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Tag: Goya


13:57 · 13.09.2017 / atualizado às 13:57 · 13.09.2017 por
Filme com Vladimir Brichta foi selecionado entre 23 concorrentes nacionais

O filme “Bingo – O Rei das Manhãs” vai disputar uma vaga para ser um dos quatro finalistas na categoria de Melhor Filme Ibero-Americano no Prêmio Goya. A 32ª edição da premiação acontece no dia 3 de fevereiro de 2018 e é organizada desde 1987 pela Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha. A seleção e apreciação das obras foi feita pela Comissão de Seleção do Filme Brasileiro, composta por profissionais indicados por entidades do setor audiovisual.

Leia a crítica de “Bingo – O Rei das Manhãs”

Participaram do comitê Josiane Osório de Carvalho, por indicação do Fórum dos Festivais; Amanda Aouad Almeida, por indicação da Associação Brasileira dos Críticos de Cinema (Abraccine); André Luiz Pompeia Sturm, por indicação do Programa Cinema do Brasil; Jorge Humberto de Freitas Peregrino, por indicação da Academia Brasileira de Cinema; e Ana Julia Cury de Brito Cabral, por indicação da ANCINE.

“Após debate sobre os filmes inscritos, a Comissão de Seleção propôs (“Bingo – O Rei das Manhãs”) como representante brasileiro a ser indicado ao Prêmio Goya de Melhor Filme Ibero-americano, por ser uma obra cinematográfica com consistente marca autoral, força criativa ao apresentar um universo genuinamente brasileiro e capacidade de se comunicar com plateias de todo o mundo”, diz a ata.

O longa-metragem dirigido por Daniel Rezende conta a história de Augusto (Vladimir Brichta), artista que interpreta Bingo, um palhaço apresentador de televisão que é sucesso absoluto. Só que o fato de estar sempre fantasiado e não ser reconhecido pelo público frustra o ator, que passa a se envolver com drogas e utiliza cocaína e crack nos bastidores do programa. O filme é a cinebiografia de Arlindo Barreto, um dos intérpretes do palhaço Bozo no programa de TV homônimo dos anos 1980.

“Bingo” foi escolhido entre 23 produções habilitadas e analisadas. Os demais filmes inscritos foram: “A Cidade onde Envelheço”, de Marília Rocha; “A Família Dionti”, de Alan Minas; “As Duas Irenes”, de Fabio Meira; “Cidades Fantasmas”, de Tyrell Spencer; “Comeback”, de Erico Rassi; “Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky; “Deserto”, de Guilherme Weber; “Elis”, de Hugo Prata; “El Mate”, de Bruno Kott; “Fala Comigo”, de Felipe Sholl; “Gabriel e a Montanha”, de Fellipe Barbosa; “Galeria F.”, de Emília Silveira; “Gostosas, Lindas e Sexies”, de Ernani Nunes; “História Antes de uma História”, de Wilson Lazaretti; “Joaquim”, de Marcelo Gomes; “La Vingança”, de Fernando Fraiha; “Malasartes e o Duelo com a Morte”, de Paulo Morelli; “Mulher do Pai”, de Cristiane Oliveira; “O Filme da Minha Vida”, de Selton Mello; “Por Trás do Céu”, de Caio Sóh; “Quem é Primavera das Neves”, de Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo; e “Redemoinho”, de José Luiz Villamarim.