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Categoria: Ciência


10:13 · 29.08.2017 / atualizado às 10:51 · 29.08.2017 por

Juazeiro do Norte. Na última segunda-feira, 28, A Guarda Civil Municipal (GCM) entregou o material, composta de duas peças, ao escritório regional do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Recuperados no da 4 de agosto, os fósseis foram abandonadas no largo da Basílica Menor de Nossa Senhora das Dores.

Na ocasião, o Inspetor Pereira, o subinspetor Vitorino e o guarda Marco, encontraram os fósseis abandonados. O material foi levado para o quartel da GCM para ser entregue ao órgão competente. Uma comitiva formada pelo Comandante da Guarda, José Cláudio Belino, o subcomandante, Michelanio Cardoso, e os guardas João Ribeiro e Danilo Assis foram até a sede da Agência Nacional de Mineração (ANM) e DNPM, que fica na cidade do Crato e é o órgão responsável pela fiscalização e proteção dos fósseis.

O geólogo e responsável pela entidade na região do Cariri, Artur Andrade, parabenizou a atitude da guarda e explicou como se dá todo o processo com o material que é recuperado. Ainda ressaltou a predisposição para parcerias entre a Guarda juazeirense e a ANM, para palestras, oficinas e cursos sobre a temática, paleontologia e a importância da preservação ambiental.

13:07 · 20.04.2016 / atualizado às 16:53 · 20.04.2016 por
O coração foi estudado em peixe comum encontrado na Chapada do Araripe, sendo o primeiro em 3D Foto : Divulgação
O coração foi estudado em peixe comum encontrado na Chapada do Araripe, sendo o primeiro em 3D
Fotos: Divulgação

 É a primeira vez na história do Planeta Terra que se tem certeza da descoberta de um coração fossilizado de um Vertebrado.

A descoberta inédita de um coração fossilizado de peixe em 3 dimensões – com mais de 100 milhões de anos – chama a atenção de pesquisadores do mundo inteiro e está sendo anunciada hoje, pela revista inglesa, eLife.

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Descoberta no Cariri cearense é divulgada por revista inglesa

O mais novo exemplar volta os olhares do mundo da Paleontologia para a Chapada do Araripe. A revista mostra o coração fossilizado em 3D perfeitamente preservado de um peixe com cerca de 113 a 119 milhões de anos de idade, encontrado no Brasil, chamado Rhacolepis.

É a primeira vez na história do Planeta Terra que se tem certeza da descoberta de um coração fossilizado de um Vertebrado.

A descoberta demonstra o imenso potencial para mais descobertas dessa natureza, permitindo que discussões sobre a anatomia comparada dos órgãos moles em organismos extintos e como eles evoluíram ao longo do tempo.

Encontrar um coração fossilizado completo em um peixe com mais de 100 milhões de anos foi um grande avanço para o pesquisador José Xavier Neto, do Laboratório Nacional de Biociências brasileira, Lara Maldanis da Universidade de Campinas, Vincent Fernandez, da Facilidade Europeia Síncrotron Radiação, e colegas de todo o Brasil e na Suécia.

Coração fossilizado de 100 milhões de anos é encontrado em Jardim

Para o pesquisador Ypsilon Félix, pela primeira vez realmente há um ponto de dados para estudar a anatomia em detalhe de um coração fossilizada em um grupo extinto de peixes da Chapada do Araripe. O material foi encontrado há alguns anos, na área próxima ao Município de Jardim, no Cariri, e vinha sendo estudado por vários pesquisadores brasileiros. Um deles, o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Ismar Carvalho, que integrou a equipe do professor Xavier. Há décadas que ele estuda os fósseis da Chapada do Araripe.

12:23 · 12.04.2016 / atualizado às 12:23 · 12.04.2016 por

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O projeto ‘Quidiverte’ faz parte do Projeto de Extensão da Estácio FMJ e possibilita melhor aprendizado de química, envolvendo alunos

Um trabalho que vem chamando a atenção do público e dos próprios alunos que estão envolvidos com uma forma diferente de aprender química na prática e de forma agradável, com o projeto de extensão da Estácio FMJ, em Juazeiro do Norte, QuimiDiverte. Com isso, professoras mudam a forma de ensinar a disciplina temida pelos alunos, que se transforma em show de “mágica” e dramaticidade, com “truques” mirabolantes.

Os alunos podem transformar água em vinho ou vinho em água e até espetar palito no balão sem estourar. É o fundamento da química sendo experimentado pelos alunos, a partir de todo um processo, que começa com reuniões, debates, até as experiências práticas.

No meio dessa atrativa forma de aprendizado, há a agradável descoberta de um campo que poderia ser visto apenas na teoria. As alunas do curso de Farmácia da Estácio FMJ estão desenvolvendo essa forma divertida de conhecer a utilização dos elementos fundamentais da química. Todos os truques são reações químicas, que os alunos aprenderam com as docentes.

O estudante Daniel Oliveira destaca a dificuldade que antes tinha de aprendizado, que era para ele uma barreira, agora superada. A forma lúdica e divertida do projeto, faz com os que alunos superem as dificuldades com a disciplina.

Para a professora Sheyla Xenofonte, bióloga com mestrado e doutoranda em Química e Farmacologia, através desse trabalho é possível mostrar que as metodologias empregadas no aprendizado, podem ser mais atrativas para os alunos. Ela ressalta que desde o início do desenvolvimento do projeto, é possível avaliar um desempenho maior dos alunos na faculdade. “Por trás das fórmulas incríveis, os alunos se sentem estimulados, com o fascínio do aprendizado”, comenta.

O projeto

QuimiDiverte é um projeto de extensão da Estácio-FMJ, coordenado pelas professoras de química Patrícia Pinheiro e Sheyla Xenofonte, com participação dos alunos do curso de farmácia.

Nasceu da necessidade de ensinar e aprender química de forma divertida, lúdica e com a responsabilidade da informação descodificada. Este projeto busca aproximar os alunos, levar a uma maior intimidade com a Química de forma interativa e dinâmica.

A Química está presente no cotidiano das pessoas, porém há uma visão fóbica diante do seu aprendizado, sendo de vital importância métodos alternativos de transmissão criando um elo que liga o conhecimento à realidade que nos cerca.

Através de “mágicas”, teatro e muita história QuimiDiverte busca romper as barreiras que distanciam os estudantes dessa ciência primordial na construção do conhecimento e na formação profissional.

O projeto poderá ser levado às escolas para quem deseja conhecer mais de perto o trabalho. Para isso, deve entrar em contato pelo telefone (88): 3572.7810.

16:12 · 08.04.2016 / atualizado às 16:12 · 08.04.2016 por

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Os professores Álamo Saraiva e Allysson Pinheiro, do Curso de Biologia da Universidade Regional do Cariri-URCA, participam da expedição La Paloma, no Uruguai. Essa é uma iniciativa da Universidade Regional do Cariri – URCA, Universidade do Sagrado Coração, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho e Universidad de la República – Uruguai.

Os pesquisadores estão reunidos no Balneario de La Paloma e Cidade de Rocha, desde o último domingo, 03/04, até dia 10/04, para integrar conhecimentos e compartilhar experiências sobre a fauna de crustáceos fósseis e atuais. Além deles, os professores William Santana, Daniel Lima e Fabrizio Scarabino participam da expedição.

A expectativa, além de publicações, é propiciar a mobilidade entre instituições da América Latina. O Centro Universitario Regional Este – CURE Rocha, é uma recente iniciativa da Universidad de La República que visa a descentralização e apresenta uma excelente infraestrutura com novas possibilidades de trabalho no Cone Sul.