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O LADO BOM DA VIDA – quem é David O. Russell

Publicado em 02/02/2013 - 4:09 por | Comentar

Categorias: Geral

O novaiorquino David O. Russell tem 54 anos, em seu 6º filme, O Lado Bom da Vida, chega à primeira linha dos cineastas de Hollywood. Falando de gente e seus problemas, Russell tem trilhado uma carreira sólida, mas o seu trabalho mais relevante não foi, ainda, às telas. É um projeto social que ele desenvolveu no Bronk e que serve de apoio para jovens afros e latinos

David O. Russell

Anote aí: em 2002, David O. Russell entrou como voluntário para o conselho da Ghetto Film School do Bronx, bairro de Nova York. O projeto, que funcionava apenas no verão, foi totalmente reformulado pelo cineasta, o qual conseguiu não apenas apoio de profissionais da indústria de Hollywood, mas a presença de alguns nomes importantes como professores e monitores, mas também grana. Assim, hoje a GFS é uma escola de ensino médio pública que apoia o crescimento de jovens cineastas negros e latinos do sul do Bronx e Harlem. O projeto, hoje tido como modelo de assistencialismo, já ajudou mais de 500 adolescentes e encontrar um caminho nas artes.

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OSCAR 2013 – BATMAN “Para a Sua Consideração”

Publicado em 14/11/2012 - 15:08 por | 1 Comentário

Warner lança primeiro pôster da campanha de Batman: o Cavaleiro das Trevas Ressurge para o Oscar-2013

Junto com o final do ano chegam as temporadas de premiações. Os estúdios fazem cartazes e até trailer de divulgação para suas mais importantes produções do ano, especialmente para as mais prováveis a indicações a prêmios, como o Globo de Ouro e o Oscar. A Warner então, partiu na frente, lançando o primeiro pôster da campanha For Your Consideration (Para a Sua Consideração) do filme Batman: o Cavaleiro das Trevas Ressurge. A produtora também divulgou a lista das categorias as quais tentará emplacar indicações ao filme.

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Michael Fassbender em filme de Terrence Malick

Publicado em 08/10/2012 - 18:22 por | Comentar

Categorias: Geral, VEM POR AÍ

Mais um drama ainda sem título do diretor Terrence Malick adicionou Michael Fassbender ao seu já forte elenco

Michael Fassbernder e Ryan Gosling nas filmagens do drama de Terrence Malick

Dois dos atores que mais ganharam destaque nos últimos anos foram fotografados juntos nas filmagens de umnovo filme de Terrence Malick, ainda sem título. Um deles é Ryan Gosling que, junto com Christian Bale, Natalie Portman, Rooney Mara e Cate Blanchett já haviam sido confirmados oficialmente no elenco. O outro é Michael Fassbender que não se tinha notícias de seu envolvimento com o filme.

Como é procedimento padrão das filmagens de Terrence Malick, roteiro e personagens não foram divulgados. O que se sabe apenas é que este é o terceiro filme em que Malick filma no espaço de um ano e que deve estrear em 2013. To the Wonder é o seu longa mais recente, esteve no Festival de Veneza 2012, recebeu críticas mistas e ainda não tem previsão de estreia para o Brasil, apesar de ter sido adquirido pela Paris Filmes.

 

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Em trânsito – o chocante suicídio de Tony Scott

Publicado em 20/08/2012 - 10:08 por | 1 Comentário

Categorias: Geral

A semana tem início com a chocante notícia, vinda de Los Angeles, do suicídio do cineasta inglês Tony Scott, irmão de Ridley. Fico assustado quando uma pessoa famosa e bem sucedida tira a própria vida. A nossa existência, uma dádiva, é mercada por tantas tragédias e sofrimentos, mas nenhuma delas é mais cruel e chocante do que o ato de tirar a própria vida – a recusa de aceitação da dádiva. Este gesto insensato não resolve nada para quem o pratica e é simplesmente devastador para todos – da perplexidade da família ao lamento de um desconhecido – como eu, você, os outros

Ridley Scott no lançento de O PRÍNCIPE DA PÉRSIA - AS AREIAS DO TEMPO, em 2010 Foto: Steve Granitz/Getty Images

Tony Scott tinha 68 anos. Nasceu em North Shields, Inglaterra, em 21 de junho de 1944. Começou a carreira de diretor fazendo comerciais e chegou ao cinema com uma obra notável, Fome de Viver (The Hunger, 1983), com Catherine Deneuve, David Bowie e Susan Sarandon, até hoje, o seu melhor filme, e, depois, a partir do sucesso de Top Gun – Ases Indomáveis (86), enveredou pelo cinema-espetáculo, o chamado cinemão, com os bem sucedidos comercialmente Um Tira da Pesada 2 (87), com Eddie Murphy, Revenge – a Vingança, com Kevin Costner, e Dias de Trovão (90), com Tom Cruise, O Último Boy Scout (91), com Bruce Willis, e Maré Vermelha (95), com Denzel Washington. Conseguiu fazer obras expressivas como Amor à Queima-Roupa (True Romance, 93), com Christian Slater, Inimigo de Estado (98), com Will Smith, Deja Vú (2006), e Incontrolável (2010), ambos com Denzel Washington.

Ao todo, Tony Scott fez 24 filmes como diretor e 49 como produtor, sendo o último deles o notável A Perseguição (The Grey, 2011), dirigido por Joe Carnahan, com Liam Neeson. Tony deixou vários projetos concluídos: para a televisão, as séries de TV World Without End The Good Wife e Call of Duty: Friday Night Fights (temporada 2012), a minissérie Labyrinyh, com John Hurt, e o longa Killing Lincoln, Adrian Moat, com Billy Campbell. Ainda para a TV, estava produzindo a minissérie Coma, baseado no romance de Robin Cook, e, em pré-produção, The Sector. Para o cinema, deixou em pós-produção, o terror e suspense Stoker, de Chan-wook Park, com Nicole Kidman, e o suspense Out of the Furnace, de Scott Cooper, com Christian Bale, a serem lançados no próximo ano.

Scott desenvolvia, ainda, em pré-produção, a ficção científica Ion, e já tinha anunciado o desenvolvimento de outros 3 projetos: o policial Potsdamer Platz, a ficção científica Prometheus 2 e o drama interracial Emma’s War. Sites de cinema revelam, ainda, que planejava desenvolver a sequência de Top Gun, para Tom Cruise, e um remake de Meu Ódio Será Tua Herança (The Wild Bunch, 69), de Sam Peckinpah.

Tony Scott escalou a ponte Vincent Thomas, em San Pedro, Califórnia, na tarde de ontem, domingo, 19. Casado com Donna, sua terceira esposa, deixa 2 filhos e uma pergunta a qual todos se fazem: qual, ou quais, os motivos do suicídio? Especular, não adianta. Tanto a polícia quanto funcionários da Scott Free Productions afirmam que ele deixou bilhetes explicando os motivos. Ou seja, foi um ato premeditado. Resta esperar que a família tenha a serenidade de revelá-los à imprensa. E que, do outro lado, Tony Scott receba as nossas preces.

William Windon, também

O SciFi Brasil anuncia o falecimento do ator William Windon, que começou a carreira na televisão em 1950 e se destacou em várias séries – Combate (1963), Além da Imaginação (1961-63), Gunsmoke (1961-73), Os Invasores (67), Missão Impossível (1967-73), Bonanza (68), O Homem de Virginia (1967-71),  Manix (1968-75), Medical Center (1969-76), Os Jetsons (85), Assassinato por Escrito (1985-96), mas que ficou famoso vivendo o comodoro Matt Decker da série Jornada nas Estrelas (1966-69) e Jornada nas Estrelas: Voyager (2004). Ele recebeu um Emmy de melhor ator de comédia pela série humorística My World and Welcome to It (1970) e atuou em filmes importantes como O Sol é Para Todos (62), de Robert Mulligan, Não Podes Comprar o Meu Amor (1964), de Arthur Hiller, Crimes sem Perdão (68), de Gordon Douglas, Voar é com os Pássaros (70), de Robert Altman, Antes só do que Mal Acompanhado (87), de John Hughes, e Crime Verdadeiro (96), de Clint Eastwood, entre outros. Windom faleceu de insuficiência cardíaca congênita, na última 5ª feira, 16, aos 88 anos.

 

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BATMAN – O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE/CRÍTICA -o final competente da trilogia

Publicado em 31/07/2012 - 19:03 por | 13 Comentários

Sendo adorada por uns e não tão importante para outros, a trilogia de Batman do diretor Christopher Nolan chega ao seu fim no auge

Acusado de matar Harvey Dent e abalado pela morte de Rachel, Bruce Wayne (Christian Bale) se reclusa em sua mansão abandonando a cidade de Gotham City. Porém Wayne terá que brigar com sua depressão para trazer o Batman de volta, pois Gotham está se acabando aos poucos com o terrorista Bane (Tom Hardy) que está com grandes planos destrutivos para a cidade.

Sim, achei melhor que anterior, mas não, não é o melhor filme de heróis já feito. Meus problemas com os Batman de Christopher Nolan é cada um dos filmes tem um defeito que prejudica tudo que eles poderiam ter sido e não foram. Mas da trilogia, esse é o filme que mais me agradou por diversos motivos. O primeiro deles é que é o último. Foi muito inteligente da parte do diretor saber quando parar e como parar, tendo em vista que esse seria o último em que se envolveria ele teve a liberdade e uma facilidade de aplicar ideias e projetá-las, encerrando sua contribuição no universo do herói de uma maneira bem sugestiva e completa.

A trilha sonora de Hans Zimmer e a fotografia de Wally Pfister são os responsáveis por compor grande parte do estilo “Nolan” de filmagem, e aqui eles salvam muitas das cenas. Um dos motivos pelo qual não sou fã de Batman – o Cavaleiro das Trevas (2008) é que ele tinha intenção e potencial para ser um filme mais comprido e melhor desenvolvido, mas parece ter sido muito retalhado durante sua edição final. Já Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge não tem esse problema, ele se desenvolve sem pressa, o que na primeira meia hora não parece uma boa ideia, mas a partir de então, ele se torna mais grandioso a cada minuto. Batman é um personagem que merece destaque por ter uma das galerias de vilões mais famosas dentre os heróis de quadrinhos. Bane não tem a complexidade psicológica de Coringa, mas quanto à violência ele não deixa a desejar e a Mulher-Gato é a ladra ágil que deixa o herói muitas vezes em perigo – e isso tudo está presente nessa adaptação.

Outro ponto que me fez simpatizar ainda mais com esse filme foi o fato de ele ter assumido mais a cara de “filme de herói” e não de “filme de arte”, como se dizia falam do segundo. Há alguns clichês e até tiradas engraçadas, tudo em prol da diversão e do bom entretenimento como um filme de herói deve ser, o que não o deixa menos maduro e até mesmo “adulto” como uns falam. Sobre o elenco, destaque para a incrível Mulher-Gato de Anne Hathaway. No mais, todos estão igualmente competentes.

Problemas com o filme estão em alguns momentos bem distintos. O primeiro dele é todo o início do filme, a sequência inicial é ótima, mas até o filme chegar a seu desenvolvimento ele passa por uma introdução lenta no melhor estilo noir. O segundo é nos excesso de explicações lógicas e flashbacks que não combinam com o conjunto do filme. O terceiro é que a voz do personagem Bane, mixada para que fosse mais bem ouvida e compreendida, algumas vezes sai mais alta que qualquer outro som da cena. E quarto é a penúltima cena que, se evitada, deixaria o final do filme ainda mais emocionante. Fora que é perceptível uma autoinfluência de Christopher Nolan em relação a algumas impressões de cena, algumas vezes parecendo reaproveitamento, de A Origem.

Não é o filme mais fiel aos quadrinhos e nem teve essa intenção, mas Batman –  o Cavaleiro das Trevas Ressurge é o final mais digno possível para a trilogia. É possível ver influência de outros trabalhos cinematográficos e melhor, é possível ver que o personagem Batman pode ser explorado de diversas outras perspectivas e pontos de vistas sem sempre manter o tom melancólico e fúnebre.

 

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BATMAN O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE/Crítica – os excessos de Nolan

Publicado em 29/07/2012 - 5:38 por | 16 Comentários

Categorias: CRÍTICAS DE FILMES

Estruturado em uma história complexa, desnecessariamente longa e com excesso de temas, ação e personagens centrais, Batman – o Cavaleiro das Trevas Ressurge não chega a ser um bom filme

Batman – o Cavaleiro das Trevas Ressurge, o filme de Christopher Nolan que encerra a trilogia dedicada ao Homem-Morcego criado por Bob Kane (1915-98) em 27 de maio de 1939, recebeu nada menos de 92% de aprovação da crítica estadunidense, expressada por 37 análises positivas, 6 mistas e duas negativas do site Metacrítica; e das 255 compiladas pelo site Rotten Tomatoes, 220 positivas e apenas 35 negativas – 86% de aprovação. Na avaliação do público, segundo o site, 93% da plateia que viu o filme o aprovou.

Sem me deixar influenciar pelas estatísticas, polêmicas e eventos trágicos que se seguiram ao lançamento da película nos EUA, conferi Batman – o Cavaleiro das Trevas Ressurge em uma sessão fechada, a qual me credenciou a uma tranquila avaliação da obra de mister Nolan sem a influência do público ou de companheiros de profissão. E o filme me decepcionou, por vários motivos.

A primeira constatação é de que Nolan quis encerrar a trilogia com uma obra épica, no sentido de grandeza, enfocando e aliando vários temas em só história. Aí ele cometeu o seu grande erro, o maior dos excessos. Essa questão referente ao tempo de duração, aparentemente irrelevante, posta-se, no entanto, como fundamental. Em Batman Begins, Nolan deu o seu recado em 2h20 minutos; e em O Cavaleiro das trevas, chegou a 2h32 minutos. Em ambos, a longa duração flui como um rio tranquilo.

Em 2h46 minutos Batman – o Cavaleiro das Trevas Ressurge mostra-se como um filme “inchado”. A complexa história armada por Nolan com a colaboração de seu irmão Jonathan e o roteirista David S. Goyer preocupa-se muito com a ação e não tem tempo suficiente para desenvolver a contento os diversos temas pelos quais perpassa através de vários gêneros e, principalmente, pela dramaticidade, o elemento de sustentação da narrativa.

Em sua estrutura, o roteiro agrega o exílio voluntário de Bruce Wayne (Christian Bale) e seu drama pessoal, a motivação de sua ausência como Batman; o surgimento de uma ladra, Selina Kyle (Anne Hathaway), que depois se assume como a Mulher-Gato; um vilão com uma máscara de ar chamado Bane (Tom Hardy) e seu plano para desmoronar a democrática sociedade de Gotham City, transformando-a em um caos que a remete ao passado das barbáries humanas; a luta do Comissário Gordon (Gary Oldman) para organizar uma polícia esfacelada; a coragem e a integridade do detetive John Blake (Joseph Gordon-Levitt) e o seu empenho em vasculhar a vida de Bruce Wayne.

Perpassando por gêneros

O que se vê na tela é um filme longo que começa como uma aventura de ação (a sequência do avião e o aparecimento do vilão Bane), passa a drama com requintes de Ladrão de Casaca (a relação de Bruce com Selina), depois derrapa no “thriller” de assalto (à Bolsa de Valores), trafega pela ficção científica (o reator atômico, o Bat-Pod, a devastação de Gotham), envereda pelo romance (entre Bruce e Miranda Tate, vivida pela francesa Marion Cotillard), adentra à trama política (a derrubada do governo democrático, a supressão dos direitos constitucionais do povo), retorna a aventura com as sequências do poço, chega ao policial (a rebelião dos policiais comandada por Foley (Matthew Modine), que acaba morrendo; e se conclui novamente como um drama com elementos de suspense e abertura para a retomada em um “reboot”. Não é pouco.

A conclusão aqui é óbvia: Nolan e seus colaboradores estruturaram um roteiro que trafega por diversos gêneros sem se fixa em nenhum deles. Esse é o sentido épico ao contar a história de Gotham e seus personagens, centrais e secundários.

Quanto a estes, os personagens centrais, o enredo é dividido em pedaços a fim de cada um deles tenha a sua cota de participação. Na trama, não são apenas as figuras de Bruce Wayne e Batman postadas como heróis. O Comissário Gordon (mesmo ferido deixa o hospital, reúne os policiais sem comando e desarma a bomba), o detetive Blake (com sua postura moral e íntegra) e a Mulher-Gato (salvadora da vida de Batman) têm sua cota de participação como heróis. Este é outro aspecto da intenção “épica” do filme.

Entre todos esses personagens o que mais se sobressai é a do detetive John Blake. Vivido com desenvoltura por Joseph Gordon-Levitt, já no meio da trama se sente que, pelo exemplar comportamento e comprometimento com a ética, bem que poderia ser o substituto de Bruce Wayne e o homem com todas as condições de assumir a vestimenta do Homem-Morcego. Tiro e queda.

Não posso afirmar com certeza absoluta (mesmo porque o absoluto pode não ser), mas deverá ser este o caminho do “reboot” que Nolan estaria compromissado em comandar para uma nova trilogia, a qual deverá ser iniciada em 2015 (uma última notícia dá conta de que ele está acertando contrato com a Sony para um reboot de 007). O Cinema seguindo os passos dos quadrinhos na reformulação de seus super heróis.

Dramaticidade esfacelada

Percebam que, nos filmes anteriores, a dramaticidade estava acima de todas as ações das histórias. Era o drama angustiante de Bruce Wayne, a sua dor e a solidão que serviam de desenvolvimento às tramas, tendo como pano de fundo uma Gotham “dark” e melancólica, na qual se desenvolve uma luta silenciosa entre a corrupção e a marginalidade e a lei e a honra.

Era o Bruce Wayne traumatizado que ditava as ações em luta contra a marginalidade. O Espantalho (Cillian Murphy) era o louco da hora em Batman Begins; em O Cavaleiro das Trevas era um anárquico Coringa o vilão de questionamentos filosóficos envolvendo crime, ética e honra, além de um político, Harvey Dent (Aaron Eckhart) mostrando como qualquer humano pode se tornar um Duas Caras.

Essa dramaticidade viva, latente e condutora dos filmes anteriores não está presente em O Cavaleiro das Trevas Ressurge. Nem o drama de Bruce, tampouco o do vilão Bane se impõem ao longo da trama, a qual apela para as reviravoltas a fim de, em vão, sustentá-la, mesmo com a incisiva e excepcionalmente funcional trilha sonora de Hans Zimmer.

Bane, inclusive, não é aquele vilão capaz de se impor, sequer pela extremada maldade, tampouco pela falta de astúcia em roubar o filme do herói, como fez o Coringa de Heath Ledger. Não há dúvida: sente-se falta de um vilão fascinante como o Coringa de Ledger. Christy Lemire tem razão na observação.

O Cavaleiro das Trevas Ressurge se sustenta graças a momentos isolados marcados pela presença de alguns personagens, como Anne Hathaway como a Mulher-Gato, a do Espantalho como o juiz louco dos julgamentos ilegais comandados pelos aliados de Bane em uma Gotham envolta pelo caos, a filantropa Miranda Tate (Marion Cotillard) em seu romance com Bruce Wayne e, posteriormente, revelando em qual lado está, e, claro, John Blake.

Todos esses aspectos sofrem a influência da ação incessante dada a Batman – o Cavaleiro das Trevas Ressurge. Nada se torna empolgante, a trama não é capaz de puxar o espectador para dentro da história e, por conta disso, impossível o filme alcançá-lo com a emoção. O filme é justamente isso: sem emoção.

Batman – o Cavaleiro das Trevas Ressurge detém uma excelente qualidade técnica (embora algumas cenas de ação deixem a desejar), principalmente quanto aos efeitos especiais. Quanto a esses, são responsáveis pelo melhor momento do filme, o do processo de devastação de Gotham – um primor de tecnologia.

O elenco também trata de dar relevância ao filme, brindando o espectador com interpretações extraordinárias. E os responsáveis por isso são os veteranos. Do Alfred de Michael Caine, passando pelo Comissário Gordon de Gary Oldman, o genial Lucius Fox de Morgan Freeman, até o medroso Foley de Matthew Modine, todos estão soberbos.

No entanto, um ator, entre todos, se sobressai em Batman – o Cavaleiro das Trevas Ressurge: Joseph Gordon-Levitt. Dono e ladrão das cenas nas quais intervém, concede uma justa e angustiante dimensão humana ao seu personagem Blake, em sua preocupação com os rumos da sociedade, com a morte lenta e gradual da integridade humana e dos perigos que cercam a liberdade e a democracia.

Concluindo, Batman – o Cavaleiro das Trevas Ressurge não é um filme ruim, mas tem sérios problemass estruturais. E vejo como lamentável que tenha resultado em uma obra tão irregular, repleta de boas ideias, mas que tenha falhado justamente em sua estrutura dramática, preterida pelo excesso em tudo aquilo que contém – de temas, gêneros, personagens centrais e de uma ação incessante (e para lá de barulhenta), que poderá agradar aos fãs do herói, mas sinceramente não sei se capaz de contentar a todos, principalmente aqueles mais exigentes.

Ficha técnica

Batman – o Cavaleiro das Trevas Ressuirge (Batman the dark night rises, EUA, 2012), de Christopher Nolan, com Christian Bale, Anne Hathaway, Joseph Gordon-Levitt. 164 minutos. 12 anos. Warner.

Confira o trailer.

Imagem de Amostra do You Tube

 

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BATMAN- O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE/Crítica – apenas o fim…

Publicado em 28/07/2012 - 17:30 por | 4 Comentários

Categorias: CRÍTICAS DE FILMES

Christopher Nolan amarra as pontas soltas e justifica as declarações de amor hiperbólicas dos fãs da trilogia composta por Batman Begins, Batman: o Cavaleiro das trevas e por este capítulo final: Batman: o Cavaleiro das trevas ressurge

Ao final de Batman: o Cavaleiro das trevas, vemos a figura de Harvey Dent (Aaron Eckhart) - o “duas caras” – ser imortalizada como ídolo de justiça e figura moralmente incorruptível, a verdadeira face de Dent – aquela escondida por debaixo das queimaduras – nunca seria revelada, mesmo após a sua morte (atribuída ao Batman). A sequência de abertura de Batman: o cavaleiro das trevas ressurge se passa na mansão Wayne oito anos após os acontecimentos de O Cavaleiro das trevas, uma homenagem ao aniversário de morte de Harvey Dent é realizada pelas autoridades de Gotham, entre elas o Comissário Gordon (Gary Oldman), que, convencido a revelar o que realmente aconteceu na noite do assassinato de Dent, acaba sucumbindo aos seus valores morais. O que seria pior então? Destruir o símbolo que alimentara a esperança do povo de Gotham por todos esses anos ou ser consumido pelo peso de saber a verdade e ter de manter todos os outros na ignorância? Os símbolos e suas funções são temas que já haviam sido trabalhados nos dois filmes anteriores da trilogia (mais particularmente em Batman Begins) e que tomam proporções épicas nesse desfecho de trilogia.

Com roteiro escrito pelos irmãos Nolan (Jonathan e Chris) e direção de Chris Nolan, Batman: o Cavaleiro das trevas ressurge é – apenas – o fim da saga épica do homem morcego. Aposentado e recluso há oito anos, Bruce Wayne está consumido pela melancolia e pelo luto, o seu dever a Gotham já havia sido pago, contudo, os demônios de seu passado continuam a lhe consumir, a morte de Rachel Dawes e Harvey Dent, a perda do simbolismo heroico de seu uniforme negro e sua inaptidão física lhe impedem de sair da mansão Wayne dar qualquer significado de conotação positiva a sua vida. Apenas quando uma ameaça completamente nova e desconhecida é introduzida ao universo de Gotham, o Comissário Gordon, juntamente com o jovem oficial de polícia Blake (Joseph Gordon-Levitt), conseguem convencer Bruce não só da importância do Batman como arma da justiça, mas como um símbolo a ser seguido pelo povo.

O vilão Bane, vivido por Tom Hardy – introduzido no filme com maestria na cena do avião -, é o capanga às avessas. Contratado inicialmente para levar Bruce Wayne a falência (e fatalmente a Wayne Enterprise) com a ajuda de Selina Kyle (a mulher gato vivida por Anne Hathaway), ele tem uma ligação direta com Ra’s Al Ghul (personagem vivido por Liam Neeson) e com a Liga das Sombras, e pretende utilizar um reator nuclear desenvolvido pela Wayne Enterprise para concluir o destino de Gotham: as cinzas.

Aspectos Visuais

Com produção de design de Nathan Crowley e fotografia de Wally Pfister –  com quem Nolan já havia trabalhado nos dois outros filmes da trilogia -, O cavaleiro das trevas ressurge emerge de um universo frio e descolorido assim como em O cavaleiro das trevas e Batman Begins, a escolha de figurino em tons escuros e sets quase sempre sombrios salienta ainda mais a escolha da equipe em deixar o filme menos fantasioso.

É interessante notar detalhes na decoração de set que refletem diretamente na psicologia do personagem, como na arquitetura da mansão Wayne, de fachada impecável mas repleta de móveis encobertos por panos e porta-retratos com fotos de seus pais e de Rachel Dawes, como em uma casa abandonada ou recém mudada, detalhes como esses comunicam visualmente ao espectador o estado de espírito de Bruce, um homem devastado, consumido pelo passado, que nunca poderá reconstruir sua casa como era quando seus pais ainda viviam e que nunca seguirá adiante com suas mortes e da mulher que amava.

Aqui, Nolan prova novamente seu talento pelo megalomaníaco, cenas de ação de proporções gigantescas e montagens paralelas, camada após camada como em A Origem, embalam o ritmo de tensão do filme – aliados à trilha sonora de Hans Zimmer que novamente consegue extrair até a última gota de tensão em suas batidas mono-rítmicas -. Infelizmente, há algumas falhas no roteiro dos Nolan, falhas em relação a construção de personagens importantes para a trama como o de Selina Kyle e Miranda Tate, e até mesmo falhas temporais e geográficas. O passar dos dias é confuso e o deslocamento dos personagens no universo de Gotham é dubitável. Felizmente o resultado final é excelente, tendo em vista que as falhas expostas são pontuais e – até certo ponto – não atrapalham o decorrer da trama principal.

No elenco principal temos os nomes que já haviam participado dos outros dois filmes da trilogia como: Morgan Freeman (Lucius Fox), Michael Caine (Alfred), Cillian Murphy (Dr. Crane), Liam Neeson (Ra’s Al Ghul), Gary Oldman (Comissário Gordon), Christian Bale (Bruce Wayne/Batman) e outros nomes que já haviam trabalhado anteriormente com Nolan como: Tom Hardy (Bane), Joseph-Gordon Levitt (Blake) e Marion Cotillard. Anne Hathaway (Selina Kyle/Mulher gato) é o único nome do elenco a trabalhar pela primeira vez com Nolan e confere à Selina Kyle uma elegante e irônica mulher gato, sem decepcionar os fans, como os rumores sugeriam.

O cavaleiro das trevas ressurge não é só um final brilhante de trilogia (a lá Inception) como é perceptivelmente arquitetado há anos por Nolan, o resgate de personagens importantes de Batman Begins como Ra’s Al Ghul e momentos importantes na vida de Bruce Wayne vividos no primeiro filme da trilogia são de primeira importância para a construção desse capítulo final. Assim como as figuras de Harvey Dent e de Rachel Dawes de O Cavaleiro das trevas servem como sombra na construção do personagem de Wayne e da própria Gotham. São inúmeras as referências dos capítulos anteriores da saga (em itálico e negrito) do Batman nesse epílogo, e por isso mesmo são minimamente justificáveis as declarações de amor hiperbólicas dos fans da trilogia. Se o Batman de Chris Nolan é a maior trilogia de super herói da história do cinema eu já não sei, mas que é um salto gigantesco para o gênero, disso todos podem ter a mais absoluta certeza.

Observação: Quanto à discussão da continuação ou não do filme (por isso o rápido comentário: a lá Inception), prefiro acreditar na honestidade de Nolan em ter posto de vez por todas o ponto final na saga. Saiba das 5 coisas essenciais antes de assistir ao novo Batman clicando aqui

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BATMAN 3 – 5 coisas que você deve saber antes de assisti-lo

Publicado em 27/07/2012 - 17:36 por | 6 Comentários

Categorias: VEM POR AÍ

O jornalista britânico Steve Pond, do tabloide The Wrap, escreveu em sua coluna The Odds, 5 ítens que considera essenciais para o conhecimento do público antes de assistirem ao desfecho da trilogia do super-herói dirigida por Christopher Nolan, Batman – o Cavaleiro das trevas ressurge

Steve Pond introduz no seu texto com as seguintes indagações: “Não é preciso ser um geek de quadrinhos para saber apreciar o filme, e tão pouco é preciso ter lido Queda do morcego (saga de 1993 na qual é introduzido o personagem Bane) ou O cavaleiro das trevas (saga de 1986 onde vemos um Batman envelhecido e prestes a se aposentar). Na verdade, você deveria ir se preparando com Charles Dickens, o qual seu livro Um Conto de Duas Cidades é uma influência direta no filme, e, inclusive é citado em um dos momentos chaves da narrativa”

1 – Bane não tem nada a ver com Mitt Romney

Apesar das reflexões de Rush Limbaugh de que o nome do vilão vivido por Tom Hardy seria uma escolha consciente de Hollywood para ecoar ainda mais o nome do candidato à presidência americana Mitt Romney, Bane é um personagem dos quadrinhos que existe desde a década de 90, portanto, tal suposição é absurda.

2 – O Batman começou com a liga das sombras

Nolan redesenha em O cavaleiro das trevas ressurge a ligação de Bruce Wayne com a “Liga das sombras”, organização responsável pelo treinamento de Wayne antes de se transformar no Batman. A trama envolvendo a liga das sombras é introduzida no primeiro filme da trilogia de Nolan Batman Begins.

3 – Harvey Dent está morto, mas ele ainda tem duas caras

A morte do white knight de Gotham, ocorrida no filme anterior, é o ponto de partida desse novo filme. Ao final de O cavaleiro das trevas, Bruce Wayne mata o personagem vivido por Aaron Eckhart (Harvey Dent, o “duas caras”) em legítima defesa, mas convence o comissário Gordon (Gary Oldman) a culpa-lo pelo homicídio ao invés de revelar a verdade sobre o que realmente aconteceu e no que o cavaleiro branco de Gotham se transformou após a morte de Rachel.

4 – Bruce Wayne tem um coração partido

Rachel Dawes (vivida por Katie Holmes em Batman begins e por Maggie Gylenhaal em O cavaleiro das trevas) também é uma personagem importante para construção de O cavaleiro das trevas ressurge. Bruce Wayne ainda sofre com a morte de Rachel no último filme da franquia e tem como essa dor parte do desenvolvimento de seu personagem.

5 – O tamanho importa, mas o som também

Batman – o cavaleiro das trevas ressurge não foi filmado em 3D, formato que Christopher Nolan considera um truque. O filme foi rodado em película e em 70mm e tem 40 minutos (haveriam mais minutos caso a dublê de Anne Hathaway não houvesse quebrado uma das câmeras IMAX usadas no filme) em IMAX.

O IMAX utilizado no filme é um arraso e as cenas rodadas em 70mm devem ser vistas (se possível) em uma sala adequada.

Tão importante quanto o tamanho da película, é o som do filme. A voz abafada de Bruce Wayne e os grunhidos de Bane merecem ser ouvidos na melhor qualidade de áudio possível. Para todos os efeitos, o filme deve ser visto em salas IMAX, mas certifiquem-se de que o som está adequado aos esforços empenhados pela equipe do filme.

Confira o artigo original de Steve Pond clicando aqui

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Estreias desta sexta-feira

Publicado em 26/07/2012 - 14:08 por | Comentar

Categorias: ESTRÉIAS

Com a estreia de um blockbuster da estatura de Batman – o Cavaleiro das Trevas Ressurge fica pouco espaço para outras opções nos cinemas de Fortaleza. Por isso, o filme de Christopher Nolan é a única estreia, ocupando quase uma dúzia das salas de cinema ca cidade. Como segunda opção, há a pré-estreia de 31 Minutos – o Filme, uma produção infantil inteiramente feita com fantoches

BATMAN - O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE

Concluindo a trilogia iniciada com Batman Begins (2005) e continuada com Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008), Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge estreia cercado por uma aura sombria e trágica: o incidente ocorrido no Colorado. Isso não impede que a expectativa em torno do filme seja alta, principalmente do ponto de vista financeiro, ainda que Christopher Nolan tenha preferido não aderir ao 3D para capitalizar ainda mais a sua produção. No novo filme, Batman retorna a Gotham City para defender a cidade do terrorista Bane. Há também a participação de outro vilão clássico de Batman: a Mulher-Gato.

Veja o trailer oficial legendado:

Imagem de Amostra do You Tube

Batman – o Cavaleiro das Trevas Ressurge (The Dark Knight Rises, EUA/Reino Unido, 2012), de Christopher Nolan. Com Christian Bale, Gary Oldman, Tom Hardy, Joseph Gordon-Levitt, Anne Hathaway, Marion Cotillard, Morgan Freeman, Michael Caine, Matthew Modine. Warner. 164 min. 14 anos.

31 MINUTOS - O FILME

Inteiramente feito com fantoches, 31 Minutos – o Filme é baseado na série de TV homônima do canal Nickelodeon, que já foi indicado ao Emmy Internacional de melhor programa infanto-juvenil. Na trama, Juanín é produtor do famoso noticiário de TV 31 Minutos e o último de sua espécie. Cachirula, uma malvada colecionadora de animais em extinção tem um especial interesse por ele para completar sua coleção. Depois que Juanín é capturado, sua atrapalhada equipe de programa inicia uma busca pelo amigo. O filme é dublado por alguns atores globais conhecidos.

Veja o trailer:

Imagem de Amostra do You Tube

31 minutos – O Filme (Brasil/Chile/Espanha, 2012), de Álvaro Díaz e Pedro Peirano. Com as vozes de Mariana Ximenes, Daniel de Oliveira, Marcio Garcia. RioFilme/H2O Films. 88 min. Livre.

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BATMAN – imagens inéditas e recepção da crítica americana

Publicado em 18/07/2012 - 17:55 por | 1 Comentário

Categorias: VEM POR AÍ

A 2 dias da estréia nos Estados Unidos de Batman: o Cavaleiro das Trevas Ressurge, imagens inéditas foram liberadas para os fãs, mostrando vários dos personagens, desde a Mulher-gato e o Batman ao próprio diretor Christopher Nolan

Christopher Nolan vizualizando cena do filme.

Faltando apenas dois dias para a estréia nos Estados Unidos do último Batman de Christopher Nolan, fechando a trilogia, novas imagens apareceram, além da mediana recepção da crítica, que por vezes chegou a ser ameaçada pelos fãs caso falassem mal do filme.

Confira todas as imagens inéditas abaixo:

Selina Kyle (Mulher-gato; Anne Hathaway) e Alfred (Michael Caine).

Selina Kyle (Mulher-gato; Anne Hathaway).

John Blake (Joseph Gordon-Levitt).

John Blake (Joseph Gordon-Levitt).

John Blake (Joseph Gordon-Levitt).

Batmóvel.

Alfred (Michael Caine) e Bruce Wayne (Batman; Cristian Bale).

Lucius Fox (Morgan Freeman) e Miranda Tate (Marion Cottilard).

Agente Foley (Matthew Modine).

Recepção da crítica americana:

De acordo com a análise das críticas dos quase 50 críticos  de jornais, revistas e sites americanos, é perceptível que O Cavaleiro das Trevas Ressurge não agradou tanto quanto a Batman Begins e O Cavaleiro das Trevas. Nenhum filme do Batman de Nolan havia recebido uma crítica que fosse abaixo da média, mas até agora, com quase 25 revisões de diferentes críticos, Batman: o Cavaleiro das Trevas Ressurge já tem algumas análises negativas – e poucas 100% positivas como obtiveram, repetimos, Batman Begins, e, mais ainda com O Cavaleiro das Trevas.

Alguns críticos chegaram a ser ameaçados de morte por fãs. Parece até brincadeira, mas mostraram-se furiosos em redes sociais e em comentários nas próprias críticas dos ameaçados.

Vários fãs já conferiram e a grande maioria entende que foi uma conclusão épica para a história do principal herói dos quadrinhos da DC Comics. Nesta sexta, 20, o filme estréia nos EUA e no Brasil, na próxima semana, 27 de julho.

Confira o mais novo trailer do filme:

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