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Criação de répteis no Brasil contribui para preservação de espécies

Publicado em 11/12/2012 - 14:35 por | Comentar

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Apesar das barreiras burocráticas, especialistas responsáveis pela criação em ambientes controlados podem desenvolver técnicas eficientes de reprodução de animais ameaçados.

Nos criatórios legalizados, há controle do bem-estar dos répteis e a reprodução é feita com segurança

São Paulo. A conservação de animais silvestres em ambientes controlados, que atendem as demandas legais de órgãos reguladores, pode proporcionar não somente a sobrevivência de espécies, mas também a geração de conhecimento científico. É esse o caso de criadores que se dedicam a animais menos populares, como os répteis. A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação – Abinpet – apoia a pesquisa e a conservação de espécies em criadouros e reconhece os desafios desses especialistas. Hoje, observa-se animais naturais de terras brasileiras sendo criados, reproduzidos e comercializados mais facilmente na Europa do que no Brasil.
De acordo com dados divulgados em 2007 pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora Silvestres, entre 2000 e 2006, na República Checa, o número de jiboias (Boa constrictor), criadas e exportadas, foi de 12.531, enquanto no Brasil, foram seis. No caso das iguanas (Iguana iguana), os Estados Unidos exportaram 13.486 animais e o Brasil, nenhum. E isso não ocorre porque a legislação brasileira não permite: desde a década de 1960, por meio da lei 5.197/67, o Estado está obrigado a estimular a abertura de criadouros comerciais de animais silvestres. O decreto 4.339/02, que institui a Política Nacional da Biodiversidade, tem em seu item 12, entre outras diretrizes, “a inserção de espécies nativas com valor comercial no mercado interno e externo, bem como a diversificação da utilização sustentável destas espécies” assim como o apoio à “domesticação e a utilização sustentável de espécies da fauna”.
É nesse cenário que surgem personagens como o veterinário Bruno Ville, um apaixonado por répteis. Durante os anos de 1990, ainda adolescente, costumava frequentar uma loja de animais na cidade de São Paulo que comercializava diversas espécies de répteis, anfíbios e aracnídeos. Passava os fins de semana conversando com criadores e aprendendo a respeito desses animais. E notou como, a partir do ano de 1998, foi se tornando cada vez mais difícil criar legalmente esse tipo de animal.

Criadores mantém as espécies conforme prevê a legislação, mas esperam maior incentivo para a comercialização

A portaria 93/98 do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) proibiu a importação de répteis exóticos naturais de outras regiões do globo. Apenas uma semana depois, foi publicada a portaria 102/98, que vedou a abertura de criadouros comerciais de répteis de fauna silvestre exótica. Na prática, essas duas medidas tornaram impossível importar novos animais ou mesmo comercializar os que já estavam legalmente no país. A Lei 9.605, do mesmo ano, tornou crime qualquer importação não autorizada pelo órgão federal. O único vislumbre para criadores surgiu com a portaria 118/98, que regulamentava os criadouros comerciais de fauna silvestre nativa brasileira. Quatro anos depois, em 2002, a instrução normativa 31/02 proibiu, até segunda ordem, a abertura de qualquer novo criadouro comercial de répteis, anfíbios e aracnídeos no mercado interno brasileiro. Isso dificultou ainda mais a situação dos criadores.
“Até agora, essa segunda ordem ainda não ocorreu, dez anos depois” explica Ville. Nessa altura, ele já estava no terceiro ano do curso de Medicina Veterinária. “Como meu objetivo sempre foi criar répteis, no terceiro ano da faculdade entrei com um pedido de abertura de criadouro conservacionista, junto ao Ibama. Essa categoria pode criar, mas não pode vender. Adaptei um espaço pequeno, que comportaria poucos animais. Se houvesse sucesso com a criação, então migraria para a categoria comercial voltada para a exportação, que não estava proibida pela instrução normativa 31/02. Como eu era estudante, fiz um investimento pequeno, algo entre R$ 3 mil e R$ 5 mil, contando com a supervisão de um técnico responsável”.
Ville não foi o primeiro a descobrir que a relação entre criadores legalizados e o governo é tumultuada. “Fui descobrindo que os criadouros são vistos pelas autoridades como um mal necessário, isto é, provedores de locais que abrigam animais mutilados ou doentes, e que não podem ter outro destino. Aquela minha ilusão inicial de criar legal e responsavelmente foi se chocando com a dura realidade de ser visto como um vilão. Pouco interessa para eles se eu estudo e tenho intenção de tratar bem os animais e desenvolver técnicas de reprodução em cativeiro. Na visão dominante do Ibama, nós não somos mais do que depósitos de animais que eles não têm onde colocar.
“Embora seja louvável a atitude daqueles que se dedicam a dar uma vida melhor a animais mutilados ou definitivamente debilitados, e muitos efetivamente se dispõem a tal, a portaria 139-N/93 do Ibama dá outra definição ao criadouro conservacionista, que é simplesmente a de um local com estrutura e assistência adequada para a criação racional de animais silvestres nativos, com direito de reprodução e permuta de filhotes com outros criadouros, ou seja, é a possibilidade jurídica para quem quer criar animais de maneira legalizada”, complementa.
Em 2006 o já graduado veterinário conseguiria o primeiro casal da espécie que buscava desde os primeiros anos de criação, a periquitamboia (Corallus caninus), e por ter pesquisado por anos o processo de reprodução da espécie, Ville obteve sucesso na reprodução após poucos meses da chegada dos animais. “Meu esforço foi recompensado com filhotes. Aí comecei a me animar com ideia de migrar para a categoria comercial e começar a exportar os animais, já que meu sonho de criança era ser criador. Essa espécie é bastante visada no comércio internacional e muitos espécimes são retirados da natureza pelo tráfico todos os anos. Minha ideia era combater esse tráfico fornecendo ao mercado uma alternativa legal, ética e sustentável”.
Atualmente, ele mantém um plantel de 32 animais de três espécies diferentes: periquitamboias, suaçuboias (Corallus hortulanus) e salamantas (Epicrates cenchria). Mas a criação de répteis no Brasil transformou-se em um grande paradoxo. No início de 2008 o Ibama publicou a instrução normativa 169 que alterou todas as categorias de criadouros e não contemplou a “conservacionista”, colocando em seu lugar a de “mantenedor”, que é proibida de reproduzir.
Com isso, muitos criadores foram proibidos de desenvolver técnicas de reprodução de espécies raras, sob o risco de cometer crime, já que os antigos criadouros conservacionistas estão sendo forçados para a categoria mantenedor, pois é a única forma de se adaptar às novas regras da instrução normativa 169/08. “Alguns podem dizer que basta migrar para a categoria ‘científica para conservação’, mas não é tão simples. Em primeiro lugar, essa categoria exige um plano de manejo, coisa extremamente técnica para uma pessoa que não seja especialista em conservação, mas que se dedica à reprodução. Planos de manejo deveriam ser criados pelo Estado ou pela comunidade científica. Além disso, são permitidos apenas animais da fauna brasileira nessa outra categoria, o que gerou uma situação absurda, a proibição de reproduzir animais exóticos, cujo resultado invariavelmente será a eliminação desses animais do território brasileiro”.
Em 2001 a Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas) emitiu o 1º Relatório Nacional sobre o Tráfico de Animais Silvestres. O documento demonstrou que a criação de animais silvestres no Brasil data de antes da chegada dos europeus e, por isso, está intrinsecamente ligada à cultura nacional e não dá sinais de que vá diminuir. “A política de fauna proibicionista e punitiva não está dando certo no Brasil”, acredita Ville. “Também não há e nem haverá como vencer a guerra ao tráfico se a situação for mantida como está. O Ibama tem endurecido as penas, prática sem qualquer efeito, pois enquanto houver uma demanda forte, sempre haverá mercado. O que se conseguirá é, na melhor das hipóteses, o aumento dos preços, em especial considerando que atualmente a criação ilegal tem crescido exponencialmente por causa da internet, que facilitou não apenas a troca de conhecimentos, como também o comércio ilícito”.
Sobre a Abinpet
A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) representa a indústria Pet, com associados de toda a cadeia produtiva. A entidade congrega os segmentos alimento, medicamentos veterinários, serviços e pet care (equipamentos, acessórios e produtos para higiene e beleza).
A Abinpet promove e fortalece o setor Pet, por meio de ações que contribuam para o desenvolvimento dos associados. Além disso, a entidade busca ser referência internacional ao incentivar a conscientização do consumidor e o fortalecimento do setor por meio da sustentabilidade do mercado Pet no Brasil.

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Prefeito Roberto Cláudio é cinófilo de referência nacional

Publicado em 10/12/2012 - 14:39 por | 1 Comentário

Categorias: cinofilia, Geral
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O prefeito eleito de Fortaleza, Roberto Claudio, é um cinófilo de referência nacional. É integrante do Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC), que tem seu pai, Roberto Claudio Frota Bezerra, como presidente. Eles são grandes criadores da raça Boxer no País, com o Canil Sunland Boxers. Em reconhecimento à contribuição para a cinofilia estadual, regional e nacional, o prefeito recebeu homenagem da Revista Best in Show nas exposições do KCEC do último final de semana, na Capital cearense. O fotógrafo Nilton Novaes registrou os principais momentos. Confiram!

Nilton Novaes é fotógrafo especial da Best in Show. Ele me presenteou com a última edição da revista, quando visitei as exposições do KCEC, no sábado. A edição traz entrevista de três páginas com o prefeito Roberto Claudio, onde ele faz um histórico de toda a sua trajetória na cinofilia. Desde a criação do Sunland Boxers, até a gestão do pai no KCEC, que revolucionou a atuação da entidade no Estado. As exposições estão cada vez mais profissionais e participativas. Vale destacar!

Valeu Nilton Novaes, por mais uma grande colaboração na Página de Bem-Estar Animal (Diário do Nordeste) e neste blog!

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KCEC dá show com cães de raça nas pistas

Publicado em 10/12/2012 - 14:08 por | Comentar

Categorias: cinofilia, Geral
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Parabéns ao Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC) pelas exposições de cães no fim de semana, no Colégio Farias Brito, em Fortaleza (CE).  O evento foi realizado em parceria com o Kennel Clube do Estado do Maranhão  e contou com a participação de mais de 200 cães de diferentes raças. Fechou o ano de 2012 em alto estilo!

O fotógrafo Nilton Novaes, da Revista Best in Show e grande colaborador da Página de Bem-Estar Animal, do Diário do Nordeste, bem como deste blog, mais uma vez deu um show de imagens. Confiram:

 

 

 

 

 

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Ceará é destaque na criação de cães de raça no Norte e Nordeste

Publicado em 04/12/2012 - 14:05 por | Comentar

Categorias: cinofilia, Geral
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Uma variedade de raças caninas poderá ser vista nas exposições do KCEC que acontecem no fim de semana na Capital. O fotógrafo Nilton Novaes, também criador de Pastor Branco, envia uma seleção de imagens de raças que estarão desfilando na pista. Confiram:

Golden Retriever Tango Ch.,Gr.Ch.,Peterwhite’s Milburn Power /Foto: Nilton Novaes

Fortaleza. O Ceará fecha o ano de 2012 como destaque na cinofilia Norte/Nordeste. Em número de cães para exposição e de filhotes registrados, já supera os Estados da Bahia e Pernambuco. Coroando esta performance, o Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC) realiza suas últimas exposições do ano, no próximo fim de semana, dias 8 e 9.

Seleção dos melhores O fotógrafo Nilton Novaes, também criador de Pastor Branco, se especializa na produção de imagens sobre a cinofilia em todo o País. Nos mais de 20 anos de atividades, já fotografou mais de mil cães e seus criadores. À esquerda, a bebê Letícia e o Bulldog Francês, Boris, dos criadores Daniel Uchoa e Ticiana Franco.

Bebê Letícia e o Bulldog Francês, Boris, dos criadores Daniel Uchoa e Ticiana Franco; Foto: Nilton Novaes

O evento é em parceria com o Kennel Clube do Estado do Maranhão (KCEMA) e deverá reunir 240 cães de mais de 200 raças. O conselheiro e médico veterinário do KCEC, Daniel Uchoa, aponta o aumento do número de criadores comprometidos com o aperfeiçoamento genético dos cães. A maioria deles tem a cinofilia como hobby e quando decide reproduzir a criação, a meta é o melhoramento genético das linhagens.

Conselheiro e veterinário do KCEC, Daniel Uchoa, também é criador de Bulldog Francês

Segundo Daniel Uchoa, que também cria Boxer e Bulldog Francês, as raças com maior número de filhotes registrados junto ao KCEC no Ceará são Yorkshire, Shih-tzu e Rottweiler. Já em cães para exposição, destacam-se as raças Bulldog Francês, Rottwailer e Golden Retriever.

Daniel Uchoa explica que as exposições cumprem o objetivo de não só premiar os melhores por grupos e raças, mas também para oferecer o Certificado de Pureza Racial (CPR) aos cães a partir de seis meses de idade.

Os animais são avaliados por três juízes, recebendo o CPR quando obtêm nota igual ou superior a 7.

Das exposições de sábado e domingo, foram convidados os juízes Carlos Eduardo Quinones La Rotta, da Colômbia; Teresa Gallo, Argentina; William Rodrigues Umaña, Costa Rica; e do Brasil os árbitros Fabiano Grandi , Fernando da Costa Maia, Gutenberg Vilar de Queiroz, Mirian Wendhausen e Ricardo Arthur Bentes.

Rottweiler Diva Chan Von BR Olivio, de propriedade do Canil Serras Rott/ Foto: Nilton Novaes

O evento, aberto ao público, acontecerá no Colégio Farias Brito, Centro de Fortaleza.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pastor Alemão Yupp von der Grafenburg SchH3 IPO1 / Campeão N-NE Absoluto CBPA/SBCPA,Número 1 do Ranking CBKC/ Foto: Nilton Novaes

Mais informações: Exposições de cães KCEC/KCEMA
Sábado e domingo (dias 8 e 9)
A partir das 8h, no Colégio Farias Brito (FB Central), Rua Barão do Rio Branco, 2680, Fortaleza (CE)

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Dr. Vet: Complicações em um Poodle

Publicado em 03/12/2012 - 9:18 por | Comentar

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Confiram resposta da Dra. Ticiana Franco para dúvidas da criadora Maria José. A pergunta dela é bem longa, mas vale a pena ler até o final! Os esclarecimentos da veterinária pode servir para o seu cão.

“Lendo alguns comentários no e-mail, muito me chamou a atenção a compreensão e as boas obras que estão praticando.
Fiquei muito emocionada com tudo que li.Como estou passando por momentos difíceis com a doença do meu cachorro POODLE,
e procurando me inteirar com o que realmente está acontecendo com o mesmo, descobrir o seu e-mail que muito vai me ajudar.
Meu cachorrinho vai completar 17 anos e apresentou um problema na perna quando tomou a vacina isso tem muito tempo e quando percebi voltei ao veterinário o mesmo analisou e disse que foi devido ficar dolorido mais logo ficaria bom, realmente passado alguns dias melhorou. Só que, vez por outra, ele mancava e depois fica bom. Há dois anos ele levou um grande chute sem querer que foi ficar longe voou alto e caiu, mais não apresentou  nenhum problema. Verifiquei com cuidado para ver se tinha quebrado alguma coisa nele, mas não tinha nada, só que ele ficou nervoso e desconfiando,deitado sem querer levantar, após muito tempo voltou ao normal,mais sempre desconfiado.
Também foi a um banho quando chegou já foi se coçando,no outro dia estava completamente cheio de carrapatos e dos enormes, mas tomou uma injeção, só que, de vez em quando, aparece carrapatos, só que uso remédios e também a coleira para evitar o bicho feroz. Tomou todas as vacinas e sempre indo ao veterinário. Quando agora no mês de setembro começou a ficar triste, só querendo dormir e com muito medo de fogos. Levei ao veterinário e o mesmo falou que ele está com pressão alta. Dei todo o medicamento. Infelizmente, em
minha cidade, tudo é motivo de comemorar tudo com fogos ou foguete e foi grande os momentos de festejos, demorando muitos minutos, ou seja, quase horas, ele não sabia para onde se esconder. Colocava nos braços ele não queria me trancava no quarto ele ficava sem parar até que se conformava, mas ficava tremendo que parecia que ia morrer e demorava passar,eu fazia carinho até que ele se conformasse. Fica desconfiado por muito tempo. Então, com tudo isso foi agravando e hoje está sem comer nada e nem anda. As pernas traseira não fica muito tempo em  pé, cai  com facilidade e não quer andar é preciso chamar muito sempre brincando com ele mais não é 10 minutos deita. Levei ao veterinário, foi feito exame de sangue ele apresentou o fígado bem pequeno e muita anemia. O resto está ótimo. No bom sentido, porque não anda com frequência só 5 minutos e cansa. Está tomando sulfato ferroso, vitamina e antibiótico e ômega 3. Comer que é bom, nada. Às vezes vomita o remédio e até o soro. Ele quer comer mas não consegue, abre a boca mais não sustenta o alimento e nem consegue mastigar. Adorava fígado e comia bem, mas se comer vomita. Estou dando remédio para vômito, melhorou. O que faço?”, Maria José.

 

Veterinária Ticiana Franco, da Favet-Uece

Médica Veterinária Ticiana Franco*: “Sra. Maria José, antes de tudo, é necessário salientar que mesmo para um cãozinho da raça Poodle, 17 anos já constitui uma idade bastante avançada e várias doenças degenerativas fragilizam sua saúde, assim como em um homem de 70, 80 anos de idade. O fato dele ter medo de fogos é considerado comum. O que agrava o quadro é a idade de seu animal e o fato deste tipo de barulho ser frequente em sua cidade. O coração de cães nestas condições pode não suportar.
O uso de anestésicos ou calmantes, em geral ansiolíticos de fácil venda em pets shops e lojas agropecuárias, pode ser extremamente perigoso sem avaliações cardíacas completas prévias de um veterinário, e pode por a vida de qualquer cão ou gato em risco. Se necessário, além da auscultação cardíaca e Raio X de tórax, um eletrocardiograma, ecodopplercardiografia e aferição de pressão arterial podem ser pedidos.
Assim, recomendo na eventualidade de fogos, fique com ele, transmitindo-o segurança em um local mais escondido da casa, no qual ele ouça menos possível o barulho externo, e ligue o som em música tranquila, agradável a ele, e fale com ele acalmando-o.
Ou converse com o veterinário de sua confiança  sobre substâncias calmantes naturais (florais de Bach, por exemplo) que sejam alternativas para seu animal, pois mesmo sem realizar os exames cardíacos, na idade dele, acredito que um comprometimento cardíaco deve estar presente. Quanto a ele estar com forte anemia, vômito, apatia, possível dor articular, pois resiste em levantar-se, fraqueza muscular das patas, inapetência (não quer comer), condiz com sinais clínicos de duas doenças que podem estar presentes em conjunto ou isoladas (erlichiose e babesiose, ou “doenças do carrapato”) transmitidas por carrapatos contaminados que o parasitaram há pouco tempo atrás.
Converse com o veterinário que o está acompanhando. Pergunte qual a sua suspeita clínica e qual princípio ativo (tipo) de antibiótico ele está tomando. Há terapias específicas para estas doenças, mas lembre-se que o sucesso do tratamento não depende só da prescrição correta, ou da sua força de vontade de dar os remédios da forma recomendada, mas da capacidade do organismo dele de reagir à doença e às medicações.
* Médica Veterinária, com Pós-Doutorado em Reprodução Animal, professora de Clínica Médica de Cães e Gatos na Favet-Uece. Esta coluna é uma parceria com a Favet-Uece. Dúvidas sobre animais devem ser enviadas para o anavaleria@diariodonordeste.com.br ou (85) 3266.9790, ou ainda para o blog Bem-Estar Pet

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Criadores do Cariri também são apaixonados por cães

Publicado em 27/11/2012 - 15:04 por | Comentar

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A Aula-show de adestramento de cães realizada nos Mercadinhos São Luiz do Crato foi um sucesso. A Guabi me envia mais fotos do evento, uma parceria entre Diário do Nordeste (Página de Bem-Estar Animal/Blog Bem-Estar Pet), Guabi, J.A. Comercial, Mercadinhos São Luiz, Grande Cariri Kennel Clube e Associação de Proteção à Vida (Aprov). Confiram:

A veterinária da Guabi, Renata Meneses, falou sobre os cuidados básicos com cães e gatos.

O gerente de Marketing da J.A. Comercial, distribuidor exclusivo da Guabi no Ceará, Mardes Saraiva, entrega prêmio à criadora Andrea.

Aqui estou eu durante a palestra sobre Bem-Estar Animal.

O vendedor da Guabi, Diego Pereira entrega prêmio a uma das criadoras presentes.

A plateia fez muitas perguntas sobre “Como ser líder do cão”, para o criador André Saretta. Ele fez demonstrações com seu Rott, “Kiron”.

Eu, novamente, entregando brinde da Guabi para uma das criadoras presentes à Aula-show.

O gerente regional dos Mercadinhos São Luiz no Crato, João Alberto, deu as boas-vindas aos presentes.

A promoção gratuita reuniu cerca de 80 participantes. Aqui está o Emanuel e o seu Tchutchucão

Os caririenses provaram que são apaixonados por cães

Aqui a turma de parceiros ao final do evento.

A Aula-show agradou a todos. Parabéns aos organizadores!

 

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Movimento SOS Gatos de Fortaleza realiza evento de adoção de animais

Publicado em 26/11/2012 - 14:51 por | 2 Comentários

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A jornalista Marília Rabelo, voluntária no Movimento SOS Gatos de Fortaleza, nos envia esta informação. Confiram:
Fortaleza (CE).  A segunda feira de adoção do Movimento SOS Gatos de Fortaleza acontece no próximo dia 1° de dezembro (sábado), na Praça da Igreja de Fátima (13 de Maio), de 10 ás 14 horas.
A iniciativa é uma parceria entre a Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Controle Urbano (Semam), Universidade Estadual do  Ceará (UECE), Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), e organizações não governamentais, que compõem o grupo de trabalho empenhado em conseguir a implementação de políticas públicas para o bem-estar animal em Fortaleza.
Cerca de 30 gatos já castrados no Hospital Veterinário da UECE, e vacinados contra a raiva, serão disponibilizados para adoção. No local do evento, haverá voluntários para orientar sobre os cuidados com os animais, e veterinários para tirar dúvidas sobre saúde.
Os mutirões de castrações devem se repetir – o primeiro foi realizado no dia 16 de setembro último – assim como as feiras de adoções, acompanhadas de ações educativas, nas praças e parques da cidade, inspiradas no tripé castração, adoção e fiscalização.
Recentemente, o Movimento concluiu um projeto, a ser encaminhado ao poder público, com sugestões para introdução, em Fortaleza, de uma política pública para os animais.
  O Movimento SOS Gatos de Fortaleza foi criado após audiência pública na Assembléia Legislativa, convocada para tratar da situação dos gatos do Parque Ecológico do Cocó. A partir da discussão ali realizada, surgiu um grupo de pessoas ligadas ao poder público, ongs e protetores independentes,  interessado em colaborar para atuar não só em relação aos animais do Parque, mas de toda a Fortaleza. Esse embrião resultou no Movimento SOS Gatos de Fortaleza, que já realizou dois mutirões de castrações envolvendo cerca de 150 gatos de rua, e promove no dia 1º de dezembro a sua segunda feira de adoção.
 O projeto SOS Gatos de Fortaleza visa encontrar soluções viáveis que possam propiciar o bem estar animal, com foco nos gatos abandonados em locais públicos, na cidade de Fortaleza. Apoiados nesse princípio, o grupo desenvolve seus trabalhos focando três eixos: castração, educação e fiscalização.
O Movimento dispõe de um blog de caráter educativo e informativo (http://www.sosgatosdefortaleza.blogspot.com/). Nele podem ser encontradas  fotos de gatos para adoção, acompanhadas de orientações para os interessados em adotar.
Contatos:  Coordenadora do Movimento – Renata Costa. Fone: (85) 8742.8062
                  Dyego Terceiro – (85) 8647.9781
                  Marília Rabelo – (85) 9628.0463

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Aula-show reúne criadores do Crato

Publicado em 26/11/2012 - 7:05 por | Comentar

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A Aula-show sobre adestramento de cães no Crato foi um sucesso! A correspondente do Diário do Nordeste na cidade, Yaçanã Neponucena, cobriu o evento. Confiram:

Presidente da Aprov, Antônia Ferreira Lima, divulgou as ações da entidade para a guarda responsável de animais

Crato. Cerca de 80 criadores participaram da aula-show sobre adestramento de cães, realizada no último sábado, no estacionamento dos Mercadinhos São Luiz, deste município. Na ocasião, eles puderam tirar dúvidas relacionadas às leis de proteção animal, aos cuidados com os cães e gatos, alimentação, higienização, liderança e até o controle de natalidade. O evento foi uma realização do Diário do Nordeste (Página de Bem-estar Animal/Blog Bem-Estar Pet), em parceria com a Guabi, Mercadinhos São Luiz, J.A. Comercial Ltda, Grande Cariri Kennel Clube (GCKC) e Associação de Proteção à Vida (Aprov). No local, João Alberto, gerente regional dos Mercadinhos São Luiz e Márcio Machado, supervisor de vendas da J.A Comercial na região Sul do Ceará, deram as boas vindas aos participantes. A finalidade do evento foi conscientizar os donos dos animais para a guarda responsável e o bem-estar dos pets.

Jornalista do Diário do Nordeste, Valéria Feitosa, Editora de Regional, Bem-Estar Animal e deste Blog Bem-Estar Pet, falou sobre este tema para os criadores

Para divulgar suas ações e promover a proteção à vida dos animais, a Associação de Proteção à Vida (Aprov) fez uma explanação a respeito da posse responsável e o controle de natalidade da população de cães e gatos, além de um alerta sobre os constantes casos de envenenamento de gatos e maus-tratos, inclusive dos animais de tração, que na região é muito frequente. Segundo a presidente da Associação, Antonia Ferreira Lima, diariamente, a instituição, que não tem fins lucrativos, recebe diversas ligações de denúncias e orienta para que as queixas sejam encaminhadas às Delegacias de Polícia Civil, onde deve ser registrado Boletim de Ocorrência. Ela disse que é necessário haver uma legislação mais rigorosa para que as pessoas que cometem crimes nesta categoria sejam efetivamente punidas. “A partir do momento em que estamos participando de um evento como este, a gente busca novos parceiros e ajuda a proteger os animais, através da conscientização da população”, revela.

Gerente dos Mercadinhos São Luiz, no Crato, João Alberto de Oliveira, deu as boas-vindas ao público

Como parte da campanha de arrecadação de fundos para a construção da sede da instituição, a Aprov montou um stand, onde os visitantes puderam adquirir bótons, camisetas e quadros. A Organização Não Governamental promove projetos e ações que visam à preservação, recuperação e proteção física e psicológica dos animais.

Criadores levaram seus cães para a Aula-show

Na aula-show, a veterinária da Guabi, Renata Meneses deu algumas dicas para que os criadores proporcionem maior qualidade de vida aos seus animais de estimação. De acordo com ela, cuidados básicos como a vacinação, alimentação adequada e higienização proporcionam longevidade e bem-estar, controlar endoparasitas e ectoparasitas. “Cada fase da vida animal tem uma necessidade específica. As aulas shows como essas são importantes porque os proprietários passam a conhecer um pouco mais sobre o bem-estar de seus animais”, revela.

André Saretta e Kiron deram um show em obediência canina

Para dar orientações sobre adestramento animal, o criador de diversas raças e membro do Cariri Grande Kennel Clube (CGKC), André Saretta, ministrou uma palestra sobre “Como ser líder do cão”. Para demonstrar as técnicas de obediência, ele levou seu rottweiler Kiron. O momento foi marcado por perguntas dos criadores. Já a jornalista e editora de Regional e Bem-Estar Animal do Diário do Nordeste, Valéria Feitosa, mostrou como é possível diagnosticar se os cães e gatos estão em condições de bem-estar estar.

Logo após houve distribuição de brindes da Guabi. Este ano, a aula-show já aconteceu também em Fortaleza, no primeiro semestre, quando foram promovido oito encontros, com a participação de mais de 200 criadores. De acordo com Valéria Feitosa, é importante divulgar o que é o bem-estar animal, para as pessoas ficarem mais comprometidas com o respeito aos direitos de todas as espécies, especialmente cães e gatos.

Cerca de 80 criadores participaram do evento. Vejam mais flashes!

Todos eles foram bem participativos. Fizeram perguntas e tiraram suas dúvidas

Os caririentes também são apaixonados por bichos, como nós!

 

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Dr. Disciplina: Como ensinar obediência a um Pastor Alemão

Publicado em 25/11/2012 - 16:35 por | Comentar

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Confira o que o Dr. Disciplina, Jackson Maciel, respondeu sobre dúvida da criadora Gladislane Gomes, de Paramoti (CE). 

“Como ensinar um Pastor Alemão de 3 meses a fazer suas necessidades no lugar certo? Qual a melhor maneira dele aprender as regras de comportamento básico, como “senta”, “deita”, “fica”, “não”?. Me ajude, obg. Por que vocês nao vêm monstrar, ou melhor, fazer uma palestra sobre comportamento de cães em Paramoti -ce?”, pergunta a criadora Gladislane Gomes.

Dr. Disciplina, Jackson Maciel, trabalha com cães de variadas raças

Dr. Disciplina, Jackson Maciel: “Com 3 meses, ele está muito receptivo para receber ensinamentos. Vamos falar das necessidades. Primeiramente,  devemos definir o horário das refeições que, aos 3 meses, já pode ser 3 ou 4 vezes ao dia, mas saiba que depois de uns 10 minutos, ele vai usar o banheiro. Vamos proceder da seguinte maneira:  depois de escolhido o local do “banheiro” dele,  toda vez que ele terminar de comer, leve-o para o local definido e espere que ele faça suas necessidades. Quando ele fizer,  libere, faça muitos elogios, dê  petiscos e brinque um pouco com ele. Ele deve ter seu lugar para não  ficar sem supervisão pela casa quando você  não puder ficar com ele. Bom, agora, vamos ao adestramento propriamente dito. Ele deve estar com fome, então vamos treinando antes das refeições, começando pelo nome, chame-o pelo nome e quando ele chegar perto de você, dê um petisco que ele goste muito. Pode ser bifinho, salsicha ou mortadela em pedaços bem pequenos. Depois vá para o outro lado de onde você estiver e chame-o de  novo pelo nome. Faça isso umas 10 vezes. Depois de uns dias quando ele já atender ao chamado, vamos ensinar o “senta”. Quando ele chegar perto de você, depois do chamado, mostre que tem um petisco e levante bem perto do nariz dele para ele levantar  a cabeça e se sentar, se ele não se sentar você pode dar uma ajudinha pressionando um pouco no traseiro dele para ele se sentar e pronto, agora ele sabe sentar! Agora vamos ao  “deitar”. Deitar é simples. Quando ele estiver sentado na sua frente pegue o petisco,  mostre-o e desça até o chão próximo ao focinho do cachorrinho e ele vai deitar. Sobre o “não”, temos que mostrar que ele deve parar o que estiver fazendo imediatamente, quando ouvir a palavra “não” que é dita sempre com o tom de voz firme e forte. Sobre a palestra, reúna os criadores seus amigos que irei até aí e falarei um pouco sobre comportamento, adestramento e disciplina com todo prazer! Um grande abraço para todos de Paramoti”.

Se você quer tirar dúvidas sobre o comportamento de seu cão, envie pergunta para os emails anavaleria@diariodonordeste.com.br ou jackbeach48@hotmail.com

 

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Dr. Vet: cão com respiração ofegante

Publicado em 22/11/2012 - 7:49 por | 2 Comentários

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Na Coluna Dr. Vet desta semana, o médico veterinário Paulo Sérgio Ferreira Barbosa, da Favet-Uece, tira dúvidas do criador Humberto Vidal. Confira:

Dr. Paulo Sérgio Barbosa, da Favet-Uece

“Gostaria de saber por que meu cachorro, de uns dois meses pra cá, esta com a respiração muito ofegante. Estava querendo fazer um exame do coração nele. Também os olhos dele estão remelando muito. Pode ser verme?”, pergunta o criador Humberto Vidal.
Dr. Paulo Sérgio Ferreira Barbosa: “Dispneia é a respiração difícil ou forçada, ofegante. Isto pode ser fisiológica, devido ao exercício, calor, ansiedade, ou patológica. A respiração ofegante pode ser causada por necessidade adicional de oxigênio, compensação de uma acidose metabólica causada, por exemplo, por uma doença renal crônica, anormalidade cardíaca, dentre outra situações como o calor ambiental excessivo que pode ocasionar quadro de dispneia, já que cães dissipam calor através do sistema respiratório.
Vivemos em Estado quente e se ele vive em canil fechado, como os cães de guarda costumam ficar, estes canis geralmente são, nesta época de clima quente e abafado, responsáveis por casos de dispneias.
Outra causa menos provável de dispneia é que seu animal tenha alguma lesão no centro respiratório no sistema nervoso central, mas acho que pelo que o senhor escreveu não é ocaso. Debilidades dos músculos respiratórios ou disfunção dos nervos motores da respiração. Dor nas estruturas envolvidas na respiração e em outro órgãos ( traumatismo, inflamação  ou tumores). Como se vê, o que foi mencionado até agora foram de situações em que o animal que pode apresentar quadro dispneicos.
No entanto, vamos falar de causas mais prováveis que podem estar afetando o seu animal: infecção do trato respiratório superior como renite e sinusite, no caso do animal de pequeno porte; e braquicefálico colapso de traquéia, massa e corpo estranhos, quando falamos de vias aéreas inferiores; podemos falar de pneumonias bacterianas, verminóticas, fúngica, edema pulmonar causado por insuficiência cardíaca ou hipoproteinemia, embolismos pulmonar com pouco comprometimento do tecido pulmonar; e finalmente podemos falar da deficiência de oxigênio causado por anemias verminótica (ancytostomas spp), deficiência de vitamina B12 ou ácido fólico, ou doenças crônicas como a doença renal crônica.
A anemia verminótica geralmente causa remela nos olhos, como o senhor se refere na carta, mas, no entanto, outras patologias como a ceratoconjuntivite seca devem ser descartadas. Sugiro que o senhor leve o seu animal a um médico veterinário para uma consulta, para que seja feito um exame clínico mais detalhado, além de solicitação de exames complementares como Raio X, hemograma e bioquímicos, podendo chegar a um diagnóstico definitivo e instituir a terapêutica adequada para uma melhor qualidade de vida do seu animal. Quanto ao exame do coração do seu cão, provavelmente poderá ser solicitados por ocasião da consulta”.
* Professor doutor da Favet-Uece. Dúvidas sobre animais podem ser enviaadas para o anavaleria@diariodonordeste.com.br (85) 3266.9790/ blog Bem-Estar Pet

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