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Tag: Festival de Brasília do Cinema Brasileiro


07:11 · 26.09.2017 / atualizado às 07:19 · 04.10.2017 por
Longa mineiro “Arábia”, de Affonso Uchoa e João Dumans, venceu competição

A noite deste domingo (24) concentrou olhares de todo o país em torno do Cine Brasília, um dos mais longevos lares do cinema nacional, durante o encerramento do 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Apresentada pelos atores Caco Ciocler e Mariana Nunes, a cerimônia de encerramento premiou as produções eleitas pelo Júri Oficial e Popular com o cobiçado Troféu Candango, um dos mais prestigiados prêmios do cinema brasileiro. No total, o Festival apresentou 144 obras que compuseram mostras competitivas e retrospectivas, durante 10 dias de evento, propondo uma reflexão sobre o presente e o futuro do audiovisual brasileiro.

O Júri Oficial do Festival premiou o longa “Arábia”, de Affonso Uchoa e João Dumans, como Melhor Filme da edição. O filme recebeu, ainda, mais quatro prêmios, nas categorias Ator (Aristides de Sousa), Montagem e Trilha Sonora, pelo Júri Oficial, e Melhor Filme pelo Prêmio Abraccine.

A categoria de Melhor Direção teve como vencedor o realizador brasiliense Adirley Queirós pelo filme “Era Uma Vez Brasília”. A obra do Distrito Federal levou, também, os títulos de Melhor Fotografia e Melhor Som. Valdinéia Soriano, atriz de “Café com Canela” venceu o prêmio de Melhor Atriz.

O longa baiano sagrou-se campeão, ainda, com os prêmios de Melhor Roteiro e Melhor Filme pelo Júri Popular (Prêmio Petrobras de Cinema). Entre os prêmios de Melhor Ator e Atriz Coadjuvantes, levaram o Troféu Candango os atores Alexandre Sena, por “O Nó do Diabo” e Jai Baptista, por “Vazante”.

Entre os curtas, o Melhor Filme pelo Júri Oficial foi “Tentei”, de Laís Melo. O filme levou, ainda, o prêmio de Melhor Atriz para Patrícia Saravy e Melhor Fotografia para Renata Corrêa. Os Irmãos Carvalho levaram o prêmio de Melhor Direção pelo filme “Chico”, vencedor, ainda, do prêmio de Melhor Som e do Prêmio Canal Brasil.

Marcus Curvelo foi premiado como Melhor Ator por “Mamata”. O filme sagrou-se campeão, também, na categoria de Melhor Montagem. O prêmio de Melhor Roteiro foi concedido a Ananda Radhika, por “Peripatético” e o curta metragem “Carneiro de Ouro” levou o prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular.

Confira a lista completa dos filmes premiados na 50ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

PRÊMIOS OFICIAIS

Troféu Candango – Longa-metragem:

Melhor Filme: Arábia, dirigido por Affonso Uchoa e João Dumans
Melhor Direção: Adirley Queirós por Era uma vez Brasília
Melhor Ator: Aristides de Sousa por Arábia
Melhor Atriz: Valdinéia Soriano por Café com canela
Melhor Ator Coadjuvante: Alexandre Sena por O Nó do Diabo
Melhor Atriz Coadjuvante: Jai Baptista por Vazante
Melhor Roteiro: Ary Rosa por Café com canela
Melhor Fotografia: Joana Pimenta por Era uma vez Brasília
Melhor Direção de Arte: Valdy Lopes JN por Vazante.
Melhor Trilha Sonora: Francisco Cesar e Cristopher Mack por Arábia
Melhor Som: Guile MartinsDaniel Turini e Fernando Henna por Era uma vez Brasília
Melhor Montagem: Luiz Pretti e Rodrigo Lima por Arábia
Prêmio Especial do Júri: Melhor Ator Social para Emelyn Fischer, por Música para quando as Luzes se apagam
Júri Popular ( Prêmio Petrobras de Cinema) longa-metragem: Café com canela, dirigido por Ary Rosa e Glenda Nicácio

PRÊMIOS OFICIAIS – Troféu Candango – Curta-metragem:

Melhor Filme: Tentei, dirigido por Laís Melo
Melhor Direção: Irmãos Carvalho por Chico
Melhor Ator: Marcus Curvelo por Mamata
Melhor Atriz: Patricia Saravy por Tentei
Melhor Roteiro: Ananda Radhika por Peripatético
Melhor Fotografia: Renata Corrêa por Tentei
Melhor Direção de Arte: Pedro Franz e Rafael Coutinho por Torre
Melhor Trilha Sonora: Marlon Trindade por Nada
Melhor Som: Gustavo Andrade por Chico
Melhor Montagem: Amanda Devulsky e Marcus Curvelo por Mamata
Prêmio​ ​especial: Peripatético, dirigido por Jéssica Queiroz
Júri Popular – Curta-metragem: Carneiro de ouro, dirigido por Dácia Ibiapina

OUTROS PRÊMIOS

Prêmio Canal Brasil: Chico, dirigido por Irmãos Carvalho
Prêmio Abraccine:
Melhor filme de longa-metragem: Arábia, dirigido por Affonso Uchoa e João Dumans
Melhor filme de curta-metragem: Mamata, dirigido por Marcus Curvelo
Prêmio Saruê: Afronte, direção de Marcus Azevedo e Bruno Victor
Prêmio Marco Antônio Guimarães: Construindo pontes, dirigido por Heloísa Passos
Prêmio CiaRio/Naymar para o melhor curta pelo Júri Popular: Carneiro de ouro, dirigido por Dácia Ibiapina

MOSTRA BRASÍLIA – 22º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal 

Prêmios do Júri Oficial:

Melhor longa-metragem (R$ 100 mil): O fantástico Patinho Feio, dirigido por Denilson Félix
Melhor curta-metragem (R$ 30 mil): UrSortudo, dirigido por Januário Jr., e Tekoha – Som da Terra, dirigido por Rodrigo Arajeju e Valdelice Veron
Melhor direção (R$ 12 mil): Dácia Ibiapina, por Carneiro de ouro
Melhor ator (R$ 6 mil): Elder de Paula, por UrSortudo
Melhor atriz (R$ 6 mil): Rafaela Machado, por Menina de barro
Melhor roteiro (R$ 6 mil): Januário Jr., por UrSortudo
Melhor fotografia (R$ 6 mil): Gustavo Serrate, por A margem do universo
Melhor montagem (R$ 6 mil): Lucas Araque, por Afronte
Melhor direção de arte (R$ 6 mil): Bianca NovaisFlora Egécia e Pato Sardá, por O Menino Leão e a Menina Coruja
Melhor edição de som (R$ 6 mil): Maurício Fonteles, por Tekoha – Som da Terra
Melhor trilha sonora (R$ 6 mil): Ramiro Galas, por O vídeo de 6 faces

Prêmios do Júri Popular
Melhor longa-metragem (R$ 40 mil): Menina de barro, dirigido por Vinícius Machado
Melhor curta-metragem (R$ 10 mil): O Menino Leão e a Menina Coruja, dirigido por Renan Montenegro

Prêmio Petrobras de Cinema – Para o melhor longa-metragem pelo Júri Popular da Mostra Brasília: Menina de barro, dirigido por Vinícius Machado

Prêmio Plug.in para o melhor longa-metragem escolhido pelo Júri Popular da Mostra Brasília: Menina de barro, dirigido por Vinícius Machado

Prêmio ABCV – Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo: Marco CuriManfredo Caldas e Geraldo Moraes

Prêmio CiaRIO
– Melhor longa-metragem escolhido pelo Júri Popular da Mostra Brasília: Menina de barro, dirigido por Vinícius Machado
– Melhor curta-metragem escolhido pelo Júri Popular da Mostra Brasília: O Menino Leão e a Menina Coruja, dirigido por Renan Montenegro

FESTUNIBRASÍLA – 1º FESTIVAL UNIVERSITÁRIO DE CINEMA DE BRASÍLIA

Melhor Filme: O arco do medo, dirigido por Juan Rodrigues (Universidade Federal do Recôncavo Baiano)
Melhor Direção: Fervendo, dirigido por Camila Gregório (Universidade Federal do Recôncavo Baiano)
Júri Popular: O Homem que não cabia em Brasília, dirigido por Gustavo Menezes (UnB)
Menção Honrosa – Método de construção criativa: Afronte, dirigido por Bruno Victor e Marcus Azevedo (UnB)
Menção honrosa – Fotografia: Gabriela Akashi, por Serenata (USP)
Menção Honrosa – Filme de animação: Mira, dirigido por Janaína da Veiga (Unespar)

12:42 · 15.09.2017 / atualizado às 12:42 · 15.09.2017 por
Filho e neta do cineasta recebem medalha de reconhecimento pelo trabalho

A maratona do cinema brasileiro começa nesta sexta-feira (15). A partir das 19h, o 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro ocupa novamente uma das mais célebres salas de cinema do País, o Cine Brasília, em uma edição que, a um só tempo, revisita a longeva história do Festival e do cinema nacional, e lança novas proposições relacionadas ao mercado do audiovisual.

Um dos destaques é a entrega da medalha Paulo Emílio Salles Gomes, em seu segundo ano consecutivo. Desta vez será reverenciado Nelson Pereira dos Santos, realizador paulistano que tem no currículo obras como “Vidas Secas”, “Rio Zona Norte”, “Como era gostoso o Meu Francês”, entre outros. A filmografia de Nelson marcou para sempre a história do cinema brasileiro e nada mais justo do que receber esta homenagem do alto de seus quase 90 anos.

Impossibilitado de comparecer à cerimônia, Nelson Pereira será representado por seu filho e neta, respectivamente, Diogo e Milla Dahl, que irão receber a medalha das mãos de Vladimir Carvalho e Jean-Claude Bernardet, figuras lendárias do Festival de Brasília. Em sequência à entrega da medalha, será exibido o curta-metragem “Nelson Filma” (RJ, 1971, 11 min, Livre), filme de Luiz Carlos Lacerda que celebra a obra deste grande realizador.

Cerimônia

Abrindo a grande festa do cinema brasileiro, Matheus Nachtergaele vai apresentar um texto que celebra a importância do Festival de Brasília na construção histórica e política do audiovisual nacional. Na sequência, importantes nomes da cinematografia brasiliense que nos deixaram recentemente ganham homenagens no palco do Cine Brasília: Marcio Curi, Manfredo Caldas e Geraldo Moraes.

Para celebrar a memória dos três diretores, exibem-se dois curtas metragens: “Quando Márcio virou estrela” (DF, 2017, 6 min, Livre), de André Luís Oliveira, em homenagem a Márcio Curi e Manfredo Caldas; e “Um cineasta no coração do Brasil” (DF, 2016, 5 min, Livre), homenagem a Geraldo Moraes dirigida por Bruno Torres, seu filho.

Após as homenagens será iniciada a sessão de abertura do Festival de Brasília, com exibição do curta “Festejo muito pessoal” (SP, 2016, 8 min, Livre), uma direção de Carlos Adriano; e do longa “Não devore meu coração” (RJ, 2017, 108 min, 14 anos), dirigido por Felipe Bragança.

O longa de abertura narra um caso de amor entre um menino brasileiro e uma menina indígena paraguaia, às margens fronteiriças do Rio Apa: uma ficção inspirada em contos de Joca Reiners Terron que recupera a memória da Guerra do Paraguai e traz no elenco Cauã Reymond, Eduardo Macedo e Adeli Benitez. Equipe e elenco estarão presentes na sessão de exibição do filme.

14:09 · 07.08.2017 / atualizado às 14:09 · 07.08.2017 por
Longa mineiro “Arábia”, de Affonso Uchoa e João Dumans, integra competição

Sem representantes cearenses, o 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro anunciou os nove longas e 12 curtas que integram a competição principal daquela que promete ser uma edição histórica do evento.  O festival será realizado de 15 a 24 de setembro, tendo como palco principal o Cine Brasília.

Principal vitrine do cinema nacional e mais antigo evento do gênero no país, o Festival de Brasília mostra nesta edição a força da produção audiovisual brasileira. De acordo com a produção do evento, foram inscritos  778 filmes na Mostra Competitiva, um recorde. Do número total, 608 produções são de curta-metragem. Os longas correspondem a 170 filmes.

Outra novidade desse ano é que todos os filmes selecionados para as mostras competitivas receberão Cachê de Seleção, nos valores de R$ 15 mil para filmes de longa-metragem em Competição Oficial; de R$ 10 mil para longas na Sessão Especial Hors Concours; de R$ 5 mil para curtas em Competição Oficial; e de R$ 3 mil para longas programados em mostras paralelas.

Veja a lista oficial dos filmes em competição:

MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS
“Arábia”, de Affonso Uchoa e João Dumans, MG
“Café com Canela”, de Ary Rosa e Glenda Nicácio, BA
“Construindo Pontes”, de Heloisa Passos, PR
“Era uma Vez Brasília”, de Adirley Queirós, DF
“Música para Quando as Luzes se Apagam”, de Ismael Cannepele, RS
“O Nó do Diabo”, de Ramon Porto Mota, Gabriel Martins, Ian Abé, Jhesus Tribuzi , PB
“Pendular”, de Julia Murat, RJ
“Por Trás da Linha de Escudos”, de Marcelo Pedroso, PE
“Vazante”, de Daniela Thomas, SP

MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS
“A Passagem do Cometa”, de Juliana Rojas, SP
“As Melhores Noites de Veroni”, de Ulisses Arthur, AL
“Baunilha”, de Leo Tabosa, PE
“Carneiro de Ouro”, de Dácia Ibiapina, DF
“Chico”, de Irmãos Carvalho, RJ
“Inocentes”, de Douglas Soares, RJ
“Mamata”, de Marcus Curvelo , BA
“Nada”, de Gabriel Martins , MG
“O Peixe”, de Jonathas de Andrade, PE
“Peripatético”, de Jessica Queiroz, SP
“Tentei”, de Laís Melo, PR
“Torre”, de Nadia Mangolini, SP