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Dr. Vet: controle de vacinação em cães

Publicado em 26/03/2013 - 15:50 por | Comentar

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Na coluna Dr. Vet de hoje, médica veteriária Annice Cortez, da Favet-Uece, orienta sobre o calendário de vacinação em cães. Confiram!

 

Dra. Annice Cortez é médica veterinária e professora da Favet-Uece

Dra. Annice Cortez é médica veterinária e professora da Favet-Uece

Annice Cortez: “Ao trazer um filhote para casa, o novo proprietário deve levar seu animal a uma consulta com um médico veterinário, que irá realizar o exame clínico completo do animal e instituir o esquema de vacinação e vermifugação do filhote.

A primeira vacina que é aplicada ao filhote é a polivalente, conhecida popularmente como “Óctupla” ou “Déctupla”. O filhote pode receber está primeira vacina já com 45 dias de vida. Esta vacina protege contra as doenças infecciosas de maior risco para os cães: cinomose, parvovirose, coronavirose, hepatite infecciosa, influenza, parainfluenza e leptospirose. A vacina “Óctupla” protege contra dois sorovares de leptospirose: Leptospira canicola e Leptospira icterohaemorrhagiae. Já a vacina “Déctupla” é mais completa por possuir mais dois sorovares de leptospirose: Leptospira grippotyhosa e Leptospira pomona.

No filhote são realizadas três aplicações de vacina polivalente em intervalos de 21 a 31 dias. Cães adultos e idosos deve receber o reforço anual da vacina polivalente.

Esse intervalo vacinal é determinado pelo médico veterinário, de acordo com a necessidade de cada animal.

Antes da aplicação da dose, o animal é examinado pelo profissional veterinário que irá avaliar se o cão está clinicamente saudável para receber a vacina e ser capaz de apresentar resposta imune adequada para produzir anticorpos vacinais.

Animais doentes, com febre, subnutridos ou apresentando sinais clínicos discretos não devem ser vacinados.

Vale ressaltar que somente o médico veterinário é capacitado para atestar a saúde de um cão e realizar o processo de vacinação do mesmo com total segurança.

Não é indicada a aplicação da vacina pelo proprietário ou por funcionários de pet shops ou balconistas.

Além disso, algumas medidas de conservação da vacina devem ser adotadas, como a sua manutenção em temperatura de 4º a 8º C que deve ser monitorada dentro de uma geladeira utilizada somente para conservação das vacinas.

Desta forma, deve-se evitar o transporte das vacinas do ponto de venda até a residência do proprietário, já que não há segurança de manutenção da temperatura adequada para a conservação da vacina.

Além da vacina polivalente, os cães devem ser obrigatoriamente vacinados contra a raiva. Os municípios realizam campanhas antirrábicas anualmente, entretanto, esta vacina também pode ser realizada em clínicas veterinárias da rede particular.

Atualmente, outras doenças infecciosas como a tosse dos canis, giárdia e leishmaniose visceral canina também podem ser evitadas com esquemas de vacinação específicos formulados pelo veterinário”.

*Médica veterinária e professora da Faculdade de Veterinária da Universidade Estadual do Ceará (Favet-Uece), da área de pequenos animais. Esta coluna é uma parceria com a favet-Uece. Dúvidas sobre animais podem ser enviadas pelo (85) 3266.9790 (manhã) ou pelo anavaleria@diariodonordeste.com.br

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Cearenses rendem-se à paixão pelo Bulldog Francês

Publicado em 26/03/2013 - 15:27 por | 1 Comentário

Categorias: cinofilia, Geral
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Muitos consideram a raça da moda, mas os criadores sabem que as vantagens do “French” ultrapassam modismos

Boris, de Daniel Uchoa, do Canil Grande Canafístula FOTO: NILTON NOVAES

Boris, de Daniel Uchoa, do Canil Grande Canafístula FOTO: NILTON NOVAES

Fortaleza Ele é baixinho, gordinho e tem cara de mau humorado. Ainda assim, vem conquistando número ascendente de fãs por todo o mundo. No Ceará, não poderia ser diferente. Na Capital, um grupo de apaixonados jaz faz até encontros especiais. E No Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC), está entre as raças que mais têm registro. Ele é o famoso Bulldog Francês. O cão que vale a máxima: ame-o ou deixe-o. Porém, entre todos que dele se aproximam, só a primeira decisão tem se confirmado.

Dois criadores cearenses levam a raça muito a sério. O veterinário do KCEC, Daniel Uchoa, do Canil Grande Canafístula; e o empresário Leonardo Arnaud Marino, do Canil La Dolce Vita, são unânimes em apontar as vantagens da raça.

“Amiga, tranquila, silenciosa. O seu peso, entre 8 e 14kg, facilita o transporte de carro”, afirma Daniel. “Não late, não necessita de muito espaço ou muito exercício. Não tem aquele cheirinho de cachorro”, confirma Leonardo, conhecido como Leo.

Joy, do Leo Arnoud, do Canil La Dolve Vita FOTO: Nilton Novaes

Joy, do Leo Arnoud, do Canil La Dolve Vita FOTO: Nilton Novaes

Excelente cão de companhia, se adapta a diferentes perfis de pessoas. “Tem grande capacidade de adaptação a todos os integrantes da família, sejam idosos, crianças ou adultos”, aponta Leo. “A raça é maravilhosa. No meu caso, foi amor à primeira vista, nunca criei outra raça”.

Já Daniel, falando também como veterinário, observa que uma criança ou idoso que conviver com o Bulldog Francês terá bem mais qualidade de vida sem riscos de acidentes. “Parece muito com o temperamento do Boxer, grande amigo, com a vantagem de ter o porte pequeno”.

O Boxer é outra raça que Daniel também conhece muito bem. O Canil Grande Canafístula existe desde 1987. Em 2002, foi o melhor criador de Boxer do Brasil. Em 2006, iniciou a criação de Bulldog Francês. A maioria destes exemplares veio do Canil Slaviero Bull. Recentemente, trouxe um macho do Canil Avigdors, da Rússia.

O “Avigdors Bouquet des Passion Tendres Boris” tem os títulos de Campeão Inicial, Filhote e Melhor Promissor Importado do Brasil em 2012; Reserva de Best in Show Inicial e 4º de Best in Show Filhote.

Registros

Dados mais recentes de criação da raça apontam 4.727 registros no Brasil, ficando na sexta posição nacional; e 134 registros no Ceará, (7º lugar) – ano 2011. “É uma das raças que mais cresceram nos últimos anos, estando entre as dez mais no Ceará e no Brasil”, afirma Daniel.

Já o plantel do La Dolce Vita soma 11 fêmeas e três machos. “Temos animais importados da Europa, com resultado do trabalho em pouco tempo de criação. Há cães LDV (La Dolce Vita) em todas as regiões do Brasil, sendo eles para companhia, reprodução e participando de exposições caninas. O Joy, padreador do canil, já foi classificado duas vezes para exposição mundial nos EUA. Temos campeões em todas as classes, finalistas e ganhadores de especializadas”, comemora Leo.

Bulldogs do Canil La Dolce Vita, de Leo Arnoud

Bulldogs do Canil La Dolce Vita, de Leo Arnoud

Mas não basta apenas paixão para uma boa criação dos bulls franceses. A raça requer cuidados especiais. “Por ser um braquicefálico, ou seja, ter o focinho curto em relação ao crânio, o Bulldog está sujeito a um superaquecimento do corpo. Requer cuidados nos passeios. É recomendável somente em horas frias, andar no carro com ar condicionado ligado e ter atenção ao exercitá-lo, respeitando bem a hora da alimentação”, recomenda Daniel Uchoa.

Filhotes do Canil La Dolce Vitsa

Filhotes do Canil La Dolce Vitsa

Leo também adverte sobre os passeios. “Não é uma raça para quem quer um companheiro para ir à praia. São altamente sensíveis ao calor. Apesar de muito brincalhões, os frenchies possuem massa muscular compacta e pesada, as pernas curtas e o focinho achatado, o que impede que se prolonguem nas brincadeiras e caminhadas”.

A também criadora, Régia Germano, coordena encontro de criadores. O próximo está marcado para o dia 27 de abril, às 16h na praça do Ceart.

Vantagens

daniel“É a raça de pequeno porte mais assídua nas exposições do Ceará, com uma média de 20 cães

em cada evento”

Daniel Uchoa

Canil Grande Canafístula

 

 

 

 

 

 

Leonardo Marino Leo“A raça é maravilhosa. No meu caso, foi amor à primeira vista. Se adapta a todos os integrantes

da família”

Leonardo Arnoud (Leo)

Do Canil La Dolce Vita

Mais informações

Canil Grande Canafístula

Daniel Uchoa – (85) 88591014

Canil La Dolce Vita

Leonardo Marino (Leo)

(85) 8898.8931

VALÉRIA FEITOSA
EDITORA

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Dia do Bem leva solidariedade às comunidades

Publicado em 26/03/2013 - 14:44 por | Comentar

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DiadoBem2O Dia do Bem foi realizado no último sábado em todo o País e também nos Estados Unidos e Europa. Trata-se de um trabalho de solidariedade  feito pelo Centro Espírita Beneficente União do Vegetal (UDV), junto às pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade socioeconômica. No Ceará, a UDV realiza a atividade por meio da Unidade Beneficente Coração de Maria (UBCM). O Dia do Bem acontece em todos os lugares onde a UDV possui unidades administrativas. As comunidades cearenses que foram beneficiadas foram nos municípios de Crato, Sobral, Caucaia, Maranguape, Itaitinga e Cascavel.

Diadobem12A programação foi bastante ampla e constou de palestras, oficinas, vivências, capacitações, consultas de médicos, psicólogos, odontólogos, terapeutas,  assessoria jurídica, distribuição de brindes, lanches e atrações culturais. Uma grande equipe de voluntários da UDV e da UBCM participou da organização e da oferta de serviços. Este foi o terceiro ano consecutivo da promoção do Dia do Bem. Em cada ano, um tema especial é escolhido. Neste ano, foi o Dia do Bem Jovem e abordou, prioritariamente, a prevenção às drogas e às doenças sexualmente transmissíveis (DST-aids).

DiadoBem5No Núcleo Fortaleza, da UDV em Capuan, Caucaia, a programação foi iniciada com o “Programa do Bem”. No modelo do programa “Altas Horas”, da TV Globo, o público participou de conversa com autoridades da saúde, segurança pública e Defensoria Pública. Foram convidados o presidente do Sindicato dos Médicos do Estado do Ceará, José Maria Pontes; o defensor público de Caucaia, Victor Montenegro; e os inspetores Antônio Sérgio de Oliveira e Luisa Helena Barros Alves, da Divisão de Proteção ao Estudante (Dipre), da Polícia Civil.

DiadoBemO “Programa do Bem” também trouxe como atrações artísticas a Banda de Lata, com jovens da comunidade de Jandaiguaba, em Capuan, e o adestrador Jackson Maciel, o Dr. Disciplina deste blog, com cães super inteligentes.Jackson falou da capacidade de inteligência e de obediência com os cães Davi, um rottweiler; Isaac, um border collie; e a mestiça Alanis,  com apenas três patas mas que deu um show de obediência.

DiadoBem15A empresa de nutrição animal Guabi, também esteve presente, com a veterinária Renata Menezes, e a demonstradora Jônia. Renata falou sobre como prevenir o calazar. A Guabi levou kits com ração e folheto explicativo sobre os cuidados com o cão, para distribuição com o público.

DiadoBem4A programação aconteceu na Escola de Ensino Infantil e Fundamental Maria Helena Moreira da Silva, que tem como gestor o professor Narciso da Costa Oliveira; e como coordenador pedagógico o professor Danúsio Oliveira da Silva. Toda a direção da escola está de parabéns, pois eles abriram as portas da unidade para a promoção e ainda chamou os funcionários para dar apoio aos voluntários da UDV. Eu tiver a oportunidade de participar como voluntária na atividade e a experiência foi muito gratificante! É uma prova de que fazer o bem traz felicidades para todos, não só para as pessoas que estão sendo acolhidas mas para todos que participam do trabalho.

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“Eu Amo Animais” inova em pet shop de Fortaleza

Publicado em 21/03/2013 - 15:36 por | 2 Comentários

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Eu_Amo_Animais04Um novo conceito em pet shop é inaugurado em Fortaleza (CE). É a “Eu Amo Animais” Pet Shop, que está equipada com um centro estético de alto padrão. Tem profissionais qualificados e monitoramento via internet. Os assessores de imprensa da loja, os jornalistas Julião Júnior e Mirelle Costa, informam que o diferencial começa pelo quadro de funcionários. Todos possuem bichinhos de estimação e sabem muito bem como tratar os fofinhos de quatro patas.

Eu_Amo_Animais01A partir desta sexta-feira (22/03) a loja já está aberta ao público. Um médico veterinário estará a postos em tempo integral para consultas e vacinas. Já a farmácia veterinária oferece uma linha completa de medicamentos de diversos laboratórios nacionais e internacionais.

Eu_Amo_Animais03O novo pet shop também dispõe de produtos importados exclusivos, como os acessórios da marca Zee.Dog, com design inovador, e a linha completa dos brinquedos Kong, divertidos e educativos.

Eu_Amo_Animais02Legal saber que a “Eu Amo Animais” se preocupa também com os bichinhos abandonados. Neste mês de inauguração da loja, para cada banho ou tosa feitos, será doado meio quilo de ração às instituições protetoras de animais. Além disso, na entrada da loja, há um grande caixote para doações de produtos novos ou semi-novos como guias, coleiras, comedouros e ração, para doações aos animais carentes. Ideia genial, esta!

Eu_Amo_Animais05A nova loja fica na Av. Dom Luís, 600, Aldeota, Fortaleza (CE). (85) 3266.1050 – funciona de segunda a sábado, de 8 às 20h e aos domingos das 10 às 15h/ www.euamoanimaispetshop.com.br

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Abrigo de animais precisa de apoio urgente

Publicado em 20/03/2013 - 9:12 por | 1 Comentário

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abrigo4A amiga Luciana Aquino, da ONG Abrace – Uma Causa Animal, me contou a história da Deise, uma pessoa simples, mas de coração gigante. Ela não tem fonte de renda certa. Depende de doações. Mesmo assim, decidiu construir um abrigo e, atualmente, dá proteção para 70 cães, 10 gatos, três jegues (sendo dois adultos e um filhote) e mais uma cabra. Mantém o abrigo desde o ano passado. Ela faz todo o trabalho sozinha, não tem nenhum ajudante no dia a dia. Disse que decidiu criar o abrigo porque os animais viviam dentro da sua  casa, que se tornou pequena para a quantidade de bichos abandonados. Também quis dar mais conforto para eles. Atualmente, ela precisa de ração, medicamentos e fazer um pátio com piso de cimento para melhorar as condições do abrigo. Por dia, os animais consomem 25 quilos de ração. Já para os gatos, são três quilos diários.  Quanto à saúde dos bichinhos, Deise diz que precisa urgentemente de vacinas.

abrigo6É isso, amigos deste blog e amantes dos animais. Quem puder dar uma força para a Deise, será muito bom! O fone dela é (85) 87655565. O email da Luciana é luciannaaquino@gmail.com

ABRIGONão vamos divulgar aqui o endereço do abrigo porque tem gente má, que quando sabe desses endereços, aproveita para abandonar mais animais no local.

Dr. Vet: cuidados com a higiene do cão

Publicado em 19/03/2013 - 15:22 por | Comentar

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Na Coluna Dr. Vet de hoje, a médica veterinária Annice Cortez, da Favet-Uece, dá orientações sobre como melhor cuidar do cão. Confiram:

Dra. Annice Cortez é médica veterinária e professora da Favet-Uece

Dra. Annice Cortez é médica veterinária e professora da Favet-Uece

Annice Cortez*:  “Atualmente, os animais domésticos vêm ocupando um espaço especial na vida dos seus proprietários. Os cães tornaram-se membros da família e participam de diversas atividades da rotina familiar, como assistir televisão na cama ou no sofá.

Os animais são frequentemente abraçados e acariciados pelas crianças, ou ocupam o colo quentinho de seus proprietários. Entretanto, para que essa relação estreita entre animais e seres humanos não provoque doenças nas pessoas, medidas básicas de higiene devem ser adotadas rotineiramente.

Banhos semanais são indicados para manter a higiene da pele e da pelagem dos cães. Recomenda-se xampu de laboratórios veterinários, já que esses produtos são fabricados respeitando as características da pele destes animais, sendo contraindicada a utilização de produtos humanos.

Animais com pelagem longa devem utilizar condicionador e hidratantes para a pelagem para evitar o surgimento de excesso de nós na pelagem, o que pode predispor ao surgimento de doenças dermatológicas que podem ser transmitidas para o humano.

O nó na pelagem deixa a pele mais úmida e quente, sendo um ambiente propício para proliferação de bactérias e fungos, desencadeando doenças como a piodermite e a dermatofitose, respectivamente.

Caso o animal apresente feridas na pele ou queda de pelo, recomenda-se que o animal seja encaminhado para consulta veterinária a fim de ser diagnosticado e tratado adequadamente pelo médico.

Geralmente os animais com comportamento mais ativos não permitem que seus proprietários executem adequadamente o processo de secagem e escovação da pelagem. Desta forma, devem ser encaminhados para os salões de estética para que tal processo seja executado por profissionais capacitados. Também é recomendado que animais mais ativos sejam submetidos à tosa, com o objetivo de deixar a pelagem mais curta, o que facilita a observação de alguma lesão dermatológica e o manejo de secagem da pelagem após o banho. A tosa higiênica também é uma boa opção. Neste caso, é realizada a tosa somente nas patas, focinho e região dos órgãos genitais e do reto, evitando acúmulo de alimento, urina ou fezes nestas áreas.

Cães de pelo longo (Poodle, Shitzu, Maltês, Yorkshire, Husky Siberiano, Golden Retriever, Pastor Alemão), que acumulam uma maior quantidade de partículas, urina e fezes na pelagem devem ser banhados semanalmente.

Já os animais que apresentam pelagem curta (Pinsher, Daschound, Terrier brasileiro, Labrador, Rotteweiler) podem ser banhados quinzenalmente.

Além do banho, recomenda-se a higiene do conduto auditivo e pavilhão auricular com produtos específicos de limpeza otológica, com o objetivo de evitar a infecção do ouvido (otite).

Entretanto, a limpeza mais profunda só pode ser realizada pelo médico veterinário”.

Annice cortez*
Médica veterinária e professora da Faculdade de Veterinária da Universidade Estadual do Ceará (Favet-Uece), da área de pequenos animais. Esta coluna é uma parceria com a Favet-Uece. Dúvidas sobre animais podem ser enviadas para este jornal, por meio do telefone (85) 3266.9790 (manhã) ou pelo anavaleria@diariodonordeste.com.br, ou ainda pelo blog Bem-Estar Pet. Os assuntos mais solicitados pelos leitores serão escolhidos como tema para as próximas colunas desta página.

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Coluna Dr. Vet passa a circular em novo formato

Publicado em 19/03/2013 - 15:16 por | Comentar

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Para melhor atender às demandas dos criadores de cães, os veterinários da Favet-Uece prestam novas colaborações

Fortaleza. A partir de hoje, a Coluna Dr. Vet volta a circular neste jornal em novo modelo. Lançada em 29 de novembro de 2009, a coluna já respondeu a 151 perguntas de leitores. Trata-se de uma parceria do Diário do Nordeste, por meio desta Página de Bem-Estar Animal e do Blog Bem-Estar Pet, com a Faculdade de Veterinária da Universidade Estadual do Ceará (Favet-Uece). Anteriormente, um professor da Favet respondia no Dr. Vet apenas uma pergunta do leitor. Agora, a partir das várias demandas dos leitores, os veterinários da Faculdade trarão explicações sobre os temas mais solicitados pelos criadores de animais.

Em reunião na Favet-Uece, os professores Célio Pires, Annice Cortez e William Cardoso definiram com a jornalista Valéria Feitosa a melhor forma de parceria para atender às dúvidas dos criadores de animais FOTO: KID JÚNIOR

Em reunião na Favet-Uece, os professores Célio Pires, Annice Cortez e William Cardoso definiram com a jornalista Valéria Feitosa a melhor forma de parceria para atender às dúvidas dos criadores de animais FOTO: KID JÚNIOR

De acordo com o diretor da Favet, Célio Pires, a mudança torna-se necessária para fortalecer nos criadores de animais a posse responsável. “A Favet tem procurado estabelecer parcerias para divulgar suas atividades técnicas e científicas, como forma de levar as suas atividades à população de baixa renda, conscientizando sobre a responsabilidade que qualquer cidadão assume ao decidir criar um animal”, afirma o veterinário.
Ele faz um alerta: “Temos que levar a todas as pessoas que se propõem a criar animais de companhia, ou mesmo animais de produção, que, ao tomar essa decisão, estarão assumindo a responsabilidade de cuidar da saúde e do bem-estar do animal por toda a sua vida. Não se pode pensar em criar sem as mínimas condições de conforto, bem-estar, higiene e sanidade”, afirma.
Com as facilidades da internet, muitos criadores querem solucionar o problema de seus animais por uma informação on-line, o que não é correto. Daí também a necessidade de mudanças no formato da Dr. Vet, para evitar o problema.

As perguntas sobre animais de companhia têm predominado entre as demandas para a coluna. Dúvidas sobre cinomose e leishmaniose lideram as perguntas dos leitores. Assim, os professores Annice Cortez e Paulo Sérgio Barbosa têm sido os mais participativos como Dr. Vet, uma vez que respondem pelo ensino sobre pequenos animais e também atuam no Hospital Veterinário da Favet. O professor William Cardoso Maciel, da área de avicultura, também tem participado, tirando dúvidas de alguns criadores de gansos.

Na coluna publicada hoje no novo formato, a veterinária Annice Cortez aborda os cuidados essenciais com o cão, para tornar a interação humano-animal cada vez mais saudável.

O professor Célio Pires destaca que a Faculdade de Veterinária tem difundido esses conceitos também junto às pessoas que cuidam de animais abandonados, às entidades protetoras de animais. “Todas as ações devem ser voltadas para minimizar os problemas gerados com o abandono irresponsável de animais. No entanto, devemos ter disciplina nessas ações para não criarmos um problema muito maior que venha a trazer prejuízos para os animais e para a população”, afirma.

Ele avalia que as informações veiculadas pela coluna Dr. Vet prestaram uma “enorme colaboração” à população, no esclarecimento de diversas enfermidades que acometem os animais e que podem também afetar o ser humano. Diz que a equipe da Favet sempre procurou tratar os assuntos de forma técnica e científica, sem perder o foco da ética profissional, tentando promover e difundir os conceitos básicos de alimentação, sanidade, higiene, cuidados gerais da criação de animais e outros aspectos que envolvem a convivência com os animais de estimação e de produção. “Dentro desse processo, os professores sempre procuraram transmitir aqueles que buscavam informações técnicas, que o respeito aos animais e a preocupação com a saúde e o bem-estar devem ser uma preocupação constante da população”, aponta o diretor.

Conforme explica, a Medicina Veterinária possui uma abrangência de áreas de atuação ampla. Assim, a Favet se propõe a incluir no novo modelo do Dr. Vet, as áreas de alimentação, nutrição sanidade, reprodução e manejo geral para todas as espécies, abrangendo as domésticas e as silvestres. “Podemos incluir os importantes segmentos de tecnologia e inspeção dos produtos de origem animal, as biotecnologias da reprodução animal, o melhoramento animal, a criação e exploração de peixes, abelhas, bicho-da-seda e outras espécies de interesse econômico”.

Neste ano, a Faculdade de Veterinária da Uece está comemorando seus 50 anos de fundação. Célio Pires destaca que a missão da instituição vem sendo cumprida com rigor, na meta de formar profissionais aptos a promover o desenvolvimento sustentável e melhorar a qualidade de vida na região. “Ao longo de seus 50 anos de existência, a Favet formou médicos veterinários com atuação de destaque em diversas regiões do País”.

Mais informações
Redação do Diário do Nordeste
Página de Bem-Estar Animal
Telefone: (85) 3266.9790
Faculdade de veterinária da Uece
Telefone: (85) 3101.9855

VALERIA FEITOSA
EDITORA

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Municípios descumprem legislação ambiental de proteção animal

Publicado em 12/03/2013 - 6:55 por | 1 Comentário

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De quem é a responsab ilidade pelos animais abandonados nas ruas? Este debate é abordado na reportagem que o colaborador Roberto Crispim escreveu, para a Página de Bem-Estar Animal, publicada toda terça-feira no Caderno Regional do Diário do Nordeste. Confiram:

caes cratoCrato. Mesmo sem números oficiais, uma vez que diversos municípios do Ceará não realizam o Censo Animal, estima-se que haja cerca de 10 mil animais domésticos (cães e gatos), perambulando pelas ruas e avenidas dos 28 municípios que formam a macrorregião do Cariri. A estimativa revela a falta de políticas públicas desenvolvidas pelas gestões municipais, em desobediência a legislações ambientais pertinentes ao assunto.
A Lei de Crimes Ambientais (9.605/98), prevê em seu Art. 32: “praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos; pena – detenção de três meses a um ano , e multa”. A pena deste artigo, aumenta de 1/6 a 1/3 no parágrafo 1º, se o animal vier a morrer. A pena de multa está regulamentada pelo Decreto Federal nº 6.514, de 22 de julho de 2008, que no Art. 29, estabelece uma multa de R$ 500,00 a R$ 3.000,00, com acréscimo de R$ 300,00 por indivíduo (animal).
No Cariri, apenas o município do Crato detém local para acomodação de animais recolhidos. Há o Centro de Zoonoses do Cariri, responsável pelo acompanhamento de casos de abandono registrados em toda a região. “Falta boa vontade por parte das gestões públicas. Os prefeitos, secretários municipais e, até mesmo, algumas entidades protetoras, encaminham as demandas para cá, como se apenas nós da Zoonose tivéssemos obrigação no trato desses animais”, desabafa o diretor do órgão, Ricardo Pierre.
gatos cratoSegundo ele, somente na última semana o Centro de Zoonoses recebeu cerca de 20 ligações telefônicas, oriundas de municípios da região, solicitando o recolhimento de animais errantes. “Aqui chegam cerca de 30 animais por semana. Só na semana passada foram ligações de Nova Olinda, Várzea Alegre, Caririaçu, Milagres e Penaforte, solicitando captura de animais. É impossível atender a todos os municípios”, avalia.

Ricardo Pierre é veterinário e diretor do Centro de Zoonose do Cariri

Ricardo Pierre é veterinário e diretor do Centro de Zoonose do Cariri

Para o veterinário a questão não é financeira. “Não faltam recursos. Falta interesse”, afirma. Para o profissional, qualquer município poderia contar com postos de recolhimento e de proteção a animais vítimas de abandono. “Qualquer prefeito pode muito bem buscar, junto a Fundação Nacional de Saúde, recursos para a construção de canis e gatis. No próprio endereço eletrônico do órgão é possível verificar projetos para tal finalidade, inclusive com projeção para a densidade demográfica de cada município”, informa.
Ele observa, ainda, que no caso dos municípios onde não há cumprimento à legislação, prefeitos podem vir a ser punidos. “A lei estabelece o cuidado destes animais também aos municípios. Qualquer gestor municipal que estiver descumprindo o que a lei determina pode sim responder judicialmente pelo não cumprimento à legislação”.
Para a presidente da União Internacional Protetora dos Animais (Uipa), em Fortaleza, Geuza Leitão, os proprietários de animais domésticos também precisam dividir, junto com as gestões municipais, a responsabilidade de melhor cuidar de seus animais. Embora admita que a política de proteção animal não venha sendo cumprida pelas prefeituras, ela avalia que a quantidade de animais abandonados também é fruto da falta de responsabilidade de criadores.
“A Lei, no papel, é muito bonita. Na prática é difícil de ser observada. Claro que os municípios deveriam cumprir a legislação e estabelecer mecanismos de guarita aos animais abandonados. Porém, é bom lembrar que estes animais que circulam pelas ruas e avenidas das cidades, muitas vezes, são fruto do abandono de seus verdadeiros guardadores”, observa.
Na sua avaliação, muitos proprietários de animais desconhecem as normas da posse responsável. “Animal não é brinquedo. É um ser que precisa de carinho, zelo, proteção, amor e cuidado. Porém, muitos proprietários adquirem seus cães e gatos como se estes fossem utensílios que, após um determinado período, podem ser descartados”, avalia.
Geuza, que já chegou a ter em sua casa cerca de 100 animais, entre cães e gatos, adverte que uma das soluções para a diminuição do abandono é o controle de natalidade. “Se os criadores realizarem a castração em seus animais, claro que o número de cães e gatos abandonados vai diminuir”. Ela, no entanto, reconhece que o valor do procedimento é inacessível para famílias de baixa renda.

Angélica Donato, voluntária da Aprov

Angélica Donato, voluntária da Aprov

Para Angélica Donato, voluntária da Associação de Proteção à Vida (Aprov), do Crato, governos municipais e criadores precisam assumir a responsabilidade no bem-estar dos animais vítimas do abandono. “Não há como diminuir o número de animais vitimados pelo abandono sem que aja a participação do criador e, também, dos gestores públicos”, salienta.
Segundo ela, a Aprov possui hoje cerca de 50 animais, recolhidos em sua sede, vítimas do abandono e da ausência de políticas públicas das gestões municipais. “Já chegamos a cuidar de um número maior de animais. Graças às campanhas de adoção, realizadas pela entidade, e a boa vontade de algumas pessoas, reduzimos este número. No entanto, a cada dia percebe-se o aumento de animais vitimados e que passam a perambular pelas ruas do Crato e cidades vizinhas, devido a pouca responsabilidade de proprietários e gestões”, severou.
Eutanásia somente após laudo laboratorial
Após reunião com entidades de proteção animal, Secretaria de Meio Ambiente do município do Crato e profissionais veterinários, a direção do Centro de Zoonoses do Cariri decidiu não mais receber animais domésticos, oriundos de outros municípios, que não estejam acompanhados de laudo laboratorial confirmando doenças terminais ou leishmaniose visceral, também conhecida como calazar. Conforme o diretor da unidade, Ricardo Pierre, a decisão visa fazer com que prefeitos municipais atentem para a necessidade da criação de canis/gatis nas sedes dos municípios da região, diminuindo o número crescente de animais recolhidos pelo órgão local.
“O Centro de Zoonoses não é matadouro. Aqui nós cuidados de questões de saúde pública. Também não possuímos condições de infraestrutura suficiente para atender a todos os municípios da região que, insistentemente, deixam de cumprir a legislação e nos solicitam o recolhimento de seus animais”, frisou.

Geuza Leitão, presidente da UIPA

Geuza Leitão, presidente da UIPA

Segundo ele, além dos prefeitos e secretários de saúde dos municípios vizinhos, populares também deixam seus animais no local, esperando que o órgão destine tratamento aos animais. “Semanalmente recebemos cerca de 30 cães e 50 gatos. Não há condição de acomodação. Se esperam que tratemos do assunto realizando eutanásias de forma discriminada estão muito enganados”, severou o médico veterinário.
Atualmente, apenas cães e gatos com comprovação laboratorial para doenças terminais e leishmaniose são encaminhados à eutanásia. “Somente após a verificação laboratorial é que há autorização para o procedimento”, informa o diretor. Segundo ele, a decisão em não receber animais de outros municípios que não detenham de doenças comprovadas dá-se pela falta de infraestrutura para acomodação dos animais. “O Centro precisa de uma reforma imediata. Não há espaço para atender a todos os municípios. Quase não conseguimos atender ao município do Crato”, diz.
O veterinário promete levar a situação ao conhecimento da Microregional de Saúde e ao Ministério Público local. “Vamos provocar os órgãos competentes para que os municípios vizinhos cumpram a legislação e para que o Centro de Zoonoses não seja sacrificado”. Ricardo Pierre informou, ainda, que nos casos que demandam a realização da eutanásia, o procedimento é realizado sem que haja sofrimento ao animal. “Nenhum animal passa pela eutanásia sem que antes seja ministrada a anestesia. Somente após verificação da eficácia do anestésico é que ministramos o cloreto de potássio”, garantiu.
Os procedimentos são realizados as sextas-feiras, pela manhã, e acompanhados por representantes de entidades protetoras dos animais, com sede no município.

Mais informações: Centro de Zoonoses do Cariri, (88) 3521-2698
Associação de Proteção à Vida (Aprov)  (88) 8845.3542
União Internacional Protetora dos Animais (UIPA),  Geuza Leitão,  (85) 3261-3330

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Condomínios podem agendar Encontro das Famílias dos Animais

Publicado em 11/03/2013 - 6:47 por | 1 Comentário

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Abrace40Foi uma festa o I Encontro das Famílias dos Animais (I Efama). A ONG promotora do evento, a Abrace – Uma Causa Animal, está de parabéns! A ideia deu super certo e vale à pena ser levada para outros condomínios e cidades do Interior. Eu fui convidada pela ONG para falar sobre Bem-Estar Animal, assunto que amo de paixão falar. Podem me convidar das próximas vezes que estarei lá com muito prazer.

abrace46A programação foi bem variada. Teve palestra, conversa, show musical e barraquinhas para venda de bebidas, comidas e produtos para pets. Toda a renda é revertida para custear as atividades da Abrace. A diretoria da ONG é formada por Cristiane Angélica, na presidência, e como vice-presidente : Gil Da Ponte Jr; secretária: Luiza Monteiro; 1ª tesoureira: Licia Carvalho; 2ª tesoureira: Rosane Rocha; Conselho fiscal: Luisa Accioly, Felipe Ribeiro e Célia Julião.

abrace44Mais uma vez, a Guabi deu total apoio, com exposição de produtos e sorteio de brindes. Mas diversos outros apoiadores também apostaram na promoção. Entre eles o Plano de Saúde Animal (PSA), que está com novas adesões no mercado.

abrace42A Cristiane Angélica me disse que o I Efama serviu como experiência modelo, mas a proposta é levar a ideia para outros condomínios e até cidades do Interior. No Encontro, os moradores podem conversar sobre posse responsável de animais domésticos, bem-estar animal, nutrição animal, comportamento de cães e gatos e muito mais. É muito legal a proposta! Pode resolver possíveis conflitos  entre moradores que criam bichos e os que não criam, além de assegurar o bem-estar de todos, pessoas e animais! Aguardem novas fotos do evento!

 

Upac promoverá feira de adoção de animais

Publicado em 07/03/2013 - 9:40 por | 1 Comentário

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ARaphaele Pinheiro, responsável pela área de comunicação da ONG Upac, está divulgando este grande evento de adoção de animais. Confiram!
cartaz-upac-adocao_benfica_03-13No próximo sábado, dia 09 de março, em Fortaleza, a União Protetora dos Animais Carentes – Upac, realizará um evento de adoção de cães e gatos carentes acolhidos pela ONG. O evento acontecerá no estacionamento do Shopping Benfica (Av. Carapinima, 2200 – Benfica), das 15h às 19h. Estarão disponíveis animais vacinados, esterilizados e vermifugados, cheios de amor pra dar e ansiosos por uma nova família.
A Upac é uma ONG atuante em defesa dos animais, que tem como princípio estimular o amor e respeito à vida, o controle de natalidade de animais, a adoção de animais carentes, apoiar o equilíbrio ambiental e combater o abandono de animais em Fortaleza.
Os animais disponíveis no evento são vítimas de abandono e maus-tratos, e todos foram acolhidos com muito amor e carinho pela ONG. Esse evento estará proporcionando para eles uma nova chance de terem um lar e serem felizes.
Para manter o trabalho, a Upac estará recebendo doações de ração para cães e gatos, medicamentos veterinários, caminhas, coleiras e materiais de uso pet. Produtos usados como roupas, sapatos, acessórios, utensílios domésticos também são recebidos pela ONG que promove bazares beneficentes. Produtos da lojinha da Upac como camisas, chaveiros, bloquinhos também estarão expostos no evento. Toda a renda é revertida para os animais abrigados pela ONG.
Se você ama os animais, deseja adotar e está convicto da responsabilidade de cuidar de um bichinho, basta comparecer no sábado portando RG, CPF e Comprovante de residência(atual) e participar de uma entrevista. Cada animalzinho poderá ganhar um novo lar, e a família, um fiel companheiro.
MAIS INFORMAÇÕES:
UPAC
(União Protetora dos Animais Carentes)
http://www.upac.org.br

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