. Após a palestra de Saretta, o microfone será aberto ao público para perguntas sobre comportamento canino.
A programação começa com palestra da Editora do Caderno Regional e de Bem-Estar Animal deste jornal, Valéria Feitosa. Ela falará sobre o que é bem-estar animal e as cinco liberdades que norteiam este conceito. Em seguida, a veterinária da Guabi, Renata Meneses, abordará o tema “Nutrição Animal”, apresentando as linhas da ração da indústria. “Sempre na busca de qualidade de vida e bem-estar animal, a Guabi incentiva estes eventos e apoia o trabalho das ONGs na retirada de animais de rua e adoção com responsabilidade”, afirma ela.

Jornalista Valéria Feitosa, Editora de Regional/Bem-Estar Animal do Diário do Nordeste, e Gil Ponte, da Guabi, durante aula-show já realizada em Fortaleza

Também estará no evento a presidente da Aprov, Antônia Ferreira Lima. Ela vai apresentar o trabalho de proteção animal feito pela entidade no Cariri, com destaque para a guarda responsável de cães e gatos.
Para o gerente dos Mercadinhos São Luiz no Crato, João Alberto de Oliveira, a aula-show é um evento destinado não só para criadores de cães mas para todas as famílias, uma vez que o crescimento do setor pet é uma realidade. “Estamos promovendo um evento interessante não só para nossos clientes e seus animais domésticos, mas para toda a família”, afirma, comprovando que, cada vez mais, verifica nas lojas da rede o número crescente de opções para os animais domésticos, tanto em alimentos como rações, biscoitos e patês, como em brinquedos, coleiras e acessórios.
O diretor comercial da J. A., Jocélio Parente, destaca que a empresa é distribuidora exclusiva da Guabi para todo o Ceará. Dos 7 mil pontos de vendas/mês mantidos no Estado, cerca de 30% vendem a marca de rações. “Isto com potencial de crescimento. Sem dúvida, o setor pet está em plena expansão, especialmente com ao aumento do poder aquisitivo das classes C e D, que antes davam alimentação humana para seus animais e hoje passaram a dar ração. E a Guabi tem uma linha de excelente qualidade, variada e com preços acessíveis aos diferentes perfis de criadores”, diz ele.
Em 2011, a J.A. Comercial vendeu 96 toneladas de rações e a previsão é fechar este ano com 230 toneladas comercializadas, um crescimento de 140%. A distribuidora está no mercado há 19 anos, com atuação voltada para os pequenos atacados e varejos de pequeno, médio e grande portes, hotéis, restaurantes, hospitais, indústrias e outros, com produtos de higiene e limpeza, bebidas, alimentos e rações.
Por meio da página de Bem-Estar Animal, o Diário do Nordeste, em parceria com a Guabi, já vem promovendo eventos gratuitos destinados a criadores de cães. Em 2011, realizou no Parque Adahil Barreto aulas para obediência canina com o adestrador Jackson Maciel, o Dr. Disciplina do Blog Bem-Estar Pet. No primeiro semestre deste ano, realizou oito aulas-shows em diferentes locais de Fortaleza, ministradas pelo adestrador e especialista em comportamento canino, Olivier Soulier, para um público de mais de 200 criadores.
MAIS INFORMAÇÕES: Aula-show gratuita, sábado, dia 24, às 9h30, nos Mercadinhos São Luiz do Crato. Isncrições com Valéria Feitosa (85) 3266.9790 e com André Saretta, (88) 9928.4100

Tags: , , , ,

Página 10 de 34« First...89101112...2030...Last »

Editora Verdes Mares Ltda.

Praça da Imprensa, S/N. Bairro: Dionísio Torres

Fone: (85) 3266.9999