Blog de Cinema

Busca


PROGRAME-SE – Vai começar a Mostra Outros Cinemas na Casa Amarela

Publicado em 24/11/2011 - 16:34 por | 2 Comentários

Categorias: CINECLUBISMO

Com a exibição do longa-metragem Roleta Chinesa, feito em 1976 pelo alemão Rainer Werner Fassbinder (1945-82), tem início na próxima segunda-feira, 28, estendendo-se até a 4ª feira, dia 30, sempre às 19h, na Casa Amarela Eusélio Oliveira, a Mostra Outros Cinemas, dedicada aos realizadores de curtas metragens. Serão exibidos nos 2 dias seguintes os 18 curtas selecionados de uma carrada de 100 filmes inscritos. O objetivo da Mostra é incentivar a produção da categoria cinematográfica, daí não oferecer premiação. E a entrada é franca

 

A seleção privilegiou produções de Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo, uma co-produção Brasil-Alemanha-Egito, Triangulum, de Melissa Dullius e Gustavo John, e 5 produções cearenses – Roberto Cabeção, de Salomão Santana, Domingo de Águas Abertas, de Henrique Dídimo, Resta Um, de Aurora Miranda Leão, Monja, de Breno Baptista, e Mato Alto, de Arthur Leite.

Confira a programação dos 3 dias da Mostra.

Dia 28 – 19h

Roleta Chinesa (Chinesisches Roulette, Alemanha, 1976), de Rainer Werner Fassbinder, com Anna Karina, Brigitte Mira e Ulli Lommel. Um casal que tem os seus respectivos amantes, encontra-se casualmente com estes. Os 4 resolvem brincar com a situação passando um fim de semana no castelo de uma das famílias. Tudo iria bem caso não aparecesse inesperadamente a filha do casal, a qual, propõe fazer uma brincadeira, a roleta chinesa, na qual tenta se arrancar segredos através de perguntas nem sempre delicadas. 86 minutos.

Conheça o trailer de Roleta Chinesa.

Imagem de Amostra do You Tube

Dia 29 – Terça
TRIANGULUM
(Brasil-Alemanha-Egito, 2009), de Melissa Dullius e Gustavo Jahn. Um trio à beira do abismo encontra o destino, personificado como uma jovem mulher. Eles são transportados para uma metrópole oriental, sem saber o que fazer ou para onde ir. Sinais aleatórios são as únicas pistas a serem seguidas, e guiarão cada um para uma jornada pessoal. 22 minutos.

DEUS (Paraná, 2010), de João Krefer. Uma visão pessoal sobre Deus. 4 minutos.

ROBERTO CABEÇÃO (CE, 2011), de Salomão Santana. Meu tio Roberto tinha uma cabeça enorme. 13 minutos.

OLHAR PARTICULAR (Paraíba, 2011), de Paulo Roberto. “No princípio era o verbo, simples e puro”. 11 minutos.

DOMINGO DE ÁGUAS ABERTAS (CE, 2010), de Henrique Dídimo. Na tardinha de domingo, alguns banhistas ainda aproveitam o dia: um casal, surfistas, crianças, cachorros. Então o tempo muda, provoca sombras, remodela os espaços e as pessoas com seus fluxos líquidos, véus que se abrem antecipando visões. Agora o pôr-do-sol vem como um raio, escapa do olho, provoca sinais. 6 minutos.

O GAROTO, O MAR E O VELHO (Paraná, 2011), Marisa Merlo. Um breve passeio pela manhã.6 minutos.

EU JÁ NÃO CAIBO MAIS AQUI (Goiás, 2009), de Benedito Ferreira. Um cara que já não cabe mais em si. 4 minutos.

VUVUZELAS DE MADUREIRA (Rio de Janeiro, 2010), de Vitor Medeiros. A família Gurgel está ansiosa para a estréia do Brasil na Copa do mundo de futebol. 17 minutos.

RESTA UM (CE, 2011), de Aurora Miranda Leão. Mergulho sobre a arte fílmica com artistas da cultura tentando expressar este prazer que acomete tanta gente: Fazer Cinema. 20 minutos.


Dia 30 – Quarta

A FÁBRICA (Paraná, 2011), de Aly Muritiba. Um presidiário convence sua mãe a arriscar sua própria segurança para levar um aparelho celular para ele dentro da penitenciária. 19 minutos.

UM PAR (São Paulo, 2010), de Lara Lima. Quando ele chega, ela sai. 8 minutos.

NÁUFRAGOS (São Paulo, 2010), de Gabriela Amaral e Matheus Rocha. Odete tenta adivinhar onde o marido teria se escondido. Mas não há esconderijo possível. 15 minutos.

SOBRE O RESTO DOS DIAS (Minas Gerais, 2010), de Alexandre Baxter e Luiz Felipe Fernandes. A descoberta de sentimentos, a dor que vai além da troca, do desleixo, do abandono. Uma perda que pode ir além dos desafetos e suscitar as dúvidas e surpresas de algo inesperado. A falta do que se dizer nos momentos em que tudo parece estar perdido. As dores universais, pessoais e intransferíveis dos amores que se ferem. Um história como tantas outras. Exceto pelo fato de que nenhuma história é exatamente igual.17 minutos.

MONJA (Ceará, 2011), de Breno Baptista. “Te coloco em uma prateleira de atemporalidade para tentar amenizar todo esse luto sem fim, não te aceita como passado de jeito nenhum. Enquanto durmo, tomo cuidado pra não ocupar o seu lado da cama”. 15 minutos.

JULIE, AGOSTO, SETEMBRO (Goiás, 2011), de Jarleo Barbosa. Julie é uma suiça que acabou de se mudar para Goiânia. Pouco a pouco ela vai entendendo a cidade até, por fim, se transformar em uma parte dela. 8 minutos.

PROPRIEDADES DE UMA POLTRONA (RS, 2010), de Rodrigo John. Em casa de Jacinto as crianças se divertem com as estranhas propriedades de uma velha poltrona, até que a passagem do tempo as faça ver o misterioso móvel com outros olhos. 8 minutos.

MORTE E MORTE DE JOHNNY ZOMBIE (São Paulo, 2011), de Gabriel Carneiro. Johnny Zombie é um mero engenheiro de plantão numa fábrica de pesticidas. Um gás tóxico vaza e, aos poucos, Johnny morre, ainda que vivo. 14 minutos.

MATO ALTO (CE, 2011), de Arthur Leite. O sonho da vida de um homem erguido, pedra por pedra, no sertão do Ceará. 15 minutos.

Serviço
Mostra Outros Cinemas – de 28 a 30 de novembro. 19h. Casa Amarela Eusélio Oliveira – Avenida da Universidade, 2591. Benfica. Realização: Sereia Filmes. Parceiros: Lume Filmes e Cinema com Rapadura.

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,


Páginas

Facebook

Editora Verdes Mares Ltda.

Praça da Imprensa, S/N. Bairro: Dionísio Torres

Fone: (85) 3266.9999