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Tag: Dogue Alemão


19:40 · 05.03.2017 / atualizado às 21:59 · 05.03.2017 por

A menos de um mês para a primeira exposição de cães de 2017, o Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC) começa o ano cinófilo com o pé direito. Marcado para o dia 1° de abril próximo, o 1° Festival de Cães do KCEC será realizado já com a bandeira da Exposição Américas e Caribe. Isto porque, em junho de 2018, Fortaleza será sede, pela primeira vez, deste grande evento cinófilo internacional.

Uma semana antes do festival local em abril, o presidente do KCEC, Roberto Bezerra, estará na Guatemala, onde acontece a Américas e Caribe deste ano.  “A edição  2017 será na Guatemala. Lá será entregue ao Dr. Roberto, a bandeira desta exposição,  que ficará em Fortaleza até a realização da nossa edição,  em junho de 2018”, explica o vice-presidente do KCEC. Luiz Eduardo Mendes.

O 1° Festival de Cães do KCEC será realizado no Ginásio Paulo Sarasate, a partir das 9h. Para avaliação dos cães participantes, foram convidados os juízes Sean Delmar (Irlanda); Cathy Delmar (Irlanda); Bob Busby (Estados Unidos); Antônio Capistrano Neto (Brasil); Ginez Fernandes Quilles (Brasil).

Nas exposições do Kennel Clube do Ceará, os cães são avaliados em estrutura e beleza por juízes cinófilos internacionais / Foto: Nilton Novaes

As inscrições podem ser feitas a partir desta segunda-feira, 6. Podem participar cães com pedigree, a partir dos 6 meses de idade. “Por ser só um dia de exposição, não teremos pistas especializadas. Nossa expectativa é de chegar a 300 cães inscritos, representativos de 55 raças”, diz Luiz Eduardo.

Odijas Frota, do Canil Gigantes do Sertão, vai proferir palestra sobre a raça Dogue Alemão, durante a programação do 1° Festival do KCEC / Foto: Nilton Novaes

Mesmo ainda sendo cedo para falar, o vice-presidente do KCEC aposta no crescimento do Grupo 1 de raças caninas. “Cães Pastores e boiadeiros têm crescido bastante em Fortaleza”, explica.

Também palestrante da programação, Mauro Studart (à direita) vai falar sobre a raça Rottweiler / Foto: Arquivo pessoal

A novidade do 1° Festival de Cães é o retorno da promoção de palestras sobre raças. No dia 31 de março, a partir das 18 horas, serão realizadas palestras sobre as raças Pinscher, a ser proferida pelo juiz  all-rounder (de todas as raças) Gutenberg Soares, e criador desta raça; Dogue Alemão, pelo criador da raça e handler Odijas Frota; e Rottweiler, pelo também criador e handler Mauro Studart.

Rafael Moreno, superintendente do 1° Festival de Cães,  e Luiz Eduardo Mendes, vice-presidente do KCEC/ Foto: Nilton Novaes

Mais duas exposições do KCEC estão programados para este ano, uma em junho e outra em final de setembro. “Neste ano, antecipamos um pouco o calendário, para termos mais tempo na preparação da Américas e Caribe em 2018”, diz Luiz Eduardo.

As palestras são abertas a todos os interessados, mas será preciso inscrição prévia junto ao Kennel Clube do Ceará.

Tanto as exposições no sábado, 1° de abril, como as palestras, 31 de março, são abertas ao público.

Para realização destes eventos, o KCEC conta com grande equipe na organização: Gerardo Bezerra (Coordenação); Luiz Eduardo Mendes (Organização de horários e acampamentos); Natanael Cortês (Estrutura); Rafael Moreno (Superintendência); Lucas do Rego e Kairo (Secretaria); José Alberto Thiers (Árbitro reserva); Elon e Thalles (responsáveis auxiliares de pista); Daniel Couto e Evilázio Nogueira Filho (médicos veterinários responsáveis).

MAIS INFORMAÇÕES: Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC) – Av. Desembargador Moreira, 760, sala 503. (85) 3265.5040 – 1° Festival de Cães KCEC, dia 1° de Abril – Ginásio Paulo Sarasate, 9h, entrada franca. contato@kcec.com.br

 

 

16:23 · 04.05.2014 / atualizado às 16:23 · 04.05.2014 por

Com variadas cores, o “gigante do mundo canino” torna-se ainda mais exuberante aos olhos dos apreciadores

Dogue Alemão cor preta, de Odijas Frota
Dogue Alemão cor preta, de Odijas Frota / Fotos: Nilton Novaes

Fortaleza. O Dogue Alemão está entre as raças que mais apresentam versatilidade nas cores dos pelos. Por serem de grande porte, aliás, “gigantes”, os cães desta raça ficam com o colorido da pelagem ainda mais exuberante. No Ceará, três grandes criadores da raça têm exemplares nos diversos tons sejam dourados e tigrados; pretos, arlequins e mantados; e azuis. São cães de alta linhagem, que participam de exposições da cinofilia no Ceará e no País.

Um dos pioneiros na criação é Vagner Viana, do Ennals Kennel, especializado em Dogue Alemão dourado há 30 anos. Ele tira raras ninhadas e mantém um número reduzido de exemplares. Diz que foca, exclusivamente, na qualidade, não tendo nenhum fim financeiro. Atualmente, está com a criação mais reduzida ainda, contando apenas com um casal de cães e uma cadela em consórcio com outro grande criador, Odijas Frota, do Canil Gigantes do Sertão, na Praia do Pecém, em São Gonçalo do Amarante.

Valorização

Na avaliação de Viana, a cor do cão pode sim valorizar mais ou menos o animal. “O Dogue Alemão é criado em três variedades: dourados e tigrados; pretos, arlequins e mantados; e azuis. Os arlerquins são mais vendáveis, principalmente para os iniciantes”, afirma, explicando que esta variedade, quando de boa qualidade, costuma ser a cor que atinge os preços mais elevados.

Dogue Alemão arlequim, de Joseron Vasconcelos
Dogue Alemão arlequim, de Joseron Vasconcelos

Porém, cães com esta cor, segundo observa, também é o de genética mais complexa para se criar corretamente. “Isto, certamente, interfere nessa valorização para mais”. Já o azul, que equivale ao “cinza aço”, sempre foi pouco criado, sendo raro de se ver atualmente.

“Por outro lado, ao longo do tempo, os dourados são os que apresentam melhor qualidade no que diz respeito à aproximação do padrão da raça. Porém, tirando as preferências pessoais com relação à cor, deve-se, antes de tudo, procurar qualidade”, aconselha Vagner Viana.

É também na qualidade que está focado o criador Odijas Frota, com seus “gigantes do sertão”. Ele cria a raça há 10 anos. O plantel atual conta com 10 Dogues, sendo oito adultos e dois filhotes, nas variedades preto, azul, dourado e tigrado.

Em 2013, ele teve o melhor macho adulto negro do Brasil, “Bóris”; o melhor jovem do País da variedade preta/arlequim, “Akira”; e o primeiro e o terceiro melhor filhote da variedade dourado/tigrado, com os cães “Dia Branco” e “Diamante”.

“Nossos cães são nas cores: preto sólido, preto mantado, preto plaqueado, dourado, tigrado e temos uma filhota azul. A cor, por si só, não valoriza ou desvaloriza um Dogue. O que vai influenciar na qualidade e preço do filhote é a marcação correta e as características de cada variedade. Na medida em que o filhote se aproxima mais da marcação ideal, ele vale mais”, explica.

Outro criador de referência no Estado é Joseron Vasconcelos, do Canil JVR. Ele cria a raça há mais de 20 anos. Atualmente seu plantel está com três cadelas, sendo uma dourada e duas arlequins. “Gosto muito da cor arlequim pois a combinação das cores preta e branca faz dele um cão único, exclusivo. Não existe dois arlequins iguais. Nossas cadelas são filhas de campeões mundiais e nacionais”, comemora o cinófilo.

Como é de se prever, os três criadores são apaixonados pela raça. “O Dogue Alemão é um cão sociável, amigo e guardião”, afirma Joseron. “É uma raça maravilhosa, destinada para a família. Faz guarda e cuida das crianças”, aponta Odijas.

Dogue Alemão dourado, de Vagner Viana
Dogue Alemão dourado, de Vagner Viana

“O Dogue Alemão, embora seja grande, forte e que impressiona a todos pela sua imponência e elegância, tem um temperamento tranquilo e confiável, o que o faz um excelente cão para família. Na guarda, não precisa ser agressivo, pois somente a sua presença impõe respeito e intimida a invasão de um estranho em seu território”, completa Vagner Viana.

Como é um cão de crescimento rápido, a raça pode apresentar problemas ósseos durante o primeiro ano de vida, segundo alerta Viana. Daí a importância de se fazer um acompanhamento constante pelo médico veterinário, bem como utilizar rações de boa qualidade (super premium). Por esta e outras razões, é essencial o iniciante procurar canis especializados na raça para escolha do exemplar.

“O Dogue Alemão é um cão especial, que requer constante atenção do dono, não só no lado afetivo, como de manejo. Dessa forma, nem todas as pessoas estão habilitadas a criá-lo. Antes de iniciar a criação, é preciso pesquisar bastante com criadores experientes”, diz Vagner.

Valeria Feitosa
Editora

Mais informações

Vagner Viana
ennalskennel@yahoo.com.br
Odijas Frota
FacebookCanilGigantesDoSertao
Joseron Vasconcelos
FacebookJoseronVasconcelos

07:55 · 23.03.2014 / atualizado às 07:55 · 23.03.2014 por

Cerca de 200 cães de mais de 40 raças estarão desfilando em pistas, para avaliação de juízes e apreciação do público. São cães de alta linhagem, que servem não somente de companhia mas, principalmente, destinam-se às provas de cinofilia.

Valéria Feitosa – Editora

Nas provas, os cães são avaliados por juízes quanto à estrutura e beleza / Fotos: Nilton Novaes
Nas provas, os cães são avaliados por juízes quanto à estrutura e beleza / Fotos: Nilton Novaes

Fortaleza. Para quem quer conhecer as variedades de raças caninas, uma boa oportunidade são as exposições do Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC) que acontecem hoje, a partir das 9h, no Colégio Farias Brito (FB Central), na Capital. O evento abre a temporada 2014 de exposições da cinofilia cearense, que ainda prevê mais duas realizações, em agosto e em novembro, quando o Kennel estará comemorando seus 50 anos de fundação.

Presidente do KCEC, Roberto C.F. Bezerra
Presidente do KCEC, Roberto C.F. Bezerra

O presidente do KCEC, Roberto C.F. Bezerra, destaca a participação de mais de 200 cães de cerca de 40 raças, em todos os grupos de classificação. Ele afirma que as exposições do Kennel do Ceará estão entre as maiores do País em participação de cães e é recorde nacional em presença de público. “Os eventos são verdadeiras festas de confraternização entre criadores, handlers, juízes e público em geral, formado por pais e filhos”, diz ele.

Segundo considera, as exposições destinam-se não somente para os criadores terem os seus cães avaliados pelos melhores juízes do Brasil e de outros países, mas também para divulgar a cinofilia entre as pessoas que pretendem iniciar na atividade.

A criação de cães de raça no Ceará vem se tornando referência no Brasil e também em países da Europa e Estados Unidos. São exemplares de alta linhagem de raças como Boxer, Pastor Alemão, Fila Brasileiro, Dogue Alemão, Rottweiler, Golden Retriever, Bulldog Francês e outros.

Seminários

A programação do KCEC começou ontem, às 17h, quando aconteceu o Seminário de Raças do Grupo V e Técnica de Julgamento,  ministrado pelo juiz Luiz Otávio de Nóvoa Cavalcante. O grupo V são do tipo Spitz e Primitivos tais como Husky Siberiano e Samoiedo.

A realização de seminários de formação para cinófilos em geral é uma das novidades da gestão do presidente do KCEC, Roberto Bezerra. No ano passado, o juiz Ricardo Simões ministrou seminário antecedendo as competições, sobre a temática “Ética e Técnica de Julgamento de Cães”, aberto aos criadores e handlers. Hoje, acontecem três exposições panamericanas, avaliadas pelos juízes Abel Takeda e Adriano Rosa (ambos da Argentina) e pelos brasileiros Luiz Otávio de Nóvoa e Márcio Massohiko Morikawa.

Daniel Uchoa é médico veterinário do KCEC
Daniel Uchoa é médico veterinário do KCEC

osé Alberto Braz Thiers fica como árbitro reserva. O médico veterinário do evento é o cearense Daniel Couto Uchôa e o superintendente da exposição é Rafael Moreno. Os acampamentos para os canis se organizarem foram liberados a partir das 16 horas de ontem. As competições são válidas para os rankings da Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC) e Dog Show.

Nas competições, os cães são avaliados conforme o padrão para cada raça, estabelecido pela Federação de Cinofilia Internacional (FCI), bem como pela beleza do animal no que se refere à pelagem, peso e apresentação no desfile.

Os cães são classificados por idade nas categorias inicial; filhote; jovem; e depois nas três classes – aberto (para animais sem nenhum título); campeonato (quando o cão já tem título de campeão); e grande campeonato (para animais com título de campeonato e grande campeonato). “Queremos que as exposições sejam satisfatórias para todos os participantes”, afirma Roberto Bezerra.

Mais informações: Exposições de Cães de Raça organizadas pelo KCEC, hoje, a partir das 9h. Colégio Farias Brito (FB Central), Rua Barão do Rio Branco, Centro, Fortaleza.

09:17 · 28.05.2013 / atualizado às 09:17 · 28.05.2013 por

Para quem quer um amor em tamanho família, o Dogue Alemão é a raça é a ideal, conforme atestam os principais Odijas Frota e Vagner Viana. Confiram abaixo, com fotos cedidas por Nilton Novaes e Vagner Viana.

"Bonny", do Canil Gigantes do Sertão, de Odijas Frota e Juliana Régia/ FOTOS: NILTON NOVAES
“Bonny”, do Canil Gigantes do Sertão, de Odijas Frota e Juliana Régia/ FOTOS: NILTON NOVAES

Fortaleza. Ele é considerado o gigante do mundo canino. Mas também um guardião em tamanho família, que cumpre as funções de companhia e guarda com elegância. Muito afetuoso, gosta de sentar no colo do dono, mesmo quando já é um adulto com cerca de 100kg.Ele é o grande Dogue Alemão, bem representado na cinofilia cearense, ainda que com poucos criadores. Dois deles são referência nas pistas, Odijas Frota, do Canil Gigantes do Sertão, e Vagner Viana, do Ennals Kennel. “Escolhemos a raça porque é superafetuosa com crianças e extremamente confiável, de temperamento equilibrado e muito eficiente como cão de guarda. Além de ser obediente e de fácil manejo”, afirma Odijas, que cria Dogue Alemão há 10 anos.

Fêmea “Bonny” e demais cães adulto e filhotes do Canil Gigantes do Sertão, que estão entre os melhores exemplares da raça no Norte e Nordeste. No alto (à direita), o cão “Ali”, do Canil Ennals Kennel, também é destaque na região

Já Vagner é um dos pioneiros no segmento. Há 27 anos, dedica-se ao aperfeiçoamento da raça. “Escolhi criar Dogue pelo seu temperamento maravilhoso, o porte grande e elegante, atributos que não são vistos com frequência em outras raças”. Conforme destaca, este cão reúne os atributos de companhia e guarda sem ser agressivo. “Somente reage assim, quando provocado de forma severa”.

O grande porte, por si só, intimida a desconhecidos. Porém, segundo atestam os criadores, o Dogue nutre um apego imensurável por todos da casa. “Ele chega a sentar no colo do dono, sem se dar conta de que é um gigante”, conta Vagner. “Mas quando necessário, para proteger sua casa e os membros da família, é seguro e determinado”.

Odijas Frota também não economiza palavras quando é para mostrar as vantagens desta raça. “Por ser um cão grande e equilibrado, possui alta tolerância a dor e reações bastante ponderadas. Não agride a ninguém sem razão, por isso é ótimo tanto para guarda como para companhia. É um, cão, ao mesmo tempo, elegante e imponente”.

O grande porte traz algumas especificidades do cão. Os criadores explicam que o padrão da raça aponta o tamanho de 80cm a 90cm para os machos; e de 72cm a 84cm para as fêmeas. Normalmente, um macho adulto pesa de 75kg a 100kg, ficando a fêmea entre 60kg a 80kg.

Perfil do criador

Pelo tamanho, é fácil concluir que a raça não é para qualquer criador. Odijas até arrisca afirmar ser possível criar um Dogue em apartamento, mas o dono deve ter muita disponibilidade para levar o cão para caminhadas ao menos duas vezes por dia. Já na avaliação de Vagner, conviver com a raça em apartamento não é tarefa fácil. “Eu mesmo já lancei mão disto. No entanto, não é tarefa fácil devido ao rápido crescimento do cão, às exigências de pisos rústicos e de exercícios que todos os filhotes devem realizar. Aconselho que se tenha, pelo menos, uma casa com um bom espaço para a criação”.

Dogue "Ali", do Ennals Kennel, de Vagner Viana/ FOTOS: cedidas pelo criador
Dogue “Ali”, do Ennals Kennel, de Vagner Viana/ FOTOS: cedidas pelo criador

“O criador tem que ser apaixonado pela raça e não medir distância para oferecer o que tiver de melhor para seu cão, bem como trabalhar forte, no sentido de aproximá-lo ao máximo do padrão. A verdade é que não é um cão para qualquer pessoa”, afirma Vagner.

Pensando da mesma forma, Odijas traça o melhor perfil para um criador desta raça. “Tem quer ser uma pessoa com disponibilidade de tempo para curtir seu amigo. Tem que gostar de chamar atenção por onde andar com seu Dogue, pois ele jamais passará despercebido”. O seu canil, o Gigantes do Sertão, fica em São Gonçalo do Amarante, e é especializado na criação de Dogues nas cores arlequins, pretos, dourados e tigrados.

A base de sua criação são exemplares originários da Europa. No Brasil tem parceria com o Canil Solar Wonderful, de Santa Catarina, há 8 anos o melhor criador da raça no Brasil. “Atualmente a raça vem se desenvolvendo no Ceará, com o ingresso de novos proprietários e com a importação selecionada de novos exemplares”, afirma Odijas. Ele aponta que um dos fatores favoráveis para a raça no Estado é a integração entre criadores e proprietários, compartilhando os cães, disponibilizando filhotes e sêmens.

“Com isso, podemos ter as melhores linhas de sangue do País e do mundo compartilhadas entre todos os criadores do Estado. Neste ano, somente do nosso canil, devemos oferecer cerca de 70 filhotes. 80% destes ficarão no próprio Estado”, afirma ele.

Já Vagner Viana diz que sua criação se pauta com poucos exemplares com qualidade. Tem, basicamente, cães de origem norte-americana, privilegiando as fêmeas.

A raça está bem representada nas exposições do Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC), com animais campeões. Estes eventos estão entre os maiores do País, ficando atrás apenas das exposições de São Paulo e do Rio de Janeiro.

dogue4Vantagens

“Ter um Dogue Alemão é ter um amigo fiel e amável, que está ao seu lado em todos os momentos, na companhia e na guarda”
Odijas Frota
Do Canil Gigantes do Sertão

“A raça tem um temperamento maravilhoso, um porte grande e elegante. É seguro e determinado”
Vagner Viana
Do Canil Ennals Kennel

Mais informações: Canil Gigantes do Sertão – Odijas Frota/Juliana Régia – (85) 9999.3376/ Canil Ennals Kennel – Vagner Viana (85) 3295.0999/ 8548.7958

14:40 · 23.01.2013 / atualizado às 14:40 · 23.01.2013 por

Que legal! O fotógrafo Nilton Novaes, também criador de Pastor Branco, e o criador de Dogue Alemão, Odijas Frota, grandes colaboradores em recente reportagem na nossa Página de Bem-Estar Animal (toda terça-feira no Diário do Nordeste), me avisa do recorde de compartilhamentos da referida matéria no Facebook. Já são mais de 1.300 pessoas que compartilharam a reportagem “Crianças que convivem com cães têm melhor socialização”. É isso aí, minha gente! É a prova de que cada vez mais pessoas descobrem a paixão por cães! Muito bom!!!

06:47 · 15.01.2013 / atualizado às 06:47 · 15.01.2013 por

Atenção, papais e mamães: crianças e cães combinam perfeitamente! Confiram o que dizem os médicos veterinários e criadores de cães. As fotos são do Nilton Novaes. Está na manchete de hoje da Página de Bem-Estar Animal, do Diário do Nordeste. Maravilha!

João Castro, 2 anos, com filhotes de Dogue Alemão, do Canil Gigantes do Sertão, mantido pelos pais Odijas Frota e Juliana Régia FOTOS: NILTON NOVAES nilton novaes

Fortaleza. Superar medos e desenvolver sentimentos como carinho, amor e amizade, com base no respeito e na responsabilidade. Estas são algumas vantagens para crianças que convivem com cães em casa. Por isto, aumenta o número de famílias que decidem manter animais no convívio doméstico.
Para o casal de veterinários Ticiana Franco, da Faculdade de Veterinária da Universidade Estadual do Ceará (Favet-Uece), e Daniel Uchoa, do Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC), o convívio com os animais de estimação influencia positivamente na socialização das crianças.
Por isto, eles não tiveram dúvidas em compatibilizar o papel de pais da garota Letícia, com a função de criadores das raças Boxer e Bulldogue Francês. A filha Letícia, de 1 ano e 11 meses de idade, convive com os animais desde quando ainda estava na barriga da mãe.

A garota Letícia, de 1 ano e 11 meses, com filhote de Bulldogue Francês da criação mantida pelos pais, os veterinários Daniel Uchoa e Ticiana Franco FOTOS: NILTON NOVAES

“Na nossa experiência, o contato físico com os cães, o som das batidas do coração e do latido dos cães adultos e o grunhido dos filhotes foram apresentados desde a gestação para a Letícia. Na fase neonatal até os 6 meses, fez também contato visual com raças tranquilas, que não latiam na presença dela e não a assustaram. Após seis meses, iniciou-se o contato físico, passando o pezinho e a mãozinha dela na cabeça, no dorso, na barriga de filhotes, depois cães adultos. Aos 11 meses, ela segurava a guia, brincava sozinha, sob supervisão atenta, com os Boxers Lara, Fetiche e Ícaro, e com o Buldogue Francês, Bóris”, conta Ticiana.
Conforme explica Daniel, acompanhar os primeiros contatos, supervisionando a interação e explicando que o cão é um novo membro da família é essencial para o sucesso da convivência. “Mostrar à criança as atividades diárias do cão: dormir, comer, beber água, defecar, urinar, passear, tomar banho, limpar orelhas e também nas visitas ao veterinário para vermifu-gação, vacinas, higiene dentária e demais orientações. Assim, a depender da idade da criança, ela verá o cão como um amigo e não como um brinquedo”, garante o médico.
Segundo Daniel, as crianças bem pequenas ainda não sabem distinguir o cãozinho de um bichinho de pelúcia. Daí podem machucar o animal e este pode reagir à “agressão”. Daí a importância do acompanhamento dos pais no dia a dia e na escolha da melhor raça para a convivência com a criançada. Algumas raças são ideais para este convívio, por serem mais tolerantes a carinhos mais fortes.

Letícia, então com 11 meses, e o Bulldogue Francês, Bóris FOTOS: NILTON NOVAES

Ele aponta as raças Boxer, Bulldogue Francês, Retriever do Labrador, Golden Retriever, Lhasa Apso, Shi Tzu, Dogue Alemão como mais tranquilas. “Os mais agitados Beagle, Terrier Brasileiro, conhecidos como Fox Paulistinha, e mesmo as raças tidas como mais perigosas ou utilizadas para guarda, como Fila Brasileiro, Rottweiler, Pastor Alemão e American Pit Bull Terrier podem ser excelentes cães de companhia para uma criança, desde que se conheça a personalidade do animal e o histórico genético e de criação dos pais e avós do animal. A interação também dependerá da personalidade da criança, se mais agitada ou tranquila, se é portadora de necessidades especiais ou não, do espaço físico e do objetivo dos pais na aquisição do cão”, aponta ele.
Já o casal de criadores de Dogue Alemão, Odijas Frota e Juliana Régia, também tem os filhos Pedro Canuto, 9 anos, e João Castro, 2, na convivência diária com os cães do Canil Gigantes do Sertão, mantido pela família em São Gonçalo do Amarante. “Crianças que convivem com animais em geral, especialmente com cães, normalmente têm mais sensibilidade, maior afetividade, um amadurecimento emocional e cognitivo superior se comparado a crianças que não têm essa oportunidade”, afirma Odijas Frota.

João Castro e os Doguinhos do Canil Gigantes do Sertão FOTOS: NILTON NOVAES

“Alem disso, também passam a ter uma melhor compreensão das fases da vida, como crescer, reproduzir e morrer, em consequência da menor longevidade dos animais”, completa.
Ele diz que os dois filhos convivem com os Dogues desde que nasceram. Conta que cada um deles escolheu seu próprio cão e se sente responsável por ele. Pedro ficou com o Dogue Alemão mantado, chamado “Azulão”, e João escolheu “Amelinha”, uma Dogue plaqueada que ele faz o que quer com ela.
“Foram resultado da primeira ninhada que os nossos filhos acompanharam. João, inclusive, já treina com os cães para exposições. Esperamos que até o final de 2013, possamos estrear em pista com ele apresentando um dos filhotes de nossa criação”, comemora.
Os veterinários Daniel Uchoa e Ticiana Franco mantêm o Canil Grande Canafístula. Para Daniel, no dia a dia, dependendo da idade da criança, é possível ela adquirir algumas responsabilidades junto ao animal de estimação. “Dependendo do porte ou da raça escolhida, a criança pode desenvolver algumas responsabilidades como ajudar a encher uma vasilha de água, jogar uma medida de ração no comedouro, ajudar no banho, na escovação do pelo, a recolher as fezes, tudo de uma forma lúdica, agradável, sem tornar isto uma obrigação para ela”, diz Daniel.

Letícia, então com 11 meses de idade, e o Bóxer Ícaro, do canil dos pais, Grande Canafístula FOTOS: NILTON NOVAES

Sobre as possíveis alergias infantis causadas por animais de estimação, apontadas por alguns pediatras, Ticiana Franco prefere contar com estudos que provam o contrário. “Em uma rápida busca, há estudos que mostram que crianças que convivem nos primeiros anos de vida com animais de estimação estão menos propensas a desenvolver alergia, pois o seu sistema imunológico já está “acostumado” com os agentes alergênicos encontrados nos animais”, mostra ela. No contraponto, continua: “Já o sistema imunológico de crianças sem contato com animais não reconhece os agentes alergênicos provocando reações. Esta foi também a informação que nos foi dada pela minha obstetra e pela pediatra da Letícia. O que percebemos é que, talvez nenhum filho de colegas veterinários que teve ou tem convivência com animais desde cedo, possui problemas alérgicos; e que ouvimos muitas pessoas dizerem que o médico contraindicou o cão para as gestantes e as crianças sem diagnosticarem com exames específicos se a mãe ou a criança é alérgica”.
Para Odijas, a convivência entre crianças e animais traz muitos ensinamentos. “Nos ensina muito mais do que ensinamos a eles. É uma relação sincera em que o cão se submete aos desejos da criança apenas pela atenção e carinho. Demonstram o verdadeiro significado da vida: amar sem interesse, sem esperar nada em troca”, afirma.

MAIS INFORMAÇÕES: Canil Grande Canafístula – Daniel Uchoa (85) 8859.1014/ 99251014 – danielcoutouchoa@terra.com.br / Canil Gigantes do Sertão – Odijas Frota – (85) 8681.7228 – odijas65@hotmail.com

 

18:47 · 11.12.2011 / atualizado às 18:47 · 11.12.2011 por

Os cães de exposição não se classificam como pets, mas também brilham neste blog! Confiram:

Governador Cid Gomes e presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, deputado Roberto Cláudio, prestigiam exposições de cães de raça

Handler Wladir Uchoa apresenta cão da raça Boxer durante a exposição. Foto: Viviane Pinheiro

Fortaleza. A Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC) e o Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC) realizaram no fim de semana o 1º Evento Cinófilo Conjugado, com a participação de 200 cães de todo o Brasil, no Colégio Farias Brito (FB Central), na Capital.
O presidente do KCEC, Roberto Cláudio Frota Bezerra, avaliou que o evento fecha o calendário de grandes exposições do Kennel em 2011. Deste vez foram exposições internacionais e panamericanas, com os juízes Pedro Teja (Guatemala), Fernando Madeira (Portugal), Mauro Anselmo Alves (Brasil), Daniel Ceres Rubio (Brasil).

A imponência dos Dogues Alemães: Odijas Frota, do Canil Gigantes do Sertão, é o primeiro à esquerda

Pela primeira vez, a CBKC realiza evento fora do Rio de Janeiro. Roberto Cláudio avalia como um reconhecimento da cinofilia cearense, de grande destaque no cenário nacional.
Entre os cães participantes, havia exemplares importados da Rússia, Espanha, Hungria, Inglaterra, numa prova de que os criadores do Estado estão dispostos a aperfeiçoar, cada vez mais, as respectivas raças. Destaque para os cães das raças Boxer, Fila Brasileiro, Bulldog Francês, Bulldog Inglês, Rottweiler, Pastor Alemão e Dogue Alemão.
O diretor de exposições do KCEC, Luís Eduardo Mendes, avalia que a cinofilia cearense registra crescimento expressivo, tanto em relação aos animais participantes das exposições, como na quantidade de registros de pedigree no âmbito do Kennel Clube do Ceará.
Convênio

Os Bulldogs Franceses brilharam na pista! Tem coisa mais fofa?!?

Um grande incentivo para o setor é o convênio assinado entre o KCEC e a Universidade Estadual do Ceará (Uece), para oferta da disciplina obrigatória de Cinotecnia na Faculdade de Veterinária daquela instituição.
O convênio foi assinado no gabinete do governador Cid Gomes, que no sábado, visitou a exposição, acompanhado do presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, deputado Roberto Cláudio, que também é criador de Boxer.
Durante as exposições, empresas como a Guabi e a Avipec apresentaram produtos.

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08:03 · 23.02.2011 / atualizado às 11:05 · 24.02.2011 por

Bonny e João olho no olho!/Foto: Nilton Novaes

Vejam que pérolas raras! São Bonny e João, olho no olho, em momento ímpar. Ela é Bonny Solar Wonderful,  uma Dogue Alemão tigrada, de 12 meses de idade,  de propriedade do Canil Gigantes do Sertão. Ele é João Castro Frota, bebê mais que lindo de 5 meses de idade, filho de Odijas Frota e Juliana Régia Castro. O Gigantes do Sertão  é um canil especializado na criação de Dogues Alemães pretos, mantados, arlequins e tigrados. Os cães são provenientes da melhor linhagem da raça do Brasil (100% Solar Wonderful).    Seus proprietários, Odijas Frota e Juliana Castro, estão felizes com o desempenho de seus cães nas pistas de exposições. Os interessados podem manter contato pelo (85) 86813728. Vale destacar que eles estão com ninhada maravilhosa de novos Doguinhos. Imperdível!

Vale destacar que a foto incrível foi feita por Nilton Novaes, que além de criador de referência em Pastor Branco, revela-se como excelente fotógrafo de cães!