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06:38 · 29.10.2010 / atualizado às 12:19 · 29.10.2010 por
Carrapatos podem levar os cães à morte

Criar cachorro é muito bom. Mas bom mesmo é mantê-lo com saúde. Uma das pragas mais temidas por quem tem cão em casa é o carrapato. E todo cuidado é pouco pois a Erlichiose, a popularmente chamada  “doença do carrapato”, pode levar o animal à morte se não for tratada devidamente.

A Erlichiose é transmitida por carrapatos do gênero Rhipicephalus sanguineus, muito comum em cães (seus hospedeiros principais) e rara em gatos. Nos cães, o carrapato transmissor da doença é o Erlichia canis. A transmissão acontece quando o carrapato ataca um cão já contaminado pela Erlichia, se contaminando e, posteriormente, ao atacar um cão sadio, faz com que a doença penetre em sua corrente sanguínea, causando anemia pela destruição das células vermelhas.

Os sintomes da doença podem ser febre, falta de apetite, perda de peso e trizteza. Também é possível haver sangramento nasal, urinário, vômitos, manchas avermelhadas na pele e dificuldades respiratórias, além de inchaço nas patas, mucosas pálidas,  cegueira, abdômen sensível e dolorido, aumento do baço, do fígado e dos linfonodos.

Tão logo alguns desses sintomas sejam percebidos no seu cão, corra para o veterinário. Ele é a única pessoa capaz de melhor diagnosticar o quadro. Com certeza, vai pedir exame de sangue para definir o melhor tratamento. Porém, antes que a doença se manifeste, o melhor é manter o animal em higiene perfeita: banhos semanais e uso de carrapaticidas tanto no cão como no ambiente.

06:37 · 29.10.2010 / atualizado às 12:19 · 29.10.2010 por
Ceres Faraco é presidente da Associação Médico-Veterinária Brasileira de Bem-Estar Animal

No Brasil, uma das grandes estudiosas da Antrozoologia, ciência que estuda a crescente interação ser humano-animal, é a médica veterinária Ceres Berger Faraco. Ela é presidente da Associação Médico-Veterinária Brasileira de Bem-Estar Animal, doutora em Psicologia e também professora das Faculdades Integradas de Taquara, no Rio Grande do Sul. Para Ceres Faraco, é impossível pensar em família, atualmente, sem considerar a interação ser humano-animal. É a chamada família multiespécie. Em estudos feitos pela Antrozoologia, são apresentadasc diferentes teorias para os laços cada vez mais fortes entre pessoas e bichos.

“No mundo atual, onde são incentivados o individualismo, a perda dos laços familiares e a solidão, a presença dos animais serve como apoio social, fortalece o sentimento de que somos pertencentes, amados, e absolutamente necessários, afirma Ceres Faraco.

06:36 · 29.10.2010 / atualizado às 12:19 · 29.10.2010 por
Cavalos têm boa performance em equoterapia com crianças

A terapia com animais é uma prática antiga, mas que somente agora torna-se mais conhecida. Isto porque, cada vez mais, os seres humanos vem descobrindo as vantagens de conviver com os bichos, recebendo melhoramentos para quadros diversos de saúde.

Os animais, especialmente cães e cavalos, podem ser utilizados em atividades de fisioterapia de idosos, crianças e portadores de necessidades especiais. No Brasil, há diversas iniciativas, por meio de projetos ou de ONGs, que usam os bichos com esse objetivo.

Porém, deve ser bastante rigoroso o critério de seleção dos animais para participação em terapia de seres humanos. Os animais devem ser adestrados para a atividade, estarem limpos e com saúde. Profissionais de diferentes áreas como veterinários, adestradores, fisioterapeutas, pedagogos, psicólogos podem estar envolvidos na atividade.

06:35 · 29.10.2010 / atualizado às 12:19 · 29.10.2010 por
Crianças e adolescentes de Jandaiguaba com o boxer Joca/ Foto: Silviane Silvério

Aliar zooterapia, educação ambiental e jogos dramáticos é o objetivo do Projeto Amigo Animal, que acontece uma vez por mês na comunidade de Jandaiguaba, Capuan, em Caucaia, cidade da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).

São cerca de 20 crianças e adolescentes, entre 5 e 16 anos, que participam de atividades lúdicas no Sítio Arvoredo. Um dos momentos mais esperados da programação são as brincadeiras com o cão Joca, da raça Boxer. O animal é extremamente dócil e domina os comandos básicos de adestramento como “junto”, “senta” e “fica”.

Na interação com Joca, a criançada aprende a valorizar outras formas de vida no planeta. Daí a educação ambiental. Também aprende que os animais têm inteligência e sentimentos. Merecem consideração e respeito assim como os seres humanos.

06:34 · 29.10.2010 / atualizado às 12:20 · 29.10.2010 por
Alberto Neves é presidente da Comissão de Ética, Bioética e Bem-Estar Animal do CFMV

O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) lidera as discussões no Brasil acerca do bem-estar animal (BEA). Já realizou duas edições do Congresso Brasileiro de Bioética e Bem-Estar Animal. A última promoção do evento ocorreu em agosto, na Faculdade de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

O presidente da Comissão de Ética, Bioética e Bem-Estar Animal do CFMV, Alberto Neves, avalia que o II Congresso Brasileiro foi extremamente importante,  pois serviu para  atualizar o Brasil nos avanços relacionados ao tema, tais como a criação da Escola Global de Ensino e Pesquisa em Bem-Estar Animal, em fase de implantação na Noruega. O projeto é comandado pelo professor Adroaldo José Zanella, da Escola de Veterinária de Oslo (Noruega).

“O Congresso possibilitou conhecer novas experiências que podem ser adotadas no Brasil”, afirmou Alberto Neves. Segundo avalia, a Europa continua liderando o contexto mundial com novas práticas e deliberações sobre bem-estar animal.

06:33 · 29.10.2010 / atualizado às 12:20 · 29.10.2010 por

YouTube Preview ImageQue é uma graça uma cadelinha com vestidinho e lacinhos nas orelhas ninguém duvida. Mas o proprietário do animal deve usar o bom senso na hora de aderir à moda para Pet.

Pra começo de conversa, cachorro não precisa se vestir. Ele não é gente. E se for de pelo longo então, é desnecessário. Mas, se for muito forte o desejo de embelezar o fofinho com roupas, é só usar o bom senso.

Se o ambiente é frio, é possível escolher peças mais estruturadas, com tecidos e estampas próprias ao inverno. Mas se o calorão predominar, como é no Nordeste brasileiro, as roupinhas devem ser leves, em tecidos de algodão e cores claras.

Os estilistas da moda Pet estão cada vez mais criativos. É grande a variedade de peças nas lojas especializadas. Bom mesmo é experimentar a roupa no animal antes de comprar, e ver se o cãozinho se sente à vontade. Se ele não gostar, com certeza, você ficará sabendo.

06:32 · 29.10.2010 / atualizado às 12:20 · 29.10.2010 por
Bovinos são seres sencientes. Têm capacidade para sentir dor, sofimento e alegrias assim como os seres humanos

Cresce em todo o mundo o conceito de bem-estar animal (BEA). Pesquisas científicas comprovam que, assim como os seres humanos, os animais são seres sencientes. Sentem dor e prazer igualmente às pessoas. Sofrem, têm alegrias, choram, sentem solidão, abandono. Por isto, devem ser poupados de sofrimento.

Diante da constatação, fica a pergunta que não quer calar: é possível obter produtos de origem animal como carne, leite e ovos sem gerar dor e sofrimento para os bovinos, suínos, ovinos ou aves?

A resposta é positiva se considerar os sistemas produtivos de países como Inglaterra, Suécia, Holanda e Dinamarca, entre os principais da Europa, onde o consumidor mostra-se cada vez mais preocupado e exigente na seleção de produtos oriundos de manejos que assegurem o bem-estar animal (BEA).

No Brasil, os produtores ainda não tiveram tempo suficiente para se adequar às exigencias da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Porém, o tema está na ordem do dia, refletindo uma tendência global para novos mercados.

06:31 · 29.10.2010 / atualizado às 12:21 · 29.10.2010 por
Filhos humanos e animais surgem no novo modelo de família/Foto: Fábio Lima

Se você trata seu bichinho peludo de quatro patas como um dos filhos mais queridos da casa não se preocupe. Você não é anormal. Assim como você, milhões de pessoas em todo o mundo se comportam igual.

Tendência verificada em todo mundo dá conta de que, cada vez mais, as famílias humanas ganham nova configuração. Se antes era pai, mãe e filhos, agora é: pai, mãe, filhos e bichinhos de estimação, especialmente cães e gatos.

Não é à toa que estudiosos reveem o novo conceito de família. Se antes, o principal critério era laços de sangue, hoje, são os laços afetivos que unem pais, filhos e pets.

Para compreender a mudança na família atual, já existe até uma nova área da ciência. Trata-se da Antrozoologia, que estuda a crescente interação entre seres humanos e animais.