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Portugal e México vencem o Festival de Los Angeles

Publicado em 25/06/2012 - 18:33 por | Comentar

Por Aqui Tudo Bem  e Drought foram os ganhadores dos prêmios do júri do 18º Festival de Cinema de Los Angeles. Beasts of the Southern Wild e Birth Story: Ina May Gaskin and The Farm Midwives venceram os prêmios da audiência

PRÊMIOS DO JÚRI:

FICÇÃO - O português Por Aqui Tudo Bem (2011) da diretora angolana Maria Esperança “Pocas” Pascoal foi eleito pelo júri do 18º Festival de Cinema de Loas Angeles como melhor filme de ficção. Conta a história de duas irmãs angolanas que no auge da guerra civil do país fogem para Portugal e depois para França. Por Aqui Tudo Bem foi exibido ano passado no Festival Internacional de Cinema do Rio e na 9ª edição do IndieLisboa, Festival de Cinema Independente, que ocorreu em maio de 2o12, onde ganhou o prêmio de melhor longa-metragem português de ficção.

DOCUMENTÁRIO - Na categoria melhor documentário o júri do Festival escolheu Drought como o vencedor. O documentário conta sobre os problemas encontrados, especialmente a seca, em uma criação de gado no nordeste do México, próxima a fronteira com o Texas. Drought é dirigido e escrito por Everardo González.

PRÊMIO DA AUDIÊNCIA:

FICÇÃO - O público do Festival escolheu Beasts of the Southern Wild como o melhor filme de ficção. Beasts of the Southern Wild conta a história da menina Hushpuppy (Quvenzhané Wallis) que é criada por um pai não muito exemplar e, com a ajuda de sua imaginação, ela tenta ver o mundo com uma beleza que não se encontra facilmente e, quando sua cidade sofre com problemas de enchente ela tentará sobreviver e econtrar sua mãe. O filme venceu 4 prêmios no Festival de Cannes e 2 no Festival de Sundance e já é tido para alguns como “azarão” para futuras premiações do ano.

Dirigido pelo promissor Benh Zeitlin, Beasts of the Southern Wild deve estrear no Estados Unidos dia 27 de junho e ainda não tem data para chegar ao cinemas brasileiros.

DOCUMENTÁRIO – O vencedor Birth Story: Ina May Gaskin and The Farm Midwives conta sobre como Ina May Gaskin, criadora da The Farm (comunidade criada nos anos 70 com princípios do movimento hippie) revolucionou a ideia do parto fora de hospitais na sociedade americana. Até hoje Ina May Gaskin faz partos dentro de sua comunidade, diz ser a forma mais natural e sem danos tanto para a mãe quanto para o bebê e muitas mulheres procuram Ina May algumas semanas antes do parto para ela acompanhar as fases finais da gestação. O documentário é dirigido por Sara Lamm e Mary Wigmore.

O diretor artístico do Festival, David Ansen, disse em um comunicado: “Em um ano extremamente competitivo, nossos jurados tiveram de fazer escolhas difíceis. Os filmes vencedores são exemplos maravilhosos do que o Festival celebra: ousados, frescos, com visões pessoais que expandem os horizontes do cinema independente“.

Vários curta-metragens também foram premiados no evento. O Festival de Los Angeles é uma organização da Film Independent, que também é responsável pelo conhecido Spirit Awards.

 

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CANNES 2012 – Haneke leva a sua segunda Palma de Ouro

Publicado em 27/05/2012 - 18:54 por | Comentar

Nesta noite de 27 de maio, em Cannes, França, depois de 11 dias de festival, ocorreu a premiação principal para os filmes em competição. Como dito anteriormente, Michael Haneke, diretor de A Fita Branca, era o grande favorito mesmo com outros grandes filmes em disputa. E para confirmar o favoritismo, levou sua segunda Palma de Ouro pelo drama Amour

Nessa noite de domingo na França, o aclamado diretor Michael Haneke teve o enorme prazer de receber o considerado maior prêmio do cinema europeu. A Palma foi entregue pela famosa Audrey Tatou e o ator Adrien Brody acolhidos pela apresentadora Bérenice Bejo, de O Artista. Confira abaixo a entrega:

Imagem de Amostra do You Tube

Na hora que fora chamado para a entrega, Haneke subiu ao palco ao lado da atriz Emanuelle Riva. Ela, Jean-Louis Trintignant e Isabelle Huppert formam o pequeno elenco principal deste simples filme que conquistou os amantes do cinema que presentearam o momento de sua exibição em Cannes.

Amour mostra um lado mais sentimental de Haneke, que desta vez narra a história de um casal idoso, o que chamou a atenção de muitos no festival. Pouco vê-se drama de casais, e quando se trata de idosos, isso parece ser bem inédito. A recepção da crítica mundial que estava no festival mostrou que esse tema nas mãos de Haneke, além de não decepcionar, chamou mais ainda a atenção dos que viram. Ou seja, todos foram surpreendidos mais uma vez com a delicadesa de Haneke e suas simples histórias.

Michael Heneke e a Palma de Ouro Foto: Getty Images

 Haneke é o terceiro cineasta a receber a Palma de Ouro por 2 vezes. Os anteriores foram Emir Kusturica (Quando papai Saiu em Viagem de Negócios, 1985, e  Underground – Mentiras de Guerra, 1995), Bille August (Pelle, o Conquistador, 1987, e  As Melhores Intenções, 1988), e Luc e Jean-Pierre Dardenne (Rosetta, 1999, A Criança, 2005).

Confira o trailer de Amour:

Imagem de Amostra do You Tube

Desde 1997 com Violência Gratuita, excluindo Violência Gratuita ‘ (2007) e Le Temps du Loup (2003), Haneke é indicado à competição em Cannes, mas veio apenas a conquistar o principal prêmio em 2009 com o simplório e polêmico A Fita Branca. E logo após filmar A Fita Branca, com Amour em 2012, vence sua segunda Palma de Ouro.

Aos 70 anos de idade, Michael Haneke mostra que ainda tem muito pela frente, apesar de se observar uma carreira precoce, mas bastante significante em termos de capacidade intelectual, como foi visto na recepção da crítica do filme A Fita Branca. O impacto do novo filme do diretor foi tão grande, que a maioria chegou a atribuí-lo como seu melhor filme, cargo antes ocupado por A Fita Branca na opinião desses.

Cannes não agradou tanto para os que esperavam que a premiação principal fosse para o filme de um diretor famoso, como Cosmópolis (França/Canadá/Portugal/Itália, 2012), de David Cronenberg, ou Na Estrada (On The Road, França/Reino Unido/EUA/Brasil, 2012), de Walter Salles. Mas isso é comum de se ver, pois os filmes que mais estão na mídia no mundo inteiro na maioria das vezes não se destacam na premiação. Mesmo assim, praticamente todos da competição fizeram sucesso entre a crítica, mesmo envolidos em polêmicas. No entanto Amour de Haneke é visivelmente o que mais agradou a todos.

Confira abaixo a premiação completa:

Prêmio dos Longa-metragens

Palma de Ouro (Palme d’Or)

Amour (Love, França, 2012), de Michael Haneke.

Grande Prêmio (Grand Prix)

Reality (Itália/França, 2012), de Matteo Garrone.

Prémio de Melhor Direção

Carlos Reygadas, por Post Tenebras Lux (México/França/Holanda/Alemanha, 2012).

Prêmio do Júri

The Angel’s Share (Reino Unido/França, 2012), de Ken Loach.

Prêmio de Melhor Ator

Mads Mikkelsen, em The Hunt (Jagten, Suécia, 2012), de Thomas Vintenberg.

Prêmio de Melhor Atriz

Cristina Flutur e Cosmina Stratan, em Dupã Dealuri (Romênia, 2012), de Cristian Mungiu.

Prêmio de Melhor Roteiro

Cristian Mungiu, por Dupã Dealuri (Romênia, 2012).

Prêmio Câmera de Ouro (Camera d’Or)

Beasts of Southern Wild (EUA, 2012), de Benh Zeitlin, apresentado Selecção Oficial da Mostra Un Certain Regard (Um Certo Olhar).

Prêmio dos Curta-metragens

Palma de Ouro (Palme d’Or)

Sessiz-be Deng (Turquia, 2012), de L. RezanYesilbas

Prêmio da Mostra Um Certo Olhar (Un Certain Regard)

Prêmio Um Certo Olhar (Un Certain Regard)

Después de Lucia, de Michel Franco.

Prêmio Especial do Júri

Le Grand Soir, de Benoît Delépine e Gustave Kervern.

Prêmio de Melhor Atriz

Suzanne Clémente, em Laurence Anyways, de Xavier Dolan.

Suzanne Clément, à direita.

Prêmio de Melhor Atriz

Emilie Dequenne, em À Perdre de la Raison (Bélgica/Luxemburgo/França/Suíça, 2012), de Joachim Lafosse.

Menção Honrosa do Júri

Dejca (Children of Sarajevo, Bósnia-Hezergovina/Alemanha/França/Turquia, 2012), de Aida Begic.

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Ausência e Cannes

Publicado em 27/05/2012 - 8:30 por | Comentar

Tenho recebido ligações de amigos perguntando por qual razão estou ausente do Caderno 3 do Diário do Nordeste, do blog de cinema e das sessões do Cinema de Arte. É que no início do mês me submeti a uma cirurgia para colocação de uma prótese no joelho esquerdo, o qual já passara por duas cirurgias – desastradas – para retirada do menisco. Agora, não tinha jeito: era operar ou continuar com dores. Ainda não estou liberado para trabalhar, pois o tratamento para recuperação via fisioterapia está apenas se iniciando. É uma recuperação lenta e de muita paciência, de conquista e progresso através dos exercícios diários, com a ajuda com minha amada Soraya e da Dra. Nayara, fisioterapeuta da Eloclin

Outrossim, o meu computador ainda está em reparos com os meninos da informática do Diário do Nordeste e tento acompanhar as notícias do cinema daqui no computador da família, em momentos apertados. Neste domingo quis saber como está se finalizando o Festival de Cannes. Li no The Wrap que Na Estrada, de Walter Salles, foi mal recebido, mas li rapidamente a afirmação de Luiz Carlos Merten, do Estadão, de ter gostado muito da película. Dizem os analistas que entre Cosmópolis, de David Cronenberg, Amor, de Michael Haneke, Beyond the Hills, de Christian Mungiu, e Mud, de Jeff Nichols, deve sair o ganhador da Palma de Ouro. O resultado sai ainda hoje, neste domingo.

Enquanto isso já são conhecidos os vencedores da Mostra Um Certo Olhar. Ei-los:

Grande Prêmio do Júri
DESPUÉS DE LUCIA (México), de Michel Franco. Aborda as consequências do assédio sexual a uma estudante adolescente. O diretor, de 33 anos, já fez antes Daniel e Ana, também exibido em Cannes.

Veja o trailer de Duespués de Lucia.

Imagem de Amostra do You Tube

Prêmio Especial do Júri
LE GRAND SOIR (França/Bélgica), de Benoit Delépine e Gustave Kerven.

Menção Especial
DJECA (Bósnia), de Aida Begic

Melhor Atriz
Emilie Dequenne, A PERDRE DE LA RAISON (Bélgica), de Joaquim Lafosse
Suzanne Clément, LAURENCE ANYWAYS (Canadá), de Xavier Dolan.

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ROMAN POLANSKI: A FILM MEMOIR, um documentário biográfico autorizado

Publicado em 19/05/2012 - 8:08 por | Comentar

Em exibição na última quarta-feira no Festival de Cannes, o documentário Roman Polanski: a Film Memoir pode não apresentar muitas novidades ao que já se sabe sobre a vida tão cheia de eventos impactantes, como foi a do cineasta, mas deve ter ganhado um formato bem agradável nas mãos de Laurent Bouzereau, diretor dos deliciosos documentários sobre os filmes de Hitchcock, presentes nos DVDs da Universal e da Warner

Parece que, mesmo depois do tanto que já se falou sobre o controverso e talentoso cineasta Roman Polanski e sua história de vida, que é tão ou mais impressionante do que os seus próprios filmes, nunca é o suficiente rever o seu passado, tão cheio de atribulações. Desde a infância, como judeu na Polônia ocupada pelos nazistas; seu primeiro contato com o cinema; passando pelo brutal assassinato de sua esposa grávida Sharon Tate pelo grupo do psicopata Charles Mason; pelo envolvimento sexual indevido com uma menor, que fez com que ele saísse dos Estados Unidos para não ser preso; até mais recentemente ter sido preso na Suíça por esse crime; o documentário é narrado pelo próprio Polanski, feito a partir de uma conversa que durou 15 horas.

No ano anterior, um documentário mais polêmico sobre o cineasta já havia sido realizado, chamado Roman Polanski: Wanted and Desired, de Marina Zenovich. A diferença desse novo filme é que se pode ver a versão dos fatos pelo próprio Polanski, sem o apelo sensacionalista que os documentários do Canal E!, por exemplo, não iriam deixar passar. Alguns momentos podem emocionar, como quando ele chora ao lembrar do pai, sendo deportado de volta para casa pelos nazistas. Ou quando ele fala sobre Sharon Tate. Pelo que a imprensa anda veiculando, o documentário tem o problema de parecer uma tentativa de o cineasta se desculpar pelo que fez. Resta saber se os americanos e/ou os inconformados com a sua não prisão pelo crime cometido estarão dispostos a perdoá-lo.

Confira o trailer do documentário:

Imagem de Amostra do You Tube

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Quem são os jurados de Cannes 2012

Publicado em 16/05/2012 - 1:00 por | 1 Comentário

Com início  nesta quarta-feira (16), o Festival de Cannes 2012 traz um corpo de jurados eclético, formado por cineastas, atores e cinéfilos. A categoria longas-metragens é presidida pelo ator e diretor italiano Nanni Moretti e conta com nomes popularmente conhecidos como Ewan McGregor e Diane Kruger e outros menos familiares ao grande público como o diretor e roteirista haitiano Raoul Peck; a surpresa é que, pela primeira vez, um estilista – Jean Paul Gaultier, estará entre os jurados. Conheça a lista completa do júri dos longas

65ª edição de Cannes tem nomes de peso no júri / Foto: Divulgação

:: Presidente do Júri
NANNI MORETTI

Nascido em agosto de 1953, na comuna de Brunico, Itália, ele vive atualmente em Roma, onde, desde criança, é devotado a duas paixões: o cinema e o polo aquático. Em 1970, chegou inclusive a jogar na primeira divisão da Itália e na seleção nacional júnior.

A paixão pelo cinema começou quando concluiu o ensino médio. À época,  Moretti vendeu sua coleção de selos para comprar uma Super8, usada para produzir filmes caseiros com amigos. Seu primeiro longa Sou Autárquico, de 1976, foi posteriormente aumentado para 16mm e distribuído nas salas. O primeiro filme profissional, contudo, foi Ecce Bombo, o qual se consagrou também como seu primeiro sucesso nacional, considerado até hoje um dos grandes filmes cult para muitos italianos.

Como ator, Moretti trabalhou em Padre Padrone dos irmãos Taviani (1977), O Homem da Pasta (1991), La Seconda Volta (1995) e Caos Calmo (2008)

Desde 1998, funda a Sacher Distribuizione, para ajudar filmes de autor a encontrarem uma distribuição.

Filmografia resumida

Ecce Bombo (1978)
Sogni d’oro (1981)
Bianca (1984)
A Missa Acabou (1985)
Palombella rossa (1989)
Querido Diário (1993)
April (1998)
O Quarto do Filho (2001)
O Caimão (2006)
Habemus Papam – Temos Papa (2011)

:: Corpo de jurados

HIAM ABBAS

Nascida em Nazaré, região da Galileia, em Israel, a atriz e diretora se considera palestina. Tendo seguido os estudos em Haifa, ela apareceu pela primeira vez em Wedding in Galilee (1987), de Michel Khleifi e ficou famosa em Red Satin (2002), de Raja Amari. Apareceu em The Syrian Bride, Lemon Tree (Etz Limon, 2008). Sua carreira americana começou com Jim Jamursch em Os Limites do Controle (The Limits of Control, 2009) e com Thomas McCarthy em O Visitante (The Visitor, 2008). Abbas terminou recentemente de rodar Inheritance, seu primeiro trabalho como diretora.

ANDREA ARNOLD

Diretora e roteirista britânica premiada com o Oscar de melhor curta (ficção) em 2004 por Wasp, Andrea Arnold foi premiada duas vezes com o Prêmio do Júri de Cannes. A primeira vez foi em 2006 com Red Road, a segunda, com Aquário (Fish Tank). Ela também dirigiu, em 2011, a adaptação do romance de Emily Brontë, O Morro dos Ventos Uivantes (Wuthering Heights), selecionado para o Festival de Veneza daquele ano.

EMMANUELLE DEVOS

A atriz competiu pela primeira vez em Cannes, em 1996 com o filme Comment Je Me Suis Disputé (Ma Vie Sexuelle). A consagração chegou em 2001 com Nos Meus Lábios, de Jacques Audiard, que lhe permite obter o César de melhor atriz.

DIANE KRUGER

Nascida na cidade de Algermissen, na Alemanha, iniciou a carreira internacional com Troia de Wolfgang Petersen (2004). Ela esteve na seleção oficial de Cannes com Feliz Natal (2005), de Christian Carion.

JEAN PAUL GAULTIER

Estilista mundialmente famoso trabalhou para artistas como Madonna, Angelin Prejlocaj e Régine Chopinot. Criou o guarda roupa de A Cidade das Crianças Perdidas, de Jeunet e Caro. Trabalhou com Pedro Almodovar em Má Educação, na abertura de Cannes de 2004 e em A Pele em que Habito, em Competição no ano passado. Cinéfilo, Jean-Paul Gaultier declarou várias vezes a sua paixão por realizadores como Jacques Becker.

EWAN MCGREGOR

O ator escocês é bastante conhecido do grande público, por atuar em grandes produções como Guerra nas Estrelas, de George Luca e Moulin Rouge, de Baz Luhrmann. Atuou em Trainspotting, de Danny Boyle (Competição de Cannes 1996). Outros trabalhos de McGregor foram A Ilha (2005), Anjos e Demônios (2009) e a série de TV E.R. (Plantão Médico), no papel de Duncan Stewart.

ALEXANDER PAYNE

Estudou cinema na Universidade da Califórnia em Los Angeles e realizou o primeiro longa-metragem, Citizen Ruth, em 1996, seguido por L’Arriviste (1999), o qual recebeu indicação ao Oscar de melhor adaptação. As Confissões de Scmidt foi selecionado para competir em Cannes, em 2002. É autor ainda de Sideways – Entre umas e Outras (2004) e de Os Descendentes (2011), os quais levaram o Oscar de melhor roteiro adaptado.

RAOUL PECK

Nasceu no Haiti, cresceu no Congo, na França, na Alemanha e nos Estados Unidos. Realizou uma obra complexa e variada que vai do documentário à ficção televisiva. Realiza igualmente longas-metragens: The Man by the Shore, que foi seleccionado na Competição de Cannes em 1993 e Lumumba, apresentado na Quinzena dos Realizadores em 2000. Sometimes in April (2005) foi apresentado no Festival de Berlim e Moloch Tropical (2009) em Toronto e Berlim.

Para ficar por dentro dos jurados de outras categorias, acesse o site oficial do Festival.

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