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SHAKESPEARE NO CINEMA – vem aí um novo ROMEU E JULIETA

Publicado em 03/03/2013 - 20:34 por | Comentar

Categorias: VEM POR AÍ

A clássica tragédia de William Shakespeare ganha uma nova adaptação escrita pelo criador da série Downton Abbey

Uma das criações mais conhecidas de William Shakespeare ganhou mais uma dapatação para os cinemas. Romeu & Julieta é a clássica estória de dois jovens que se apaixonam apesar do fato de suas famílias serem inimigas mortais. Jullian Fellowes (criador da série Downton Abbey) assina o roteiro e a direção fica a cargo de Carlo Carlei. No elenco constam: Douglas Booth (Lola) como Romeu, Hailee Steinfeld (Bravura Indômita) como Julieta, Ed Westwick (Gossip Girl) como Tybalt, Damian Lewis (Homeland) como Lorde Capulet e Stellan Skarsgård (Os Vingadores) como o Príncepe de Verona.

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100 da Paramount – da 2º Guerra aos VINGADORES

Publicado em 15/07/2012 - 20:21 por | Comentar

Na história da Paramount, foi na época da 2ª Guerra Mundial, a década de 1940, que o estúdio viveu a sua “época de ouro” - o seu faturamento foi fabuloso: US$ 40 milhões. Uma estatuetazinha chamada Oscar ampliou a galeria de prêmios do estúdio. E isso aconteceu porque a empresa se reorganizou com o nome de Paramount Pictures Inc., passando a tarzer para o seus “sets” astros do primeiro escalão de Hollywood, como Gary Cooper, Burt Lancaster e Kirk Douglas

O padre Bing Crosby em O BOM PASTOR e o alcoolatra Ray Milland em FARRAPO HUMANO: obras de arte

É nessa época que surgem os clássicos, como O Bom Pastor (Going my Way, 1944), de Leo McCarey (1896-1969), com Bing Crosby (1903-67), ganhador de 7 Oscar, incluindo os de melhor filme, diretor, ator e roteiro; e Farrapo Humano (The Lost Weekend, 1945), de Billy Wilder (1906-2002), com Ray Milland (1905-1986) e Jane Wyman (1917-2007), um poderoso drama sobre o alcoolismo. Recebeu 4 Oscar, de melhor, diretor, ator e roteiro original, além do prêmio de melhor ator para Milland e o Grande Prêmio do Júri para Wyder no Festival de Cannes daquele ano.

Na chegada da década de 1950, o surgimento da televisão e a decisão da justiça em retirar dos estúdios a posse dos circuitos de cinema, um duro golpe para Hollywood, faz a Paramount produzir poucos filmes marcantes, entre eles, A Guerra dos Mundos (War of the Worlds, 1953), de Byron Haskim, com Gene Barry (1919-2009) e Ann Robinson, 77, a mais brilhante das adaptações do romance de H. G. Wells. A prórpia Paramount faria uma refilmagem, sem brilho, décadas depois.

; a comédia romântica Sabrina (1954), de Billy Wilder, com  Humphrey Bogart (1899-1957) e Audrey Hepburn (1929-93), um dos mais belos filmes do gênero produzidos até hoje; e alguns clássicos de Alfred Hitchcock (1899-1980), como Janela Indiscreta (Rear Window, 1954), com James Stewart (1908-97) e Grace Kelly (1929-82); Ladrão de Casaca (To catch a thief, 55), com Gary Grant e Grace novamente; O Terceiro Tiro (The trouble with Harry, 55), com John Forsyth (1918-2010) e Shirley MacLaine , 79; e O Homem que Sabia Demais (The man Who knew to much, 56), com James Stewart e Doris Day, 89. Em 1957 sai um faroeste vigoroso, Sem Lei e sem Alma (Gunfight at OK Curral), de John Sturges (1910-92), com Lancaster e Kirk Douglas num duelo empolgante, reconstituindo o episódio real, o duelo entre Wyatt Earp Doc Hollidai e os irmãos Clanton.

 

Na década seguinte, o estúdio decai na qualidade dos filmes ao ser adquirida pela empresa petrolífera Gulf + Western, mas mesmo assim produz algumas obras notáveis como o romance Bonequinha de Luxo (Breakfest at Tiffany’s, 61), de Blake Edwards (1922-2010), com Audrey Hepburn e George Peppard (1928-94); o faroeste Eldorado (67), de Howard Hawks (1896-1977), com John Wayne (1907-79), Robert Mitchum (1917-97) e James Caan, 71; o terror, O Bebê de Rosemary (Rosemary’s Baby, 68), de Roman Polanski, com Mia Farrow e John Cassavetes, além de Romeu & Julieta (68), de Franco Zeffirelli, com os jovens e estreantes adolescentes Olivia Hussey e Leonard Whitting.

A BONEQUINHA DE LUXO Audrey Hepburn e O BEBÊ DE ROSEMARY de Mia Farrow

Década de 1970

Voltando a se recuperar financeiramente no final dos anos de 1970, a Paramount iniciou a década com um grande sucesso de público, Uma História de Amor (Love Story, 70), de Arthur Hiller, com Ryan O’Neil e Ali McGraw vivendo uma trágica história de amor saída do best seller de Eric Segal. Nos anos seguintes o estúdio produziu grandes filmes, como os premiados O Poderoso Chefão (72) e O Poderoso Chefão 2 (74), de Francis Ford Coppola, com Marlon Brando, Al Pacino e James Caan, os quais abriram as portas para a exploração da Máfia no Cinema; Chinatown (74), de Roman Polanski, com Jack Nicholson e Faye Dunaway, que revelou um lado sórdido da sociedade estadunidense envolvendo corrupção, incesto e assassinato; e Apocalipse Now (79), obra-prima de Coppola desvendando a violência da guerra do Vietnã. Aquela foi, também, a década de Francis Ford Coppola.

Marlon Brando em O PODEROSO CHEFÃO e o uso do Napalm e APOCALIPSE NOW, de Coppola

O estúdio produziu ainda dois grandes sucessos de bilheteria, a aventura King Kong (76), de John Guillermin, com Jeff Bridges e Jessica Lange, remake do clássico da década de 1930.; e o ótimo e antecipatório Embalos de Sábado a Noite (77), de John Badham, revelando John Travolta e Olivia Newton-John, além de levar para a tela grande as aventuras televisivas do Capitão Kirk (William Shatner) e de sua tripulação em exploração das galáxias  em Jornada nas Estrelas – o Filme (Star Trek – the movie, 79), sob a direção de Robert Wise.

Anos 80

A década de 1980 representou a total recuperação financeira da Paramount. Gigolô Americano, de Paul Schrader, elevou Richard Gere eà condição de ídolo; Gente Como a Gente revelou Robert Redford como cineasta em um drama envolvente; e Sexta-Feira, 13 abriu uma das franquias mais bem sucedidas do estúdio, além de recolocar o gênero terror na pauta de Hollywood. Todos produzidos em 1980.

Ao longo da década a Paramount produziria poucos filmes elevados à categoria de arte, como A Testemunha (85), de Peter Weir, com Harrison Ford revelando a comunidade Irish nos EUA; e o policial Os Intocáveis (87), de Brian de Palma, um dos grandes sucessos da carreira de Kevin Costner, mas acertaria em cheio em obras que seriam muito bem recepcionadas pelo público: Flashdance (80), Caçadores da Arca Perdida (81), Indiana Jones e o Templo da Perdição e o musical Footloose (84), de Herbert Ross, com Kevin Bacon e Lori Singer, Top Gun – Ases Indomáveis (Top Gun, 86), de Tony Scott, revelando Tom Cruise a uma geração ávida por ídolos; Atração Fatal (1987), de Adrian Lyne, com Michael Douglas, Glenn Close e Anne Archer um drama sobre infidelidade que provocou verdadeiro furor com o grande público (arrecadou US$ 320 milhões em escala mundial), além das sequências de Sexta-Feira, 13 e Indiana Jones.

Jason em SEXTA-FEIRA, 13, Jennifer Beals em FLASHDANCE e Harrison Ford, o INDIANA JONES: sucessos

Anos 90

O espiritual Ghost – do outro lado da vida, de Jerry Zucker, com Patrick Swayze e Demi Moore; a aventura Caçada ao Outubro Vermelho, de John McTiernan, com Sean Connery, e a conclusão da trilogia O Poderoso Chefão (90), de Coppola, promoveram uma excepcional abertura de década para a Paramount. Nos anos seguintes, surgiram A Família Addams (91), Jogos Patrióticos (92), Proposta Indecente e A Firma (93), de Sydney Pollack, com Tom Cruise, Jeanne Tripplehorn e Gene Hackman; Forrest Gump – o contador de histórias (1994), de Robert Zemeckis, com Tom Hanks; a aventura Congo, de Frank Marshall, o remake de Sabrina, de Sydney Pollack, com Harrison Ford e Julia Osmond, e Coração Valente, de Randall Wallace, com Mel Gibson, todos em 1995.

Demi Moore e Patrick Swayze em GHOST - DO OUTRO LADO DA VIDA, e Tom Hanks, o FORREST GUMP

No ano seguinte, Fuga de Los Angeles, de John Carpenter, com Kurt Russell, o primeiro Missão Impossível, de Brian De Palma, com Tom Cruise, e o notável A Sombra e a Escuridão (The ghost and the darkness) ainda o melhor filme de Stephen Hopkins, com Michael Douglas e Val Kilmer; em 98, a ficção científica Impacto Profundo, o drama de guerra O Resgate do Soldado Ryan, de Steven Spielberg,  e outra obra notável, O Show de Truman, de Peter Weir, com Jim Carrey, Ed Harris e Laura Linney.

Século XXI

Uma leva de novos sucessos marcou o início do século XXI para a Paramount. Missão Impossível 2, de John Wood, e o fraquíssimo Náufrago, de Robert Zemeckis, com Tom Cruise, abriram a nova década. Nos anos seguintes saíram dos estúdios da Paramount sucessos como Amigas Para Sempre, Fora de Controle (em 2002), o romance Como Perder um Homem em 10 Dias e o thriller de assalto Uma Saída de Mestre, em 2003; o policial Colateral, de Michael Mann, com Tom Cruise, em 2004; a refilmagem de A Guerra dos Mundos, de Steven Spielberg, em 2005; o terceiro filme da série Missão Impossível, o drama musical Dreamgirls e o de guerra A Conquista da Honra, de Clint Eastwood, em 2006; o policial Zodíaco, de David Fincher; a aventura O Atirador, de Antoine Fuqua, com Mark Walhberg; e o primeiro Transformers, de Michael Bay; e, em 2008, Homem de Ferro, a aventura Indiana Jones e a Caveira de Cristal, de Spielberg, e, o excelente O Curioso Caso de Benjamin Button, de David Fincher.

Atualmente, a Paramount comemora os sucessos de Missão Impossível – protocolo fantasma, de Brad Bird, que faturou neste ano quase US$ 700 milhões no mercado mundial, o que dá esperança de renovação da franquia; e a ficção científica Os Vingadores, que já ultrapassou os US$ 600 milhões no mercado doméstico e US$ 841,1 milhões no circuito internacional. Sem esquecer a animação Madagascar 3 – os Procurados, um dos grandes sucessos da Dreamworks Animation, a sua grande parceira na área de entretenimento infantil que, em cartaz, está chegando a casa dos US$ 500 milhões em arrecadação mundial.

 

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