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Tag: veterinaria


15:50 · 26.03.2013 / atualizado às 15:50 · 26.03.2013 por

Na coluna Dr. Vet de hoje, médica veteriária Annice Cortez, da Favet-Uece, orienta sobre o calendário de vacinação em cães. Confiram!

 

Dra. Annice Cortez é médica veterinária e professora da Favet-Uece
Dra. Annice Cortez é médica veterinária e professora da Favet-Uece

Annice Cortez: “Ao trazer um filhote para casa, o novo proprietário deve levar seu animal a uma consulta com um médico veterinário, que irá realizar o exame clínico completo do animal e instituir o esquema de vacinação e vermifugação do filhote.

A primeira vacina que é aplicada ao filhote é a polivalente, conhecida popularmente como “Óctupla” ou “Déctupla”. O filhote pode receber está primeira vacina já com 45 dias de vida. Esta vacina protege contra as doenças infecciosas de maior risco para os cães: cinomose, parvovirose, coronavirose, hepatite infecciosa, influenza, parainfluenza e leptospirose. A vacina “Óctupla” protege contra dois sorovares de leptospirose: Leptospira canicola e Leptospira icterohaemorrhagiae. Já a vacina “Déctupla” é mais completa por possuir mais dois sorovares de leptospirose: Leptospira grippotyhosa e Leptospira pomona.

No filhote são realizadas três aplicações de vacina polivalente em intervalos de 21 a 31 dias. Cães adultos e idosos deve receber o reforço anual da vacina polivalente.

Esse intervalo vacinal é determinado pelo médico veterinário, de acordo com a necessidade de cada animal.

Antes da aplicação da dose, o animal é examinado pelo profissional veterinário que irá avaliar se o cão está clinicamente saudável para receber a vacina e ser capaz de apresentar resposta imune adequada para produzir anticorpos vacinais.

Animais doentes, com febre, subnutridos ou apresentando sinais clínicos discretos não devem ser vacinados.

Vale ressaltar que somente o médico veterinário é capacitado para atestar a saúde de um cão e realizar o processo de vacinação do mesmo com total segurança.

Não é indicada a aplicação da vacina pelo proprietário ou por funcionários de pet shops ou balconistas.

Além disso, algumas medidas de conservação da vacina devem ser adotadas, como a sua manutenção em temperatura de 4º a 8º C que deve ser monitorada dentro de uma geladeira utilizada somente para conservação das vacinas.

Desta forma, deve-se evitar o transporte das vacinas do ponto de venda até a residência do proprietário, já que não há segurança de manutenção da temperatura adequada para a conservação da vacina.

Além da vacina polivalente, os cães devem ser obrigatoriamente vacinados contra a raiva. Os municípios realizam campanhas antirrábicas anualmente, entretanto, esta vacina também pode ser realizada em clínicas veterinárias da rede particular.

Atualmente, outras doenças infecciosas como a tosse dos canis, giárdia e leishmaniose visceral canina também podem ser evitadas com esquemas de vacinação específicos formulados pelo veterinário”.

*Médica veterinária e professora da Faculdade de Veterinária da Universidade Estadual do Ceará (Favet-Uece), da área de pequenos animais. Esta coluna é uma parceria com a favet-Uece. Dúvidas sobre animais podem ser enviadas pelo (85) 3266.9790 (manhã) ou pelo anavaleria@diariodonordeste.com.br

15:36 · 21.03.2013 / atualizado às 15:37 · 21.03.2013 por

Eu_Amo_Animais04Um novo conceito em pet shop é inaugurado em Fortaleza (CE). É a “Eu Amo Animais” Pet Shop, que está equipada com um centro estético de alto padrão. Tem profissionais qualificados e monitoramento via internet. Os assessores de imprensa da loja, os jornalistas Julião Júnior e Mirelle Costa, informam que o diferencial começa pelo quadro de funcionários. Todos possuem bichinhos de estimação e sabem muito bem como tratar os fofinhos de quatro patas.

Eu_Amo_Animais01A partir desta sexta-feira (22/03) a loja já está aberta ao público. Um médico veterinário estará a postos em tempo integral para consultas e vacinas. Já a farmácia veterinária oferece uma linha completa de medicamentos de diversos laboratórios nacionais e internacionais.

Eu_Amo_Animais03O novo pet shop também dispõe de produtos importados exclusivos, como os acessórios da marca Zee.Dog, com design inovador, e a linha completa dos brinquedos Kong, divertidos e educativos.

Eu_Amo_Animais02Legal saber que a “Eu Amo Animais” se preocupa também com os bichinhos abandonados. Neste mês de inauguração da loja, para cada banho ou tosa feitos, será doado meio quilo de ração às instituições protetoras de animais. Além disso, na entrada da loja, há um grande caixote para doações de produtos novos ou semi-novos como guias, coleiras, comedouros e ração, para doações aos animais carentes. Ideia genial, esta!

Eu_Amo_Animais05A nova loja fica na Av. Dom Luís, 600, Aldeota, Fortaleza (CE). (85) 3266.1050 – funciona de segunda a sábado, de 8 às 20h e aos domingos das 10 às 15h/ www.euamoanimaispetshop.com.br

15:16 · 19.03.2013 / atualizado às 15:16 · 19.03.2013 por

Para melhor atender às demandas dos criadores de cães, os veterinários da Favet-Uece prestam novas colaborações

Fortaleza. A partir de hoje, a Coluna Dr. Vet volta a circular neste jornal em novo modelo. Lançada em 29 de novembro de 2009, a coluna já respondeu a 151 perguntas de leitores. Trata-se de uma parceria do Diário do Nordeste, por meio desta Página de Bem-Estar Animal e do Blog Bem-Estar Pet, com a Faculdade de Veterinária da Universidade Estadual do Ceará (Favet-Uece). Anteriormente, um professor da Favet respondia no Dr. Vet apenas uma pergunta do leitor. Agora, a partir das várias demandas dos leitores, os veterinários da Faculdade trarão explicações sobre os temas mais solicitados pelos criadores de animais.

Em reunião na Favet-Uece, os professores Célio Pires, Annice Cortez e William Cardoso definiram com a jornalista Valéria Feitosa a melhor forma de parceria para atender às dúvidas dos criadores de animais FOTO: KID JÚNIOR
Em reunião na Favet-Uece, os professores Célio Pires, Annice Cortez e William Cardoso definiram com a jornalista Valéria Feitosa a melhor forma de parceria para atender às dúvidas dos criadores de animais FOTO: KID JÚNIOR

De acordo com o diretor da Favet, Célio Pires, a mudança torna-se necessária para fortalecer nos criadores de animais a posse responsável. “A Favet tem procurado estabelecer parcerias para divulgar suas atividades técnicas e científicas, como forma de levar as suas atividades à população de baixa renda, conscientizando sobre a responsabilidade que qualquer cidadão assume ao decidir criar um animal”, afirma o veterinário.
Ele faz um alerta: “Temos que levar a todas as pessoas que se propõem a criar animais de companhia, ou mesmo animais de produção, que, ao tomar essa decisão, estarão assumindo a responsabilidade de cuidar da saúde e do bem-estar do animal por toda a sua vida. Não se pode pensar em criar sem as mínimas condições de conforto, bem-estar, higiene e sanidade”, afirma.
Com as facilidades da internet, muitos criadores querem solucionar o problema de seus animais por uma informação on-line, o que não é correto. Daí também a necessidade de mudanças no formato da Dr. Vet, para evitar o problema.

As perguntas sobre animais de companhia têm predominado entre as demandas para a coluna. Dúvidas sobre cinomose e leishmaniose lideram as perguntas dos leitores. Assim, os professores Annice Cortez e Paulo Sérgio Barbosa têm sido os mais participativos como Dr. Vet, uma vez que respondem pelo ensino sobre pequenos animais e também atuam no Hospital Veterinário da Favet. O professor William Cardoso Maciel, da área de avicultura, também tem participado, tirando dúvidas de alguns criadores de gansos.

Na coluna publicada hoje no novo formato, a veterinária Annice Cortez aborda os cuidados essenciais com o cão, para tornar a interação humano-animal cada vez mais saudável.

O professor Célio Pires destaca que a Faculdade de Veterinária tem difundido esses conceitos também junto às pessoas que cuidam de animais abandonados, às entidades protetoras de animais. “Todas as ações devem ser voltadas para minimizar os problemas gerados com o abandono irresponsável de animais. No entanto, devemos ter disciplina nessas ações para não criarmos um problema muito maior que venha a trazer prejuízos para os animais e para a população”, afirma.

Ele avalia que as informações veiculadas pela coluna Dr. Vet prestaram uma “enorme colaboração” à população, no esclarecimento de diversas enfermidades que acometem os animais e que podem também afetar o ser humano. Diz que a equipe da Favet sempre procurou tratar os assuntos de forma técnica e científica, sem perder o foco da ética profissional, tentando promover e difundir os conceitos básicos de alimentação, sanidade, higiene, cuidados gerais da criação de animais e outros aspectos que envolvem a convivência com os animais de estimação e de produção. “Dentro desse processo, os professores sempre procuraram transmitir aqueles que buscavam informações técnicas, que o respeito aos animais e a preocupação com a saúde e o bem-estar devem ser uma preocupação constante da população”, aponta o diretor.

Conforme explica, a Medicina Veterinária possui uma abrangência de áreas de atuação ampla. Assim, a Favet se propõe a incluir no novo modelo do Dr. Vet, as áreas de alimentação, nutrição sanidade, reprodução e manejo geral para todas as espécies, abrangendo as domésticas e as silvestres. “Podemos incluir os importantes segmentos de tecnologia e inspeção dos produtos de origem animal, as biotecnologias da reprodução animal, o melhoramento animal, a criação e exploração de peixes, abelhas, bicho-da-seda e outras espécies de interesse econômico”.

Neste ano, a Faculdade de Veterinária da Uece está comemorando seus 50 anos de fundação. Célio Pires destaca que a missão da instituição vem sendo cumprida com rigor, na meta de formar profissionais aptos a promover o desenvolvimento sustentável e melhorar a qualidade de vida na região. “Ao longo de seus 50 anos de existência, a Favet formou médicos veterinários com atuação de destaque em diversas regiões do País”.

Mais informações
Redação do Diário do Nordeste
Página de Bem-Estar Animal
Telefone: (85) 3266.9790
Faculdade de veterinária da Uece
Telefone: (85) 3101.9855

VALERIA FEITOSA
EDITORA

14:12 · 05.02.2013 / atualizado às 14:12 · 05.02.2013 por

Caros leitores, esta será a última vez que a Coluna Dr. Vet será publicada neste formato, a partir de perguntas do leitor. A parceria que mantemos com a Faculdade de Veterinária da Uece passará por modificação, para melhor lhe atender. Aguardem as novidades!

O criador Alan Nery percebeu uma ferida no testículo de seu cão, Toby. Ele acredita que o ferimento foi em decorrência do animal ficar lambendo demais. “Queria que me ajudassem com esta situação”, pede ele.

 

Médica veterinária Annice Cortez, daFaculdade de Veterinária da Uece

Dra. Annice Cortez*: “Caro leitor, a primeira providência a ser adotada é encaminhar seu animal para a avaliação de um médico veterinário, que poderá examinar fisicamente o seu cão e diagnosticar de uma forma mais precisa a origem do problema dermato-lógico no saco escrotal do seu animal, a fim de prescrever um tratamento adequado e eficaz.

Apesar da foto enviada está muito nítida, há a necessidade do exame físico completo do animal, bem como o exame específico do órgão afetado. A palpação e a inspeção do saco escrotal e dos testículos são fundamentais para avaliar a extensão e profundidade da lesão, a consistência e tamanho dos testículos, se o animal apresenta sensibilidade dolorosa no exame, se existe algum tipo de secreção (sanguinolenta, purulenta, translúcida) ou indício de nódulos testiculares ou outras alterações anatômicas.

O exame clínico completo do animal, como aferição de temperatura, avaliação de mucosas, linfonodos, frequência cardíaca e respiratória, bem como busca de outras alterações dermatológicas devem ser avaliados a fim de constatar se é uma patologia localizada ou secundária para uma doença de origem sistêmica.

Lesões dermatológicas no saco escrotal podem ser decorrentes de uma dermatite alérgica de contato, doenças infecciosas como a Brucelose, a Ehrlichiose (doença do carrapato) e Leishmaniose (calazar), doenças estas que podem ocasionar edema testicular e dermatite na bolsa escrotal.

Além das doenças infecciosas, as neoplasias testiculares também podem provocar aumento do volume testicular, edema e dor local. O animal pode lamber a bolsa escrotal com o reflexo de dor e provocar uma dermatite secundária. As neoplasias testiculares são frequentes na espécie canina, principalmente em animais idosos.

Além de realizar um exame clínico detalhado, o médico veterinário poderá solicitar alguns exames complementares como hemograma, sorologia para Leishmaniose, Ehrlichiose e Brucelose, ou uma biopsia de pele na tentativa de definir o diagnóstico da causa da lesão escrotal”.

* Professora da Favet-Uece. Esta coluna é uma parceria com a Favet-Uece.

09:00 · 29.01.2013 / atualizado às 09:00 · 29.01.2013 por

O colaborador do Diário do Nordeste, em Canindé, Antônio Carlos Alves, traz excelente reportagem sobre as araras híbridas do zoológico daquela cidade. Está na Página de Bem-Estar Animal, publicada toda terça-feira no Caderno Regional do Diário. Confiram:

 

As araras foram apreendidas pelo Ibama em criatório ilegal e levadas para o Zoológico de Canindé FOTOS: ANTÔNIO CARLOS ALVES

Canindé. O Zoológico de São Francisco, mantido pela Igreja Católica, neste município, está com uma atração para os visitantes. É um casal de araras híbridas, resultado do cruzamento de duas espécies da ave. O veterinário do zoológico, Henrique Weber, explica que uma é a arara catalina, resultado do cruzamento das variações canindé e piranga; a outra é a arara piranga, fruto da união da canindé com a vermelha.
“As aves se adaptaram muito bem à nova morada”, afirma ele, complementando que elas foram trazidas ao município, após apreensão em criação ilegal no Rio Grande do Norte.
Ele explica que nem todos os animais híbridos são estéreis. “Pesquisas afirmam que o processo de hibridação pode ocorrer de forma natural e espontânea na própria natureza. Porém, a maior parte dos híbridos existentes foi criada em cativeiro, mas a criação propositada de híbridos em cativeiro é muito discutida e no Brasil não é permitido´´, explica o veterinário.

Veterinário Henrique Weber e estudantes de Veterinária da Paraíba fazem manejo na ave acolhida pelo Zoológico de Canindé FOTOS: ANTÔNIO CARLOS ALVES

As aves foram apreendidas no Rio Grande do Norte de um criador ilegal. O Ibama decidiu mandou para Canindé, porque o zoológico do município é cadastrado na instituição e cumpre todas as regras do Instituto na criação de animais apreendidos.
“As aves são hoje o xodó dos tratadores, dos visitantes e todos aqueles que conhecem um pouco desse processo. É um casal de araras saudável e que se entendem muito bem. Fico feliz em poder cuidar dessa espécie rara no Ceará´´, diz o veterinário.
O zoológico de Canindé é uma referência em reintrodução de animais no Brasil. Foi inaugurado em 1991, pelo ex-vigário da Paróquia do município, frei José Batista. Realiza trabalho exemplar no tratamento de animais e aves que chegam ao local em estado crítico.

Veterinário Henrique Weber diz que o Brasil proibe a hibridização de aves. Só criadores ilegais cometem o crime

Muitas espécies foram doadas por romeiros. O local possibilita um criatório que se assemelha aos ambiente natural das espécies que são socorridas.
Os estudantes de Medicina Veterinária do Instituto Federal de Campina Grande, Davi Emanuel e Beatriz Barbosa Correia, viajaram vários quilômetros para conhecerem de perto a vida dessas aves. “É importante esse conhecimento. Na Paraíba, a referência do Zoológico de Canindé é muito boa. Todos os estudantes da área têm vontade de vir conhecer de perto esse processo readaptação dos animais e das aves que é feito aqui´´, disse Davi.
Veterinários e estudantes da área fazem o manejo nas aves. O zoológico é referência na recuperação de animais vítimas de maus-tratos
O estágio dos alunos tem a finalidade de fortalecer o intercambio entre o Instituto Federal e o Zoológico de Canindé.
O local é um dos mais modernos do Estado do Ceará. Mantêm 287 animais, sendo 14 espécies de répteis, 32 aves e 18 mamíferos que recebem tratamento especial durante 24 horas. Para manutenção dos criatórios, a Paróquia gasta cerca de R$ 18 mil por mês, sem contar com o pagamento dos cinco tratadores que se revezam todos os dias.
De acordo com Henrique Weber, o termo híbrido pode ser entendido como o resultado do cruzamento entre duas variedades da mesma espécie de aves. Na natureza, o híbrido é uma ocorrência rara que acontece na maior parte das vezes pela ação do homem ao degradar o meio ambiente, ou seja, os habitat de determinadas espécies”, diz ele.
“A capacidade reprodutiva dos híbridos classifica-se como fértil quando machos e fêmeas têm 100% da possibilidade de se reproduzir. Já nos estéreis, não há capacidade de reprodução. Nos semi férteis ou parcialmente fecundos, somente os machos ou as fêmeas têm capacidade de se reproduzir. Os híbridos, quando não férteis, não são registrados como espécie nova, pois não têm possibilidade de se reproduzir e criar uma população´´, explica o veterinário.
Os híbridos apresentam coloração diversa, sendo uma composição da coloração dos pais. Podem trazer tons esverdeados nas penas da parte superior da asa (manto), entre outras partes do corpo também coloridas

Mais informações

Zoológico de São Francisco
Praça do Romeiro – Centro
Telefone: (85) 3343. 1811
Aberto de 8h às 17h, ao preço de
R$ 1,00. É gratuito para crianças

ANTÔNIO CARLOS ALVES
COLABORADOR

07:14 · 17.01.2013 / atualizado às 07:14 · 17.01.2013 por
O cão mestiço adulto está abandonado nas ruas e muito doente

O amigo Reginaldo Vieira continua o seu trabalho de proteção animal junto aos cães abandonados em obras do Metrofor, em Fortaleza (CE). Desta vez, ele socorreu um cão mestiço adulto, que está com conjuntivite e ferimentos pelo corpo. Devido ao quadro de saúde, ainda não pode conviver com os outros animais do Abrigo São Lázaro. Também não pode ser levado à Clínica Pet’s, onde trabalha a exemplar veterinária Dra. Camila, porque lá já há outros cães em tratamento,   socorridos das ruas, e que não podem se misturar com outro animal doente.

O cão chegou a ser medicado, mas teve que voltar às ruas. Precisa de internamento urgente!

O Reginaldo está precisando de apoio para internar o cachorro em outra clínica. Quem puder auxiliar, pode entrar em contato com ele, pelo fone (85) 9964.9786. Por enquanto, ele aplica os medicamentos receitados pela Dra. Camila, um colírio e antibióticos. Porém, o cãozinho ainda está na rua.

O cão foi medicado pela Dra. Camila, uma veterinária exemplar em trabalho beneficente

Vale destacar a atuação da Dra. Camila, da Clínica Pet’s, na Av. Imperador, 1615, Benfica. Ela é uma veterinária que consegue conciliar o atendimento particular com o trabalho beneficente em prol dos inúmeros animais abandonados nas ruas. Precisamos de mais veterinários assim, que também façam isto. O mundo animal e seus protetores agradecem! Parabéns, Dra. Camila! Quando todos forem iguais a Sra. será maravilhoso!

06:49 · 18.12.2012 / atualizado às 06:49 · 18.12.2012 por

Vejam o que a Premier Pet orienta sobre como cuidar dos cães e gatos durante o calor do verão. A reportagem também está na Página de Bem-Estar Animal, publicada toda terça-feira no Caderno Regional do Diário do Nordeste.

São Paulo. O verão está aí, com o gostinho de férias, viagens, passeios ao ar livre e tudo que a estação mais esperada por muitos pode proporcionar. Entretanto, nessa época do ano é necessário ter cuidados extras com a saúde de cães e gatos. A veterinária da Premier Pet, Keila Regina de Godoy, destaca algumas atitudes simples que podem deixar os dias quentes mais agradáveis para seu animal de estimação e evitar problemas.

As altas temperaturas, umidade elevada e mudanças na rotina favorecem a proliferação de pragas e parasitas. Estes são apenas alguns exemplos de fatores climáticos que podem contribuir negativamente para a saúde e bem estar dos pets.

A água tem um papel fundamental. “Por ser vital para a regulação da temperatura corporal, no verão ocorre um aumento espontâneo do volume consumido e uma atenção especial deve ser dada à quantidade disponível para cães e gatos”, explica Keila.

Como referência prática, os animais de estimação precisam receber, no mínimo, cerca de 60 ml de água por quilo de peso corporal/dia. “Um animal de cinco quilos, por exemplo, deve ter disponível por dia no mínimo 300 ml de água limpa e fresca”, completa.

Muita atenção deve ser dada também à localização dos bebedouros, que devem estar impreterivelmente ao abrigo do sol, pois o animal tende a se recusar a tomar a água se estiver aquecida.  É importante, ainda, um cuidado especial com os cães que gostam de brincar com a água, como os cães da raça Labrador e Golden Retriever, pois podem derrubar a vasilha e passar o dia todo sem ter o que beber. Nestes casos, pode-se contornar o hábito recorrendo a vasilhas pesadas ou a bebedouros fixos (o mais ideal) que não possam ser arrastados ou tombados.

Para cães que ficam longos períodos sozinhos, é recomendável bebedouro automático para garantir um suprimento contínuo de água. Outro ponto importante é evitar a ingestão de água de piscina, pois as substâncias químicas presentes, como altas quantidades de cloro, podem provocar indisposições gastrointestinais.

No caso dos gatos, manter bebedouros em todos os locais por onde mais circulam ou manter uma fonte de água corrente são formas de manejo que incentivam a ingestão hídrica – tão essencial para sua hidratação e saúde do trato urinário.

No que diz respeito a passeios e exercícios ao ar livre, eles devem ser feitos nos horários mais frescos do dia para evitar fadiga, queimaduras nos coxins (almofadinhas das patas) e desidratação. Sempre nos passeios mais longos, ofertar água durante o percurso e depois do término.

Em passeios de carro, deve-se manter o veículo bem ventilado ou com o ar condicionado ligado e nunca, em hipótese alguma, deixar o cão dentro do carro com os vidros fechados e exposto ao sol. Cães e gatos não conseguem transpirar e rapidamente podem sofrer um quadro de aumento agudo da temperatura seguido de morte.

Keila Godoy é veterinária da Premier Pet

“A alimentação também merece cautela, pois no verão é comum ocorrer uma alteração no padrão alimentar devido à diminuição do consumo pelo calor Pode-se evitar isso oferecendo o alimento nos horários e locais mais frescos do dia, sempre à sombra. Este manejo é particularmente importante para os animais com problemas cardíacos ou respiratórios e, ainda, os obesos, pois as altas temperaturas aumentam o desconforto respiratório e costumam levar à perda de apetite”, explica a veterinária.

Vale lembrar que o mais apropriado é sempre manter, nos casos de viagens ou hospedagens, o alimento habitual que o cão ou gato consomem, pois mudanças bruscas na alimentação podem promover alterações gastrointestinais.

Conservação do Alimento

O verão favorece a proliferação de pragas como insetos e roedores, bem como a presença de aves nos locais de refeição e armazenamento das rações. Isso expõe o alimento à contaminação e o animal a doenças, algumas graves como a Leptospirose, causada pelo contato com a urina que os ratos liberam nos locais onde se alimentam.

As aves também podem veicular doenças por meio de suas fezes, e por isso é melhor mantê-las afastadas. Assim, torna-se fundamental adotar cuidados rígidos tanto com o alimento exposto quanto com o armazenado:

– Armazenado: nunca deixar o alimento armazenado em exposição direta à alta umidade, ao sol ou calor excessivo, pois estes fatores podem alterar a qualidade do alimento. Assim, seja em casa ou no revendedor, todo alimento deve ser armazenado em local fresco, seco, sem incidência direta da luz solar e sem contato direto com parede e chão. Após a abertura da embalagem, o produto deve ser mantido, preferencialmente, em sua embalagem original. Caso seja guardado em latas ou caixas plásticas, estas devem ter boa vedação e barreira contra a luz. Estes cuidados são fundamentais para correta conservação do produto, prevenindo a rancificação da gordura, a oxidação de vitaminas e evitando o desenvolvimento de microorganismos contaminantes como fungos e bactérias.

– Exposto para consumo: um alimento seco industrializado, quando umedecido por água e/ou saliva e exposto às altas temperaturas do ambiente, sofre um processo de fermentação se não for imediatamente consumido. É fundamental que todas as sobras sejam sempre descartadas e que a cada refeição os comedouros sejam lavados com esponja, água e sabão para remoção completa de resíduos. Não deixar a ração exposta na vasilha por mais de 30 minutos no caso dos cães e, no caso dos gatos, que costumam ter o alimento ofertado para o dia todo, procurar sempre manter em local dentro de casa e, se possível, deixar menor quantidade e repor mais vezes ao dia. Sempre recolher os grãos de ração que caiam ao redor, mantendo o local das refeições constantemente limpo. Comedouros anti-formiga podem ajudar contra esta praga comum nas residências, sendo facilmente encontrados nas versões para cães e gatos nas lojas especializadas.

Outros cuidados importantes:

– Passar protetor solar nas pontas das orelhas e focinhos dos cães e gatos que possuem pelos brancos e pele clara (utilizar produtos adequados);

– Reforçar a proteção contra pulgas, pois se proliferam muito nesta época do ano, infestando facilmente o animal e o ambiente, promovendo grande desconforto, alergias e transmitindo doenças;

– Secar muito bem após o banho as regiões de dobras da pele, pois muito calor junto da alta umidade podem agravar problemas de pele nas raças como Bulldog e Shar Pei, entre outras.

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09:18 · 03.12.2012 / atualizado às 09:18 · 03.12.2012 por

Confiram resposta da Dra. Ticiana Franco para dúvidas da criadora Maria José. A pergunta dela é bem longa, mas vale a pena ler até o final! Os esclarecimentos da veterinária pode servir para o seu cão.

“Lendo alguns comentários no e-mail, muito me chamou a atenção a compreensão e as boas obras que estão praticando.
Fiquei muito emocionada com tudo que li.Como estou passando por momentos difíceis com a doença do meu cachorro POODLE,
e procurando me inteirar com o que realmente está acontecendo com o mesmo, descobrir o seu e-mail que muito vai me ajudar.
Meu cachorrinho vai completar 17 anos e apresentou um problema na perna quando tomou a vacina isso tem muito tempo e quando percebi voltei ao veterinário o mesmo analisou e disse que foi devido ficar dolorido mais logo ficaria bom, realmente passado alguns dias melhorou. Só que, vez por outra, ele mancava e depois fica bom. Há dois anos ele levou um grande chute sem querer que foi ficar longe voou alto e caiu, mais não apresentou  nenhum problema. Verifiquei com cuidado para ver se tinha quebrado alguma coisa nele, mas não tinha nada, só que ele ficou nervoso e desconfiando,deitado sem querer levantar, após muito tempo voltou ao normal,mais sempre desconfiado.
Também foi a um banho quando chegou já foi se coçando,no outro dia estava completamente cheio de carrapatos e dos enormes, mas tomou uma injeção, só que, de vez em quando, aparece carrapatos, só que uso remédios e também a coleira para evitar o bicho feroz. Tomou todas as vacinas e sempre indo ao veterinário. Quando agora no mês de setembro começou a ficar triste, só querendo dormir e com muito medo de fogos. Levei ao veterinário e o mesmo falou que ele está com pressão alta. Dei todo o medicamento. Infelizmente, em
minha cidade, tudo é motivo de comemorar tudo com fogos ou foguete e foi grande os momentos de festejos, demorando muitos minutos, ou seja, quase horas, ele não sabia para onde se esconder. Colocava nos braços ele não queria me trancava no quarto ele ficava sem parar até que se conformava, mas ficava tremendo que parecia que ia morrer e demorava passar,eu fazia carinho até que ele se conformasse. Fica desconfiado por muito tempo. Então, com tudo isso foi agravando e hoje está sem comer nada e nem anda. As pernas traseira não fica muito tempo em  pé, cai  com facilidade e não quer andar é preciso chamar muito sempre brincando com ele mais não é 10 minutos deita. Levei ao veterinário, foi feito exame de sangue ele apresentou o fígado bem pequeno e muita anemia. O resto está ótimo. No bom sentido, porque não anda com frequência só 5 minutos e cansa. Está tomando sulfato ferroso, vitamina e antibiótico e ômega 3. Comer que é bom, nada. Às vezes vomita o remédio e até o soro. Ele quer comer mas não consegue, abre a boca mais não sustenta o alimento e nem consegue mastigar. Adorava fígado e comia bem, mas se comer vomita. Estou dando remédio para vômito, melhorou. O que faço?”, Maria José.

 

Veterinária Ticiana Franco, da Favet-Uece

Médica Veterinária Ticiana Franco*: “Sra. Maria José, antes de tudo, é necessário salientar que mesmo para um cãozinho da raça Poodle, 17 anos já constitui uma idade bastante avançada e várias doenças degenerativas fragilizam sua saúde, assim como em um homem de 70, 80 anos de idade. O fato dele ter medo de fogos é considerado comum. O que agrava o quadro é a idade de seu animal e o fato deste tipo de barulho ser frequente em sua cidade. O coração de cães nestas condições pode não suportar.
O uso de anestésicos ou calmantes, em geral ansiolíticos de fácil venda em pets shops e lojas agropecuárias, pode ser extremamente perigoso sem avaliações cardíacas completas prévias de um veterinário, e pode por a vida de qualquer cão ou gato em risco. Se necessário, além da auscultação cardíaca e Raio X de tórax, um eletrocardiograma, ecodopplercardiografia e aferição de pressão arterial podem ser pedidos.
Assim, recomendo na eventualidade de fogos, fique com ele, transmitindo-o segurança em um local mais escondido da casa, no qual ele ouça menos possível o barulho externo, e ligue o som em música tranquila, agradável a ele, e fale com ele acalmando-o.
Ou converse com o veterinário de sua confiança  sobre substâncias calmantes naturais (florais de Bach, por exemplo) que sejam alternativas para seu animal, pois mesmo sem realizar os exames cardíacos, na idade dele, acredito que um comprometimento cardíaco deve estar presente. Quanto a ele estar com forte anemia, vômito, apatia, possível dor articular, pois resiste em levantar-se, fraqueza muscular das patas, inapetência (não quer comer), condiz com sinais clínicos de duas doenças que podem estar presentes em conjunto ou isoladas (erlichiose e babesiose, ou “doenças do carrapato”) transmitidas por carrapatos contaminados que o parasitaram há pouco tempo atrás.
Converse com o veterinário que o está acompanhando. Pergunte qual a sua suspeita clínica e qual princípio ativo (tipo) de antibiótico ele está tomando. Há terapias específicas para estas doenças, mas lembre-se que o sucesso do tratamento não depende só da prescrição correta, ou da sua força de vontade de dar os remédios da forma recomendada, mas da capacidade do organismo dele de reagir à doença e às medicações.
* Médica Veterinária, com Pós-Doutorado em Reprodução Animal, professora de Clínica Médica de Cães e Gatos na Favet-Uece. Esta coluna é uma parceria com a Favet-Uece. Dúvidas sobre animais devem ser enviadas para o anavaleria@diariodonordeste.com.br ou (85) 3266.9790, ou ainda para o blog Bem-Estar Pet

07:06 · 14.11.2012 / atualizado às 07:07 · 14.11.2012 por

Na Coluna Dr. Vet de hoje, confira resposta da Dra. Ticiana Franco sobre dúvidas em reprodução de gatas do criador Fernando Cysne.

“Tenho duas gatas a Frida Carla Maria Rita com 8 anos, (mestiça -angora com persa). Esta não cruzo mais, mas a filha dela, Charlotte, (o pai é um persa com pedigree), com 3 anos, estou levando para cruzar desde janeiro e não está mais ficando prenha. Já mudei o macho, e nada acontece, e os mesmos machos já cobriram outras fêmeas que ficaram prenhas. A Charlotte já teve três ninhadas, e agora não fica mais prenha. O que devo fazer? Elas só se alimentam de ração, Royal Canin Fit 32 desde de pequenas”, pergunta o criador Fernando Cysne.

Médica veterinária Ticiana Franco, da Favet-Uece

Dra. Ticiana Franco*: “Se você diz que está levando para cruzar, creio que esteja verificando cio na Charlotte. Os cios devem aparecer a cada 15 a 50 dias, considerando que ela pode ovular ou não, dependendo dos acontecimentos. É válido observar qual o intervalo entre estes cios. Quando ela entra no cio, tecnicamente denominado de proestro e estro, ela cruza efetivamente com o macho, ou seja: ela grita, bate no macho, bufa e lambe-se após a cópula? Quantas vezes por dia? Em que intervalo? Quantos dias? Estas perguntas são importantes, pois somente cruzar não é suficiente.

A gata ovula de forma induzida pelas espículas penianas. Não para machucá-la ou fazê-la sangrar, que é um mito, mas para um estímulo neuroendócrino de desencadeamento de uma descarga de um importante hormônio da reprodução, o hormônio luteinizante ou LH. Desde que liberado em uma concentração adequada, age em cerca de 24 a 36h após uma cópula efetiva, ou seja, com penetração completa, traduzida pelos sinais de gritar, bater, bufar e lamber-se da fêmea pós-cópula. Para sua liberação em uma concentração adequada, o casal de gatos precisa realizar cópulas em curtos intervalos.

Sugere-se pelo menos quatro cópulas em intervalos de 1h, 2X/dia (manhã e final de tarde, por exemplo), pelo menos três a quatro dias seguidos. Caso Charlotte não esteja cruzando desta forma, ela pode ter cios normais, mas não estar emprenhando por ausência de ovulações, ou pequeno número de ovulações que não garantem boa quantidade de oócitos para a fecundação.

Outro ponto a ser investigado é o real momento do ciclo e o estado do útero. Para isto a Charlotte deve ser avaliada clinicamente por um veterinário, a fim de realizar análise de secreções (citologia vaginal) e também avaliação de imagem ultrassonográfica do útero, pois algumas patologias uterinas, mesmo com a presença do cio, permanecem em uma ou mais porções do útero assintomáticas, como hidrometras e piometras e comprometem a capacidade do embrião de fixar-se ao útero e garantir a gestação. A ração que ela come é excelente, mas sugiro a ração da mesma marca desenvolvida para fêmeas em reprodução (Royal Canin Queen) que, por possuir na fórmula antioxidantes importantes para a fase pré-gestacional, pode melhorar o quadro da suposta infertilidade.

Ticiana Franco Pereira da Silva*
Médica veterinária e professora da Favet-Uece. Dúvidas sobre animais enviar para o anavaleria@diariodonordeste.com.br ou (85) 3266.9790

 

09:37 · 06.11.2012 / atualizado às 09:37 · 06.11.2012 por

Confirma o Dr. Vet deste semana. Médico veterinário Paulo Babosa tira dúvidas do criador Adson Júnior.

“Oi, faz algum tempo, os olhos do nosso cachorro remelam sem parar. O que ele tem? Qual o remédio recomendado?”, pergunta o criador Adson Junior.

Dr. Paulo Sérgio Barbosa é veterinário e professor da Favet-Uece

Dr. Paulo Sérgio Barbosa: “Prezado senhor, o que provavelmente seu cachorro apresenta, pela pergunta, seria ceratoconjunvite seca. Essa doença é causada pela deficiência da parte aquosa do filme lacrimal, ou seja, o seu animal não está produzindo lágrima suficiente para lubrificar os olhos, provocando mudanças inflamatórias progressivas na córnea e na conjuntiva.
Quanto à sua etiologia, ela pode ser primária ou secundária. A cereratoconjuntivite seca primaria é causada por uma falta congênita na produção de lágrima ou por atrofia espontânea da glândula lacrimal; enquanto a secundária, que provavelmente seja a que está causando a remela descrita na carta, é causada por uma variedade de doenças como cinomose, erlichiose, hipotireoidismo, hiperadrencorticismo, diabetes, sarna e medicamento como pré anestésicos, atropina e também sulfa.
O senhor não menciona na carta qual a raça do seu animal. Existem algumas raças que são predisposta a essas doenças.
As principais raças predispostas são: Cocker spaniel, Beagle, Chihuahua, Dachshund, Bulldog inglês, Lhasa apso, Pug, Schnauzer miniatura,Pequinês, Shih tzu, Yorkshire terrier e Rottwailer, além de todos os animal que são mestiço destas raças.
Quanto a sintomatologia, a doença pode ser aguda, causando inicialmente a descarga mucoide descrita na carta como remela, dando aos olhos uma aparência seca, progredindo para uma conjuntivite. Em caso de não tratamento específico, a enfermidade evolui para uma úlcera na córnea.
Após este estágio, ela se torna crônica, com o aparecimento de novos vasos invadindo essa córnea, que chamamos de neovascularização, e aparecimento de mancha preta conhecida no meio clínico veterinário como melanose.
Como se vê, se faz necessário que o senhor leve este animal a um médico veterinário com especialização em Oftalmologia, para que este faça o diagnóstico desta patologia.
No caso da ceratoconjuntivite seca deve ser feito com o teste lacrimal de Shirner e, se necessário, fazer exames complementares para saber a causa secundária e chegar há um diagnóstico preciso para o seu animal.
Enquanto o senhor não leva o seu animal ao médico veterinário para uma consulta, utilize soro fisiológico várias vezes ao dia e retire o animal da presença do sol para melhorar a qualidade de vida dele.
Isto é só um paliativo e não vai resolver o problema. Lembre-se: dentro das doenças citadas anteriormente como causa secundária, existe o calazar que é uma doença grave de saúde pública que acomete o ser humano também.
* Professor e médico veterinário da Faculdade de Veterináruia da Uece. Esta coluna é uma parceria com a Favet-Uece. Dúvidas sobre animais devem ser enviadas para o anavaleria@diariodonordeste.com.br ou (85) 3266.9790, ou ainda para o blog Bem-Estar Pet