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Tag: Fila Brasileiro


08:53 · 02.08.2018 / atualizado às 08:53 · 02.08.2018 por

Os cães de companhia lideram na preferência dos cearenses! De acordo com o Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC), das dez raças com maior número de registros de cães junto à entidade, sete são de companhia. Os números consolidados de registro de cães referem-se ainda ao ano de 2017, mas refletem uma tendência atual.

O vice-presidente do KCEC, Luiz Eduardo Matos Mendes, aponta as dez raças mais preferidas pelos cearenses, considerando os números de registro de cães:

  1. Shih tzu – 1.376 registros
  2. Yorkshire Terrier – 697
  3. Buldogue Francês – 469
  4. Pug – 387
  5. Golden Retriever – 343
  6. Rottweiler – 289
  7. Spitz Alemão Anão – 245
  8. Fila Brasileiro – 235
  9. Bulldog (Buldogue Inglês) – 197
  10. Maltês – 188 registros

Os cães de guarda, como Fila e Rottweiler, vêm em segundo lugar na preferência. “Numa metrópole como a nossa, os cães, em sua maioria, perdem suas funções originais, tais como caçar, farejar, pastorear etc. Daí sobram então duas funções básicas: a guarda, para aqueles que ainda moram em casas, considerando a insegurança urbana; e a função de companhia, que é própria das raças do Grupo 9”, afirma Luiz Eduardo. “E também vale considerar que, cada vez mais, as pessoas estão solitárias, ou moram sozinhas, ou ainda, as familias têm menos filhos. Os pets de companhia estão ocupando este espaço”, completa.

Vice-presidente do Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC), Luiz Eduardo Matos Mendes / Foto: Nilton Novaes

“Ao longo da história da humanidade, o melhor amigo do homem sempre esteve ao seu lado para atender as suas necessidades que mudam junto com a evolução humana. Por isso, o crescimento, não só no Ceará, mas no mundo, das raças de companhia, não só por serem menores, mas por serem mais fácies de adaptação aos apartamentos, visto, por exemplo, a substituição de um Akita por um Shiba, ou de um Collie por um Pastor de Shetland; mas, principalmente, por nos dar alegria de preencher o vazio de nossas vidas. Ficam juntos conosco pedindo e dando unicamente carinho“, complementa o vice-presidente do KCEC.

Com base nos dados da Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC) sobre as dez raças e seus respectivos grupos, conforme o padrão técnico de cada uma, e também com alguns itens dos sites Cachorrogato e Tudo sobre cachorros, veja abaixo informações gerais sobre os cães preferidos dos cearenses (origem, aparência geral, temperamento).

Vale o alerta: preferimos não trazer preços de cães uma vez que o mais correto é se informar junto aos próprios criadores. Sim, se você está interessado em adquirir um exemplar de uma das raças, entre em contato com o Kennel Clube do Estado do Ceará, se informe sobre o respectivo criador e visite o canil. Desta forma, estará agindo com responsabilidade e combatendo a ação dos chamados “cachorreiros”, que não respeitam o bem-estar animal e reproduzem ninhadas sem se preocupar com os padrões das raças, visando apenas o comércio indiscriminado.

As fotos são do fotógrafo especializado em cinofilia, Nilton Novaes, que mantém em seu Facebook o “Cantinho das Raças by NN”.

As Dez raças com maior número de registros de cães no KCEC

Fotos: Nilton Novaes

Shih tzu – 1.376 registros
Grupo 9 – Cães de companhia
Utilização: Cão de Companhia.

As pessoas tendem a se confundir entre os Apso e Shih Tzu, mas há uma série de diferenças muito distintas entre eles. As raízes desta raça estão no Tibete, mas ela foi desenvolvida na China, onde cães como estes viviam nos palácios imperiais. A China se tornou uma república em 1912, após o que exemplares da raça encontraram seu caminho para o ocidente, embora a primeira importação registrada para a Grã-Bretanha não ocorreu antes de 1931. Foi reconhecida como uma raça distinta de outras raças orientais em 1934, sendo concedido um registro separado pelo The Kennel Club em 1940, com certificados para campeonato disponibilizados a partir de 1949. O visual do crisântemo para a cabeça do Shih Tzu é o mais atraente, e isso é causado pelo crescimento do pelo para cima, na ponte nasal. Robusto, pelagem abundante, mas não excessiva, com um distinto porte arrogante e com uma cabeça com aspecto de crisântemo. Inteligente, ativo e alerta. Carinhoso e independente.

Yorkshire Terrier – 697 registros
Grupo 3 – Terriers
Utilização: Cães de companhia

O Yorkshire Terrier é oriundo da mesma localidade do Airedale Terrier e foi visto pela primeira vez em torno dos anos 1850. O velho Terrier Preto e Castanho (“Tan”) está por trás (da formação) do Yorkshire Terrier, juntamente com outras raças como o Maltês e o Sky Terrier. O nome atual foi aceito em 1870. Dentre as qualidades características das raças Terriers inclui-se o instinto de caça, seja por um brinquedo em casa ou um roedor no jardim. De pelagem longa, com o pelo pendendo completamente reto e uniformemente para baixo em cada lado, dividido por uma linha que se estende da trufa à extremidade da cauda. Muito compacto e elegante, portado muito verticalmente, conferindo um ar importante. Terrier de companhia alerta e inteligente. Vivaz e igualmente disposto.

Buldogue Francês – 469 registros
Grupo 9 – Cães Toy e de Companhia
Utilização: Cães de Companhia

Provavelmente surgiu, como todos os dogues, dos Molossos do Epirus e do império romano, parente do Bulldog da Grã-Bretanha, dos Alanos da Idade Média, dos dogues e pequenos dogues da França, o buldogue que conhecemos é um produto de diferentes cruzamentos feitos pelos criadores apaixonados nos bairros populares de Paris nos anos 1880. Naquela época cão de forte Halles – açougueiros, cocheiros – e cedo conquistaram a alta sociedade e o mundo dos artistas pelo seu físico e particularmente pelo seu caráter. Ele então se propagou rapidamente. O primeiro Clube da raça foi fundado em 1880 em Paris. O primeiro registro data de 1885 e o primeiro padrão foi estabelecido em 1898, ano no qual a Sociedade Canina Central (Kennel Club Francês) reconheceu o Bulldog Francês como raça. O primeiro cão dessa raça foi exposto no início de 1887. O padrão foi modificado em 1931-1932 e 1948. O tipo é o de um molossóide de pequeno porte. Cão possante para seu pequeno talhe, brevilíneo, atarracado, compacto em todas as suas proporções, de pelo curto, com uma trufa achatada, de orelhas eretas e com uma cauda naturalmente curta. Ele deve ter a aparência de um cão ativo, inteligente, muito musculoso, de estrutura compacta com uma sólida ossatura. Nenhum ponto é exagerado comparado aos outros, o que poderia destruir a harmonia geral ou dar ao cão uma aparência disforme de gênero ou de movimento. Como um bom cão de companhia, é sociável, alegre, brincalhão, possessivo, ativo.

Pug – 387 registros
Grupo 9 – Cães de Companhia
Utilização: Cães de companhia

Uma certa quantidade de especulação existia sobre a origem desta raça, que parecia ter vindo do Oriente. Seu país de origem é listado como a China, onde os cães de nariz (trufa) arrebitado sempre foram favorecidos. Ele encontrou o seu caminho para a Europa com os comerciantes da Companhia Holandesa das Índias Orientais e desde o ano de 1500 já eram admirados nos Países Baixos. Na verdade, o Pug se tornou o símbolo para os patriotas reais. O Pug chegou à Inglaterra quando Guilherme III subiu ao trono. Até 1877, a raça era vista apenas na cor fulvo, mas nesse ano um casal preto foi introduzido a partir do Oriente. Decididamente quadrado e robusto, ele é “multum in parvo” (muito em pouco, ou seja, cão compacto e atarracado), como mostra sua forma compacta, suas bem ajustadas proporções e sua musculatura rija, mas nunca deve apresentar patas curtas nem ser magro e pernalta. De grande charme, dignidade e inteligência. Equilibrado, feliz e muito disposto.

Golden Retriever – 343 registros
Grupo 8 – Retrievers, Levantadores e Cães d’Água
Utilização: Cão de caça

Gerado na Grã-Bretanha, em meados do século XIX, o Golden Retriever foi desenvolvido a partir da mistura de diferentes raças caninas, incluindo Water Spaniel (já extinta), Terra Nova e Setter Irlandês – embora haja estudiosos que acreditam que o Bloodhound também faça parte dessa base que deu origem ao Golden. Goldens parecem Labradores de pelo longo, mas tem o temperamento mais calmo e se adaptam melhor em apartamentos. Amigo de todos, o Golden Retriever é conhecido por sua natureza devotada e protetora como companheiro da família. Ele vai fazer suas buscas esportivas também em apartamento, e anseia por um dia no campo. Ignorar sua natureza ativa e sua poderosa estrutura física pode levar a problemas de comportamento. Essa raça precisa de exercícios físicos e mentais todos os dias. Ele tende a ser excessivamente exuberante e agitado, e seu entusiasmo pelas coisas o distrai facilmente durante o treino. Porém, ele é louco para agradar e adora aprender. Obediente, inteligente, possui natural habilidade para o trabalho, amável, amigo e confiável.

Rottweiler – 289 registros
Grupo 2 – Pinscher e Schnauzer, Molossóides, Boiadeiros e Montanheses Suíços e raças assemelhadas
Utilização: Tração, guarda e boiadeiro

O Rottweiler figura entre as raças mais antigas. Sua origem remonta à época dos romanos, onde foi criado como um cão de guarda e boiadeiro. Esses cães imigraram com as legiões romanas através dos Alpes, guardando homens e tocando o rebanho. Nos arredores de Rottwell, eles se encontraram com os cães da região. Houve, então, uma miscigenação. A tarefa principal do Rottweiler voltava a ser a condução e a guarda de grandes rebanhos, de grandes animais e a defesa do seu dono e seu patrimônio. Ele recebeu esse nome por causa da antiga cidade de Rottweil: Rottweiler Metz-gerhund (Cão de açougueiro de Rottweil). Os açougueiros criaram esta raça por pura exibição, sem qualquer utilidade para ele. Assim, no decorrer do tempo, este cão de passeio passou a ser mais utilizado como cão de tração. No início do século, quando se pesquisaram diversas raças para a função policial, o Rottweiler também foi avaliado. Em pouco tempo demonstrou ser extraordinariamente adequado às tarefas do serviço policial. Por esta razão, no ano de 1910, foi oficialmente reconhecido como um cão policial. A criação do Rottweiller pretende um cão forte, preto com marcações em marrom avermelhado, claramente definidas, que, apesar do aspecto geral massudo, não deve prescindir de nobreza, sendo altamente indicado como cão de companhia, proteção e utilidade. É um cão robusto, porte de médio para grande, sem ser leve, grosseiro, pernalta ou esguio. Sua estrutura, em proporções corretas, forma uma figura compacta, forte e bem proporcionada, revelando potência, agilidade e resistência. É, basicamente, amigável e pacífico, muito apegado, adora crianças, fácil de se conduzir e ávido por trabalho. Sua estampa revela primitivismo, é autoconfiante, com coragem e nervos firmes. Sempre atento a tudo que o cerca, reage com grande presteza.

Spitz Alemão Anão – 245 registros
Grupo 5 – Spitz e tipos Primitivos
Utilização: Cão de guarda e companhia

Os Spitz Alemães são descendentes dos cães da Idade da Pedra: “Peat dogs” (Torfhund) “Canis familiaris palustris Rüthimeyer”, e mais tarde o Lake Dweller’s (Pfahlbau) Spitz; são as raças de cães mais antigas da Europa Central. Muitas outras raças foram criadas a partir delas. Nos países de línguas não germânicas, os “Wolfsspitz” são conhecidos como Keeshonds e os Spitz Anão como Pomerânia. Os Spitz cativam pela beleza de sua pelagem, feita para ficar externamente ao abundante subpelo. Particularmente impressionante é o forte tipo de juba ao redor do pescoço (“rufo”) e a espessa cauda atrevidamente portada sobre o dorso. A cabeça de raposa com olhos alertas e as pequenas orelhas pontudas, inseridas próximas uma da outra, dão ao Spitz sua característica única, uma aparência atrevida. O Spitz Alemão está sempre atento, esperto e é excepcionalmente devotado ao seu dono. É muito dócil e fácil de ser treinado. Sua desconfiança com estranhos e sua ausência de instinto de caça fazem dele um cão de guarda ideal para casas e fazendas. Ele não é nem tímido nem agressivo. Indiferente às intempéries, robustez e longevidade são seus atributos mais importantes.

Fila Brasileiro – 235 registros
Grupo 2 – Pinscher e Schnauzer, Molossóides, Boiadeiros e Montanheses Suíços e raças assemelhadas.
Utilização: Guarda e boiadeiro

Raça tipicamente molossóide. Poderosa ossatura, figura retangular e compacta, harmoniosa e proporcional. Apresenta, aliada a uma massa muscular, grande agilidade concentrada e facilmente perceptível. As fêmeas devem exibir feminilidade bem pronunciada, diferenciando-se, nitidamente, dos machos. O focinho é ligeiramente mais curto que o crânio. Dotado de coragem, determinação e valentia notáveis. Para com os de sua casa é dócil, obediente e extremamente tolerante com as crianças. É proverbial sua fidelidade, procurando com insistência a companhia dos donos. De comportamento sereno, revelando segurança e confiança própria, absorve perfeitamente ambientes e ruídos estranhos. É fiel à guarda da propriedade, dedicando-se, também, e, por instinto, às lides de gado e à caça de animais de grande porte. Caracteriza-se pela aversão a estranhos, sendo de manejo controlado particularmente em pista de exposição. Sua expressão, em repouso, é calma, nobre e segura. Nunca apresenta olhar vago ou de enfado. Em atenção, sua expressão é de determinação, refletida num olhar firme e penetrante.

Bulldog (Buldogue Inglês) – 197 registros
Grupo 2 – Pinscher e Schnauzer, Raças Molossóides, Cães Montanheses Suíços e Boiadeiros.
Utilização: Cão de companhia

O Bulldog foi o primeiro classificado como tal na década de 1630, embora houvesse anterior menção de tipos similares designados “bandogs”, hoje um termo reservado para um tipo de cão de briga. Usado inicialmente para o combate a touros (“bull-baiting”), o Bulldog também batalhou seu caminho através das rinhas de cães, mas depois de 1835 começou a evoluir para a versão de cara mais curta e atarracada que conhecemos atualmente. Ele entrou nas exposições em 1860 e, nos anos seguintes, viram uma grande mudança de personalidade. Um cão deliciosamente feio, com uma expressão de pugilista, que esconde um carácter amoroso e afetuoso com a família e amigos. Uma das raças autóctones mais antigas, conhecido como o Cão Nacional da Grã-Bretanha e associado em todo o mundo com a determinação britânica e do lendário John Bull. Pelo macio; atarracado, de estatura bastante baixa, largo, poderoso e compacto. Corpo razoavelmente curto, bem ajustado. Membros robustos, bem musculosos e em muito boa condição sem tendência à obesidade. O Bulldog dá uma impressão de determinação, de força e atividade. Alerta, valente, leal, confiável, corajoso, de aparência feroz, mas dotado de uma natureza afetuosa.

Maltês – 188 registros
Grupo 9 – Cães de Companhia
Utilização: Cão de companhia

O nome Maltês não significa que ele é originário da ilha de Malta, porque o adjetivo “Maltês” vem da palavra semítica “màlat” que quer dizer refúgio ou porto; esta raiz Semítica surge novamente em toda uma série de nomes de lugares marítimos; por exemplo o nome da ilha Adriática ilha da Méleda, a cidade Siciliana de Melita e também o da ilha de Malta. Os ancestrais deste pequeno cão viviam nos portos e cidades marítimas Centrais do Mediterrâneo onde caçavam camundongos e ratos que se encontravam em profusão nos armazéns dos portos e nos porões dos navios. Na lista de cães existentes na época de Aristóteles (384- 322 A.C.) ele menciona uma pequena raça para o qual atribui o nome latino de “canes malitenses”. Este cão era conhecido na Roma Antiga; companheiro favorito das matronas, foi elogiado por Strabon, poeta latino do Primeiro Século A.D. Representações do Maltês por numerosos pintores da Renascência mostram este pequeno cão nos salões da época, ao lado das belas damas daquele tempo. De tamanho pequeno, corpo alongado. Coberto por uma pelagem branca muito longa. Muito elegante com um distinto e orgulhoso porte da cabeça. Vivo, afetuoso, muito dócil e muito inteligente. Há muito tempo é o cachorrinho de colo preferido, e o gentil Maltês se encaixa lindamente nesse papel. Ele também tem um lado selvagem e ama correr e brincar. Apesar do seu ar inocente, ele é corajoso e rabugento, e pode desafiar cães maiores. Ele é um pouco reservado com estranhos. Alguns latem muito.

MAIS INFORMAÇÕES: Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC). (85) 3265.5040

21:25 · 28.05.2018 / atualizado às 21:25 · 28.05.2018 por

Dez ONGs de proteção animal do Ceará recebem apoio durante o grande evento cinófilo Américas e Caribe 2018, que acontece de 31 de maio a 3 de junho no Centro de Eventos do Ceará. São duas iniciativas: uma da Prefeitura de Fortaleza e sua Coordenadoria de Proteção e Bem-Estar Animal (Coepa); outra do Kennel Clube do Estado do Ceará, juntamente com seis fotógrafos especializados em cães. As ONGs beneficiadas são Abrace, Deixa Viver, Abrigo do Duda, São Lázaro, Abrigo da Estela, Novelo de Lã, Upac, Lar Tintin, GPA e Manda Chuva.

Em cada dia do evento, as ONGs se revezarão no estande oficial da Prefeitura/Coepa, divulgando seus trabalhos e realizando bazar com renda revertida para as atividades de proteção animal de cada entidade (confira cartaz ao lado). A coordenadora da Coepa, Toinha Rocha,  destaca a responsabilidade social na parceria. “Nossa parceria com as ONGs no evento internacional foi, principalmente, para dar visibilidade ao trabalho que essas instituições fazem na defesa e proteção animal. Mostrar que aqueles que criam cães de raças também podem se sensibilizar com os animais sem raça definida que estão, na sua grande maioria, sofrendo, passando fome, sede, calor e sem afeto. Um evento dessa grandiosidade tem que ter seu papel social. A Prefeitura de Fortaleza vai dividir com as ONGs seu espaço para que as mesmas mostrem seu trabalho, conquistem padrinhos e possam vender seus produtos. É a responsabilidade social do evento”.

A presidente da Abrace, Cristiane Angélica, também comemora. “Esse apoio dado pela Prefeitura de Fortaleza às ONGs, através da Coepa, e do Kennel Clube do Ceará e fotógrafos no evento internacional Américas e Caribe, é uma grande vitória para a proteção animal no nosso Estado, e porque não dizer, em nosso País. Por ser um evento de grande projeção, coloca ONGs e protetores ao lado de grandes expositores, abrindo portas para que os animais carentes tenham oportunidade de serem vistos de uma maneira digna. É importante que a proteção animal desperte a compaixão e a atitude das pessoas, e não apenas a piedade. Dessa forma, poderemos dar as mãos e aliar forças em prol do bem-estar animal, trazendo benefícios de forma duradoura e coerente, alinhada ao nosso projeto maior que é lutar em favor dos animais, contra o abandono e os maus-tratos. É a razão e o coração imbuídos de um propósito maior: o amor aos animais“.

Fotografias de arte

Outra iniciativa de grande impacto nesse apoio é a exposição de fotografias de arte, tendo os cães como tema, na autoria dos fotógrafos Nilton Novaes, Bibbo Camargo, Bruno Santana, Johnny Duarte, João Alexandre e Edmilson Reis. São 40 quadros que ficam em exposição durante os quatro dias de evento, disponíveis à venda, com renda revertida para os trabalhos das dez ONGs participantes da programação. Cada imagem configura verdadeira obra de arte em forma de fotografia. Confira a seguir uma pequena mostra, de encher os olhos!

Fotografia de Nilton Novaes

Fotografia de Bibbo Camargo

Fotografia de Bruno Santana

Fotografia de Johnny Duarte

Fotografia de João Alexandre

Fotografia de Edmilson Reis

A Exposição Américas e Caribe 2018  é promovida pela Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC), presidida por Sérgio de Castro, e Federação Cinológica Internacional (FCI), que tem Rafael De Santiago como presidente, com apoio logístico do Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC), tendo na presidência Roberto Bezerra. A Américas e Caribe, presidida por José Luiz Payró, é uma das Seções da FCI.

MAIS INFORMAÇÕES: Exposição Américas e Caribe 2018, de 31 de maio a 3 de junho, a partir das 9h, no Centro de Eventos do Ceará. Entrada gratuita.

12:42 · 27.05.2018 / atualizado às 12:42 · 27.05.2018 por

Tudo pronto para o grande evento cinófilo Américas e Caribe 2018, de 31 de maio a 3 de junho no Centro de Eventos do Ceará. Estão inscritos 1.235 cães de cerca de 100 raças, vindos de diversos países do mundo. Handlers, criadores e cães já começam chegar a Fortaleza. A Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC), que promove o evento, com apoio logístico do Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC), divulgou comunicado confirmando a realização do evento dentro da normalidade, e confiando em solução breve para a paralisação dos caminhoneiros. As exposições têm entrada gratuita.

O grande evento cinófilo é promovido pela Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC), presidida por Sérgio de Castro, e Federação Cinológica Internacional (FCI), que tem Rafael De Santiago como presidente, com apoio logístico do Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC), tendo na presidência Roberto Bezerra. A Américas e Caribe, presidida por José Luiz Payró, é uma das Seções da FCI.

O vice-presidente do KCEC, Luiz Eduardo Matos Mendes, diz que os participantes da exposição já se hospedam em hotéis e canis da cidade. Na próxima quarta-feira, 30, serão abertos os acampamentos no Centro de Eventos do Ceará. As exposições acontecem em oito pistas simultâneas, e 41 juízes de diversos países fazem a avaliação dos cães.

O evento conta com patrocínio e apoio da Royal Canin, Prefeitura de Fortaleza, Dra. Myrza Melo, Mundo Pet, Honda Nova Luz, Hiseg Soluções Tecnológicas e Gestart Condomínios.

Confira a programação das Exposições no Centro de Eventos do Ceará, com entrada gratuita:

30/05/2018 (Quarta-feira): Abertura dos acampamentos e credenciamento.
31/05/2018 (Quinta-feira): Exposições especializadas e nacionais de raça, assembleia de delegados da seccional e congresso de juízes.
01/06/2018 (Sexta-feira): Abertura oficial do evento, exposição geral CBKC.
02/06/2018 (Sábado): Exposição geral comemorativa ao aniversário da CBKC.
03/06/2018 (Domingo): Exposição das Américas y el Caribe.

No dia 31, acontecem as Exposições Especializadas. Confira algumas pistas (veja a programação completa no site do evento):

No dia 01 de junho, após a Abertura Oficial do evento, acontece a Exposição Geral. Veja algumas pistas:

No dia 02 de junho, a Exposição Geral marca o aniversário da CBKC. Confira algumas pistas:

No dia 03 de junho, será a vez da Exposição da Seção Américas e Caribe, da FCI. Veja algumas pistas:

 

Mais informações: Exposição Américas e Caribe. FCI/CBKC/KCEC

14:09 · 19.01.2018 / atualizado às 14:24 · 19.01.2018 por

Atenção cinófilos e apaixonados por cães!! A partir de 1º de fevereiro começam as inscrições pelo Kennel Clube do Estado do Ceará para o grande evento internacional Américas e Caribe, que acontecerá em Fortaleza de 31 de maio a 3 de junho, no Centro de Eventos do Ceará. A programação geral já pode ser conferida no site do evento.

A Exposição das Américas e Caribe é um dos maiores eventos da cinofilia mundial, que após 15 anos volta a se realizar no Brasil. Está prevista a participação de mais de mil cães de 100 raças em média. Serão 8 pistas simultâneas de julgamento, 27 exposições especializadas de raças, 41 juízes convidados e uma estimativa de público de 15 mil pessoas nos quatro dias de evento.

A Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC), presidida por Sérgio de Castro, a Federação Cinológica Internacional (FCI), que tem Rafael de Santiago como presidente, e a Seção Américas e Caribe da FCI, com José Luiz Payro na presidência, realizam as exposições, com apoio logístico do Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC), presidido por Roberto Bezerra.

O vice-presidente do KCEC, Luiz Eduardo Matos Mendes, explica que as principais mudanças no regulamento da CBKC já são válidas para todas as exposições a partir deste ano são: Machos entram antes das fêmeas; volta da Classe Inicial; Filhote e Jovem tiram grupo antes do BIS; Filhote não pode mas ganhar a raça; Jovem agora é até 18 meses (antes era até 15 meses); e criação da Classe Intermédia (que vai de 15 a 24 meses).

Entre as pistas especializadas, estão das raças Akita, American Staffordshire, Basenji, Boxer, Buldogue Francês, Buldogue Campeiro, Chihuahua, Dálmata, Dogue Alemão, Golden Retriever, Pastor Alemão, Pug, Schnauzer Miniatura, Spitz Alemão Anão e Staffordshire Bull Terrier. Cinco raças das Especializadas são chanceladas por seus Conselhos na CBKC. São elas: Australian Cattle Dog, Dachshund, Fila Brasileiro, Rottweiler e Terrier Brasileiro.

Juízes de diferentes países da Ásia, Europa e das Américas foram convidados. Entre eles Barbara Muller (Suíça), David Miller (EUA), Denis Kuzelj (Bulgária), Franki Leung (China), Augusto Benedicto Santes (Filipinas), Gopi Krishnan (Malásia), Ilaria Ciabati (Peru), José Luis Payro (México), Miguel Angel Martinez (Argentina), Eugenio Aguiló (Chile) e os brasileiros Sergio de Castro, Jayme Martinelli, Clarice Oliveira e Gutenberg Soares.

Sobre as inscrições, Luiz Eduardo informa que o KCEC está desenvolvendo um sistema em separado que será acessado por meio do site do evento. “Começará em fevereiro. Vale lembrar que até o dia 4 de abril, a inscrição tem preço menor. Outra coisa importante é a data de encerramento, 4 de maio. Portanto, quatro semanas antes do evento”, ressalta ele.

A Exposição Américas e Caribe tem a Royal Canin como patrocinadora oficial, e a Prefeitura de Fortaleza e Honda Cidade Luz como apoiadores. Outros patrocínios serão divulgados brevemente.

A segunda edição da Revista Bem-Estar Animal, do Diário do Nordeste, já trouxe reportagem especial no ano passado sobre o evento. A terceira Revista será uma edição especial com os principais cinófilos, para circulação dentro do evento.

A infraestrutura do evento contará com 1.200m² de áreas de competição, 350m² de arquibancadas, duas áreas de alimentação, uma praça de convivência, ambulância, brigadistas, seguranças, entre outros equipamentos de infraestrutura, como o ambulatório veterinário, sob responsabilidade do Dr. Daniel Couto Uchoa, que funcionará 24 horas.

Uma novidade realizada pelo KCEC são as aulas gratuitas com os handlers Oiram Filho, Cláudio Cruz e Pablo Henrique, para os proprietários interessados em apresentar os próprios cães nas exposições.

“As aulas gratuitas são uma iniciativa do Kennel com apoio dos handlers. Queremos potencializar a participação dos cães, pois se os proprietários apresentarem também aumenta a possibilidade de participação. Além do que os handlers têm um limite de número de cães que conseguem apresentar”, explica Luiz Eduardo. A primeira aula será no dia 28 de janero, 17h, na Praça da OAB, para todos os Bulls (Inglês, Francês, Campeiro etc).

MAIS INFORMAÇÕES: Exposição Américas e Caribe, de 31 de maio a 3 de junho, Centro de Eventos do Ceará. contato@kcec.com.br / Aberto ao público.

 

 

 

 

americasyelcaribe2018.com.br

12:16 · 01.07.2017 / atualizado às 12:16 · 01.07.2017 por

Acompanhando uma tendência mundial, a Vibebox, site de capinhas e carregadores portáteis personalizados, lançou recentemente uma coleção de Pets que está fazendo maior sucesso. São capinhas para celular ou um carregador portátil com o nome e a raça do bichinho de estimação. O Ítalo Matos, da Vibebox, informa que são modelos com mais de 40 raças diferentes, entre elas: Shih tzu, Poodle, Maltês, Yorkshire, Pinscher, Chihuahua, Bulldogue Inglês, Fila Brasileiro, entre outras.

Em pouco mais de 4 meses de lançamento do site, suas redes sociais já possuem mais de 30 mil seguidores em todo Brasil, tanto no Facebook como no Instagram. A comodidade do novo serviço é poder encomendar as capinhas sem sair de casa. “A Vibebox entrega para todo o Brasil e a compra pode ser realizada por meio do site”, afirma Ítalo Matos.

MAIS INFORMAÇÕES: Vibebox Twitter: https://twitter.com/vibeboxstore -Facebook: http://facebook.com/vibeboxstore
Instagram: http://instagram.com/vibeboxstore
Site: http://vibebox.com.br
Pinterest: https://br.pinterest.com/vibebox/

10:48 · 22.06.2017 / atualizado às 17:23 · 22.06.2017 por

Uma verdadeira aula sobre cães, e o que é melhor, gratuita, acontece neste fim de semana na capital cearense! É o 2º Festival de Cães, promovido pelo Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC), sábado, 24, e domingo, 25, a partir das 8h30, no Ginásio Paulo Sarasate. Serão mais de 300 cães de 56 raças que desfilarão em pistas, para avaliação técnica de cinco juízes da cinofilia mundial.

O KCEC é presidido por Roberto Bezerra, que conta com o juiz cinófilo Luiz Eduardo Matos Mendes na vice-presidência. Segundo Luiz Eduardo, um dos destaques deste segundo festival será a realização, dentro do evento, de uma exposição especializada da raça Shar Pei. “Esta Especializada é a primeira do Nordeste”, afirma ele.

Nas exposições de cinofilia, os cães são avaliados em estrutura e beleza pelos juízes cinófilos / FOTOS: Nilton Novaes

O vice-presidente também destaca o quadro de juízes cinófilos convidados. “Teremos dois juízes asiáticos, um de Singapura e outro da China; uma juíza portuguesa e dois brasileiros completando o quadro de juízes”. São eles: Chua Ming Kok (Singapura), Andy Gong (China), Carla Molinari (Portugal), Maria Clarice (Brasil) e José Alberto Thiers (Brasil).

Luiz Eduardo aponta as raças que tiveram crescimento de inscrições para esta segunda edição de provas. “Destaco a volta da presença forte da raça American Pit Bull com 15 cães; e crescimento de outras raças como Australian Cattle Dog, com 11 cães;  e Chihuahua, com 8 cães”.

O 2º Festival de Cães do KCEC tem na superintendência Rafael Moreno. Como árbitro reserva, atuará Gutemberg Soares. Evilázio Fernandes é o médico veterinário responsável.

Os cães são divididos por grupos de raças. Cada uma segue padrão técnico internacional

No sábado, 24, acontecem as exposições especializadas das raças Buldogue Francês, com julgamento de Carla Molinari; Shar Pei, avaliação de Andy Gong; e Pug, com Chua Ming Kok. No mesmo dia, a partir das 12h30, acontece a exposição com outorga do Certificado de Aptidão a Campeonato Internacional de Beleza (Cacib), concedido pelos juízes convidados, do Quadro de Árbitros da Federação Cinológica Internacional (FCI). A idade mínima para obtenção do Cacib é de 15 meses.

No domingo, 25, acontecem as Exposições Panamericanas. Nas pistas do Festival, os juízes avaliam os cães nos quesitos estrutura e beleza. As raças estão divididas em 11 grupos. Cada uma delas, tem um padrão técnico definido, aprovado pela FCI, e seguido pela Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC) e seus clubes associados, como o KCEC.

As exposições do Kennel Clube do Estado do Ceará têm sido recorde no País em número de cães inscritos

A avaliação técnica busca premiar os cães que mais se aproximam do padrão técnico de cada raça. Primeiro as fêmeas, depois machos (filhotes, jovens e adultos). Concorrem cães com pedigree. No final das competições, são escolhidos os melhores dos grupos, e de todas as pistas, no Best in Show.

MAIS INFORMAÇÕES: 2º Festival de Cães do Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC) 85 – 3265.5040. A partir das 8h30min, Sábado, 24, e domingo, 25, no Ginásio Paulo Sarasate, Rua Ildefonso Albano, 2050, bairro Dionísio Torres. Entrada gratuita.

 

 

 

16:45 · 05.12.2016 / atualizado às 16:45 · 05.12.2016 por

Mais um sucesso de público e de raças caninas acontece no Festival de Cães do Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC). Em sua terceira edição de 2016, as competições aconteceram no fim de semana no Siara Hall, em Fortaleza (CE),  com a participação de 367 cães de 70 raças. A Revista Bem-Estar Animal, do Diário do Nordeste, confere o grande evento que já se torna tradicional na cinofilia brasileira. As fotos das pistas foram cedidas gentilmente pelo fotógrafo e cinófilo Nilton Novaes. Já as fotos da revista e sua equipe foram feitas pelo fotógrafo do Diário do Nordeste, Luiz Carlos Moreira.

Para julgar os cães em pista, foram convidados os juízes David Miller (EUA), Mukul Vaid (Índia), Ilária Bionde de Ciabatti (Peru), Fernando Madeira Rodrigues (Portugal) e Gabriel Valdez (Colômbia). O KCEC tem como presidente Roberto Bezerra e como vice-presidente, Luiz Eduardo Matos Mendes. José Alberto Brás Thiers (Brasil) foi o árbitro reserva do Festival, que teve como superintendente Rafael Mendonça Bezerra Moreno, e como médica veterinária Juliana Furtado Lima Verde.

Os cães são avaliados em estrutura e beleza. Entram nas classes filhote, jovem e adulto. Primeiro as fêmeas depois os machos. Em seguida são julgados os melhores das raças e dos grupos caninos. No final, acontece o Best in Show para escolha dos melhores da exposição.

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10:06 · 16.07.2016 / atualizado às 10:07 · 16.07.2016 por
O Canil Faruck do Maranguape tem Fila Brasileiro de alta linhagem. Está com filhotes de excelente cruzamento - Fotos: Nilton Novaes
O Canil Faruck do Maranguape tem Fila Brasileiro de alta linhagem. Está com filhotes de excelente cruzamento – Fotos: Nilton Novaes

O Ceará é referência em Fila Brasileiro, raça canina originária do nosso País, caracterizado pela resistência e rusticidade. Está no grupo de cães de guarda mas é um excelente amigo da família. Sua fidelidade aos donos e o carinho com crianças da casa são pontos fortes em seu temperamento.

O Canil Faruck do Maranguape, de propriedade de Sueli Cordeiro e Alexsandro Cordeiro, é referência nacional e internacional na criação de Filha Brasileiro. No plantel há cães de alta linhagem, com título de campeões nas exposições de cinofilia. É com muita responsabilidade que os dois criadores desenvolvem a raça há mais de 20 anos.

Sueli e  Alexsandro entendem bem quando o assunto é Fila Brasileiro, pois são estudiosos desta raça que encanta muitas famílias em diferentes países. Os cães do Faruck do Maranguape, além de terem alta linhagem, se prestam muito bem tanto para o trabalho de segurança da propriedade, bem como para companhia da família. O que é melhor, também têm talento para brilhar nas pistas de exposições da cinofilia nacional e mundial.

É fundamental em toda raça canina, especialmente animais de grande porte, conhecer a procedência do cão, e os cruzamentos dos quais foi gerado. Isto evita que o cachorro apresente distúrbios de comportamento e problemas na convivência com os membros de sua família humana.

Faruck Maranguape 13346753_10209418609166888_5896489312051289452_nO Faruck do Maranguape está apresentando mais uma ninhada de excelência. “Estou muito feliz por essas maravilhas”, comemora Sueli. Os interessados em conhecer mais sobre o Fila Brasileiro e ver a beleza dos filhotes podem manter contato com os dois criadores.

História – Originário do Brasil, o Fila Brasileiro está no grupo de cão de guarda. De grande porte, tem altura média de 75cm e peso de 70kg. Na sua origem, é uma mistura de cães pastores, Mastiffs, Bulldogs e Bloodhounds, trazidos por colonizadores portugueses. Eram usados para pastorear gado, proteger casas (cães de guarda), caçar grandes felinos e ajudar as autoridades de segurança.
Faruck Maranguape 13423742_10209420724819778_7184697510442616752_nÉ um cão determinado e corajoso. Com estranhos, mostra autoridade e se impõe pelo medo, devido ao porte imponente. Este é um dos seus pontos forte: a aversão a estranhos. Por isso são excelentes cães de guarda. No entanto, pode ser bem dócil e obediente com seus donos e familiares, chegando a ser muito tolerante com crianças. É um cachorro que adora a companhia do dono e sempre tenta estar junto.

Os Filas são protetores da matilha (ou seja, a família que o cria). O adestramento desde cedo é fundamental. Por volta dos 7 meses de idade, eles já começam a mostrar potencial para guarda. Como são cães muito grandes e fortes, é importante que os donos tenham pulso firme e mostrem liderança desde muito cedo, para que o cão se torne obediente e respeite os criadores. Eles são muito inteligentes e tendem a aprender facilmente os ensinamentos dos donos.

 

Faruck Maranguape 13435583_10209420724779777_1045549599066546780_nMais informações: Canil Faruck do Maranguape, Rua Miguel Cândido Vitorino, 51, bairro Luzardo Viana. Maracanau (CE) – (85) 3383.2446 ou 98967.2446KCEC Fila Brasileiro Sueli Cordeiro 11188403_907518932647649_7283915751025855816_n

21:59 · 03.07.2016 / atualizado às 22:00 · 03.07.2016 por

KCEC 13528670_1139660599433480_3188346370432923130_nJuízes da Itália, Japão, Rússia, San Marino e do Brasil estarão julgando neste fim de semana, na Capital cearense, cerca de 350 cães de 70 raças. As competições fazem parte do 2º Festival de Cães promovido pelo Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC). O presidente da entidade, Roberto Bezerra, aponta que o evento está entre as três maiores exposições do Brasil. Os desfiles acontecem no Ginásio Paulo Sarasate, de 9 às 16 horas, com entrada gratuita. Podem participar cães com pedigree, a partir dos seis meses de idade. As inscrições dos participantes podem ser feitas até terça-feira, 5.

A novidade desta edição são as palestras sobre a Raça Fila Brasileiro, no sábado, 9: “Julgando a Movimentação do Fila Brasileiro”, proferida por Carlos Panagiotides (17h); e “O Novo Padrão do Fila Brasileiro”, apresentado por Eduardo Ferreira (18h).

O sábado é o primeiro dia das competições, com as exposições especializadas a partir das 9h, das raças Rottweiler, Golden Redtriever e Buldogue Francês. O vice-presidente do KCEC, Luiz Eduardo Matos Mendes, explica que o maior número de cães inscritos deve ser nessas raças. “Por isso, elas foram escolhidas para as especializadas”, afirma ele.

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Dasaiev Faruck do Maranguape, criação de Alexsandro Cordeiro e Sueli Cordeiro. A raça Fila Brasileiro será tema de palestras/ Fotos: Nilton Novaes

“A grande novidade deste 2º Festival são as palestras sobre a raça Fila Brasileiro, onde serão abordados o novo padrão da raça que entrará em vigor brevemente e a movimentação correta na avaliação dos juízes”, destaca Luiz Eduardo. Ele diz que a antecipação do calendário das competições, de agosto para julho, foi para incentivar um circuito de exposições que começa com João Pessoa, tendo na sequência Fortaleza e Crato, facilitando assim a vinda de mais cães do Sul e Sudeste do país para o Nordeste. “Vale a pena ressaltar a forte presença de juízes estrangeiros, o que será uma tendência dos grandes clubes, como parte do esforço para trazer a Mundial de 2022 para o Brasil. A ideia é mostrar nossa cinofilia ao mundo. E o caminho escolhido foi trazendo juízes de vários países”, comemora ele.

Julius (Dia's Bulls Julius), de propriedade de Irla Nogueira e Thalles Gomes. A raça Buldogue Francês terá pista especializada/ Foto: Nilton Novaes
Julius (Dia’s Bulls Julius), de propriedade de Irla Nogueira e Thalles Gomes. A raça Buldogue Francês terá pista especializada

Os juízes são Salvatore Tripoli (Itália), Elena Agafanova (Rússia), Shinichi Sonoda (Japão), Enrico Drudi (San Marino) e José Luiz Cunha de Vasconcelos (Brasil). Como árbitro reserva, José Roberto Brás Thiers (Brasil).

No domingo, a partir das 9h, acontecem as competições de todas as raças. O superintendente da Exposição é Rafael Mendonça Bezerra Moreno, e a médica-veterinária é  Juliana Furtado Lima Verde.

Mais informações: Kennel Clube do Estado do Ceará
Edifício Centurion Business / Av. Desembargador Moreira, 760, Sala 503, Meireles.
(85)3265-5040 / (85)3265-1533(Fax)
E-mail: contato@kcec.com.br
Site: www.kcec.com.br ou site www.dogshow.com.br

 

11:10 · 11.04.2016 / atualizado às 11:21 · 18.04.2016 por
Um show de estrutura e beleza. A cinofilia cearense é destaque nacional. FOTOS: NILTON NOVAES
Um show de estrutura e beleza. A cinofilia cearense é destaque nacional. FOTOS: NILTON NOVAES

O I Festival de Cães 2016 do Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC) superou as expectativas de todos! Com o apoio da Royal Canin e da Bichomania, o evento contou com 244 cães de 54 raças no fim de semana. O número foi quase 10% maior do que a primeira exposição do ano passado. Parabéns aos organizadores de mais este show da cinofilia cearense, destacando o presidente do KCEC,  Roberto C.F. Bezerra, seu vice-presidente, Luiz Eduardo Matos Mendes, e toda a equipe do Kennel Clube cearense. As exposições cearenses contam pontos para o ranking geral da Confederação Brasileira de Cinofilia (CBKC). O fotógrafo Nilton Novaes, especializado em cães, fez a cobertura completa das exposições. Um show de imagens!

KCEC abril 2016 12592376_1096525850413622_9039461849499186684_n“A primeira exposição do ano do KCEC esquenta de vez a disputa para a escolha dos melhores cães de 2016. Por ser a exposição do Norte/Nordeste que conta mais pontos para o ranking geral da CBKC, esta pontuação varia de acordo com o número de cães participantes, tanto na raça como no somatório dos cães participantes. Assim, os concorrentes têm primeiro uma disputa para ganhar sua raça para, em sequência, os campeões disputarem o Best in Show, ou seja, escolha do melhor cão da exposição”, explica Luiz Eduardo.

Fotógrafo Nilton Novaes garantiu o show de imagens nas pistas, com apoio da fotógrafa Suelena Moreira
Fotógrafo Nilton Novaes garantiu o show de imagens nas pistas, com apoio da fotógrafa Suelena Moreira

As provas em pista tiveram como juízes  Fábio Amorim (Piauí), Denis Menezes (Pernambuco), Fernando Guimarães (Maranhão) e Gutenberg Soares (Rio Grande do Norte). José Alberto Brás Thiers (Ceará) foi o árbitro reserva. A Dra. Juliana Furtado Lima Verde é a médica veterinária responsável pelo evento, que teve Rafael Mendonça Bezerra Moreno como superintendente da Exposição.

KCEC abril 2016 12994485_1096523530413854_4953182929724904179_nLuiz Eduardo diz que o aumento do número de cães inscritos concentra-se nas raças Buldogue Francês, Rottweiler, Golden Retriever, Pastor Alemão, Buldogue Inglês, entre as principais. “Esperamos a participação de todos os Estados do Nordeste, mas também do Pará, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília”, diz ele.

KCEC abril 2016 12987052_1096523457080528_6992113069287110922_nUma novidade do evento no Paulo Sarasate foi o lançamento do I Simpósio Cearense de Cães de Raça, encontro que objetiva mobilizar criadores renomados com amantes de cães das principais raças criadas em Fortaleza. O evento deverá acontecer no mês de junho.

KCEC abril 2016 12998651_1096698837062990_2897157411974705423_nO Festival de Cães do KCEC é uma ótima oportunidade para adultos e crianças conhecerem o que é criar animais com responsabilidade e amor. Vale ressaltar que a cinofilia cearense é destaque nacional.

Mais informações: Kennel Clube do Estado do Ceará (KCEC) – (85) 3265.5040/ 3265.1533 (fax) – www.kcec.com.br

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