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Dr. Vet: Doença do carrapato em cão

Publicado em 09/01/2013 - 8:56 por | Comentar

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Na Coluna Dr. Vet desta semana, o médico veterinário, Dr. Paulo Sérgio Barbosa, responde dúvida sobre doenças causadas pelo carrapato. Confiram:

“Meu cachorro foi diagnosticado com Babesia e Erlíquia. Ele é muito ativo e, de um dia para outro, ficou mais quieto e sem querer se alimentar, aparecendo manchas arroxeadas por todo o corpo, inclusive na língua. O exame de sangue constatou uma enorme baixa nas plaquetas, e logo foram tomadas as devidas providências. Ele não chegou a ficar muito abalado, logo voltou a comer e mantém um comportamento relativamente ativo. Porém ele ainda está bastante pálido, e, ultimamente, chora quando eu o pego no braço, ou quando ele vai subir no sofá por exemplo, como se estivesse machucado, embora aparentemente não tenha notado nada. Isso é normal? Essa dor vai com o tempo passar? E qual a melhor alimentação para fornecê-lo neste momento?”, pergunta o criador Renato.

Médico veterinário Paulo Sérgio Barbosa também é professor da Favet-Uece

Dr. Paulo Sérgio Barbosa*: “Pelo visto seu animal foi contaminado por uma Rickettsia no caso a Ehrlichia e por protozoário no caso Babesia, ambos são transmitidos pelo carrapato. Na nossa região, o mais comum é Rhipicephalus sanguineus, aquele carrapatinho vermelho que geralmente nós encontramos em nossos animais em inspeção diária. Pelo que o senhor descreve o seu animal apresenta a fase crônica da Erliquiose. Nesta fase, o animal pode apresentar os seguintes achados clínicos: depressão, perda de peso, palidez das mucosas, dor abdominal, evidência de hemorragia (sangramento nasal, cegueira com olhos vermelhos e manchas arroxeada na pele, como descrito na sua carta), linfoadenopatia (aumentos dos linfonodos), hepatomegalia, esplenomegalia (aumento do Baço) e rigidez com ou sem inchaço com ou sem dor articular. Nesta fase o animal apresenta o quadro de pancitopenia que é a diminuição de todas as células sanguíneas ou, raramente, a diminuição de uma delas.A mais comum e observada pelos clínicos é a diminuição de plaqueta chamada de trombocitopenia que, em conjunto com a anemia que eu estou pressupondo devido a palidez do seu animal, vem a confirmar o quadro da doença.

Quanto à Babesia a segunda infecção no quadro clínico apresenta o seguinte quadro: anemia com mucosas pálidas, febre, icterícia, petéquias, hepatomegalia e esplenomegalia. No hemograma pode apresentar um quadro de trombocitopenia associado a uma anemia. Com se vê, as duas doenças apresentam muitos achados clínicos semelhantes ao descrito na sua carta. Associação de Babesia com Ehrlichia é muito comum em cães e que esse tipo de caso não é raro e aparece com frequência em nossa casuística. Infelizmente aconteceu com o seu cachorro.

Quanto ao tratamento que foi escolhido pelo seu médico veterinário, não posso falar muita coisa, pois não sei qual a injeção que foi aplicada, mas pela prescrição feita pelo colega, o tratamento parece estar correto. A medida que os valores sanguíneos forem aumentando e o baço e fígado voltarem ao seu tamanho normal, as dores abdominais irão desaparecer e o senhor poderá pegá-lo naturalmente. Quanto á vontade dele em se alimentar, normalmente isso leva algum tempo, com certeza mais de 30 dias. Por isso aconselho paciência e acompanhamento do mesmo com o seu veterinário.

* Paulo Sérgio Barbosa: Professor da Faculdade de Veterinária da Universidade Estadual do Ceará (Favet-Uece). Esta coluna é uma parceria com a Favet-Uece. Dúvidas sobre animais devem ser enviadas para o anavaleria@diariodonordeste.com.br ou (85) 3266.9790, ou ainda para o blog Bem-Estar Pet Fale

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Estudante produz sabonete de nim contra pulgas e carrapatos em cães

Publicado em 08/01/2013 - 7:13 por | 1 Comentário

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Esta é da Página de Bem-Estar Animal, publicada toda terça-feira no Caderno Regional do Diário do Nordeste. A correspondente do jornal no Vale do Jaguaribe, Ellen Freitas, é autora da reportagem. Confiram:

Testes realizados em 50 cães comprovam a eficácia do sabonete de nim, em 100% dos casos, como carrapaticida natural

Jéssica Martins fez a pesquisa no laboratório do IFCE de Limoeiro do Norte - Fotos: ELLEN FREITAS

Limoeiro do Norte. Aluna do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Ceará (Ifce), neste município, produziu um sabonete carrapaticida com extrato de nim (Azadirachta indica). As pesquisas realizadas pela estudante Jéssica Martins obtiveram resultados positivos com 100% de eficiência. A estudante pesquisa as propriedades da árvore desde o Ensino Médio, e possui uma invenção patenteada pelo Núcleo de Inovação Tecnológica do Instituto Federal (NIT Ifce).

Aluna do curso de Saneamento Ambiental, Jessica é natural de Itaiçaba. Desde que trabalhava como auxiliar administrativa na Prefeitura de Limoeiro em 2008, na época cursando o Ensino Médio, ela observou em viagens ao campo que agricultores utilizavam o nim para eliminar algumas pragas da cultura do milho e do feijão.

O conhecimento popular dava conta de que o chá das folhas também eliminava pulgas e carrapatos de cães. Partiu daí o interesse pela pesquisa, buscando descobrir outras formas de utilizar no dia a dia a árvore, que é bem comum na região.

“Quando eu entrei no Instituto, fiz um estudo bibliográfico para aprofundar o que eu conhecia, como o nim é popularmente conhecido como inseticida. Tentei criar um sabonete para cães a partir do extrato da folha, que fosse mais eficiente no combate a pulgas e carrapatos”, explica. Segundo ela, a substância azadiractina é responsável pela repelência de vários insetos.

Durante seis meses, a estudante desenvolveu o produto e realizou testes em 50 cães. Os resultados foram surpreendentes, indicando eficiência de 100% como carrapaticida natural. Foi observado que o sabonete também auxilia no processo de cicatrização de ferimentos nos cachorros. Nenhum dos cães que utilizaram a amostra apresentou reações alérgicas ao produto. O sabonete é feito de forma simples, qualquer pessoa pode produzi-lo em casa.

“Nós utilizamos a metodologia mais simples. Ao invés de ser colocada a fragrância e o princípio ativo do sabonete convencional, a gente substituiu pelo extrato de nim, que é misturado à glicerina derretida e ao sabão de coco. A gente visou a utilização desse produto por pessoas que não tem tanta condição financeira e pudessem produzir em casa”, explica.

No período da pesquisa e criação do sabonete, ela trabalhou como voluntária no laboratório de Química do Ifce, sob a orientação da doutora em Bioquímica, Renata Chastinet, que incentivou as pesquisas da aluna. Ela também é autora do projeto que utiliza a cinza da folha do nim como agente de absorção de metais pesados em amostras sintéticas. Ela escreveu o projeto a partir de seus estudos.

Explica que o lançamento indevido de metais no ambiente causa contaminação no corpo hídrico, atingindo plantas e peixes, podendo também contaminar seres humanos através da ingestão de alguns alimentos. “Quando o peixe se alimenta naquele meio em que a quantidade de metais foi aumentada, ele fica contaminado. Quando nós consumimos esse peixe, a taxa de metais em nosso organismo também aumenta, podendo causar sérios danos à saúde como problemas no fígado, rins, doenças degenerativas como Alzheimer e a destruição de algumas funções enzimáticas no organismo”, explica.

Os metais são lançados no ambiente principalmente através de algumas indústrias metalúrgicas, que despejam a água utilizada para resfriar os metais sem nenhum tratamento. A estudante criou um pó que possui um alto poder de absorção destes metais para combater essa problemática. A invenção foi patenteada em outubro do ano passado e foi licenciada pelo Núcleo de Inovação Tecnológica do Instituto Federal.

O nim é uma árvore originária da Índia e é utilizada há séculos na medicina humana e animal. Na agricultura, é utilizada no controle de pragas (insetos), devido ao seu poder repelente, atuando também sobre alguns fungos e bactérias.

É utilizada na fabricação de cosméticos, fertilizantes e no reflorestamento. Muito popular na Região do Baixo Jaguaribe, a árvore é utilizada principalmente na arborização urbana.

Algumas pesquisas recentes dão conta de que uma mistura de extrato de nim com uma determinada quantidade de detergente pode ocasionar o mesmo efeito dos pós químicos utilizados para combater a larva do Aedes aegypti, popularmente conhecido como mosquito da Dengue. Outra pesquisa mostra que a azadiractina impede que as larvas do mosquito-palha, principal vetor da leishmaniose visceral no Brasil, complete seu ciclo de desenvolvimento, atingindo a fase adulta.

Mais informações:

Laboratório de Química do IFCE
Campus Limoeiro do Norte
Rua Estevam Remígio, 1.145
Centro
Telefone: (88) 3447.6400 (Ramal da Coordenação de Cursos)

Haras Weisheimer procura éguas furtadas

Publicado em 04/01/2013 - 10:04 por | Comentar

Categorias: Eu e meu pet, Geral
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O presidente da Associação do Criadores de Cavalo Quarto de Milha do Ceará (ACEQM), Renan Monteiro Bonfim, está pedindo apoio para localização de éguas furtadas do  Haras Weisheimer (pronuncia-se “vuaissaimer”). Vamos lá, minha gente, quem souber o paradeiro dos animais, entrem em contato urgente com ele! A recompensa é de R$ 2.000,00!

Renan Monteiro Bonfim
presidente@aceqm.com.br
(85) 8539-7726/9600-2645
Associação do Criadores de Cavalo Quarto de Milha do Ceará – ACEQM
Av. Sargento Hermínio Sampaio, 2677 – São Gerardo
CEP: 60.320-105 – Fortaleza – CE (Parque de Exposição Agropecuária do Ceará)

UPAC dá notícias da Duquesa

Publicado em 04/01/2013 - 9:43 por | 1 Comentário

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Começando 2013 com ótimas notícias. O amigo Bruno Alves, da União Protetora dos Animais Carentes (Upac), nos envia notícias de como está a Duquesa, uma cadelinha que foi socorrida pela entidade e agora está precisando de voluntários para auxiliar na recuperação. Vamos lá, gente! Quem puder e quiser, é só entrar em contato com a entidade. Confiram o que o Bruno nos relata:

Duquesa recebe tratamento na Etave

“Antes de mais nada, queremos agradecer a todos que nos ajudaram nas despesas da Duquesa ateh agora!
A Duquesa continua internada na Etave. A cirurgia não pode ser feita dia 24 porque ela estava com diarreia. Nesse período foi feito uma imobilização da pata que está fraturada, na tentativa de fazer o osso voltar ao local certo e iniciar uma cicatrização, mas não deu certo, ela terá que passar pela cirurgia mesmo. O veterinário fará a cirurgia até segunda-feira.
Agora temos um grande problema e precisamos da ajuda de vocês. Semana que vem a Duquesa vai ter alta e precisa sair da clínica. Ela precisa se movimentar, precisa fazer exercícios, precisa de alguém que possa estimular seus movimentos, para que ela possa voltar a andar. Foi indicado até natação para ela. Enquanto estiver na clinica, ela não vai recuperar os movimentos e quanto mais o tempo passa, pior para ela. Ela tem grandes chances de recuperar os movimentos, mas precisa de estímulos. De tanto ficar na mesma posição, ela criou 2 escaras que só vão conseguir cicatrizar totalmente se ela sair da clínica. Ela faz as necessidades normalmente e come bem também, e sozinha.
Precisamos da ajuda de vcs para conseguir um lar temporário para a Duquesa. Um local onde alguém possa dar atenção para ela, estimular ela a se movimentar. A Upac se responsabiliza pela fisioterapia dela, que vai ajudar bastante na sua recuperação. Nos comprometemos a receber a Duquesa no nosso abrigo quando ela estiver, pelo menos, se movimentando sozinha. Sem se movimentar ela não pode ir para o abrigo, não temos uma pessoa que possa dar atenção apenas para ela.
Nos ajude a conseguir alguém de bom coração e com disponibilidade para cuidar da Duquesa por, pelo menos, um mês. Entre em contato conosco: contato@upac.org.br A Duquesa conta com a sua ajuda!”, afirma o Bruno Alves.

UPAC
(União Protetora dos Animais Carentes)

http://www.upac.org.br

Atenção ONGs de proteção animal!

Publicado em 27/12/2012 - 6:41 por | 1 Comentário

Categorias: Eu e meu pet, Geral
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Foi lançado o Bicharia (www.bicharia.com.br), um site de financiamento coletivo (conhecido como crowdfunding) para viabilizar projetos que beneficiem os animais carentes de todo Brasil.

Henrique von Wiedebach, Marcus Sá, Flávio Steffens e Hermann Albrecht

Criado pela empresa Woompa (www.woompa.com.br), o Bicharia pretende possibilitar que entidades, associações e pessoas voluntárias possam submeter suas iniciativas e buscar apoio financeiro para por em prática suas ideias. A preferência é por projetos que tenham uma visão de longo prazo, sejam viáveis e tragam benefícios a um grupo de animais carentes e a comunidade.

Espera-se que a partir do lançamento a plataforma receba projetos de todo Brasil, com temáticas diversas, tais como:

●    Execução de iniciativas (adoção, castração, conscientização, educação, etc)
●    Criação de uma linha de produtos para uma ONG ou associação
●    Auxílio técnico (marketing, consultorias, manutenção, equipamentos, etc.)
●    Emergências veterinárias
●    Exposições, eventos e feiras
●    Documentários, curta-metragens, álbuns musicais, shows e peças de teatro
●    Criação de protótipos, produtos ou serviços especializados
●    Projetos criativos que beneficiem os animais

Se aprovados pela curadoria do site, os projetos são publicados na plataforma e seus criadores ficam responsáveis pela divulgação e busca pelo financiamento junto ao público.

Saber conquistar, mobilizar e engajar as pessoas são alguns dos principais desafios a ser enfrentados pelos idealizadores dos projetos durante os 45 dias de captação de recursos.

Projetos que atingirem 50% do valor solicitado garantem o repasse da verba. A escolha do Bicharia em não utilizar o conceito de “tudo ou nada”, comum na maioria dos sites de crowdfunding, vem da natureza dos projetos: por envolverem animais carentes, a expectativa é que com metade do valor solicitado as pessoas podem executar pelo menos parte das ações previstas para ajudar os animais.

A primeira fase do Bicharia inicia com quatro projetos. A expectativa é que este número dobre para a segunda fase, que contará com algumas novas funcionalidades disponíveis no site.

Espera-se que a plataforma de crowdfunding se torne referência no apoio aos animais carentes, beneficiando não apenas os animais, mas as entidades, empresas, comunidades e pessoas envolvidas no processo. E com isso, demonstrar que juntos fazemos a diferença!

Mais informações: www.bicharia.com.br

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Cadelinha estuprada é socorrida em Fortaleza

Publicado em 26/12/2012 - 9:27 por | 1 Comentário

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O Glautom Batista e o Reginaldo Vieira são dois protetores de animais que fazem verdadeiro milagre em Fortaleza (CE). Mesmo sem recursos financeiros eles conseguem ser os “anjos da guarda” de muitos bichinhos que sofrem nas ruas da cidade. Mais recentemente, eles socorrem duas cadelinhas. Uma delas tinha sinais de que foi estuprada. A outra estava grávida e com marcas de violência.

Esta é a "Cearazinha". Estava grávida e com marcas de violência. Após atendimento veterinário, foi levada para o Abrigo São Lázaro

Eles levaram as cadelinhas para os veterinários, Dra. Roméria, da VetClínica, e Dra. Camila, da Clínica Pet’s. Agora precisam de apoio financeiro para conclusão do tratamento das “meninas”. Vejam o que o Glautom explica no email: “Olá Valéria, meu nome é Glautom Batista, sou amigo do Reginaldo e juntos fomos fazer um resgate de uma das cadelas da foto. Essa de nome Cearazinha, estava no canteiro de obras do Metrofor. Ela estava grávida e com um grande abscesso no pescoço que, pelo levantado, alguém deu uma pancada que estourando e deixando-a bem bebilidata. Levamos ao veterinário e, na hora que a doutora foi fazer o primeiro diagnóstico, ela entrou em trabalho de parto. Foi realizado o parto, laqueadura e a limpeza e tratamento do abscesso. Ficou alguns dias e depois foi enviada ao Abrigo São Lázaro”.

Esta é a "Pretinha". Foi estuprada nas ruas do Benfica. Ainda está internada e precisa de apoio financeiro

Sobre a outra cadelinha, ele explica: “Essa outra cadelinha, com aproximadamente 4 meses, foi encontrada nos arredores do Shopping Benfica, com sangue na vagina e muito fraquinha. Foi feito o resgate e enviada ao veterinário, que logo foi detectada a suspeita de algum tipo de moléstia física e sexual. Está sendo tratada e medicada. Obrigado pela atenção. Feliz Natal. Glautom Batista”.

O Reginaldo me disse que, pela situação em que foi encontrada essa outra cadelinha, a bichinha foi estuprada. Vejam só, meus amigos, a que ponto o ser humano chegou! É triste dar uma notícia dessas em pleno período de festas de fim de ano! Mas esta é a dura realidade de muitos animais abandonados nas ruas da cidade.

Vale destacar os veterinários que fizeram as consultas. Para a cadelinha branca com preta, a “Cearazinha”, o atendimento foi feito pela Dra. Roméria, da VetClínica, da Av. José Bastos, 6360, 3232.5108, Parangaba. Já a cadelinha “Pretinha” ainda está em observação na Clínica Pet’s, Av. Imperador, 1615, Benfica. Quem quiser ser solidário às cadelinhas, podem entrar em contato com o Reginaldo, (85) 9964.9786 ou pelo email do Tom, glautom@hotmail.com.br

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Dr. Vet: Como identificar o sexo dos gansos

Publicado em 19/12/2012 - 7:11 por | 4 Comentários

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Criadores de gansos também são leitores deste blog. Confira abaixo o que o veterinário William Maciel, da Favet-Uece, diz sobre dúvida da criadora Joana Darc.

“Queria saber como posso descobrir qual é o macho e a fêmea do meu casal de ganso”, pergunta a criadora Joana Darc .

Dr. William Maciel é veterinário da Uece

Dr. William Maciel*: “Senhora Joana, a identificação dos gansos machos e fêmeas pode ser uma tarefa muito fácil quando se trata das raças com dimorfismo sexual, ou seja, aqueles em que ambos apresentam colorações diferentes. Geralmente o macho apresenta uma coloração mais brilhante e a fêmea uma coloração parda, sendo o macho maior, com a cabeça e bicos maiores, vocalizam mais e possuem uma protuberância na parte superior do bico.
Para isto, precisaríamos que a senhora nos informasse qual a raça que cria e, caso não conheça as raças, nos envie algumas informações como idade, cor geral das penas, peso, cor da pele, cor do bico, etc. Por exemplo: os Gansos Africanos e os Chineses podem ter a coloração das penas cinza-parda com o bico preto. Já os da raça Toulouse pode ter a coloração parda e o bico laranja. Algumas raças Canadenses podem ser totalmente brancas, sendo a distinção entre macho e fêmea feita pelo tamanho da cabeça, coloração do bico e vocalização.
Entretanto, existem muitas raças híbrida. Nestes casos, só conhecendo a procedência deles. Em recém-nascidos até a fase adulta, em torno de 12 meses, não se consegue diferenciar os gansos por meio de comportamento ou aspectos morfológicos (cor de penas, tamanho de bico ou pescoço, entre outras características externas). Para conhecer o sexo dessas aves, quando ainda são filhotes, uma maneira segura seria a técnica de DNA. De outro modo, deve-se esperar que os gansos atinjam a fase adulta. De uma maneira geral, os gansos atingem a maturidade sexual entre um a três anos de idade. Ao atingir a maturidade, pode ser realizado um procedimento para a verificação dos órgãos genitais, em que se aperta levemente a cloaca da ave e ocorrerá uma exteriorização de um pequeno falo (uma estrutura em forma de saca-rolhas ou em forma de verme), no caso da fêmea isto não ocorrerá.
Essa técnica deve ser realizada com bastante cuidado a fim de evitar danos permanentes, por isso, recomenda-se que deve ser feita por manipuladores experientes.
Como não foi mencionada a espécie de ganso que a senhora cria, iremos fazer umas colocações de maneira bem generalizadas. Na fase adulta, o sexo dos gansos pode ser diferenciado a partir das seguintes características:
1. Uma das dicas mais básicas, porém totalmente confiável, é a posição de acasalamento, onde macho sempre monta a fêmea e manifesta maior domínio territorial.
2. O ganso macho Chinês Branco ou Pardo e o Africano possuem uma espécie de protuberância (caroço) mais volumosa na base superior do bico do que as fêmeas. Outras espécies não possuem a estrutura.
3. Os machos tendem a ser mais alto e mais pesado que as fêmeas. Contudo, em algumas raças tais diferenças são mais visíveis. Na raça Toulouse, os machos chegam a pesar entre 12 e 14kg e as fêmeas 9 a 10kg, sendo, portanto, fácil a distinção na maioria dos casos. Em outras raças de gansos de menores pesos, como a africana e chinesa, a diferença entre os machos e fêmeas pode ser inferior a 1kg, podendo ocorrer situações em que a fêmea seja mais pesada que o macho.
4. Os bicos dos machos também tendem a ser maiores, mais largos e mais robustos que os das fêmeas.
5. Normalmente os machos possuem asas e pescoço maiores.
6. Os gansos machos que atingiram a maturidade apresentam comportamentos mais agressivos de proteção do que as fêmeas. Os machos alargam o pescoço entre o intruso e a fêmea, principalmente durante o período reprodutivo.
7. A vocalização dos machos são mais duradouras e os fazem com maior freqüência.
8. Incubação dos ovos: os machos apesar de colaborarem com o crescimento dos filhotes não participam no processo do choco, papel exclusivo das fêmeas.
Para a realização da sexagem através da Técnica de DNA, a senhora pode procurar o Laboratório de Estudos Ornitológicos (LABEO) da Faculdade de Veterinária da UECE para maiores esclarecimentos.
* Professor de Ornitopatologia da Favet-Uece. Esta coluna é uma parceria com a Favet-Uece. Dúvidas sobre animais, enviar para anavaleria@diariodonordeste.com.br ou (85) 3266.9790

Premier Pet alerta que animais de estimação precisam de cuidados especiais no verão

Publicado em 18/12/2012 - 6:49 por | Comentar

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Vejam o que a Premier Pet orienta sobre como cuidar dos cães e gatos durante o calor do verão. A reportagem também está na Página de Bem-Estar Animal, publicada toda terça-feira no Caderno Regional do Diário do Nordeste.

São Paulo. O verão está aí, com o gostinho de férias, viagens, passeios ao ar livre e tudo que a estação mais esperada por muitos pode proporcionar. Entretanto, nessa época do ano é necessário ter cuidados extras com a saúde de cães e gatos. A veterinária da Premier Pet, Keila Regina de Godoy, destaca algumas atitudes simples que podem deixar os dias quentes mais agradáveis para seu animal de estimação e evitar problemas.

As altas temperaturas, umidade elevada e mudanças na rotina favorecem a proliferação de pragas e parasitas. Estes são apenas alguns exemplos de fatores climáticos que podem contribuir negativamente para a saúde e bem estar dos pets.

A água tem um papel fundamental. “Por ser vital para a regulação da temperatura corporal, no verão ocorre um aumento espontâneo do volume consumido e uma atenção especial deve ser dada à quantidade disponível para cães e gatos”, explica Keila.

Como referência prática, os animais de estimação precisam receber, no mínimo, cerca de 60 ml de água por quilo de peso corporal/dia. “Um animal de cinco quilos, por exemplo, deve ter disponível por dia no mínimo 300 ml de água limpa e fresca”, completa.

Muita atenção deve ser dada também à localização dos bebedouros, que devem estar impreterivelmente ao abrigo do sol, pois o animal tende a se recusar a tomar a água se estiver aquecida.  É importante, ainda, um cuidado especial com os cães que gostam de brincar com a água, como os cães da raça Labrador e Golden Retriever, pois podem derrubar a vasilha e passar o dia todo sem ter o que beber. Nestes casos, pode-se contornar o hábito recorrendo a vasilhas pesadas ou a bebedouros fixos (o mais ideal) que não possam ser arrastados ou tombados.

Para cães que ficam longos períodos sozinhos, é recomendável bebedouro automático para garantir um suprimento contínuo de água. Outro ponto importante é evitar a ingestão de água de piscina, pois as substâncias químicas presentes, como altas quantidades de cloro, podem provocar indisposições gastrointestinais.

No caso dos gatos, manter bebedouros em todos os locais por onde mais circulam ou manter uma fonte de água corrente são formas de manejo que incentivam a ingestão hídrica – tão essencial para sua hidratação e saúde do trato urinário.

No que diz respeito a passeios e exercícios ao ar livre, eles devem ser feitos nos horários mais frescos do dia para evitar fadiga, queimaduras nos coxins (almofadinhas das patas) e desidratação. Sempre nos passeios mais longos, ofertar água durante o percurso e depois do término.

Em passeios de carro, deve-se manter o veículo bem ventilado ou com o ar condicionado ligado e nunca, em hipótese alguma, deixar o cão dentro do carro com os vidros fechados e exposto ao sol. Cães e gatos não conseguem transpirar e rapidamente podem sofrer um quadro de aumento agudo da temperatura seguido de morte.

Keila Godoy é veterinária da Premier Pet

“A alimentação também merece cautela, pois no verão é comum ocorrer uma alteração no padrão alimentar devido à diminuição do consumo pelo calor Pode-se evitar isso oferecendo o alimento nos horários e locais mais frescos do dia, sempre à sombra. Este manejo é particularmente importante para os animais com problemas cardíacos ou respiratórios e, ainda, os obesos, pois as altas temperaturas aumentam o desconforto respiratório e costumam levar à perda de apetite”, explica a veterinária.

Vale lembrar que o mais apropriado é sempre manter, nos casos de viagens ou hospedagens, o alimento habitual que o cão ou gato consomem, pois mudanças bruscas na alimentação podem promover alterações gastrointestinais.

Conservação do Alimento

O verão favorece a proliferação de pragas como insetos e roedores, bem como a presença de aves nos locais de refeição e armazenamento das rações. Isso expõe o alimento à contaminação e o animal a doenças, algumas graves como a Leptospirose, causada pelo contato com a urina que os ratos liberam nos locais onde se alimentam.

As aves também podem veicular doenças por meio de suas fezes, e por isso é melhor mantê-las afastadas. Assim, torna-se fundamental adotar cuidados rígidos tanto com o alimento exposto quanto com o armazenado:

- Armazenado: nunca deixar o alimento armazenado em exposição direta à alta umidade, ao sol ou calor excessivo, pois estes fatores podem alterar a qualidade do alimento. Assim, seja em casa ou no revendedor, todo alimento deve ser armazenado em local fresco, seco, sem incidência direta da luz solar e sem contato direto com parede e chão. Após a abertura da embalagem, o produto deve ser mantido, preferencialmente, em sua embalagem original. Caso seja guardado em latas ou caixas plásticas, estas devem ter boa vedação e barreira contra a luz. Estes cuidados são fundamentais para correta conservação do produto, prevenindo a rancificação da gordura, a oxidação de vitaminas e evitando o desenvolvimento de microorganismos contaminantes como fungos e bactérias.

- Exposto para consumo: um alimento seco industrializado, quando umedecido por água e/ou saliva e exposto às altas temperaturas do ambiente, sofre um processo de fermentação se não for imediatamente consumido. É fundamental que todas as sobras sejam sempre descartadas e que a cada refeição os comedouros sejam lavados com esponja, água e sabão para remoção completa de resíduos. Não deixar a ração exposta na vasilha por mais de 30 minutos no caso dos cães e, no caso dos gatos, que costumam ter o alimento ofertado para o dia todo, procurar sempre manter em local dentro de casa e, se possível, deixar menor quantidade e repor mais vezes ao dia. Sempre recolher os grãos de ração que caiam ao redor, mantendo o local das refeições constantemente limpo. Comedouros anti-formiga podem ajudar contra esta praga comum nas residências, sendo facilmente encontrados nas versões para cães e gatos nas lojas especializadas.

Outros cuidados importantes:

- Passar protetor solar nas pontas das orelhas e focinhos dos cães e gatos que possuem pelos brancos e pele clara (utilizar produtos adequados);

- Reforçar a proteção contra pulgas, pois se proliferam muito nesta época do ano, infestando facilmente o animal e o ambiente, promovendo grande desconforto, alergias e transmitindo doenças;

- Secar muito bem após o banho as regiões de dobras da pele, pois muito calor junto da alta umidade podem agravar problemas de pele nas raças como Bulldog e Shar Pei, entre outras.

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Você é a favor da transformação da vaquejada em esporte?

Publicado em 14/12/2012 - 8:57 por | Comentar

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Você é a favor da transformação da vaquejada em esporte? Sim? Não? Pois o Jornalista Roberto Maciel, da Coluna Comunicado, do Diário do Nordeste, e do blog autoral  no Diário on line, já deu o sinal de alerta contra a transformação da vaquejada como esporte, como quer o deputado Welington Landim (PSB). Para a coluna e o blog, ele ouviu a presidente da União Internacional Protetora dos Animais (UIPA), Geuza Leitão, que foi taxativa: ” “Postura condenável (…). Merece o repúdio de todos que clamam por um mundo melhor para todos os seres existentes no Planeta”.

Geuza Leitão, presidente da UIPA

No próximo dia 18 de dezembro, a Assembleia Legislativa do Ceará (ALC), atende requerimento de Geuza Leitão, e do deputado Dedé Teixeira, e promove audiência pública para discutir a prática da vaquejada no Estado do Ceará. O evento é promovido pela presidência da Casa, leia-se deputado Roberto Claudio (prefeito eleito de Fortaleza), e pela  Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento do Semiárido, presidida pelo deputado Augustinho Moreira. Será às 14h, no Complexo de  Comissões. Todos os protetores de animais estão convocados para este grande debate!

Confiram a nota no blog Roberto Maciel

http://blogs.diariodonordeste.com.br/roberto/ambiente/repudio-a-proposta-de-reconhecimento-da-vaquejada-como-esporte/

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Purina lança Dog Chow Bem-Estar

Publicado em 11/12/2012 - 14:58 por | Comentar

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A Purina qualifica sua linha de rações. Agora, oferece a Dog Chow Bem-Estar. Confiram informações da empresa sobre a novidade!

Seu cão é único e especial, e uma alimentação completa e balanceada permite que ele esteja sempre forte e saudável. Por isso Dog Chow® Bem-Estar teve o cuidado de combinar 5 grupos de nutrientes essenciais em uma deliciosa receita de grãos macios e crocantes. É o equilíbrio perfeito entre sabor e nutrição que permite que ele esteja ativo e saudável em cada etapa de sua vida.

Seu cão é único, ele é parte de sua família. Ter um estilo de vida mais saudável permite a ele estar em sua melhor condição e desfrutar os momentos especiais em família.

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Editora Verdes Mares Ltda.

Praça da Imprensa, S/N. Bairro: Dionísio Torres

Fone: (85) 3266.9999

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