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RANKING EUA – JORNADA aquém do esperado

Publicado em 20/05/2013 - 13:13 por | Comentar

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Nada menos de 12 filmes estrearam nos circuitos exibidores dos EUA. Parece que, propositadamente, os distribuidoras lançaram os seus filmes que estavam encalhados, como The English Teacher, de Craig Zish, com Juliane Moore, já disponível nos torrents. A diferença, o sul-coreano Pietá, de Kim Ki Duk, que aqui em Fortaleza só será exibido em agosto. Era com este cenário de falta de concorrência que a Paramount aguardava uma super estreia de Além da Escuridão – Star Trek, a segunda produção da franquia sob as ordens de JJ Abrahms. O número mágico era 100 milhões de dólares, quantia esta que superaria os US$ 86,7 milhões do Star Trek de 2009. Não foi o que aconteceu porque, ali na esquina, o inimigo real, que não era mais novidade, apenas aguardava a passagem da nave espacial para tirá-la do rumo. O nome dele? Homem de Ferro 3

ALÉM DA ESCURIDÃO - STAR TREK (2013), de JJ Abrams: líder do Ranking EUA

ALÉM DA ESCURIDÃO – STAR TREK (2013), de JJ Abrams: líder do Ranking EUA

Era para ser uma estreia arrasadora. O marketing tinha funcionado a todo vapor, os fãs estavam de prontidão, a imprensa aguçava a todos com 80% de críticas positivas. Então, o que poderia dar de errado, principalmente quando os exibidores resolveram abrigar pré-estreias noturnas às quartas e quintas feiras, as quais, na sexta, já somavam US$ 14,6 milhões? Entre sexta, 17, e domingo, 19, Além da Escuridão – Star Trek somou US$ 70,6 milhões. Somados aos 14,6 milhões, resultou em US$ 84,1 milhões. Em 2009, Star Trek obtivera US$ 86,7 milhões, incluindo às pré-estreias da 5ª feira. O problema é que, para Hollywood, se uma continuação não supera em bilheteria o filme anterior prega-se nele o rótulo de decepção. É o que explica Ray Subbers, do Box Office Mojo. Segundo ele, o marketing da Paramount conseguiu vender algo novo de um filme de enredo mais–do-mesmo.

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ROBINSON CRUSOÉ – CCBN apresenta inédito de Buñuel

Publicado em 19/05/2013 - 15:45 por | Comentar

Categorias: CINECLUBISMO
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Dando continuidade à mostra ilhados o Cine-clube do Centro Cultural Banco do Nordeste apresenta a versão de Luis Buñuel para a obra-prima de Daniel Defoe, Robinson Crusoé, nesta terça-feira, às 5 da tarde. É a primeira exibição pública do filme em Fortaleza

Robson Crusoé, primeiro filme em cores de Buñuel

ROBINSON CRUSOÉ (1954): primeiro filme em cores de Buñuel e primeira exibição em Fortaleza

O espanhol Luis Buñuel e o inglês Daniel Dafoe não tinham muito em comum. O primeiro, anti-burguês, identificado com o socialismo – embora nem de longe vivesse como socialista -, tornou-se cineasta quase por acidente, enquanto vagabundeava por Paris às custas do dinheiro da mãe. O segundo, negociante malfadado e esnobe ao ponto de transformar o sobrenome Foe, do pai açougueiro, em Dafoe, cuja sonoridade, em sua ótica, soava mais nobre, tornou-se escritor depois que fracassou no mundo dos negócios. Como dois personagens tão diferentes e distanciados entre si no tempo (Dafoe viveu no século XVII, Buñuel veio ao mundo no alvorecer do século XX) vieram a se encontrar é uma das questões que, vez por outra, obsedam as mentes que se detêm sobre enigmas aparentemente insolúveis. (mais…)

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O ABISMO PRATEADO/Crítica – cinema particular

Publicado em 19/05/2013 - 8:21 por | Comentar

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O Abismo Prateado (2011), de Karim Aïnouz, falha em não conseguir transpor a dor do abandono descrito na composição Olhos nos olhos, de Chico Buarque, e na própria história de sua heroína, mas o cineasta enfrentou o desafio, e o filme garante alguns bons momentos de apreciação estética, principalmente no que se refere à beleza e ao talento de Alessandra Negrini

Thiago Martins e Alessandra Negrini em cena de O ABISMO PRATEADO (2013)

Thiago Martins e Alessandra Negrini em cena de O ABISMO PRATEADO (2011)

Desde seu primeiro curta-metragem, Seams (1993), que critica o modo de ser machista na sociedade cearense a partir do olhar de mulheres de sua família, que Karim Aïnouz parece disposto a questionar as atitudes masculinas. O homem, em sua obra, em geral é visto como um sujeito covarde, que abandona a mulher sem dó nem piedade. Ou talvez até tenha algum sentimento, mas não quer se dispor a enfrentá-lo. Assim acontece em O Céu de Suely (2006) e assim também acontece no recente O Abismo Prateado (2011). Pode-se ver outro exemplo de um comportamento cafajeste masculino, ainda que de maneira menos centrada, em uma série de televisão idealizada pelo diretor e por Marcelo Gomes, Alice (2008), estrelada por Andréia Horta.

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LUCIANA FAULHABER – uma brasileira em Hollywood

Publicado em 19/05/2013 - 7:56 por | Comentar

Categorias: CELEBRIDADES, CINEASTAS
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Há dez anos nos Estados Unidos, a carioca Luciana Faulhaber, que faz uma pequena participação no blockburster Homem de Ferro 3, prepara um longa de horror em terras americanas, financiado por um fundo colaborativo. Don’t Look  é o projeto com o qual a carioca de Ipanema pretende apresentar seu potencial como atriz ao público

Luciana Faulhaber: atriz de HOMEM DE FERRO e diretora ee DONT'T LOOK Foto: Ben Miller

Luciana Faulhaber: atriz de HOMEM DE FERRO e diretora e DONT’T LOOK Foto: Ben Miller

Conquistar um lugar ao sol no badalado cinema hollywoodiano é um sonho que povoa (confessadamente ou não) a mente de muitos profissionais de cinema em todo o mundo, mas que ainda é reservado a poucos, incluindo alguns nomes brasileiros, como os dos diretores Fernando Meireles e José Padilha ou dos atores Rodrigo Santoro e Alice Braga. Para quem ainda não tem grande projeção, especialmente no caso dos atores, o maior desafio é tomar parte num projeto que tenha boa repercussão, o que pode requerer participação direta na elaboração do mesmo, no sentido da gestão da própria carreira.

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O ABISMO PRATEADO – Karim e o silêncio da dor

Publicado em 18/05/2013 - 8:15 por | Comentar

Categorias: Geral
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Com debate após a sessão das 10h45 deste sábado, 18, O Abismo Prateado, de Karim Aïnouz, é outra produção dirigida por cearense a ter lançamento no Cinema der Arte. Participam da conversa a filósofa Sandra Helena e o psicanalista Paulo Marchon, mediados pelo pedagogo Tadeu Castelo Branco

Alessandra Negrini e o silêncio da dor em O ABISMO PRATEADO (2011), de Karim Aïnouz

Alessandra Negrini e o silêncio da dor em O ABISMO PRATEADO (2011), de Karim Aïnouz

ADRIANA MARTINS
Do Caderno 3

O novo filme do diretor cearense Karim Aïnouz, O Abismo Prateado, teve estreia nacional no último dia 26 – mesma data da chegada de Homem de Ferro 3 aos cinemas do País. Em Fortaleza, a infeliz coincidência atrasou o cronograma de lançamento da produção, ao colocá-la em competição por salas com o blockbuster norte-americano.

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A CRÍTICA DO CINÉFILO – os cinemas e o público II

Publicado em 17/05/2013 - 18:15 por | Comentar

Categorias: coisa de cinema
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A Crítica do Cinéfilo pôs em discussão, desde a semana passada, através de um comentário do cinéfilo e internauta Cortes, de São Paulo, a qualidade do atendimento ao público por parte das empresas exibidoras. Mas existe outro problema: a má educação de uma minoria que incomoda a maioria. É a turminha do barulho. E sobram reclamações também quanto ao preço dos ingressos e da pipoca e até quanto aos filmes dublados. Dezenas de comentários chegaram ao blog de cinema e alguns deles mereceram exposição. Se você também uma má experiência ou alguma reclamação, mande para o blog de Cinema

A má educação de alguns é o maior problema para quem vai ao cinema hoje em dia? Foto: desfazer.com

A má educação de alguns é o maior problema para quem vai ao cinema hoje em dia? Foto: desfazer.com

Já tive experiências tenebrosas indo ao cinema em São Paulo. Na zona leste eu não entro em uma sala há anos. Numa sessão de O Exorcista – verão do diretor (2001), fizeram guerra de comida. Foi em uma das seis salas do Cinemark Metrô Tatuapé. Nem funcionário pode conter a baderna. Ainda bem que tinha visto o filme anos atrás. Também tive problemas em sessões de Cold Mountain, Tróia, Piratas do Caribe 2 (em duas sessões) e A Supremacia Bourne. Daí, percebi uma coisa: ou tento ir ver filmes que demandam grande público nas tardes dos dias de semana ou logo no dia da estreia, porque quem é fã de cinema de verdade, fica de boca fechada e desliga o celular. Em contrapartida, não tive problema algum com os filmes de adaptações de quadrinhos ou com as sagas de Harry Potter e O Senhor dos Anéis. Mas considerando que o cinema está caro demais, estou indo cada vez menos. O bolso e a paciência agradecem (Thiagoarrasaquarteirão@).

…Uma política de educar os espectadores quanto ao seu comportamento. Esta é a frase mais interessante do ano. Na semana passada fui assistir a Homem de Ferro 3 (dublado!) e a sala não estava cheia. Sentei ao lado de um casal de namorados e o rapaz explicou todo o filme para a menina. Ou seria para mim? Uma situação totalmente dispensável inteiramente irritante, que fica cada vez mais comum – a falta de educação. Por outro lado, assistir, assistir a filmes em casa é realmente confrotável, mas não tem a magia que só o Cinema proporciona. Amo ir ao cinema ver um grande filme e, quando ele me surpreende, me diverte e não sai de dentro de mim. Saio com um o sorrisão de uma orelha à outra e com a certeza de que não vai ser por causa da falta de educação de alguns que abandonarei o amor (valdecibruno@).

No meu caso, o que me motiva a não ir ao cinema e mesmo a falta de educação das pessoas sejam os funcionários das exibidoras ou clientes, hoje além dos gritos, conversas e aborrecestes que não lhe deixam ver o filme em paz, temos que aturar ainda telefones tocando no meio do filme, lanterna do celular ligada, ligações escandalosas e etc. Isso eu julgo até normal hoje em dia, mas se for contar o mal atendimento por parte dos cinemas de Fortaleza, onde os ingressos no fim de semana chegam a 40 reais a inteira, as salas são super lotadas, quentes e vez ou outra problemas corriqueiros como falta luz, não exibem o filme todo, falta o som… e digo mais o pior mesmo e que ao ocorrer um problema desses a atitude da exibidora e a de fazer o consumidor de besta. No inicio desse mês mesmo, fui ao cinema(não vou citar qual) e o filme estava sem o som, pedi meu dinheiro de volta e a resposta que obtive foi: Não podemos devolver seu dinheiro, só podemos oferecer uma cortesia para que você retorne outro dia. Sério, gosto de ir ao cinema, porém e mais fácil esperar o filme chegar na locadora! Assim se evita o stress… (Carolinesilva@).

Sinto falta de um cinema de verdade como era o Cine São Luiz do centro da Cidade. Ah, que saudade! Algumas salas de exibição de Fortaleza são agradáveis, mas não se deve comparar. Eu era feliz e não sabia (valdecibruno@).

A razão pela qual frequento muito pouco cinema atualmente são os preços. Do preço do ingresso ao da pipoca, está tudo muito exorbitante (Larissabona@).

Cito ainda um outro problema, pelo menos um que tem me afastado e a vários amigos também, das salas de cinema: a grande quantidade de cópias dubladas em detrimento das legendadas. É decepcionante quando queremos muito assistir a um filme, e em determinado cinema somente existem sessões dubladas, ou apenas uma única legendada, na maioria das vezes a última. Os verdadeiros cinéfilos e apreciadores em geral de cinema abominam filmes dublados. Sessão dublada só atrai gente na maioria das vezes sem educação, que não tem a mínima capacidade de ver o filme e ler a legenda ao mesmo tempo (andrecarvalho@).

 

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A CRÍTICA DO CINÉFILO – os cinemas e o público III, a reclamação portuguesa e a criativa solução britânica

Publicado em 17/05/2013 - 18:15 por | Comentar

Categorias: CIRCUITO EXIBIDOR
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A reclamação quanto os problemas enfrentados no interior de uma sala de cinema parece ser algo universal. Pesquisando na internet, coletei duas matérias interessantes, as quais aqui repasso para você com o objetivo de buscar uma reflexão e, igualmente, a sua manifestação

Um "ninjas" em ação no Prince Charles Cinema, em Londres

Um “ninja” em ação no Prince Charles Cinema, em Londres

Primeiro, a criativa solução encontrada pela administração do Prince Charles Cinema, da Inglaterra, a fim de calar os espectadores inconvenientes, especialmente os falastrões e os amantes do celular.

Confira a matéria > aqui <

A reclamação portuguesa

A segunda matéria é uma exposição do crítico Tiago Rezende, do site português Cinema 7ªarte, uma das fontes de notícias do cinema europeu.

Confira a matéria > aqui <

Analise as duas matérias e reflita. E envie os seus comentários. Eles são importantes para que possamos fazer um painel sobre as dificuldades que encontramos em nossas jornadas aos cinemas. Seja bem vindo ao Blog de Cinema.

 

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DEIXA ELA ENTRAR – no Cineclube (des)cafeinado, neste sábado

Publicado em 17/05/2013 - 18:14 por | Comentar

Categorias: CINECLUBISMO
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A primeira edição do Cineclube (des)cafeinado em parceria com a Livraria Cultura acontecerá nesse sábado, 18, com a exibição do sueco Deixa ela entrar, de Tomas Alfredson

Kåre Hedebrant em DEIXE ELA ENTRAR, exibido no dia 18 pelo Cineclube (des)cafeinado

Kåre Hedebrant em DEIXE ELA ENTRAR, exibido no dia 18 pelo Cineclube (des)cafeinado

Lançado no mesmo ano de Crepúsculo; Deixa ela entrar, filme-fábula de romance e terror dirigido por Tomas Alfredson (O espião que sabia demais) também trabalha com os arquétipos do amor vampiresco, embora o faça de maneira extremamente particular e – ao contrário da adaptação de Stephanie Meyer – inventiva.  Tão gélido quanto a paisagem de Estocolmo, o longa de Alfredson investe na intrínseca relação entre sensibilidade e violência enquanto estuda a natureza do amor (igualmente) dual entre um mortal e uma vampira.

Onde assistir

Deixa ela entrar será exibido neste sábado, 18, no auditório da Livraria Cultura pelo Cineclube (des)cafeinado. A sessão será seguida de debate e haverá o sorteio de uma (01) cópia em DVD do filme. A entrada é franca.

Banner de divulgação

Banner de divulgação

Para participar do evento no facebook, clique aqui.

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RANKING BRASIL – a terceira liderança de HOMEM DE FERRO 3

Publicado em 16/05/2013 - 19:53 por | Comentar

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Com um movimento fraco nas salas de cinema devido ao feriado do Dia das Mães, o líder das bilheterias nacionais do último final de semana continua sendo Homem de Ferro 3

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Como esperado, o feriado do Dia das Mães e alguns jogos decisivos de futebol, que param o domingo brasileiro, fizeram com que o movimento nos cinemas no último final de semana fosse morno e sem muitas novidades nas colocações do Ranking, apesar de estreias promissoras.

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TOY STORY: FÉRIAS NO HAWAII – assista ao curta da Pixar

Publicado em 16/05/2013 - 18:52 por | Comentar

Categorias: Geral
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Toy Story: Férias no Hawaii (Toy Story Toons: Hawaiian Vacation, 2011) é um curta-metragem de animação da Pixar dirigido por Gary Rydstrom. O curta foi exibido nos cinemas antes do filme Carros 2 (Cars 2, 2011) e também foi incluído no DVD do filme

TST Hawaiian Vaca.

Ken e Barbie em curta da Pixar, Toy Story: Férias No Hawaii (2011)

Bonnie está indo viajar para o Havaí. Ken e Barbie se escondem na mochila escolar dele para ir junto, mas, infelizmente, ela não leva a tal mochila para as suas Férias. Ken e Barbie ficam tristes. Buzz, Woody e o resto dos brinquedos tentam fazê-los se sentirem no Havaí.

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