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Tag: poodle


13:56 · 28.09.2017 / atualizado às 13:56 · 28.09.2017 por
Apresentadoras, jurados e concorrentes na primeira fase do Meu Pet na TV Diário, no Programa Tudo Por Elas

A grande final do Concurso Meu Pet na TV Diário, do Programa Tudo Por Elas, acontece nesta sexta-feira, 29, a partir das 9h30min, com a participação das fêmeas. A primeira fase aconteceu no último dia 22, com a participação dos cães machos. O Poodle “Aladim” foi o grande vencedor, com a fantasia “Kiko” (o personagem da série do “Chaves”). Foi sucesso total!. Os jurados tiveram dificuldades em escolher o mais bonito, pois todos estavam lindíssimos, com fantasias bem produzidas!

Diretor do Programa Tudo Por Elas, da TV Diário, Augusto Abreu

Estão de parabéns o diretor do Programa, Augusto Abreu, as apresentadoras Natália Queiroz e Nayara Gusmão e os produtores Victor Sousa, Thais Herculano e Diego Moraes!

Nós, do Blog Bem-Estar Pet e da Revista Bem-Estar Animal, do Diário do Nordeste, fomos convidados entre os jurados. Na primeira fase concorreram os cães: os Poodles “Aladim” e “Luke”, o Labrador “Ringo”, os Goldens “Marvin” e “Theo”, o Buldogue Inglês “Lucky”, o SRD “Volp”, o Shih tzu “Ralf” e o Pit Bull “Xamã”.

A Branquela Fashion Pet, da empresária Dely Nicolete, é especializada em moda pet. Na primeira fase do concurso, a grife produziu quatro fantasias: “Faraó”, do Golden Marvin; “Star Wars”, do Poodle Luke; “Rei Arthur”, do Shih tzu Ralf; e “Kiko”. do grande vencedor Aladim. Para as fêmeas, a “Branquela” promete novidades.

Jurados tiveram dificuldade de escolher o cão mais belo na primeira fase. Todas as fantasias estavam lindas!

Você pode conferir a votação pelo Facebook do Programa Tudo Por Elas Meu Pet na TV. O vencedor na primeira fase ganhou um super kit de prêmios, com produtos e serviços para pet. A vencedora da edição nesta sexta-feira também será agraciada com os prêmios.

Você pode participar da votação, pelas redes sociais da TV Diário. Participe!

MAIS INFORMAÇÕES: Concurso Meu Pet na TV Diário, Programa Tudo Por Elas, sexta-feira, dia 29/09. 9h30min.

 

10:33 · 25.08.2017 / atualizado às 14:05 · 08.09.2017 por

Postagens com crianças ou animais bombam nas redes sociais. E sobre animais, especificamente cães, os grupos de raças também movimentam bastante o Facebook, Instagram, WhatsApp e afins. Em Fortaleza, aumentam os grupos de raças caninas. Fizamos aqui um levantamento dos mais representativos! Confiram:

 

AKITA
Akita Clube Ceará
Administradores: Katy, Tamys, Emily e Henrique. Existe há um ano. Possui 540 membros no Facebook; 150 no WhatsApp; e 1.180 seguidores no Instagram. Promove três encontros oficiais e dois não oficiais ao longo do ano, em média.
Facebook: akita clube ceara
Instagram: @akitaclubeceara

BEAGLE
Grupo Beagle Fortaleza
Administradora: Lorena Botto. Existe há quatro anos. Tem 3.100 membros no Facebook; e 441 seguidores no Instagram. Promove três grandes encontros por ano.
Facebook: Grupo Beagle Fortaleza
Instagram: @grupo beagle fortaleza!

BULDOGUE FRANCÊS
Bulldogue Francês Ceará
Administradores: Cyntia Cidália, Lourdes Monteiro, Sabrina Moura e Tchalisson Apolonio. Existe há 1 ano e meio. Tem 166 membros ativos. Promove por ano cerca de três eventos grandes e vários encontrinhos informais.
Facebook: Buldogue Francês Ceará
Instagram: @buldoguefrancesceara

Clube do Bulldog Francês Fortaleza
Administradores: Jackson Pontes, Brena Queiroz, Priscila Frota, Fábio de Castro e Phelipe. Existe há 2 anos. Tem 223 membros ativos. Promove cerca de três encontros oficiais por ano, mas todo mês faz encontrinhos.
Facebook : Clube do Bulldog Francês ( Fortaleza – Ce )
Instagram : @clubedobulldogfrancesfortaleza

BULDOGUE INGLÊS
Turma do Bulldog
Administradores: Pedro Araújo , Lívia Abreu , Henrique Leitão , Andressa Vitoriano , Ricardo Araripe , Bia , Gustavo e Cinthia. Existe há dois anos. Tem 138 membros no WhatsApp; 231 seguidores no Instagram; e 2.730 no Facebook. Promove três encontros, em média, por ano.
Facebook: turma do bulldog
Instagram: turmado bulldog_official

BULL TERRIER
Bull Terrier Fortaleza
Administradores: Ederson Freitas, Adriano Carneiro, René Vasconcelos, Michelle Lebowe, Anderson Pinheiro, Amanda Barros, Verônica Silva, Samuel Barroso, André Barros Leal, Camilla Soares e Yárina. Existe há 4 anos. Antes realizava encontros mensais, mas a partir deste ano seguirá a programação de quatro grandes encontros anuais. Tem 1.200 membros no Facebook; e cerca de 40 em atividade diária no WhatsApp.
Facebook: Bull Terrier Fortaleza
Instagram: @bullterrierfortaleza
Site: http://bullterrierfortal.wixsite.com/btfortaleza

CHIHUAHUAS
Chihuahuas Fortaleza-Ce
Administradores: Angélica Miranda, Romário Carvalho, Valéria Feitosa. Existe há quatro meses. Tem 65 membros no WhatsApp e 201 seguidores no Instagram. Promove cerca de três grandes eventos anuais.
Instagram: @chihuahuas_fortaleza_ce

GOLDEN RETRIEVER
Golden Retriever Fortaleza
Administradores: Gizelle Neves, Laura Farias, Erika Marques, Kalaham Cristina e Victoria Brígido. Existe há 6 anos. Tem mais de 7 mil membros em todas as mídias sociais. Promove cerca de seis grandes encontros nas datas comemorativas (Carnaval, Natal, Páscoa, São João etc) além de “encontrinhos” ao longo do ano.
Facebook: Golden Retriever Fortaleza
Instagram: @goldenretrieverfortaleza
Site: www.goldenretrieverfortaleza.com.br

HUSKY SIBERIANO
Husky Siberiano Ceará
Administradores: Charlie Câmara e Ana Luiza Cardoso. Existe há 3 anos e meio. No Facebook tem mais de 2.900; e no WhatsApp, mais de 200. Promove, em média, um encontro anual e vários encontrinho ao longo do ano.
Facebook: Husky Siberiano Ceará
Instagram: @huskysiberianoceara

LABRADOR
Labrador Retriever Ceará
Administradores: Davi Lima, Felipe Aires, Raquel Gondim, Sâmia Araújo e Silvana Barros. Existe há 4 anos. Tem 2.012 membros no Facebook; 2.259 seguidores no Instagram; e 203 no WhatsApp. Iniciou a fidelização dos membros para receberem a carteira do grupo. Tem, atualmente, 55 cadastrados (trabalho iniciado em julho de 2017). Promove quatro encontros anuais e vários encontrinhos eventuais.
Facebook: Labrador Retriever Ceará
Instagram: @labradorretrieverceara

POODLE
Clubinho Poodle Lovers Fortaleza
Administradoras: Alzira Cavalcante e Laila Jucá; moderadores: Levi Cavalcante e Renato Jucá. Existe há pouco mais de 1 ano. Tem 2.500 seguidores no Instagram; 240 membros no Facebook; e 58 no WhatsApp. Promove três grandes encontros anuais e três miniencontros ao longo do ano.
Facebook : Clubinho Poodle Lovers Fortaleza
Instagram : @clubinhopoodlelovers

PUG
Pugs Fortaleza
Administradores: Danilo Assis, Renata Costa, Victor Costa, Renata Lustosa e Catarina Quintela. Existe há 3 anos e meio. Tem 160 membros no WhatsApp. Promove cerca de cinco Pug Encontros por ano.
Facebook: Pugs Fortaleza
Instagram: @pugsfortaleza

PugNic Fortaleza
Administradores: Luciana Nunes, Deborah Fontenele, Diego Costa e Ederson Ramos. Existe há 2 anos. Tem 3 mil membros no Facebook e em torno de 150 Pugs cadastrados no PugNic Club. Promove cinco encontros por ano (Carnaval, Páscoa, Aniversário do grupo, Halloween e Natal) além de mini encontros esporádicos.
Facebook: facebook.com/pugnicfortaleza
Instagram: @pugnicfortaleza

SCHNAUZER
Schnauzer Fortaleza
Administradoras: Vania Bastos, Luciana Portela e Bethy Pinheiro. Tem 2.570 membros no Facebook; e 1.344 seguidores no Instagram. Antes fazia cerca de quatro encontros oficiais por ano. A partir de agora, um grande encontro anual. Mas promove cerca de 50 encontrinhos ao longo do ano, com programação de férias e datas comemorativas (mães, pais, crianças etc). Também promove um dia fixo de socialização, o “Schnauzer Day”, toda quarta-feira no Truckville.
Facebook: Schnauzer Fortaleza
Instagram: @schnauzerfortaleza
email: schnauzerfortalezaoficial@gmail.com

SHARPEI
Sharpei Ceará
Administradores: Bruno, Elizabeth, Fatima, Amanda. Existe há 5 anos. Tem 907 membros no Facebook; e 143 no WhastApp. Promove, em média, três encontros por ano.
Facebook: Sharpei Ceará
Instagram: @sharpeice

SHIHTZU
Clubinho Eu Amo Shihtzu Fortaleza
Administradores: Erika Fiquer, Neuma Pompeu, Valeska Furtado, Emiliana Moraes, Marília Figueiredo, Niedja Gonçalves, André Fontinele. Existe há 3 anos. Tem 205 membros no Whatsapp. Promove cerca de cinco encontros oficiais da raça por ano.
Facebook: Clubinho Eu Amo Shihtzu Fortaleza
Instagram: @clubinhoeuamoshihtzufortal

YORKSHIRE
Clube Yorkshire Terrier Fortaleza
Administradora: Myrian Taumaturgo; moderadoras: Nayane Menezes, Suellen Monteiro, Érika Albuquerque e Natasha Góis. Existe há 4 anos. Tem 4 mil membros no Facebook e 1.640 seguidores no Instagram. Promove quatro encontros por ano em média.
Facebook: Clube Yorkshire Terrier Fortaleza Oficial
Instagram: @clubeyorkshireterrierfortaleza

 

09:57 · 25.05.2017 / atualizado às 09:57 · 25.05.2017 por

O Diário do Nordeste publica toda semana esta seção Dr. Disciplina. Os consultores caninos Jackson Maciel e  Henrique Silva, a cada quinzena, se revezam tirando dúvidas sobre o comportamento de cães.

Tira-dúvida #11: Poodle é agressivo e morde! O que fazer?

Hoje vamos responder a pergunta de Helena de Sousa Lima. “Meu poodle tem um comportamento estranho. Morde, às vezes, com muita agressividade. Dá até medo dele. Mas, ao mesmo tempo, ele quer carinho. Ele não gosta de tomar banho e nem de ser tosado. É preciso colocar focinheira quando ele vai no pet shop. Me ajude, Dr. Disciplina!

Dr. Disciplina, Jackson Maciel: “Vamos lá, respondendo à pergunta da Elsa. Seu cachorrinho precisa de um trabalho de dessensibilização com associação positiva. Na hora de tocar nele, procure sempre trocar um toque por um petisco. Comece devagar e vá aumentando a intensidade e o tempo do toque. Quanto ao banho, primeiro procure levá-lo ao pet shop e lá ofereça comida e coisas boas como brinquedos e petiscos. Vá tentando conduzi-lo até a focinheira com a ajuda de petiscos. Problemas de agressividade devem sempre ser tratados com a ajuda de um profissional para que não haja riscos no treinamento. Lembre-se: todo cão precisa entender quem é o líder na sua família humana. Você deve procurar se colocar nesta posição de liderança, para ele aprender a ter respeito por você e jamais ser agressivo. O trabalho com adestramento para os comandos de obediência (“junto”, “fica”, “senta”, “deita” e “aqui”) é bem eficaz para o cão saber se comportar e respeitar a liderança de seu tutor, no caso, você, como mamãe dele. O ideal é você procurar um profissional habilitado em comportamento canino. Também pode buscar livros sobre a temática, para entender mais um pouco como funciona a mente de um cão. Os cachorros são extremamente inteligentes e sensíveis. Mas nós, como seres humanos, precisamos saber como os cães percebem o mundo, para sabermos agir diante de comportamentos indesejados. Espero ter lhe auxiliado.  Grande abraço! Boa sorte!”

O que é o Dr. Disciplina?

A seção conta com a participação dos consultores em comportamento canino Jackson Maciel  e sua esposa Kátia Saraiva, sócios no trabalho de adestramento de cães e proprietários do Casa Hotel (pet service e hospedagem); e também de Henrique Silva, da Adestramento e Comportamento Edukdog. Toda segunda-feira, eles dão dicas e recomendações sobre o que fazer com cães com distúrbios de comportamentos, tais como:

  • latidos excessivos;
  • ataques caninos a móveis, calçados, roupas e demais objetos em casa;
  • ciúme ou possessividade em relação a algum membro da família, brinquedos, alimento ou móveis da casa;
  • auto-mutilação, lambendo patas ou mordendo a cauda até ferir;
  • mesmo sendo cães de companhia, se comportam como se fossem cães de guarda, atacando visitas;
  • entre outros distúrbios que comprometem uma convivência pacífica com a família
Jackson Maciel é especializado em comportamento de cães

Vale destacar que as dicas são orientações gerais. Para casos mais graves de distúrbios de comportamento, tais como agressividade extrema, o correto é contratar um profissional especializado para um trabalho semanal ou, até mesmo, diário. Boa sorte!

 

TEM SUGESTÃO PARA ALGUM TEMA? OU DÚVIDA? Se você tem alguma dúvida sobre o comportamento canino, envie pergunta para este blog ou ainda pelo WhatsApp (85) 9 9996.9946.

09:18 · 03.12.2012 / atualizado às 09:18 · 03.12.2012 por

Confiram resposta da Dra. Ticiana Franco para dúvidas da criadora Maria José. A pergunta dela é bem longa, mas vale a pena ler até o final! Os esclarecimentos da veterinária pode servir para o seu cão.

“Lendo alguns comentários no e-mail, muito me chamou a atenção a compreensão e as boas obras que estão praticando.
Fiquei muito emocionada com tudo que li.Como estou passando por momentos difíceis com a doença do meu cachorro POODLE,
e procurando me inteirar com o que realmente está acontecendo com o mesmo, descobrir o seu e-mail que muito vai me ajudar.
Meu cachorrinho vai completar 17 anos e apresentou um problema na perna quando tomou a vacina isso tem muito tempo e quando percebi voltei ao veterinário o mesmo analisou e disse que foi devido ficar dolorido mais logo ficaria bom, realmente passado alguns dias melhorou. Só que, vez por outra, ele mancava e depois fica bom. Há dois anos ele levou um grande chute sem querer que foi ficar longe voou alto e caiu, mais não apresentou  nenhum problema. Verifiquei com cuidado para ver se tinha quebrado alguma coisa nele, mas não tinha nada, só que ele ficou nervoso e desconfiando,deitado sem querer levantar, após muito tempo voltou ao normal,mais sempre desconfiado.
Também foi a um banho quando chegou já foi se coçando,no outro dia estava completamente cheio de carrapatos e dos enormes, mas tomou uma injeção, só que, de vez em quando, aparece carrapatos, só que uso remédios e também a coleira para evitar o bicho feroz. Tomou todas as vacinas e sempre indo ao veterinário. Quando agora no mês de setembro começou a ficar triste, só querendo dormir e com muito medo de fogos. Levei ao veterinário e o mesmo falou que ele está com pressão alta. Dei todo o medicamento. Infelizmente, em
minha cidade, tudo é motivo de comemorar tudo com fogos ou foguete e foi grande os momentos de festejos, demorando muitos minutos, ou seja, quase horas, ele não sabia para onde se esconder. Colocava nos braços ele não queria me trancava no quarto ele ficava sem parar até que se conformava, mas ficava tremendo que parecia que ia morrer e demorava passar,eu fazia carinho até que ele se conformasse. Fica desconfiado por muito tempo. Então, com tudo isso foi agravando e hoje está sem comer nada e nem anda. As pernas traseira não fica muito tempo em  pé, cai  com facilidade e não quer andar é preciso chamar muito sempre brincando com ele mais não é 10 minutos deita. Levei ao veterinário, foi feito exame de sangue ele apresentou o fígado bem pequeno e muita anemia. O resto está ótimo. No bom sentido, porque não anda com frequência só 5 minutos e cansa. Está tomando sulfato ferroso, vitamina e antibiótico e ômega 3. Comer que é bom, nada. Às vezes vomita o remédio e até o soro. Ele quer comer mas não consegue, abre a boca mais não sustenta o alimento e nem consegue mastigar. Adorava fígado e comia bem, mas se comer vomita. Estou dando remédio para vômito, melhorou. O que faço?”, Maria José.

 

Veterinária Ticiana Franco, da Favet-Uece

Médica Veterinária Ticiana Franco*: “Sra. Maria José, antes de tudo, é necessário salientar que mesmo para um cãozinho da raça Poodle, 17 anos já constitui uma idade bastante avançada e várias doenças degenerativas fragilizam sua saúde, assim como em um homem de 70, 80 anos de idade. O fato dele ter medo de fogos é considerado comum. O que agrava o quadro é a idade de seu animal e o fato deste tipo de barulho ser frequente em sua cidade. O coração de cães nestas condições pode não suportar.
O uso de anestésicos ou calmantes, em geral ansiolíticos de fácil venda em pets shops e lojas agropecuárias, pode ser extremamente perigoso sem avaliações cardíacas completas prévias de um veterinário, e pode por a vida de qualquer cão ou gato em risco. Se necessário, além da auscultação cardíaca e Raio X de tórax, um eletrocardiograma, ecodopplercardiografia e aferição de pressão arterial podem ser pedidos.
Assim, recomendo na eventualidade de fogos, fique com ele, transmitindo-o segurança em um local mais escondido da casa, no qual ele ouça menos possível o barulho externo, e ligue o som em música tranquila, agradável a ele, e fale com ele acalmando-o.
Ou converse com o veterinário de sua confiança  sobre substâncias calmantes naturais (florais de Bach, por exemplo) que sejam alternativas para seu animal, pois mesmo sem realizar os exames cardíacos, na idade dele, acredito que um comprometimento cardíaco deve estar presente. Quanto a ele estar com forte anemia, vômito, apatia, possível dor articular, pois resiste em levantar-se, fraqueza muscular das patas, inapetência (não quer comer), condiz com sinais clínicos de duas doenças que podem estar presentes em conjunto ou isoladas (erlichiose e babesiose, ou “doenças do carrapato”) transmitidas por carrapatos contaminados que o parasitaram há pouco tempo atrás.
Converse com o veterinário que o está acompanhando. Pergunte qual a sua suspeita clínica e qual princípio ativo (tipo) de antibiótico ele está tomando. Há terapias específicas para estas doenças, mas lembre-se que o sucesso do tratamento não depende só da prescrição correta, ou da sua força de vontade de dar os remédios da forma recomendada, mas da capacidade do organismo dele de reagir à doença e às medicações.
* Médica Veterinária, com Pós-Doutorado em Reprodução Animal, professora de Clínica Médica de Cães e Gatos na Favet-Uece. Esta coluna é uma parceria com a Favet-Uece. Dúvidas sobre animais devem ser enviadas para o anavaleria@diariodonordeste.com.br ou (85) 3266.9790, ou ainda para o blog Bem-Estar Pet

14:28 · 23.01.2012 / atualizado às 14:28 · 23.01.2012 por

No Dr. Disciplina de hoje, Jackson Santos responde a dúvidas sobre uma Poodle agressiva e desobediente. Confiram:

” Ola, gostaria que me ajudassem… Tenho uma cachorrinha poodle de 7 meses que tem se mostrado agressiva e desobediente. Ela não deixa dar banho, escovar o pelo, tosar… Fica muito agressiva, morde e começa a rodar a cabeça como se quisesse arrancar a mão fora. Nao sei se é algum trauma, porque aqui em casa nunca batemos nela ou agredimos. Alem disso ela não obedece nunca. Comandos para que fique ou pare são inúteis.
Ela quer brincar o dia todo… Mesmo depois de uma caminhada. E se não tem atencão, faz arte. Se ficar sozinha em casa, ela destrói tudo, mesmo sendo pequena. O que faço? Desde já agradeço”, pergunta a criadora Rafaella.

 
Jackson Santos é o Dr. Disciplina. Na foto, ele demonstra o comando "junto" durante a caminhada. Cão deve ficar do lado do dono. Assim ele aprende quem é o líder!

Dr. Disciplina: “Olá, Rafaela, feliz ano novo! Vamos a sua dúvida: sua cadelinha parece não ter um líder definido. Para começar, vamos fazer  o ritual de liderança com a comida, que deve ser servida sempre no mesmo local e mesmo horário. Fazendo desta forma, mostre a comida e antes de colocar peça pra cadelinha sentar ou olhar para você e ficar parada. Depois de uns segundos, coloque o comedouro no chão. Quando ela começa a comer, voce deve tirar a comida e pedir pra ela sentar de novo. No mundo dos cães, o líder come primeiro e pega a comida a toda hora, pra mostrar sua liderança. A segunda forma de liderança é nunca deixar a cadelinha passar por portas e portões antes de você. Quem anda na frente é o chefe e este tem o direito de escolher quando parar e pra onde ir. Por isso, o líder deve ser alguém da família. Quando ela precisar ficar sozinha, deve ser colocada em um local apropriado, de preferência que não tenha acesso a objetos da casa. Ele deve ter à dispoisção brinquedos próprios para cães, ossinhos para morder, objetos que ela possa se ocupar na ausência da família. Todos os dias, você deve fazer exercícios físicos com ela. As caminhadas diárias são essenciais. Você define o roteiro da caminhada. A cadelinha deve estar ao seu lado, nunca na frente. Puxe a guia para ela ficar ao seu lado atendendo ao comando “junto”. Fale isto para ela. No caso de agressividade,  coloque uma coleira e uma guia. Utilizando um petisco, mostre para ela que será recopensada quando ela não avançar nas pessoas. Sempre que ela não atacar ou for agressiva, recopense este comportamento dando o petisto. Se ela atacar, nunca recue ou demonstre medo. Espere parado no mesmo local até ela parar com a agressividade e depois dê um petisco. Assim ela saberá que é bom não ser agressiva. Diga “Não”, quando ela voltar a ser agressiva. E recompense com o petisco quando ela lhe obedecer. Faça os exercicios físicos e de comandos “junto” e “não” todos os dias que ela vai melhorar. Porém casos de agressividade são sempre delicados e precisa da ajuda de um profissional em comportamento. Se for possível, contrate um adestrador. Forte abraço”.

O consultor em comportamento canino, Jackson Maciel, participa desta coluna Dr. Disciplina, com dicas e recomendações sobre como enfrentar cães com distúrbios de comportamentos, tais como latidos excessivos; destroem móveis, calçados, roupas e demais objetos em casa; são ciumentos ou possessivos em relação a algum membro da família, brinquedos, alimento ou móveis da casa; se auto-mutilam lambendo as patas ou mordendo a cauda até ferir; mesmo sendo cães de companhia, se comportam como se fossem cães de guarda, atacando visitas; entre outras formas que comprometem uma convivência pacífica com a família.

Se o seu cão tem alguns destes comportamentos, envie pergunta para este blog . Contatos com Jackson Sampaio pelos fones (85) 8564.4850/ 9686.2542

 

 

10:35 · 13.09.2011 / atualizado às 10:35 · 13.09.2011 por
Jackson Maciel chama: "Julie! Aqui! Senta!". A fofinha aprendeu rápido!

Na segunda aula de obediência feita pelo Dr. Disciplina, Jackson Maciel, junto a “bebezinha” Julie (uma York com Poodle mais que fofinha!), foram ensinados os comandos “aqui”, “senta” e “deita”. Seus donos, a psicóloga Antonieta Nunes Carneiro, e o físico Marcílio Carneiro, estão felizes ao comprovar a inteligência da pequena!

A Antonieta pratica o reforço positivo, quando a Julie atende ao comando "senta"!

Na aula passada, a Julie aprendeu que tem seu lugar reservado na casa. No caso, o cercadinho foi instalado na varanda do apartamento da família. Aos poucos, a Julie está aprendendo a fazer o cocô e o xixi no lugar delimitado. O pipi ela já aprendeu na primeira aula. Já o outro, ela às vezes acerta, outras não. O Jackson repassou novos procedimentos para ela realmente fazer dentro do cercadinho, em cima do jornal.

Marcílio também reforça o aprendizado com o comando "deita"! A Julie é obediente!

Para fazer a Julie aprender a sentar e a vir quando chamada, o Jackson usou petiscos “Aprendiz Pet Active”, que auxiliam na função cognitiva e no aprendizado rápido e efetivo. Depois, com a prática diária, ela vai atender aos comandos mesmo sem petisco. É assim que a fofinha vai mostrando que é um ser inteligente, com sentimentos e, quem sabe, “bom senso” quando for mocinha e adulta!

O Dr. Disciplina em Ação é uma promoção deste blog. Se você mora aqui em Fortaleza e tem interesse em solucionar algum problema de distúrbio de comportamento em seu cão, envie dados para o anavaleria@diariodonordeste.com.br Só poderemos selecionar casos que podem ser resolvidos em quatros aulas (uma por semana).

Mais informações: Valéria Feitosa (9996.9946/ 8791.4264)

15:53 · 06.09.2011 / atualizado às 15:53 · 06.09.2011 por
Antonieta, Jackson com Julie e Marcílio: primeira visita do Dr. Disciplina!

O Dr. Disciplina, Jackson Maciel, inicia a partir de agora, nova forma de atuação entre os criadores de cães. Periodicamente, vamos escolher um caso de cão com distúrbio de comportamento para o Dr. Disciplina solucionar o problema, visitanto o animal em seu próprio ambiente. E já começamos: estamos acompanhando o caso da Julie, uma Poodle com York, que tem como criadores a psicóloga Antonieta Nunes Carneiro e o físico Marcílio Carneiro. A família também é formada pelos jovens Anderson e Enrico. Eles moram em um condomínio de apartamentos na Rua Carlos Vasconcelos.

A Julie é uma fofura de York com Poodle!

A Julie tem cerca de 70 dias. Ainda está completando seu calendário de vacinação dos 90 dias. É uma fofura! Linda mesmo! Na primeira visita que fizemos, ontem, ela conquistou o meu coração! É alegre, brincalhona, super carismática! Porém, como todo filhote, ainda não sabe devidamente qual o seu lugar na casa e na família, ou melhor, na “matilha”. Sim, porque os cães, como descendentes dos lobos, pensam estar em uma grande matilha, quando passam a conviver numa família humana. Não se engane pensando que ele lhe vê como um homem ou uma mulher. Ele lhe vê como um cachorro também!

Julie ainda não sabe aonde fazer as necessidades fisiológicas. Faz em qualquer lugar. Esta é a principal queixa da Antonieta. Ela até já comprou um tapete higiênico para a fofurinha, mas ela parece querer contrariar. Faz no lugar errado. Mas, graças a Deus, existe o Dr. Disciplina! E ele entende bem a linguagem canina!

A "suite" da Julie foi instalada na varanda, dentro do cercadinho!

Na primeira visita feita ontem, primeira providência: a Julie precisa saber qual o seu cantinho na casa. O lugar escolhido foi a varanda do apartamento. Dr. Disciplina instalou um gradeado móvel (aquele cercadinho que pode ser encontrado em qualquer loja pet) e fez a “suíte” da Julie. Dentro ficaram a caminha, os comedouros com água e ração, os brinquedos e o tapete higiênico. Quando ela foi colocada no novo espaço, claro que reclamou! Começou a querer latir! Latiu, gruniu! Mas o Dr. Disciplina começou a deixar claro para a fofura quem é o líder da casa. Fez alguns sinais de alerta para ela se calar e ficar quietinha no cercadinho. Deu umas batidinhas na grade a cada latido, sem olhar para a filhote. Com poucas atitudes do adestrador, ela se conformou e ficou caladinha.

Enquanto isto, Antonieta, Marcílio e Enrico ficaram conversando com Jackson, tirando dúvidas sobre diversos assuntos: melhor forma de alimentar, como proceder para não ceder às chantagens emocionais que a pequenina faz na hora em que a família se reúne à mesa para refeição, como se comunicar na forma que ela possa entender e atender, como usar o cercadinho para a cadelinha aprender o lugar certo do coco e do xixi. O grupo conversou na sala, diante da varanda, onde Julie aguardava já bem quietinha em sua “suite”.

Julie ficou quietinha na sua cama dentro do cercado!

Como recompensa pelo bom comportamento, Julie retornou à conviência do grupo. Super alegre, fazendo festinha para todos, interagiu na brincadeira de empurrar e voltar com o Jackson. Depois de algum tempo brincando com todos, ela foi colocada novamente no cercadinho. Surpresa: fez logo o xixi no tapete higiênico! Bingo! Aprendeu a primeira lição! Agora, a família está orientada para continuar praticando durante a semana as orientações do Dr. Disciplina para que a Julie realmente incorpore o novo comportamento no dia a dia!

Jackson Maciel brinca com Julie, como recompensa pelo bom comportamento!

O Dr. Disciplina em Ação programa mais três visitas, às segundas-feiras, para ensinar a Julie os comandos de obediência básicos, bem como ensinar à família como se colocar no lugar de “líderes da matilha”! Aguardem os próximos capítulos desta história de amor interespécie!

MAIS INFORMAÇÕES: Dr. Disciplina, Jackson Maciel (85) 8768.7290/ Valéria Feitosa (85) 9996.9946/ 87914264

16:22 · 24.08.2011 / atualizado às 16:22 · 24.08.2011 por
Nina no país das maravilhas!

Vejam aqui mais uma declaração de amor às criaturinhas de Deus!

“Olá, Ana Valéria, aqui vai um pouco da história da Nina. Nós tínhamos uma cachorrinha chamada Bela, criávamos ela desde os 2 meses. Bela era uma maltês branca com manchas pretas e era sempre muito comportada (apesar de ter muita energia).Quando tinha 6 anos, Bela cruzou com Toby,um poodle preto de quem ela era “amiga” desde que os dois eram bebês, pois ele pertencia a uma vizinha amiga nossa e os dois brincavam muito juntos. No dia 29 de Agosto de 2006, às 18 horas, a Nina nasceu.
         Seus irmãos mais velhos, Kika e Cid, nasceram às 10h e 14h respectivamente. Nós demos os outros filhotes e ficamos com a Nina, pois na época ela parecia uma vaquinha. Dos filhotes, a Nina era a mais magrinha, pois na briga pelo peito ela sempre perdia. Mas ela aumentou o peso quando os irmãos foram embora e ela ficou com a mãe dela em nossa casa. Desde bebê, ela já gostava muito de bagunça, quando cabia dentro do pote de água, ela fazia dele uma piscininha. Também gostava de encher a paciência da mãe dela mordendo a orelha e quando a Bela se zangava,dava uma mordida de leve nela ou não deixava ela entrar na casinha das duas.
        

Nina como "Kelly Key"!

 Nina sempre foi muito mimada (igual à mãe dela) e sempre teve quase tudo o que queria.Por ela ser muito engraçada a gente quase não briga com ela. Quando a Nina fez 2 anos, a mãe dela morreu de erliquiose. As duas estavam sozinhas em casa e eu escutei algo semelhante a um uivo e quando fui ver, a Bela estava morta. Depois disso,a vida da Nina mudou muito pois ela era completamente dependente: quando fazia as necessidades ela não sabia se limpar, não sabia cortar alimentos (a Bela partia na boca e dava pra ela colocando no chão), ela não sabia ficar sozinha e com 2 anos ela ainda mamava.
         

Nina como "bonequinha de luxo"!

Foi muito difícil para nós ensinar a Nina a ser independente. Até hoje ela não está completamente recuperada. Tivemos que dar brinquedos para estimular a mastigação, durante um período muito grande ela dormia nos quartos e depois fomos tirando algumas noites pra ela se acostumar a ficar sozinha…Depois da morte da mãe dela, ela ficou muito nervosa, tem medo de quase tudo, tem taquicardia, ela é muito carente. Apesar do sofrimento, hoje em dia, Nina está muito melhor, brincalhona, bagunceira, mimada e muito esperta.Quando fica com raiva, ela derrama toda a ração e a água do pote dela (quando não damos algo que ela quer), ela adora comer hortelã, e é muito companheira para todos nós, sem falar que não pode ver uma máquina que faz pose pra foto. Bem,essa é a história da Nina”.     
                                                                                           Atenciosamente, Maria Helena.

14:20 · 08.06.2011 / atualizado às 14:20 · 08.06.2011 por

A Ana Carolina é fã do blog. Não é à toa. Ela vive uma linda história com a sua Poodle Polly. Vejam que história linda!

Se você também quer ver a história de seu bichinho neste blog, é só enviar texto e fotos para o anavaleria@diariodonordeste.com.br

Ana Carolina e a fofinha Polly: é muita paixão!

“Olá, me chamo Ana Carolina Samapio, gostaria primeiramente de parabenizar o jornal pela iniciativa de cria um blog que fale sobre animais. As dicas dadas pelos veterinários são importantíssimas para nós criadores, sem contar que as histórias contadas sempre emocionam a todos que amam os animais e que neles conseguem enxergar o amor, a amizade, o carinho e a cumplicidade que, muitas vezes é difícil de encontrar no ser humano.
Tenho uma cadelinha Poodle e vou agora contar pra vocês a sua história:
Polly chegou lá em casa ainda filhote, com mais ou menos dois meses de idade. Já criávamos dois gatinhos, o Tom e o Ted (que hoje estão no céu dos animais), não podíamos criar mais nenhum bichinho, pois cuidar com responsabilidade não é fácil. Mas minha irmã havia ganhado a cadelinha de uma colega de trabalho e não queria fazer desfeita com a amiga. Lembro-me, como se fosse hoje, daquele sábado à tarde, quando a Polly chegou nos braços da minha irmã. Tão pequenininha, linda, banhada, toda perfumada e já vacinada. Foi amor à primeira vista. Não sossegamos enquanto não convencemos nossa mãe a ficar com ela.
Com o passar do tempo nos apaixonávamos mais pela aquela coisinha fofa e bagunceira. É… à medida que se acostumava com a casa Polly destruía o estofado de uma cadeira aqui, um sapato ali, fazia xixi e cocô aonde não devia, mas nós limpávamos tudo felizes da vida. Ela adorava montar em cima dos gatinhos e depois sair correndo pela casa atrás deles. Na ocasião da morte de seus dois amiguinhos nossa anjinha ficou muito triste, mas logo percebeu que havia se tornado a rainha da casa. Tudo agora era só dela.
Sempre cuidamos dela com muito carinho, sem deixar faltar nada, comida e água, vacinas, banhos de hidratação e relaxante, vários e vários brinquedos e principalmente muito amor e carinho. Tanto amor que muitos acham que ela é mimada e só faz o que quer. Lembro-me de uma vez que minha mãe abriu o portão para receber o rapaz do gás e ela, travessa, fugiu. Coitada da minha mãe desesperou-se, pois não podia correr devido ao seu problema de coluna e também porque sabia que se a Polly não voltasse o mundo ia desabar quando chegássemos em casa. A única alternativa foi pedir ao vendedor de gás que fosse buscá-la, minutos depois lá vem a Polly, toda faceira, na moto ao lado dos botijões de gás. Feliz da vida depois da aventura. Os veterinários e especialistas em comportamento animal que me desculpem, mas eu nem ligo, pois tenho a certeza que assim ela é muito feliz.
Além de ser feliz ela nos faz muito felizes, retribui todo amor e carinho que lhe é dado. Vocês precisam ver quando chego em casa, após o dia inteiro de trabalho, a felicidade que ela expressa em me ver, só falta falar. E quando toda manhã ela espera ansiosa na porta do meu quarto eu acordar e lhe dar muitos beijos antes de sair de casa. Quando alguém da família está triste ela consegue perceber e se aproxima de tal forma, lambendo nosso rosto, como se dissesse que está ali e que nada de mal vai acontecer. Quando estamos alegres ele está lá pulando e latindo de felicidade também.
Depois que a Polly chegou lá em casa nossas vidas mudaram, talvez tenhamos ficado mais sensíveis e mais humanos, pois ela nos ensinou o verdadeiro sentido da amizade e do amor incondicional. Hoje nossa anjinha tem três aninhos e continua travessa como sempre, mas também, a cada dia que passa, ela nos ensina a amar mais e mais…
Pra encerrar gostaria de deixar dois recados. O primeiro para aqueles que possuem animais, que cuidem bem dos seus amigos e jamais os abandonem por aí. Outro para aqueles que maltratam os animais, Deus lá de cima está vendo as crueldades que estão sendo cometidas por aí contra cães, gatos, cavalos e outros, talvez aqui vocês na sejam responsabilizados por seus atos, mas num outro plano…”

16:55 · 01.06.2011 / atualizado às 16:55 · 01.06.2011 por
Geuza e Estrela: quem brilha mais?

A presidente da União Internacional Protetora dos Animais (Uipa), Geuza Leitão, está super feliz. Seu coração foi fisgado por mais um amor canino. Deste vez é a Poodle Estrela. A cachorrinha foi abandonada na rua, ou talvez se perdeu. Geuza e sua família procuraram os donos, mas nada. Daí ela não teve alternativas. Levou a bichinha para casa. Com alguns dias, não aguentou, tamanha era a travessura da quatro patas. A cadelinha fazia xixi por todo canto, sem falar que roeu os móveis estilo colonial, com madeira nobre, que a Geuza morre de ciúme!

Geuza pensou em dar a cadela. Não aguentava mais as travessuras. Até me ligou, querendo saber se eu não conhecia alguém que quisesse a bichinha. Falei com minha amiga Ângela Cavalcante, jornalista do Caderno de Negócios aqui do Diário. Quando Ângela ligou para a Geuza para dizer que queria a cachorrinha… nada disso! Geuza comunicou que havia se apaixonado pela  reluzente “Estrela”. A adoção estava feita!

Geuza não só desistiu de dar a Poodle como está cumprindo o seu papel na posse responsável. Chamou o especialista em comportamento canino, o famoso Olivier, que está dando aulas para danadinha aprender a se comportar em casa. Valeu Olivier, sabemos que com sua competência, a Estrela vai brilhar ainda mais na casa da Geuza!

Se você quer ver a história de seu pet neste blog, só enviar para o anavaleria@diariodonordeste.com.br