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VILA DAS ARTES – mostra exibe O LUTADOR

Publicado em 16/05/2013 - 8:29 por | Comentários desativados

Categorias: CINECLUBISMO

Um roteiro inteligente, um ator excepcional e um diretor talentoso. Uma receita, quase uma alquimia de um bom filme, é o que o público terá a oportunidade de ver em O lutador (The Boxer, ING, 1997), inserido na mostra o boxe no cinema, nesta sexta, dia 17 de maio naVila das Artes

Cena de O lutador: o filme será exibido na Vila das Artes nessa sexta.

Daniel Day-Lewis em O LUTADOR (1997),de Jim Sheridan

Para quem se impressionou com os três Oscar conquistados pelo excepcional ator anglo-irlandês Daniel Day-Lewis, o fato dele ter praticado boxe, durante três anos, apenas para encarnar um personagem, é uma informação que deixa qualquer mortal de queixo caído.

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NYMPHOMANIAC – o primeiro poster

Publicado em 02/05/2013 - 12:18 por | 2 Comentários

Categorias: Geral, VEM POR AÍ

O novo drama, de conteúdo erótico e com cenas de sexo explícito,  do polêmico cineasta dinamarquês Lars von Trier ganhou um sugestivo primeiro teaser poster

"Esqueça o amor" diz o teaser poster de NYMPHOMANIAC

“Esqueça o amor” diz o teaser poster de NYMPHOMANIAC

O já polêmico filme de Lars von Trier, Nymphomaniac, ganhou um teaser pôster autoexplicativo e sugestivo.

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AMOR/Crítica – os equívocos de Michael Haneke

Publicado em 25/02/2013 - 23:13 por | 18 Comentários

Categorias: Geral

Depondo contra a vida e o amor, Michael Hanake faz em Amour uma visão cruel da velhice, a afirmação da materialidade e uma equivocada concepção espiritual da eutanásia, um crime previsto não apenas nas leis dos homens

Jean-Louis Trintgnant em AMOR (2012), de Michael Haneke: cena cruel de eutanásia

Jean-Louis Trintgnant e Emmanuelle Riva em AMOR (2012), de Michael Haneke: cena cruel de matar por piedade

Uma postura contra a vida e ao amor. Assim pode ser definido o drama Amor, dirigido pelo austríaco Michael Hanake. O fato de ter recebido três dezenas de prêmios internacionais não é suficiente para validar a exposição cruel que o cineasta faz da velhice, expressada como de dor e tormentos físicos.

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A HISTÓRIA DOS FILMES POLÊMICOS – década de 2000

Publicado em 14/10/2012 - 20:55 por | 3 Comentários

Categorias: HISTÓRIA DO CINEMA

A primeira década do século ensjou a realização de obras mais ousadas e provocantes. A família se tornou um dos alvos e alguns cineastas carregaram nas imagens agressivas para chocar as pessoas como que clamando para dizer aquilo era real, estava ocorrendo. Sexo, religião, dinheiro e a história em seu processo de intolerância. Aliás, a partir desta década o cinema está sendo intolerante até consigo mesmo…

KEN PARK, de Larry Clark e Ed Lachman.

Década de 2000

KEN PARK (Ken Park, EUA-Holanda-França, 2002), de Larry Clarke e Edward Lachman, com Adam Chubbuck, James Bullard e Seth Grey. 96 minutos.

A abordagem nada convencional e incomum da vida de 3 adolescentes e suas famílias disfuncionais causou indignação nos EUA e em vários outros países, nos quais acabou proibido. A rejeição se deu, também, pelas cenas de sexo explícito e violência doméstica – adolescente pratica sexo oral na mãe da namorada, outro que se masturba antes de matar os avós e um pai que violenta o próprio filho enquanto este dorme. Hoje, é visto como um marco pela coragem de ser cru e realista - um filme denúncia da disfuncionalidade da família. Foi exibido aqui em Fortaleza pelo Cinema de Arte, com debate ao final da sessão.

AMÉM, de Kostantin Costa-Gavras

AMÉM (Amen, França, 2002), de Costa-Gavras, com Matthieu Kassovitz e Ulrich Tukur. 132 minutos.

Qual foi o papel da Igreja Católica durante a Segunda Guerra Mundial? Ela foi colaboracionista dos nazistas pelo fato de perseguir os judeus? Para o diretor grego Konstantin Costa-Gavras sim e este filme é o seu instrumento de denúncia. Ao narrar a história em que produtos químicos são usados para exterminar os judeus com a complacência da igreja, obteve protestos. Até mesmo o pôster do filme foi alvo de processos na justiça francesa. Aqui, também exibido e debatido pelo Cinema de Arte.

IRREVERSÍVEL (Irreversible, França 2002), de Gaspar Noé, com Mônica Bellucci, Vincent Cassel e Albert Dupontel. 109 minutos.

Narrado de trás para a frente, acompanha a trajetória de 2 homens em desesperada perseguição ao homem que violentou a mulher de um deles. E foi justamente essa cena, que dura 9 minutos, a causa de toda uma polêmica que estigmatizou o filme como controverso e perturbador. Exibido no Brasil sem alardes.

BROWN BUNNY, de Vincent Gallo

THE BROWN BUNNY (EUA, 2003), de Vincent Gallo, com Chloe Sevigny e Vincent Gallo. 90 minutos.

A história de um competidor de corridas de motocicleta que vaga pelas estradas e não consegue através das mulheres que conquista esquecer a mulher de sua vida causou uma grande confusão em Cannes não por causa do enredo, mas de uma cena de sexo oral explícito entre o diretor-ator e a atriz Chloe Sevigny (ex-namorada dele). As vaias entoadas pelo público e um bate-boca entre o diretor e o crítico Roger Ebert (que o filme como o pior já exibido no festival) marcaram o filme, embora depois os brigões tenham se desculpado – e Roger, após ver a versão reduzida deu-lhe a cotação de ótimo. O cartaz do filme também foi alvo de confusão, pois remetia à cena de felação. A atriz, por sua vez, perdeu a agência que lhe indicava os filmes nos quais trabalhar e teve a carreira estagnada.

OS SONHADORES, de Bernardo Bertolucci

OS SONHADORES (The Dreamers, Itália, 2003), de Bernardo Bertolucci, com Michael Pitt, Eva Green e Louis Garrel. 115 minutos.

As cenas de sexo e nudez (especialmente da estreante Eva Green) causaram polêmica neste drama evocativo da revolução estudantil na França dos anos 60 (a história é ambientada em 1968). Em Fortaleza, foi exibido e debatido pelo Cinema de Arte.

FAHRENHEIT 11 DE SETEMBRO, de Michael Moore

FAHRENHEIT 11 DE SETEMBRO (Fahrenheit 9/11, EUA, 2004), de Michael Moore. 122 minutos.

As causas e consequências dos atentados em 11 de setembro de 2001. Através deste filme denuncia, Michael Moore questiona a ação do então presidente George W. Bush em sua guerra contra o terrorismo, o ataque da Al Quaeda ao World Trade Center, em 2001, e as consequentes invasões do Afeganistão (2001) e Iraque (2003), lançando luzes sobre as relações da família Bush com Osama Bin Laden – que trabalhara para os EUA no passado. Obteve protestos dos grupos e entidades da extrema direita e mexeu com a opinião pública. Embora tenha suas ressalvas, trata-se de um registro histórico.

O storyboard de PAIXÃO DE CRISTO, de Mel Gibson

PAIXÃO DE CRISTO (Passion of the Christ, EUA, 2004), de Mel Gibson, com Jim Caviezel, Maia Mogenstern e Monica Bellucci. 127 minutos.

Recebido pelos judeus como uma ofensa e incentivador do anti semitismo, este terceiro trabalho oe diretor Mel Gibson provocou protestos pelo mundo inteiro ao mostrar o sofrimento de Cristo ante às chibatas dos soldados romanos. A exarcebação da violência foi entidada como uma acusação direta do sofrimento de Jesus Cristo por culpa dos judeus. Mas, não impediu que fosse um imenso sucesso de público. Nos anos seguintes ao filme, Gibson demomnstrou comportamento antisemita e violento, fato que afetou o seu relacionamento com os estúdios e alguns colegas de profissão, muitos deles recusando-se a trabalhar com ele. O filme, ainda hoje, mexe com os religiosos, intelectuais, críticos e o público.

9 CANÇÕES (9 songs, Inglaterra, 2004), de Michael Winterbottom, com Kieran O’Brien e Margo Stilley. 66 minutos.

Polêmico e controverso em função das cenas de sexo explícito entre os atores centrais – uma delas de ejaculação via sexo oral –, o jornal britânico The Guardian o citrou como “filme de sexo explícito mais popular da atualidade”. O enredo desenvolve uma história de amor ao longo de 12 meses a partir da visão pessoal do personagem masculino. Muita gente deixou o filme antes do fim de sua projeção. Devido a polêmica a atriz Margo Stilley pediu ao diretor que mudasse o seu nome para Lisa nos boletins para a imprensa. A carreira está estagnada.

ÀS MARGENS DO RIO SAGRADO (Water, Índia, 2005), de Deepah Mehta, com Lisa Ray, John Abraham e Seerma Biswas. 117 minutos.

A atriz Deepah Mehta, 62, como cineasta, já tinha provocado reboliço na Índia e nos países da religião hindu com o primeiro filme de sua trilogia, Fogo e Desejo (Fire, 1996), sobre a relação íntima de duas mulheres, sofreu tenaz perseguição dos fundamentalistas hindus ao longo da produção deste filme, que começou em 2000 e só veio a se concretizar 5 anos depois. No dia anterior ao início das filmagens, Metha recebeu informação de que havia problemas com a autorização das locações, e, ao chegar ao local, o “set” tinha sido queimado e o equipamento de filmagem jogado no Ganges por 2 mil manifestantes hindus. Somente 3 anos depois a cineasta conseguiu recompor as filmagens, e, aí, anunciou que era outro filme – cujo título era Moon River – e outro elenco. E qual a causa da revolta contra o filme? O enredo, mais uma vz, aborda a questão da mulher indiana, agora sob uma severa luz crítica ao hinduísmo. Water, em 2007, concorreu ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, conquistado por A Vida dos Outros, de Florian Henckel Von Donnersmarck. Não chegiou aos cinemas, está disponível em vídeo.

O CÓDIGO DA VINCI, de Ron Howard

O CÓDIGO DA VINCI (The Da Vinci Code, EUA, 2006), de Ron Howard, com Tom Hanks , Audrey Tautou e Jean Reno. 149 minutos.

O livro de Dan Brown já tinha causado a revolta do Vaticano quando, 3 anos depois, o filme começou a ser filmado em Roma, o que fez a Igreja Católica convocar os fiéis a não o assistirem. A revolta contra o filme se dá em função de questionar a divindade de Deus e que teria se casado com Maria Madalena. A Opus Dei, entidade religiosa ligada ao Vaticano, é exposta como uma entidade de questionável religiosidade. Alvo de protestos nos países católicos, rendeu mais US$ 700 milhões no mercado mundial.

SHORTBUS, de John Cameron Mitchell

SHORTBUS (EUA, 2006), de John Cameron Mitchel, com Sook-Yin Lee, Paul Dawson e Lindsay Beamish. 101 minutos.

Uma terapeuta que nunca teve um orgasmo, um casal com problemas sexuais e uma “dominadora” sexual que mantém a sua vida em segredo são os principais personagens, os quais se encontram em um clube underground na qual política, arte e música se misturam. A controvérsia se dá em torno das cenas de sexo explícito. Mas, inesperadamente, se tornou uma obra cultuada.

ANTICRISTO, de Lars von Trier

ANTICRISTO (AntiChrist, Dinamarca, 2009), de Lars von Trier, com Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg. 108 minutos.

Com cenas de sexo explícito e mutilações, chocou a todos no Festival de Cannes. Bem ao feitio das obras do provocador Von Trier, o enredo gira em torno de um casal devastado pela morte do filho que vai passar uma temporada na cabana isolada numa floresta e não consegue se ajustar. As cenas de mutilações em close chocaram a plateia de Cannes e em muitos países elas foram eliminadas ou podadas. Mas no Brasil estão intactas e o filme, exibido pelo Cinema de Arte, foi debatido por psicólogos e filósofos.

A CENTOPÉIA HUMANA, de Tom Six

A CENTOPÉIA HUMANA (The Human Centipede, EUA, 2009), de Tom Six, com Dieter Lasser e Ashlynn Yennie.

Um dos filmes mais chocantes feitos até hoje, fez, no entanto, enorme sucesso junto ao público jovem, tanto que foi feita uma sequência no ano passado e o diretor já está filmando a terceira para lançamento em 2013. A história é de um puro trash: médico louco cria uma centopeia humana com pessoas presas umas às outras. Considerado obsceno, foi proibido em diversos países e está disponível nos torrents da internet.

RUN BITCH, RUN!, de Joseph Guzman

RUN BITCH, RUN (EUA, 2009), de Joseph Guzman, com Yvet Corvea, Cheryl Lionne e John C. Corvo. 90 minutos.

Ao tratar da história de duas meninas que batem de casa em casa para vender artefatos religiosos a fim de comprarem livros de estudo e acabam sendo violentadas, o enredo adentra a dois temas: o estupro infantil e a vingança. Houve protestos, mas o filme era pequeno demais para fazer barulho.

Confiram o relevante  trabalho universitário de Paulo Roberto Alves Teles intitulado A Intolerância no Cinema no Século XI, acessando, aqui > http://www.tempopresente.org/index.php?option=com_content&view=article&id=5466:a-intolerancia-no-cinema-do-seculo-xxi&catid=41&Itemid=127

 

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NYMPHOMANIAC – Shia LeBeout fará sexo explícito

Publicado em 22/08/2012 - 7:26 por | 1 Comentário

Categorias: VEM POR AÍ

O cineasta dinamarquês Lars Von Trier continua confirmando a sua verve para a polêmica. Após o barraco armado no Festival de Cannes no ano passado, anunciou que fará um drama, Nymphimaniac, com cenas de sexo explícito. O ator estadunidense Shia LeBeouf, mais conhecido como o amigo dos Transformers, está todo animado para começar a filmar…

Em entrevista à MTV, Shia LeBeouf disse estar pronto para percorrer todo o caminho traçado por Von Trier. E demonstrou muita animação em atuar em um filme no qual os atos sexuais não serão encenados, mas praticados de verdade. “Há um aviso no topo do roteiro que basicamente diz que estamos fazendo (sexo) de verdade”, revela, acrescentando não ver nada de ilegal na exigência do diretor. “Vai ser um filme selvagem!”, exclamou, entusiasmado.

Há 36 anos, O Império dos Sentidos, do japonês Nagisa Oshima, causou uma verdadeira revolução ao tratar o sexo explícito como arte. Mais recentemente, Intimidade, do francês Patrice Chéreau, também ousou em uma sequência de sexo “sem encenação”.

E, quanto à desinibição, parece que não vai ser problema mesmo para o jovem LeBeouf. Recentemente, ele apareceu pelado, em nu quase frontal, no alucinante vídeo Fjögur Píanó, de Alma Hár’el, em uma cena com de uma atriz loira Denne Thomsen. O vídeo é da banda de rock Irlandesa Sigur Rós, que até novembro estará lançando 2 vídeos a cada semana, envolvendo arte, coreografia, cinema, etc., para comemorar o lançamento do sexto álbum, Valtari.

Veja o criativo e ousado vídeo Fjögur Píanó.

Imagem de Amostra do You Tube

Nymphomaniac terá Charlotte Gainsbourg e Stellan Skarsgard no elenco e deve chegar aos cinemas no próximo ano, sem data definida.

LeBeouf está no topo do elenco de Os Infratores (Lawless), de John Hillcoat, que será lançado no próximo dia 29 nos EUA e em 21 de setembro no Brasil.

Conheça o trailer de Os Infratores.

Imagem de Amostra do You Tube

 

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Hoje tem a entrega do Spirit Awards-2012

Publicado em 25/02/2012 - 12:32 por | Comentar

Categorias: SPIRIT AWARDS

Entre a entrega do César, o Oscar da França, ocorrido ontem (confira rolando a página), e o Oscar de Hollywood, que acontece amanhã, 26, acontece na noite desta sábado, 25, a entrega do Spirit, o Oscar do cinema independente. Não acredito que O Artista ganhe a estatueta, mas gostaria que fosse para Drive, de Nicolas Winding Refn, ou O Abrigo, de Jeff Nichols, embora reconheça que as coisas estejam se encaminhando para Os Descendentes, de Alexander Payne

Observe 2 detalhes: no primeiro, que os títulos em competição representam as produções independentes, ou seja, feitas fora dos grandes estúdios, sem grandes orçamentos, atores ou temas bombásticos, mas todos, sem exceção, muito bem recebidos e premiados pelas associações de críticos estadunidenses. No segundo, que alguns, designados por suas distribuidoras para ingressar nos cinemas brasileiros, não mais seguirão para as telas grandes, mas sim para as telas pequenas dos televisores, pois serão jogados diretamente em DVD e Bluray – são os casos de Toda a Forma de Amor, Margin Call – o dia antes do fim (já disponíveis), O Abrigo, 50%, Rampart, entre outros. Quanto aos demais é bom ficar de olho pois alguns estão em negociação com distribuidoras brasileiras.

Confira todos os concorrentes.

MELHOR FILME
O ABRIGO (Take Shelter)
DRIVE (Drive)
TODA FORMA DE AMOR (Beginners)
50% (50/50)
OS DESCENDENTES (The Descendents)
O ARTISTA (The Artist)

MELHOR DIRETOR
Michel Hazanavicius, O ARTISTA
Mike Mills, TODA FORMA DE AMOR
Jeff Nichols, O ABRIGO
Alexander Payne, OS DESCENDENTES
Nicolas Winding Refn, DRIVE

 

MELHOR PRIMEIRO FILME
ANOTHER EARTH, de Mike Cahill
IN THE FAMILY, de Patrick Wang
MARGIN CALL – O DIA ANTES DO FIM, de J. C. Chandor
MARTHA MARCY MAY MARLENE, de Sean Durkin
NATURAL SELECTION, de Robbie Pickering

MELHOR ATOR
Demian Bichir, A BETTER LIFE
Jean Dujardin, O ARTISTA
Ryan Gosling, DRIVE
Woody Harrelson, RAMPART
Michael Shannon, O ABRIGO

MELHOR ATRIZ
Elizabeth Olsen, MARTHA MARCY MAY MARLENE
Michelle Williams, 7 DIAS COM MARILYN
Rachael Harris, NATURAL SELECTION
Adepero Oduye, PARIAH
Lauren Ambrose, THINK OF ME

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Albert Brooks, DRIVE
John Hawkes, MARTHA MARCY MAY MARLENE
Christopher Plummer,TODA FORMA DE AMOR
Corey Stoll, MEIA-NOITE EM PARIS
John C. Reilly, NEGÓCIO FECHADO (Cedar Rapids)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Jessica Chastain, O ABRIGO
Anjelica Huston, 50%
Janet McTeer, ALBERT NOBBS
Harmony Santana, GUN HILL ROAD
Shailenne Woodley, OS DESCENDENTES

MELHOR DOCUMENTÁRIO
AN AFRICAN SELECTION (Suiça-EUA-Gana), de Jarreth J. e Kevin  Metz
BILL CUNNINGHAM NEW YORK (EUA-França), de Richard Press
THE INTERRUPTERS (eua), DE Steve James
THE REDEMPTION OF GENERAL BUTT  NAKED (EUA-Geórgia-Libéria), de Daniele Anastasion e Eric Strauss
WE WERE HERE (EUA), de David Weissman e Bill Weber

MELHOR ROTEIRO
Mike Mills, TODA FORMA DE AMOR
Alexander Payne, Nat Faxon e Jim Rash, OS DESCENDENTES
Joseph Cedar, HEARAT SHULAYIM (Footnote)
Michel Hazanavicius, O ARTISTA
Tom McCarthy, GANHAR, GANHAR

MELHOR PRIMEIRO ROTEIRO
Mike Cahill e Brit Marlimng, A OUTRA TERRA (Another Earth)
J. C. Chandor, MARGIN CALL – O DIA ANTES DO FIM
Patrick Dewitt, TERRI
Phil Johnston, NEGÓCIO FECHADO (Cedar Rapids)
Will Reiser, 50%

MELHOR FOTOGRAFIA
Joel Hodge, BELLFLOWER
Darius Kondji, MEIA-NOITE EM PARIS
Guillaume Schiffman, O ARTISTA
Benjamin Kasulke, THE OFF-HOURS
Jeffrey Waldron, THE DYNAMITER

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
A SEPARAÇÃO (Irã),de Asghar Farhady
MELANCOLIA (Dinamarca, Suécia, França e Alemanha), de Lars von Trier
VERGONHA (Shame, Reino Unido), de Steve McQueen
O GAROTO DA BICICLETA (Bélgica, França e Itália), de Luc e Jean-Pierre Dardenne
TYRANNOSAUR (Reino Unido), de Paddy Considine

PRÊMIO JOHN CASSAVETES
(Filmes feitos com menos de US$ 500,000)
BELLFLOWER (EUA), de Evan Godell
CIRCUMSTANCE (França-EUA, Irã), de Maryam Kershavarz
HELLO LONESOME (EUA), de Adam Reid
PARIAH (eua), de Dee Ress
THE DYNAMATER (EUA), de Matthew Gordon

PRÊMIO ROBERT ALTMAN
Concedido ao Diretor e ao Elenco de
MARGIN CALL – O DIA ANTES DO FIM
Diretor: J. C. Chandor
Diretores de Elenco: Tiffany Little Canfield e Bernard Telsey
Elenco: Penn Badgley, Simon Baker, Paul Bettany, Jeremy Irons, Mary McDonnell, Demi Moore, Zachary Quinto, Kevin Spacey, Stanley Tucci.

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Prêmio da Crítica londrina – O ARTISTA, de novo

Publicado em 20/01/2012 - 12:32 por | Comentar

 

Apenas para constar para os que acompanham o blog de cinema, informo que o filme francês O Artista, de Michel Hazavenicius, conquistou, na noite de ontem, 5ª.feira, 19, o prêmio honorário do Critics London Film Circle de melhor filme, diretor e ator, Jean Dujardin. Foi a 32ª premiação da associação de críticos londrinos integrado por 120 profissionais do Reino Unido. Repetindo o Globo de Ouro, outro estrangeiro brilhou na festa: A Separação, do iraniano Asghar Farhadi, ficou com os prêmios de melhor produção em língua não inglesa, melhor roteiro (Farhadi) e atriz coadjuvante (Sareh Bayat)

Imagina, quem foi eleita a melhor atriz do ano? Claro, Meryl Streep, por interpretar a ex-primeira ministra britânica Margaret Thatcher em A Dama de Ferro (EUA-Inglaterra), de Phyllida Lloyd. Não duvidem: ela é favorita para ficar com o Oscar. No entanto, ela teve de  dividir o prêmio com Anna Paquin pela atuação em Margareth. Kenneth Branagh, por seu papel como o ator Lawrence Olivier em 7 Dias com Marilyn, foi o melhor ator coadjuvante. Os melhores atores e atrizes britânicos foram Michael Fassbender por dois trabalhos, em Um Método Perigoso (EUA), de David Cronenberg, e Vergonha (Inglaterra), de Steve McQueen. Como sempre tem um perdedor, a vez agora foi de O Espião Que Sabia Demais, de Tomas Alfredson: ficou apenas com o troféu de conjunto técnico para Maria Djurkovic pelo desenho de produção. Era o filme com maior número de indicações.

A Associação divulgou, também, os filmes eleitos como os melhores de 2011. Confira:

1. O ARTISTA (França), de Michel Hazavenicius
2. A SEPARAÇÃO (Irã), de Asghar Farhadi
3. DRIVE (EUA), de Nicolas Winfing Refn
4. O ESPIÃO QUE SABIA DEMAIS (Inglaterra), de Tomas Alfredson
5. A ÁRVORE DA VIDA (EUA), de Terrence Malick
6. PRECISAMOS FALAR SOBRE O KEVIN (Inglaterra), de Lynne Ramsey
7. MELANCOLIA (Dinamarca), de Lars Von trier
8. VERGONHA (Inglaterra), de Steve McQueen
9. MARGARET (Inglaterra), de Kenneth Lonergan
10.OS DESCENDENTES (EUA), de Alexander Payne

Confira outros prêmios:

Melhor Documentário
SENNA, de Asif Karpadia

Melhor Filme Britânico
PRECISAMOS FALAR SOBRE O KEVIN, de Lynne Ramsey

Cineasta Britânico Revelação
Andrew Haigh, por WEEKEND

Melhor Ator Jovem Britânico
Craig Robert, por SUBMARINE

Atriz Britânica do Ano
Olivia Colman, por A DAMA DE FERRO e TYRANNOSAUR

Prêmio Cineasta por Exelência
Nicolas Roeg

Conheça o trailer de Margaret.

Imagem de Amostra do You Tube 

 

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Melhores de 2011 nos EUA – deu MELANCOLIA, de Lars Von Trier

Publicado em 08/01/2012 - 18:02 por | 2 Comentários

 

Assim como a ABRACCINE, a Associação Brasileira de Críticos de Cinema, a Associação de Críticos de Cinema dos EUA elegeu os melhores filmes de 2011, em evento divulgado na noite deste sábado, 7, e Melancolia, do cineasta dinamaequês Lars Von Trier foi eleito o melhor filme do ano. Terrence Malick foi eleito o melhor diretor por Á Árvore da Vida. Brad Pitt, pelas atuações em A Árvore da Vida e Moneyball – o Homem que Mudou o Jogo, e  Kirsten Dunst, por Melancolia , foram os melhores atores. O iraniano A Separação, de Ashgar Farhadi, o melhor filme estrangeiro. Outro destaque foi Jessica Chastain, eleita a segunda melhor atriz pelos 3 filmes que fez no ano passado

 


A National Society of Film Critics é composta por 58 críticos de vários estados e tem o critério de eleger, em apenas 10 categorias, o vencedor, seguido do primeiro e do segundo vice. A relação sai, sempre, no mês de janeiro. Nos EUA, no mês de dezembro, as primeiras listas são as das associações dos críticos estaduais. Postei aqui a relação de várias dessas associações – incluindo Nova York, Washington, Boston – e você poderá conferi-las seguindo para a página 2. É relevante conferir as várias listas porque, basicamente, a maioria dos filmes ainda vai ser lançada no Brasil.

Confira os vencedores, lembrando que a vitória de Melancolia representa o primeiro prêmio obtido pelo filme nos EUA e que também foi eleito o melhor do ano pelos críticos europeus.

Melhor Filme
1. MELANCOLIA (Melancholia, Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, 2011), de Lars Von Trier

2. A ÁRVORE DA VIDA, de Terrence Malick

3. A SEPARAÇÃO (Nader az Simon, Irã, 2011), de Asghar Farhadi

 

 

 

Melhor Diretor
1. Terrence Malick, A ÁRVORE DA VIDA

2. Martin Scorsese, A INVENÇÃO DE HUGO CABRET

3. Lars Von Trier, MELANCOLIA

 

 
Melhor Ator
1. Brad Pitt, A ÁRVORE DA VIDA e MONEYBALL – O HOMEM QUE MUDOU O JOGO

2. Gary Oldman, O HOMEM QUE SABIA DEMAIS (Reino Unido-EUA)

3. Jean Dujardin, THE ARTIST (França)

 

Melhor Atriz
1. Kirsten Dunst, MELANCOLIA

2. Yun Jung-hee, POESIA (Shi, Coréia do Sul)

3. Meryl Streep, A DAMA DE FERRO (Inglaterra-EUA)

Conheça obelíssimo  trailer de Poesia.

Imagem de Amostra do You Tube

 

Ator Coadjuvante
1. Albert Brooks, DRIVE

2. Christopher Plummer, BEGGINNERS

3. Patton Oswalt, JOVENS ADULTOS

 

Atriz Coadjuvante
1. Jessica Chastain, A ÁRVORE DA VIDA, O ABRIGO, HISTÓRIAS CRUZADAS

2. Jeannie Berlin, MARGARET

3. Shailene Woodley, OS DESCENDENTES


Não Ficção/Documntários
1. CAVE OF FORGOTTEN DREAMS (Canadá, EUA, França, Alemanha, Reino Unido), de Werner Herzog

2. THE INTERRUPTERS (EUA), de Steve James

3. INTO THE ABYSS (Alemanha-Canadá), de Werner Herzog

 

Filme Estrangeiro
1. A SEPARAÇÃO (Irã), de Ashgard Farhadi

2. MISTÉRIOS DE LIBOA (Portugal), de Raul Ruiz
3. O PORTO (Finlândia-França-Alemanha), de Aki Kaurismaki

Veja o trailer de A Separação

 
 

Roteiro
1. Asghar Farhadi, A SEPARAÇÃO

2. Steve Zaillain e Aaron Sorkin, MONEY BALL – O HOMEM QUE MUDOU O JOGO

3. Woody Allen, MEIA-NOITE EM PARIS

 

Fotografia
1. Emmanuel Lubezki, A ÁRVORE DA VIDA

2. Manuel Alberto Claro, MELANCOLIA

3. Robert Richardson, A INVENÇÃO DE HUGO CABRET

 

 

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ABRACCINE premia A ÁRVORE DA VIDA e TRANSEUNTE

Publicado em 07/01/2012 - 14:17 por | Comentar

Categorias: BRACCINE

 

A recém criada Associação Brasileira de Críticos de Cinema, ABRACCINE elegeu o drama filosófico estadunidense A Árvore da Vida, de Terrence Malick, o drama existencial brasieleiro  Transeunte, de Erik Rocha, e o curta metragem pernambucano Praça Walt Disney, de Renata Pinheiro e Sérgio Oliveira, como os melhores filmes lançados, em suas categorias, no circuito comercial do País em 2011

 

A ABRACCINE é uma conquista vitoriosa dos que fazem acrítica cinematográfica no Brasil. Composta por 84 filiados e presidida pelo crítico Luiz Zanin Oricchio, do jornal O Estado de São Paulo, a Associação Brasileira de Críticos de Cinema fez a primeira votação nacional com seus filiados e elegeu os melhores filmes de 2011 nas categorias de obra nacional, a estrangeira e o curta metragem. A eleição, levada a efeito em dois turnos, contou com os votos de 53 profissionais da crítica brasileira dos estados da Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, São Paulo e Sergipe.

Integro a ABRACCINE desde o ano passado. E lá estão Maria do Rosário Caetano, Celso Sabadin e Rubens Ewald Filho entre os colegas com os quais tenho mais contato a partir dos anos 80, quando saímos para cobrir os festivais nacionais, até o dias de hoje. Resta agora conhecer os demais colegas, o que deve acontecer, neste ano, cquando retornarei à cobertura dos festivais, começando pelo de Pernambuco, um dos mais organizados do País. A ABRACCINE tem muito ainda a realizar e certamente direcionará a crítica para a sua importância como instrumento de comunicaç~´ao entre o filme e o público.

A votação em dois turnos apontou, ao final, os vencedores das categorias de melhor filme estrangeiro, melhor produção nacional e melhor curta metragem. A Árvore da Vida (The tree of life), de Terrence Malick, foi o vencedor desde o primeiro escrutínio, deixando para trás o dinamarquês Melancolia (Melancholia), de Lars Von Trier, e o tailandês Tio Boonmée, que Pode Recordar Suas Vidas passadas, de Apichatpong Weerasetakhul. A obra-prima de Malick obteve 22 fotos na contagem final.

Transeunte, de Erick Rocha, reverteu, em segundo turno, a vantagem obtida por O Palhaço, de Selton Mello, ao obter 21 votos. A criação de Erik deixou para trás Trabalhar Cansa, de Marco Dutra e Juliana Rojas, com 14 votos, e O Palhaço, que migrou para apenas 13 votos. O curta metragem pernambucano Praça Walt Disney, de Renata Pinheiro e Sérgio Oliveira, com 19 votos.

Desde o ano passado, nos festivais nacionais, os jornalistas filiados à ABRACCINE escolhem, também, os vencedores do Prêmio da Crítica.

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Os novos filmes em cartaz

Publicado em 07/01/2012 - 13:11 por | Comentar

Categorias: ESTRÉIAS

 

Na primeira semana de estréias de 2012, 4 novos filmes ingressam nos diversos circuitos da Capital e do interior. Apesar de Cavalo de Guerra, de Steven Spielberg ser a principal atração e a animação Alvin e os Esquilos 3 finalmente estrear, a boa notícia é o lançamento de duas produções nacionais, o premiado e elogiado  180 Graus, de Eduardo Vaisman, e a comédia As Aventuras de Agamenon, o Repórter

 

Considerado um dos melhores filmes do ano nos EUA e com raras críticas negativas, Cavalo de Guerra é um dos filmes mais bonitos do cineasta. Tá certo que Spielberg impregna sua obra de um cunho sentimental, a qual, parte da crítica brasileira encara com sentimentalista ou sentimentalóide, mas que a meu ver a sua intenção era resgatar a magia do cinema na feitura de um filme com o seu poder de envolver e emocionar as pessoas como fazia os filmes do passado. Hoje, o cinema perdeu esse encanto. Raros são os filmes que pegam realmente o espectador na emoção genuína e o levam para dentro dos acontecimentos fazendo-o praticamente vivenciá-los. Cavalo de Guerra faz isso. É visível a emoção na sequência final, a qual, é uma homenagem ao cinema em termos épicos. Naquela sequência, que começa em sépia (quase em preto e branco) e a partir dela a cor vai se abrindo em um por de sol esplendoroso à medida em que o personagem central vai retornando ao lar, culminando com o abraço simbolizando a recomposição da família, berço do progresso da sociedade.

Confira o trailer de Cavalo de Guerra.

Imagem de Amostra do You Tube

Não sou contra filme que faz o espectador chorar de emoção, desde que essa emoção não seja manipulada pelo diretor. Ou seja, o cineasta utilizar-se de uma história e impõe-lhe artifícios da linguagem cinematográfica para promover essa emoção, que não é genuína, mas manipulada para sentimentalizar o espectador. Casos de A Vida é Bela, de Roberto Benigni, e de Dançando no Escuro, de Lars Von Trier. O que vejo com diferente em Cavalo de Guerra é o fato de Spielberg nos fazer olhar a história épica através da visão de um animal. Para fazer o espectador ter esse entendimento ele espalha closes dos olhos de Joey nos momentos dramáticos da narrativa, a qual é dimensionada para o espectador perceber o quão a guerra é uma imbecilidade humana. Outro aspecto do filme é se desenvolver como uma saga de dois personagens: a do cavalo Joey e de seu dono, Albert Narracott (Jeremy Irvine). Lembrando que naquela guerra que durou de 1914 a 1917, 4 milhões de cavalos tombarem em combate. Enfim, um belo filme.

War Horse. EUA, 2011. Direção de Steven Spielberg. Com Jeremy Irvine, David Thewlis, Emily Watson e Niels Arestrup. Buena Vista.  146 minutos. 12 anos.

Vencedor do Kikito de Melhor Filme em eleição do júri popular no Festival de Gramado, de melhor filme e roteiro no Festival de Brasília e do 15º Festival do Cinema Brasileiro de Miami, 180 Graus marca a estréia de Eduardo Vaisman na direção. Com uma temática universal, o cineasta inova a narrativa alternando as histórias de 3 personagens na composição de um quebra-cabeças sobre um triângulo amoroso. Segundo me falaram, o roteiro, sólido e muito bem construído, é o grande artifício desta película Vaisman, premiado curta metragista.

Veja o trailer de 180 Graus.

Imagem de Amostra do You Tube

Anna (Malu Galli) e Russell (Eduardo Moscovis), jornalistas, formam um casal aparentemente feliz. Bernardo (Felipe Abid), o novo estagiário da redação, entra progressivamente na convivência deles – ele admira Russell e sente atração por ela – e se tornam inseparáveis. Quando o casal se desfaz, cada um segue seu caminho. Russell torna-se comerciante no interior, Anna editora de livros e Bernardo escritor. Ela publica o livro dele, que se torna best-seller e, por fim, a conquista. Mas aí ressurge Russell, afirmando que o livro do ex-amigo foi escrito a partir das anotações que fizera para escrever um romance. Em um final de semana eles vão tentar colocar as coisas em ordem.

Brasil, 2011. Diretor: Eduardo Vaisman. Com Eduardo Moscovis, Malu Galli e Felipe Abid. Pandora Filmes. 85 minutos. 14 anos.

Agamenon Mendes Pereira, jornalista criado Por Marcelo Madureira e Hubert e há 20 anos com coluna dominical no Caderno B do Jornal do Brasil – clique no endereço e conheça o blog dele > http://oglobo.globo.com/cultura/agamenon/ -, chega ao cinema. Ao dar vida a esse personagem fictício e de texto hilariante, As Aventuras de Agamenon – o Repórter, procura unir a ficção à história, transformando Agamenon em um repórter que sempre está presente nos grandes acontecimentos – o naufrágio do Titanic, a Segunda Guerra Mundial, entre outras – e entrevista personagens históricos – Albert Einstein, Fernando Henrique Cardoso, entre outros -, enquanto mantém uma louca relação com a provocante Isaura (Luana Piovani). Com essa construção narrativa, Agamenon surge um pretenso Forrest Gump brasileiro. Dirigido por Victor Lopes, o filme, traz dois atores no papel do personagem-título (Marcelo Adnet na juventude e Hubert na maturidade) e claramente se deriva do humorista Cassetta & Planeta. A conferir.

As Aventuras de Agamenon, o Repórter. Brasil, 2011. Direção de Victor Lopes. Com Marcelo Adnet, Hubert, Luna Piovani e Marcelo Madureira. Paris Filmes. 77 minutos. 14 anos.

Veja o trailer de As Aventuras de Agamenon, o Repórter.

Imagem de Amostra do You Tube

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