Busca

Categoria: Cinema Brasileiro


12:57 · 25.01.2018 / atualizado às 13:01 · 25.01.2018 por
Filme oferece um olhar pelos bastidores do julgamento que culminou no impeachment da ex-presidente

“O Processo”, documentário de Maria Augusta Ramos, foi selecionado para a mostra Panorama do Festival de Berlim, um dos principais eventos cinematográficos do mundo, que acontece de 15 a 25 de fevereiro de 2018, na Alemanha. A diretora Maria Augusta Ramos estará presente na exibição que acontece dia 21 de fevereiro. O longa retrata o processo que culminou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff em 31 de agosto de 2016.

“Fico muito feliz com a seleção para o Festival de Berlim e para a Panorama, uma mostra que já exibiu grandes filmes. É um dos mais importantes festivais do mundo e que pode ajudar a aumentar a visibilidade do filme no exterior. É também uma forma de contribuir para a afirmação da cinematografia brasileira e chamar a atenção para o momento atual do país”, afirma a diretora Maria Augusta Ramos.

Diretora dos longas premiados “Futuro Junho” (2015), “Seca” (2015), “Juízo” (2013), “Morro dos Prazeres” (2013), “Justiça” (2004) e “Desi” (2000), em seu novo trabalho, Maria Augusta busca compreender e refletir sobre o atual momento histórico brasileiro. A diretora dá continuidade às abordagens desenvolvidas a partir do sistema judiciário do país na trilogia formada por “Justiça”, “Juízo” e “Morro dos Prazeres”.

Para realizar “O Processo”, Maria Augusta passou vários meses em Brasília, sua cidade natal, acompanhando cada passo do processo de impeachment, somando 450 horas de material filmado. Sem fazer entrevistas ou intervir nos acontecimentos, ela e sua equipe circularam por corredores do Congresso Nacional, filmaram coletivas de imprensa, registraram as votações na Câmara dos Deputados e no Senado e testemunharam bastidores nunca mostrados em noticiários.

“O Processo” oferece um olhar pelos bastidores do julgamento que culminou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff em 31 de agosto de 2016. O filme testemunha a profunda crise política e o colapso das instituições democráticas no país.

10:59 · 12.01.2018 / atualizado às 10:59 · 12.01.2018 por
“Rifle”, de Davi Pretto, foi eleito o melhor longa-metragem gaúcho

Foram divulgados hoje os melhores de 2017 na opinião dos associados da ACCIRS – Associação dos Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul. E o grande vencedor foi o documentário  “No Intenso Agora”, de João Moreira Salles, que foi eleito o melhor filme brasileiro do ano. Já o melhor filme estrangeiro foi o alemão “Toni Erdmann”, de Maren Ade.

Os críticos gaúchos escolheram também as melhores produções realizadas no Rio Grande do Sul. O melhor longa do ano foi “Rifle”, de Davi Pretto, enquanto que o melhor curta foi “Secundas”, de Cacá Nazário. Por fim, foi apontado como Destaque Gaúcho do ano o Programa de Alfabetização Audiovisual, que irá receber o Prêmio Luiz César Cozatti. A Associação dos Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul completa, em 2018, dez anos de existência, e agrega mais de 40 profissionais da crítica cinematográfica.

Melhores Filmes de 2017 segundo a ACCIRS

Melhor Longa-metragem Brasileiro
“No Intenso Agora”, de João Moreira Salles (40,5% dos votos)
“Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky (37,8% dos votos)
“Bingo: O Rei das Manhãs”, de Daniel Rezende (18,9% dos votos)

Melhor Longa-metragem Estrangeiro
“Toni Erdmann”, de Maren Ade (43,2% dos votos)
“Dunkirk”, de Christopher Nolan (29,7% dos votos)
“Mãe!”, de Darren Aronofsky (21,6% dos votos)

Melhor Longa-metragem Gaúcho
“Rifle”, de Davi Pretto (48,6% dos votos)
“Mulher do Pai”, de Cristiane Oliveira (37,8% dos votos)
“Cidades Fantasmas”, de Tyrell Spencer (8,1% dos votos)

Melhor Curta-metragem Gaúcho
“Secundas”, de Cacá Nazario (43,2% dos votos)
“Mãe dos Monstros”, de Julia Zanin de Paula (35,1% dos votos)
‘Yomared”, de Lufe Bollini (10,8% dos votos)

Destaque Gaúcho – Prêmio Luiz César Cozatti
Programa de Alfabetização Audiovisual (77,8% dos votos)
Projeto Raros (14,8% dos votos)
30 Anos da Casa de Cinema de Porto Alegre (7,4% dos votos)

10:51 · 12.01.2018 / atualizado às 10:51 · 12.01.2018 por
“O Ornitólogo” foi eleito como melhor longa-metragem estrangeiro

A Associação Cearense de Críticos de Cinema (Aceccine) elegeu os curtas e longas-metragens que mais se destacaram em 2017. Foram citados 64 filmes no primeiro turno de votação, entre curtas, médias e longas, nas cinco categorias, reflexo da pluralidade e da qualidade das obras lançadas no último ano. No segundo turno, os votantes definiram os vencedores de cada categoria. A entidade é composta por profissionais de cinema e audiovisual que atuam como críticos no Ceará, conectados com a efervescência da produção contemporânea.

Para os prêmios de melhor longa-metragem estrangeiro e brasileiro, os associados consideraram produções lançadas em circuito comercial no Ceará entre os dias 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2017 e que permaneceram em cartaz pelo menos uma semana. Os escolhidos foram “O Ornitólogo” (Portugal/França/Brasil), dirigido por João Pedro Rodrigues, e “Corpo Elétrico”, de Marcelo Caetano, respectivamente.

Concorriam na categoria de melhor longa-metragem cearense os filmes que estrearam nas salas de cinema, no mesmo período, ou obras inéditas em circuito que tiveram uma primeira exibição pública no Ceará decorrer do ano. O prêmio foi para “Corpo Delito”, de Pedro Rocha.

Os curtas-metragens também foram avaliados pelos associados. O critério para o prêmio de melhor curta/média brasileiro contemplava filmes, independente do ano de produção, que tiveram uma primeira exibição pública em mostras e festivais do Brasil em 2017. O escolhido foi a produção baiana “Mamata”, de Marcus Curvelo. Já para os curtas cearenses, concorriam obras que tiveram uma primeira exibição pública no Ceará no mesmo período. O vencedor foi “Vando Vulgo Vedita”, de Andréia Pires e Leonardo Mouramateus.

Melhores Filmes de 2017 segundo a Aceccine

Melhor Longa-metragem Cearense:
“Corpo Delito”, de Pedro Rocha

Melhor Longa-metragem Brasileiro:
“Corpo Elétrico”, de Marcelo Caetano

Melhor Longa-metragem Estrangeiro:
“O Ornitólogo” (Portugal/França/Brasil), de João Pedro Rodrigues

Melhor Curta-metragem Cearense:
“Vando Vulgo Vedita”, de Andréia Pires e Leonardo Mouramateus

Melhor Curta-metragem Brasileiro:
“Mamata” (BA), de Marcus Curvelo

14:39 · 27.12.2017 / atualizado às 14:41 · 27.12.2017 por
“Toni Erdmann” é uma das atrações da Faixa Retrospectiva

A tradicional Mostra Retrospectiva/ Expectativa do Cinema do Dragão chega rebatizada à quarta edição. Agora, será Mostra Retroexpectativa, unindo numa só palavra os dois conceitos básicos da seleção especial de filmes.

De 11 a 24 de janeiro de 2018, a mostra exibirá, nas duas salas do cinema, 63 filmes divididos nas faixas Retrospectiva, Expectativa, Clássicos e a de cinema brasileiro, neste ano, sob o nome Estado de Emergência, temática-chefe da programação.

“Programar a Mostra Retroexpectativa é colocar-se diante do ano que passou e revê-lo através das imagens e dos filmes. É quando podemos re-exibir títulos que marcaram o Cinema do Dragão, mas também fazer descobertas, propor novas experiências, utilizar a sala de cinema como espaço de deslocamento, discussão e debate”, define o programador do Cinema do Dragão, Pedro Azevedo.

Ele destaca ainda que, para esta edição, a mostra tenta traduzir um “sentimento comum” ao cinema brasileiro, na faixa Estado de Emergência. “Trata-se de um recorte pequeno de nove longas-metragens que dão várias pistas sobre a experiência que foi viver no Brasil em 2017. A seleção traz filmes bastante distintos entre si que, como num jogo de baralho, conferem ao espectador a autonomia de propor combinações, diálogos possíveis”, explica.

Com quatro anos a pleno funcionamento, desde a reinauguração em 2013, o Cinema do Dragão segue forte enquanto único cinema da cidade com programação que foge ao circuito do grande mercado cinematográfico mundial e nacional. Com duas modernas salas de exibição 4K e com uma seleção de filmes festejada pelos amantes do cinema, foram 30.557 ingressos vendidos, em 2017, fora os mais de 6.000 espectadores de sessões gratuitas. Nesse período, foram exibidos 220 longas-metragens de 31 países diferentes. Desse total, 62 são títulos brasileiros. Na faixa Conversa de Cinema, somam-se 32 debates com realizadores brasileiros e um argentino, ao longo do ano.

Veja a lista de filmes programados para a Mostra Retroexpectativa:

FAIXA RETROSPECTIVA

Aquarius
Kleber Mendonça Filho // Brasil // 145 min // 2016

120 Batimentos por minuto
Robin Campillo // França // 144 min // 2017

A Cidade Onde Envelheço
Marília Rocha // Brasil // 99 min // 2017

Blade Runner 2049
Denis Villeneuve // Estados Unidos da América // 105 min // 2017

Corra!
Jordan Peele // Estados Unidos da América // 104 min // 2017

O estranho que nós amamos
Sofia Coppola // Estados Unidos da América // 93 min // 2017

Fragmentado
M. Night Shyamalan // Estados Unidos da América // 117 min // 2017

Bom Comportamento
Benny Safdie e Joshua Safdie // Estados Unidos da América // 105 min // 2017

Clarisse ou alguma coisa sobre nós dois
Petrus Cariry // Brasil // 80 minutos // 2017

Com Amor, Van Gogh
Dorota Kobiela e Hugh Welchman // Estados Unidos da América // 95 min // 2017

Corpo Delito
Pedro Rocha // Brasil // 74 min// 2017

Corpo Elétrico
Marcelo Caetano // Brasil // 94 min // 2017

David Lynch: a vida de um artista
Jon Nguyen, Olivia Neergaard Holm e Rick Barnes // Dinamarca // 93 min // 2016

De canção em canção
Terrence Malick // Estados Unidos da América // 129 min // 2017

Divinas Divas
Leandra Leal // Brasil // 110 min // 2017

Em ritmo de fuga
Edgar Wright // Estados Unidos da América // 118 min // 2017

Eu não sou seu negro
Raoul Peck // Bélgica // 93 min // 2016

Eu, Daniel Blake
Ken Loach // Inglaterra // 97 min // 2016

Invisível
Pablo Giorgelli // Argentina, Brasil // 90 min // 2017

Joaquim
Marcelo Gomes // Brasil // 97 min // 2017

John Wick – Um novo dia para matar
Chad Stahelski // Estados Unidos da América // 132 min // 2017

Jovem Mulher
Léonor Serraille // França // 97 min // 2017

Lucky
John Carroll Lynch // Estados Unidos da América // 88 min // 2017

Lumière! A aventura começa
Thierry Frémaux // França // 90 min // 2017

Mãe!
Darren Aronofsky // Estados Unidos da América // 115 min // 2017

Meu corpo é político
Alice Riff // Brasil // 71 min // 2017

Mistério na Costa Chanel
Bruno Dumont // França // 122 min // 2017

Muito romântico
Melissa Dullius e Gustavo Jahn // Alemanha, Brasil // 72 min // 2017

Na praia à noite sozinha
Hong Sang-Soo // Coreia do Sul // 101 min // 2017

No intenso agora
João Moreira Salles // Brasil // 130 min // 2017

O formidável
Michel Hazanavicius // França // 107 min // 2017

O futuro perfeito
Nele Wohlatz // Argentina // 65 min // 2016

O ornitólogo
João Pedro Rodrigues // Brasil, Portugal // 118 min // 2016

Os pobres diabos
Rosemberg Cariry // Brasil // 98 min // 2017

Paterson
Jim Jarmusch // Estados Unidos da América // 118 min // 2016

Patti Cake$
Geremy Jasper // Estados Unidos da América // 109 min // 2017

Roda Gigante
Woody Allen // Estados unidos da América // 102 min // 2017

T2 Trainspotting
Danny Boyle // Reino Unido // 120 min // 2017

The Square – A arte da discórdia
Ruben Östlund // Suécia, Alemanha // 142 min // 2017

Toni Erdmann
Maren Ade // Alemanha // 162 min // 2016

Verão 1993
Carla Simón // Espanha // 98 min // 2017

“Cidade dos Sonhos”, de David Lynch, ganhará novas exibições

FAIXA CLÁSSICOS

Acossado
Jean-Luc Godard // França // 90 min // 1960

Stromboli
Roberto Rosselini // Itália // 107 min // 1950

A bela da tarde
Luís Buñuel // França // 100 min // 1967

Mulholland Drive – Cidade dos Sonhos
David Lynch // Estados Unidos da América // 147 min // 2001

A primeira noite de um homem
Miche Nichols // Estados Unidos da América // 105 min // 1967

Dirigido por Lucrecia Martel, “Zama” integra a Faixa Expectativa com filmes inéditos

FAIXA EXPECTATIVA

Antes que tudo desapareça
Kyoshi Kurosawa // Japão // 129 min // 2017

Western
Valeska Grisebach // Alemanha, Bulgária // 119 min // 2017

Os Iniciados
John Trengove // África do Sul // 88 min // 2017

O caminho dos sonhos
Angela Schanelec // Alemanha // 86 min // 2017

O dia depois
Hong Sang-soo // Coréia // 92 min // 2017

Esplendor
Naomi Kawase // Japão // 101 min // 2017

Zama
Lucrecia Martel // Argentina // 115 min // 2017

A luta do século
Sergio Machado // Brasil // 78 min // 2017

Vencedor do Festival de Brasília, o inédito “Arábia” é destaque na Faixa Estado de Emergência

FAIXA ESTADO DE EMERGÊNCIA

Baronesa
Juliana Antunes // Brasil // 73 min // 2017

Arábia
Affonso Uchoa e João Dumans // Brasil // 97 min // 2017

Modo de produção
Dea Ferraz // Brasil // 75 min // 2017

O nó do diabo
Ramon Porto Mota, Gabriel Martins, Ian Abé e Jhesus Tribuzi // Brasil // 75 min // 2017

O animal cordial
Gabriela Amaral Almeida // Brasil // 96 min // 2017

Era uma vez Brasília
Adirley Queirós // Brasil // 100 min // 2017

A moça do calendário
Helena Ignez // Brasil // 86 min // 2017

Em nome da América
Fernando Weller // Brasil // 96 min // 2017

Camocim
Quentin Delaroche // Brasil // 76 min // 2017

09:34 · 20.12.2017 / atualizado às 09:47 · 20.12.2017 por
Suspense brasileiro “O Animal Cordial”, de Gabriela Amaral Almeida, é um dos filmes confirmados na Mostra Retrospectativa

Consolidado como um dos espaços de cinema mais importantes de Fortaleza, o Cinema do Dragão deve anunciar nos próximos dias a programação completa da Mostra Retrospectativa (antiga Mostra Retrospectiva/Expectativa), que acontecerá de 11 a 24 de janeiro, nas duas salas de projeção.

O panorama oferecerá exibições de dezenas de filmes de todas as partes do mundo que marcaram o circuito comercial no ano de 2017 (faixa retrospectiva); lançamentos e pré-estreias de títulos importantes ainda inéditos (faixa expectativa), sessões especiais de clássicos em cópias restauradas DCP 2K e 4K (faixa clássicos) e debates com realizadores.

Entre os destaques já confirmados estão o clássico “Acossado”, de Jean Luc-Godard, em nova cópia DCP 4K; “Blade Runner 2049”, de Denis Villeneuve (exibição em 4K); o aguardado suspense nacional “O Animal Cordial”, de Gabriela Amaral Almeida; e os inéditos “Zama”, da cineasta argentina Lucrecia Martel, e “Western”, de Valeska Grisebach.

Os ingressos custarão R$14 (inteira) e R$7 (meia). Às terça-feiras, o valor é promocional: R$10 (inteira) e R$5 (meia).

09:59 · 15.12.2017 / atualizado às 09:59 · 15.12.2017 por

“Ex-Pajé”, escrito e dirigido por Luiz Bolognesi (“Uma História de Amor e Fúria”), terá sua estreia mundial no próximo 68º Festival Internacional de Cinema de Berlim (15-25 de fevereiro 2018), na Alemanha, como parte da mostra Panorama.

“Num momento em que as casas de reza indígenas estão sendo queimadas e os pajés demonizados pela violência evangélica, ter o filme Ex-Pajé selecionado para Berlim significa levar as vozes dos espíritos da floresta mundo afora através do cinema. Por isso, estou feliz.”, comentou o diretor.

O longa mostra o drama contemporâneo dos povos indígenas a partir da história de Perpera, um índio Paiter Suruí que viveu até os 20 anos num grupo isolado na floresta onde se tornou pajé. Após o contato com os brancos, um pastor evangélico afirma que os atos e saberes do pajé são coisas do Diabo e Perpera passa a viver um conflito interno. Apesar de se dizer evangélico e se definir como ex-pajé, continua tendo visões dos espíritos da floresta.

“O mais comovente neste cinema verdade que o Luiz Bolognesi se propôs a filmar com toda a delicadeza que o tema exige é a transformação de nós espectadores em testemunhas dos últimos minutos de existência de uma cultura milenar cheia de sabedoria que não foi registrada na história deste planeta e nem passada para as novas gerações. O último suspiro.”, conta a produtora Laís Bodanzky.

“É com grande emoção que Caio e eu recebemos a notícia da seleção oficial do ‘Ex-Pajé’ no Festival de Berlim, pela nossa aliança com o Luiz Bolognesi e a Laís Bodanzky que são nossos parceiros de cinema e de vida e pela relevância do assunto que estamos tratando. Acreditamos que a história do Ex-Pajé dialoga com muitas histórias de minorias em todo mundo e foi isso que Berlim soube ver com muita precisão.”, comentou Fabiano Gullane.

13:16 · 13.12.2017 / atualizado às 13:17 · 13.12.2017 por
“O Quebra-cabeça de Sara”, de Allan Ribeiro, venceu entre os documentários

O 12º Curta Canoa –Festival Latino Americano de Cinema exibiu mais de 100 filmes, entre as mostras competitiva e não-competitivas. A programação foi gratuita e aberta ao publico, entre 07 e 12 de dezembro.

O júri foi composto pelo professor e realizador de audiovisual Henrique Dídimo; professor da UFPB e roteirista Bertrand Lira; além do secretário de Turismo e Cultura do Município de Fortim, Flávio Marcelo.

MELHOR FOTOGRAFIA: “Marias”, de Antônio H. Queiroz
MELHOR TRILHA ORIGINAL: “Diz A Lenda”, de Márcio Del Picchia
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE: “Ruína”, Débora Corrêa
MELHOR ATOR: Rômulo Braga, de “Um pouco a mais”
MELHOR ATRIZ: Lea Garcia, de “Pedacinho do Céu”
MELHOR DIREÇÃO: Edem Ortegal, de “Marias”
MELHOR ROTEIRO: Fabrício Ide e Tiago Vieira, de “Quando parei de me preocupar com canalhas”
MELHOR ANIMAÇÃO: “As Aventuras do Menino Pontilhado”, de Leo Tabosa
MELHOR FICÇÃO: “Um Pouco a mais”, de Aleques Eiterer
MELHOR DOCUMENTÁRIO: “O Quebra-cabeça de Sara”, de Allan Ribeiro
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: “Redemunho”, de Marcélia Cartaxo

16:13 · 10.12.2017 / atualizado às 16:13 · 10.12.2017 por
Comédia “Guiana Francesa” venceu os prêmios de melhor curta e melhor ator

A sétima edição do  FestCine Maracanaú – Festival de Cinema Digital e Novas Mídias anunciou na noite deste sábado (9) os curtas e longas-metragens premiados. Nesta edição foram inscritos 490 produções oriundas das mais diversas regiões do Brasil, das quais 25 foram selecionadas e concorreram ao Troféu Maracanaú.

Veja a lista de vencedores:

LONGA-METRAGEM
Melhor Longa-Metragem: Badi – Edu Felistoque (SP)
Melhor Fotografia: Os Caubóis do Apocalipse – Diego da Costa (SP)
Melhor Direção: Os Caubóis do Apocalipse – Diego da Costa (SP)
Melhor Trilha Sonora: Poesia & Melodia – Flávio Colombini (SP)
Melhor Atriz: Os Caubóis do Apocalipse – Diego da Costa (SP)
Melhor Ator: Poesia & Melodia – Flávio Colombini (SP)
Melhor Roteiro: Como você me vê? – Felipe Bond (RJ)

CURTA-METRAGEM
Melhor Curta-Metragem: Guiana Francesa – Edmilson Filho e Olavo Júnior (CE)
Melhor Direção: Quando Parei de me Preocupar Com Canalhas – Tiago Vieira (SP/GO)
Melhor Fotografia: Luiz – Alexandre Estevanato (SP)
Melhor Trilha Sonora: Òrun Àiyé – A Criação do Mundo – Jamile Coelho e Cintia Maria (BA)
Melhor Atriz : Thais Herculano – Agonia (CE)
Melhor Ator: Dênis Lacerda – Guiana Francesa (CE)
Melhor Roteiro: Marcio Del Picchia – Diz a Lenda (SP)

10:12 · 06.12.2017 / atualizado às 10:12 · 06.12.2017 por
Curta Canoa começa nesta quinta-feira (7)

A praia de Canoa Quebrada, localizada no litoral leste cearense, recebe a 12ª edição do Curta Canoa – Festival Latino Americano de Cinema de Canoa Quebrada a partir desta quinta-feira (07), seguindo até o dia 12 de dezembro.

A programação abrange Mostra Competitiva, mostras (adulto e infantil) e sessões especiais de interação social através da música, do teatro e da dança, além de oficinas e debate.

Veja a lista de filmes selecionados para o 12º Curta Canoa

O festival distribui as atrações entre o Polo de Lazer de Canoa Quebrada, o Casarão da Cultura e o Cinema Bom Vizinho, esses últimos localizados na sede do município de Aracati. Toda a programação é gratuita e livre.

Ao todo, 106 curtas de 19 estados podem ser conferidos nas mostras Competitiva e Competitiva Bons Ventos. Os filmes selecionados concorrem nas categorias melhor curta-metragem de animação, ficção, documentário e “Júri Especial”, que participa votando ao fim de cada sessão. Também serão premiados a melhor direção, roteiro, direção de arte, fotografia, trilha original, melhor ator e atriz.

A abertura do Curta Canoa 2017, que acontece na quinta (07) no Polo de Lazer, fica por conta da homenagem em filme ao artesão, compositor, músico e ator Jota Jota, que morreu no último dia 29 de novembro, em Canoa Quebrada. O artista potiguar famoso por seu espírito alegre escolheu o balneário cearense como casa há mais de trinta anos, e pelas ruas do vilarejo espalhou sua arte e conquistou turistas por toda a parte.

Outras atrações do Curta Canoa 2017 são a Mostra Bons Ventos, exibida pela segunda vez na história do festival, com uma seleção de 56 curtas cearenses durante dois dias, 07 e 08 de dezembro; além das Mostra Infantil, exibida pela primeira vez no Cinema Bom Vizinho para alunos da rede pública de ensino de Aracati; e Mostra Latino-americana, que acontece no tradicional Casarão da Cultura, na sede do município.

A barbárie da ditadura militar no Brasil, que durou 21 anos (1964-1985), entra em cena na programação deste ano. Além do tema estar presente na seleção de filmes, o festival acompanhará o julgamento de anistia estadual do ex-preso político Raimundo Nonato dos Santos, acusado de subversão, que acontece em frente à Câmara Municipal de Aracati.

O Polo de Lazer de Canoa Quebrada recebe a oficina de formação em cineclubismo ministrada pelo realizador audiovisual, professor e escritor Henrique Dídimo, às 8 horas, de 07 a 11 de dezembro. A capacitação é gratuita e voltada para qualquer pessoa que tenha interesse em conhecer ou aprender mais sobre a atividade e o movimento cineclubistas. No mesmo horário, mas no Casarão da Cultura (Aracati), acontece a oficina de preparação de atores para cinema e TV, com o ator cearense Geovanni Marsallis.

A organização da 12º edição vai também homenagear o cineasta Ugo Giorgetti com o Troféu Curta Canoa, no dia 09 de dezembro. Giorgetti dirigiu, entre outros filmes, Festa (1989), Sábado (1995), Boleiros (1998), O Príncipe (2002) e Cara ou Coroa (2012). O segundo homenageado da noite será o grupo Lua Cheia – Aracati das Artes. O Troféu Curta Canoa é conferido desde a 1º edição do festival.

 

12:13 · 05.12.2017 / atualizado às 12:19 · 05.12.2017 por
Com Gloria Pires, “Nise – O Coração da Loucura” abriu festival

O Festival de Cinema Brasileiro em Pequim exibe, até o dia 8 de dezembro, uma seleção de alguns dos principais filmes nacionais. Ao total serão oito produções, seis recentes e dois clássicos do período da Retomada.

“Nise – O coração da loucura” foi o filme escolhido para abrir o evento e contou com a apresentação do diretor Roberto Berliner. Esta é sua segunda viagem à China em seis meses: em junho passado, Berliner estava em Chengdu, onde recebeu o Prêmio de Melhor Filme para “Nise” no II Festival de Cinema BRICS. Além disso, o longa é o primeiro brasileiro a entrar no circuito comercial chinês.

Outro destaque do Festival é o filme “O Roubo da Taça”. O protagonista, o ator Paulo Tiefenthaler, está em Pequim para apresentar o longa ao público local.  A seleção do festival também inclui uma série de filmes brasileiros de diversos gêneros internacionalmente aclamados pela crítica, de diferentes períodos. O drama “Central do Brasil” foi indicado para o Oscar em 1999 em duas categorias.

O thriller “Cidade de Deus” teve quatro indicações em 2004, um recorde para produções brasileiras. Ano passado, “O Menino e o Mundo” foi indicado na categoria de melhor animação entre os cinco finalistas do Oscar, feito inédito para a animação brasileira.

Todos os filmes serão exibidos em português com legendas em mandarim.

LISTA DE FILMES
Nise – O Coração da Loucura
O Roubo da Taça
O Menino e o Mundo
Central do Brasil
O Lobo Atrás da Porta
Que Horas Ela Volta?
Mundo Cão
Cidade de Deus