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Tag: cães


15:27 · 09.03.2012 / atualizado às 15:27 · 09.03.2012 por

Sucesso total a palestra do  médico veterinário Aulus Cavalieri Carciofi, promovida pelo Grupo Guabi, na Churrascaria Sal & Brasa. A equipe Guabi Ceará – leia-se Nelson Pedace, Gil Ponte, Renata Meneses e toda turma de competentes profissionais – está de parabéns por mais um evento que objetiva garantir o bem-estar de nossos queridos pets. O salão de eventos da Sal & Brasa ficou lotado de veterinários! Confiram flashes do evento:Dr. Aulus é mestre em Nutrição Animal, com doutorado em Medicina Veterinária (Doenças Nutricionais). É o fundador e responsável pelo Programa de Residência em Nutrição Clínica de Cães e Gatos do Hospital Veterinário da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV/ Unesp), além de professor na Unesp – campus de Jaboticabal.

Nelson Pedace deu as boas vindas a todos e apresentou a equipe de profissionais aos presentes.

Na oportunidade, a Guabi também apresentou aos veterinários a sua linha exclusiva de rações para auxiliar no tratamento de diabetes e de obesidade em cães e gatos: Guabi Natural Cães Diabéticos e Guabi Natural Gatos Obesos e Diabéticos.

Profissionais da Guabi foram nota 10!

Segundo Dr. Aulus, diferentes fatores contribuem para a obesidade de cães e gatos: sedentarismo, castração, aumento da expectativa de vida, alimentação incorreta e estresse. Ele disse que é incorreto chamar o problema nos pets de síndrome metabólica, doença observada nos seres humanos.  Os cães e gatos obesos não apresentam as características verificadas nos humanos.

Cães e gatos obesos não têm problemas de pressão arterial. Portanto, não têm doenças cardíacas porque são gordinhos. Nos cães, também não se observa problema de colesterol alto por conta da gordura em excesso. Mesmo assim, humanos ou caninos apresentam problemas de metabolismo quando ficam acima do peso normal.

Nos cães, a obesidade aumenta com a idade. Pesquisa aponta que quase 40% dos cães acima de 10 anos são obesos. Daí as rações para cães idosos devem ser pobre em gordura. Já nos gatos, ocorre o contrário. Gatos acima de 12 anos tendem a ficar mais magros. Assim, ração para gatos na “terceira idade” não precisa ter redução de calorias.

Gil Ponte comandou momento especial da noite!

O tratamento para cães e gatos obesos passam necessariamente pelo tripe estímulo psicológico, exercícios físicos e dieta – um bom programa de redução de ingestão de calorias.

A Guabi distribuiu entre os veterinários presentes uma linda sacola com amostra de sua linha Guabi Natural e um manual explicativo sobre a linha de alimentos coadjuvantes ao tratamento de enfermidades em cães e gatos, bem como o portfólio com toda a linha Guabi Natural. Muito bom!

07:00 · 16.09.2011 / atualizado às 16:37 · 14.09.2011 por

Neste domingo, aulas gratuitas de adestramento no Parque Adahil Barreto, ministradas pelo Jackson Maciel (o Dr. Disciplina deste blog) e equipe de adestradores voluntários. Destina-se a turma de inscritos. A promoção é do Diário do Nordeste (Página de Bem-Estar Animal/ Blog Bem-Estar Pet), em parceria com a Emlurb e a Sociedade Cearense de Criadores de Cães Pastores.

Sandra e seu Schinauzer Bruce, adestrador Rafael com o Luke e sua família Lívia, Vânia e Francisca

A Vânia Monte, sua filha Lívia e sua mãe Francisca, são super assíduas nas aulas. A Lívia leva o Luke para as aulas. Ele está desde julho na turma. Bom garoto! Já aprendeu bem os comandos. Só falta praticar mais! A Vânia dá uma força grande na equipe de apoio. Ela fica responsável pela lista de presença dos “papais” e “mamães”. Neste domingo e no próximo, ela fica na coordenação do grupo. Não poderei estar presente. Estarei numa excursão a Machu Pichu, uma das viagens dos meus sonhos!

MIchelle com Davi, Victor com Lucky:alunos disciplinados!

Vejam que beleza os fofinhos aprendendo a se comportar. Um dos alunos, o Davi, já se mostra bem obediente, segundo sua “mamãe” Michelle e Silva. Ela conta que antes, era ele quem levava ela para passear, de tanto puxar a coleira. Agora não, já anda junto. “Vejo bons resultados. Por isso faço todo esforço para não falar as aulas”, comemora ela. O Victor e a Michele também levam com dedicação o seu Lucky! Avante, turma!

Mila, Tiquinho e João Marcelo: amor aos Labradores!

A Mila e o João Marcelo estão levando o Labrador Tiquinho. Ele está na segunda aula. Entrou numa das vagas que ficaram ociosas. Mas eles já mostram grande interesse em melhorar o comportamento de seu lindinho. A Mila conta que o Tiquinho era muito disperso antes. É muito dependente da mãe, a Labradora Akita, que é muito agitada. O filho quer ser igual. Mas já na primeira aula com o Jackson, o Tiquinho já aprendeu os comandos “junto”, “fica” e “senta”. Na segunda aula, “deita” e “aqui”. É muita inteligência!

14:49 · 02.06.2011 / atualizado às 14:49 · 02.06.2011 por

O Parque Adhail Barreto, em Fortaleza (CE), será palco da 113ª Grande Exposição Internacional de Cães e Pastores Alemães, que acontece dias sábado (4) e domingo (5),  organizado pela Sociedade Cearense de Cães e Pastores Alemães (SCCPA).

No sábado, a partir das 9h, haverá provas de adestramento, seleção de cães, seminários sobre adestramento e também palestra com o juiz alemão Norbert Wettlaufer, que faz parte da SBCPA.

E no domingo, também às 9h, acontecerá a exposição de cães e pastores alemães, e às 10h30, começa a seleção  dos animais expostos, que será feita pela comissão julgadora do evento.

Mais Informações: Márcio Façanha (organizador do evento) – (85) 8688.4335

14:56 · 22.03.2011 / atualizado às 14:56 · 22.03.2011 por
Os gatinhos ficam alimentados e sem perigo de apresentar diarreia

Todos sabemos que nada é melhor que o leite materno. Entretanto, em algumas situações adversas, os filhotes podem ficar sem o leite da mãe. Imagine se sua cachorrinha ou gata gera uma ninhada numerosa e não consegue amamentar todos os filhotes satisfatoriamente. O que fazer? E se os filhotes infelizmente ficarem órfãos, como alimentá-los? Quando a cadela gera um filhote menor e mais fraco que os outros, que precisa de atenção especial, como é possível ajudar? Às vezes, a cadela não forma o bico nas tetinhas e os filhotes não conseguem mamar na mãe ou então a anestesia da cesariana retarda o aparecimento do leite materno – qual seria, em todos estes casos, uma solução possível?
Foi pensando em todas estas questões que a Total Alimentos lançou o novo Big Boss Milk, para cães com até quatro semanas e gatos com até oito semanas de vida e a Papinha Desmame, para cães de três a oito semanas de idade.

O produto tem probióticos que fortalecem a flora intestinal dos filhotes

Os probióticos, presentes nos dois produtos, são microorganismos vivos que, ao serem adicionados ao alimento dos filhotes, trazem benefícios para o desenvolvimento da flora microbiana intestinal, favorecendo a absorção de nutrientes pelos cães e gatos.
O sódio e o potássio equilibram os líquidos corporais e participam do processo de produção de energia, além de também serem fundamentais para a absorção de nutrientes. Em Fortaleza (CE), os leites da Total Alimentos podem ser encontrados na Avipec.
Para fazer um bom uso do produto, é necessário prestar atenção à temperatura da água que será adicionada ao pó. Ela deve ser fervida e depois deixada para resfriar até aproximadamente 40 graus (não use água morna) e a diluição deve ser feita dentro da própria mamadeira, para uma melhor homogeneização do produto.
Ana Cláudia Andrade, do Gatil Legato, diz que até mesmo seus gatos adultos gostam do leite de substituição e não ficam com diarréia, o que acontece se tomarem leite de vaca. “O leite de substituição é mais seguro e muito mais prático do que os leites de substituição caseiros”, diz a criadora, que também é estudante de Medicina Veterinária.

Tem também o produto em papinha

Paula Vasconcellos, médica veterinária e proprietária do canil Grand Thunder Kennel, em São Paulo, dá assistência a vários canis e afirma que sempre utiliza o leite da Total quando necessário. “O leite da Total Alimentos foi uns dos primeiros a aparecer no mercado. Eu usei a primeira vez, gostei e continuei usando sempre o mesmo. Gosto do resultado e acho que o filhote se adapta bem, sem apresentar problemas de vômito e diarréia. É um produto que corresponde bem as necessidades dos filhotes e auxilia o desenvolvimento”, conta a doutora. “Até podemos fazer um leite de substituição caseiro, mas ele nunca seria completo ou seguro. É importante lembrar também que alimentar os filhotes com leite de vaca, algo que muita gente ainda insiste em fazer, pode causar diarréias muito fortes e até mesmo levar os neonatos a óbito”, explica.

Robson Bunn, do canil Love Dog’s, agradece a Total Alimentos por oferecer um produto tão prático e útil. Ele acaba de salvar a vida de um filhote de Yorkshire que não tinha força suficiente para mamar na mãe. “O leite foi de extrema importância para conseguirmos salvar este filhote. Ela está crescendo perfeitamente agora. O produto é excelente, pois é muito prático e de fácil manuseio. Não sei o que utilizaríamos se não tivéssemos esta opção”, diz ele.
Fonte: Total Alimentos/Avipec

16:20 · 18.02.2011 / atualizado às 16:20 · 18.02.2011 por

Geuza Leitão coleta assinatura para um abaixoassinado cobrando providências aos prefeitos cearenses

A União Internacional Protetora dos Animais (Uipa) promoveu na Av. Beira-Mar, em Fortaleza (CE), uma manifestação com faixas, cartazes e distribuição de material educativo para protestar contra uma prática cruel comum nas cidades litorâneas: a matança de cães e gatos nas ruas, para “limpar” o município, antes do feriadão do carnaval.

Segundo a presidente da Uipa, Geuza Leitão, todo ano o crime acontece. Na manifestação da Av. Beira-Mar, ela coletou assinaturas para um abaixoassinado que cobra dos prefeitos, promotores e secretários de saúde dos municípios cearenses, uma solução para acabar com a prática cruel que se repete todos os anos quando se aproxima o carnaval.

“A matança de cães e gatos para é para “limpar” a cidade, ou seja, capturam e sacrificam os animais, quanto mais atrasado o município, maior a crueldade”, diz ela, complementando que a prática é para que os foliões não se sintam incomodados com a presença dos animais.

Geuza informa que já há uma decisão do Tribunal de Justiça proibindo essa prática desde 2000. Porém a mesma continua a ocorrer. “Estamos este ano nos antecipando no combate a esse crime ambiental”, alerta ela. No próximo dia 23 de fevereiro, haverá na Asssembléia Legislativa do Ceará uma Audiência Pública, onde autoridades municipais e estaduais estão sendo convidadas a comparecer. A Audiência será às 14:30 horas, requerida pela Uipa, e realizada pelo presidente da Comissão de Meio Ambiente da AL, deputado Augustinho Moreira. Você também é convidado!

19:18 · 16.01.2011 / atualizado às 14:59 · 17.01.2011 por

Confira a edição da coluna Dr. Vet, publicada na Página de Bem-Estar Animal, todas as segundas-feiras no Caderno Regional do Diário do Nordeste. Nesta edição, com a participação do médico veterinário Reginaldo Pereira de Sousa Filho*.

A criadora Leilane Cardoso, envia a seguinte pergunta: “Gosto muito de animais, tenho um cão que está comigo mais ou menos oito meses, meu esposo acolheu da rua. Com dois meses após estar conosco o mesmo começou apresentar problemas em uma das patas traseiras. Teve um dia que o mesmo nem conseguia andar. Levamos no veterinario, foi passada umas medicações e ele melhorou. Após o término da medicação, voltou o mesmo problema, então comecei a pesquisar sobre o assunto displasia. Acho que meu cachorro tem a doença, não quero acreditar, mas vejo os sintomas. Às vezes, para aliviar a dor e ele conseguir andar, dou o remédio Diclofenaco de Sódio. Ele melhora mas fica vomitando. O que devo fazer?”

Médico veterinário Reginaldo Pereira de Sousa Filho, da Favet-UeceMédico veterinário Reginaldo Pereira de Sousa Filho (foto): “Permita-me explanar sobre dois distintos pontos que vejo em sua pergunta, cara leitora.Primeiramente , o distúrbio da displasia coxo-femural canina é bem comum e realmente pelo relato, seu cão pode está sofrendo desta doença.O outro fato a ser comentado é o uso indevido de medicamentos humanos em animais,sem o conhecimento prévio dos efeitos deletérios que estes podem causar,se usados de maneira empírica.

A displasia coxo-femural basicamente é uma patologia de caráter hereditário,que afeta principalmente animais jovens,em crescimento e de raça de porte médio a grande.Suscintamente é uma alteração nos componentes articulares entre os ossos da bacia pélvica e o osso da coxa(fêmur).Devido à modificações no encaixe das estruturas,ocorre o desgaste e consequentemente a dor no local,dificultando o caminhar e prejudicando o bem-estar do cão.

Antes de tudo,seu animal deverá ser submetido a  raios-x para comprovar a suspeita e principalmente para ser prescrito um tratamento adequado,que dependendo do grau de desenvolvimento da doença ou estágio da mesma,poderá ser a base de medicamentos ou até mesmo cirúrgico.Quase sempre nesses casos crônicos da doença,a cirurgia é o procedimento mais adequado e com respostas mais satisfatórias.

O uso de anti-inflamatórios também é imperativo para o controle da dor,entretanto a prescrição destes deve ser cautelosa e feita por veterinário.Produtos humanos,como o diclofenaco,trazem perigosos efeitos colaterais aos animais,principalmente a nível gastrointestinal. Causando vômitos,diarréia com sangue,sangramentos orais e até úlceras no estômago,complicando demais a situação do paciente,podendo levá-lo à morte.

Finalmente, o tratamento da displasia coxo-femural é relativamente accessível,podendo ser tratada com fármacos orais,facilmente adquiridos em farmácias veterinárias.Havendo-se somente a necessidade de te rum acompanhamento adequado de um médico veterinário”.

* Esta coluna  é mantida por meio de uma parceria com a Favet-Uece. Criadores interessados em tirar dúvidas sobre seus animais, nas mais variadas áreas da Veterinária, podem contatar o e-mail anavaleria@diariodonordeste. com.br ou o telefone (85) 3266.9790 ou 3266.9771.

19:04 · 16.01.2011 / atualizado às 19:04 · 16.01.2011 por

A catastrafo na Região Serrana do Rio de Janeiro vitima seres humanos mas também animais. Muitos cães e gatos estão feridos e abandonados, vagando pelo cenário da destruição. Vejam matéria do G1 e endereços de como auxiliar também estas criaturas de Deus.

“Animais sofrem com feridas e abandono na Região Serrana do RJ
Suípa recolhe donativo para os bichos.ONGs fazem mutirão para ajudar cães, gatos, cavalos e coelhos.

Cachorro em abrigo em Teresópolis, usa gaveta como cama (Foto: Divulgação / ONG Estimação)

Alícia Uchôa Do G1 RJ

Além de famílias destroçadas, a tragédia na Região Serrana do Rio também deixou muitos animais feridos e abandonados em todas as cidades atingidas pelas chuvas. Para tentar ajudar cães, gatos, coelhos e cavalos, vítimas da devastação da área, ONGs de todo o país estão se organizando para doar rações, água e potes. Em toda a região, desde a chuva forte que começou a cair na terça-feira (11), mais de 600 corpos já foram encontrados.

Entre os relatos, além de animais ‘órfãos’ de seus donos, há muitos deixados para trás por famílias que foram viver em abrigos e não têm como levá-los. Alguns vagam pelas ruas e há ainda os que ficaram em escombros ou presos, sem água nem comida, em casas em que já não vive mais ninguém.

“Estamos organizando um mutirão para ajudar”, conta Liliam Queiroz, da Associação Protetora dos Animais Oito Vidas, que seguiu para Teresópolis, onde a amiga Bebete Filp, da ONG Estimação, está trabalhando num galpão improvisado de abrigo para animais, acolhendo dezenas deles, no bairro do Meldon.
Coelhos em abrigo em Teresópolis – chuvas Região SerranaAbrigo em Teresópolis também cuida de coelhos
(Foto: Divulgação / ONG Estimação)

Bebete, que tem um canil com mais de 300 cães na cidade, contou aos amigos, por email, como estão sendo feitos os trabalhos: “Hoje (sexta-feira) resgatamos 40 cães no Caleme, um dos bairros mais atingidos pelas chuvas. São dezenas de cães abandonados. Muitos pertenciam as pessoas que faleceram na avalanche, outros foram abandonados por estarem em área de risco. Um horror, literalmente, um horror”.

“Muitos protetores saíram para o resgate e a situação que eles descreveram foi das piores. Lugares de difícil acesso, cães matando gatos e cheiro de morte por toda parte. É só o início do trabalho. Muito ainda está por vir. Toda a ajuda é bem vinda”, completou Lourdes Dalpaz, também por email.

Suípa recolhe donativos este domingo
Neste domingo (16), a Suípa estará até as 16h em frente ao Copacabana Palace recolhendo donativos para os bichos da Região Serrana. A ideia é levar todo o material arrecadado para as áreas mais afetadas na próxima segunda-feira (17), quando a organização encaminha ainda um trailler, que funcionará como uma clínica veterinária móvel para Nova Friburgo.
Abrigo em Teresópolis – Chuvas Região SerranaAbrigo em Teresópolis recebe, além de animais,
donativos como água e rações
(Foto: Divulgação / ONG Estimação)

“A campanha Solidariedade Animal vai ficar na região por pelo menos um mês, com equipes com veterinários, enfermeiros e voluntários. Com o tempo melhorando, poderemos circular entre as outras cidades também”, explica a presidente da Suípa, Isabel Nascimento.

Veja como ajudar os animais
* Pelo Próximo e Clube do Totó
Postos de Coletas no Rio de Janeiro:
Flamengo: Rua Correa Dutra-99/loja5
Méier: Carla Bello -8829-9026
Copacabana: Loja Bicho Bacana- Rua Sta. Clara, 110
Lojas Patas & Penas: Botafogo, Urca e Norte Shopping
Gávea: loja Pet Gávea- R. Marquês de São Vicente
peloproximo.blogspot.com

* Suipa
Sociedade União Internacional Protetora Dos Animais – Banco Itaú
Agência: 0584
Conta Poupança: 54979-4 / 511 (complemento)
CNPJ é 00.108.055/0001-10
www.suipa.org.br

* Univida
Instituto Univida de Proteção Animal
Banco Itaú
Agência: 6542
Conta corrente: 06841-3
www.univida.org.br”

15:42 · 20.12.2010 / atualizado às 15:42 · 20.12.2010 por

Confira Coluna Dr. Vet, da Página de Bem-Estar Animal, publicada toda segunda-feira no Caderno Regional, do Diário do Nordeste.

“Tenho uma cadela da raça Dachshund tem 9 anos, alimenta-se de ração, tem acompanhamento de um veterianário, toma todas as vacinas e o veterinario passou complexo B para queda de pêlos mais não obteve sucesso com o tratamento, pois o pêlo continua caindo. Gostaria de saber qual a medicação que poderia usar para tratar desse problema de queda de pêlos”, pergunta a criadora Tamires Soriano.

Médico veterinário Reginaldo Pereira, da Fave-Uece

Dr. Reginaldo Pereira de Sousa Filho, da Faculdade de Veterinária da Uece, responde na edição de hoje: “Em relação à queda de pelos é importante sabermos  que a pelagem reflete todo o bem-estar do organismo animal,e a sua qualidade depende de vários fatores como a alimentação, ambiente, estado psíquico e comportamental do animal. A análise para se descobrir a causa de alopecia (pelos facilmente  destacáveis) deverá ser ampla e abordar toda a história e condições de vida do animal.
Primeiramente verifique a alimentação. Basicamente deverá ser ração de boa qualidade, evitando-se outro tipo de alimento, como comida caseira humana ou laticínios. Prefira adquirir alimentos para cães em embalagens lacradas, o que garante a composição fidedigna  da ração.
A ingestão de produtos humanos, carne bovina ou de ave, pode predispor a queda da pelagem, além do desenvolvimento de alergias alimentares.
O controle de parasitas é muito importante, carrapatos, pulgas e piolhos causam espoliação e prurido generalizado, ocasionando alopecias mais graves e distúrbios alérgicos.
O banho também tem que ser avaliado. O ideal é que sejam usados produtos hipoalergênicos desenvolvidos pra a pele do cão. A frequência não pode ser mais que uma vez por semana. Muito cuidado também com produtos químicos utilizados para limpeza do ambiente, devem ser o mais neutros possíveis. Como visto, os fatores que envolvem este quadro clínico são inúmeros,o que devem ser avaliados criteriosamente pelo seu veterinário”.

* Esta coluna  é mantida por meio de uma parceria com a Favet-Uece. Criadores interessados em tirar dúvidas sobre seus animais, nas mais variadas áreas da Veterinária, podem contatar o e-mail anavaleria@diariodonordeste. com.br ou o telefone (85) 3266.9790 ou 3266.9771.

14:24 · 08.11.2010 / atualizado às 14:24 · 08.11.2010 por

“Estou iniciando uma criação de cães da raça Fila Brasileiro, e gostaria de saber como faço para amenizar os famosos calos que aparecem em cães de grande porte que vivem em áreas cimentadas. Meus cães têm menos de 2 anos e já apresentam calos nas juntas”, quer saber Diogo Catunda, da cidade de Ipueiras (CE).

Quem responde a dúvida do criador é o Dr. Daniel Couto Uchoa, médico veterinário do Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC) e doutorando da Faculdade de Veterinária da Universidade Estadual do Ceará (Favet-Uece): “Calos ou escaras de decúbito são lesões de pele que aparecem com frequência em animais de médio e grande porte e que nada mais são que calos de apoio causados pelo contato da pele com superfícies duras, mas comumente em cotovelos e calcanhares. Dois são os principais fatores que levam ao seu aparecimento: o piso e o peso do animal. Quanto mais rugoso o piso, maior a fricção deste com a pele ao levantar-se ou deitar-se, que leva a perca de pêlo ou até destruição dos folículos pilosos nas regiões já citadas, pois para compensar o impacto e a falta de gordura, a pele começa a se espessar nas regiões de contato. Se não houver ferida no local, a pele do calo de ser hidratada diariamente com substâncias emolientes, oleosas ou cremosas específicas para calos. Existem produtos Veterinários específicos para este tratamento a base de lanolina, uréia, silicone, óleo mineral, cera de abelha, vaselina entre outros componentes. Estes compostos tratam os calos prevenindo complicações como a piodermite (inflamação do calo), a fibrose (degeneração e aumento do calo), bicheiras e bernes. Após a aplicação do produto nas calosidades, distaria seu animal, brincando ou passeando com ele e evitando que o produto seja removido por suas lambidas. Caso haja ferida, com rachaduras, sangue ou pus, pois em alguns casos a pele pode ressecar a tal ponto que rache e inflame bastante, o animal deve encaminhado ao Médico Veterinário para correta aplicação de antibióticos e/ou antiinflamatóirios. Outro ponto importante é o peso do animal. Calos ocorrem naturalmente em raças gigantes, como o Fila Brasileiro, Mastin Napolitano e Mastif, de médio porte como o Boxer, o Pointer e o Bull Terrier e até nos de pequeno porte como o Pinscher e o Terrier Brasileiro (Fox Paulistinha). Vale à pena ressaltar que em cadelas gestantes e lactantes a incidência de calos ou escaras aumenta, pois estas passam muito tempo em decúbito. Quando o animal se deita, seu peso faz com que as pontas dos ossos se atritem com o solo. O piso do canil para cães adultos deve ser macio, de preferência de cimento queimado ou piso antiderrapante (cerâmica ou borracha). Para filhotes, o cimento queimado é desaconselhado por questões de aprumo. A área na qual este animal dorme pode ser forrada com colchonete, estrado de madeira, grande quantidade de jornal ou papelão, tomando-se cuidado com a destruição e ingestão destes objetos”.

Esta dica sobre saúde em cães está publicada na coluna Dr. Vet de hoje, na Página de Bem-Estar Animal, que sai toda segunda-feira no Caderno Regional do Diário do Nordeste, numa parceria com a Favet-Uece. Interessados em enviar perguntas podem escrever para este blog ou para anavaleria@diariodonordeste.com.br  Confira!

06:31 · 29.10.2010 / atualizado às 12:21 · 29.10.2010 por
Filhos humanos e animais surgem no novo modelo de família/Foto: Fábio Lima

Se você trata seu bichinho peludo de quatro patas como um dos filhos mais queridos da casa não se preocupe. Você não é anormal. Assim como você, milhões de pessoas em todo o mundo se comportam igual.

Tendência verificada em todo mundo dá conta de que, cada vez mais, as famílias humanas ganham nova configuração. Se antes era pai, mãe e filhos, agora é: pai, mãe, filhos e bichinhos de estimação, especialmente cães e gatos.

Não é à toa que estudiosos reveem o novo conceito de família. Se antes, o principal critério era laços de sangue, hoje, são os laços afetivos que unem pais, filhos e pets.

Para compreender a mudança na família atual, já existe até uma nova área da ciência. Trata-se da Antrozoologia, que estuda a crescente interação entre seres humanos e animais.