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Tag: Cineclube


13:31 · 06.03.2017 / atualizado às 13:31 · 06.03.2017 por
Documentário “Viver de Mim” abre a mostra nesta quarta-feira (8)

Na data que marca o Dia Internacional da Mulher, o Cine Clube do Teatro Carlos Câmara (TCC), no Centro de Fortaleza, inicia a mostra Mulheres no Cinema apresentando filmes de curta metragem abordando questões pertinentes ao universo feminino, desde a participação delas no cinema, a violência de gênero e o aborto. A curadoria da seleção foi feita pelas cineastas Camila Vieira e Carolinne Vieira, e as sessões acontecem sempre às quartas, a partir das 16h, com entrada gratuita.

Na sessão de abertura vão ser exibidos dois documentários “Viver de Mim” (SP. 26 min) e “O Corpo é Meu” (SE. 25 min.). “Viver de mim”, dirigido por Juily Manghirmalani, traz o retrato de 5 mulheres de perfis bem diferentes umas das outras, que de comum têm apenas o fato de morarem em São Paulo. O filme mostra suas visões sobre ‘ser mulher’, sexo, orgasmo, relacionamentos e filhos. Já em “O Corpo é Meu”, dirigido por Luciana Oliveira, a pauta é a discussão sobre a depreciação da imagem da mulher na mídia.

Até o final do mês de março, a programação do Cine Clube exibe mais seis curtas, entre documentários e ficções, sendo dois a cada semana. “Quem matou Eloá” (SP, 24 min.), de Lívia Perez, “Restauração” (SP, 20 min.), de Natalia Keiko, no dia 15. “Entulho” (SP, 12 min.), de Mabel Lopes, e “Personal Vivator” (RJ, 22 min.), de Sabrina Fidalgo, no dia 22. “A Boneca e o Silêncio” (SP, 19 min.), de Carol Rodrigues, e “Corpo Manifesto” (SP, 28 min.), de D. Carol Araújo, no dia 29.

09:04 · 03.01.2017 / atualizado às 09:04 · 03.01.2017 por
O documentário "Botes Bastardos" está na programação do cineclube
O documentário “Botes Bastardos” está na programação do cineclube

O Teatro Carlos Câmara, no Centro de Fortaleza, apresenta, todas as quartas-feiras de janeiro, uma seleção de filmes nacionais. Com curadoria de Samuel Brasileiro, o recorte temático escolhido para este mês foi “A chegada dos trabalhadores ao Cinema”.  As sessões acontecem sempre às 16h e a entrada é gratuita.

SESSÃO 01
Dia 04 de Janeiro às 16h.
Duração: 40 minutos.
“Botes Bastardos” (Pedro Cela de Arruda Coelho, 15min, 2016, CE)
Botes Bastardos não pretende ser um manual de construção dos botes Bastardos de Camocim. É uma busca sensível pelas histórias que os botes contam. Uma busca por conhecer quem é o carpinteiro Chico Elias, artesão dessas resistentes embarcações à vela, que trabalha apenas com as instruções transmitidas ao longo do tempo, passadas de geração a geração. É um olhar lançado a essa prática quase extinta.

“Dias de Greve” (Adirley Queirós, 25min, 2009, DF)
Uma greve de serralheiros é deflagrada em uma cidade de periferia da Capital Federal. Neste período, muito mais do que um possível despertar para uma consciência de classe, os grevistas redescobrem uma cidade e um tempo que não mais lhe pertencem.

SESSÃO 02
Dia 11 de Janeiro às 16h.
Duração: 57 minutos.
“Meio Fio” (Denise Vieira, 20min, 2014, DF)
Relatos de uma mulher varada no amor.

“Neandertais” (Marcus Curvelo, 20min, 2016, BA)
Guta e William encontram um homem das cavernas. Joder está triste.

“O Clube” (Allan Ribeiro, 17min, 2014, RJ)
A Turma OK, o clube social gay mais antigo da América Latina, comemora 53 anos com uma reunião de simpatizantes e dos transformistas associados.

SESSÃO 03
Dia 18 de Janeiro às 16h.
Duração: 41 minutos.
“Sesmaria” (Gabriela Richter Lamas, 23min, 2016, RS)
Em 50 anos como fumicultores, Wilhelm e Hilda não deixaram de colher nenhuma safra. Neste ano, Wilhelm não plantará. O que, além da vida, leva a morte?

“Quase Consolação” (Amina Jorge, 18min, 2013, SP)
Avenida Dr. Arnaldo, quase esquina com Rua da Consolação. Mais um corpo chega ao IML de São Paulo. Mais um dia de trabalho de uma médica legista. Mais um, se não fosse o último.

SESSÃO 04
Dia 25 de Janeiro às 16h.
Duração: 52 minutos.
“Pedreira de São Diogo” (Leon Hirszman, 18min, 1962, RJ)
Homens trabalham numa pedreira na beira de um morro onde fica uma favela, da qual são moradores. A encosta é explodida, avançando ao terreno próximo dos barracos. Os favelados são avisados de que novas explosões podem causar danos. A comunidade resolve se colocar na encosta, impossibilitando nova explosão; sem atitude, o encarregado desiste de explodir o morro. Cópia digitalmente restaurada do curta-metragem que participa do projeto coletivo “Cinco Vezes Favela”.

“Retrato de uma Paisagem” (Pedro Diógenes, 34min, 2012, CE)
Um filme sobre a cidade. Um filme sobre pessoas. Estamos vivendo o começo da era da sociedade urbana. Um novo campo ainda ignorado e desconhecido. E o cenário do futuro ainda não se encontra estabelecido.futuro ainda não se encontra estabelecido.